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      <title>SAÚDE COLETIVA II: REGISTROS  by </title>
      <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5</link>
      <description>PROCESSO DE APENDIZAGEM</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-23 16:16:28 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-07-05 01:17:04 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>        INFECÇÕES SEXUAMENTE TRANSMISSÍVEIS ((Profa. Sheron)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1659519482</link>
         <description><![CDATA[<div>O que aprendi na aula?&nbsp;<br><br>As Infecções Transmitidas por via Sexual/ no contexto atual precisa a atenção dos profissionais quanto as inovações das mais várias formas das práticas sexuais , o que pode resultar em contaminação de outras áreas que não se restringe a vagina e pênis.&nbsp;<br><br></div><div>Atualização da nomenclaturas de DST para IST se deve ao fato de que o termo&nbsp; doença corresponde ao desenvolvimento da manifestação clínica /desordem clínica. Já a&nbsp; infecção é a entrada e a multiplicação do patógeno no organismo e mesmo que não desenvolva a doença pode estar sendo&nbsp; transmitido independente de desenvolver as manifestações sistêmicas. &nbsp;<br><br></div><div>-PODEM SER CLASSIFICADA PELO TIPO DE PATOGENOS: (VÍRUS/BACTERIA/FUNGO) E PELA MANIFESTAÇÃO CLÍNICA (CORRIMENTO VAGINAL E URETRAL UCERA E VERRUGAS)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>CLASSIFICADA PELO TIPO DE PATOGENOS</strong></div><ul><li><strong>&nbsp;VÍRUS:</strong>&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;Herpes (Herpes simplex)/Condiloma acuminado Papiloma vírus humano (HPV)/Hepatites&nbsp; HIV &nbsp;</div><ul><li>&nbsp;<strong>BACTERIA:</strong></li></ul><div>&nbsp;Treponema Pallium (Sífilis)/Clamídia (Chlamydia trachomatis)/ Gonorreia (Neisseria gonorrhoeae)/* Vaginose: *múltiplos fatores&nbsp; &nbsp;</div><ul><li><strong>FUNGO&nbsp;</strong></li></ul><div>Candidíase (Cândida albicans)&nbsp;</div><ul><li><strong>PROTOZOÁRIO</strong></li></ul><div>Tricomoníase (Trichomonas vaginalis)&nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>CLASSIFICADA PELA MANIFESTAÇÃO CLÍNICA<br></strong><br></div><ul><li>&nbsp;<strong>CORRIMENTO VAGINAL</strong></li></ul><div>&nbsp;Gonorreia (inflamação na cérvice mulher) /Clamídia (inflamação na cérvice mulher) /Tricomoníase/&nbsp; Candidíase*&nbsp; Vaginose*&nbsp;</div><ul><li><strong>CORRIMENTO URETRAL</strong> &nbsp;</li></ul><div>Gonorreia/Clamídia/Uretrite &nbsp;</div><ul><li><strong>ULCERA GENITAL&nbsp;</strong></li></ul><div>Sífilis/Herpes&nbsp; &nbsp;</div><ul><li><strong>VERRUGAS ANOGENITAIS</strong>&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;HPV&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>LEMBRAR</strong>: Hepatite não causa corrimento e AIDS também não<br><br><br><strong><mark>ASPESCTOS IMPORTANTES SOBRE CANDIDÍASE E VAGINOSE(IMPORTANTE PRA DIFERENCIAR DAS ISTS (ATENÇÃO) </mark></strong><mark><br></mark><br></div><div>- <strong>CANDIDÍASE</strong> (Candida albicans/ glabrata, tropicalis, krusei)<br><br><strong>SINAIS E SINTOMAS: </strong><br><strong>Característicos:</strong>&nbsp; -Prurido -Corrimento geralmente grumoso (placas aderidas à parede vaginal) -Cor branca -Sem odor&nbsp; <br><strong>Demais:</strong> <strong>&nbsp;</strong>-Ardência, -Dispareunia -Eritema -Fissuras vulvares, -Edema vulvar e escoriações pelo ato de coçar.&nbsp; A clínica é soberana, iniciar o tratamento antes dos resultados do exame, se demorados. |&nbsp; <br><br><strong>DIAGNÓSTICO:</strong> Clínica é soberana, sendo identificado os sinais e sintomas característicos= <strong>iniciar o tratamento</strong>.&nbsp; -Mas solicita os exames para confirmação: teste de pH com resultado (&lt;4,5) (ácido) comprova. Esse PH propício da atuação do fungo.&nbsp; -A cândida recorrente é definida quando a paciente reporta 4 ou + episódios sintomáticos em um ano&nbsp; -Gravida, obesa, diabética com descompensado, uso antibiótico/corticoide/CO/imunossupressores/ uso de roupas que aumenta a umidade e calor local (exemplo: calça jeans). <br><br><strong>TRATAMENTO: </strong>1º: Miconazol creme 2% vaginal a noite com aplicador cheio ao deitar-se por 7 dias.<strong> Ideal, mas com grande recusa das mulheres devido o tempo e a necessidade da abstinência sexual (não retirar o produto) Focar na orientação explicar a necessidade e importância de não interromper o tratamento </strong>ou Nistatina 100.000 UI, via vaginal uma aplicação a noite por 14 dias&nbsp; (gestante só via vaginal). 2º:<strong> </strong>Flucanazol 150 mg, VO, dose única (<strong>Realidade:</strong> <strong>Usa-se mais a segunda opção) </strong>ou&nbsp; Intraconazol 100mg, 2 comprimidos 2x dia por um dia.&nbsp; <strong>&nbsp;Não trata parceiro (só em caso de sintomas).</strong> <strong>&nbsp;Recorrente ou complicada:</strong> <strong>&nbsp;Indução: </strong>Flucanazol 150 mg, VO, 1x dia (1, 4 e 7) Miconazol creme diário 10-14 dias&nbsp; <strong>Manutenção:</strong> fluconazol 150mg, VO, 1x por semana 6 meses.&nbsp; Miconazol creme 2x por semana <strong>&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>VAGINOSE BACTERIANA (</strong>Predomínio de Gardnerella vaginalis)<br><br><strong>SINAIS E SINTOMAS: </strong>Corrimento vaginal branco-acinzentado com odor fétido&nbsp; <br><br><strong>DIAGNÓSTICO: </strong>Presença de pelo menos três critérios de Amsel: 1. Corrimento vaginal homogêneo; 2. pH &gt; 4,5; 3. 3. Teste de Whiff positivo (odor fétido das aminas com adição de KOH a 10%) <br><br><strong>TRATAMENTO:</strong> Metronidazol 250mg 2 comprimidos VO 2x ao dia por 7 dias.&nbsp; <strong>Recorrente:</strong>&nbsp; Metronidazol 250mg 2 comprimidos VO 2x ao dia por 10-14 dias. Inclui gestantes e lactentes &nbsp;</div><div>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong><mark>&nbsp; ASPESCTOS IMPORTANTES DE CADA IST&nbsp;<br></mark></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>TRICOMONÍASE </strong>(Trichomonas vaginalis)<strong> <br></strong><br><strong>SINAIS E SINTOMAS:</strong> Corrimento vaginal intenso, amarelo-esverdeado, por vezes acinzentado,&nbsp; Bolhoso e espumoso Odor fétido (peixe podre)&nbsp; Prurido eventual sinusiorragia dispareunia. Disúria Microulcerações identificadas ao teste de Schiller “onçoide” ou “tigroide” <br><br><strong>DIAGNÓSTICO</strong>: Clínica soberana mas pode solicitar o exame a fresco&nbsp; <br><br><strong>TRATAMENTO</strong>: Metronidazol 400 mg 5 comprimidos VO dose única, 2g.&nbsp; Ou Metronidazol 25, 2 comprimidos, VO, 2x ao dia por 7 dias&nbsp; Tratar parceiro com memso esquema Inclui gestantes e lactentes.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>CERVICITE (</strong>Chlamydia trachomatis e a Neisseria gonorrhoeae)<br><br><strong>SINAIS E SINTOMAS: </strong>Se sintomático:&nbsp; Corrimento vaginal (intenso e doloroso), sangramento intermenstrual ou pós-coito, dispareunia, disúria, polaciúria, dor pélvica. Ao exame físico: dor à mobilização do colo uterino, material mucopurulento na endocérvice, edema cervical e sangramento ao toque da espátula ou swab. <br><br><strong>DIAGNÓSTICO: </strong>Clínica é soberana, mas solicita a biologia molecular e cultura <br><br><strong>TRATAMENTO:</strong> Para o tratamento o ideal é preciso considerar se a causa é a clamídia ou gonorreia, mas sem a possibilidade de saber em tempo hábil, realiza o tratamento para as duas.&nbsp; <strong>Na prática,</strong> quando eu trato a gonorreia estou tratando também a clamídia pois a principal medicação para tratar a clamídia é azitromicina que também é usado no tratamento da gonorreia. &nbsp; Seguindo o esquema:&nbsp; Ceftriaxona 500mg, IM, dose única com azitromicina 500mg, 2 comprimidos, VO, dose única. &nbsp; Nos casos de disseminação devido as inúmeras formas da relação sexual segue o esquema:&nbsp; Ceftriaxona IM ou IV ao dia em 7 dias + azitromicina 500mg, 2 comprimidos, VO, dose única.&nbsp; Conjuntivte gonogococica adulto: ceftriaxona 1g. IM, uma dose&nbsp; Nitrato de prata a 1%: aplicação única, na 1ª hora após o nascimento; ou&nbsp; Tetraciclina a 1% (colírio), aplicação única, na 1ª hora após o nascimento. Protocolo do ministérios: 2gts as indicações da medicação 1gt&nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>URETRITE (</strong>Neisseria gonorrhoeae e a Chlamydia trachomatis<strong>) <br></strong><br><strong>SINAIS E SINTOMAS</strong>: Inflamação e corrimento uretral que varia de mucoide a purulento, com volume variável, estando associado a dor uretral, disuria, estrangúria (micção lenta e dolorosa), prurido uretral e eritema de meato uretral. <strong>DIAGNÓSTICO</strong>: clínico/cultura <strong>TRATAMENTO: </strong>Tratar sempre o parceiro e voltar depois de 7 a 10 dias visto o risco de reinfecção (aparecer uma nova infecção) e o risco da resistência ao antibiótico. É importante diagnosticar o agente que está causando a infecção, mas se não for possível, trata como se fosse gonorreia, pois ao tratar a gonorreia trata-se também à clamídia. O esquema :&nbsp; <strong>Ceftriaxona 500mg, IM, dose única + azitromicina 500mg, 2 comprimidos, VO, dose única.</strong>&nbsp; Não é por gonorreia ou é comprovada por clamídia: <strong>azitromicina 500mg, 2 comprimidos, VO, dose única. </strong>&nbsp;Retratamento gonogococica: <strong>Ceftriaxona 500mg, IM, dose única com azitromicina 500mg, 4 comprimidos, VO, dose única</strong>.&nbsp; Alergia grave às cefalosporinas, indicar<strong> azitromicina 500mg, 4 cp, VO, dose única.</strong>&nbsp; Orientar: abstinência das relações sexuais desprotegidas até que o tratamento de paciente e parceiro&nbsp; esteja completo&nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>SÍFILIS/CANCRO DURO/LUES:&nbsp; (</strong>Treponema pallidum)<br><br><strong>SINAIS E SINTOMAS:</strong>Sífilis recente (primária, secundária com possibilidade maior de infecção e latente recente): até um ano de evolução; Sífilis tardia (latente tardia e terciária): mais de um ano de evolução.