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      <title>PATRIMONIO HISTORICO CULTURAL BRASIL TURMA 1 by Henrique Cardoso</title>
      <link>https://padlet.com/hlcdragon04/exogpuv35srj</link>
      <description>Paulo Henrique S. Avila
Mano Hugo Ferignac
Henrique Lima Cardoso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-09-02 19:10:39 UTC</pubDate>
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         <title>Definição</title>
         <author>hlcdragon04</author>
         <link>https://padlet.com/hlcdragon04/exogpuv35srj/wish/379204292</link>
         <description><![CDATA[Em seu significado mais primitivo, a palavra patrimônio tem origem atrelada ao termo grego pater, que significa “pai” ou “paterno”. De tal forma, patrimônio veio a se relacionar com tudo aquilo que é deixado pela figura do pai e transmitido para seus filhos. Com o passar do tempo, essa noção de repasse acabou sendo estendida a um conjunto de bens materiais que estão intimamente relacionados com a identidade, a cultura ou o passado de uma coletividade.

Essa última noção de patrimônio passou a ganhar força no século XIX, logo que a Revolução Francesa salientou a necessidade de eleger monumentos que pudessem refutar o esquecimento do passado. Nesse período, levando-se em conta a noções historiográficas da época, os monumentos deveriam expressar os fatos de natureza singular e grandiosa. Sendo assim, a preservação do passado colocava-se presa a uma noção de “melhoria”, “evolução” e “progresso”.

Além dessas primeiras noções, o conceito de patrimônio também estava articulado a um leque de valores artísticos e estéticos. Preso ainda à construção de monumentos e esculturas, o patrimônio deveria carregar em seu bojo a tradicional obrigação que a arte tinha em despertar o senso de beleza e harmonia entre seus expectadores. Com isso, as produções artísticas e culturais que poderiam evocar a identidade e o passado das classes populares, ficavam plenamente excluídas em tal perspectiva.]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 19:17:09 UTC</pubDate>
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         <title>Citação</title>
         <author>hlcdragon04</author>
         <link>https://padlet.com/hlcdragon04/exogpuv35srj/wish/379204916</link>
         <description><![CDATA[<div>Existe uma crescente preocupação entre alguns pesquisadores, historiadores, empresas, instituições e simpatizantes sobre a questão da Preservação da Memória e Patrimônio Histórico. Essa discussão pode ser apreendida através de debates, simpósios, fóruns, grupos de discussões, além de uma vasta gama de livros, artigos e outros materiais que levantam a importância do assunto. Esta preocupação está relacionada aos danos causados a memória e identidade histórica que conserva certas informações para que o passado não seja completamente esquecido.<br><br></div><div><br></div><div>O presente trabalho tem como proposta trazer uma reflexão teórica sobre a importância da Preservação do Patrimônio Histórico, ressaltando a importância da preservação da memória e identidade histórica da Cidade de São Paulo. A partir dessas reflexões, o objetivo é identificar os impactos causados nas Edificações da Rua Barão de Itapetininga, com a expansão do comércio a partir da década de 1950, entender os danos ocasionados na memória através das adaptações sofridas nas edificações ao longo desse período acompanhado pelo progresso econômico, crescimento gradual da cidade e a modernização para receber as novas exigências.<br><br></div><div>Segundo alguns historiadores como Jacques Le Goff (1990 ), Michael Pollak (1989 e 1992 ) e Pedro Paulo Funari (2009 ), a importância da Preservação do Patrimônio Histórico pode ser associada a memória coletiva e individual, pois é através da memória que nos orientamos para compreender o passado, o comportamento de um determinado grupo social, cidade e nação . O avivamento da memória também contribui para a formação de identidade, resgate de raízes, está ligada formação cultural e econômica de um povo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 19:20:38 UTC</pubDate>
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         <title>Como é preservado no Brasil</title>
         <author>hlcdragon04</author>
         <link>https://padlet.com/hlcdragon04/exogpuv35srj/wish/379205181</link>
         <description><![CDATA[<div>Há uma preocupação mundial em preservar os patrimônios históricos da humanidade, através de leis de proteção e restaurações que possibilitam a manutenção das características originais.</div><div> </div><div>Mundialmente, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Cultura, Ciência e Educação) é o órgão responsável pela definição de regras e proteção do patrimônio histórico e cultural da humanidade. </div><div> </div><div>No Brasil, existe o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Este órgão atua, no Brasil, na gestão, proteção e preservação do patrimônio histórico e artístico no Brasil. </div><div> </div><div>Quando um imóvel é tombado por algum órgão do patrimônio histórico, ele não pode ser demolido, nem mesmo reformado. Pode apenas passar por processo de restauração, seguindo normas específicas, para preservar as características originais da época em que foi construído.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 19:22:44 UTC</pubDate>
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         <title>O que é o IPHAN</title>
         <author>hlcdragon04</author>
         <link>https://padlet.com/hlcdragon04/exogpuv35srj/wish/379205683</link>
