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      <title>Leituras do 1º semestre by Amanda Fanny Guethi</title>
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      <description>pré-seleção de contos Projeto de Extensão Clube de leitura - Elas Contam</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-09 22:26:02 UTC</pubDate>
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         <title>A vida que você salva pode ser a sua (Flannery O&#39;Connor)</title>
         <author>aguethi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Flannery O'Connor (1925-1964) foi uma escritora estadunidense nascida no sul do país. Sua obra é formada por 2 romances e 32 contos e costuma ser identificada como pertencente ao gótico sulista.<br>O conto "A vida que você salva pode ser a sua" encontra-se no volume de relatos Um homem bom é difícil de encontrar e outras histórias, publicado em 1955.<br><br>A história, narrada em terceira pessoa, conta a chegada de Mr. Shiftlet à fazenda onde vivem apenas as Lucynell Crater - mãe e filha, ambas com os mesmos nomes.&nbsp; Antes que Tom Shiftlet lhe peça trabalho, a velha Lucynell se adianta afirmando que não pode pagar, mas lhe ofereceria comida e lugar para dormir em troca de serviços de carpintaria. O homem aceita e em pouco tempo faz consideráveis melhorias no local e tenta convencer a proprietária a deixá-lo consertar também o carro enferrujado da família - onde dorme. Mr. Shiftlet percebe que as intenções de Lucynell mãe é que ele se case com sua filha - uma jovem de aproximadamente 30 anos que é criada pela mãe como criança - e permaneça na fazenda com ela, sem precisar se preocupar com dinheiro ou com o futuro. Ainda que um pouco contrariado, Tom oficializa&nbsp; o casamento e sai em lua-de-mel com Lucynell filha, a quem abandona num restaurante de estrada a caminho da cidade de Mobile.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 14:19:55 UTC</pubDate>
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         <title>Boa e má (Lucia Berlin)</title>
         <author>aguethi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lucia Berlin (1936-2004) foi uma escritora e professora estadunidense nascida no Alasca.&nbsp; Publicou três coletâneas de contos por pequena editora dos Estados Unidos, mas nunca recebeu grande atenção da crítica ou de seus pares. Uma década após sua morte, alguns escritores admiradores de sua obra publicam um volume de relatos intitulado "Manual da faxineira", com reconhecido teor autobiográfico, e que foi traduzido para o português pela Companhia das Letras em 2015.<br><br>No conto "Boa e má", acompanhamos a narradora contar alguns episódios de sua vida escolar num colégio de freiras em Santiago, capital do Chile. A instituição, destinada às filhas das elites do país, contava com corpo docente estrangeiro e uma das professoras vindas dos EUA, Miss Dawson, ensinava - ou tentava - a relação de imperialismo e dependência que ligavam o país delas - aparentemente a protagonista é, também, estadunidense - àquele onde se encontravam. A garota não esconde que seu comportamento era repreendido pelas freiras, tampouco seu desprezo pela professora&nbsp;Dawson. Descreve-a de modo negativo e com claro ódio de classe, enfatizando a importância que as alunas ricas - "nós", ela diz - davam à elegância, estilo e prestígio. Miss Dawson, por sua vez, não fazia esforço por pertencer àquele universo, pois sua intenção era fazer com que as alunas entendessem o que acontecia ao seu redor, mostrando-lhes as condições precárias em que viviam os trabalhadores chilenos devido às interferências econômicas dos EUA. A convite da professora, a estudante começa a frequentar os bairros periféricos e empobrecidos, conhece o cotidiano de militância de Miss Dawson e parte de uma realidade a que nunca havia sido exposta antes. Apesar disso, pouco ou nada parece comovê-la realmente. Sua visão é superficial e se demora apenas em aspectos exóticos das populações marginalizadas, sem se perguntar as reais motivações de tais problemáticas. Sua indiferença e falta de empatia pela vida daqueles que eram diferente dela e também por sua professora ficam patentes a ponto de não notar a gravidade, naqueles anos de difusão da perseguição e do macarthismo, de caracterizar, numa conversa banal com seu pai, que a professora era comunista. No dia seguinte, conta que Miss Dawson não apareceu na escola e que provavelmente foi demitida naquele final de semana mesmo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 15:51:16 UTC</pubDate>
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         <title>Ossos e pelo - Pilar Quintana (contos soltos)</title>