&nbsp; Atenção ao risco de transmissão na gravidez ou parto. Atenção no pré-natal&nbsp; A sífilis primária/“cancro duro”:&nbsp; úlcera, única, bordas bem definidas no pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca ou outros locais do tegumento, indolor, com base endurecida e fundo limpo, rica em treponemas.&nbsp; Com tratamento ou não, a lesão evolui para cicatrização. O tratamento impede que evolua para as fases seguintes.&nbsp; sífilis secundária os sinais e sintomas aparecem entre 6 semanas e 6 meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial: manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés, bem como febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo (linfonodomegalia).&nbsp; sífilis latente ou fase assintomática: não aparecem sinais ou sintomas. O diagnóstico faz-se exclusivamente pela reatividade dos testes treponêmicos e não treponêmicos. Latente recente (até um ano de infecção) e latente tardia (mais de um ano de infecção).&nbsp; sífilis terciária: Pode surgir de 1 a 40 anos depois do início da infecção. A inflamação causada pela sífilis nesse estágio provoca destruição tecidual. • Costuma apresentar sinais e sintomas, principalmente lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.<br>&nbsp; &nbsp;<strong><br>DIAGNÓSTICO: </strong>O diagnóstico é exclusivamente pela reatividade dos testes treponêmicos e não treponêmicos. &nbsp; Exames diretos e testes imunológicos (pesquisa de anticorpos em amostras de sangue total, soro ou plasma).&nbsp; COM UM RESULTADO POSITIVO É REALIZADA A CONTRAPROVA ( OUTRO TESTE DE OUTRO LABORATÓRIO) PARA CONFIRMAR DIAGNÓSTICO.&nbsp; Testes treponêmicos: detectam anticorpos específicos produzidos contra o T. pallidum. Em 85% dos casos, permanecem reagentes por toda vida, mesmo após o tratamento e, por isso, não são indicados para o monitoramento da resposta ao tratamento (teste rápido e FTA-Abs); quem teve Sífilis vai positivar no teste, para saber ser mais preciso nesse caso deve realizar o VDRL.&nbsp; Testes não treponêmicos: esses testes detectam anticorpos anticardiolipina não específicos para os antígenos do T. pallidum. Permitem a análise qualitativa e quantitativa (VDRL). Esse teste é usado para acompanhar&nbsp; o tratamento e saber se o paciente esta sendo curado pois quantifica as bactérias. Por exemplo: a titulação 1 para 16 diz é positivo o paciente está com sífilis, 1 para 8, 1 para 4 ou 1 para 2 indica involução da infecção com o tratamento.&nbsp; <br><br><strong>TRATAMENTO:</strong>Benzilpenicilina a mais eficiente, existem as alternativas mas não são tão eficientes quanto a Benzilpenicilina.&nbsp; Sífilis recente: Benzilpenicilina 2,4 milhões UI, IM dose única (1,2 milhões UI em cada glúteo).&nbsp; Alternativa (exceto para gestantes): Doxiciclina 100mg, 12 em 12h VO por 15 dias.&nbsp; Sífilis tardia: Benzilpenicilina 2,4 milhões UI, IM 1x por semana (1,2 milhões UI em cada glúteo) 3 semanas. (Mais usada na prática).&nbsp; Alternativa (exceto para gestantes): Doxiciclina 100mg, 12 em 12h VO por 30 dias.&nbsp; Neurossífilis:&nbsp; Benzilpenicilina potássica/cristalina, 3 a 4 milhões UI, 4/4h, IV, ou por infusão contínua, totalizando 18-24 milhões por dia, por 14 dias.&nbsp; Alternativo Ceftriaxona 2 g, IV, 1x/dia, por 10 a 14 dias.&nbsp; ENFERMEIRO PRESCREVE BENZENTACIL PARA O TRATAMENTO DE SÍFILIS SE PERMITIDO NO PROTOCOLO DO MUNICÍPIO.&nbsp; TESTE RÁPIDO POSITIVO: COMEÇA O TRATAMENTO.&nbsp; Reação de Jarish-Herxheimer (24h após 1ª aplicação) A MORTE DE VARIAS BACTERIAS LIBERA TOXINA E VAI GERAR REAÇÕES QUE PODEM SER CONFUNDIDAS COM PROCESSO ALÉRGICO&nbsp; (DORES DE CABEÇA/ LESÕES).&nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>OBSERVAÇÕES:&nbsp;</strong></div><div>Testa sempre: - Pessoa com episódio de exposição sexual sem uso de preservativo, em situação de violência sexual, com diagnóstico de outras IST, com parceria(s) sexual(is) com diagnóstico de sífilis, gestante, puérpera sem registro de teste para sífilis no pré-natal, abortamento, com sinais clínicos de sífilis e demais situações em que a avaliação clínica demonstrar necessário&nbsp;<br><br></div><div>• Anualmente: - Adolescente/jovem ≤30 anos, com vida sexual ativa&nbsp;<br><br></div><div>• A cada 6 meses: - Gay, HSH,* trabalhador(a) do sexo, travesti/transexual,* pessoa que usa álcool/outras drogas ou pessoa privada de liberdade - Pessoa vivendo com HIV .&nbsp;<br><br></div><div>* Descritos no protocolo, porém, é algo que gera grandes discussões pois esses grupos não deveriam estar inclusos como risco. O comportamento de risco que eles podem assumir os heterossexuais também podem.&nbsp;<br><br></div><div>• A cada 3 meses: - Pessoa em uso de PrEP e último teste para sífilis há mais de 3 meses<br><br></div><div><strong>HERPES (</strong>HSV-1 e HSV-2 possam provocar lesões em qualquer parte do corpo, há predomínio do tipo 2 nas lesões genitais e do tipo 1 nas lesões perorais)<br> <br><strong>SINAIS E SINTOMAS: </strong>É classificada em: primo-infecção herpética e surtos recorrentes. Mas é preciso considerar que muitas pessoas que adquirem a infecção por HSV nunca desenvolverão manifestações clínicas.&nbsp; A primoinfecção herpética: o período de incubação médio de 6 dias. Apresenta lesões eritemato-papulosas de 1 a 3mm de diâmetro, que rapidamente evoluem para vesículas sobre base eritematosa, muito dolorosas e de localização variável na região genital.&nbsp; Pode cursar com febre, mal estar, mialgia e disúria, com ou sem retenção urinária. Em especial, nas mulheres, pode simular quadro de infeção urinária baixa. A linfadenomegalia inguinal dolorosa bilateral está presente em 50% dos casos. O quadro pode durar de 2 a 3 semana&nbsp; Verrugas anogenitais: polimórficas, sendo as lesões pontiagudas denominadas condiloma acuminado tamanhos variados, podem se apresentar&nbsp; únicas ou múltiplas, achatadas ou papulosas, mas sempre papilomatosas ( superfície fosca semelhante à da couve-flor). Apresentam-se da cor da pele, eritematosas ou hiperpigmentadas.&nbsp; Geralmente são assintomáticas, mas podem ser pruriginosas, dolorosas, friáveis ou sangrantes. As verrugas anogenitais resultam quase exclusivamente de tipos não oncogênicos&nbsp; Homem: Prepúcio e glande, corpo do pênis e escroto. Na mulher: vulva, vagina e/ou cérvice.&nbsp; Nos dois: regiões inguinais ou perianais. Diante as novas práticas sexuais podem ser encontrados em: conjuntivas e mucosas nasal, oral e laríngea. <br><br><strong>DIAGNÓSTICO: </strong>Clínico nas mulheres recomenda-se o ´ preventivo e se preciso a colposcopia.<strong><br><br>TRATAMENTO:</strong> <strong>Prevenção: vacina</strong> Meninos de 11 a 14 Meninas de 9 a 14&nbsp; 2 doses com intervalo entre elas de 6 meses&nbsp; Imunossuprimidos/ oncológicos e PVHIV Mulher e Homem de 9 a 26 anos&nbsp; 3 doses com intervalo de 0, 2 e 6 meses <strong>&nbsp;Para a verruga: </strong>destruição das lesões identificáves. Prescrição médica/Enfermagem orienta imiquimode (aplicar a noite até o desaparecimento das verrugas ou por um período máximo de 16 semanas em cada verruga) e a podofilotoxina (aplicar 2x/dia, pela manhã e à noite, por 3 dias consecutivos, seguida por um período de quatro dias sem aplicação (um ciclo de tratamento). Caso haja qualquer verruga remanescente após 7 dias de aplicação, outro ciclo pode ser feito. Recomenda-se, no máximo, 4 ciclos de tto.&nbsp; Tratamento ambulatorial: Ácido tricloroacético (ATA) 80% a 90% em solução (pode em gestação), Podofilina 10%-25% (solução), Eletrocauterização, Exérese cirúrgica e Crioterapia (o nitrogênio líquido é atualmente a substância mais usada no tratamento ambulatorial das verrugas - é atóxica, podendo ser utilizada na gestação</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>AIDS:&nbsp; (</strong>HIV)<br><strong>SINAIS E SINTOMAS: </strong>A infecção pelo HIV envolve diversas fases:&nbsp; (infecção aguda) é o período do surgimento de sinais e sintomas inespecíficos da doença, que ocorrem entre a primeira e terceira semana após a infecção. A fase seguinte (infecção assintomática) pode durar anos, até o aparecimento de infecções oportunistas (tuberculose, neurotoxoplasmose, candidíase oral - marcador clínico precoce de imunodepressão) e algumas neoplasias (linfomas não Hodgkin e sarcoma de Kaposi). A presença desses eventos define a aids. <strong>DIAGNÓSTICO: </strong>coleta de sangue ou por fluido oral. No Brasil, temos os exames laboratoriais e os testes rápidos, que detectam os anticorpos contra o HIV em cerca de 30 minutos. pode ser detectada em, pelo menos, 30 dias a contar da situação de risco (Janela imunológica).&nbsp; <strong>TRATAMENTO: </strong>A terapia inicial: Tenofovir + lamivudina (TDF/3TC), Zidovudina + lamivudina (AZT/3TC), Dolutegravir (DTG), Efavirenz (EFV) e Raltegravir (RAL)&nbsp; Prevenção:&nbsp; PrEP Adm diária de 1cp (tenofovir + entricitabina) que impede que o HIV infecte o organismo, antes de a pessoa ter contato com o vírus. Após 7 dias de uso para relação anal e 20 dias de uso para relação vaginal. PEP É uma medida de prevenção de urgência à IST que deve ser iniciada preferencialmente nas 1ª 2h após a exposição e no máximo em até 72h por 28 dias (Tenofovir (TDF) + Lamivudina (3TC) + Dolutegravir (DTG) ou Atazanavir/ritonavir (ATV/r).</div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>HEPATITES VIRAIS ( ABCD)</strong><br><strong>SINAIS E SINTOMAS: </strong>Quando sintomáticas, podem causar: dor ou desconforto abdominal e muscular, fadiga, náusea e vômitos, inapetência, febre, urina escura e icterícia, prurido e sangramento esofágico ou no estômago (comum na HC), cirrose, CA de fígado. <strong>OBSERVAÇÃO: </strong>a hepatite D só ocorre em quem tem a hepatite B pois o Delta – precisa do HBV para realizar sua infecção); Quanto a transmissão:&nbsp; <strong>Fecal-oral:</strong> HAV • HEV/ <strong>Sangue</strong>*/ Pérfuro-cortante/ <strong>Sexual</strong>: HAV ( rara, mas devido as novas práticas sexuais podem ocorrer) HBV/ HCV/ HDV <strong>Vertical</strong>: HBV • HCV (rara) • HDV. <strong>DIAGNÓSTICO:</strong>&nbsp; testes rápidos (sangue ou oral) ou exames sorológicos exemplo, Anti-HBs e HBsAg. Anti-HBs ESTA IMUNI OU NÃO e HBsAg. TEM OU NÃO TEM . iMPORTANTE O DIAGNÓSTICO PRECOCE PAARA evitar a evolução da doença para cirrose ou câncer de fígado. TRATAMENTO: A vacina é uma forma de prevenção A e B vacinando da B se protege do D. <br><br><strong><mark>Atividade avaliativa:<br></mark></strong><mark><br></mark><strong>RESENHA DO FILME: MISS EVERS BOYS (1997) - COBAIAS.