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      <title>o meu padlet by </title>
      <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq</link>
      <description>Made with wonder</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-13 21:48:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2016-11-07 21:49:33 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Resposta ao Módulo 1/ questão 2</title>
         <author>isabel_mdias13</author>
         <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/130983030</link>
         <description><![CDATA[<div>O video apela ao nosso livre arbítrio e à necessidade de escolhermos, em cada momento, não o que nos convém mas o que é melhor para nós. Esta é a linha que separa o caminho que nos faz crescer do caminho que nos pode afundar no medo, frustração e&nbsp; descrença.&nbsp;<br>Devemos ter sempre presente que não basta viver é preciso saber viver. E isso exige coragem. Coragem para sonhar. Coragem para concretizar os nossos sonhos. Sonhando acreditamos, lutamos e crescemos.&nbsp;<br>A vida é feita à nossa medida. Há quem escolha o caminho da ilusão, da ignorância, da preguiça, do estar adormecido. E há quem desfruta da vida porque escolhe o caminho do saber viver.&nbsp; Portanto a mensagem do video sublinha que face aos nossos sonhos não devemos ficar inertes ou descrentes. devemos usar da coragem para os concretizar. Essa é a mensagem que deve guiar as ações dos tutores e é também o alerta que devem passar aos tutorandos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 17:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeqIYDGgEmQISv91z-fzbBxz8_RI7FBsQPn52JRMgYNGjNMaw/formResponse</title>
         <author>isabel_mdias13</author>
         <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/131146731</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 14:07:58 UTC</pubDate>
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         <title>https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeqIYDGgEmQISv91z-fzbBxz8_RI7FBsQPn52JRMgYNGjNMaw/formResponse</title>
         <author>isabel_mdias13</author>
         <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/131147112</link>
         <description><![CDATA[<div>Resposta ao Quiz - Módulo1</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 14:08:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>isabel_mdias13</author>
         <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/131858582</link>
         <description><![CDATA[<div>Mod.1- Tarefa 2<br><br></div><div>&nbsp;Opção B<br><br></div><div>O objetivo mais desafiante, porque o mais difícil, é o segundo. A tomada de decisão de mudar&nbsp; exige, em primeiro lugar, a vontade do tutorando, mas uma vontade racional e desinteressada. O tutorando tem de estabelecer para ele motivos que sejam suficientemente fortes para ele fazer o esforço de mudança. Umas vezes esses motivos vai recolhe-los aos argumentos do tutor, outras resultam de um crescimento psico-social que advém de experiências diretas ou indiretas que o tutorando vive.<br><br></div><div>&nbsp;O que normalmente acontece é que estes alunos carecem de um projeto de vida, não têm maturidade nem apoio familiar que lhes permita uma tomada de decisões consciente. A própria aversão à escola e a baixa auto estima dificultam o assumir de compromissos.&nbsp;<br><br></div><div>Portanto quando o perfil do aluno toturado é este e quando o trabalho da tutoria é espaçado no tempo e não tem continuidade fora da sala das tutorias, como normalmente acontece, todo esse processo de tomada de decisão é mais demorado e difícil de acontecer.<br><br></div><div>&nbsp;Isabel dias<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-19 17:06:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>isabel_mdias13</author>
         <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/132775251</link>
         <description><![CDATA[<div>Módulo 2 – tarefa 1<br><br></div><div>&nbsp;Opção A<br><br></div><div>Para desenvolver uma conversa sobre esse tema seria fundamental dar-lhe um esclarecimento teórico sobre o que é um projeto de vida e neste caso começaria pelo conhecimento declarativo. Mas também&nbsp; podia explorar o sentido da expressão “projeto de vida” com base num saber já feito do aluno, e neste caso começaria a partir dum conhecimento procedimental, em que o aluno me mostrava o processo desse projeto e depois, caso sentisse necessidade, regressaria ao conhecimento declarativo para introduzir ou solidificar aspetos teóricos que considerasse relevantes. O conhecimento condicional aconteceria quando o aluno, já envolvido na temática iria adotar uma postura mais ativa, i.e. iria aplicar o seu know how e a sua vontade para por em prática o seu projeto de vida.<br><br></div><div>Portanto se o processo da aprendizagem vai tendencialmente do concreto para o abstrato é fundamental que se dê possibilidade ao aluno de formar conceitos que lhe permitam compreender o tema e consequentemente ganhar competências e elasticidade conceptual para saber aplicar esses conceitos em novas situações. Torna-se assim um operacionalizador ativo da sua aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div>Isabel Dias ed"==t9c4�Ɩ�<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 16:54:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Módulo 2 – tarefa 1

&amp;nbsp;Opção A

Para desenvolver uma conversa
sobre esse tema seria fundamental dar-lhe um esclarecimento teórico sobre o que
é um projeto de vida e neste caso começaria pelo conhecimento declarativo. Mas
também &amp;nbsp;podia explorar o sentido da
expressão “projeto de vida” com base num saber já feito do aluno, e neste caso começaria
a partir dum conhecimento procedimental, em que o aluno me mostrava o processo
desse projeto e depois, caso sentisse necessidade, regressaria ao conhecimento
declarativo para introduzir ou solidificar aspetos teóricos que considerasse
relevantes. O conhecimento condicional aconteceria quando o aluno, já envolvido
na temática iria adotar uma postura mais ativa, i.e. iria aplicar o seu know
how e a sua vontade para por em prática o seu projeto de vida.