         <author>leticiamiranda1090</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Pilar nasceu em 1972 (50 anos de idade), em Cali, na Colômbia. É autora de três novelas e um livro de contos, além de ser publicada em antologias e revistas literárias de diversos países.&nbsp;<br>Em seu conto, uma moça que ouviu falar de uma onça que era tratada igual cachorro e saía para passear de guia e coleira, resolve cruzar o país de ônibus para ver o animal de perto. Ao chegar, descobre que a onça teve que ser enjaulada, pois atacou uma pessoa. Porém, o voluntário da reserva (local onde a onça ficava) promete criar uma nova jaula para a mesma, já&nbsp; que a sua estava baixa demais. A moça então, resolve ficar para ajudar na construção, além de doar um pouco de dinheiro. Depois de alguns meses o voluntário finalmente consegue terminar o prometido, e para não perder a companhia, conta para a moça que existe&nbsp; uma casa na floresta, depois da reserva, que foi construída há muito tempo, e a convida para ajudá-lo a reformar e consequentemente morar. Como ela já tinha doado parte de seu dinheiro para a construção da jaula e com a estadia, ficou pensativa. Resolve ficar, mas depois de um tempo, vê que aquele voluntário não é mais o mesmo de antes, pois agora usava mais maconha e cumpriu com o prometido de reformar a casa. Ela, ja irritada com a situação, ameaça de ir embora, porém, repensa sua decisão quando o "companheiro" decide arrumar pouquíssimos detalhes da casa. Em um certo dia, ela resolve plantar pés de bananeira, com o intuito de lucrar e tentar recompor suas perdas desde sua chagada na reserva. Depois de muito pelejar, consegue a ajuda do homem para recolher as bananas e para levar até á cidade mais próxima. No meio do caminho, o mesmo volta para a casa em péssimas condições e sem conseguir explicar o ocorrido. Mas sem espanto, ela já desconfia: "foi picada de jararaca". Sem recursos para o levar ao hospital, o deixa morrendo na própria casa, agora não mais abandonada:" da outra vez um veado morreu aqui por perto, os urubus e os vermes comeram o corpo, e ao cabo de três dias só restavam ossos e pelos ".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 21:19:20 UTC</pubDate>
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         <title>Nem sagu, nem pudim - Michelli Provensi (Livro: Marinheiras de Açude)</title>
         <author>leticiamiranda1090</author>
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         <description><![CDATA[<div>Michelli Provensi, escritora brasileira, nasceu em Maravilha, Santa Catarina, no dia 8 de Novembro de 1984 (tem 37 anos de idade). Além de escritora, Michelli atua como modelo fotográfica. No livro Marinheira de açude, a autora escreve o conto Nem sagu nem pudim, onde retrata a vida de Clédis e Julmir, um casal meio conturbado, em um relacionamento abusivo. Em um dia, enquanto Clédis tratava dos porcos, Julmir chegou em casa bêbado, - nada muito fora do comum - pula a porteira, agarrou-a pela cintura mordendo seu pescoço. A pobre mulher só conseguiu sair correndo quando o marido caiu no chão, tonto por causa da cachaça. Foi então que Clédis pegou a bicicleta do filho e foi até a delegacia mais próxima denunciar o homem pelo ocorrido. Julmir foi preso, porém, Clédis, ficou sem nenhuma ajuda na colheita, -&nbsp; o filho estava feliz de mais com o novo emprego para a ajudar - foi então, que retirou a denúncia contra o maluco do marido, e já não era a primeira vez que fazia isso. Na segunda vez que Julmir foi preso, Clédis havia acabado de chegar do velório de seu pai, Genitor. O marido odiava o sogro, por isso não fez questão alguma de acompanhar sua esposa, e ainda deixou-lhe um recado: "cuspa no caixão por mim!".&nbsp; É claro que com ambas as situações Clédis ficou mal, o que a fez não fazer o jantar para o marido, que estava mais uma vez enchendo a cara no bar. Quando chegará, ficou furioso com o que viu: penelas vazias em cima do fogão e a esposa dormindo. Clédis escutou um barulho, quando virou só sentiu o tapa que levará de Julmir em seu tímpano. Como se não bastasse, o mesmo continuou a bater até sangrar, mas agora com a frigideira de ferro que ganharam de presente de casamento. Por dó, mas uma vez Clédis retirou a denúncia contra o marido. Chegou o Natal, seu filho havia ganhado um perú do frigorífico onde trabalhava. Para completar a ceia, resolveram matar e fazer um porco no tacho. Julmir, mas uma vez bêbado, esquartejava o animal, enquando Clédis arrumava o tacho no fogo. De repente, o homem tira seu cinto com tudo e parte para cima da mulher, que corre, fazendo com que o maluco do marido caia dentro do tacho co oléo quente. Para se vingar, Clédis ainda pegou um pedaço de arame farpado e deu uma coça em Julmir, sapecando-o como torresmo. Chorou conformada enquanto via o resgate o levar para o hospital, pois sabia que, uma vez que se desanca o pudim no sagu, não tem volta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 21:27:09 UTC</pubDate>
