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      <title>Poesia - Romantismo - 1ª Geração - Indianismo by Adrielle Soares Cunha</title>
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      <description>Vamos compartilhar informações sobre as produções desse período?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-30 17:55:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>professoraadriellesoares</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vamos compartilhar textos, vídeos, quadrinhos e impressões sobre a primeira geração romântica?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-30 17:59:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>najupacheco</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das obras mais conhecidas da primeira geração do romantismo é "Iracema" de José de Alencar. Mesmo não tendo sido lançado na considerada "época correta", e sim anos depois, o livro traz o aspecto indianista, com presença de elementos indígenas, mitológicos e históricos. A história conta o amor impossível de uma indígena e de um colonizador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 17:37:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1574144449</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Laryssa vitória </strong><br>Poesia - Canção do exílio de Gonçalves Dias</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 17:56:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joaosilva316</author>
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         <description><![CDATA[<div>João victor<br><br>Esse período foi marcado por um forte sentimento de busca de identidade nacional, já que éramos um país recém-independente. Dessa forma, a <strong>primeira</strong> fase do <strong>Romantismo</strong> no Brasil apresentou como temas principais o amor impossível, o índio, a saudade da pátria, a natureza e a <strong>religiosidade</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 18:45:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1574478921</link>
         <description><![CDATA[<div>FABRICIA DO NASCIMENTO SILVA&nbsp; &nbsp; &nbsp; I-JUCA PIRAMA(GONÇALVES DIAS)&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>IV<br><br></div><div>Meu canto de morte,<br><br></div><div>Guerreiros, ouvi:<br><br></div><div>Sou filho das selvas,<br><br></div><div>Nas selvas cresci;<br><br></div><div>Guerreiros, descendo<br><br></div><div>Da tribo Tupi.<br><br></div><div>Da tribo pujante,<br><br></div><div>Que agora anda errante<br><br></div><div>Por fado inconstante,<br><br></div><div>Guerreiros, nasci:<br><br></div><div>Sou bravo, sou forte,<br><br></div><div>Sou filho do Norte;<br><br></div><div>Meu canto de morte,<br><br></div><div>Guerreiros, ouvi.<br><br></div><div>[...&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-31 21:50:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>grasiellymirelly</author>
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         <description><![CDATA[<div>Grasielly Mirelly...&nbsp;</div><div><em>"Minha terra tem palmeiras,</em><br><em>Onde canta o Sabiá;</em><br><em>As aves, que aqui gorjeiam,</em><br><em>Não gorjeiam como lá.<br></em><br></div><div><em>Nosso céu tem mais estrelas,</em><br><em>Nossas várzeas têm mais flores,</em><br><em>Nossos bosques têm mais vida,</em><br><em>Nossa vida mais amores.</em>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 22:43:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>thayannvilar</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Canção do Tamoio<br></em></strong><br></div><div><strong><em>(Gonçalves Dias)<br></em></strong><br></div><div><em>I<br>Não chores, meu filho:<br>Não chores, que a vida<br>É luta renhida:<br>Viver é lutar.<br>A vida é combate,<br>Que os fracos abate,<br>Que os fortes, os bravos,<br>Só pode exaltar.<br></em><br></div><div><em>II<br>Um dia vivemos!<br>O homem que é forte<br>Não teme da morte;<br>Só teme fugir;<br>No arco que entesa<br>Tem certa uma presa,<br>Quer seja tapuia,<br>Condor ou tapir.<br>(...)<br>III<br>Domina, se vive;<br>Se morre, descansa<br>Dos seus na lembrança,<br>Na voz do porvir.<br>Não cures da vida!<br>Sê bravo, sê forte!<br>Não fujas da morte,<br>Que a morte há de vir!<br></em><br></div><div><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 00:16:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellypereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poesia de Gonçalves de Magalhães presente na obra “Suspiros Poéticos e Saudades” de 1836.