</strong></div><div><strong>Maria Lucilândia de Sousa</strong></div><div><br></div><div>O filme destaca problemáticas social/racial, éticas/bioética e política causando reflexões, sobretudo, devido a violação da vida dos negros e da participação direta dos profissionais no aceite e condução do estudo.</div><div>O “Estudo de Tuskegee”, em teoria, procurava comprovar que não existia diferença entre a Sífilis nos brancos e nos negros, entretanto, para isso foi suspendido o tratamento da Sífilis em um grupo de homens negros. Nesse contexto, destaca-se o trabalho da Enfermeira Evers na comunicação com os participantes, já que conseguia conversar de forma clara e objetiva com o grupo, convencendo-os a participarem do programa. Mas o seu trabalho foi usado como meio para favorecer interesses meramente científicos.&nbsp;</div><div>A suspensão do tratamento durou anos e permaneceu mesmo com a descoberta da Penicilina, importante medicação no tratamento (até hoje) da Sífilis, o compromisso dos profissionais de saúde na preservação da vida é assim rompido. Esses profissionais Infringiram o princípio ético da autonomia, que assegura o direito do paciente ter ciência de sua condição de saúde e tratamento, assim como ao negar o tratamento com o antibiótico, não atuaram sobre o princípio da beneficência, minimizando os prejuízos que a Sífilis causa e feriu o princípio da não maleficência, que garante ao paciente que a ação médica não lhe cause agravo à saúde.</div><div>Além disso, as consequências do estudo não afetava somente a população do estudo, isso porque é preciso pontuar a disseminação da infecção, quando consideramos que ao não tratar esses 400 homens, estavam sendo expostas as esposas (por via sexual) e filhos (por via congênita), por exemplo. Sendo assim, o impacto deve ter ocorrido de forma mais grave do que foi retratado explicitamente no filme.</div><div>É preciso também ressaltar o fator de maior indignação, o estudo foi desenvolvido porque os participantes eram negros, algo que não seria aprovado caso fossem brancos. Demostra assim o quanto discriminatória era a sociedade na época, o que foi evidenciado também quando a Enfermeira saiu do programa e o único lugar que ela conseguiu emprego foi como doméstica, isso muito provável devido a sua cor.&nbsp; Outro fator em destaque é que o médico e enfermeira eram negros e aceitaram participar do estudo na perspectiva da possibilidade de igualdade e respeito à raça, entretanto nada justifica a crueldade e desumanização do estudo.</div><div><br><br></div><div><mark><br><br><br></mark><br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 16:19:18 UTC</pubDate>
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         <title>       PLANEJAMENTO FAMILIAR (Profa. Sheron)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Saúde sexual</strong>:&nbsp; vida sexual segura e satisfatória<br><br><strong>Saúde reprodutiva:</strong> bem-estar físico mental e social relacionado a todos os processos que envolvem o sistema reprodutor<br><br><strong>Planejamento familiar:</strong> ações que envolvem a saúde sexual e reprodutiva que visa prevenção e promoção do bem estar relacionado ao sistema reprodutor, realizado com todos os grupos a partir da puberdade. Considerando aqui o direito da concepção e anticoncepção, pré-natal, prevenção&nbsp; de ISTs e de cânceres: mama, colo de útero, pênis, prostata. Além de promover a&nbsp; vida sexual segura e satisfatória.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>CONTRACEPÇÃO</strong><br><br><strong>TEMPORÁRIO:</strong> <br><strong><br>-BARREIRA</strong> ( IMPEDE O ESPERMATOZOIDE CHEGAR NO OVÓCITO): camisinha (condom), diafragma, espermaticidas, capuz cervical, esponjas vaginais.<br><br>-<strong>ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS:</strong><br><br>-ORAIS&nbsp; DE PROGESTOGÊNIO - MINIPÍLULA: principalmente lactentes, Noretisterona 0,35 mg com 35 comprimidos ativos. Levonorgestrel 0,03 mg com 35 comprimidos ativos. Via oral, não faz intervalo, tomar no mesmo horário 1 vez ao dia. <br><br>-ORAIS COMBINADOS: combinação de progesterona e estrogênio. Os principais disponíveis na unidade básica são: Diane 35, Selene e Ciclo 21. São 21 comprimidos para serem tomados 1 por dia, no mesmo horário, ao término da cartela pausa de 7 dias e começa novamente outra cartela no 8º dia. Se são 22 comprimidos a pausa é de 6 dias, começa no 7º dia a outra cartela . Ingerir sempre no mesmo horário.<br><br>-INJETÁVEL: <br><br>-MENSAL: administra no primeiro dia da menstruação ou até o quinto dia . As aplicações&nbsp; a cada 30 dias, limite considerado mais ou menos três dias independente da menstruação. Exemplo Noregyna.<br><br>TRIMESTRAL: administra no primeiro dia da menstruação ou até o sétimo dia, aplica a cada 3 meses\considera o limite de duas semanas antes ou duas semanas depois da data prevista independente da menstruação. Exemplo: Acetato de medroxiprogesterona 150 mg (depo provera).<br><br>-<strong>NATURAIS:</strong><br><br> Métodos que visam identificar o período fértil para fins de anticoncepção ( abster-se da relação sexual nesse período) ou de concepção.<br><br>Tabelelinha – Ogino-knaus: para uso desse método é preciso contar a duração de cada ciclo, começando pelo 1º dia da menstruação até o dia que antecede a seguinte. Deve fazer isso por&nbsp; 6 a 12 ciclos e então verifica-se o ciclo mais curto e o mais longo e calcula a diferença entre eles. Se a diferença for de 10 dias ou mais, a mulher não deve usar esse método. Para determinar a duração do período fértil da seguinte maneira: Subtrai 18 do ciclo mais curto ( o resultado é o dia do início do período fértil);&nbsp; Subtrai 11 do ciclo mais longo, obtém-se o dia do fim do período fértil. Com o resultado conta quantos dias tem desde o inicio ao último dia do período fértil para saber a duração. <br><br>OUTROS: <strong>temperatura basal </strong>( afere a temperatura diariamente&nbsp; por via oral, retal ou vaginal; desde o 1º dia do ciclo,&nbsp; pela manhã, antes de realizar qualquer atividade e após um período de repouso de no mínimo 5h). <strong>Muco Cervical – Billings </strong>(avalia o aspecto do muco, quando no período fértil se torna mais cristalino, transparente e elástico. <strong>Coito Interrompido </strong>( não ocorre a ejaculação no canal vaginal). <strong>Relação sexual sem penetração vaginal<br>Método da Lactação e Amenorreia – LAM (</strong> atenção se a menstuação surgir mesmo amamentando exclusivamente não é mais seguro).<br><br><strong>EMERGÊNCIA</strong>: <br><br>USAR SOMENTE EM CONDIÇÕES DE EMERGENCIA/ O USO FREQUENTE PODE CAUSAR SÉRIOS DANOS A MULHER DEVIDO A GRANDE CARGA HORMONAL ASSIM COMO O USO ROTINEIRO LEVA A PERDA DA EFICÁCIA. <br><br>A OMS recomenda o uso até 5 dias (120h) após a relação sexual desprotegida, entretanto quanto mais<br>precoce o uso maior a margem de proteção. Desse modo preferencialmente usar nas primeiras 24h.<br><br>Esquema: quando pílulas combinadas (etinilestradiol e levonorgestrel -YUZPE): VO: 2 doses: pílulas com 0,05 mg de etinilestradiol e 0,25 mg de levonorgestrel por cp, usar 2cp a cada 12h. No caso de utilização de pílulas contendo 0,03 mg de etinilestradiol e 0,15 mg de levonorgestrel por cp, usar 4cp a cada 12h.<br><br>Pílula só com levonorgestrel (progestrogênio) PAE): dose total 1,5mg. VO: 2 doses de 0,75 mg com intervalo de 12h ou dose única de 1,5 mg.<br><br>OBS: Se a mulher vomitar dentro de 2h após tomar as pílulas, ela deve tomar nova dosagem. PODE CAUSAR: Náuseas, vômitos, tontura, fadiga, cefaleia, mastalgia, diarreia, dor abdominal e irregularidade menstrual. Para fazer uso dos métodos atinconceptivos posteriormente deve aguardar o retorno da mesntruação para os hormonais e o DIU, esperar regular o ciclo no caso dos comportamentais e fazer uso de preservativo até que possa regular o uso dos outros anticoncepcionais.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>DEFINITIVOS (ESTERILIZAÇÃO)<br></strong><br>Laqueadura na mulher e Vasectomia no homem<br>&nbsp;<br>Permitida&nbsp; nas seguintes situações:<br><br>- Homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores de 25 anos ou, pelo menos, com 2 filhos vivos, com prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da<br>vontade e o ato cirúrgico; <br><br>- É proibido a laqueadura na mulher durante os períodos de parto ou aborto ou até o 42º dia do pós-parto ou aborto, exceto nos casos de comprovada necessidade, por cesarianas sucessivas anteriores;<br>Definitivo/<br>Cirúrgico<br><br>-No âmbito conjugal a laqueadura da mulher depende do consentimento dela e do companheiro.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>CONCEPÇÃO<br><br>Avaliação pré-concepcional: </strong>Anamnese e exame ginecológico completo.<strong> </strong>Realizar exames, Hemograma, Glicemia de jejum, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus, HIV, Sífilis, Hepatite B, tipagem sanguínea e fator Rh, Sumário de urina. <strong>Orientações:</strong> nutricionais, vacinal, uso de drogas lícitas e ilícitas, registro sistemático dos ciclos menstruais e estímulo para que o intervalo entre as gestações seja de, no mínimo, dois anos. Orienta o uso dos metodos comportamentais para saber os dias férteis. Iniciar o uso do ácido fólico (5 mg, VO/dia, durante 60 a 90 dias antes da concepção). Com a concepção, orientar o início do pré-natal.<br><br>Dica de material da&nbsp; @med.ensina1 resumindo o conteúdo: https://drive.google.com/file/d/1R9B5nt0hulQi27o2OzZbn2vlF0ARCv8y/view?usp=sharing<br><br><mark>Atividade avaliativa: </mark>https://drive.google.com/file/d/1rnKS63fcylmUA8jzMrdTCQDaLBF3swbZ/view?usp=sharing<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 16:19:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>                                     PRÉ-NATAL(Profa. Sheron)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1659529557</link>
