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      <title>Mural da Fama - 7º ano 2022 - Colégio Sagrado Coração de Jesus by </title>
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      <description>Homenageando grandes personalidades brasileiras que contribuíram para as artes, ciências humanas, ciências da saúde e literatura. Professora responsável: Patrícia Velame.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-26 17:33:03 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Conceição de Evaristo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Breve biografia:<br><br>Conceição nasceu em 29 de novembro de 1946. Sua mãe, Joana Josefina Evaristo, a teve na Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte. Segundo relato da própria Conceição, trata como pai a Aníbal Vitorino, que se tornou seu padrasto ainda na infância. Viveu seus primeiros anos na favela do Pindura Saia, uma comunidade extinta na década de 1970, localizada da zona sul de Belo Horizonte. Sua família era muito pobre e numerosa, tendo nove irmãos, sendo a segunda mais velha.&nbsp;<br><br>Em 1990, publicou seus primeiros poemas na série Cadernos negros, do grupo Quilombhoje. Já em 1992, iniciou seu mestrado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. O tema de sua dissertação foi a literatura negra. No ano de 2003, a mestra publicou seu primeiro romance: Ponciá Vicêncio.<br><br>Profissão:&nbsp;<br><br>Maria da Conceição Evaristo de Brito (Belo Horizonte, 29 de novembro de 1946) é uma linguista e escritora brasileira. Agora aposentada, teve uma prolífica carreira como pesquisadora-docente universitária.<br><br>Obra importante<br><br>Ponciá Vicêncio é um romance brasileiro de Conceição Evaristo publicado em 2003, seu gênero é ficção literária e os principais assuntos são:&nbsp;<br>Racismo, Escravidão, desigualdade social.&nbsp;<br><br>O livro fala sobre o negro partindo da autoanálise, o olhar do negro sobre si. A obra mostra o ponto de vista do negro sobre a história que o impeliu à marginalidade. A história oficial acarreta em sérias distorções, especialmente no caso da escravidão.<br><br>O principal assunto do livro fala sobre uma mulher negra que migra do interior à cidade grande. Motivada por uma melhora na qualidade de vida, é desgastada pelos preconceitos e perda de sua identidade cultural, enquanto luta contra tudo isso.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-21 11:01:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Jaqueline góes (biomédica)</div><div><strong>Projeto mural da fama.<br></strong><br></div><div><strong>Equipe&nbsp;<br></strong><br></div><div><br>Lavinia, Miguel Almeida,&nbsp; Ytalo , Camile</div><div><br></div><div><strong>Biografia&nbsp;<br></strong><br></div><div>Nascida na Bahia, área coberta pelo CRBM2, Jaqueline Goes de Jesus, 31 anos, é uma biomédica e pesquisadora. Ela distinguiu-se por ser uma entre muitas mulheres cientistas que fizeram parte da equipe responsável pela sequenciação do primeiro genoma do vírus SARS-CoV-2 apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de COVID-19 no Brasil.<br><br></div><div>A baiana é graduada em biomedicina e doutora em patologia humana e experimental pela Universidade Federal da Bahia UFBA em associação com a Fiocruz. Em 2018, Jaqueline estava em Birmigham num estágio onde desenvolveu e aprimorou protocolos de sequenciamento de genomas completos pela tecnologia de nanoporos do vírus Zika, além de protocolos para sequenciamento direto do RNA que teve consequência em seu trabalho com o Sars-CoV-2.<br><br></div><div><strong>Profissão<br></strong><br></div><div>&nbsp;Biomédica, doutora em patologia humana e pesquisadora brasileira.<br><br></div><div><strong>Trabalho importante da Jaqueline gões &nbsp;</strong></div><div>A cientista brasileira integrou a equipe que mapeou os primeiros genomas do novo coronavírus (SARS-CoV-2) no Brasil em apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de Covid-19 no país,Também fez parte da equipe liderada por pesquisadores ingleses que sequenciou o genoma do vírus Zika.<br><br></div><div><br><br></div><div>Cidade/estado</div><div><br>Bahia/Salvador&nbsp;</div><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 19:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Ingrid Silva</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ingrid Silva, a primeira bailarina do Dance Theatre of Harlem em Nova York, a brasileira que hoje tem suas sapatilhas expostas em museu, nasceu no Rio de Janeiro e iniciou no ballet aos 8 anos.<br><br></div><div>Iniciou o ballet no Projeto Dançando Para Não Dançar e continuou seus estudos na Escola de Danca Maria Olenewa e no Centro de Movimento Debora Colker com bolsa integral. Aos 17 anos, juntou-se ao Grupo Corpo como estagiária.<br><br></div><div>Depois do Ensino Médio, Ingrid entrou para o Dance Theatre of Harlem's Dancing Through Barries Ensemble em 2008, por meio de uma bolsa. Dali, o próximo passo seria juntar-se à Dance Theatre Company em 2013.&nbsp;</div><div><br></div><div>Ao entrar para a Dance Theatre of Harlem, Ingrid se deparou com uma questão: a cor da sapatilha. Como o balé nasceu na Europa e foi idealizado predominantemente por pessoas brancas, as sapatilhas rosas sempre foram adotadas como um padrão. Ingrid passou onze anos pintando os próprios calçados até serem fabricadas sapatilhas com a cor da sua pele. Um ano após a transformação estrutural que causou, um par das sapatilhas que Ingrid pintava virou peça do Museu Nacional de Arte Africana Smithsonian, nos Estados Unidos.&nbsp;</div><div><br></div><div>De lá para cá, foram muitas histórias e conquistas, passo a passo a dança a levou ainda mais longe: foi embaixadora cultural para os Estados Unidos ao dar workshops na Jamaica, em Honduras e em Israel; participou do BrazilFoundation Gala em 2014 no Lincoln Center; foi destaque no filme Maré, Nossa História de Amor (Brasil), etc.<br><br>Como ativista, Ingrid possui uma jornada admirável. Em 2018, ela foi convidada pelas Nações Unidas para discursar no Social Good Summit, dividindo o palco com Padma Lakshmi e Achim Steine.<br><br>Ela também é co-fundadora do Blacks in Ballet, com o objetivo de destacar bailarinos negros e compartilhar suas histórias. Cada bailarino negro tem uma formação diferente, um caminho diferente, uma história diferente para contar, e é isso que o BIB quer compartilhar com o mundo.<br><br></div><blockquote>"<em>Eu sempre pensei que a dança poderia ser meu sonho e eu estou tão feliz, de compartilhar sobre minha vida e meu mundo de dança com você, a dança realmente mudou a minha vida.”</em></blockquote><div><em>- Ingrid Silva</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 20:45:31 UTC</pubDate>
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