&nbsp;<br><br></div><div><strong>A Tristeza</strong></div><div><br>Triste sou como o salgueiro<br>Solitário junto ao lago,<br>Que depois da tempestade<br>Mostra dos raios o estrago.<br><br>De dia e noite sozinho<br>Causa horror ao caminhante,<br>Que nem mesmo à sombra sua<br>Quer pousar um só instante.<br><br>Fatal lei da natureza<br>Secou minha alma e meu rosto;<br>Profundo abismo é meu peito<br>De amargura e de desgosto.<br><br>À ventura tão sonhada,<br>Com que outrora me iludia,<br>Adeus disse, o derradeiro,<br>Té seu nome me angustia.<br><br>Do mundo já nada espero,<br>Nem sei por que inda vivo!<br>Só a esperança da morte<br>Me causa algum lenitivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 02:18:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1576927504</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Vinicius Lima de Farias&nbsp;</div><div><strong><em>Minha terra!<br></em></strong><br></div><div><strong><em>(Gonçalves Dias)<br></em></strong><br></div><div>“<em>(...)<br></em><br></div><div><em>E vendo os vales e os montes<br>E a pátria que Deus nos deu,<br>Possamos dizer contentes:<br>Tudo isto que vejo é meu!<br></em><br></div><div><em>Meu este sol que me aclara,<br>Minha esta brisa, estes céus:<br>Estas praias, bosques, fontes,<br>Eu os conheço — são meus!<br></em><br></div><div><em>Mais os amo quando volte,<br>Pois do que por fora vi,<br>A mais querer minha terra,<br>E minha gente aprendi.<br></em><br></div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 16:46:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>diegofalcao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vídeo aula sobre a primeira geração do romantismo:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 18:00:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elidalydine</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Leito de folha de verdes<br><br></div><div>Por que tardas, Jatir, que tanto a custo<br>À voz do meu amor moves teus passos?<br>Da noite a viração, movendo as folhas,<br>Já nos cimos do bosque rumoreja.<br><br></div><div>Eu, sob a copa da mangueira altiva<br>Nosso leito gentil cobri zelosa<br>Com mimoso tapiz de folhas brandas,<br>Onde o frouxo luar brinca entre flores.<br><br></div><div>Do tamarindo a flor abriu-se, há pouco,<br>Já solta o bogari mais doce aroma!<br>Como prece de amor, como estas preces,<br>No silêncio da noite o bosque exala.<br><br></div><div>Brilha a lua no céu, brilham estrelas,<br>Correm perfumes no correr da brisa,<br>A cujo influxo mágico respira-se<br>Um quebranto de amor, melhor que a vida!<br><br></div><div>A flor que desabrocha ao romper d`alva<br>Um só giro do sol, não mais, vegeta:<br>Eu sou aquela flor que espero ainda<br>Doce raio do sol que me dê vida.<br><br></div><div>Sejam vales ou montes, lago ou terra,<br>Onde quer que tu vás, ou dia ou noite,<br>Vai seguindo após ti meu pensamento;<br>Outro amor nunca tive: és meu, sou tua!<br><br></div><div>Meus olhos outros olhos nunca viram,<br>Não sentiram meus lábios outros lábios,<br>Nem outras mãos, Jatir, que não as tuas<br>A arazóia na cinta me apertaram<br><br></div><div>Do tamarindo a flor jaz entreaberta,<br>Já solta o bogari mais doce aroma;<br>Também meu coração, como estas flores,<br>Melhor perfume ao pé da noite exala!<br><br></div><div>Não me escutas, Jatir! nem tardo acodes<br>À voz do meu amor, que em vão te chama!<br>Tupã! lá rompe o sol! do leito inútil<br>A brisa da manhã sacuda as folhas!&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-01 18:19:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sousabeatriz</author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1577348756</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/gS2ISr31oBM</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/gS2ISr31oBM" />
         <pubDate>2021-06-01 18:52:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lopesfelipe1</author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1577349041</link>
         <description><![CDATA[<div>Este é o poema "Adeus, meus sonhos!" de Álvares de Azevedo, datado ainda da primeira geração do romantismo.<br><br>" <strong><em>Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro!<br>Não levo da existência uma saudade!<br>E tanta vida que meu peito enchia<br>Morreu na minha triste mocidade!<br><br>Misérrimo! Votei meus pobres dias<br>À sina doida de um amor sem fruto,<br>E minh’alma na treva agora dorme<br>Como um olhar que a morte envolve em luto.<br><br>Que me resta, meu Deus? Morra comigo<br>A estrela de meus cândidos amores,<br>Já não vejo no meu peito morto&nbsp;<br>Um punhado sequer de murchas flores!