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      <title>Favoritos by Glauber e Luis Fernande</title>
      <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks</link>
      <description>Criado com amor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-27 12:24:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-03-01 03:25:35 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>fernandepiquiri</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1227515636</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PLANO DE AÇÃO</strong>&nbsp;<br><br>Nome da comunidade: *<br>Fazenda Cruzeiro&nbsp;<br>Problema enfrentado por sua comunidade (escolhido):&nbsp;<br>Dificuldades das pessoas antigas do campo no transportes para irem às escolas.<br>ROTEIRO DE PLANO DE AÇÃO:<br>1. Descrição detalhada da ação que pretende desenvolver: *<br>Visitar algumas pessoas antigas para saber como era a vida deles de estudantes e as dificuldades enfrentadas por cada um.&nbsp;<br>Iremos com toda proteção: máscara e álcool em gel.&nbsp;<br>2. Objetivo(s) da ação: *<br>Obter conhecimentos relacionados a vida no campo, e a trajetória de vida de cada entrevistado como estudantes.<br>3. Tempo de duração e data(s) prevista(s) para executar: *<br>Não sei o tempo determinado ainda.&nbsp;<br>4. Pessoa(s) envolvida(s) na ação: *<br>Pessoas do campo<br>5. Recurso(s) necessário(s): *<br>Celular para registrar o momento de diálogo.<br>6. Procedimentos a serem empregados para desenvolver a ação (ex: realizar entrevista, tirar foto, dialogar, gravar áudio, aplicar questionário, fazer busca na internet, fazer cartaz etc). Obs: se houver entrevista ou questionário, colocar aqui as perguntas. *<br>Realizar entrevista<br>Tirar fotos se o entrevistado permitir.<br>Dialogar.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-02-22 16:58:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1227515636</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fernandepiquiri</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1227570642</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>RELATÓRIO DA AÇÃO&nbsp; </strong><br><br>Fazenda Cruzeiro situado no município de Canguaretama<br><br></div><div>O problema que obsevamos foi o de não ter uma escola disponível para os mais velhos que ali vivem. Nosso objetivo de início foi ter uma conversa com os mais antigos que moram lá de como era disponível a escola para eles em sua infância. Nós fomos em uma tarde no dia 2 de fevereiro, para conversarmos com eles em um diálogo tranquilo sem perguntas diretas para que não houvesse um certo incômodo por parte deles, e tudo ocorreu o melhor jeito possível. Nossa conversa com o pessoal durou em média 2h somando os diálogos que envolveram 7 pessoas pois visitamos as suas residências e uns falaram mais outras menos. Para não haver um certo constrangimento por parte do pessoal apenas utilizamos o aparelho celular para gravar nossa conversa ( com a permissão ) onde os mesmos não quiseram tirar fotos e alguns não quiseram colocar o seu nome.<br><br></div><div>Em nossa conversa conseguimos viver as histórias de cada um de perto, com a verdade nua e crua, sendo que a maioria disse não ter passado da 4°serie, e outros nem chegaram a ter acesso a escola. Na época de deles afirmaram ter uma escola na própria fazenda poucos metros de distância, mais que infelizmente foi fechada e nenhum deles sabiam o motivo e assim começaram a estudar no distrito de Piquiri onde eles iam a pé uma caminhada de em média 3km pra ir e o mesmo para voltar, além disso durante o resto do dia ajudavam os pais na lavoura e em casa. Um tempo depois começaram a estudar em Canguaretama, felizmente tinha um carro que os levavam até lá e os traziam todos os dias. Mais o cansaço do dia a dia era demais o que fazia eles abandonarem os estudos e apenas ajudar seus pais e assim muitos desistiram. Mais um tempo depois, cerca de 5 anos atrás, Dona Izabel, que já era profesaora e formada em pedagogia, deu início a um projeto lá em uma das casinhas que lá tinha disponível o dono da fazenda, Dr. Hermano Almeida, liberou uma casa para que ela fizesse seu projeto de reabrir uma pequena escola de EJA, para que os moradores de lá voltassem a ter aula e aprendessem pelo menos o básico, pois muitos não sabiam nem escrever seu próprio nome. E assim foi a escolinha funcionava toda noite, mais infelizmente não ia todos os alunos todos os dias, mais mesmo assim a escolinha se permanecia de pé e aprenderam muitas coisas inclusive a fazer seus nomes. Infelizmente após a política a escola se fechou e desde então está fechada.<br><br></div><div>Nossos resultados alcançados foram ótimos pois conseguimos em um diálogos com as pessoas ouvir seus passados e também a dificuldade do presente que era não ter uma escola para alguns que tinha interesse em aprender, hoje a maioria já aposentado querendo algo para aprender e também se distrair.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>Vimos de perto como era e é ainda hoje difícil a escolarização pra todos, como o quão difícil foi pra eles nos tempos que tinham que escolher se estuda ou ajudavam os pais no roçado, um fato difícil de se ouvir, mais que é real, a dificuldade que passaram e aos poucos foram perdendo a vontade de estudar e depois perderam a escola que tinham lá (demoliram), o que os fez perder mais ainda a vontade de estudar. Perguntamos a eles se eles ainda estudariam se houvesse uma escola, e a maioria respondeu que sim, com certeza, mais não queriam transporte para outro local, mais sim uma escola perto de casa, que eles se sentissem em casa, o que nos deixou tristes, mais também encorajados para lutar por um estudo para eles, e também uma ótima maneira de dividimos o que estamos aprendendo em nosso curso.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-02-22 17:08:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1227570642</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fernandepiquiri</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1227655028</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PARTICIPANTES</strong><br>Andrier<br>Glauber<br>Luis Fernande </div>]]></description>
