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      <title>Giesta :) by Camila Alves da Silva Julio</title>
      <link>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-06 23:25:50 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-14 19:08:47 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Documentário: Pro dia Nascer feliz  </title>
         <author>camilajulio</author>
         <link>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur/wish/2285512838</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1- Os espaços escolares e seus usos nas seis instituições retratas?</strong><br>No geral o documentário não retrata muito o cotidiano dos alunos, para entender melhor o uso dos espaços, logo é notório o contraste entre o colégio de Pernambuco e a escola do Alto de Pinheiros&nbsp; <br><br><strong>2- O trabalho dos(as) gestores(as) escolares?<br></strong>&nbsp;Ao longo do documentário, em uma das escolas apresentadas em Pernambuco, a gestora, faz inúmeras criticas sobre os alunos, dizendo que eles só estão ai para passear e por esse motivo os estudantes &nbsp; apresentam um desempenho insatisfatório e são matriculados em aulas de reforço. Isso revela uma cultura escolar que massifica os estudantes de regiões periféricas e já os recebem como fracassados e promovem uma <br>educação excludente.<strong><br><br>3-O trabalho dos(as) professores(as) e suas percepções de si mesmos<br> </strong>Primeiramente, observa-se que, na maioria da escolas exibidas no documentário, os professores relatam que estão desmotivados com a profissão, alguns apontam a baixa remuneração da profissão e a falta de respeito que os alunos tratam os educadores, e que essas situações que acontecem em sala de aula, ocasionam no adoecimento desse educador. <br><br><strong>4- A atuação dos(as) estudantes, bem como as percepções dos mesmos sobre a escola e a vida?<br></strong>Os estudantes em situação de vulnerabilidade almejam alcançar grandes posições no mercado profissional, mas nem todos tem a percepção de que a escola é fundamental para atingir esse objetivo. A menina de Pernambuco tem consciência de que o único caminho para atingir esse objetivo é a educação, porém as condições para frequentar as aulas são precárias. Já o adolescente do Rio de Janeiro não parece ter consciência da importância dos estudos para alcançar o cargo de coronel que ele aspira, neste <br>caso, a escola é mais acessível aos estudantes da periferia, do Rio de Janeiro do que em Pernambuco. <br><br><strong>5- A relação da família e a escola<br></strong>No documentário, é perceptível a falta de uma relação entre a escola e a família. <br><br><strong>6-&nbsp; Outros aspectos da cultura escolar de cada instituição retratada.<br></strong>Em primeiro lugar, nas escolas periféricas, é apresentado um problema muito grande com a violência entre os alunos, logo é gerado o problema de impunidade, pois tanto no caso da menina que sofria agressão das colegas, quanto no caso da aluna que chegou a matar uma colega dentro da escola, não houve medidas socioeducativas. Por outro lado, nos colégios de rede privadas observar-se uma pressão para que os estudantes de colégios particulares tenham excelência<br>acadêmica, problemática das avaliações e o sentimento de incapacidade diante de&nbsp;<br>notas baixas.</div><div><br></div><div><br></div><div><br><br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 00:39:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TARDIF, M. Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho no magistério. Educação &amp; Sociedade, ano XXI, n 209 o 73, Dezembro/00.</title>
         <author>camilajulio</author>
         <link>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur/wish/2331560654</link>