</em></strong>&nbsp;"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 18:52:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>helenferreira</author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1577503668</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Canção do exílio (Gonçalves Dias)<br><br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá;<br>As aves, que aqui gorjeiam,<br>Não gorjeiam como lá.<br><br>Nosso céu tem mais estrelas,<br>Nossas várzeas têm mais flores,<br>Nossos bosques têm mais vida,<br>Nossa vida mais amores.<br><br>Em cismar, sozinho, à noite,<br>Mais prazer eu encontro lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br>Minha terra tem primores,<br>Que tais não encontro eu cá;<br>Em cismar –sozinho, à noite–<br>Mais prazer eu encontro lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br>Não permita Deus que eu morra,<br>Sem que eu volte para lá;<br>Sem que desfrute os primores<br>Que não encontro por cá;<br>Sem qu'inda aviste as palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br>Gonçalves Dias</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-01 19:56:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ailabarros</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 13:43:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedrodornelas</author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1582497974</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Só tu, Senhor, só tu no meu deserto<br>Escutas minha voz que te suplica;<br>Só tu, nutres minha alma de esperança;<br>Só tu, oh meu Senhor, em mim derramas<br>Torrentes de harmonia, que me abrasam.<br><br>Qual órgão, que ressoa mavioso,<br>Quando segura mão lhe oprime as teclas,<br>Assim minha alma quando a ti se achega<br>Hinos de ardente amor disfere grata:<br>E, quando mais serena, ainda conserva<br>Eflúvios deste canto, que me guia<br>No caminho da vida áspero e duro.<br>Assim por muito tempo reboando<br>Vão no recinto do sagrado templo<br>Sons, que o órgão soltou, que o ouvido escuta.</div><div><br>&nbsp;Gonçalves Dias&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-03 13:43:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mariaizidro</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; O poeta e a Inquisição (1838),é um drama romântico de autoria do médico, diplomata, poeta e dramaturgo Gonçalves de Magalhães(1811-1882), autor que deu o marco inicial do romantismo no Brasil com a publicação de sua obra "Suspiros poéticos e saudades". O poeta e a inquisição é considerado a primeira obra do teatro brasileiro, pois teve sua estréia&nbsp; no teatro da praça da constituição no Rio de Janeiro e foi bem recebido pelo público e a crítica teatral por abordar o&nbsp; tema de inquisição.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 13:50:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>samuelgoncalves1</author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1587035057</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; <strong>&nbsp;</strong>&nbsp;</div><h1>I-JUCA-PIRAMA EM QUADRINHOS</h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 15:27:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1587428681</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu canto de morte,<br><br>Guerreiros, ouvi:<br><br>Sou filho das selvas,<br><br>Nas selvas cresci;<br><br>Guerreiros, descendo<br><br>Da tribo Tupi.<br><br>Da tribo pujante,<br><br>Que agora anda errante<br><br>Por fado inconstante,<br><br>Guerreiros, nasci:<br><br>Sou bravo, sou forte,<br><br>Sou filho do Norte;<br><br>Meu canto de morte,<br><br>Guerreiros, ouvi.<br><br>- Juca pirama<br><br>By: Pedro Henrique</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-06 01:51:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Armindo Junior&nbsp;<br><br>O Guarani é uma obra do romantism histórico escrito por José de Alencar, desenvolvido em princípio em folhetim. No dia 1º de janeiro de 1857 é publicado o capítulo inicial do romance no Diário do Rio de Janeiro, para no fim desse ano, ser publicado como livro, com alterações mínimas em relação ao que fora publicado em folhetim</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 11:31:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>janielymaria</author>