         <pubDate>2021-02-22 17:22:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fernandepiquiri</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1227891677</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>REFERÊNCIAL TEÓRICO</strong> <br><br>[...] o homem não só se adapta ao mundo, como também o transforma. Essa <br>transformação ocorre em dois níveis: em primeiro lugar no nível da interação <br>do homem com a natureza e como ser da natureza, modificando o ambiente <br>natural com o uso de ferramentas. Ocorre também no nível da consciência, da <br>interação comunicativa entre os indivíduos e sua organização social <br>(SCHELLING, 1991, p.32).<br><br>Gohn (2009, p.16) reflete nesta direção: A educação ocupa lugar central na <br>acepção coletiva da cidadania. Isto porque ela se constrói no processo de luta <br>que é, em si próprio, um movimento educativo. A cidadania não se constrói por <br>decretos ou intervenções externas, programas ou agentes pré-configurados. <br>Ela se constrói como um processo interno, no interior da prática social em <br>curso, como fruto do acúmulo das experiências engendradas.<br><br>De acordo o artigo 28 da Lei nº 9.394/96: Na oferta de educação básica para a <br>população rural, os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias <br>à sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região, <br>especialmente: I - conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais <br>necessidades e interesses dos alunos da zona rural; II -organização escolar <br>própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e <br>às condições climáticas; III - adequação à natureza do trabalho na zona rural.<br><br>O aluno do meio rural quando chega à escola já traz de casa toda uma <br>bagagem de conhecimento valorativo criado a partir das relações anteriormente <br>estabelecidas, mas no atual processo educativo, a escola é, em contrapartida, <br>a negação do meio rural, pois realça as diferenças culturais deste aluno e, por <br>isso, ela o expurga, uma vez que não o reconhece enquanto sujeito desta <br>relação. (MENDES, MESQUITA, 2009, p. 491).<br><br>Pereira (2009, p. 178) A ideologia dominante sempre considerou o camponês <br>brasileiro como matuto analfabeto, fraco, atrasado, preguiçoso, ingênuo, <br>incapaz; um Jeca Tatu, que precisa ser redimido pela modernidade [...] As <br>escolas implantadas no campo só contribuíram para reforçar essa imagem. <br>Escolas com pedagogias bancárias, importadas da cidade como um pacote <br>pronto: currículo, calendário, cartilha e professor. Todos oriundos da cidade.<br><br>Para Mônica Molina, uma das formas de contemplar uma educação específica <br>para o campo é privilegiando o protagonismo dos movimentos sociais ligados a <br>ele, pois um dos objetivos da educação popular é contribuir para criar <br>condições do povo ser sujeito do processo de produção do conhecimento e de <br>sua própria vida (MOLINA,2006).<br><br>De acordo com Miguel Arroyo, a educação do campo tem que levar para a <br>academia a teoria da formação dos profissionais do conhecimento, todas as <br>discussões sobre modos diversos de produção do conhecimento, não só sobre <br>os produtos do conhecimento, mas sobre os próprios modos de produção do <br>conhecimento, sobre os diversos para- digmas (ARROYO. 2006).<br><br>A Educação do Campo precisa resgatar os valores do povo que se contrapõem <br>ao individualismo, ao consumismo e demais contra valores que degradam a <br>sociedade em que vivemos. A Escola é um dos espaços para antecipar, pela <br>vivência e pela correção fraterna, as relações humanas que cultivem a <br>cooperação, a solidariedade, o sentido de justiça e o zelo pela natureza <br>(ARROYO; CALDART; MOLINA, 1998).<br><br><strong>Referências:</strong><br>SCHELLING, Vivian. A presença do povo na cultura brasileira. Campinas: <br>Editora da UNICAMP, 1991.<br><br>GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. São Paulo: Cortez, 2009. <br>LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9.394/1996<br><br>MENDES, E. de P. P; MESQUITA, L. A. P. de. Geografia, educação rural <br>epertencimento: a valorização dos saberes e expressões culturais no ambiente <br>escolar. Anais do XI – EREGEO- Simpósio regional de Geografia. UFG –<br>Campus Jataí, 2009.<br><br>FERNANDES, B. M.; CERIOLI, P. R.; CALDART, R. S.Primeira Conferência <br>Nacional “Por uma Educação Básica do Campo”. In: ARROYO, M. G.; <br><br>CALDART, R. S.;MOLINA, M. C. (Orgs.). Por uma educação do campo.<br>Petrópolis: Vozes, 2004.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-02-22 18:03:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1227891677</guid>
      </item>
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         <title></title>
