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      <title>Meu padlet requintado by Bruno Rafael</title>
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      <description>Criado com um passe de mágica</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-29 14:23:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-10-30 01:47:10 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Documentário &quot;Menino 23: infâncias perdidas no Brasil&quot;</title>
         <author>brunorafa1133</author>
         <link>https://padlet.com/brunorafa1133/eo4tvelxsqogymvk/wish/1854650464</link>
         <description><![CDATA[<div>Assistindo o documentário em questão, percebi o quanto as cicatrizes da escravidão ainda estão presentes no nosso país. Tive um sentimento de total indignação sobre como existem pessoas inescrupulosas, que se acham superiores apenas pela cor da pele, e como isso na época era disseminado como uma ciência, e era amplamente  divulgado, sem que ninguém tomasse nenhuma atitude contra essa barbárie. Essa parte é que me chamou mais atenção, em como as pessoas achavam o racismo algo normal, como as pessoas achavam normal crianças negras serem usadas como escravos. Crianças essas que tiveram suas infâncias, e liberdade roubadas, e os criminosos que fizeram isso não pagaram em momento algum pelo seus atos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-29 19:16:37 UTC</pubDate>
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         <title>Já havia um tempo desde que ouvi falar sobre este caso, porém nunca busquei profundamente entender sobre. Ao assistir o documentário, me peguei diversas vezes em um estado de indignação e angústia, senti como se pudesse entender o que todos os meninos haviam passado por todos esses anos, mesmo sabendo que jamais chegaria a real experiência. Acredito que a forma em que os Senhores Aloísio e Argemiro contam detalhadamente sobre a infância, é o que traz toda a sensação à tona. Saber que tudo isso foi descoberto “por acaso” é assustador, visto que, as pessoas tinham medo de falar publicamente sobre o ocorrido, tudo por conta da influência da família Rocha Miranda. Há um momento do filme, em que o historiador Sidney Aguilar diz: “saber que isso tudo parecia muito natural para a época é o mais revoltante, aquilo foi aceito socialmente” e compartilho exatamente a mesma opinião. O documentário revela também um passado obscuro de um Brasil que levava, por grande parte da população, o fascismo como ideologia e a influência do Nazismo, trazida pelo exterior. Ver que isso aconteceu dentro de 100 anos é assustador, afinal as pessoas acreditavam que por estarem nas margens da sociedade, pessoas negras estavam “disponíveis” para a exploração. É muito forte e necessário a divulgação de histórias assim, novamente gosto de trazer outro comentário de Sidney (este encontrado em uma entrevista dada por ele), neste ele diz: “Posso dizer, depois dessa experiência, que me considero um historiador de traumas. A pesquisa da memória foi um processo doloroso, tanto para mim quanto para eles, e me considero um privilegiado de poder ter ouvido suas histórias e construído uma relação de mútuo respeito”. Em outro momento Senhor Aloísio fala que não teve infância e que nem sabe o que é isso, mostrando como perdeu parte de sua vida para a escravidão, além de todo o tempo demonstrar dor, tristeza e revolta pelo seu passado. Poderia ficar horas falando sobre o documentário e gostaria que todos pudessem assistir, sentir e entender a emoção compartilhada por eles assim como eu senti, sem sombra de dúvidas é algo indescritível e memorável.</title>
         <author>gabriellemoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/brunorafa1133/eo4tvelxsqogymvk/wish/1854873301</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-29 23:05:45 UTC</pubDate>
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         <title>É um documentário bem impactante e revoltante, e chega ser desesperador ver que o dono da fazenda mentiu para essas crianças para escraviza-las, prometendo estudo e brincadeiras para elas. No entanto, a felicidade dessas crianças durou por pouco tempo e logo em seguida elas foram escravizadas para prestação de serviços. Mesmo que a escravidão tenha acabado antes, esse documentário consegue retratar que ainda é evidente a existência do racismo, até mesmo nos dias atuais. O documentário foi produzido quando uma aluna do Sydney Aguilar (historiador) disse a ele que na fazenda da sua família havia tijolos com marca da suástica. Depois disso, Aguilar foi atrás de informações para investigar aqueles tijolos. Sendo assim, é visível que sempre existiu o racismo e sempre estará presente, isso tudo é muito chocante, acaba trazendo a tona situações tristes, que não tínhamos conhecimento.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunorafa1133/eo4tvelxsqogymvk/wish/1854999712</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-30 01:47:10 UTC</pubDate>
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