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      <title>Trabalhos de Leitura. by </title>
      <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks</link>
      <description>Registros de resumos de leituras, Podcast, análises e outros trabalhos de alunos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-18 12:49:07 UTC</pubDate>
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         <title>Mensagem</title>
         <author>rosineiasouza</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/637403690</link>
         <description><![CDATA[<div>As 10 virtudes do bom aluno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 12:37:21 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema de Luís de Camões.</title>
         <author>00001065595104sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>O dia em que nasci moura e pereça,<br><br>O dia em que nasci moura e pereça,<br>Não o queira jamais o tempo dar;<br>Não torne mais ao Mundo, e, se tornar,<br>Eclipse nesse passo o Sol padeça.<br>A luz lhe falte, O Sol se [lhe] escureça,<br>Mostre o Mundo sinais de se acabar,<br>Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,<br>A mãe ao próprio filho não conheça.<br>As pessoas pasmadas, de ignorantes,<br>As lágrimas no rosto, a cor perdida,<br>Cuidem que o mundo já se destruiu.<br>Ó gente temerosa, não te espantes,<br>Que este dia deitou ao Mundo a vida<br>Mais desgraçada que jamais se viu!<br>Luís de Camões<br><br>Análise: Nesse soneto, o eu-lírico demonstra se odiar, ao dizer que o dia em que nasceu foi amaldiçoado e que é um momento triste para o mundo. Ele acredita que seu nascimento foi um erro. <br>Aluna: Ana Beatriz Grego Melo n:02 3A</div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-23 19:51:28 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do livro: Quarto de despejo.</title>
         <author>00001065595104sp</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/637902324</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro, Quarto de despejo foi montado através dos diários de Carolina Maria de Jesus, uma catadora de papel, mãe solteira de três filhos que vivi na favela do Canindé em São Paulo. <br>Com uma linguagem simples e objetiva, ela relata as dificuldades que é viver em uma comunidade e ter que presenciar cenas de violência, miséria e dificuldade para obter água potável e alimento. <br>Apesar de todas dificuldades, ao decorrer do livro percebemos que Carolina não desiste dos seus sonhos e ainda tem esperança de que seus livros sejam lançados, afinal a paixão pela leitura e escrita é o que motiva ela, junto aos filhos a continuar batalhando. <br>Aluna: Ana Beatriz Grego Melo n:02 3A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 19:56:16 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema de Camões</title>
         <author>00001052798937sp</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/637929316</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Alma Minha Gentil, que te Partiste<br><br><br></strong><br></div><div>Alma minha gentil, que te partiste</div><div>Tão cedo desta vida descontente,</div><div>Repousa lá no Céu eternamente<strong>,</strong></div><div>E viva eu cá na terra sempre triste.<br>Se lá no assento Etéreo, onde subiste,<br>Memória desta vida se consente,<br>Não te esqueças daquele amor ardente,<br>Que já nos olhos meus tão puro viste.<br>E se vires que pode merecer-te<br>Algũa cousa a dor que me ficou<br>Da mágoa, sem remédio, de perder-te,<br>Roga a Deus, que teus anos encurtou,<br>Que tão cedo de cá me leve a ver-te,<br>Quão cedo de meus olhos te levou.<br>Luís Vaz de Camões <br><br>Análise<br>Neste poema, fala que algo muito bom partiu, “acabou”, mas que a memoria fica , pode-se tirar uma lição de que os dias passam, mas o que fazemos hoje lá na frente será memória, no entanto devemos deixar memórias boas.<br><br>Aluna:Marina Carão 3°série:A </div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-23 20:27:59 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema de Luís de Camões </title>
