<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Jornal Superpedagogico by Jonatas do Nascimento Pereira Dias</title>
      <link>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh</link>
      <description>Aqui nesta matéria trataremos sobre se a escola perdeu o destaque de formador de cidadãos diante as tecnologias.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-02 20:25:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-02 22:35:10 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Capa: A Escola está realmente ultrapassada?</title>
         <author>jonatasnascimento1</author>
         <link>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476610047</link>
         <description><![CDATA[<p>Ultimamente gurus do mercado tecnológico e grande fundadores de Big tec's tais como Steve Jobs e Bill Gates imaginavam que no futuro as escolas iriam ser substituídas por computadores. Mas será se tal afirmação revelou ser verdade?Segundo o pesquisador David Buckingham descreve que essa ambição há grande interesse mercadológico, além de que a escola tem a preocupação dos educadores ainda terem conflitos sobre como se conectar com o universo da Cybercultura impregnada no cotidiano dos jovens, esses e outros destaques daremos continuidade nesta matéria.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3790971069/46a3040f45d64c543ee850f7013592f3/ChatGPT_Image_2_de_jun__de_2025__17_36_22.png" />
         <pubDate>2025-06-02 20:46:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476610047</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os grandes Lobbistas</title>
         <author>jonatasnascimento1</author>
         <link>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476628031</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>"Acredito que o filme cinematográfico destina-se a revolucionar nosso sistema educacional e que em poucos anos suplantará ampla, se não inteiramente, o uso dos livros didáticos. A educação do futuro será conduzida através do filme cinematográfico, uma educação visual, em que deveria ser possível obter cem por cento de eficiência." — Thomas Edison, 1922 (Buckingham, 2010, p. 3)</p></blockquote><p>Lembra quando a lâmpada de Thomas Edison surgiu e todo mundo pirou? Não foi só a luz que mudou o mundo, mas o que veio depois: o cinema e a televisão! E adivinha? Naquela época, a galera já estava sonhando alto, achando que o cinema e a TV iriam revolucionar a educação, que as escolas nunca mais seriam as mesmas. O historiador educacional americano Larry Cuban (1986) documentou bem essas visões de utopia tecnológica e como elas, em geral, não se materializaram. Parece familiar, né?</p><p>Pois é, a história se repete! Hoje, com a internet, os computadores e os celulares, a conversa é a mesma. Visionários como Seymour Papert, nos anos 80, já previam que "Os computadores... aos poucos devolverão ao indivíduo o poder de determinar os padrões de educação. A educação tornar-se-á mais um ato privado" (Papert, 1980, p. 37, citado por Buckingham, 2010, p. 2). Ele foi ainda mais direto: "No futuro não haverá mais escolas. O computador acabará com as escolas" (Papert, 1984, p. 38, citado por Buckingham, 2010, p. 2). Steve Jobs, da Apple, e Bill Gates, da Microsoft, também foram defensores apaixonados desse potencial revolucionário, ávidos por usar as escolas como trampolins para um mercado doméstico muito mais valioso (Buckingham, 2010, p. 2).</p><p>Mas, pera lá! Será que essa visão era realmente sobre educação ou tinha um cheirinho de lucro no ar? A verdade é que essa ambição muitas vezes visava ao lucro, com as escolas sempre adquirindo computadores e softwares, mas esquecendo do mais importante: o treinamento dos professores! Afinal, como os próprios professores céticos da época já diziam, e como estudos recentes têm mostrado (Cuban, 2001; EPPI Centre, 2004), os recursos tecnológicos, por si só, não educam. Eles são ferramentas, não mágicos!</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3790971069/e61868999ea2c28e021a7518d5b80bf0/ChatGPT_Image_2_de_jun__de_2025__18_15_41.png" />
         <pubDate>2025-06-02 21:16:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476628031</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cybercultura Jovem: A Realidade Fora da Sala de Aula</title>
         <author>jonatasnascimento1</author>
         <link>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476628626</link>
         <description><![CDATA[<p>Se a tecnologia dentro da escola nem sempre empolga, a vida digital dos jovens fora dela é outra história! A geração de hoje respira internet, vive conectada, e se interessa muito mais pelos assuntos que curte ver online do que por certas atividades escolares. É só ver a energia que a galera tem para desvendar um jogo online complexo ou produzir um vídeo para o TikTok!</p><p>E por mais que os professores se esforcem para criar uma tabuada colorida e digitalmente atrativa, a real é que os jovens e as crianças percebem quando a coisa é "forçada" e perdem o interesse rapidinho. Não é sobre ter a tecnologia, mas sobre como ela é usada e se conecta com o universo deles. A escola precisa entender que a criatividade e a autonomia que os alunos encontram na web são exatamente o que eles buscam, e que muitas vezes são negadas no ambiente escolar.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3790971069/b096eff03d6df154744a25c096a30637/image.webp" />
