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      <title>padlet by LAURA RODRIGUES PEREIRA</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-01 17:12:42 UTC</pubDate>
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         <title>Laura rodrigues n19</title>
         <author>laurarodriguespereira</author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3197983138</link>
         <description><![CDATA[<p>Rosana Paulino surge no cenário artístico nos anos 1990 e se distingue, desde o início de sua prática, como voz única de sua própria geração. Os trabalhos selecionados, realizados entre 1993 e 2018, mostram que sua produção tem abordado situações decorrentes do racismo e dos estigmas deixados pela escravidão que circundam a condição da mulher negra na sociedade brasileira, bem como os diversos tipos de violência sofridos por esta população.</p><p><br/></p><p>Um dos destaques da mostra é a “Parede da Memória”. Realizada quando a artista ainda era estudante, a instalação é composta por 11 fotografias da família Paulino que se repetem ao longo do painel, formando um conjunto de 1.500 peças. As fotos são distribuídas em formatos de “patuás” – pequenas peças usadas como amuletos de proteção por religiões de matriz africana. O mural se transforma em uma denúncia poética sobre a invisibilidade dos negros e negras que não são percebidos como indivíduos. Quando os 1.500 pares de olhos são postos na parede, “encarando” as pessoas, eles deixam de ser ignorados.</p><p><br/></p><p>A exposição também conta com uma série lúdica de desenhos feitos por Rosana Paulino, na qual a artista revela sua fascinação pela ciência e, em especial, pela ideia da vida em eterna transformação. Os ciclos da vida de um inseto são feitos e comparados com as mutações no corpo feminino, por exemplo. A instalação Tecelãs (2003), composta de cerca de 100 peças em faiança, terracota, algodão e linha, leva para o espaço tridimensional o tema da transformação da vida explorado nos desenhos.</p><p>A percepção que eu tenho dessa obra é realmente a questão social e a desigualdade que existe por meio de raças diferentes, isso mostra o quanto a sociedade sempre foi muito preconceituosa com aquilo que era diferente, eu gostei muito dessa obra pelo significado que ela possui.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 17:50:20 UTC</pubDate>
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         <title>ANA CLARA.  n°01</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3198166125</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Adriana Varejão</strong> é uma renomada artista brasileira, conhecida por explorar temas como identidade, história e cultura brasileira através de suas obras. Seus trabalhos refletem uma investigação profunda sobre a história colonial do Brasil e as influências culturais que formaram o país. Ela costuma usar materiais e estilos variados, incluindo pintura, escultura, cerâmica e instalação, e aborda temas que vão desde a violência e a dor da colonização até a construção de identidades mestiças.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Sobre "Ruína de Charque" (parte da série <em>Ruína Brasilis</em>, 2021)</p><p>A obra <em>Ruína de Charque</em>, também conhecida como <em>Ruína Brasilis</em>, faz parte de uma série de Varejão em que ela reflete sobre a arquitetura colonial brasileira, destacando elementos visuais e simbólicos que fazem referência à violência, ao trauma e à opressão da colonização. Esta peça específica foi exibida pela primeira vez em 2021 e faz parte de um projeto mais amplo de ruínas artificiais que a artista começou anos antes. No caso de <em>Ruína de Charque</em>, Varejão construiu uma espécie de parede em ruínas, inspirada nas estruturas arquitetônicas do período colonial, mesclando aspectos históricos com intervenções que remetem ao charque, uma carne seca típica do Brasil e do passado colonial.</p><p><br/></p><p><em>Ruína Brasilis</em> é uma obra que oferece uma profunda reflexão sobre o passado e presente brasileiro, confrontando o espectador com as marcas deixadas pela colonização. Ao reimaginar e reconstruir elementos de nossa arquitetura e cultura com uma perspectiva crítica, Varejão revela as camadas ocultas da história e instiga um questionamento sobre a identidade e o legado cultural do Brasil. É uma obra que reforça o poder da arte em questionar, reinterpretar e expor as feridas ainda abertas da história.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 23:40:28 UTC</pubDate>
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         <title>Luana Mei n° 22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3198192137</link>