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         <description><![CDATA[<h1>MARABÁ</h1><div>( Gonçalves Dias )<br><br></div><div>Eu vivo sozinha; ninguém me procura!<br>Acaso feitura<br>Não sou de Tupá?<br>Se algum dentre os homens de mim não se esconde,<br>— Tu és, me responde,<br>— Tu és Marabá!<br><br>— Meus olhos são garços, são cor das safiras,<br>— Têm luz das estrelas, têm meigo brilhar;<br>— Imitam as nuvens de um céu anilado,<br>— As cores imitam das vagas do mar!<br><br>Se algum dos guerreiros não foge a meus passos:<br>"Teus olhos são garços,<br>Responde anojado; "mas és Marabá:<br>"Quero antes uns olhos bem pretos, luzentes,<br>"Uns olhos fulgentes,<br>"Bem pretos, retintos, não cor d'anajá!"<br><br>— É alvo meu rosto da alvura dos lírios,<br>— Da cor das areias batidas do mar;<br>— As aves mais brancas, as conchas mais puras<br>— Não têm mais alvura, não têm mais brilhar. —<br><br>Se ainda me escuta meus agros delírios:<br>"És alva de lírios",<br>Sorrindo responde; "mas és Marabá:<br>"Quero antes um rosto de jambo corado,<br>"Um rosto crestado<br>"Do sol do deserto, não flor de cajá."<br><br>— Meu colo de leve se encurva engraçado,<br>— Como hástea pendente do cáctus em flor;<br>— Mimosa, indolente, resvalo no prado,<br>— Como um soluçado suspiro de amor! —<br><br>"Eu amo a estatura flexível, ligeira,<br>"Qual duma palmeira,<br>Então me responde; "tu és Marabá:<br>"Quero antes o colo da ema orgulhosa,<br>"Que pisa vaidosa,<br>"Que as flóreas campinas governa, onde está."<br><br>— Meus loiros cabelos em ondas se anelam,<br>— O oiro mais puro não tem seu fulgor;<br>— As brisas nos bosques de os ver se enamoram,<br>— De os ver tão formosos como um beija-flor!<br><br>Mas eles respondem: "Teus longos cabelos,<br>"São loiros, são belos,<br>"Mas são anelados; tu és Marabá:<br>"Quero antes cabelos, bem lisos, corridos,<br>"Cabelos compridos,<br>"Não cor d'oiro fino, nem cor d'anajá."<br><br>E as doces palavras que eu tinha cá dentro<br>A quem nas direi?<br>O ramo d'acácia na fronte de um homem<br>Jamais cingirei:<br><br>Jamais um guerreiro da minha arazóia<br>Me desprenderá:<br>Eu vivo sozinha, chorando mesquinha,<br>Que sou Marabá!<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-08 21:53:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marinauchoa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Resenha de uma das principais obras da primeira geração do romantismo: Ubirajara, de José de Alencar.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/BbgXjkLHMZ8" />
         <pubDate>2021-06-10 02:57:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danilopereiraviana1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Canto do Guerreiro&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;(Gonçalves Dias)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 13:16:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>vicentedementshuk</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A viuvinha" foi um livro escrito por José de Alencar em 1857. Alguns aspetos marcantes deste livro são a fragilidade da mulher, o mistério, a religiosidade, o acaso, a descrição dos ambientes.&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 17:46:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ironaldo felipe da silva souza&nbsp;&nbsp;</div><div><em>Canção do exílio</em>, de Gonçalves Dias:<br><br></div><div>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá;<br>As aves, que aqui gorjeiam,<br>Não gorjeiam como lá.<br><br></div><div>Nosso céu tem mais estrelas,<br>Nossas várzeas têm mais flores,<br>Nossos bosques têm mais vida,<br>Nossa vida mais amores.<br><br></div><div>Em cismar, sozinho, à noite,<br>Mais prazer eu encontro lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br></div><div>Minha terra tem primores,<br>Que tais não encontro eu cá;<br>Em cismar sozinho, à noite,<br>Mais prazer eu encontro lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br></div><div>Não permita Deus que eu morra,<br>Sem que eu volte para lá;<br>Sem que disfrute os primores<br>Que não encontro por cá;<br>Sem qu'inda aviste as palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 19:19:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>andreydavillas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poesia: O Canto do Índio, de Gonçalves Dias:<br><br>"Quando o sol vai dentro d'água<br>Seus ardores sepultar,<br>Quando os pássaros nos bosques<br>Principiam a trinar;<br>Eu a vi, que se banhava...<br>Era bela, ó Deuses, bela,<br>Como a fonte cristalina,<br>Como luz de meiga estrela.<br>Ó Virgem, Virgem dos Cristãos formosa,<br>Porque eu te visse assim, como te via,<br>Calcara agros espinhos sem queixar-me,<br>Que antes me dera por feliz de ver-te.<br>O tacape fatal em terra estranha<br><br>Sobre mim sem temor veria erguido;<br>Dessem-me a mim somente ver teu rosto<br>Nas águas, como a lua, retratado.<br>Eis que os seus loiros cabelos<br>Pelas águas se espalhavam,<br>Pelas águas, que de vê-los<br>Tão loiros se enamoravam.