         <author>00001035677659sp</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/638788389</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AMOR É FOGO QUE ARDE SEM SE VER <br><br></strong>Amor é fogo que arde sem se ver;<br>É ferida que dói, e não se sente;<br>É um contentamento descontente;<br>É dor que desatina sem doer.<br>É um não querer mais que bem querer;<br>É um andar solitário entre a gente;<br>É nunca contentar-se de contente;<br>É um cuidar que se ganha em se perder.<br>É querer estar preso por vontade;<br>É servir a quem vence, o vencedor;<br>É ter com quem nos mata, lealdade.<br>Mas como causar pode seu favor<br>Nos corações humanos amizade,<br>Se tão contrário a si é o mesmo Amor?<br><strong><br>ANÁLISE: </strong>Ele tenta, em vão, conceituar o Amor, está visivelmente ligado ao sentimento humano entre um homem e uma mulher, o amor romântico, seja ele correspondido ou não. Assim, a mensagem enfatiza que, embora haja sofrimento no amor, ele sempre é, contraditoriamente, acompanhado pela amizade e toda sensação causada por ele, aprazível ou não, é nobre e enobrece o ser que ama.<br><br><strong>LETÍCIA PRIES DOS R. GOMES    n°20   3°A</strong></div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-24 14:01:55 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast: condições femininas hoje em dia.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde sempre observamos que as condições femininas no mundo são bem limitadas, mas por outro lado observamos que as mulheres não se calaram perante à essas imposições.<br> Hoje em dia não podemos negar que graças as lutas anteriores, conseguimos alcançar muitos direitos, mas aqui deixo algumas perguntas: nós conseguimos desfrutar plenamente desses direito? Nós somos respeitadas como realmente queremos? Ao andar na rua, principalmente a noite, nos sentimos 100% seguras? <br> Apesar de todas essas conquistas, muito precisa ser melhorado, nós exigimos respeito, na escola, no local de trabalho, na rua, ou em qualquer outro lugar... Nós queremos ter as mesmas oportunidades de trabalho que os homens, não é porque somos vistas como “o sexo frágil” (o que é uma grande mentira) que não conseguimos realizar trabalhos que são vistos apenas como “trabalho para homem”, não é porque temos o dom de gerar que não somos dignas de ter um emprego! O nosso lugar nunca foi na cozinha e sim onde nós queremos. <br> Para finalizar deixo uma última mensagem, nós mulheres somos extremamente fortes, mas depois que reconhecemos e passamos a lutar por nossos direitos, nos tornamos verdadeiras heroínas! <br>#lutecomoumagarota<br><br>Beatriz Ribeiro. 2°A.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-02 21:50:49 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast: Mulheres negras da literatura brasileira</title>
         <author>00001083364297sp</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/648686098</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Firmina dos Reis foi uma escritora que viveu entre o século XIX e começo do século XX, reconhecida como a primeira mulher negra escritora do Romantismo. Era maranhense, e além de histórias, compôs algumas músicas e apesar de ter sido com poucos, colaborou com músicos na letra ou melodia de suas canções. Acreditava na liberdade e repugnava quaisquer atos que menosprezavam negros e mulheres. Como uma verdadeira desafiadora dos valores e costumes do século XIX, em suas obras, costuma tratar sobre o negro como um indivíduo da sociedade, trazendo à literatura a visão dos escravos, valorizando-os como seres humanos e contrariando a visão escravista. Buscou também elevar o poder feminino, saindo da ideia de que mulheres devem ser submissas aos homens, em seu livro “Úrsula”, uma de suas grandes obras, se não a maior obra, podemos ver um bom exemplo de seus pensamentos abolicionista e feminista, seu enredo contém notavelmente a força do negro e da mulher, dando voz àqueles que foram silenciados pela sociedade...  Outra marca que deixou, como educadora formada, foi a escola mista que criou em sua região, causando revolta nos moradores, durou apenas 3 anos. Maria Firmina dos Reis faleceu em 1917 e renascida por seu legado 100 anos depois.<br><br></div><div>Maria dos Reis foi uma inspiração para outras mulheres importantes da literatura brasileira, como Carolina Maria de Jesus, nascida no século XX, ainda quando a mulher negra não tinha vez. Apesar de valorizar os estudos, não pode passar mais de dois anos na escola, mesmo assim, via a escrita como forma de sair da invisibilidade social. Desde sempre teve uma vida muito pobre, mas suas obras mostravam a riqueza da visão crítica periférica do mundo, o que fica claro com seu primeiro e mais famoso livro “Quarto de Despejo: diário de uma favelada”, sim, ela compara a favela com um quarto de despejos, neste há uma série de posições sobre preconceito com a mulher, o negro e o pobre marginalizado. Além dela, temos a escritora Conceição de Evaristo, felizmente ainda viva, que soube conciliar a vida acadêmica e trabalhadora, provinda de uma família pobre, se fez conhecida por tratar de desigualdades sociais e de gênero através de seus poemas e romances. <br><br>Marina Elisa  -  2ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-06 22:24:37 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do livro: O Ateneu- Raul Pompéia </title>