         <description><![CDATA[<div>SÓ INICIA COM A COMPROVAÇÃO DA GRAVIDEZ (hCG (cuidado pois algumas doenças&nbsp; causa a produção)/TRG/USG ginecológica ou obstétrica clínica.<br><br><strong>1ª CONSULTA:</strong><br><br>Traz RESULTADOS COMPROVANDO A GRAVIDEZ (hCG/TRG/USG ginecológica ou obstétrica clínica)? Não? Solicita e faz o TRG.<br><br>-Acolher (cuidado para identificar se é uma gravidez desejada ou não/ se foi planejada ou não) as expectativas e os conhecimentos sobre gestação/parto. Ficha de pré-natal/caderneta da gestante/SISPRENATAL<br><br>- Conhecer o contexto socioeconômico e epidemiológico, os antecedentes ginecológicos/obstétricos e familiares, situação da gravidez atual.<br><br>-Solicitar: beta hCG ou TRG. hemograma, tipagem sanguínea e fator Rh, coombs indireto (se for Rh negativo), glicemia em jejum, teste rápido de triagem para sífilis e/ou<br>VDRL/RPR, teste rápido diagnóstico anti-HIV, toxoplasmose IgM e IgG, sorologia para<br>hepatite B (HbsAg), rubeola e citomegalovírus, sumário de urina – SU, ultrassonografia obstétrica, citopatológico de colo de útero (se for necessário), exame da secreção vaginal<br>(se houver indicação clínica), parasitológico de fezes (se houver indicação clínica).<br><br>-Avaliar: DUM, DPP, IG, IMC, PA, peso, altura, se tem alguma queixa ou dúvidas, orientar o autocuidado.<br><br>-Avaliar Vacina: olhar o cartão de vacina para Dt/dTpa (Após a 20ª semana aplicar dTpa se esquema completo e se só recebeu uma dose, aplica a dt e depois da 20ª aplica a dTpa, se recebeu 2 doses aplica a dTpa depois da 20ª semana.&nbsp; Hepatite: se esquema completo não vacina, se incompleto completa as doses faltosas com intervalo de no mínimo 30 dias. Influenza&nbsp; administra se estiver em campanha.<br><br>-Identificar risco da gestação: <br><br>Alto risco: doenças crônicas previas a gravidez, gravidez anterior de alto risco. Encaminhar para a atenção secundária&nbsp; PN de alto risco<br><br>Caso não apresente, permanecer avaliando os riscos no curso da gestão de doenças ou condições que venham a trazer risco a ela e bêbê.<br><br>-Prescrever: <br><br>OBS: caso chegue na unidade no primeiro trimestre = Acido Fólico, 1 comprimido de 5mg, 1 vez ao dia, 30 comprimidos no mês, via oral, ingerir 1h antes do almoço.<br> <br>Sulfato Ferroso, 1 comprimido de 40mg, 1 vez ao dia, 30 comprimido no mês, via oral,<br>ingerir 1h antes do almoço, ingerir com suco de laranja, ou de abacaxi, ou de acerola, ou<br>de limão.<br><br>-O uso de repelente diário.<br><br>Agendar a outra consulta <br><br>Observações: <br><br>Encaminhar para a emergência quando:<br><br>DPP/PP/Pré-eclâmpsia e eclâmpsia/ ISOIMUNIZAÇÃO RH/ANEMIA GRAVE hemoglobina&lt;8/TPP/TVP/ IG A PARTIR DE 41 s/ .<br><br><strong>SINAIS DA GRAVIDEZ</strong>:<br><br>PRESUNTIVOS: náuseas, amenorreia, fadiga, vertigem, sonolência, hiperplasia mamária, hiperplasia dos tubérculos de montgomery, cloasma gravídico, poliúria, linha nigra e sinal de Hunter.<br><br>PROBABILIDADE: beta hCG, sinal&nbsp; de Hegar: istmo do útero com consistência amolecida ao toque vaginal, sinal de Goodell: amolecimento do colo uterino ao toque vaginal, Chadwick: se refere à distensão venosa da vulva, pelo aumento do fluxo sanguíneo. Aumento do volume uterino.<br><br>CERTEZA: USG TV,BCF, RX, movimentos fetais, contrações de Braxton Hicks, sinais de puzos ou hechaço fetal ( deslocamento do feto ao toque vaginal).<br><br><strong>NÚMERO DE CONSULTAS</strong> (mínimo 6 MS/ 7 REDE CEGONHA)<br><br>MENSAIS ATÉ 28ª s<br>QUINZENAIS DA 28ªs - 36ªs<br>SEMANAIS- 36ª- 41s e 6d. Mas considerando ATÉ O NASCIMENTO<br><br>TRIMESTRES (MS):&nbsp; &nbsp; <br>1º: 1 CONSULTA<br>2º: 2 CONSULTAS<br>3º: 3 CONSULTAS<br><br>TRIMESTRES (RC):<br>1º: 2 CONSULTA<br>2º: 2 CONSULTAS<br>3º: 3 CONSULTAS&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br>Com 41s encaminhar para avaliação.<br><br><strong>CÁLCULOS: </strong><br><br>DPP: &nbsp; Com a data da DUM&nbsp; soma 7 aos dias e 9 aos meses. Se os meses passam de 12 diminui o resultado por 12&nbsp; Exemplo: A soma deu 05-17 (o ano não tem 17 meses) então 12-15= 03 fica no caso 05-03). Se o número de dias passa do limite de dias do mês o que sobra será considerado no próximo mês ( Exemplo: A soma deu 32-10/ (Outubro só tem 31 dias, sobra 1 que é o primeiro dia do próximo mês/ fica no caso 01-11)<br><br>Sem NÃO se sabe a DUM, considera 5 para início do mês, 15 para o meio do mês e 25 para o fim do mês.<br><br>IG: conta quantos dias tem entre a data da última menstruação ao dia da consulta e divide por 7.<br><br><strong>EXAMES:</strong><br>1º trimestre (0-13 semanas): hemograma, tipagem sanguínea e fator Rh, coombs indireto<br>(se for Rh negativo), glicemia em jejum, teste rápido de triagem para sífilis e/ou<br>VDRL/RPR, teste rápido diagnóstico anti-HIV, toxoplasmose IgM e IgG, sorologia para<br>hepatite B (HbsAg), rubeola e citomegalovírus, sumário de urina – SU, ultrassonografia<br>obstétrica, citopatológico de colo de útero (se for necessário), exame da secreção vaginal<br>(se houver indicação clínica), parasitológico de fezes (se houver indicação clínica).<br><br>2º trimestre (14-26): teste de tolerância para glicose com 75g, se a glicemia estiver acima<br>de 85mg/dl ou se houver fator de risco (realize este exame preferencialmente entre a 24a e<br>a 28ª semana), coombs indireto (se for Rh negativo) e toxoplasmose.<br><br>3º trimestre (27-41\42): hemograma, glicemia em jejum, coombs indireto (se for Rh<br>negativo), VDRL, Anti-HIV, Sorologia para hepatite B (HbsAg), toxoplasmose, rubéola e<br>citomegalovírus, sumário de urina – SU, USG transvaginal\obstétrica.<br><br><strong>ATENÇÃO PARA:<br></strong><br><strong>DIAGNÓSTICO DE DIABETES GESTACIONAL:</strong><br><br>Glicemia de jejum com resultado de 92 a 125mg/dl, ou TOTG 75g com valores em 1h maior ou igual a 180 mg/dl ou depois de 2h com valores de 153 a 199 mg/dl. <br><br><strong>DM:</strong> É importante lembrar que: se a glicemia maior igual a 126 é Diabetes Mellitus e TOTG maior igual 200mg/dl também é DM, ou seja, já era uma paciente diabética.<br><br><strong>SINDROMES HIPERTENSIVAS ESPECÍFICAS DA GESTAÇÃO identificada quando PA &gt; igual 140x90 com IG &gt; igual a 20s, podendo ser do tipo:</strong></div><div><br>Hipertensão arterial gestacional: transitória quando termina com o final da gestação e crônica quando continua mesmo com o fim da gestação.<br><br>Pré- eclâmpsia:&nbsp; aparecimento de HAS e PROTEINÚRIA (&gt; 300 mg/24h) depois da 20ª SEMANA de gestação em mulheres previamente normotensas. No entanto,&nbsp; é importante ficarmos atentos à definição de pré-eclâmpsia, pois a presença da proteinúria é dispensável no diagnóstico da pré-eclâmpsia se a paciente já apresentar níveis pressóricos que caracterizem comprometimento de órgãos-alvo&nbsp; <br><br>Eclampsia:&nbsp; pré-eclâmpsia complicada por CONVULSÕES que não podem ser atribuídas a outras causas <br><br>Gestante e parceiro com SÍFILIS (Penicilina Benzatina):<br><br>Se for primária aplicar uma dose 2.400.000 UI (1.200.000 em cada nádega).<br><br>Secundária ou latente recente: duas doses com o intervalo de uma semana aplica 2.400.000 UI (1.200.000 em cada nádega) depois de uma semana aplica 2.400.000 UI (1.200.000 em cada nádega)<br><br>Terciária ou latente tardia: três doses com o intervalo de uma semana. Aplica 2.400.000 UI (1.200.000 em cada nádega) depois de uma semana aplica 2.400.000 UI (1.200.000 em cada nádega) depois de uma semana aplica 2.400.000 UI (1.200.000 em cada nádega).<br><br>Coombs indireto: mãe negativa e parceiro positivo pesquisar anti-Rh . Se positivo: Matergam entre 28ª e 30ª semanas ou 72h pós parto 300mg (1500UI) IM/glúteo. <br><br>Toxoplasmose:<br>&nbsp;IgG e IgM -: susceptibilidade, então orienta prevenção.<br>IgG + e IgM -: imunidade <br>IgG - e IgM +: infecção recente (repete 3 semanas, se IgG + infecção recente <br>IgG e IgM +: provável infecção aguda, solicita avidez se fraca recente se forte antiga.<br><br>Manobra de Leopold<br><br>&nbsp;01 Delimite o fundo do útero com a borda cubital de ambas as mãos e reconheça a parte fetal que o ocupa; <br>02 Manobras de Leopold Deslize as mãos do fundo uterino até o polo inferior do útero, procurando sentir o dorso e as pequenas partes do feto; <br>03 Explore a mobilidade do polo, que se apresenta no estreito superior pélvico; <br>04 Determine a situação fetal, colocando as mãos sobre as fossas ilíacas, deslizando-as em direção à escava pélvica e abarcando o polo fetal, que se apresenta. <br><br>Memorizar:&nbsp; <strong>F</strong>undo uterino; <strong>D</strong>orso; <strong>A</strong>presentação (cefálica, pélvica ou córmica); <strong>S</strong>ituação (longitudinal ou transversal); <br><br>BCF: &nbsp; Protocolo da Atenção Básica: Saúde das Mulheres (2016), a FC fetal normal é de 110 a 160 bpm. O manual de Pré-natal de Baixo Risco do MS (2013) descreve o valor de 120 a 160 bpm. Dopller auscuta a partir da 10ª-12ªs/ Pinard 20ªs.<br><br>Diagnosticar parto: contrações rítmicas em 10 e 10 minutos com duração geralmente de 30s. Dilatação 3cm multíparas e 4s nulíparas. Apagamento do colo.<br><br>Puerpério: avaliar a mulher quanto as questões psicológicas (os riscos de depressão pós parto), sanar dúvidas, avaliar mama, avaliar ferida cirúrgica, se cesariana&nbsp; ou episiotomia, avaliar o retorno do útero e o quantitativo e aspecto do sangramento e se tem presença de infecção.&nbsp; <br><br><mark>Atividade avaliativa:<br></mark><br>https://drive.google.com/file/d/1qkXJyvqkwLpiLWW2wF0a3y7_lyCItYBp/view?usp=sharing<br><br><br><br><br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 16:34:20 UTC</pubDate>
