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      <title>Comentários sobre &quot;Conhecimento histórico escolar&quot; by Wilian Bonete</title>
      <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k</link>
      <description>Escreva um comentário sobre as suas percepções da leitura do texto de Cristiane Bereta da Silva</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-15 03:40:15 UTC</pubDate>
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         <title>Início</title>
         <author>wjbonete</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal, vocês podem colocar aqui um breve comentário sobre a leitura realizada do primeiro texto. Podem curtir o comentário dos colegas e, caso quiserem, podem acrescentar comentários.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-15 03:40:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dos assuntos fundamentais abordados no texto, é o papel da escola, do professor e do estudante como sujeitos centrais na construção do conhecimento histórico específico, já que através deles é possível ampliar o campo do ensino de história, sendo capaz de possibilitar a construção de alternativas para o futuro da educação, com propostas mais democráticas, que respeitam as pluralidades e forneçam condições de igualdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 03:52:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>scherdienmariana</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3305690411</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete trata do conhecimento histórico escolar de uma maneira muito interessante, nesse sentido a autora inicia o texto destacando o lugar de inferioridade que o conhecimento histórico escolar ocupava em relação ao conhecimento histórico acadêmico, ao passo que também evidência como produções francesas e alemãs sobre a didática da história alteraram essa relação. Dessa forma, o verbete mostra ao leitor a importância do conhecimento histórico escolar, agora não mais como um transmissor de saberes, mas sim como um espaço político de construção de conhecimento. Assim, o professor da rede básica também se destaca como alguém que produz, domina e mobiliza diferentes saberes para ensinar o que ensina. Desse modo, a autora perfeitamente destaca a escola como central em relação a história na vida pública, mostrando como tal conhecimento pode potencializar a formação de uma geração crítica e a construção de um futuro democrático, respeitoso e mais igualitário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 14:20:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>matthausgoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3305694590</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete em questão deixa evidente que até os anos 60 do século XX, era consolidada a hierarquia entre aqueles que produzem a história (os acadêmicos) e aqueles que recebem esta produção com a finalidade de transmiti-la dentro do escopo didático (professores de ensino fundamental/médio). A partir dos anos 60/70, toda esta relação é reavaliada de forma crítica. Escolas de pensamento da Alemanha e França possuem um papel importante neste processo, de modo que a par de suas ações, a didática da história na sala de aula passou a ser observada com bastante atenção. A consequência disso é a quebra da ideia de exclusividade da academia na produção do conhecimento, afinal, a escola básica também passou a ser vista como uma produtora de conhecimento. Ela e seus agentes: professores, alunos, coordenadores e etc. O conhecimento produzido no âmbito escolar é tido como variável e referente as especificidades locais. Sua relação com a academia, como destaca o verbete, pode ser ambígua, alternando assim momentos de aproximação e de afastamento. Algo que vejo como bastante normal, frente ao ora consciente, ora inconsciente processo de distância que ambas as formas observam uma à outra.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 14:22:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3305848033</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto evidencia que durante muito tempo o papel do professor escolar foi visto como apenas de um intermédio para repasse do conhecimento produzido nas universidades, ignorando o papel fundamental de fato dos professores como formadores de conhecimento. Pós década de 70 as mudanças começam a acontecer e os professores passam a não mais "traduzir" o conhecimento histórico. A partir desse momento os professores passam a ser vistos não só como tradutores, mas como formadores de conhecimento, a escola passa a ser vista como um lugar para a formação de opiniões políticas e questões de política pública . </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 15:59:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3306021784</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete destaca a transformação do ensino de história, que passou a ser visto como um processo de construção de conhecimento, e não apenas de transmissão de informações "vagas". O conhecimento histórico escolar, é ensinado nas escolas não como uma repetição da história acadêmica, mas uma atividade contextualizada com influências externas.