         <description><![CDATA[<p>Kara Elizabeth Walker (26 de novembro de 1969) é uma pintora contemporânea americana, que atua produzindo instalação, gravura e colagem. Walker também é cineasta. Em sua prática, explora raça, gênero, sexualidade, violência e identidade. É mais conhecida por seus trabalhos de silhuetas de papel preto que muitas vezes ocupam salas inteiras de museus. Walker foi premiada a bolsa MacArthur em 1997, aos 28 anos, tornando-se um das pessoas mais jovens a receber o prêmio.</p><p>É a professora em Artes Visuais na Rutgers University desde 2015.</p><p>Walker é considerada um das artistas negras americanas mais proeminentes e aclamadas da atualidade em contexto internacional.</p><p><br></p><p>Uma das obras mais conhecidas de Kara Walker é "A Subtlety, or the Marvelous Sugar Baby" (2014). Esta instalação monumental, criada em uma antiga fábrica de açúcar em Brooklyn, apresenta uma figura de uma mulher negra gigante, feita de açúcar, com uma estética que remete a estatuetas da era da escravidão.</p><p><br></p><p>O significado da obra é multifacetado. Walker explora temas como raça, sexualidade e a história da escravidão nos Estados Unidos. A figura da mulher simboliza a objetificação e a hipersexualização das mulheres negras, além de criticar a indústria do açúcar, que historicamente está ligada ao trabalho escravo. A escolha do material (açúcar) destaca a doce superficialidade da cultura americana, contrastando com a brutalidade da história que a sustenta.</p><p><br></p><p>"A Subtlety" é uma provocação à forma como a cultura contemporânea lida com essas questões e convida o público a refletir sobre o legado da escravidão e as suas repercussões atuais.</p><p> </p><p>Eu achei a obra muito interessante pelo fato de Kara Walker conseguir juntar todos os elementos da crítica em uma escultura de açúcar fazendo assim ser mais icônico e aclamado ainda.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-02 00:47:33 UTC</pubDate>
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         <title>RHAYRA MELO n°30</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3198198977</link>
         <description><![CDATA[<p>Mona Hatoum é uma artista nascida no Líbano em 1952, de origem palestina, que vive em Londres. Seu trabalho explora temas como identidade, deslocamento, guerra e conflito, frequentemente através de instalações e esculturas de grande impacto emocional e físico. No início da carreira, Hatoum usava o corpo em performances para discutir questões políticas e pessoais. Depois, passou a trabalhar com objetos cotidianos, transformando-os para evocar uma sensação de ameaça ou desconforto.</p><p>Uma de suas obras mais conhecidas é <em>Hot Spot</em>, uma instalação de grande escala feita de neon e metal, onde um globo terrestre exibe linhas que brilham intensamente, sugerindo um planeta em constante tensão e conflito. Outras obras, como <em>Measures of Distance</em>, abordam a experiência da separação e o sentimento de pertencimento através de cartas de sua mãe, lidas sobre imagens da mãe no banho, abordando temas de intimidade e saudade. Essas obras consolidam sua reputação como uma artista que confronta o público com questões urgentes sobre o corpo, território e sobrevivência em meio à adversidade.</p><p>Hatoum continua a ser aclamada internacionalmente e expõe em museus importantes ao redor do mundo, incluindo a Tate Modern em Londres e o MoMA em Nova York, onde suas obras provocam reflexões profundas sobre os conflitos sociais e políticos que moldam a experiência humana moderna.</p><p><br/></p><p>eu achei a obra muito interessante pois ela conseguiu retratar muito bem como o mundo está hoje em dia , cheio de conflitos e confusões em um simples globo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-02 01:07:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SEÇÃO I</title>
         <author>denisetomita</author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3199495682</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 01:12:33 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA E INTEGRANTES (nome/nº)</title>
         <author>denisetomita</author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3199496234</link>
         <description><![CDATA[<p>ANA CLARA</p><p>HERIVELTON</p><p>LAURA CARCERES</p><p>LAURA RODRIGUES</p><p>LUANA MEI</p><p>RHAYRA</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-04 01:12:58 UTC</pubDate>
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         <title>Herivelton n40</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3202315805</link>