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         <title>PNAB (POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO BÁSICA) (Profa. Emery Ciana)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1679017754</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><strong>Os&nbsp; PRINCÍPIOS da PNAB são</strong>:<br><br></div><div>1-<strong>Universalidade</strong>: possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos. As equipes que atuam na Atenção Básica nas UBS devem receber e ouvir todas as pessoas que procuram seus serviços, de modo universal, de fácil acesso e sem diferenciações excludentes.<br><br></div><div><strong>- Equidade: </strong>ofertar o cuidado, reconhecendo as diferenças nas condições de vida e saúde e de acordo com as necessidades das pessoas, considerando que o direito à saúde passa pelas diferenciações sociais e deve atender à diversidade.&nbsp;<br><br></div><div><strong>- Integralidade:</strong>&nbsp; conjunto de serviços que atendam às necessidades da população adscrita nos campos do cuidado, da promoção e manutenção da saúde, da prevenção de doenças e agravos, da cura, da reabilitação, redução de danos e dos cuidados paliativos. Inclui a responsabilização pela oferta de serviços em outros pontos de atenção à saúde e o reconhecimento adequado das necessidades biológicas, psicológicas, ambientais e sociais causadoras das doenças, e manejo das diversas tecnologias de cuidado e de gestão necessárias a estes fins, além da ampliação da autonomia das pessoas e coletividade.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>As DIRETRIZES da PNAB são:<br></strong><br></div><div><strong>- Regionalização e Hierarquização:</strong> dos pontos de atenção da RAS, tendo a Atenção Básica como ponto de comunicação entre esses. Considera-se regiões de saúde como um recorte espacial estratégico para fins de planejamento, organização e gestão de redes de ações e serviços de saúde em determinada localidade, e a hierarquização como forma de organização de pontos de atenção da RAS entre si, com fluxos e referências estabelecidos.<br><br></div><div><strong>- Territorialização e Adstrição</strong>: de forma a permitir o planejamento, a programação descentralizada e o desenvolvimento de ações setoriais e intersetoriais com foco em um território específico, com impacto na situação, nos condicionantes e determinantes da saúde das pessoas e coletividades que constituem aquele espaço e estão, portanto, adstritos a ele.&nbsp;<br><br></div><div>-<strong> População Adscrita:</strong> população que está presente no território da UBS, de forma a estimular o desenvolvimento de relações de vínculo e responsabilização entre as equipes e a população, garantindo a continuidade das ações de saúde e a longitudinalidade do cuidado e com o objetivo de ser referência para o seu cuidado.<br><br></div><div>-<strong> Cuidado Centrado na Pessoa: </strong>desenvolvimento de ações de cuidado de forma singularizada, que auxilie as pessoas a desenvolverem os conhecimentos, aptidões, competências e a confiança necessária para gerir e tomar decisões embasadas sobre sua própria saúde e seu cuidado de saúde de forma mais efetiva. A família, a comunidade e outras formas de coletividade são elementos relevantes, muitas vezes condicionantes ou determinantes na vida das pessoas e, por consequência, no cuidado.<br><br></div><div>- <strong>Resolutividade:</strong>&nbsp; importância da Atenção Básica ser resolutiva, utilizando e articulando diferentes tecnologias de cui-dado individual e coletivo, por meio de uma clínica ampliada capaz de construir vínculos positivos e intervenções clínica e sanitariamente efetivas, centrada na pessoa, na perspectiva de ampliação dos graus de autonomia dos indivíduos e grupos sociais. Deve ser capaz de resolver a grande maioria dos problemas de saúde da população, coordenando o cuidado do usuário em outros pontos da RAS, quando necessário.<br><br></div><div>&nbsp;- <strong>Longitudinalidade do cuidado:<br></strong>Pressupõe a continuidade da relação de cuidado, com construção de vínculo e responsabilização entre profissionais e usuários ao longo do tempo e de modo permanente e consistente, acompanhando os efeitos das intervenções em saúde e de outros elementos na vida das pessoas , evitando a perda de referências e diminuindo os riscos de iatrogenia que são decorrentes do desconhecimento das histórias de vida e da falta de coordenação do cuidado.<br><br></div><div>- <strong>Coordenar o cuidado:</strong> elaborar, acompanhar e organizar o fluxo dos usuários entre os pontos de atenção das RAS. Atuando como o centro de comunicação entre os diversos pontos de atenção, responsabilizando-se pelo cuidado dos usuários em qualquer destes pontos através de uma relação horizontal, contínua e integrada, com o objetivo de produzir a gestão compartilhada da atenção integral. Articulando também as outras estruturas das redes de saúde e intersetoriais, públicas, comunitárias e sociais.<br><br></div><div>- <strong>Ordenar as redes:</strong> reconhecer as necessidades de saúde da população sob sua responsabilidade, organizando as necessidades desta população em relação aos outros pontos de atenção à saúde, contribuindo para que o planejamento das ações, assim como, a programação dos serviços de saúde, parta das necessidades de saúde das pessoas.<br><br></div><div>&nbsp;- <strong>Participação da comunidade: </strong>estimular a participação das pessoas, a orientação comunitária das ações de saúde na Atenção Básica e a competência cultural no cuidado, como forma de ampliar sua autonomia e capacidade na construção do cuidado à sua saúde e das pessoas e coletividades do território.&nbsp;<br><br></div><div><strong>São atribuições dos Enfermeiros/as que atuam na Atenção Básica:</strong></div><div><br></div><div>I - Realizar atenção à saúde aos indivíduos e famílias vinculadas às equipes e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações entre outras), em todos os ciclos de vida;<br><br></div><div>II - Realizar consulta de enfermagem, procedimentos, solicitar exames complementares, prescrever medicações conforme protocolos, diretrizes clínicas e terapêuticas, ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal, observadas as disposições legais da profissão;<br><br></div><div>III - Realizar e/ou supervisionar acolhimento com escuta qualificada e classificação de risco, de acordo com protocolos estabelecidos;<br><br></div><div>IV - Realizar estratificação de risco e elaborar plano de cuidados para as pessoas que possuem condições crônicas no território, junto aos demais membros da equipe;<br><br></div><div>V - Realizar atividades em grupo e encaminhar, quando necessário, usuários a outros serviços, conforme fluxo estabelecido pela rede local;<br><br></div><div>VI - Planejar, gerenciar e avaliar as ações desenvolvidas pelos técnicos/auxiliares de enfermagem, ACS e ACE em conjunto com os outros membros da equipe;<br><br></div><div>VII - Supervisionar as ações do técnico/auxiliar de enfermagem e ACS;<br><br></div><div>VIII - Implementar e manter atualizados rotinas, protocolos e fluxos relacionados a sua área de competência na UBS;&nbsp;<br><br></div><div>IX - Exercer outras atribuições conforme legislação profissional, e que sejam de responsabilidade na sua área de atuação.<br><br><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-14 13:42:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE  (Profa. Juscinaide)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1815851627</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PUERICULTURA:<br></strong><br>Consulta periódica de uma criança para avaliar seu crescimento, desenvolvimento e todo o contexto que envolve a chegada do novo membro. Durante essas consultas deve-se realizar orientações educativas,&nbsp; promoção da saúde, ações para prevenção de doenças e observação dos riscos e vulnerabilidades.&nbsp;</div><div><br><strong>Anamnese:</strong><br><br>-Informações desde a concepção, gestação, nascimento e período neonatal.<br><br>-Avaliar de acordo com a idade a habilidade motoras,&nbsp; linguagem gestual e falada e desenvolvimento socioafetivo.<br><br>-Avaliar o calendário vacinal <br><br>- Avaliar contexto socioeconômico<br><br>-Hábitos alimentares, intestinais, urinários, sono, higiene corporal e bucal, lazer e atividade física. <br><br><strong>EXAME FÍSICO:</strong><br><br>Realizado de acordo com a idade da criança.<br><br><strong>Dados antropométricos (principais)</strong>:&nbsp; peso, comprimento/altura, índice de massa corpórea (IMC), perímetro cefálico, perímetro torácico (até os 3 anos de idade) e circunferência abdominal. As informações devem ser anotadas e avaliadas nas curvas disponíveis na Caderneta de Saúde da Criança e deve ser repassada as informações para os pais. <br><br>Em síntese, avalia-se: <br><br><strong>Crescimento: </strong>avalia se está adequado para a idade ou não<br>Estado nutricional: criança eutrófica ou distrófica ;<br><br><strong>Vacinação:</strong> completa ou incompleta;<br><br><strong>Alimentação:&nbsp; </strong>amamentação adequada ou não, introdução alimentar adequada ou não, alimentos adequados ou não;<br><br><strong>Desenvolvimento:</strong> motor, linguagem e socioafetivo adequado ou com atraso;<br><br><strong>Ambiente físico e emocional: </strong>se tem segurança, se expõe a riscos, se tem proteção, se tem conflitos e a rede de apoio se existe e por quem é formada.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div><div><strong><mark>ATIVIDADE SOLICITADA:<br><br></mark></strong><strong>DE</strong> <strong>NARRAÇÃO DE UMA CONSULTA DE PUERICULTURA RELATIVA AO 24ª MÊS DE VIDA</strong></div><div><br><strong><em>Trabalho na íntegra:</em></strong> https://docs.google.com/document/d/1iGr2nf2wq_a1yfCWCzWmluf6sAeWLdN6nUONVwFHEQw/edit?usp=sharing</div><div><br></div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://docs.google.com/document/d/1iGr2nf2wq_a1yfCWCzWmluf6sAeWLdN6nUONVwFHEQw/edit?usp=sharing" />