<br>Ela erguia o colo ebúrneo,<br>Por que melhor os colhesse;<br>Níveo colo, quem te visse,<br>Que de amores não morresse!<br>Passara a vida inteira a contemplar-te,<br>Ó Virgem, loira Virgem tão formosa,<br>Sem que dos meus irmãos ouvisse o canto,<br>Sem que o som do Boré que incita à guerra<br>Me infiltrasse o valor que m'hás roubado,<br>Ó Virgem, loira Virgem tão formosa.<br>As vezes, quando um sorriso<br>Os lábios seus entreabria,<br>Era bela, oh! mais que a aurora<br>Quando a raiar principia.<br>Outra vez - dentre os seus lábios<br>Uma voz se desprendia;<br>Terna voz, cheia de encantos,<br>Que eu entender não podia.<br>Que importa? Esse falar deixou-me n'alma<br>Sentir d'amores tão sereno e fundo,<br>Que a vida me prendeu, vontade e força<br>Ah! que não queiras tu viver comigo,<br>Ó Virgem dos Cristãos, Virgem formosa!<br>Sobre a areia, já mais tarde,<br>Ela surgiu toda nua;<br>Onde há, ó Virgem, na terra<br>Formosura como a tua!?<br>Bem como gotas de orvalho<br>Nas folhas de flor mimosa,<br>Do seu corpo a onda em fios<br>Se deslizava amorosa.<br>Ah! que não queiras tu vir ser rainha<br>Aqui dos meus irmãos, qual sou rei deles!<br>Escuta, ó Virgem dos Cristãos formosa.<br>Odeio tanto aos teus, como te adoro;<br>Mas queiras tu ser minha, que eu prometo<br>Vencer por teu amor meu ódio antigo,<br>Trocar a maça do poder por ferros<br>E ser, por te gozar, escravo deles."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 02:58:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardainacio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ainda uma vez - Adeus<br><br></div><div>Enfim te vejo! — enfim posso,</div><div>Curvado a teus pés, dizer-te,</div><div>Que não cessei de querer-te,</div><div>Pesar de quanto sofri.</div><div>Muito penei! Cruas ânsias,</div><div>Dos teus olhos afastado,</div><div>Houveram-me acabrunhado</div><div>A não lembrar-me de ti!</div><div><br></div><div>Dum mundo a outro impelido,</div><div>Derramei os meus lamentos</div><div>Nas surdas asas dos ventos,</div><div>Do mar na crespa cerviz!</div><div>Baldão, ludíbrio da sorte</div><div>Em terra estranha, entre gente,</div><div>Que alheios males não sente,</div><div>Nem se condói do infeliz!<br>(Gonçalves Dias)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 16:59:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>suzanavieira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O GRANDE AMOR DE GONÇALVES DIAS:&nbsp; &nbsp; Por ocasião da elaboração da antologia poética da fase romântica, elaborada por Manuel Bandeira, Onestaldo de Pena Fort, gentilmente escreveu a nota que segue, retirada daquela obra e aqui transcrita:&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A poesia 'Ainda uma vez — adeus!', bem como as poesias 'Palinódia' e 'Retratação', foram inspiradas por Ana Amélia Ferreira do Vale, cunhada do Dr. <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Te%C3%B3filo_Leal&amp;action=edit&amp;redlink=1">Teófilo Leal</a>, ex-condiscípulo do poeta em Portugal e seu grande amigo.<br><br></div><div><br>Gonçalves Dias viu-a pela primeira vez em 1846 no Maranhão. Era uma menina quase, e o poeta, fascinado pela sua beleza e graça juvenil, escreveu para ela as poesias 'Seus olhos' e 'Leviana'. Vindo para o Rio, é possível que essa primeira impressão tenha desaparecido do seu espírito. Mais tarde, porém, em 1851, voltando a São Luís, viu-a de novo, e já então a menina e moça de 46 se fizera mulher, no pleno esplendor da sua beleza desabrochada. O encantamento de outrora se transformou em paixão ardente, e, correspondido com a mesma intensidade de sentimento, o poeta, vencendo a timidez, pediu-a em casamento à família.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gon%C3%A7alves_Dias#cite_note-Brasil_Escola-8"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>A família da linda Don'Ana — como lhe chamavam — tinha o poeta em grande estima e admiração. Mais forte, porém, do que tudo, era naquele tempo no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o">Maranhão</a> o preconceito de raça e casta. E foi em nome desse preconceito que a família recusou o seu consentimento.<br><br></div><div><br>Por seu lado, o poeta, colocado diante das duas alternativas: renunciar ao amor ou à amizade, preferiu sacrificar aquela a esta, levado por um excessivo escrúpulo de honradez e lealdade, que revela nos mínimos atos de sua vida. Partiu para Portugal. Renúncia tanto mais dolorosa e difícil por que a moça que estava resolvida a abandonar a casa paterna para fugir com ele, o exprobrou em carta, dura e amargamente, por não ter tido a coragem de passar por cima de tudo e de romper com todos para desposá-la!