         <description><![CDATA[<div>Acreditamos que, o Tardif aponta caminhos interessantes para as discussões iniciadas em sala, no que diz respeito ao papel da cultura escolar e todos os agentes que a modulam na prática docente ao acompanhar a trajetória profissional dos docentes identificando em que medida essas concepções da prática influenciam os professores. O uso do recurso do tempo me parece fundamental para identificar o aspecto mutável do fazer professoral demonstrando como a trajetória individual se relaciona com os trânsitos sociais desse professor e como as experiências e as culturas locais compõem o indivíduo professor. Me chamou atenção a partir dos excertos retirados das falas dos professores como reverberam várias concepções de "censo comum" e levando em consideração que parte fundamental da formação do professor se dá no embate das experiências pré- profissionais com a realidade social da escola (com os colegas, direção e alunos) a discussão prática x teoria ganha corpo e parece desmistificada pois joga luz aos processos de socialização no lugar de opor conhecimentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-07 21:57:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LAWN, Martin. Os professores e a fabricação de identidades. In: NOVOA, A., SCHRIEWER, J. (orgs.). A difusão mundial da escola. Portugal: Educa e Autores, 2000, p. 69-84.</title>
         <author>camilajulio</author>
         <link>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur/wish/2331562124</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto tem como objetivo nos apresentar de uma forma objetiva e clara, como as identidades dos professores são modificadas pelo Estado, que de uma forma imperceptível atuam, para que seus preceitos sejam executados pelos educadores.&nbsp;<br>Antes de tudo, o autor Martin Lawn traz em seu texto que o professor na visão da sociedade é uma figura de extrema importância. Logo, o autor faz uma comparação dos educadores com missionários, por suas atitudes e falas, terem grandes influências na vida dos indivíduos.&nbsp;<br>Em seguida, ao longo da leitura é perceptível que o objetivo do Estado é modificar a identidade do educador, para que esse mediador torne-se o "professor ideal", alguém que siga todas as instruções desta administração. Trazendo um pouco para a nossa realidade, sabe-se que nas instituições privadas, isso também é bastante visto, a todo momento somos pressionados, concordamos com coisas que sabemos que não fazem parte da nossa personalidade, mas por inúmeras vezes precisamos aceitar, para não ficarmos sendo visto como os do contra.&nbsp;<br>Assim percebe-se que, aos poucos sem ao menos perceber, deixamos a nossa identidade ser alterada para atender aos padrões de uma educação hierarquizada. Logo,&nbsp; devido a isto cria-se uma homogeneidade educacional, pois acredito que desse modo a dominação deles sobre os mais vulneráveis será mais fácil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-07 22:01:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur/wish/2331562124</guid>
      </item>
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         <title>HARGREAVES, Andy. O tempo – qualidade ou quantidade? O pacto faustiano. In: _____. Os professores em tempos de mudança. Lisboa: Mc Graw – Hill, 1998, p. 105-130</title>
         <author>michelecs</author>
         <link>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur/wish/2371247084</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 – Retome a leitura do texto com sua equipe e identifique quais foram as principais contribuições presentes no texto para cada um(a).<br></strong><br></div><div>R: Para o grupo, a principal contribuição do texto foi a reflexão sobre a diferença entre o tempo escolar nas escolas públicas e nas escolas privadas. Hargreaves inicia o texto falando sobre o sentimento de repressão que alguns professores sentem com relação ao tempo, como se não houvesse tempo o suficiente para dar conta de todo o conteúdo. Percebemos que esse sentimento é mais frequente nas instituições privadas em que o tempo é dinheiro. O trabalho do(a) professor(a) nessas instituições, em muitos casos, é regido por um cronograma de conteúdos a serem aplicados ao longo do ano. Deste modo, é fácil entender o sentimento de repressão do(a) docente, visto que cada criança tem um tempo diferente para aprender e a rigidez de cronograma de atividades não leva em consideração o tempo de aprendizagem dos estudantes. Um conteúdo previsto para ser trabalhado em 1 aula pode levar duas ou mais, e então ele(a) tem que escolher entre a qualidade do ensino e atrasar o cronograma, ou seguir o cronograma a risca e considerar o conteúdo como dado mesmo que nem todos os estudantes tenham aprendido.