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         <title>Pedra morre pedra, sem nunca virar feijão - Maria Fernanda Elias Maglio</title>
         <author>plauracaroline828</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/eudy3bym7fha1zpn/wish/2302064790</link>
         <description><![CDATA[<div>•Livro: Geração 2010: o sertão é o mundo (2021)<br>•Autora: Maria Fernanda Elias Maglio, nasceu em Cajuru - SP (Brasil), em 5 de agosto de 1980.&nbsp;<br>•Sobre o conto: esse conto se passa sob a perspectiva de uma menina simples, que vive no campo criada pela avó e pela tia. Ela relata situações ingênuas (típicas de criancas) sobre aspectos da sua vida, como a quase morte, e a morte, de fato, da avó. De uma forma muito leve, ela discute as ações dos adultos a sua volta, os questionando.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-19 01:07:22 UTC</pubDate>
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         <title>O busto - Natalia Borges Polesso</title>
         <author>plauracaroline828</author>
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         <description><![CDATA[<div>•Livro: Geração 2010: o sertão é o mundo (2021)<br>•Autora: Natalia Borges Polesso, nasceu em Bento Gonçalves - RGS (Brasil), em 6 de agosto de 1981.&nbsp;<br>•Sobre o conto: o conto se passa pela visão de uma menina que participava do grupo de atletismo na escola e costumava ficar com os amigos embaixo de uma ponte, formando uma espécie de "clube". Ela parece não performar grande feminilidade e por isso, vive os impasses da adolescência em relação aos garotos e as "brincadeiras", por se parecer com um menino da sua sala (mesmo odiando ele). Num determinado contexto, a garota é invadida pelo mesmo, que publica no jornal o acontecido.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-19 01:08:57 UTC</pubDate>
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         <title>Carro elétrico, el paso - Lucia Berlin</title>
         <author>plauracaroline828</author>
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         <description><![CDATA[<div>•Livro: Manual da faxineira (2017)<br>•Autora: Lucia Berlin, nasceu em 12 de novembro de 1936, nos EUA, e morreu em 12 de novembro de 2004, também nos EUA.&nbsp;<br>•Sobre o conto: nessa história, uma garota vai viajar com a avó e sua vizinha, no carro da última. Baseia-se nessa viagem engraçada, da perspectiva dessa garota detalhista, ao interagir com a velhinhas religiosas que, em certo momento, são paradas por um policial (o que não as impede de dizer uma frase religiosa e seguir viagem). &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-19 01:20:35 UTC</pubDate>
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         <title>Meias-Verena Calvacante</title>
         <author>andreyteo53</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/eudy3bym7fha1zpn/wish/2332199899</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Livro: Inventário de Predadores Domésticos</li><li>Autora: Verena Calvacante (São Paulo, 10 de junho de 1989) é mãe, escritora, tradutora, revisora de textos e professora de idiomas. Sendo ganhadora do IV Prêmio Literário Cidade Poesia, de Bragança Paulista, escritora de contos e livros de horror publicando seu primeiro livro, Larva em 2015, aos 25 anos e em 2018, lançou seu segundo livro, O Berro do Bode.</li><li>Sobre o conto: Neste conto temos a representação da vida cotidiana de um menino residente da favela, de um estado brasileiro, na qual mostra a vida de estudos e sonhos deste menino. Em determinado momento do conto vemos que um dos personagens tenta convencer o protagonista a entrar junto dele no tráfico de drogas, já que segundo o mesmo este era o único caminho para aqueles que nasciam na favela, porém o menino recusa e continua sua vida de estudos, se esforçando, pois queria ter uma profissão e ficar bem rico, para dar orgulho a seus pais. Até que um dia durante um tiroteio, o pai do protagonista é baleado, durante um conflito entre os policiais e os traficantes, e com isso o protagonista sonhador, desiste e promete vingança para aqueles que mataram seu pai e chega a conclusão de que pessoas de bem sofrem, já que a honestidade e esforço daqueles que nascem sem oportunidade nenhuma, não levaria a lugar nenhum, pois o mundo é injusto.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-09 00:23:43 UTC</pubDate>