         <pubDate>2021-10-14 03:20:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CUIDADO INTEGRAL A PESSOA COM TUBERCULOSE (Profa. Juscinaide)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1815905216</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TUBERCULOSE: </strong>doença infectocontagiosa que acomete mais o pulmão, entretanto, pode acometer a laringe, ossos, meninges, gânglios, rins entre outros. É uma doença negligenciada de grande importância epidemiológica e que necessita de uma atuação segura e eficiente dos enfermeiros (as) para as ações de prevenção, controle e tratamento.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div><div>-<strong>Plano de ação </strong>para a <strong>prevenção, controle e tratamento oportuno </strong>da tuberculose em uma Unidade Básica de Saúde.</div><div><br></div><div><strong>PLANO DE AÇÃO PARA&nbsp; PREVENÇÃO</strong></div><div><br><br></div><ul><li>Ações de Educação em Saúde:&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>roda de conversa a cada três meses com a população para explicar o que é a doença, seus sinais e sintomas, forma de transmissão e a importância do tratamento oportuno realizado precocemente. O momento é oportuno também para desmistificar os estigmas relacionados à doença, podendo ser utilizadas tecnologias educativas como jogos para trabalhar o que é mito e o que é verdade sobre a tuberculose.&nbsp;</div><div><strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Enfermeiro (a)/ Técnicos /ACS</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>capacitações com os Agentes Comunitários de Saúde sobre a tuberculose, com o intuito de prepará-los para orientar a comunidade sobre a doença (seus sinais e sintomas, forma de transmissão e a importância do tratamento oportuno realizado precocemente) , assim como identificar precocemente&nbsp; os casos suspeitos e estimular a busca pelo serviço de saúde para a avaliação clínica.</div><div><strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Enfermeiro (a)</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>roda de conversa com os diagnosticados para estimular a regularidade do tratamento e explicar a importância, assim como orientar o paciente quanto às medidas de autocuidado e sanar as dúvidas e questionamentos. Acolher e apoiar. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Enfermeiro (a)</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>roda de conversa com os familiares dos diagnosticados para explicar a importância da rede de apoio para o sucesso do tratamento, aproveitar o momento e &nbsp; realizar a&nbsp; avaliação desses e orientar quanto às medidas de proteção individual e familiar para a prevenção. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Enfermeiro (a)</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>fazer avaliação de<strong> </strong>contatos, amigos, colegas de pessoas diagnósticadas para detecção de tuberculose. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Enfermeiro (a)</div><div><br><br></div><div><strong>Atividade: </strong>convidar a comunidade, instigando o papel de liderança desses para disseminar as informações, relativas à prevenção, controle e tratamento, estimulando também a ruptura dos paradigmas e preconceitos. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Enfermeiro (a)</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>buscar parceria com as secretarias de saúde, cursos de graduação em Enfermagem e cursos Técnicos para a realização de campanhas e das atividades de Educação em Saúde. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Enfermeiro (a)</div><div><br><br></div><ul><li>Ações de Investigação Epidemiológica:&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong>Atividade:</strong> realizar visitas domiciliares, principalmente nas áreas de maiores vulnerabilidades. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Enfermeiro (a)</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>realizar busca ativa de sintomáticos respiratórios, convocar os faltosos e os contatos <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Equipe de Saúde</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>ofertar os testes rápidos. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Equipe de Saúde</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>acompanhar os casos diagnosticados. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Equipe de Saúde</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>realizar vigilância dos contatos. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Equipe de Saúde</div><div><br></div><div><strong>Atividade: </strong>realizar baciloscopia de escarro dos sintomáticos respiratórios, em pacientes com suspeita clínica e/ou radiológica de TB pulmonar, independentemente do tempo de tosse e no acompanhamento e controle de cura em casos pulmonares com confirmação laboratorial. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Enfermeiro (a)</div><div><br><br></div><ul><li>Outras ações&nbsp;</li></ul><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Atividade:</strong> identificar paciente que chega na Unidade com SR, interrogar sobre a presença e tempo da tosse&nbsp; e investigar. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Equipe de Saúde</div><div><br></div><div><strong>Atividade:</strong> oferecer ao SR máscara e ensinar etiqueta da tosse. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Equipe de Saúde</div><div><br></div><div><strong>Atividade:</strong> instruir que os SR ou diagnosticados com TB pulmonar ou laríngea ainda infectante esperem o atendimento em áreas ventiladas. <strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Equipe de Saúde</div><div><br></div><div><strong>Atividade:</strong> priorizar o atendimento.<strong>Profissionais que irão realizar:</strong> Equipe de Saúde</div><div><br></div><div><strong>Atividade:</strong> orientar o paciente para a coleta da baciloscopia, explicar o que é e como coletar a amostra.</div><div><br><br></div><div><strong>PLANO DE AÇÃO PARA CONTROLE</strong></div><div><br></div><ul><li>Consultas:&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong>Atividade:</strong> Realizar uma consulta mensalmente, para verificar e acompanhar o estado geral de saúde do paciente.&nbsp;</div><div><br></div><ul><li>Como deve ser a consulta:</li></ul><div><br></div><ul><li>Anamnese:&nbsp;</li></ul><div><br></div><div>Inicialmente é preciso realizar uma anamnese completa, com os dados pessoais e os seus hábitos de vida, para poder identificar as potencialidades que podem ser enfatizadas e as dificuldades e deficiências que precisam de maior atenção e de intervenções. Dessa forma, avalia :</div><ol><li>Alimentos habituais</li><li>Evacuações e micções</li><li>Atividade/repouso</li><li>Higiene</li><li>Habitação (condições de moradia)</li><li>Mudanças relacionadas ao problema de saúde</li><li>Ensino /aprendizagem (adesão e dificuldades).</li><li>Reações frente ao diagnóstico de tuberculose</li><li>Suporte social e familiar do paciente</li><li>&nbsp;Segurança/Proteção: tabaco, álcool, outras drogas, alergias</li></ol><div><br></div><ul><li>Exame Físico:&nbsp;</li></ul><div><br></div><div>É importante o exame físico, com foco para alguma queixa específica (Principalmente referente às queixas de TB pulmonar: tosse, emagrecimento, febre vespertina. Mas sem esquecer das outras formas de manifestação da tuberculose). Avalia peso,&nbsp; altura, IMC, aparência geral, condições da pele (integridade, umidade, elasticidade), condições mucosas, avaliação pulmonar, avaliação cardíaca, abdominal.&nbsp;</div><div><br></div><ul><li>Tratamento Terapêutico:</li></ul><div><br></div><div><strong>-Atividade:</strong></div><div><br></div><ol><li>Repassar todas as informações necessárias</li><li>Quais medicações; como fazer o uso; possíveis reações adversas;</li><li>Retirar todas as dúvidas</li><li>Acompanhar a adesão do paciente ao tratamento.</li><li>&nbsp;Explica a&nbsp; relevância de seguir o tratamento de maneira correta.&nbsp;</li><li>Explicar a importância e realizar o Controle Bacteriológico ( Resistência )</li><li>Baciloscopia mensal nos casos de TB pulmonar para o monitoramento da efetividade do tratamento.</li><li>Espera-se a negativação da baciloscopia a partir do final da segunda semana de tratamento.</li><li>Pacientes com baciloscopia positiva ao longo do tratamento devem ser avaliados quanto à adesão, falência e/ou resistência.</li><li>Instigar o apoio familiar para melhorar a adesão&nbsp;</li></ol><div><br></div><ul><li>Para controle de transmissão</li></ul><div><br></div><div>1.&nbsp; Realizar busca ativa dos SR e dos contatos&nbsp;</div><div>2. Orientar quanto às medidas de cuidado ( etiqueta de tosse, tratamento medicamentoso adequado).</div><div><br><br><br><br></div><div><strong>PLANO DE AÇÃO PARA O TRATAMENTO OPORTUNO</strong></div><div><br></div><div><strong>-Atividade: </strong>para um tratamento em tempo oportuno é preciso a busca ativa de TB, identificar precocemente o SR e realizar baciloscopia para diagnosticar o quanto antes.</div><div><br></div><div><strong>-Atividade:</strong> realizada a baciloscopia com o resultado positivo,<strong>&nbsp; </strong>já<strong> </strong>iniciar o esquema básico de TB conforme o protocolo do MS</div><div><br></div><div>-<strong>Atividade: </strong>prescrição do esquema básico para adultos e adolescentes, é:</div><div><br></div><div><strong>1- Intensiva ou ataque&nbsp; ( duração de 2 meses): </strong>objetiva reduzir rapidamente a população bacilar e a eliminação dos bacilos com resistência natural a algum medicamento. Com a redução rápida da população bacilar diminui a contagiosidade. Para isso, são associados medicamentos com alto poder bactericida.</div><div><br></div><div>A apresentação farmacológica, atualmente em uso, para o esquema básico é de comprimidos em doses fixas combinadas com a apresentação tipo 4 em 1 (RHZE)&nbsp; ( SUS ):</div><div><br></div><div><strong>R- </strong>rifampicina (150 mg)</div><div><strong>H- </strong>isoniazida (75 mg)</div><div><strong>Z- </strong>pirazinamina (275mg)</div><div><strong>E- </strong>Etambutol (275 mg)&nbsp;</div><div><br></div><div>-É preciso considerar a faixa de peso:</div><div><br></div><div>20-35 kg- São 2 comprimidos&nbsp;</div><div>36-50 kg- São 3 comprimidos</div><div>51-70 kg- São 4 comprimidos</div><div>Acima de 70 kg 5 comprimidos</div><div><br></div><div><strong>2- Manutenção ( 4 meses):&nbsp; </strong>a fase de manutenção tem o intuito de eliminar os bacilos latentes ou persistentes e reduzir a possibilidade de recidiva da doença. Nessa fase, são associados dois medicamentos com maior poder bactericida e esterilizante, aqueles que tem atuação em todas as populações bacilares.</div><div>2 em 1 (RH).