         <author>00001052798937sp</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/651751286</link>
         <description><![CDATA[<div>A história começa com Sérgio , indo visitar junto com seu pai o ateneu, numa festa, e ele ficou todo feliz e ansioso para estudar lá , eles conhecem a casa do diretor Aristarco e sua esposa Do a Emma , o diretor sugere ao Sérgio que corte o cabelo como sinal de amadurecimento.<br>Ao entrar no colégio , e ter que se apresentar , Sérgio desmaia, e aí começa a história , os colegas começam a o perseguir. <br>Sérgio é salvo de um afogamento por Sanches , fortalecendo a amizade entre ambos. Acontece um crime no atendeu , o jardineiro do colégio mata a facadas um outro funcionário. <br>Sérgio narra um passeio feito ao corcovado e o Jardim botânico no Rio de Janeiro , Bento e. Sérgio se envolvem em uma brica , porém são livres da punição e do castigo imposto por Aristarco.<br>Nas férias Sérgio fica no atendeu , com alguns alunos que a família estava na Europa. Ele fica muito doente , onde a enfermeira cuida dele , e ele estabelece uma forte ligação com ela , ainda durante as férias o ateneu pega fogo.<br><br>Marina Carão.                 3°série:A <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-10 13:05:28 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do livro: A relíquia </title>
         <author>00001035677659sp</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/651789455</link>
         <description><![CDATA[<div>A Relíquia é uma obra realista de Eça de Queirós publicada em 1887, em Portugal. Possui fortes características da escola literária a qual pertence, como críticas e tom sarcástico em relação à sociedade da época, permeada por valores católicos.</div><div>A história é narrada em primeira pessoa pelo protagonista, Teodorico Raposo, cujas memórias vão aparecendo progressivamente, conforme ele relembra sua infância; sua adolescência, quando perde seu pai e passa a ser criado pela tia; sua juventude em Lisboa, na Universidade de Coimbra e, por fim, sua longa viagem à Terra Santa, ambientação da maior parte de suas aventuras.<br>A história apresenta duas personagens bem opostas: de um lado, Dona Maria do Patrocínio, a tia Patrocínio, ou Titi; rica e religiosa, torna-s­­­­­­e uma caricatura das devotas católicas da época. Do outro lado, seu sobrinho Teodorico Raposo, entregue aos valores mundanos.<br>Teodorico é enviado a um colégio interno e depois para Coimbra, para continuar seus estudos. Quando volta para a casa de sua tia, em Lisboa, conhece Adélia e se torna seu amante. Mas, ele acaba sendo traído e abandonado por ela, e então tenta convencer sua tia a enviá-lo a Paris, para seguir sua vida. Entretanto, para a devota Titi, a cidade era um ambiente devasso, que poderia corrompe-lo facilmente. Oferece ao sobrinho, então, uma peregrinação a Jerusalém, para que colocasse as ideias em ordem e se aproximasse de sua fé. Ela, ainda, lhe encomenda uma relíquia, algo original com a qual ele pudesse lhe presenteá-la. A princípio Teodorico fica contrariado, mas aceita a viagem, imaginando que teria a oportunidade de conhecer diversas mulheres ao longo dos locais pelos quais se hospedasse.<br>Ele parte, e logo no início da viagem faz amizade com Topsius, que passa a ser seu companheiro de empreitada. Em Alexandria conhece Miss Mary, de quem se torna amante pelo período que passa no local. Como lembrança dos momentos íntimos vividos por eles, Miss Mary lhe dá um embrulho com uma camisola sua dentro, para que ele carregue ao longo da viagem e não se esqueça dela. Teodorico segue seu rumo, com o amigo.</div><div>Ao chegarem à Palestina, Teodorico se interessa por uma vizinha de quarto, casada. Como não é correspondido, vai com o amigo se divertir numa boate, mas as mulheres de lá não o agradam e os amigos seguem para Jerusalém.