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         <title>Partes Homólogas- Leila Guenther</title>
         <author>andreyteo53</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/eudy3bym7fha1zpn/wish/2332213357</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Livro: Partes Homólogas&nbsp;</li><li>Autora: Leila Guenther é autora de Partes homólogas (Reformatório, 2019), Viagem a um deserto interior (Ateliê Editorial, 2015), selecionado no Programa Petrobras Cultural e finalista do Prêmio Jabuti.</li><li>Sobre o conto: O conto partes homólogas trata sobre a história de dois irmãos siameses, mostrando suas vidas tratados como aberrações e suas transições na vida. Se inicia contanto sobre sua vida em sua casa em que eles eram escondidos da sociedade por seus pais, porém após serem descobertos, fogem e viram massagista do rei durante muito tempo, até que um dia são trocados por uma tailandesa branquisima e loura dos olhos azuis. Após este acontecimento e sem onde poderem ir, partem para o circo das aberrações na qual eram apresentados, depois de um certo tempo se cansam e decidem fazer uma cirugia de separação, e então, agora separados, se casam, tem filhos e vivem vidas tranquilas com suas famílias, até que aparece em sua cidade o circo dos medos que apresentava todo tipo de aberração, e então decidem voltar a essa vida pela saudade e sentimento de nostalgia, então os mesmos costuram suas pernas a direita de um e a esquerda de outro, e com isso voltam a se apresentar como monstros. Após alguns séculos os dois falecem, primeiro um e depois de 42 horas o outro.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-09 01:13:22 UTC</pubDate>
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         <title>Triunfo-Leila Guenther </title>
         <author>andreyteo53</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/eudy3bym7fha1zpn/wish/2332228037</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Livro: Partes Homólogas&nbsp;</li><li>Autora: Leila Guenther é autora de Partes homólogas (Reformatório, 2019), Viagem a um deserto interior (Ateliê Editorial, 2015), selecionado no Programa Petrobras Cultural e finalista do Prêmio Jabuti.</li><li>Sobre o conto: O conto triunfo conto sobre um jovem chamado Narciso caminhando até um rio, ao chegar em frente a este rio, o mesmo se depara com o reflexo de Ofélia e se apaixona por aquele lindo reflexo, neste exato momento tentando alcança até o rio, o jovem Narciso cai no rio devido a paixão e se afoga. Associando então o conto de Narciso da mitologia grega em que o mesmo se apaixona por seu próprio reflexo e morre de fome, pois não queria sair do lugar, e de Ofélia personagem de Shakespeare na qual morre afogada no rio, já que achava que seu amor Hamlet não amava mais a mesma e devido também a morte de seu pai.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-09 02:16:10 UTC</pubDate>
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         <title>O cego feliz- Sui Sin Far (contos de crianças chinesas)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ah yen é um jovem que acaba por machucar seu dedinho após enfia lo em uma torta ainda quente. Com raiva, como toda criança que é impedida de brincar, o menino passa a olhar pela janela e resmungar. Um senhor cego que passava por ali, cantando e trazendo alegria, chama atenção do menino. Esquecendo seu dedo machucado e curtindo a música do senhor o jovem o questiona "de como pode ser tão feliz sendo velho, cego e manco" e o mais velho apenas diz que seus defeitos é o que&nbsp; tornam sua música alegre. O final do conto se dá com o garoto recuperado de sua lesão e também de sua angústia.<br>Um pouco sobre a autora: Sui Sin Far foi uma autora inglesa conhecida na América do Norte por falar sobre o povo chinês. "Sui Sin Far", seu pseudônimo, signfica a flor de narciso, em cantonês.<br>(Lorena, 1º Eletrônica)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 20:56:15 UTC</pubDate>