</div><div><br></div><div><strong>R- </strong>rifampicina (150 mg)</div><div><strong>H-</strong>isoniazida (75 mg)</div><div><br></div><div>-É preciso considerar a faixa de peso:</div><div><br></div><div>20-35 kg- 1 comprimido de 350/ 150 mg ou 150/ 75 mg&nbsp;</div><div>36-50 kg- 1 comprimidos de 350/ 150 mg + 1 de&nbsp; 150/ 75 mg&nbsp; ou 3 de 150/ 75 mg&nbsp;</div><div>51-70 kg- 2&nbsp; comprimidos de 350/ 150 mg ou 4 de 150/ 75 mg&nbsp;</div><div>Acima de 70 kg 5 comprimidos- 2 comprimidos de 350/ 150 mg + 1 de&nbsp; 150/ 75 mg&nbsp; ou 5 de 150/ 75 mg&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Em crianças:</strong></div><div><br></div><div>-O esquema básico em crianças (&lt; de 10 anos de idade) é composto por três fármacos na</div><div>fase intensiva (RHZ), e dois na fase de manutenção (RH), com apresentações farmacológicas</div><div>individualizadas (comprimidos e/ou suspensão).</div><div><br></div><div><strong>Fase intensiva (RHZ):</strong></div><div><br></div><div>Rifampicina: 20kg:&nbsp; 15 (10-20) mg/dia; 21-25 kg: 300 mg/dia; 26-30 kg: 450 mg/dia; 31-35 kg: 500 mg/dia; 36- 39 kg: 600 mg/dia, 40-44 kg:&nbsp; 600 mg/dia; 45 kg:&nbsp; 600 mg/dia</div><div><br></div><div>Isoniazida: 20kg:&nbsp; 10 (7-15) mg/dia;&nbsp; 21-25 kg: 200&nbsp; mg/dia,&nbsp; 26-30 kg: 300 mg/dia; 31-35 kg:&nbsp; 300 mg/dia; 36- 39 kg: 300 mg/dia; 40-44 kg: 300 mg/dia;&nbsp; 45 kg: 300 mg/dia.</div><div><br></div><div>Pirazinamida 20 kg: 35 (30-40) mg/dia;&nbsp; 21-25 kg:750 mg/dia, 26-30 kg: 1.000 mg/dia; 31-35 kg: 1.000 mg/dia; 36- 39 kg: 1.500 mg/dia; 40-44 kg: 1.500 mg/dia; 45 kg: 2.000 mg/dia</div><div><br></div><div><strong>Fase de manutenção (RH):</strong></div><div><br></div><div>Rifampicina: 20 kg:15 (10-20); 21-25 kg:&nbsp; 300, 26-30 kg:&nbsp; 450 ; 31-35 kg: 500;&nbsp; 36- 39 kg: 600;&nbsp; 40-44 kg: 600; 45 kg: 600</div><div>Isoniazida: 20 kg: 10 (7-15)mg/dia , 21-25 kg: 200 mg/dia;&nbsp; 26-30 kg: 300 mg/dia;&nbsp; 31-35 kg:&nbsp; 300 mg/dia; 36- 39 kg: 300 mg/dia; 45 kg: 300 mg/dia</div><div><br><br><br></div><div><strong>Orientações:&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>-Na atenção Primária é manejado os casos novos e retratamento (recidiva após cura e reingresso após abandono): Esquema Básico para adultos e Esquema Básico para crianças.</div><div><br></div><div>- Em casos de TB meningoencefálica e osteoarticular em adultos e adolescentes (≥ 10 anos de idade) a fase de manutenção é de 10 meses.</div><div><br></div><div>-Em todos os esquemas de tratamento, os medicamentos deverão ser ingeridos diariamente e de uma única vez.</div><div><br></div><div>-O Esquema Básico pode ser administrado nas doses habituais para gestantes e, dado risco</div><div>de toxicidade neurológica ao feto atribuído à isoniazida, recomenda-se o uso de piridoxina</div><div>(50mg/dia).</div><div><br></div><div>-Não há contraindicações à amamentação, desde que a mãe não seja portadora de mastite</div><div>tuberculosa. É recomendável, entretanto, que faça uso de máscara cirúrgica ao amamentar</div><div>e ao cuidar da criança, enquanto a baciloscopia do escarro se mantiver positiva.</div><div><br><br></div><div><strong><br></strong>Plano de cuidado na íntegra:&nbsp;<br><br>https://docs.google.com/document/d/1aXd4BTSBgHD1fk8uCXeotyhex1Q5BNPCYpc_wmdSalc/edit?usp=sharing<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 03:44:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1815905216</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CUIDADO INTEGRAL A PESSOA COM RANSENÍASE   (Profa. Juscinaide)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1815911377</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Mapa mental no sobre o conteúdo de Hanseníase na íntegra:<br>https://drive.google.com/file/d/1Xf1bd3oWi1j1ip0ho5Td6HZprPvbdMP8/view?usp=sharing</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1276340255/11d159f7bf160ce449b74b6f2e40ecfb/Mapa_Mental___Hansen_ase.pdf" />
         <pubDate>2021-10-14 03:47:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1815911377</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1815935975</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>02) RELAÇÃO DA PNAISP COM A REALIDADE ATUAL DA PANDEMIA POR COVID-19 (Profa. Emery Ciana)</strong></div><div>&nbsp;</div><ol><li>O sistema prisional brasileiro tem como realidade sanitária condições insalubres e sub-humanas, caracterizados pela superlotação, condições anti-higiênicas e falta de acesso adequado à saúde. Nesse contexto, epidemiologicamente falando, torna-se um campo propício para o desenvolvimento de doenças e agravos.&nbsp;</li><li>Assim, considerando essa vulnerabilidade e demais questões associadas, surgiu a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) que tem por objetivo garantir o acesso dessa população ao cuidado integral a saúde com a implantação de equipes de atenção primária intramuros e o correto encaminhamento para outros pontos da Rede de Atenção à Saúde (RAS), como aos serviços de média e alta complexidade extramuros. Procura-se com essa política uma atenção integral resolutiva, contínua e de qualidade às necessidades de saúde das pessoas privadas de liberdade, frisando a ênfase no controle e redução dos agravos mais frequentes que vos acometem.&nbsp;</li><li>No entanto, quando parte para a efetivação dessa política as principais dificuldades são impostas pela própria condição de confinamento, questões estruturais e gerenciais. E esse quadro intensificou os desafios quando se instalou o contexto pandêmico.&nbsp;</li><li>Com o advento da COVID-19 as vulnerabilidades do sistema prisional ficaram cada vez mais evidentes, principalmente mediante a falta de adesão a PNAISP e consequentemente das condutas planejadas e sistematizadas que essa política incentiva para controle e prevenção de doença destinada à população privada de liberdade. O que se percebe é um completo despreparo do estado e municípios para lidar com a chegada desta pandemia ao sistema penitenciário, algo que poderia ter outro resultado se a PNAISP fosse adotada na íntegra.</li><li>As taxas de incidência e de mortalidade nesse grupo devido a COVID-19 são, até 38 vezes superiores à da população em geral. Intervenções foram cobradas para e assim surgiram estratégias como o desencarceramento, que foi apoiadas pela OMS e pela Organização das Nações Unidas, isolamento dos grupos de riscos, suspensão de visitas.&nbsp;</li><li>No entanto, no Brasil, observa-se uma dualidade, por um lado tem a corrente de possibilidades de medidas que promovem políticas de manutenção da vida e por outro&nbsp; existe o uso do atual momento para impor condições ainda mais degradantes às pessoas privadas de liberdade, como a estratégia de usar contêineres como celas, para ampliação de vagas.</li><li>Essas medidas fogem totalmente dos princípios da PNAISP que preza pela humanização, equidade de acesso à saúde e respeito aos direitos humanos, já que não apresenta condições de ventilação natural, não possibilita regulação térmica, além de impossibilitar o isolamento social, medida básica de proteção contra o contágio pelo <em>SARS-CoV-2</em> já que seria colocado nesses locais vários detentos.</li><li>&nbsp;Nesse cenário, vê-se uma negligência política que reforça a negação a atenção no alto índice de transmissibilidade do vírus em locais com aglomerações e precariedades sanitárias, como nos presídios, além de não acatar as recomendações e todas as manifestações institucionais que apoiam as recomendações do Conselho Nacional de Justiça e sendo contrário ao que preza a PNAISP.&nbsp;</li><li>Mas, por outro lado, o contexto pandêmico possibilitou em partes o estreitamento nas relações entre as redes de atenção em saúde municipal e a gestão penitenciária, abrindo portas para a perspectiva da adesão dos municípios à PNAISP, situação considerada um grande desafio para a implementação da Política, devido a premissa de&nbsp; que&nbsp; o&nbsp; cuidado&nbsp; desta&nbsp; população&nbsp; diz&nbsp; respeito&nbsp; apenas&nbsp; ao&nbsp; estado. Assim foi permitido a reflexão sob uma importante ótica de&nbsp; compressão sobre a saúde, como é elucidada na PNAISP, em que&nbsp; o cuidado&nbsp; das pessoas privadas de liberdade cabe de forma compartilhada ao estado, município e o próprio sistema prisional, assegurando que seja garantido a esse grupo o acesso à política de saúde e demais direitos sociais.&nbsp;</li></ol><div><br>Pesquisas em: https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/wp-content/uploads/2020/04/cartilha_sistema_prisional.pdf<br><br>https://www.scielo.br/j/csc/a/GCbXVPLqVYQ7Kxz7SsVCjVS/?lang=pt&amp;format=pdf<br><br>https://www.cnmp.mp.br/portal/todas-as-noticias/13481-especial-o-impacto-da-covid-19-no-sistema-prisional-e-a-atuacao-do-cnmp<br><br>http://rbepdepen.depen.gov.br/index.php/RBEP/article/view/265<br><br>http://www.cib.rj.gov.br/arquivos-para-baixar/boletins-cib/2346-covid-fora-das-prisoes-ultima-atualizacao/file.html</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 04:00:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1815935975</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PROMOÇÃO DA SAÚDE (Profa. Sheron)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1817882370</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><pre>    <strong>Promoção da Saúde e Prevenção:</strong></pre><div><br>-<strong><mark>Promoção da saúde:</mark></strong><strong><em>&nbsp;</em></strong></div><ul><li>Promoção da saúde esta relacionado a repasse de informações que tem o intuito de estimular e orientar a melhora do estilo de vida por meio da transformação/mudança comportamental para hábitos saudáveis do indivíduo e coletividade. Dessa forma, a promoção da saúde está relacionada às atividades educativas em vista aos riscos comportamentais, essas atividades contam com a disseminação de informações.&nbsp;<mark>(</mark><strong><mark>Foco na Educação)</mark></strong><strong>.&nbsp;</strong></li></ul><div><br></div><div><strong>Ex:</strong> Palestras, entrega de panfletos etc..<br><br><strong><mark>Prevenção de doenças: </mark></strong>&nbsp;</div><ul><li>Já a prevenção são as atividades práticas e orientadas realizadas com o objetivo de&nbsp; prevenir diretamente determinada doença.&nbsp; <strong><mark>(Foco na doença, nos agravos).&nbsp;</mark></strong></li></ul><div><br></div><div><strong>Ex: </strong>Exame citopatológico.