</div><div>Em seguida ele passa a descrever detalhadamente sua participação nas sagradas cenas que envolvem a morte e a ressurreição de Jesus, mas acaba revelando que se tratava apenas de um sonho.<br>Na sequência ele narra a descoberta de uma suposta árvore de espinhos, de onde teria saído o galho que forjara a verdadeira coroa de espinhos de Jesus. Havia acabado de encontrar a relíquia encomendada por sua tia, que poderia fazer dele seu herdeiro e lhe garantir vida boa para sempre.</div><div>Teodorico a embrulhou e guardou juntamente com o embrulho que havia ganhado de Miss Mary. Como tinha de se livrar deste antes de retornar à casa da tia, entregou-o a um pedinte na rua, quando já faziam o caminho de volta. O problema é que ele se confundiu com os embrulhos iguais, e o que foi entregue ao pedinte foi a camisola. Para completar o desastre, o embrulho da amante foi entregue à tia.<br>Como já era de se esperar, Teodorico é expulso de casa e passa a viver da venda de relíquias que ele mesmo fabricava. O negócio, apesar de próspero, fracassa com o passar do tempo. A tia falece e lhe deixa em testamento apenas seu “óculo”.</div><div>Teodorico, por fim, se casa com a irmã de um colega dos tempos do colégio interno, e passa a viver uma vida comum. Arruma emprego, torna-se pai, possui uma carruagem, mas não consegue deixar de pensar que quando entregou a encomenda à tia, podia ter afirmado que pertencera a “Santa Maria Madalena”, já que o nome da santa coincidia com as iniciais de Miss Mary no embrulho de papel...<br><br><strong>LETÍCIA PRIES DOS REIS GOMES   n°20   3°A</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-10 14:03:15 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do livro : A Relíquia</title>
         <author>enzo10tofolo</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/653226016</link>
         <description><![CDATA[<div>A Relíquia é considerado um romance realista escrito pelo português Eça de Queirós e publicado em 1887 originalmente no Porto (em Portugal).<br>Trata-se de uma obra profundamente sarcástica protagonizada por Teodorico Raposo, um sujeito que decide escrever um relato memorialista para contar as experiências que viveu.<br>A história chegou no Brasil através do jornal Gazeta de Notícias (1875-1942), que a publicou em formato de folhetim.<br> <br>A Relíquia é considerada uma obra do Realismo crítico e pertence à segunda fase da produção de Eça de Queirós. Nessa fase também estão situadas as obras clássicas O crime do Padre Amaro e o Primo Basílio.<br>Vale lembrar que o Realismo se iniciou na França com a publicação de Madame Bovary no ano de 1856. A Relíquia veio a público trinta e um anos mais tarde, mas ainda sob influências daquilo que se viu na literatura francesa.<br>Eça foi um dos grandes nomes do Realismo em Portugal. Foi ele o responsável por proferir a quarta palestra das cinco Conferências Democráticas do Cassino Lisbonense.<br>Os intelectuais da época se reuniram para debater uma nova estética e organizaram dez palestras com grandes nomes da cultura. O governo, sentindo-se ameaçado, fechou o Cassino proibindo as reuniões alegando que os encontros eram um complô contra as instituições e o Estado.<br>Na fala de Eça, autor de A Relíquia, destaca-se principalmente a vontade de ultrapassar o Romantismo<br>Na obra A Relíquia encontramos um Eça questionador dos valores provincianos e do conservadorismo português. A Lisboa da época recebia profundas influências francesas e a síndrome de país periférico, que passava ao lado das grandes nações, figura no romance de Eça como um retrato da época.<br>Vale sublinhar como o romance ilustra profundamente a cultura portuguesa do século XIX com todas as máscaras que lhe eram frequentes. De modo bastante geral é possível dizer que a obra critica o uso de máscaras sociais, muitas vezes caricaturando, exacerbando características de diversos personagens.<br>Um aspecto interessante da obra é a análise dos nomes dos personagens principais: o nome da tia (D. Patrocínio das Neves) não é fortuito. A partir da leitura do nome da senhora já fica claro que ela será aquela que financiará/patrocinará a vida de Raposão. Teodorico, por sua vez, carrega no apelido (raposão), um substantivo que alude à tendência animalesca da esperteza.<br>Personagens principais<br>·       Teodorico Raposo<br>·       Dona Maria do Patrocínio<br>·       Crispim<br>·       Adélia<br>·       Topsius<br>·       Miss Mary<br><br>Enzo Ribeiro Tofolo<br>3°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-13 13:00:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Apresentação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/654210191</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-07-14 14:20:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Relíquia</title>