         <description><![CDATA[<p>Wangechi Mutu (Nairóbi, Quênia, 22 de junho de 1972) em&nbsp;&nbsp;é uma escultora e artista que vive e trabalha no Brooklyn, em Nova York. Mutu é considerado por muitos como uma das artistas africanas contemporâneas mais importantes dos últimos anos, tendo suas obras recebido elogios a nível global. Suas obras são baseadas em uma ampla variedade de modos de expressão: pinturas, colagens, vídeos, instalações, etc. Está relacionado ao movimento afro-futurista e tem um lugar no mercado de arte norte-americano e europeu.</p><p>Eu achei interessante o uso das cores mais escuras e opacas,interpretei o cabelo dela como se fosse algumas cobras a representação dos pássaros voando e gostei do significado da obra,um bom jeito de expressao</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 10:54:46 UTC</pubDate>
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         <title>LAURA CARCERES N•18</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O vigésimo e novo pavilhão permanente de Inhotim, dedicado à artista japonesa <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.inhotim.org.br/eventos/galeria-yayoi-kusama/?gclid=Cj0KCQjwqs6lBhCxARIsAG8YcDhgaaPBckKTEa9XPPzrhtJIu3aUfkEZeCYaM2LVeV0W_e_k0jn8GucaAtLzEALw_wcB">Yayoi Kusama</a> já nasce com uma vocação: ser o espaço mais instagramável do maior museu a céu aberto do mundo. A maioria dos seus trabalhos, inclusive as três instalações pertencentes ao acervo do instituto, foram concebidos muito antes da febre de selfies e um pouco antes do nascimento do próprio Instagram: a mídia social foi lançada em 2010; enquanto <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.inhotim.org.br/item-do-acervo/narcissus-garden-yayoi-kusama/"><em>Narcissus Garden</em> </a>e <em>Aftermath of Obliteration of Eternity </em>são de 2009 e <em>I’m Here, But Nothing</em>, da série <em>Infinity Mirror Rooms</em>, foi concebida em 2000.&nbsp;</p><p>O primeiro <em>Narcissus Garden</em> foi criado, na verdade,&nbsp; em 1966, quando ela usou nosso próprio narcisismo como base do trabalho muito antes do celular.&nbsp; E a primeira versão do <em>Infinity Mirror Rooms</em>foi montada um ano antes.</p><p>Eu achei interessante as luzes que a obra trás, as cores, o jeito que foi montado e as pintinhas que tem.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8f/Kusama_Yayoi_The_Spirits_of_the_Pumpkins_Descended_into_the_Heavens.jpg" />
         <pubDate>2024-11-05 11:22:22 UTC</pubDate>
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         <title>Luana Mei n° 22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3206467556</link>
         <description><![CDATA[<p>O famoso poster de campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de autoria do artista de rua de Los Angeles Shepard Fairey foi o vencedor do prêmio de design britânico Brit Insurance Design Award 2009.</p><p><br></p><p>O retrato de Obama em vermelho, branco e azul venceu outros 90 concorrentes e foi escolhido como o design mais inovador e avançado dos últimos 12 meses. O prêmio foi anunciado no Museu do Design de Londres.</p><p><br></p><p>Fairey é um famoso artista de rua dos Estados Unidos, com um estilo de trabalho parecido com o da propaganda. O artista criou uma série limitada desta imagem para vender em 2008 e divulgar a campanha presidencial do então candidato Barack Obama.</p><p><br></p><p>A imagem não se restringiu apenas ao cartaz, sendo reproduzida e transformada em adesivos e camisetas nos Estados Unidos.</p><p> </p><p>Eu achei essa imagem muito interessante pelo uso das cores da bandeira dos Estados Unidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 13:38:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LAURA CARCERES N•18 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3206476529</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra <em>Obama Hope</em> é uma famosa ilustração criada pelo artista Shepard Fairey, em 2008, durante a campanha presidencial dos Estados Unidos de Barack Obama. A imagem tornou-se um ícone da candidatura de Obama, capturando a esperança e o entusiasmo que cercavam sua campanha. Fairey, conhecido por seu estilo gráfico de propaganda e o uso de ícones visuais de alto impacto, criou um pôster que retratava Obama com uma expressão determinada, usando uma paleta de cores vermelha, branca e azul, que remetia às cores da bandeira dos EUA.</p><p>O conceito central da imagem era transmitir uma mensagem positiva e de mudança, com o uso da palavra "Hope" (Esperança) estampada abaixo do rosto de Obama. A arte foi amplamente divulgada e se tornou um símbolo poderoso, não apenas da campanha, mas também da ideia de renovação e do apelo à transformação política nos Estados Unidos.</p><p>O pôster <em>Obama Hope</em> é uma das obras mais notáveis de Shepard Fairey, além de ser um exemplo de como a arte pode influenciar o discurso político e social. O trabalho gerou debates sobre a linha tênue entre arte e propaganda, mas, independentemente disso, ele se consolidou como um marco da arte contemporânea e da história política recente.</p><p>Eu achei interessante o uso das cores que remetem a bandeira do Estados Unidos.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 13:43:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Laura rodrigues n19</title>