<br><br></div><div>Nas escolas públicas a pressão não é tão grande e os(as) professores(as) tem mais liberdade para trabalhar os conteúdos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>2 – Quais são as relações entre o tempo e o trabalho pedagógico discutidas no texto? Como podemos observar essas relações no cotidiano escolar?<br></strong><br></div><div>R: Primeiramente o autor ressalta a importância do gerenciamento do tempo para o sucesso do trabalho pedagógico, pois quando o(a) professor(a) organiza o horário das atividades fica mais fácil administrar o tempo das atividades. Deste modo, o tempo não é um vilão, mas um aliado do trabalho pedagógico.<br><br></div><div>O segundo ponto é a divisão que o autor faz dos tipos de tempo e que cada um deles pode ser encontrado no cotidiano escolar, mas novamente entramos no debate de nossas experiências em sala de aula e na diferença entre escola pública e privada. Quando o autor fala sobre o tempo micropolítico em que algumas disciplinas têm um status maior do que outras e por isso tem mais espaço na grade, percebemos que além dessa divisão de status, algumas instituições privadas subvertem ainda mais o currículo para dar espaço na grade curricular para outros projetos. Essa hierarquia de disciplinas foi constatada em alguns casos compartilhado por uma integrante do grupo, pois a escola em que ela trabalha tirou da grade uma aula de Educação Física para colocar uma aula de Projeto de Vida e toda vez que o cronograma da turma de Educação Infantil estava atrasado a professora suprimia o horário de parquinho da turma. Ou seja, para a escola, nem a Educação Física nem o tempo de brincadeira das crianças eram tão importantes quanto os demais conteúdos escolares.<br><br></div><div><strong>3 – De que modo tais questões afetam o trabalho das(os) coordenadoras(es)? Como tal discussão trazida por Hargreaves pode contribuir para pensar a coordenação/gestão pedagógica? Quais aspectos precisam ser levados em consideração na organização do tempo de uma equipe? Quais critérios poderiam ser justos nessa organização? Planejamento ideal...<br></strong><br></div><div>R: A reflexão do grupo é de que não há um planejamento ideal e nenhum critério será justo para todos, esse é o grande desafio do(a) coordenador(a) ou gestor(a) escolar, trabalhar com pessoas.<br><br></div><div>Uma colega compartilhou um caso que ocorreu na escola em que ela faz estágio:<br><br></div><div>A diretora da escola convocou uma reunião com todas as professoras do fundamental II para discutir um problema que estava acontecendo na escola. A nova professora estava enfrentando rejeição das colegas de trabalho a ponto de ser excluída pelas demais. Isso aconteceu porque a novata chegou no meio do ano letivo quando todas as aulas estavam consolidadas, para acomodá-la, a diretora teve que mexer na distribuição de aulas e mudar o horário de algumas disciplinas. Isso fez com que algumas professoras se sentissem prejudicadas, houve choro e até as que não tiveram suas aulas mexidas tomaram as dores das colegas prejudicadas e rejeitaram a novata.<br><br></div><div>Por esse motivo a diretora reuniu todo mundo e perguntou o que elas teriam feito de diferente se fossem a diretora. Não houve respostas.<br><br></div><div>Então ela perguntou o que elas considerariam como o justo a ser feito, já que a escola precisava de uma professora de leitura e a única que aceitou assumir as aulas tinha limitações de horários devido aos estudos. Houve alguns múrmuros, mas todas acabaram entendendo as razões pela qual a diretora mexeu na grade de horários.<br><br></div><div>Por isso chegamos à conclusão de que não há um planejamento perfeito, podemos fazer um planejamento que consideramos adequado e ir recalculando a rota de acordo com os obstáculos que surgem no caminho.<br><br></div><div><strong>4 – Como podemos superar o tempo público/ privado pensando nas trajetórias de vida de cada profissional?<br></strong><br></div><div>R: Especificamente na área da educação é uma tarefa complexa desvincular o tempo privado do público, pois até nos momentos de lazer os pais e responsáveis de alunos estão julgando a forma como esse tempo é gasto, como se o(a) professor(a) não tivesse uma vida própria fora da escola. Além disso, ainda tem a carga de trabalho que faz com que os(as) docentes levem atividades para casa, seja trabalhos para corrigir ou aulas para planejar. Algumas coisas estão mudando, na rede pública há uma nova estruturação da carga horária dos(as) professores(as) para deixar um tempo livre para planejamento de aulas e correção de atividades, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido.<br><br></div><div><strong>5 – Compartilhamento de experiências (questões de gênero, tempos de planejamento nas instituições onde trabalham)<br></strong><br></div><div>R: O compartilhamento de experiências ocorreu durante a discussão das questões anteriores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-05 18:44:50 UTC</pubDate>
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         <title>Projetos inspiradores I: Escola de Aplicação - formação pedagógica e projetos de leitura e escrita</title>
         <author>michelecs</author>
         <link>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur/wish/2371248415</link>
         <description><![CDATA[<div>Na de hoje tivemos a oportunidade de conhecer os projetos de leitura e escrita da Escola de Aplicação da FEUSP.<br><br></div><div>As professoras Andrea e Camila se apresentaram, falaram sobre sua trajetória da Escola de Aplicação e como surgiu a ideia de criar esses projetos.<br><br></div><div>Em síntese, o projeto de leitura e escrita surgiu a partir da necessidade de reforçar as aprendizagens de alguns estudantes, mas que devido a distância entre casa e escola, ou a quebra do planejamento familiar para levar e buscar o estudante, havia pouca adesão ao reforço escolar. Assim, fez-se necessário pensar em outra forma de reforçar as aprendizagens dos estudantes com mais dificuldade.<br><br></div><div>Percebe-se que houve preocupação com o tempo da aprendizagem de cada estudante, houve preocupação com o contexto familiar e econômico de cada estudante, houve preocupação em designar uma profissional que conseguisse trabalhar com determinado perfil de turma e houve preocupação até mesmo com a formação do quadro de estagiárias(os).<br><br></div><div>Além das rações citadas acima, esse projeto é inspirador porque mostra que a vontade de fazer diferente e pensar fora da caixinha foi maior do que o conformismo. Elas poderiam justificar o fracasso dos estudantes com a baixa adesão ao reforço, ao déficit do quadro docente ou a falha do sistema de educação, mas em vez disso elas usaram o tempo e o espaço que era possível para desenvolver o projeto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-05 18:47:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MARCHESI, Álvaro. As emoções dos professores. In. . O Bem-Estar dosprofessores: competências, emoções e valores. Tradução: Naila Tosca de Freitas. Porto Alegre,Artmed, 2008.</title>
         <author>camilajulio</author>
         <link>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur/wish/2373670473</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto aborda a temática das emoções e a sua relação com o bem estar do professor.&nbsp;<br>Para o autor as vivencias e as relações na escola atravessam quem somos, dessa forma "as emoções influenciam na nossa motivação, no esforço e na ação que desenvolvemos".<br>Marchesi, busca&nbsp; explicitar no texto motivos para tensão emocional dos professores. Sendo elas:&nbsp;<br>a relação do docente com seus colegas de trabalho, uma vez que para ele " o apreço e o reconhecimento, o apoio pessoal e aceitação social, a cooperação e o conflito, a confiança e a deslealdade tem seus aspectos positivos e negativos, que influenciam a troca emocional e social entre colegas". A relação emocional com os alunos e outro ponto abordado no texto. Essa relação talvez seja a que exerça maior influência nas emoções dos professores, de acordo com os estudos quando o professor conquista os alunos e fica satisfeito com suas aulas, as emoções positivas aumentam, da mesma forma quando seus objetivos não são alcançados e/ou ocorre atitudes negativas do alunos e pais afeta diretamente o professor fazendo com que sinta mais emoções negativas. As relação com os pais dos alunos também afeta os professores positivamente e negativamente, o autor aponta que os valores e metas compartilhados pelos pais e o professor, quando são