</p><p>Dessa forma, o professor deixa de ser apenas um "intermediário" do conhecimento x aluno, e passa a ser um verdadeiro educador.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 17:58:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3306028999</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto deixa claro que depois de muitos debates a escola é reconhecida como não apenas um lugar de transmissão mais de construção de conhecimento; também nos lembra que a didática do professor varia conforme o ambiente escolar e os alunos, o professor deve auxiliar o aluno a ter sua própria opinião em relação ao passado para que no futuro possam saber lidar com situações contraditórias e conflitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 18:04:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3306201017</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto de Cristiani Bereta da Silva mostra a transformação e o processo de valorização do conhecimento escolar, que deixa de ser uma “tradução” e reprodução do conhecimento acadêmico para assumir um papel na sua construção. O verbete também&nbsp; evidencia&nbsp; a transição da mentalidade social em relação à atuação do professor de educação básica como agente ativo na produção histórica. Além disso, ressalta que o conhecimento histórico escolar tem finalidades específicas, que não podem ser plenamente comparadas às da história acadêmica. Por fim, a autora destaca que essa transformação ampliou o próprio campo da história ao se preocupar, também, com a formação do pensamento histórico de crianças e adolescentes.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 20:16:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelaborndacruz</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3306939965</link>
         <description><![CDATA[<p>É abordado no início do verbete de conhecimento histórico escolar que a escola seria, o lugar de recepção de um conhecimento externo vindo das universidades e o professor apenas um intermediador na reprodução deste. Essa compreensão só deixaria ser dominante com a chegada de pesquisas da didática de história. Também houve mudanças na didática de história em que o conhecimento histórico passa a ter o papel compreender formas, as funções e usos da história na vida social. A escola passa a ser um lugar político de construção de conhecimento, o professor ganha um novo papel passando a ser visto e a se perceber como produtor, que domina e ensina seus saberes plurais. O campo de ensino de história passou a se importar com a formação da consciência histórica dos jovens, em não apenas conhecer o passado, mas sim  fornecer aos estudantes a capacidade de análise e interpretação para que eles criem suas próprias percepções de passado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 12:20:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>westphalgomes</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3307060714</link>
         <description><![CDATA[<p>No texto, a autora busca mostrar que apesar das diferenças evidentes emtre o estudo de historia na academia e o ensino de história na escola, que não há superioridade ou inferioridade entre ambos, apesar de ja se ter havido esta afirmação no passado. Ela demonstra e valida o papel do professor-hostoriador e como a escola é sim ambiente de produção de conhecimento historico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 13:59:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leonardodasilvalopes2016</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3307150273</link>
         <description><![CDATA[<p>Em seu verbete, Cristiani Bereta da Silva evidencia que por muito tempo dominou a noção de que o conhecimento seria produzido por historiadores, por meio de pesquisas e que, uma vez didatizado, esse conhecimento seria formalmente transmitido nas escolas pelos professores. Essa noção trata o professor como intermediário no processo de transmissão do conhecimento produzido nas universidades, o que evidencia a instauração de hierarquias entre os espaços da escola e da universidade e entre os profissionais da área, professores do ensino superior e professores da</p><p>educação básica. Aos poucos essas noções de compreensão do conhecimento deixaram de ser hegemônicas, por meio de pesquisas sobre a didática da história. Essa mudança também atingiu a didática da história, que deixou de ser uma forma de traduzir o conhecimento histórico para ser ensinado nas escolas e assumiu cada vez mais o papel de compreender as formas, as funções e os usos da história na vida pública. Com o posterior desenvolvimento das pesquisas na área, a autora indica que o espaço escolar foi reconstituído como um espaço político de construção do conhecimento e não apenas de sua reprodução, enquanto que o papel do professor foi reconfigurado, uma vez que passou a ser percebido e a se perceber como sujeito que produz, domina e mobiliza saberes plurais e heterogêneos para ensinar o que ensina. Esse texto, portanto, consiste na apresentação nos parâmetros gerais que regem a compreensão do conhecimento