         <author>laurarodriguespereira</author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3207154855</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra <em>HOPE</em>, uma das imagens mais icônicas associadas ao ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, é uma peça de arte criada pelo artista Shepard Fairey, conhecida principalmente por sua associação com a campanha presidencial de Obama em 2008. Ela foi inicialmente concebida para ser uma peça de propaganda política, mas se tornou muito mais do que isso, tornando-se um símbolo da mensagem de mudança, esperança e inclusão que Obama representava na época.</p><p>### Detalhes sobre a obra</p><p>- <strong>Título da obra</strong>: <em>HOPE</em> (Esperança)</p><p>- <strong>Artista</strong>: Shepard Fairey</p><p>- <strong>Ano de criação</strong>: 2008</p><p>- <strong>Mídia</strong>: Serigrafia (poster) e arte digital</p><p>- <strong>Tamanho original</strong>: Varia dependendo da versão, mas a imagem mais conhecida foi uma serigrafia de 86 x 56 cm.</p><p>- <strong>Contexto</strong>: A imagem foi criada durante a campanha presidencial de Barack Obama e rapidamente se tornou um símbolo visual de sua candidatura, refletindo seu apelo à mudança e ao otimismo.</p><p>### Descrição da imagem</p><p>A imagem retrata um retrato estilizado de Barack Obama, com uma paleta de cores reduzida, predominantemente vermelha, branca e azul — cores associadas à bandeira dos Estados Unidos. A figura de Obama é apresentada de forma simplificada, com contornos nítidos, um rosto em primeiro plano e uma expressão confiante e séria. A palavra "HOPE" está colocada logo abaixo da imagem, como o principal foco da obra, transmitindo a mensagem central da campanha de Obama: a promessa de um futuro melhor, de superação de dificuldades e de renovação para o país.</p><p>### Estilo e Técnica</p><p>Shepard Fairey é um artista conhecido por seu estilo inspirado em cartazes de propaganda, arte de rua e grafite, além de influências do design gráfico de movimentos como o pop art e o construtivismo. A obra <em>HOPE</em> foi criada no estilo de uma serigrafia, usando a técnica de sobreposição de cores, o que conferiu à imagem um impacto visual marcante. A combinação de elementos gráficos simples e a poderosa mensagem verbal (HOPE) transformaram o cartaz em um ícone visual.</p><p>### Significado e Impacto</p><p>1. <strong>Símbolo de esperança e mudança</strong>: A obra refletia a mensagem central da campanha presidencial de Barack Obama, que se baseava na promessa de mudanças positivas para os Estados Unidos. O uso da palavra <em>HOPE</em> (esperança) e da imagem idealizada de Obama representava a expectativa de renovação e otimismo em relação ao futuro do país.</p><p>2. <strong>Apropriação da arte popular</strong>: Fairey usou uma abordagem acessível e impactante para conectar-se com um público amplo. A obra foi rápida e amplamente reproduzida, se tornando uma das imagens mais memoráveis da campanha de 2008. A simplicidade visual e a mensagem clara ajudaram a criar um apelo emocional forte, especialmente para os jovens e os eleitores em busca de um novo caminho político.</p><p>3. <strong>Crítica e controvérsia</strong>: A imagem também gerou debate, com algumas críticas sobre o uso da arte para fins de propaganda política. Além disso, houve uma controvérsia legal em torno do uso de uma fotografia de Obama tirada por um fotógrafo da <em>Associated Press</em> (AP), que Fairey usou como base para sua obra. O caso legal foi resolvido fora dos tribunais, mas a questão levantou discussões sobre o uso de imagens e a propriedade intelectual na arte contemporânea.</p><p>### Legado</p><p>A imagem <em>HOPE</em> tornou-se um dos ícones mais duradouros da era Obama e da campanha de 2008. O cartaz foi reproduzido em massa, sendo amplamente distribuído, exibido em manifestações políticas e colocado em museus como o <em>Smithsonian American Art Museum</em> em Washington, D.C. Além disso, a obra é frequentemente citada como uma das mais poderosas representações visuais da política americana moderna, mostrando como a arte pode influenciar e ser parte integrante de campanhas políticas.</p><p>Em resumo, a obra <em>HOPE</em> de Shepard Fairey vai além de um simples cartaz de campanha. Ela se tornou um símbolo cultural e político, encapsulando o espírito da época e o movimento de mudança que Barack Obama representava. Com seu design simples e eficaz, a obra continua sendo um marco no campo da arte política e um exemplo de como a arte pode influenciar e refletir o zeitgeist de um período histórico. Gostei do uso das cores na obra representando a bandeira dos eua e da tecnica que usou no desenho nas partes das sombras e etc.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 22:16:03 UTC</pubDate>