<br><br>&nbsp; <strong>Diferenciar promoção e prevenção;<br></strong><br></div><div>Dessa forma, os dois termos eles são diferentes, porém complementares. Sendo o certo ressaltar que prevenção está relacionada a atividades que visam prevenir determinada doença, já a promoção visa a qualidade melhor de vida promover saúde. &nbsp;<br><br></div><div><strong>Como aplicar a promoção e a prevenção:<br></strong><br></div><div>Tudo o que se refere à educação, meio de empoderamento&nbsp; em que ocorre somente a disseminação de informação se refere a promoção da saúde.<br><br></div><div>•&nbsp; Capacitação<br><br></div><div>• Educação em saúde<br><br></div><div>• Roda de conversa<br><br></div><div>• Palestra<br><br></div><div>• Campanhas<br><br></div><div>• Informes: cartaz, panfleto, folder, imagens, vídeo.<br><br></div><div>Tudo o que se refere à ações práticas que visam prevenir doenças específicas, se refere a prevenção da saúde.<br><br></div><div>• Vacinação<br><br></div><div>• Papanicolau<br><br></div><div>• Exames em geral<br><br></div><div>• Exercício físico</div><div><br></div><div>• Consultas.<br><br></div><div><br></div><pre>       <strong> Atividade assíncrona </strong><strong><em> </em></strong></pre><ul><li>Leitura da Politica Nacional Promoção da Saúde</li><li>https://drive.google.com/file/d/1s4rKXrfQwDfbq7G3kAs5wecAsD9QuPZ0/view?usp=sharing</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 18:17:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1817882370</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A EVOLUÇÃO DOS MODELOS DE FAMÍLIA/FERRAMENTA PARA ABORDAGEM COM FAMÍLIA E O CUIDADO DE ENFERMAGEM  (Profa. Edilma)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1818040347</link>
         <description><![CDATA[<div>-Oficina sobre genograma e ecomapa (ANEXADO)<br><br>-Atividade de dispersão (A presentação sobre oModelo FIRO):<br><br><strong>O que foi apresentado:</strong><br><br> O modelo é baseado em Orientações Fundamentais nas Relações interpessoais, do original em inglês Fundamental Interpersonal Relations Orientations (FIRO).&nbsp;<br><br>As proposições do modelo F.I.R.O., quanto ao estudo das famílias, são aplicáveis em quatro situações: 1. quando as interações na família podem ser categorizadas nas dimensões inclusão, controle e intimidade, ou seja, a família pode ser estudada quanto às suas relações de poder, comunicação e afeto; 2. quando a família sofre mudanças importantes, ou ritos de passagem, tais como descritos no ciclo de vida, e faz-se necessário criar novos padrões de inclusão, controle e intimidade; 3. quando a inclusão, o controle e a intimidade constituem uma sequência inerente ao desenvolvimento para o manejo de mudanças da família; 4. quando as três dimensões anteriores constituem uma sequência lógica de prioridades para o tratamento: inclusão, controle e intimidade.&nbsp;<br><br>A inclusão diz respeito à interação dentro da família para sua vinculação e organização, ou seja, desvenda os que “estão dentro” ou os que “estão de fora” do contexto familiar apresentado. Aprofunda os conhecimentos da organização familiar e dos papéis dos indivíduos nessa família e entre as gerações. Percebe a conectividade, ou seja, a interação entre os familiares, buscando clarear as questões de comprometimento, de educação e do sentimento de pertencer à família. Conhece os modos de compartilhar, a interação entre os familiares, a identidade da família como um grupo, incluindo as questões de valores e dos rituais familiares.&nbsp;<br><br>O controle refere-se às interações do exercício de poder dentro da família. Podem ser identificadas situações de : 1. controle dominante, quando um exerce influência sobre todos os demais, caracterizando o controle unilateral; 2. controle reativo, quando se estabelecem reações contrárias, ou seja, de reação a uma influência que quer tornar-se dominante; 3. controle colaborativo, quando se estabelece a divisão de influências entre os familiares.&nbsp;<br><br>A intimidade refere-se às interações familiares correlatas às trocas interpessoais, ao modo de compartilhar sentimentos, tais como esperanças e frustrações, ao desenvolvimento de atitudes de aproximação ou de distanciamento entre os familiares, às vulnerabilidades e às fortalezas.&nbsp;<br><br>Os comportamentos ligados à saúde e aos transtornos, por exemplo, o hábito de fumar e a obesidade, podem servir como um modo de os membros da família serem incluídos ou excluídos das vidas uns dos outros, criar terreno para uma batalha pelo controle e para abrir e fechar oportunidades para a intimidade.&nbsp;<br><br>Quando o paciente e sua família experimentam uma doença séria, a esfera da inclusão é aquela onde as mais fundamentais e precoces mudanças podem ocorrer. Por exemplo, o membro doente pode perder papéis, perder o emprego, a função de cuidar de casa ou de alguém.<br><br> À medida que os papéis vão mudando, o paciente gravemente enfermo vai sentindo a perda do controle. Ele pode se sentir irresponsável ou incompetente. Então, mudanças na intimidade podem ser experimentadas, manifestadas por um decréscimo nas trocas afetivas entre o paciente e a família .&nbsp;<br><br>Essa ferramenta é muito útil quando nos deparamos com situações de doenças agudas, de hospitalizações ou acompanhamento das doenças crônicas, pois a família deverá negociar, entre seus membros, possíveis alterações de papéis decorrentes das crises familiares advindas dessas situações.<br><br> Ela também pode ser usada para entender como uma família está lidando com alterações no ciclo de vida, ou na avaliação de disfunções conjugais ou familiares,.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 19:47:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projetos terapêuticos singular / Dispositivos e ferramentas de gestão compartilhada (Profa. Edilma) </title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1818061452</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>Atividade de dispersão - Estudo do caso e elaboração de PTS</strong></h1><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 20:01:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1818061452</guid>
      </item>
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         <title>ASSISTÊNCIA A PESSOA COM HIPERTENSÃO (Profa. Evanira):</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1818082423</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Consultas de enfermagem:<br><br>-</strong>Processo educativo: orientação das medidas que&nbsp; reduzem a pressão arterial ( hábitos alimentares<br>adequados para manutenção do peso corporal e de um perfil lipídico desejável, estímulo à vida ativa e aos exercícios físicos regulares, redução da ingestão de sódio, redução do consumo de bebidas alcoólicas, redução do estresse e abandono do tabagismo).<br><br>-Avaliar risco cardiovascular pelo escore de Framingham para saber o risco e selecionar aqueles com maiores riscos e fazer ações mais intensas voltadas para eles. <br><br>Como? <br><br>1-Coleta informações sobre fatores de risco prévios de acordo com a tabela dos riscos, quando o usuário apresentar mais de um fator de risco baixo/intermediário realiza o cálculo.<br><br>2-Avaliada a idade, exames de LDLc, HDLc, PA e<br>tabagismo. <br><br>3-Estabelece uma pontuação e, olha na tabela<br>o risco percentual de evento cardiovascular em dez anos para homens e mulheres.<br><br><strong>CONSULTA DE ENFERMAGEM APLICANDO O PE<br><br>HISTÓRICO:</strong> identifica o paciente, avalia os riscos, história familiar e queixa principal principalmente as indicativas de lesão de órgão alvo, tais como: tontura, cefaleia, alterações visuais, dor precordial, dispneia, paresia, parestesias, e edema de membros inferiores.<br><br><strong>Diagnóstico: </strong>de acordo com as respostas humanas do paciente elenca os que são prioritários <br><br><strong>Meta:</strong> planeja o que é necessário para solucionar o diagnóstico <br><br><strong>Iplementação:</strong> realiza as ações que vão solucionar o diagnóstico de acordo com as prioridades e considerando o quadro clínico e particularidades de cada indivíduo<br><br><strong>Avaliação:</strong> verificar se a meta foi alcançada, estabelecer novas estratégias se for preciso e avaliar satisfação do paciente <br><br><strong>Medicação: <br><br></strong>Diuréticos (DIU),<br>Bloqueadores dos canais de cálcio (BCC),<br>Inibidores da enzima conversora de<br>Angiotensina (IECA), <br>Bloqueadores dos receptores da angiotensina II (BRA) <br>betabloqueadores (BB) <strong><br><br>Início: </strong>monoterapia (um dos fármacos)<br><br>Não funcionou<br><br>IECA ou BRA + BCC ou DIU<br><br>Não funcionou<strong><br></strong><br>IECA ou BRA + BCC + DIU<br><br>Não funcionou<br><br>Espironolactona&nbsp;<br><br>Não funcionou<br><br>Avaliar particularidade de cada indivíduo.<br><br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 20:15:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ASSITÊNCIA A PESSOA COM DIABETES (Profa. Evanira)</title>
         <author>lucilandiasousa</author>
         <link>https://padlet.com/lucilandiasousa/eqajdgkzyruchhr5/wish/1818101687</link>
         <description><![CDATA[<div>Atividade: ASSISTÊNCIA ÀS PESSOAS COM DIABETES NO HIPERDIA<br><br>Atividade: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO E CUIDADO A PESSOA COM PÉ DIABÉTICO&nbsp;<br><br>https://www.canva.com/design/DAEsGbRCBkw/fLbZJkb4UAMjZAl8_WdWVg/view?utm_content=DAEsGbRCBkw&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link&amp;utm_source=sharebutton<br><br>Compilado das apresentações: https://drive.google.com/file/d/1-rQKH8sv9cpV87VHRHKzaTzeVHfxJEmS/view?usp=sharing<br><br>Atividade, caso clínico : https://docs.google.com/document/d/1VC2Rg-K6DjFy8guO0PFPJ8WpScQcAEkn/edit?usp=sharing&amp;ouid=106344333261495965456&amp;rtpof=true&amp;sd=true</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1276340255/e6abe1ae52661265f559aecf663a45f0/ASSIST_NCIA__S_PESSOAS_COM_DIABETES_NO_HIPERDIA.docx" />
         <pubDate>2021-10-14 20:31:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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