<br><br></div><div><br>E foi em Portugal, tempos depois, que recebeu outro rude golpe: Don'Ana, por capricho e acinte à família, casara-se com um comerciante, homem também de cor como o poeta e nas mesmas condições inferiores de nascimento. A família se opusera tenazmente ao casamento, mas desta vez o pretendente, sem medir considerações para com os parentes da noiva, recorreu à justiça, que lhe deu ganho de causa, por ser maior a moça. Um mês depois falia, partindo com a esposa para Lisboa, onde o casal chegou a passar até privações.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gon%C3%A7alves_Dias#cite_note-Brasil_Escola-8"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>Foi aí, em Lisboa, num jardim público, que certa vez se defrontaram o poeta e a sua amada, ambos abatidos pela dor e pela desilusão de suas vidas, ele cruelmente arrependido de não ter ousado tudo, de ter renunciado àquela que com uma só palavra sua se lhe entregaria para sempre. Desvairado pelo encontro, que lhe reabrira as feridas e agora de modo irreparável, compôs de um jato as estrofes de 'Ainda uma vez — adeus!', as quais, uma vez conhecidas da sua inspiradora, foram por esta copiadas com o seu próprio sangue.<br><br></div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-12 17:23:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>flaviagouveia</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><h1>ROMANCE INDIANISTA: IRACEMA E O GUARANI | Resumo de Literatura para o Enem</h1><div>&nbsp;https://youtu.be/t88gt5EyFw0</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 15:05:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>larissadonato</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sendo um clássico da literatura brasileira, o romance "A Moreninha" (1844), de Joaquim Manuel de Macedo, dá os primeiros passos para o Romantismo tipicamente brasileiro. Em sua narrativa, o romance mostra os costumes, organização e cultura nacional da sociedade da época, além de dar lugar à idealização do amor puro, religiosidade, sentimentalismo e caracterização da ilha.&nbsp;<br><br>Abaixo, um vídeo com um resumo, características e análise técnica do livro. Também há o link para um site com uma breve explicação em forma escrita da obra.&nbsp;<br><br>http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/a-moreninha.html&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:22:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juanemanuel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Juan Nascimento.<br>Charge muito legal sobre A Cançao do Exílio</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:58:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>karengomes</author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1603748018</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei esse vídeo sobre a primeira geração romântica e achei bem explicativo e interessante.<br><br>Link:&nbsp;<a href="https://youtu.be/gS2ISr31oBM">https://youtu.be/gS2ISr31oBM</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 22:37:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edilsondaniel1</author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1603899409</link>
         <description><![CDATA[<div>Canal Professor Noslen&nbsp;<br>https://youtube.com/c/ProfessorNoslen<br>Vídeos:<br>https://youtu.be/M7okFxuX8fM<br>https://youtu.be/HoaCn9VnY2w<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 00:56:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>deborahdeise</author>
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         <description><![CDATA[<div>I-Juca-Pirama Gonçalves Dias&nbsp;<br><br>I<br><br>No meio das tabas de amenos verdores, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| cercadas de troncos -cobertos de flores, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| alteiam-se os tetos d'altiva nação; |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| são muitos seus filhos, nos ânimos fortes, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| temíveis na guerra, que em densas coortes |&nbsp; 5 |&nbsp;<br>&nbsp;| assombram das matas a imensa extensão. |&nbsp; |&nbsp;</div><div><br><br>&nbsp;| São rudes, severos, sedentos de glória, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| já prélios incitam, já cantam vitória, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| já meigos atendem à voz do cantor: |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| são todos