         <description><![CDATA[<div>O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Cidadania que responde pela preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro. Cabe ao Iphan proteger e promover os bens culturais do País, assegurando sua permanência e usufruto para as gerações presentes e futuras.<br><br></div><div>O Iphan possui 27 <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/708/">Superintendências</a> (uma em cada Unidade Federativa); 37 Escritórios Técnicos, a maioria deles localizados em cidades que são conjuntos urbanos tombados, as chamadas <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/123/">Cidades Históricas</a>; e, ainda, seis Unidades Especiais, sendo quatro delas no Rio de Janeiro: <a href="http://portal.iphan.gov.br/clc">Centro Lucio Costa</a>, <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/399/">Sítio Roberto Burle Marx</a>, <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/348/">Paço Imperial</a> e <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/400/">Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular</a>; e, duas em Brasília, o <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/315/">Centro Nacional de Arqueologia</a> e <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1694">Centro de Documentação do Patrimônio</a>.<br><br></div><div>O Iphan também responde pela conservação, salvaguarda e monitoramento dos bens culturais brasileiros inscritos na <a href="http://whc.unesco.org/en/list/">Lista do Patrimônio Mundial</a> e na <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/71">Lista o Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade</a>, conforme convenções da Unesco, respectivamente, a <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Convencao1972%20-%20br.pdf">Convenção do Patrimônio Mundial</a> de 1972 e a <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/ConvencaoSalvaguarda.pdf">Convenção do Patrimônio Cultural Imaterial</a> de 2003.<br><br></div><div><strong>Histórico </strong>- Desde a criação do Instituto, em 13 de janeiro de 1937, por meio da <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/legislacao/Lei_n_378_de_13_de_janeiro_de_1937.pdf">Lei nº 378</a>, assinada pelo então presidente Getúlio Vargas, os conceitos que orientam a atuação do Instituto têm evoluído, mantendo sempre relação com os marcos legais. A Constituição Brasileira de 1988, em seu <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Constitui%C3%A7%C3%A3o%20Federal_art%20216(1).pdf">artigo 216</a>, define o patrimônio cultural como formas de expressão, modos de criar, fazer e viver. Também são assim reconhecidas as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; e, ainda, os <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/123">conjuntos urbanos</a> e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.<br><br></div><div>Nos artigos <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/legislacao/Constituicao_Federal_art_215.pdf">215</a> e <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Constitui%C3%A7%C3%A3o%20Federal_art%20216.pdf">216</a>, a Constituição reconhece a existência de bens culturais de natureza material e imaterial, além de estabelecer as formas de preservação desse patrimônio: o <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/687/">registro</a>, o <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/685/">inventário</a> e o <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/126">tombamento<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 19:26:52 UTC</pubDate>
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         <title>Alusão Histórica</title>
         <author>hlcdragon04</author>
         <link>https://padlet.com/hlcdragon04/exogpuv35srj/wish/379206044</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Antecedentes, A Inspetoria de Monumentos Nacionais (IMN)</strong>[<a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional&amp;veaction=edit&amp;section=2">editar</a> | <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional&amp;action=edit&amp;section=2">editar código-fonte</a>]</div><div><br>O primeiro órgão voltado para a preservação do patrimônio no Brasil foi criado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1933">1933</a>,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:2-8"><sup>[8]</sup></a> como uma entidade vinculada ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Hist%C3%B3rico_Nacional">Museu Histórico Nacional</a> (MHN).<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:3-9"><sup>[9]</sup></a> Era a <strong>Inspetoria de Monumentos Nacionais</strong> (<strong>IMN</strong>), instituída pelo Decreto n° 24.735 de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_julho">14 de julho</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1934">1934</a>,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:3-9"><sup>[9]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:4-10"><sup>[10]</sup></a> e tinha como principais finalidades impedir que objetos antigos, referentes à história nacional, fossem retirados do país em virtude do comércio de antiguidades, e que as edificações monumentais fossem destruídas por conta das reformas urbanas, a pretexto de modernização das cidades.<br><br></div><div><br>A cidade de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ouro_Preto">Ouro Preto</a>, antiga <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Rica">Vila Rica</a>, principal cidade do Ciclo do Ouro nas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Minas_Gerais">Minas Gerais</a>, foi erigida em "monumento nacional" pelo Decreto nº 22.928 de 12/07/1933 e é considerada como um dos principais exemplos do patrimônio histórico nacional, além de ser declarada como Patrimônio Mundial pela UNESCO.