         <author>00001078990852sp</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/657251510</link>
         <description><![CDATA[<div>A Relíquia escrito por Eça de Queiroz é narrado em primeira pessoa pelo Teodorico que após perder os pais vai morar com Titi, sua tia rica e muito religiosa, sendo instruído a fazer todas as vontades dela para que um dia possa ser seu herdeiro.<br>Teodorico estuda e se forma em direito, volta para casa da tia e descobre que ela deixará seu dinheiro para igreja então ele assume a postura de alguém tão religiosa quanto ela, mas quando diz estar indo para a igreja   está na verdade visitando uma amante que apenas deseja o dinheiro.<br>Após conversar com um amigo que foi a Paris desperta nele um desejo similar que sua tia logo recusa e acaba sendo mandado a Jerusalém atrás de relíquias. Durante a viagem ele arruma falsas relíquias e se envolve com uma mulher que com sua partida lhe dá uma camisola de presente, como ambos possui embrulhos similares se confunde na entrega e da a tia o presente de Mary, que acaba em sua expulsão. Para sobreviver ele acaba vendendo as falsas relíquias e acaba casado com a irmã de Crispim, um velho amigo, com a qual tem filhos e se estabelece na vida comprando o lugar onde morava na infância, mas quando ele descobre a morte de Titi que deixou todo o dinheiro ao Padre e tem um devaneio do que poderia ter feito para mudar a situação com amargura.<br><br>Letícia Tavares, n°21 3A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-18 01:18:58 UTC</pubDate>
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         <title>Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades</title>
         <author>00001078990852sp</author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/657254425</link>
         <description><![CDATA[<div>Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,<br>Muda-se o ser, muda-se a confiança;<br>Todo o mundo é composto de mudança,<br>Tomando sempre novas qualidades.<br><br>Continuamente vemos novidades,<br>Diferentes em tudo da esperança;<br>Do mal ficam as mágoas na lembrança,<br>E do bem, se algum houve, as saudades.<br><br>O tempo cobre o chão de verde manto,<br>Que já coberto foi de neve fria,<br>E enfim converte em choro o doce canto.<br><br>E, afora este mudar-se cada dia,<br>Outra mudança faz de mor espanto:<br>Que não se muda já como soía.<br><br>Análise: No poema fala sobre as mudanças que ocorrem naturalmente no decorrer na vida. O autor retrata que tudo na vida muda e que a mudança está presente em tudo.<br><br>Letícia Tavares, n°21 3A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-18 01:26:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quarto de Despejo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rosineiasouza/Bookmarks/wish/659276568</link>
         <description><![CDATA[<div>Um livro que foi baseado em diários de uma mãe chamada Caroline, que morava em uma favela lá em São Paulo <br>Uma obra que nos retrata o esforço de uma mãe para que não faltasse nada de comer para seus filhos, mas que muitas vezes ela não conseguia evitar a fome . Um livro que nos trás um turbilhão de emoções e que também nos retrata como é a vida de muitos brasileiros que vivem em situações parecidas com a dela . Sem dúvidas eu incentivo à todos a lerem para entenderem que nem todos têm a mesma condição e que muitas vezes as pessoas com baixa renda são desprezadas pela sociedade que é tão preconceituosa <br>Adrielle Caroline Olivera Lapenda 3ªA </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-21 14:38:14 UTC</pubDate>
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         <title>Poema :  Amor é um fogo que arde sem se ver </title>
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         <description><![CDATA[<div>Um poema que vem nos dizer sobre o amor , um sentimento tão grande e que muitas vezes pode nos trazer uma felicidade sem comparação mas que também pode nos trazer uma tristeza muito grande , que nos faz ter a sensação que aquilo nunca vai passar .<br><br>Adrielle Caroline Olivera Lapenda 3ªA </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-21 14:43:58 UTC</pubDate>