Timbiras, guerreiros valentes! |&nbsp; 10 |&nbsp;<br>&nbsp;| seu nome lá voa na boca das gentes, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| condão de prodígios, de glória e terror! |&nbsp; |&nbsp;</div><div><br><br>&nbsp;| As tribos vizinhas, sem forças, sem brio, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| as armas quebrando, lançando-as ao rio, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| o incenso aspiraram dos seus maracás: |&nbsp; 15 |&nbsp;<br>&nbsp;| Medrosos das guerras que os fortes acendem, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| custosos tributos ignavos lá rendem, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| aos duros guerreiros sujeitos na paz. |&nbsp; |&nbsp;</div><div><br><br>&nbsp;| No centro da taba se estende um terreiro, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| onde ora se aduna o concílio guerreiro |&nbsp; 20 |&nbsp;<br>&nbsp;| da tribo senhora, das tribos servis: |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| os velhos sentados praticam d'outrora, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| e os moços inquietos, que a festa enamora, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| derramam-se em torno d'um índio infeliz. |&nbsp; |&nbsp;</div><div><br><br>&nbsp;| Quem é? -ninguém sabe: seu nome é ignoto, |&nbsp; 25 |&nbsp;<br>&nbsp;| sua tribo não diz: -de um povo remoto |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| descende por certo -d'um povo gentil; |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| assim lá na Grécia ao escravo insulano |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| tornavam distinto do vil muçulmano |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| as linhas corretas do nobre perfil. |&nbsp; 30 |&nbsp;</div><div><br><br>&nbsp;| Por casos de guerra caiu prisioneiro |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| nas mãos dos Timbiras: -no extenso terreiro |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| assola-se o teto, que o teve em prisão; |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| convidam-se as tribos dos seus arredores, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| cuidosos se incumbem do vaso das cores, |&nbsp; 35 |&nbsp;<br>&nbsp;| dos vários aprestos da honrosa função. |&nbsp; |&nbsp;</div><div><br><br>&nbsp;| Acerva-se a lenha da vasta fogueira, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| entesa-se a corda de embira ligeira, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| adorna-se a maça com penas gentis: |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| A custo, entre as vagas do povo da aldeia |&nbsp; 40 |&nbsp;<br>&nbsp;| Caminha o Timbira, que a turba rodeia, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| garboso nas plumas de vário matiz. |&nbsp; |&nbsp;</div><div><br><br>&nbsp;| Entanto as mulheres com leda trigança, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| afeitas ao rito da bárbara usança, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| o índio já querem cativo acabar: |&nbsp; 45 |&nbsp;<br>&nbsp;| A coma lhe cortam, os membros lhe tingem, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| brilhante enduápe no corpo lhe cingem, |&nbsp; |&nbsp;<br>&nbsp;| sombreia-lhe a fronte gentil canitar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 01:50:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marinanelvam</author>
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         <description><![CDATA[<div>Marina Nelvam</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 11:06:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alanis Maria&nbsp;<br>5 minutos sobre: romantismo https://youtu.be/jz_As_nzSUA</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-14 20:16:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>saracristina1</author>
         <link>https://padlet.com/professoraadriellesoares/eu9jh61kvyktdm8b/wish/1607468507</link>