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         <title>SEÇÃO 2</title>
         <author>laurarodriguespereira</author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3207155641</link>
         <description><![CDATA[<p>Desigualdade racial e de gênero </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 22:17:12 UTC</pubDate>
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         <title>Laura Rodrigues n19</title>
         <author>laurarodriguespereira</author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3215762152</link>
         <description><![CDATA[<p>A desigualdade racial e de gênero no Brasil são questões estruturais que remontam à história colonial do país e se perpetuam até os dias atuais. A escravização de africanos e a marginalização das mulheres, principalmente das negras, criaram um sistema de opressão que ainda reflete nas condições de vida e nas oportunidades disponíveis para essas populações. Apesar de alguns avanços nas últimas décadas, como políticas de cotas e leis para combater a violência, as disparidades entre brancos e negros, e entre homens e mulheres, continuam a ser desafios centrais para a sociedade brasileira.</p><p>A população negra, que representa mais da metade da população do país, enfrenta uma série de dificuldades estruturais. No campo da educação, por exemplo, os negros têm maior taxa de evasão escolar e menor acesso a instituições de ensino de qualidade, o que limita suas oportunidades no futuro. Além disso, no mercado de trabalho, a desigualdade é evidente: negros e negras ganham, em média, menos que brancos e ocupam posições de menor prestígio e remuneração. A falta de acesso a empregos formais e a alta taxa de desemprego são outros fatores que agravam essa desigualdade. Essa realidade é ainda mais dura nas periferias, onde a violência policial afeta desproporcionalmente as comunidades negras. O racismo estrutural se manifesta nas abordagens violentas da polícia, que muitas vezes têm como alvo pessoas negras, especialmente os jovens.</p><p>No que diz respeito à desigualdade de gênero, as mulheres brasileiras também enfrentam desafios significativos. Embora as mulheres, de uma forma geral, tenham conquistado mais direitos ao longo dos anos, elas ainda ganham, em média, menos que os homens e têm menos acesso a cargos de liderança e poder. A violência doméstica é uma das formas mais evidentes dessa desigualdade, e o Brasil possui taxas alarmantes de feminicídio e agressões contra mulheres. Para as mulheres negras, essa realidade é ainda mais difícil, pois elas sofrem uma sobrecarga de opressões relacionadas tanto ao gênero quanto à raça. A interseccionalidade entre o racismo e o sexismo faz com que as mulheres negras enfrentem barreiras ainda maiores no acesso à educação, no mercado de trabalho e na proteção contra a violência.</p><p>As políticas públicas têm tentado, ao longo dos anos, enfrentar essas desigualdades, com iniciativas como as cotas raciais nas universidades e concursos públicos, programas de assistência a mulheres vítimas de violência e campanhas de conscientização sobre o racismo e a violência de gênero. No entanto, esses avanços ainda são considerados insuficientes diante da magnitude e da profundidade das desigualdades que existem no país. A falta de uma mudança cultural que combata o racismo e o machismo de forma sistêmica torna essas políticas limitadas em seu impacto.</p><p>O Brasil precisa de um movimento mais amplo de transformação social e cultural para realmente enfrentar essas desigualdades. A luta por igualdade racial e de gênero exige não apenas políticas públicas mais eficazes, mas uma mudança na forma como a sociedade brasileira enxerga e lida com a discriminação racial e a opressão de gênero. Só assim será possível garantir que todos, independentemente de sua cor ou sexo, possam viver com dignidade e igualdade de oportunidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-13 19:06:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>COLAGEM SOBRE DESIGUALDADE RACIAL E DE GÊNERO- TRABALHO ARTÍSTICO </title>
         <author>laurarodriguespereira</author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3215862853</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra visual simboliza a luta contra as desigualdades raciais e de gênero no Brasil. De um lado, uma mulher negra, com olhar firme, representa a resistência contra o racismo estrutural e a marginalização das comunidades negras. Do outro, uma mulher branca, com semblante cansado, simboliza o sexismo e a desigualdade no mercado de trabalho, onde as mulheres enfrentam obstáculos no acesso a posições de poder e salários justos. A obra é um grito de resistência e transformação, nos lembrando que a luta por igualdade continua e deve ser enfrentada por todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-13 20:25:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3215862853</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DESIGUALDADE RACIAL E DE GÊNERO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3216030409</link>