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Em 1937, O IPM foi substituído pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:1-11"><sup>[11]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:4-10"><sup>[10]<br></sup></a><br></div><div><strong><br>SPHAN / IPHAN</strong>[<a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional&amp;veaction=edit&amp;section=3">editar</a> | <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional&amp;action=edit&amp;section=3">editar código-fonte</a>]</div><div><br>O instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), inicialmente chamado de Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) foi fundado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/13_de_janeiro">13 de janeiro</a>de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1937">1937</a> e vinculado ao Ministério da Educação e Saúde,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:1-11"><sup>[11]</sup></a> por meio da lei nº 378,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:0-2"><sup>[2]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:2-8"><sup>[8]</sup></a> por ordens do então presidente <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas">Getúlio Vargas</a> e também, fruto de debates e pesquisas baseadas no artigo <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/legislacao/Constituicao_Federal_art_215.pdf">215</a> e <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Constitui%C3%A7%C3%A3o%20Federal_art%20216.pdf">216</a> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o_brasileira_de_1988">Constituição da República Federativa do Brasil</a> (que define o patrimônio cultural),<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-:0-2"><sup>[2]</sup></a> envolvendo o então ministro <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gustavo_Capanema">Gustavo Capanema</a> e sua equipe,que incluiu também o poeta <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_de_Andrade">Mário de Andrade</a> (ícone da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Semana_de_arte_moderna_de_1922">Semana de Arte Moderna de São Paulo</a> de 1922).<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_do_Patrim%C3%B4nio_Hist%C3%B3rico_e_Art%C3%ADstico_Nacional#cite_note-suapesquisa2-12"><sup>[12]</sup></a> Este, junto ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Advocacia">advogado</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rodrigo_Melo_Franco_de_Andrade">Rodrigo Melo Franco de Andrade</a>, empreendeu um ambicioso projeto, abrangendo uma série de pesquisas que causaram impacto nos meios político e intelectual, na medida em que pela primeira vez na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_Brasil">História do Brasil</a>, a diversidade cultural da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Na%C3%A7%C3%A3o">Nação</a> era mostrada a todo o país. Os conceitos que orientam a atuação do IPHAN têm evoluído desde a fundação, mantendo sempre a relação com os marcos legais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 19:29:43 UTC</pubDate>
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         <title>Charge</title>
         <author>hlcdragon04</author>
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         <pubDate>2019-09-02 19:30:16 UTC</pubDate>
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         <title>DADOS</title>
         <author>hlcdragon04</author>
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         <description><![CDATA[<div>A lista de Patrimônios da Humanidade elaborada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) é sempre uma referência para conhecer lugares interessantes e de valor histórico pelo mundo. No Brasil, não é diferente.<br><br></div><div>Atualmente são 20 os sítios ou conjuntos considerados Patrimônio Mundial (13 culturais e 7 naturais) no Brasil, o maior índice da América do Sul.<br><br></div><div>Na lista a seguir, você confere os 13 Patrimônios Históricos e Culturais da UNESCO no Brasil. Seis deles são na região centro-oeste, sendo quatro somente em Minas Gerais.<br><strong><br>Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas do Campo (Minas Gerais)<br><br><br>Ruínas de São Miguel das Missões (Rio Grande do Sul)<br></strong><br></div><div><br><strong><br>Centro Histórico de Salvador (Bahia)<br><br><br>Centro Histórico de Diamantina (Minas Gerais)<br><br><br>Parque Nacional Serra da Capivara (Piauí)<br><br><br>Brasília (Distrito Federal)<br><br><br>Centro Histórico de Ouro Preto (Minas Gerais)<br><br><br>Centro Histórico da Cidade de Goiás (Goiás)<br><br><br>Centro Histórico de Olinda (Pernambuco)<br><br><br>Centro Histórico de São Luís (Maranhão)<br><br><br>Praça São Francisco, São Cristóvão (Sergipe)<br><br><br>Paisagens Cariocas, Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)<br></strong><br></div><div><strong><br>Pampulha, Belo Horizonte (Minas Gerais)<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 19:33:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hlcdragon04</author>
         <link>https://padlet.com/hlcdragon04/exogpuv35srj/wish/379207041</link>
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         <pubDate>2019-09-02 19:37:06 UTC</pubDate>
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