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      <title>Relações lógico-discursivas by Shirley Douro</title>
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      <description>Relações lógico-discursivas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-18 23:40:06 UTC</pubDate>
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         <title>Reconhecimento das relações lógico-discursivas presentes em textos.</title>
         <author>shirleyydouro</author>
         <link>https://padlet.com/shirleyydouro/eq71v9fb548uvpjw/wish/2346013387</link>
         <description><![CDATA[<div>Texto: 1<br><br>De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho:<br>&nbsp;— Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio.<br>&nbsp;Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu:<br>&nbsp;— Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu<br>&nbsp;estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu<br>&nbsp;não aguento mais aqueles meninos.<br>&nbsp;E o pai responde lá de fora:<br>&nbsp;— Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque<br>&nbsp;você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você<br>&nbsp;é o diretor do colégio.<br><br>Texto: 2 <br><strong><mark>As enchentes de minha infância</mark></strong></div><div>Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio.</div><div>Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara a enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão. Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo.</div><div>Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre. Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo – aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. Às vezes chegava alguém a cavalo, dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes.</div><div>BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 157.</div><div>&nbsp;</div><div>Que função desempenha a expressão destacada no texto “… o volume do rio cresceu <strong>TANTO QUE</strong> a família defronte teve medo.” (2º parágrafo)</div><div>&nbsp;</div><div>(A) adição de ideias.</div><div>(B) comparação entre dois fatos.</div><div>(C) consequência de um fato.</div><div>(D) finalidade de um fato enunciado.<br><br>Texto: 2<br><strong><mark>Câncer</mark></strong></div><div>As novas frentes de ataque</div><div>A ciência chega finalmente à fase de atacar o mal pela raiz sem efeito colateral.</div><div>A luta contra o câncer teve grandes vitórias nas últimas décadas do século 20, mas deve-se admitir que houve também muitas esperanças de cura não concretizadas. Após sucessivas promessas de terapias revolucionárias, o século 21 começou coma notícia de uma droga comprovadamente capaz de bloquear pela raiz a gênese de células tumorais. Ela foi anunciada em maio deste ano, na cidade de San Francisco, no EUA, em uma reunião com a presença de cerca de 26 mil médicos e pesquisadores. A genética, que já vinha sendo usada contra o câncer em diagnósticos e avaliações de risco, conseguiu, pela primeira vez, realizar o sonho das drogas “inteligentes”: impedir a formação de tumores. Com essas drogas, será possível combater a doença sem debilitar o organismo, como ocorre na radioterapia e na quimioterapia convencional. O próximo passo é assegurar que as células cancerosas não se tornem resistentes à medicação. São, portanto, várias frentes de ataque. Além das mais de 400 drogas em testes, aposta-se no que já vinha dando certo, como a prevenção e o diagnóstico precoce. (Revista Galileu.Julho de 2001, p. 41.)</div><div><br>O conectivo “portanto”, (ℓ. 9), estabelece com as ideias que o antecedem uma relação de</div><div>&nbsp;</div><div>(A) adversidade.</div><div>(B) conclusão.</div><div>(C) causa.</div><div>(D) comparação.<br><br>Texto: 3<mark><br>Pepita a piaba</mark></div><div>Lá no fundo do rio, vivia Pepita: uma piaba miudinha.</div><div>Mas Pepita não gostava de ser assim.</div><div>Ela queria ser grande… bem grandona…</div><div>Tomou pílulas de vitamina… Fez ginástica de peixe… Mas nada…</div><div>Continuava miudinha.</div><div>– O que é isso? Uma rede?</div><div>Uma rede no rio! Os pescadores!</div><div>Ai, ai, ai… Foi um corre-corre… Foi um nada-nada…</div><div>Mas… muitos peixes ficaram presos na rede.</div><div>E Pepita?</div><div>Pepita escapuliu… Ela nadou, nadou pra bem longe dali!</div><div>CONTIJO, Solange A. Fonseca. Pepita a piaba. Coleção Miguilim.</div><div>São Paulo: Nacional, 2004.</div><div>&nbsp;</div><div>No trecho “<strong>Lá</strong> no fundo do rio, vivia Pepita” (? . 1), a expressão sublinhada dá ideia de</div><div>&nbsp;</div><div>(A) causa.</div><div>(B) explicação.</div><div>(C) lugar.</div><div>(D) tempo.<br><br><mark>Exercícios</mark><br>Considere a sentença: “Marisa saiu de casa atrasada e perdeu o ônibus”. As duas orações do período estão unidas pela conjunção “e”, que, além de indicar adição, introduz a ideia de<br><br></div><div>a) oposição<br>b) condição<br>c) consequência<br>d) comparação<br>e) união<br><br>No enunciado, lê-se: “A língua que falamos é um bem, <strong>se</strong> considerarmos “bens” “as coisas úteis ao homem”. O termo negritado tem o valor de um (a):<br><br></div><div>a) construção linguística que apresenta relação causal.<br>b) sintagma com sentido opinativo, que apresenta uma relação comparativa.<br>c) conectivo com valor de condição, pois indica uma hipótese.<br>d) vocábulo gramatical que serve para adicionar uma ideia à outra.<br>e) Trata-se de uma próclise.<br><br>Leia o anúncio: “Descontos <strong>para</strong> você levar sem sair de casa”. No período, o conector discursivo sublinhado indica:<br><br></div><div>a) finalidade<br>b) adição<br>c) modo<br>d) movimento<br>e) adição<br><br>No enunciado “Faço dieta, <strong>mas</strong> sou magra.”, o conector discursivo destacado exprime ideia de:<br><br></div><div>a) Escolha<br>b) Oposição<br>c) Finalidade<br>d) Explicação<br>e) Soma, adição</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-18 23:40:20 UTC</pubDate>
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