         <description><![CDATA[<p>LAURA CARCERES 18 </p><p><mark>desigualdades de gênero e raça são eixos estruturantes da matriz da desigualdade social no Brasil que, por sua vez, está na raiz da permanência e reprodução das situações de pobreza e exclusão social.</mark>Por isso, enfrentar essas desigualdades significa tratar de uma característica estrutural da sociedade brasileira, cuja transformação é imprescindível para a superação dos déficits de trabalho decente atualmente existentes, assim como para o efetivo cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.</p><p>As desigualdades de gênero e raça se expressam claramente nos indicadores de mercado de trabalho, como tem sido demonstrado por vários estudos e pesquisas recentes. A análise acurada, precisa e sistemática desses indicadores e de sua evolução é uma condição para a elaboração de políticas e estratégias voltadas para alteração desse quadro.</p><p>A taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho brasileiro continua aumentando, mas ainda está marcada por uma forte diferença em relação à taxa de participação dos homens(1). A taxa de participação das mulheres mais pobres e com menos escolaridade ainda é muito inferior à taxa de participação das mulheres mais escolarizadas, o que indica a existência de diferenças importantes entre as mulheres relacionadas aos diferentes estratos de renda aos quais elas pertencem, e a dificuldade adicional de inserção das mulheres pobres no mercado de trabalho.</p><p>Durante os anos 90 e começo da presente década, observa-se uma importante elevação nos níveis de escolaridade da População Economicamente Ativa (PEA), com uma significativa diminuição da porcentagem de pessoas com menos escolaridade e um aumento nos níveis superiores de escolaridade. No conjunto da PEA, a porcentagem de pessoas com menos de quatro anos de estudo se reduziu de 35% para 24%, com menos de oito anos passou de 67% para 53% e com mais de oito anos cresceu de 33% para 47%.</p><p>No entanto, observam-se diferenças importantes por gênero e raça. Ainda que esses avanços tenham beneficiado homens, mulheres, negros e brancos, eles não se distribuiram igualmente entre esses grupos. O nível de escolaridade das mulheres é claramente superior ao dos homens, mas as desigualdades raciais não se reduzem.</p><p>A taxa de desemprego de mulheres e negros é sistematicamente superior à de homens e brancos e a taxa de desemprego das mulheres negras é quase o dobro da dos homens brancos.</p><p>Também persistem importantes diferenciais de remuneração no mercado de trabalho brasileiro relacionadas ao sexo e à raça/cor das pessoas. Os rendimentos das mulheres são sistematicamente inferiores aos dos homens, inclusive quando comparamos níveis similares de escolaridade. Por hora trabalhada, as mulheres recebem, em média, 79% da remuneração média dos homens (ou seja, 21% a menos) e os trabalhadores negros de ambos os sexos recebem em média a metade (50%) do que recebem o conjunto dos trabalhadores brancos de ambos os sexos. Por sua vez, as mulheres negras recebem apenas 39% do que recebem os homens brancos (ou seja, 61% a menos). Por mês, essas diferenças são ainda mais acentuadas: as mulheres recebem em média 66% do que recebem os homens, os negros 50% do que recebem os brancos, e as mulheres negras apenas 32% do que recebem os homens brancos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-13 23:50:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luana Mei n 22 Desigualdade racial e de gênero </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3216137795</link>
         <description><![CDATA[<p>Ambas as desigualdades são frequentemente entrelaçadas, criando uma realidade ainda mais difícil para mulheres negras, indígenas e de outras etnias marginalizadas, que enfrentam uma sobrecarga dupla de discriminação. Combater essas desigualdades exige uma abordagem integrada, que reconheça e aborde as múltiplas formas de opressão presentes na sociedade, promovendo a inclusão, equidade e justiça para todos, independentemente</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 01:17:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana clara n°01                   Desigualdade racial e de gênero </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3216173850</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>A