histórico escolar, bem como o papel do professor na sua construção, a partir da problematização dos antigos modelos de interpretação empregados pela academia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:54:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conhecimento histórico escolar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3307295009</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto enfatiza a importância de equipar os estudantes com ferramentas para analisar e interpretar a história, em vez de apenas memorizar eventos. Essa proposta visa fomentar uma compreensão crítica e contextualizada do passado, permitindo que os alunos lidem com narrativas contraditórias e compreendam a complexidade dos processos históricos. Essa abordagem é fundamental para a formação de cidadãos conscientes e críticos, capazes de entender e discutir a história em suas múltiplas dimensões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 16:21:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Verbete sobre conhecimento histórico escolar</title>
         <author>fransoaresrs</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3307508583</link>
         <description><![CDATA[<p>Por muito tempo o conhecimento escolar foi interpretado como uma transposição do conhecimento acadêmico, sem méritos próprios. Atualmente, por causa do crescimento em pesquisas sobre o ambiente escolar e didática, nos distanciamos cada vez mais dessa imagem e entendemos que o conhecimento produzido no ambiente escolar totalmente diferente do acadêmico e envolve também a produção de sentido. Por meio da didática da história, se busca conscientizar os alunos do espaço e tempo, de modo que eles se insiram criticamente nos acontecimentos, por vezes pela semelhança com o nosso presente, por outras pela diferença. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 18:46:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>moinhoduda</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3307617075</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto apresenta aos historiadores uma discussão que esta presente no nosso dia a dia. De maneira didática a autora nos mostra que não existem hierarquias entre os saberes acadêmicos e escolares. Embora sejam produzidos em espaços diferentes, não devemos compara-los a fim de categorizara-los. Abordagens que já superamos academicamente, produziam essas hierarquizações mas pesquisas na área do ensino de história, mostram uma nova maneira de entender esses saberes. Promovendo assim um harmonização  entre as áreas de produção do conhecimento, tornando a aula de história um lugar de pesquisa que se equipara a uma biblioteca. Mostrando que esses dois segmentos de produção de saber histórico caminham lado a lado. </p><p>Pensando nós historiadores/professores de história como agentes da construção do saber histórico. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 20:08:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3307862278</link>
         <description><![CDATA[<p>No verbete  Conhecimento Histórico Escolar, a autora mostra como a História ensinada na escola tem um papel muito diferente da que é produzida na universidade. Enquanto os historiadores acadêmicos mergulham em pesquisas e debates mais complexos, na escola o foco é outro: ajudar os alunos a se conectarem com o passado de um jeito que faça sentido para a vida deles.</p><p>Ela explica que aprender História não é só decorar datas e eventos, mas desenvolver um olhar crítico sobre o mundo. Além disso, o que se ensina e como se ensina muda com o tempo, porque o currículo e os livros didáticos são sempre influenciados por questões sociais e políticas. No fim, Cristiani reforça que ensinar História na escola é muito mais do que contar o que aconteceu é dar aos alunos ferramentas para entenderem sua própria identidade, questionarem o presente e pensarem sobre o futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 01:57:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3307905443</link>
         <description><![CDATA[<p>Cristiani Bereta, no verbete "Conhecimento Histórico Escolar", a autora traça um histórico sobre a compreensão do significado e do propósito do Conhecimento Histórico Escolar ao longo do tempo, em que este inicialmente era considerado mera reprodução daquilo que foi produzido pela acadêmia, estabelecendo uma hierarquia onde a universidade produz e a escola apenas reproduza. Tal concepção, só veio a perder hegemônia com as pesquisas em didática da história, que observaram as singularidades dos objetos da história escolar, bem como do propósito distinto da mesma, o da construção do conhecimento, destacando a necessidade do diálogo entre escola e universidade, marcado por aproximações e distanciamentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 03:00:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>lauraliema</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3308600207</link>