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         <title>Marcas da violência contra A mulher na literatura </title>
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         <description><![CDATA[<div> Apesar dos avanços e das conquistas femininas, a sociedade brasileira vive uma epidemia de violência contra a mulher. Mesmo com a sanção da Lei Maria da Penha, em 2006, o Estado ainda não consegue garantir o direito de liberdade de mulheres ameaçadas por seus companheiros. Por isso, o homicídio de mulheres, o femicídio, continua sendo um dos crimes que mais nos assusta na contemporaneidade. Entre violências físicas e simbólicas, ele continua sendo marcado, quase sempre, pelo horror com que o homem elimina sua companheira, após o término de uma relação. Trata-se de um crime passional que nasce na tênue fronteira entre a integridade da mulher e sua sujeição ao companheiro (SAFFIOTI, 1999, p. 84). Esse crime é parte da violência doméstica, praticada por alguém próximo da mulher. Normalmente, o criminoso é um parceiro com o qual a mulher mantém ou manteve alguma estabilidade afetiva. Lia Zanotta Machado chama a atenção para os dados desta triste estatística: quase 77% desses assassinatos são cometidos por homens abandonados. Para piorar esse quadro, na grande maioria das vezes, tal crime é antecedido por agressões físicas e sexuais. Portanto, “os femicídios são ‘domésticos’ e se traduzem no ponto final da escalada desta violência doméstica cotidiana” (MACHADO, 2006, p. 15). </div><h1>Musa Impassível</h1><div>Musa! um gesto sequer de dor ou de sincero <br><br></div><div>Luto jamais te afeie o cândido semblante!<br><br></div><div>Diante de Jó, conserva o mesmo orgulho; e diante<br><br></div><div>De um morto, o mesmo olhar e sobrecenho austero.<br><br></div><div>Em teus olhos não quero a lágrima; não quero</div><div>Em tua boca o suave e idílico descante.</div><div>Celebra ora um fantasma anguiforme de Dante,</div><div>Ora o vulto marcial de um guerreiro de Homero.</div><div>Dá-me o hemistíquio d’ouro, a imagem atrativa;</div><div>A rima, cujo som, de uma harmonia crebra,</div><div>Cante aos ouvidos d’alma; a estrofe limpa e viva;</div><div>Versos que lembrem, com seus bárbaros ruídos,</div><div>Ora o áspero rumor de um calhau que se quebra,</div><div>Ora o surdo rumor de mármores partidos.</div><div><strong><em>Francisca Júlia da Silva<br> <br>Larissa  2°b<br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-24 21:24:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Maria Firmina dos Reis e a obra de Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo.</em></strong><br><br> Maria Firmina dos Reis foi a primeira romancista brasileira e uma importante escritora na literatura brasileira. Ela desafiou a sociedade do século XIX ao se posicionar contra a escravatura em seus textos, com a visão partindo do ponto de vista dos escravizados, inaugurando a chamada literatura afro-brasileira.<br>  Maria Firmina dos Reis nasceu em 1822, no Maranhão, mas só foi registrada em 1825. Filha de Leonor Felippa dos Reis, a escritora não teve o nome do pai nos seus registros por ser fruto de uma relação fora do casamento.<br> Também conhecida por suas obras com nome de peso como "Úrsula, A Escrava, Cantos a Beira do Mar, entre outros;<br>   <strong><em>Trecho do livro Úrsula:<br> "Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos, e de falta absoluta de tudo que é necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos às praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão, fomos amarrados em pé e para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como animais ferozes das nossas matas".<br> </em></strong>A escrita de Maria causou grandes polêmicas na época e mexeu na ferida de grande parte da sociedade, em especial do Maranhão, principalmente ao mostrar a força da mulher negra numa sociedade ainda escravista. Em uma época que a mulher e o negro não tinham voz, a escritora e professora lutou pela educação gratuita e irrestrita, além de abrir espaço para o movimento abolicionista.