semelhantes, resulta uma relação mais harmoniosa e satisfatória. Por ultimo, Marchesi aborda a relação dos professores com as reformas educacional, já que as constantes mudanças dos documentos oficiais da educação, requer que os professores faça novas adaptações o que gera tensão. &nbsp;<br>O texto nos dirige para uma reflexão sobre a importância de reconhecer as emoções/sentimentos e a atenção para a compreensão do sentimento do outro. No espaço escolar a cultura da confiança é primordial para cultivarmos boas emoções, o apoio dos colegas, pais e alunos gera&nbsp; confiança&nbsp; e os ajudam a colaborarem uns com os outros. " Nessa confiança esta a referencia emocional fundamental para assegurar o dialogo, o trabalho em comum, a inovação e satisfação profissional".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 18:53:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Práticas inspiradoras, Gestão escolar III, Coordenadora Pedagógica: Malu, Diretora: Lizandra </title>
         <author>camilajulio</author>
         <link>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur/wish/2374001795</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão problematizada, feita pelas educadoras: Qual sua definição para gestor? </strong><br>R: A educadora Lizandra, ressalva a importância de conhecer o território, buscar conhecer a escola através do PPP (Projeto Político Pedagógico), e sempre tentar buscar aproximar o discurso da realidade e da prática. Logo, entendemos que o papel do gestor é buscar acolher os estudantes e as famílias; atuar na formação do corpo docente, para que haja um planejamento de ações pedagógicas adequadas tanto para os estudantes como para os educadores(a).&nbsp;<br>Em seguida, entendemos que a gestão escolar também deve ser democrática, permitindo o envolvimento de toda a comunidade, pais, alunos, professores, funcionários e diretores. Visto que, este modelo de gestão pretende conduzir os procedimentos de modo transparente e igualitário, possibilitando a participação de todos nas tomadas de decisões no ambiente escolar.<br>Sendo assim, a ideia principal da gestão democrática é oferecer oportunidades para que os alunos recebam um ensino de qualidade e dar-lhes voz ativa dentro da instituição, algo que infelizmente é pouco desenvolvido nos atuais colégios. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 23:52:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projetos inspiradores II - Malu (supervisão PEI) e Milena (coordenação de Ed. Infantil)</title>
         <author>michelecs</author>
         <link>https://padlet.com/camilajulio/ev9uc5b3k2opcpur/wish/2421155366</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 31/10 tivemos a presença da Malú e da Milena para compartilhar suas experiências na gestão escolar.<br>Como supervisora PEI, a Malú ressaltou a importância de saber distinguir as diferentes realidades das escolas e propor ações conforme o perfil e a demanda de cada escola. Visto que cada escola possui um perfil diferente e é importante saber respeitar essa diferença. Ela não pode simplesmente chegar na escola e esperar que ela tenha o mesmo resultado que escola X sendo que elas possuem contextos diferentes, ou propor um projeto que obteve êxito em outras escolas e criticar a falta de "esforço" da escola em fazer o projeto dar certo.&nbsp;<br><br>Já a Malu, enquanto coordenadora de Educação Infantil, falou sobre a importância da gestão democrática, de aproveitar os saberes que vem de fora da escola e focou bastante na questão das identidades docentes. Lidar com pessoa não é uma tarefa fácil, visto que cada professor(a) possui uma formação diferente, um percurso profissional diferente e um modo de ensinar diferente. A Educação Infantil é um campo de constantes disputas, principalmente quando o assunto é alfabetizar ou não. Docentes mais antigos tendem a criticar a forma que a educação infantil é construída, normalmente sobre a alegação de que antigamente a educação era melhor. Deste modo, é de suma importância que o gestor saiba aproveitar os pontos positivos dos professores, mas também saiba contornar os pontos negativos.</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-14 22:33:33 UTC</pubDate>
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