desigualdade racial e de gênero são problemas estruturais profundamente enraizados em muitas sociedades. A discriminação racial afeta especialmente pessoas negras e indígenas, limitando o acesso a oportunidades como educação, emprego e saúde, além de perpetuar estereótipos negativos e violência. Já a desigualdade de gênero atinge principalmente as mulheres, que enfrentam discriminação no mercado de trabalho, recebendo salários menores que homens em funções equivalentes e enfrentando desafios adicionais para assumir cargos de liderança. Quando essas desigualdades se cruzam, como no caso das mulheres negras, os obstáculos são ainda mais intensos, revelando a necessidade de políticas inclusivas e de uma mudança cultural para construir uma sociedade mais justa e equitativa.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 01:41:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DESIGUALDADE RACIAL E DE GÊNERO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3216201204</link>
         <description><![CDATA[<p>A desigualdade social racial e de gênero é um problema que se manifesta em diversas áreas da sociedade, como o mercado de trabalho, a segurança, a saúde e a distribuição de renda: </p><p>Desigualdade racial</p><p>A desigualdade racial no Brasil se manifesta em vários aspectos, como: </p><p>Desemprego: Os negros correspondem ao maior percentual de desempregados (64%) e de subutilizados (66%) no país. </p><p>Renda: O rendimento médio mensal de uma pessoa preta ou parda é de cerca de R$1.608, enquanto o de uma pessoa branca é de R$2.796. </p><p>Ocupações: 65,3% das ocupações dos negros são classificadas como informais ou precárias, enquanto para os brancos esse percentual é de 50,4%. </p><p>Segurança: Em 2019, 66,6% das mulheres que sofreram violência doméstica e sexual eram negras. </p><p>Desigualdade de gênero</p><p>A desigualdade de gênero se manifesta em várias áreas, como: </p><p>Mercado de trabalho: Os homens são maioria em cargos de chefia e ganham mais que as mulheres para a mesma função. </p><p>Espaços políticos, acadêmicos e científicos: Os espaços são dominados por homens. </p><p>Dupla jornada: As mulheres que trabalham fora têm que escolher entre se dedicar à carreira ou cuidar da casa e dos filhos. </p><p>Expectativas atribuídas aos gêneros: A desigualdade de gênero é produzida pelas expectativas atribuídas ao ser masculino e ser feminino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 01:58:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Herivelton de Freitas Junior N*40.                          Desigualdade racial e de gênero        </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3216219152</link>
         <description><![CDATA[<p>A desigualdade racial e de gênero é um problema complexo que se manifesta em diversas áreas da vida social e econômica. A desigualdade racial afeta especialmente o acesso à educação, emprego e saúde, com a população negra enfrentando discriminação, maiores taxas de desemprego e piores indicadores de saúde. A violência policial e o encarceramento em massa são realidades que impactam desproporcionalmente os negros.</p><p>Por outro lado, a desigualdade de gênero se reflete na diferença salarial entre homens e mulheres, na sub-representação feminina em cargos de liderança e na violência de gênero, que inclui assédio e feminicídio. As mulheres frequentemente enfrentam uma dupla jornada, equilibrando trabalho e responsabilidades domésticas.</p><p>A interseccionalidade é importante para entender como essas desigualdades se entrelaçam; por exemplo, mulheres negras enfrentam desafios únicos devido à combinação de raça e gênero. Combater essas desigualdades exige esforços conjuntos em políticas públicas, educação e conscientização social, visando construir uma sociedade mais justa onde todos tenham oportunidades iguais. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 02:10:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>QUIZZ LAURA CARCERES 18 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 13:31:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AUTOAVALIAÇÃO LAURA CARCERES 18 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3217100000</link>
         <description><![CDATA[<p>eu ajudei a pesquisar os textos da desigualdade racial e gênero, ajudei a pesquisar sobre as imagens da colagem de diferentes pessoas e etnias. Compreendi&nbsp; que a arte contemporânea é um pouco difícil, pois temos que que entender o significado e o contexto, temos que ter interação com o público, experimentar materiais. O uso das cores e das formas são oque dão vida a arte, tem cores que são mais chamativas, que parecem que foram feitas pra obra, acho interessante colocar formas pra dar vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 13:44:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luana Mei n 22 Quizziz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3217110150</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 13:49:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Clara  n°01</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3217113591</link>