<br> Maria Firmina também foi fundamental como folclorista e na preservação da literatura oral, na tradição de contar histórias. Além disso, ela participou da composição do hino da abolição da escravatura. <br><br> <strong><em>Carolina de Jesus:<br></em></strong>Carolina de Jesus, nasceu em 14 de março de 1914, na cidade de Sacramento, sudeste de Minas Gerais. De origem muito humilde, era neta de escravos e uma entre oito filhos de uma lavadeira analfabeta. <br> Carolina não teve uma infância muito feliz e sua trajetória é muito grande para se contar, sua mãe não tinha como sustentar todos os seus filhos e sua família já morou em diversos lugares. Porém foi em São Paulo em 1948 que Carolina engravidou de um português, que a abandonou, como ninguém naquela época dava emprego para mãe solteira, Carolina foi morar na rua.<br> Foi então que chegou à favela de Canindé, onde o governador paulista Adhermar de Barros mandara recolher todos os mendigos pelas ruas e despejá-los num grande terreno à margem esquerda do rio Tietê.<br> Foi em Canindé que seu talento foi descoberto: um jornalista estava no local, em busca de material para uma reportagem sobre a favela, que crescia acentuadamente. Viu Carolina ralhando com um bando de marmanjos que não queriam desocupar o parquinho, ameaçando colocar o nome deles em seu livro. O jornalista quis saber que livro era esse e percebeu ali o talento da escritora. Publicou algum dos escritos no jornal e reuniu os outros em Quarto de Despejo, lançado em 1960.<br>A partir de então, Carolina conheceu o sucesso e a ascenção social, sendo convidada para diversas entrevistas e viagens, e virou assunto entre escritores de renome, como Rachel de Queiroz e Manuel Bandeira. Lançou mais dois livros e gravou um LP com canções de sua autoria. Foi traduzida para diversos idiomas e conhecida em inúmeros países.<br><br> <strong><em>Conceição Evaristo:<br> </em></strong>Conceição Evaristo e Carolina Maria, são importantes escritoras brasileiras já que estabelecem grande relação entre suas obras.<br> Quarto de despejos: diário de uma favela, de Carolina Maria, Zaira esqueceu de Guardar os Brinquedos, Di Lixão, "Maria" e "Ana Davenga", de Conceição Evaristo, são relacionados dentro de tópicos que abrangem temas da realidade comum nas favelas/ comunidades. Situações de mães solteiras, o cotidiano das mulheres, negras, e a violência sai fatos comuns nas obras das autoras, apesar de suas publicações terem mais de 40 anos de diferença.<br> Maria Conceição Evaristo de Brito nasceu em Belo Horizonte, em 1946. Graduada em Letras pela UFRJ. É mestre em Literatura Brasileira pela PUC do Rio de Janeiro. <br>Participante ativa dos movimentos de valorização da cultura negra em nosso país, além de participar de publicações na Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos. Seus contos vêm sendo estudados em universidades e comentados por diversos escritores.<strong><em><br> <br> Ruan Chaves Galdino. 2°B</em></strong><br> <br><br> <br> <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-27 22:05:46 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; A condição Feminina nos dias de Hoje&quot;.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-07-28 13:42:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Literatura Moçambicana <br>Alunas da terceira série: Ana Beatriz Grego Melo n°: 02<br>Marina Carão n°: 26 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-17 19:37:05 UTC</pubDate>
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         <title>SIMBOLISMO- CRUZ E SOUSA</title>
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         <description><![CDATA[<div>ACROBATA DA DOR<br>Nome: Ana Flávia Dias Silva<br>N°:03<br>2°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 00:26:01 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast - poesia parnasiana, Via Láctea de Olavo Bilac.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Beatriz Ribeiro. N°05. 2°A.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 01:37:20 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura Santomense</title>