         <author>fglauber1</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1234038352</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrevista com a moradora da comunidade dona Silvia. Onde ela e seu esposo participaram da escolinha de EJA formada por professora Isabel, citado no áudio como "comadre Bel" assim conhecida por ela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-23 22:47:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>fglauber1</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1248147076</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 13:55:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fglauber1</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1248151677</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrevista com a professora Isabel. mulher de muita força e coragem, que teve a iniciativa de formar uma escolinha na comunidade em uma pequena casinha para passar seus ensinamentos para seus vizinhos e amigos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 13:59:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>fglauber1</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1248152335</link>
         <description><![CDATA[<div>Continuação da entrevista com a professora Isabel.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 13:59:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fglauber1</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1255009844</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem de local da antiga escola, demolida alguns anos, que fica dentro das terras da fazenda cruzeiro que tinha o nome da mãe de Dr. Hermano Almeida ( proprietário da fazenda) </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 19:11:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fglauber1</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1255037046</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de uma longa conversa com os moradores indo pra casa já ao anoitecer devido nós do grupo trabalharmos, mais que deu certo. Essa porteira é a entrada onde ficam as casas e moradores da Fazenda Cruzeiro, onde mora também o proprietário da mesma Dr. Hermano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 19:16:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>fernandepiquiri</author>
         <link>https://padlet.com/fernandepiquiri/Bookmarks/wish/1950809506</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>RELATÓRIO DA AÇÃO&nbsp; </strong><br><br>Fazenda Cruzeiro situado no município de Canguaretama<br><br></div><div>O problema que obsevamos foi o de não ter uma escola disponível para os mais velhos que ali vivem. Nosso objetivo de início foi ter uma conversa com os mais antigos que moram lá de como era disponível a escola para eles em sua infância. Nós fomos em uma tarde no dia 2 de fevereiro, para conversarmos com eles em um diálogo tranquilo sem perguntas diretas para que não houvesse um certo incômodo por parte deles, e tudo ocorreu o melhor jeito possível. Nossa conversa com o pessoal durou em média 2h somando os diálogos que envolveram 7 pessoas pois visitamos as suas residências e uns falaram mais outras menos. Para não haver um certo constrangimento por parte do pessoal apenas utilizamos o aparelho celular para gravar nossa conversa ( com a permissão ) onde os mesmos não quiseram tirar fotos e alguns não quiseram colocar o seu nome.<br><br></div><div>Em nossa conversa conseguimos viver as histórias de cada um de perto, com a verdade nua e crua, sendo que a maioria disse não ter passado da 4°serie, e outros nem chegaram a ter acesso a escola. Na época de deles afirmaram ter uma escola na própria fazenda poucos metros de distância, mais que infelizmente foi fechada e nenhum deles sabiam o motivo e assim começaram a estudar no distrito de Piquiri onde eles iam a pé uma caminhada de em média 3km pra ir e o mesmo para voltar, além disso durante o resto do dia ajudavam os pais na lavoura e em casa. Um tempo depois começaram a estudar em Canguaretama, felizmente tinha um carro que os levavam até lá e os traziam todos os dias. Mais o cansaço do dia a dia era demais o que fazia eles abandonarem os estudos e apenas ajudar seus pais e assim muitos desistiram. Mais um tempo depois, cerca de 5 anos atrás, Dona Izabel, que já era profesaora e formada em pedagogia, deu início a um projeto lá em uma das casinhas que lá tinha disponível o dono da fazenda, Dr. Hermano Almeida, liberou uma casa para que ela fizesse seu projeto de reabrir uma pequena escola de EJA, para que os moradores de lá voltassem a ter aula e aprendessem pelo menos o básico, pois muitos não sabiam nem escrever seu próprio nome. E assim foi a escolinha funcionava toda noite, mais infelizmente não ia todos os alunos todos os dias, mais mesmo assim a escolinha se permanecia de pé e aprenderam muitas coisas inclusive a fazer seus nomes. Infelizmente após a política a escola se fechou e desde então está fechada.<br><br></div><div>Nossos resultados alcançados foram ótimos pois conseguimos em um diálogos com as pessoas ouvir seus passados e também a dificuldade do presente que era não ter uma escola para alguns que tinha interesse em aprender, hoje a maioria já aposentado querendo algo para aprender e também se distrair.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>Vimos de perto como era e é ainda hoje difícil a escolarização pra todos, como o quão difícil foi pra eles nos tempos que tinham que escolher se estuda ou ajudavam os pais no roçado, um fato difícil de se ouvir, mais que é real, a dificuldade que passaram e aos poucos foram perdendo a vontade de estudar e depois perderam a escola que tinham lá (demoliram), o que os fez perder mais ainda a vontade de estudar. Perguntamos a eles se eles ainda estudariam se houvesse uma escola, e a maioria respondeu que sim, com certeza, mais não queriam transporte para outro local, mais sim uma escola perto de casa, que eles se sentissem em casa, o que nos deixou tristes, mais também encorajados para lutar por um estudo para eles, e também uma ótima maneira de dividimos o que estamos aprendendo em nosso curso.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-12-16 02:16:52 UTC</pubDate>
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