         <description><![CDATA[<p>o</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 13:51:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Herivelton de Freitas Junior n40 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3217121413</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 13:55:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Autoavaliação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3217139683</link>
         <description><![CDATA[<p>Ana clara n°01</p><p><br></p><p><br></p><p>  Eu ajudei a fazer a pesquisa da desigualdade racial e de gênero, e também a pesquisar algumas imagens para fazer a colagem.</p><p>  Entendi que a arte contemporânea ela é super variada, sem um estilo fixo, então pode ser uma escultura esquisita, uma pintura cheia de cores ou até um vídeo meio maluco, e por isso temos que tentar entender o significado e o contexto. E ela se torna ainda mais interessante por não ter um jeito “certinho” de se expressar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 14:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SEÇÃO 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3218129574</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-15 01:41:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>AUTO AVALIAÇÃO -Laura Rodrigues Pereira n19 </title>
         <author>laurarodriguespereira</author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3219474178</link>
         <description><![CDATA[<p> Eu fiz a colagem sobre o conteúdo de desigualdade racial e de gênero onde pesquisei por diversas pessoas diferentes uma das outras negras, brancas, homens e mulheres entre outros. E montei a imagem nos questionando "quem comete ?" no sentido pela desigualdade racial e de gênero é o que mais vemos no Brasil é a desigualdade seja racial seja de gênero ou até mesmo financeira.</p><p>O uso das cores na colagem é tudo neutro, resolvemos deixar mais minimalista justamente para enfatizar essas diferenças de raça e cor entre as pessoas, fizemos algo mais no sentido formal e sério para trazer essa expressividade mais direta.</p><p>O projeto realmente foi algo bem desafiador e difícil de se realizar pelo fato de ter que conter muita criatividade neste projeto, a organização do grupo foi algo bem igualitário, eu fiz as colagens, nos ajudamos nas ideias e nas pesquisas pelas fotos de cada pessoa, a frase utilizada que demos ênfase foi algo muito inovador e interessante de ser feito, não há nada que eu não tenha gostado no trabalho, acredito que tenha sido muito bem desenvolvido pelo meu grupo, conversamos bastante sobre como iríamos planejar e acho que ficou um bom resultado, sempre á coisas para melhorar e que podem deixar o trabalho mais detalhista, como uso de cores ou mais imagens,mas foi um trabalho bem bacana de ser realizado, e que facilitou muito na aprendizagem principalmente pelo fato de ter mais integrantes e poder dialogar sobre isso e dividir opiniões diferentes.</p><p>Eu entendi pela arte contemporânea que é muito inovadora é arte de hoje em dia, pode ser feitas de todos os jeitos possíveis, é muito criativa e está sempre mudando não é algo quadrado e certo,pode ter milhares de formas e jeitos de se fazer.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-15 19:58:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AUTO AVALIAÇÃO LUANA MEI n 22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laurarodriguespereira/epdg5ojlp4amtvg7/wish/3228247483</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p> Eu colaborei com o processo criativo dando ideias sobre o tema como uma colagem sobre desigualdade social e de gênero, entendendo melhor o conteúdo. Uma das dificuldades foram se iriamos fazer um videoclipe ou uma imagem no canva, acabamos fazendo a imagem por acharmos mais prático devido ao tempo que tínhamos, eu compreendi que a arte contemporânea é uma arte fluida sem nenhum tabu que pode expressar muita coisa em uma simples imagem, o uso das cores no nosso trabalho sao de certa forma interligadas as emoções negativas, cores escuras como preto tendem a remeter isso.</p><p>O projeto no final ficou do jeito que queríamos trazendo tudo oque tínhamos pensado de inicio, tendo uma frase impactante na imagem fazendo assim com que as pessoas que cometem reflitam sobre seus atos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-21 13:44:25 UTC</pubDate>
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