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         <description><![CDATA[<div>Contexto histórico<br><br>As ilhas de São Tomé e Príncipe, situadas no Golfo da Guiné, foram descobertas pelos portugueses João de Santarém e Pedro de Escobar, entre 1470 e 1472, mas somente em 1493 foram, de fato, colonizadas. De acordo com relatos, o arquipélago antes da colonização não era habitado.  Os primeiros moradores eram colonos portugueses, crianças judias, degredados e escravos do continente africano.<br><br>A princípio os colonizadores mantinham relações íntimas com as escravas capturadas  da Costa da áfrica para aumento da população, que na época era muito pequena. O que resultou em uma mestiçagem luso-africana (filhos dos donos de engenho)  e interafricana (inter-étnica).<br><br>A sociedade que se formou era sustentada pelo trabalho escravo e pelo cultivo da cana-de-açúcar, que perdurou até o final do século XVI. A partir de então o país se tornou importante entreposto de escravos. No século XIX, os principais produtos agrícolas de São Tomé e Príncipe passaram a ser o café e o cacau, produtos cultivados nas roças.<br><br>Embora São Tomé e Príncipe mantivesse um regime escravocrata, alguns negros que ganhavam a liberdade conseguiam adquirir até mesmo direitos políticos, outros, herdeiros dos antigos engenhos, adquiriam poderes econômicos e passavam a constituir a aristocracia mestiça do país.<br>Em 1876, com a abolição da escravidão, foi implantado o regime de contratados, um sistema em que os negros eram contratados como serviçais para trabalhar nas roças.<br><br>Em 1960, surgiu um grupo que de fato se opunha aos ditames portugueses, e esse grupo, de ideologia marxista, deu origem ao Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), que culminou, em 12 de julho de 1975, com a independência do país. <br><br> O país continua dependente de ajudas externas, pois apresenta uma frágil situação financeira, sendo prova disso o fato de que mais da metade da população vive abaixo da linha da pobreza.<br><br>Talyta de Brito, 3° A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-31 21:30:20 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura Angolana</title>
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         <description><![CDATA[<div>Julha Valentim n°18 3°A<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 00:55:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 01:04:07 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura guineense</title>
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         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:  <br>Adriele Lapenda n°01 <br>Letícia Pries Dos Reis Gomes n°20<br>Mylena Zampieri Kugel n°28  <br>Alunas do 3°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 02:57:32 UTC</pubDate>
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         <title>SIMBOLISMO- CRUZ E SOUZA</title>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Julia Caroline Silva 2°B N°:10</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>0000106520467xsp</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Parnasianismo – séc. XIXOcorre no Brasil e na FrançaPrincipais características parnasianas: Retorno aos clássicos greco-latinos Culto à forma= forma perfeita da poesia Conceito de “arte pela arte” Objetividade e descrição detalhadaNo Brasil temos a “tríade parnasiana” composta pelos poetas:Olavo Bilac= “príncipe dos poetas”Raimundo CorreiaAlberto de Oliveira.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2020-09-24 21:02:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Fantasia
Para dourar a existência
Deus nos deu a fantasia;
Quadro vivo, que nos fala,
D’alma profunda harmonia.

Como um suave perfume,
Que com tudo se mistura;
Como o sol que flores cria,
E enche de vida a natura.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Como a lâmpada do templo<br>Nas trevas sozinha vela,<br>Mas se volta a luz do dia<br>Não se apaga, e sempre é bela.<br><br></div><div>Dos pais, do amigo na ausência,<br>Ela conserva a lembrança,<br>Aviva passados gozos,<br>E em nós desperta a esperança.<br><br></div><div>Por ela sonho acordado,<br>Subo ao céu, mil mundos gero;<br>Por ela às vezes dormindo<br>Mais feliz me considero.<br><br></div><div>Por ela, meu caro Lima,<br>Viverás sempre comigo;<br>Por ela sempre a teu lado<br>Estará o teu amigo.<br><br>Curiosidade <br><strong>Gonçalves Dias orgulhava-se de trazer em suas veias o sangue das três raças que formaram a etnia brasileira, este era filho de um comerciante português branco e de uma cafuza (mestiça de negro e índio), por isso a maioria de suas obrar apresentavam caráter nacionalista e indianista.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 17:01:53 UTC</pubDate>
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