         <pubDate>2025-06-02 21:17:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476628626</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jonatasnascimento1</author>
         <link>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476629687</link>
         <description><![CDATA[<p>Então, como a escola pode entrar nessa onda e usar a mídia e a cybercultura a seu favor? A chave está no <strong>letramento digital</strong>, e não é só sobre saber ligar um computador ou usar um aplicativo. É muito mais profundo!</p><blockquote><p>"Usuários midiáticos informados necessitam ser capazes de avaliar o material que encontram; por exemplo, ao identificar as motivações daqueles que criaram a mídia e ao compararem-na com outras fontes, inclusive com sua própria experiência direta." — Buckingham, 2010, p. 14</p></blockquote><p>Os professores têm um papel fundamental aqui, atuando como guias nessa jornada. Isso significa ajudar os jovens a analisar criticamente o que veem online, identificando <em>fake news</em>, compreendendo quem está por trás da informação e quais são os interesses em jogo. É como ser um detetive digital, mas com um olhar apurado para as intenções e representações que a mídia digital apresenta.</p><blockquote><p>"O letramento digital deve, portanto, envolver uma consciência sistemática de como são construídos os meios digitais e da retórica única da comunicação interativa: no caso da web, por exemplo, incluiria a compreensão de como os sites são projetados e estruturados, e as funções retóricas dos links entre os sites..." — Buckingham, 2010, p. 14</p></blockquote><p>Além disso, é crucial que os alunos compreendam a linguagem da mídia, desvendando como os sites são construídos, como os links funcionam e como a comunicação interativa acontece. É como aprender a gramática de um novo idioma, mas para o mundo digital, onde cada elemento visual e interativo tem uma função.</p><blockquote><p>"É importante enfatizar que o conhecimento da mídia envolve tanto escrever quanto ler a mesma mídia; e aqui, novamente, a tecnologia digital apresenta alguns novos e importantes desafios e possibilidades." — Buckingham, 2010, p. 15</p></blockquote><p>E não para por aí! O letramento digital também estimula a produção de conteúdo. Ao criar vídeos, podcasts, textos ou sites, os jovens não só aprendem a usar as ferramentas, mas também a pensar sobre a linguagem, a representação e a audiência para quem estão falando. Essa prática de "escrever a mídia digital" é essencial para um entendimento completo.</p><blockquote><p>"Por fim, envolve também uma consciência de sua própria posição enquanto audiência (leitor ou usuário). Isso significa saber como a audiência é alvo da mídia e como diferentes audiências usam e respondem à mídia." — Buckingham, 2010, p. 14-15</p></blockquote><p>Por último, mas não menos importante, é sobre navegar com consciência. Entender como os dados são coletados, como a publicidade funciona e como eles são "alvo" de diferentes conteúdos é fundamental para ser um cidadão digital esperto e seguro. Em resumo, o letramento digital vai muito além do técnico; ele capacita os jovens a serem participantes ativos e críticos no vasto universo digital.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3790971069/21a1413f6674b7a23b5629297b6b29e0/image.webp" />
         <pubDate>2025-06-02 21:20:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476629687</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jonatasnascimento1</author>
         <link>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476630001</link>
         <description><![CDATA[<p>A escola não está ultrapassada, e nem vai perder sua postura como formadora. Pelo contrário! A questão é como a escola está lidando com a tecnologia a seu favor e como ela pode ser, sim, uma escola que pense no letramento digital para além de habilidades técnicas.</p><p>O desafio é grande, mas a oportunidade é ainda maior. A escola precisa ser um espaço onde a tecnologia seja uma ferramenta para a exploração, a criatividade e o pensamento crítico. Onde os alunos não só <em>usem</em> a tecnologia, mas <em>entendam</em> ela, <em>questionem</em> ela e <em>criem</em> com ela. É assim que a escola continuará sendo o lugar essencial para formar os cidadãos do futuro, capazes de navegar e transformar o mundo digital.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3790971069/98cb1b7cc4a996b1edaa89dbc8eb2d37/ChatGPT_Image_2_de_jun__de_2025__18_16_16.png" />
         <pubDate>2025-06-02 21:20:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476630001</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jonatasnascimento1</author>
         <link>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476662110</link>
         <description><![CDATA[<p>BUCKINGHAM, D. Cultura Digital, Educação Midiática e o Lugar da Escolarização. <strong>Educação &amp; Realidade</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 35, n. 3, 2010. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/13077">https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/13077</a>. Acesso em: 2 jun. 2025.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-06-02 22:35:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jonatasnascimento1/enw85lwhiuy2eqwh/wish/3476662110</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