         <description><![CDATA[<p>No passado, o professor era visto apenas como um transmissor do conhecimento acadêmico. Com o tempo, essa ideia mudou, e os professores passaram a ser reconhecidos como criadores de saberes. O texto de Bereta da Silva destaca essa valorização do ensino escolar e o novo papel do professor na construção da história. Com os avanços na didática da história, a escola se tornou um ambiente que estimula o pensamento crítico, incentivando os alunos a desenvolverem consciência histórica e a analisarem o passado de forma independente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 15:40:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3308695128</link>
         <description><![CDATA[<p>O verbete permite refletir sobre as constantes ressignificações da história no ambiente escolar, analisando também o papel do professor nesse processo. O texto aborda questões relevantes, como a hierarquização na construção do conhecimento, as particularidades do ensino de história e a singularidade das experiências em sala de aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 16:47:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3308745324</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto ressalta que não devemos comparar os saberes acadêmicos e escolares, pois ambos têm valor e produções para contextos diferentes. Nos tempos anteriores se acreditava que um tipo de saber era superior ao outro, mas pesquisas recentes no ensino de história mostram que ambos podem existir e se complementar. A autora defende que, na sala de aula, a história deve ser ensinada como um espaço de pesquisa, onde o conhecimento acadêmico e escolar se unem, e os professores/historiadores são fundamentais na construção desse saber histórico.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 17:20:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3308816473</link>
         <description><![CDATA[<p>Mostra como o conhecimento histórico ensinado na escola não é simplesmente uma versão reduzida do que os historiadores produzem na universidade. Ele passa por várias adaptações para se encaixar nos currículos, nas diretrizes educacionais e, claro, para fazer sentido para os alunos.O mais interessante nessa discussão é perceber que o ensino de História tem uma função muito maior do que só transmitir fatos do passado. Ele ajuda os alunos a desenvolverem uma visão crítica do mundo e a construírem suas próprias identidades. Mas aí vem o desafio: como transformar o conhecimento acadêmico em algo acessível, sem perder a profundidade e a reflexão? Muitas vezes, o ensino de História acaba ficando engessado pelos livros didáticos ou pelas exigências do sistema escolar, e isso pode limitar o potencial dessa disciplina na formação do pensamento crítico dos estudantes</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-29 18:13:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabrielcmarques12</author>
         <link>https://padlet.com/wjbonete/eoxj6hlohqc3w36k/wish/3313847651</link>
         <description><![CDATA[<p>Havia comentado com meus amigos nessas férias sobre como falta a importância da didática e da construção do conhecimento nas matérias de exatas no ensino fundamental e médio. Enquanto esses temas persistem na mera transmissão de conhecimento, sem a participação ativa dos alunos, isto me fez lembrar dos meus tempos de estudante, quando tive ótimos professores de história que encontravam na nossa realidade a época, a dos alunos, a maneira de nos conectarmos com a matéria, e assim construirmos conhecimento a partir de nossa realidade. A história não se faz de cima pra baixo, ela é construída coletivamente ao mesmo tempo em que a individualidade também é necessária. Porém essa individualidade não se dá pelo fato de um indivíduo ser um rei ou um presidente, e sim, porque cada ser humano em sua especificidade tem como contribuir para um pedaço dela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 15:42:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>professorbrunovieira</author>
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         <description><![CDATA[<p>O texto discute a evolução do ensino de história, passando de uma visão hierárquica, em que a escola apenas reproduzia o conhecimento acadêmico, para uma perspectiva que reconhece a escola como espaço de produção de conhecimento histórico próprio. Além disso, valoriza a escola e os professores como agentes ativos na produção do conhecimento histórico, fundamental para que os estudantes interpretem o passado e construam um futuro mais democrático e igualitário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 20:04:49 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Cristiani Bereta, no verbete "Conhecimento Histórico Escolar", fala que, no início, o ensino de história nas escolas era visto como uma simples repetição do que era produzido na universidade. Com o tempo, essa visão foi mudando, e passou-se a perceber que a história escolar tem uma função própria, que é ajudar na formação do conhecimento, e não apenas transmiti-lo. Ela também destaca a importância da troca entre a escola e a universidade, com momentos de aproximação e distância.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 21:44:51 UTC</pubDate>
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