         <description><![CDATA[<div>Como eu te amo ( Gonçalves Dias )<br><br>Como se ama o silêncio, a luz, o aroma,<br>O orvalho numa flor, nos céus a estrela,<br>No largo mar a sombra de uma vela,<br>Que lá na extrema do horizonte assoma;<br><br>Como se ama o clarão da branca lua,<br>Da noite na mudez os sons da flauta,<br>As canções saudosíssimas do nauta,<br>Quando em mole vaivém a nau flutua,<br><br>Como se ama das aves o gemido,<br>Da noite as sombras e do dia as cores,<br>Um céu com luzes, um jardim com flores,<br>Um canto quase em lágrimas sumido;<br><br>Como se ama o crepúsculo da aurora,<br>A mansa viração que o bosque ondeia,<br>O sussurro da fonte que serpeia,<br>Uma imagem risonha e sedutora;<br><br>Como se ama o calor e a luz querida,<br>A harmonia, o frescor, os sons, os céus,<br>Silêncio, e cores, e perfume, e vida,<br>Os pais e a pátria e a virtude e a Deus:<br><br>Assim eu te amo, assim; mais do que podem<br>Dizer-to os lábios meus, — mais do que vale<br>Cantar a voz do trovador cansada:<br>O que é belo, o que é justo, santo e grande<br>Amo em ti. — Por tudo quanto sofro,<br>Por quanto já sofri, por quanto ainda<br>Me resta de sofrer, por tudo eu te amo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:02:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariaizidro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Canção do tamoio<br>(Gonçalves Dias)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/BpsZpaDp10M" />
         <pubDate>2021-06-15 16:56:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elizeupontes</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;ELIZEU DE PONTES NASCIMENTO&nbsp;</div><div><strong>Poesia de Gonçalves de Magalhães na obra “</strong><strong><em>Suspiros Poéticos e Saudades</em></strong><strong>”.</strong></div><div><strong>Adeus à Europa</strong></div><div><br>Adeus, oh terras da Europa!<br><br>Adeus, França, adeus, Paris!<br><br>Volto a ver terras da Pátria,<br><br>Vou morrer no meu país.<br><br></div><div>Qual ave errante, sem ninho,<br><br>Oculto peregrinando,<br><br>Visitei vossas cidades,<br><br>Sempre na Pátria pensando.<br><br></div><div>De saudade consumido,<br><br>Dos velhos pais tão distante,<br><br>Gotas de fel azedavam<br><br>O meu mais suave instante.<br><br></div><div>As cordas de minha lira<br><br>Longo tempo suspiraram,<br><br>Mas alfim frouxas, cansadas<br><br>De suspirar, se quebraram.<br><br></div><div>Oh lira do meu exílio,<br><br>Da Europa as plagas deixemos;<br><br>Eu te darei novas cordas,<br><br>Novos hinos cantaremos.<br><br></div><div>Adeus, oh terras da Europa!<br><br>Adeus, França, adeus, Paris!<br><br>Volto a ver terras da Pátria,<br><br>Vou morrer no meu país."&nbsp;<br>FONTE : https://www.todamateria.com.br/poesia-romantica-brasileira/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 20:12:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>LUANNY SIQUEIRA<br>&nbsp; &nbsp;</div><div>As principais características da primeira geração romântica são:</div><ul><li>Nacionalismo;</li><li>Presença do índio como herói nacional;</li><li>Descrição do encontro entre índios e europeus como representação do mito da criação do Brasil;</li><li>Natureza brasileira exaltada como exuberante e confidente do sujeito lírico dos poemas;</li><li>Egocentrismo;</li><li>Idealização do amor e da mulher.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 19:05:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sara fabricia. POESIA DE GONÇALVES DE MAGALHÃES</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A Tristeza</strong></div><div>Triste sou como o salgueiro<br>Solitário junto ao lago,<br>Que depois da tempestade<br>Mostra dos raios o estrago.<br><br></div><div>De dia e noite sozinho<br>Causa horror ao caminhante,<br>Que nem mesmo à sombra sua<br>Quer pousar um só instante.<br><br></div><div>Fatal lei da natureza<br>Secou minha alma e meu rosto;<br>Profundo abismo é meu peito<br>De amargura e de desgosto.<br><br></div><div>À ventura tão sonhada,<br>Com que outrora me iludia,<br>Adeus disse, o derradeiro,<br>Té seu nome me angustia.<br><br></div><div>Do mundo já nada espero,<br>Nem sei por que inda vivo!<br>Só a esperança da morte<br>Me causa algum lenitivo.<br><br></div><div><strong>A Flor Suspiros</strong></div><div>Eu amo as flores<br>Que mudamente<br>Paixões explicam<br>Que o peito sente.<br>Amo a saudade,<br>O amor-perfeito;<br>Mas o suspiro<br>Trago no peito.<br><br></div><div>A forma esbelta<br>Termina em ponta,<br>Como uma lança<br>Que ao céu remonta.<br>Assim, minha alma,<br>Suspiros geras,<br>Que ferir podem<br>As mesmas feras.<br><br></div><div>É sempre triste,<br>Ensanguentado,<br>Quer seco morra,<br>Quer brilhe em prado.<br>Tais meus suspiros...<br>Mas não prossigas,<br>Ninguém se move,<br>Por mais que digas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 16:29:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trecho do Livro : &quot; Os Timbiras &quot; </title>
         <author>mariadiniz6</author>
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         <description><![CDATA[<div>-&nbsp;Maria Luiza Rodrigues Diniz </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 22:05:12 UTC</pubDate>
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