Portanto se o processo da
aprendizagem vai tendencialmente do concreto para o abstrato é fundamental que
se dê possibilidade ao aluno de formar conceitos que lhe permitam compreender o
tema e consequentemente ganhar competências e elasticidade conceptual para saber
aplicar esses conceitos em novas situações. Torna-se assim um operacionalizador
ativo da sua aprendizagem. 

Isabel Dias</title>
         <author>isabel_mdias13</author>
         <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/132775427</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 16:54:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/132775427</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Modulo 2 – Tarefa 2

Escolho a fase da transição
porque me parece a mais difícil pois nela está implicada uma tomada de posição
mais ativa e onde está em jogo toda uma cultura e hábitos do tutorando.
Fomentar a reflexão e a responsabilidade em alunos emocionalmente instáveis e com
poucas competências pessoais e sociais não é fácil. 

O tutorando que já foi
conquistado e com quem o tutor já criou uma linha de afetividade é alguém que,
porque continua a viver no mesmo quadro social, continua a receber estímulos que
podem funcionar como obstáculo a essa intenção ponderada de mudança. Esses
obstáculos são os grupos de pares, a família, os hábitos diários, a dificuldade
em pensar a médio e longo prazo, a imagem social dentro da escola, etc.&amp;nbsp;</title>
         <author>isabel_mdias13</author>
         <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/132821434</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 18:42:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/132821434</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mód 3 -&amp;nbsp; Opção B

O comportamento do tutorando face
a um contexto de aprendizagem é reflexo do gosto ou prazer que ele tem em
aprender aquelas temáticas. Se para além de ele gostar de aprender aquelas
matérias ele ainda tiver o discernimento para reconhecer que as mesmas lhe
trazem benefícios para a sua vida e o ajudam na sua realização pessoal e
profissional, mais ele se empenha nessa tarefa de aprender.

A motivação face a aprendizagem
está patente no comportamento do tutorando e passa por uma motivação intrínseca
e extrínseca. O tutor apenas pode ajudar o aluno a envolver-se no processo de aprendizagem
na medida em que o faz refletir sobre os benefícios de aprender; na medida em
que lhe proporciona novas experiências de aprendizagem que lhe permitem usar a
sua autonomia e sentir o reconhecimento das suas competências; e na medida em
que lhe fornece constantes feedbacks positivos sobre o seu desempenho. Estas
ações geram satisfação no tutorando e aumento do índice de motivação nas
tarefas de aprendizagem.

Isabel Dias</title>
         <author>isabel_mdias13</author>
         <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/135731584</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-07 12:14:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TAREFA&amp;nbsp; 1 / módulo 4

Se pretendesse levar a cena uma
peça de teatro com colaboração dos meus alunos poderia utilizar o modelo PlEA,
já que o meu trabalho para dar bons resultados teria de ser devidamente planificado,
executado e avaliado no processo e nos resultados. Assim iria atender a estas
três fases: 


 
  
  FASE
  
  
  DESCRIÇÃO
  
 
 
  
  PLANIFICAÇÃO
  
  
  Definir o que fazer,
  como fazer e quando fazer .
  Definir a quem se quer
  apresentar a peça de teatro, que objetivos se pretendem alcançar, que
  estratégias utilizar para captar o publico-alvo, &amp;nbsp;qual o texto adequado “aquele” &amp;nbsp;público –alvo, que recursos tenho disponíveis
  e onde e quando pretendo fazer a apresentação 
  &amp;nbsp;
  
 
 
  
  EXECUÇÃO
  
  
  Executar é por em
  prática o que se programou. É monitorizar a ação planificada
  Apesar de já haver uma panificação
  o momento da execução é também exigente não só porque tenho de me focar no
  plano de orientação como também porque tenho de sistematicamente ir analisando
  se tenho de mudar alguma coisa. Registar o que se vai fazendo é monitorizar o
  processo da execução.
  &amp;nbsp;A monitorização durante o decorrer do
  processo subsiste e exige por vezes reajustes pois fatores não ponderados podem
  influenciar a eficácia dos objetivos definidos 
  
 
 
  
  AVALIAÇÃO
  
  
  É essencial em qualquer
  projeto. É o balanço em que se pondera o que correu bem e o que é preciso
  melhorar no futuro. Se houve falhas quais foram e porque aconteceram. Como me
  devo sentir face aos resultados?
  &amp;nbsp;A avaliação permite-nos ter a noção se o
  projeto foi bem estruturado e implementado. Como conseguimos obter esses
  dados? Através da realização de questionários, entrevistas, observação
  direta, e conversação com quem assistiu à peça. &amp;nbsp;
  &amp;nbsp;
  
 


&amp;nbsp;

Isabel Dias</title>
         <author>isabel_mdias13</author>
         <link>https://padlet.com/isabel_mdias13/ewzzsfmytftq/wish/135952694</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-07 21:48:46 UTC</pubDate>
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