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         <title>Se eu fosse um homem (1914) - Charlotte Perkins (O papel de parede amarelo)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O conto apresenta a vida de&nbsp; Mollie Mathewson, uma esposa amorosa e mãe dedicada dotada da "habilidades sociais" que acaba transmutando e virando um homem, Gerald Mathewson. As dificuldades que antes atingiam Mollie passam a ser questionamentos a serem feitos por Gerald como os chapéus inúteis e fúteis das mulheres. A protagonista passa o conto inteiro entre suas duas figuras Mollie e Gerald pois enquanto sua mente tenta manter o lado feminino, seu corpo se rendeu ao masculino. No final do conto enquanto conversava com outros homens, Gerald finalmente se rende e defende sua opinião em apoio a população feminina. Mas afinal quem é o protagonista? Mollie ou Gerald?<br>Um pouco sobre a a autora: Charlotte Perkins nasceu em Hartford, Estados Unidos no ano de 1860. Foi uma grande romancista e feminista tendo influenciado várias gerações seguintes. Em 1935 descobriu um câncer terminal e infelizmente se suicidou.<br>(Lorena, 1º Eletrônica)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 20:58:37 UTC</pubDate>
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         <title>Conto: Vento solar - Suzana Montoro (Livro: Travessias, de Suzana Montoro)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Suzana Montoro é uma escritora e psicóloga brasileira. Nascida em 1957 na cidade de São Paulo, é romancista, roteirista e contista. Foi premiada no Brasil e no Exterior: <em>O menino das chuvas</em> (Studio Nobel) recebeu o selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil (FNLIJ), e <em>Nem eu nem outro</em> (Edições SM) recebeu menção honrosa no Prêmio Barco a Vapor 2009 e finalista do Prêmio Jabuti 2012. Seu Conto Vento solar, que faz parte do livro de coletâneas de seus contos <em>Travessias</em>, é uma produção que materializa um sentimento de almejada nostalgia. A protagonista do conto começa a obra contando sobre uma ligação que teria recebido de um “ex-amigo próximo”, esse havia ligado para questionar sobre um evento que parecia se perguntar se realmente havia ocorrido. A personagem, ao receber a ligação, aparenta perceptível animação com a conversa que flui após as indagações e respostas ao “colega-do-passado”. O conto segue com ocasionais ligações e mensagens entre esses amigos, ambos parecem sempre relembrar momentos que haviam vivido anteriormente, confirmando coisas aqui e ali. O sentimento que se tem presente é como se quisessem recuperar algo do passado. Após inúmeras conversas à distância, os colegas decidem, depois de muita resistência, se encontrarem pessoalmente. Nesse encontro, os dois parecem perceber que aquilo que procuravam ali, que um dia existiu no passado, já não existia mais; os dois decidem deixar de lado a busca pelo sentimento um dia presente no passado e falam sobre o que fizeram atualmente, deixam sua atualidade deslizar sobre os assuntos que ali conversam e percebem que talvez não seja preciso fingir que nada mudou.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 21:00:22 UTC</pubDate>
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         <title>Marília, Acorda – Natalia Borges Polesso (Amora)</title>
         <author>aguethi</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/eudy3bym7fha1zpn/wish/2344028069</link>
         <description><![CDATA[<div>- Nathalia é uma escritora, pesquisadora e tradutora brasileira, nasceu dia 6 de agosto de 1981 em Bento Gonçalves.&nbsp;<br>- O livro Amora foi publicado em 2016 (Ed. Não Editora)<br>- O conto descreve a vida de um casal de mulheres, e ele nos conta com delicadeza e leveza um amor que perdurou por anos, onde Marilia gosta de rotinas e cuida de sua companheira, que “perdeu a força das pernas”.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 21:57:42 UTC</pubDate>
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         <title>Amora – Nathalia Borges Polesso (Amora)</title>
         <author>aguethi</author>
         <link>https://padlet.com/aguethi/eudy3bym7fha1zpn/wish/2344029073</link>
         <description><![CDATA[<div>- Natalia é uma escritora, pesquisadora e tradutora brasileira, nasceu dia 6 de agosto de 1981 em Bento Gonçalves.&nbsp;<br><br></div><div>- O livro Amora foi publicado em 2016 (Ed. Não Editora)<br><br></div><div>- O conto amora conta sobre uma menina que adorava jogar xadrez e em um das competições conhece um menino e mesmo não tendo um contato muito grande ambos tiveram uma “conexão”, porém a menina era “moleca” gostava de usar roupas largas, ir no fliperama e um dia desses que foi ao fliperama ela vê o mesmo menino do xadrez e fica encantada, os dois se divertem a tarde toda e ao final quando ele diz para ela que conheceu sua irmã no xadrez e que ela era muito bonita, ficou decepcionada já que ele só a considerava bonita quando estava “mais feminina” o que foi um choque para ela....ao final do conto ela conhece angélica, onde descobrem juntas o que é crescer e a se doar uma a outra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 21:59:08 UTC</pubDate>
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