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      <title>VIGIAR E PUNIR by </title>
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      <description>Michel Foucault</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-16 23:29:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deborara</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-18 19:24:29 UTC</pubDate>
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         <title>Michel Foucault </title>
         <author>deborara</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascido em 15 de outubro de 1926 , em Poitiers, França e  veio a falência em 25 de junho de 1984 na capital da França, Paris. Michael foi um filosofo contemporâneo que se dedicou à reflexão entre poder e conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-18 23:23:40 UTC</pubDate>
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         <title>Principal crítica do autor</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O poder em Foucault: </strong>Para Foucault, o poder não pode ser considerado posse de alguém, pois o poder não é algo que se tem, e sim algo que é exercido pelo indivíduo (com um aspecto dinâmico, que está sempre em movimento). Estabelecendo, assim, a sua teoria das "<em>Redes de poder", </em>que<em> </em>determina que o poder está sempre espalhado, estando em diversos lugares. E, na concepção de Foucault, não há um indivíduo que esteja totalmente fora do poder, assim como não há alguém que o detenha absolutamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-23 14:08:14 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a obra</title>
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         <description><![CDATA[<div>Vigiar e Punir aborda o problema da institucionalização do poder de forma muito nova, o que deixou marcas profundas nas pesquisas históricas e sociológicas que se seguiram a ele. O livro traz a compreensão de que o poder não é só uma força exercida verticalmente, de cima para baixo, mas atravessa e constitui cada espaço das relações no interior das sociedades. Sobre os fatos para Foucault, a punição dos criminosos se transforma, em grande parte, porque o jeito de exercer o poder também mudou. Nos séculos em que a execução pública e precedida por suplícios era a regra, pode-se dizer que o destino dado aos criminosos era a manifestação física da vingança do rei sobre seus súditos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-01 18:22:06 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades:  - Vigiar e Punir é uma obra atual e necessária à compreensão da história do direito penal, do jogo e manutenção do poder constituído sobre a sociedade de um modo geral, que nos faz refletir sobre a proteção que este importante meio de controle social pôde, e ainda pode oferecer enquanto poderoso instrumento garantidor dos interesses dominantes.-Foucault foi um ativista que se envolveu em campanhas contra o racismo e pela reforma do sistema penitenciário e estudou vários problemas sociais.-A pergunta que Foucault tenta responder no livro de 1975 é: por quê? O que levou o sistema jurídico do Ocidente (em especial o da França, caso estudado detidamente na obra) a deixar de lado a tortura e a execução públicas e preferir as prisões, supostamente visando a “corrigir” os criminosos?A resposta que Vigiar e Punir dá a essa pergunta é complexa, mas pode-se dizer que ela depende de todas as principais transformações da sociedade francesa entre os séculos 17 e 19. Nesse período, muita coisa mudou. O poder absoluto dos reis acabou dando lugar a uma república “moderna”, assim como ocorreu em outros lugares do planeta, os quais, aliás, seguiram o exemplo francês. Mas, paradoxalmente, o poder do governo para controlar a vida dos cidadãos não necessariamente ficou menor, apenas mudou de forma, argumenta o filósofo – e o “nascimento da prisão”, como diz o subtítulo original da obra, é parte importante dessa metamorfose.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/deborara/en8ysvpeoimzes1b/wish/607601359</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-02 19:48:46 UTC</pubDate>
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         <title>A FORMA-PRISÃO</title>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Panóptica: é uma nova maneira de olhar para o corpo: vigilância generalizada, direta, contínua, iluminada. Por conseguinte, tudo, sem exceção, será observado, filmado, catalogado;</li><li>Sequestradora: é uma maneira nova de utilizar toda a força dos corpos, de reorganizá-los, localizá-los, agrupá-los no tempo e no espaço, segundo suas forças e energias;</li><li>Disciplinar: o corpo deve ser continuamente exercitado, treinado, modelado, remodelado, remendado, corrigido através de recompensas e punições.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 19:12:13 UTC</pubDate>
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         <title>Conceitos Disciplinares</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das conclusões até o momento é que a Prisão não cai do céu e não nasce de repente. Com a mudança de regime nasce uma mudança de poder, e do foco do poder. Com a morte do rei, nasce uma nova sociedade, com o nascimento da sociedade, nascem seus novos inimigos. O que antes era aceito, agora não será mais. A necessidade burguesa de controlar os ilegalismos populares, controlar as massas, mais precisamente, controlar sua força de trabalho, criou uma nova maneira de vigiar e de punir.<br><br>"<em>A economia das ilegalidades se reestruturou com o desenvolvimento da sociedade capitalista”</em></div><div><em>– Foucault, Vigiar e Punir</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 19:14:44 UTC</pubDate>
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         <title>O que o poder quer controlar?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/deborara/en8ysvpeoimzes1b/wish/627871256</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Ociosidade: aquele que falta, se recusa a arranjar um emprego, se recusa a trabalhar. Recusa a se submeter, a trabalhar para alguém.</li><li>Irregularidade operária: aquele que chega atrasado, aquele que faz corpo mole, que não produz corretamente, não está no ritmo acelerado da linha de montagem ou dos outros colegas devidamente treinados e motivados</li><li>Festa: a diversão, o bar, a bebida, as comemorações, as alegrias de fora que interferem na produção de dentro. Quem eles pensam que são? As forças devem ser conservadas para o dia seguinte e não serem dispersadas em comemorações inúteis.</li><li>Família: A família é um porto seguro, um lugar de pouso, uma prevenção ao nomadismo. A família serve para reproduzir e renovar as forças de trabalho. Recusar a família é cair na devassidão, não ter por quem se comprometer.</li></ol><div>Por isso, esse ilegalismos entram na mira desta nova maneira de produzir: nasce assim uma sociedade que não admite a vagabundagem, a preguiça, a licenciosidade, a negligência, a indolência, a incompetência, elas se tornam alvos do poder. O inimigo da sociedade são seus próprios membros não produtivos, que se atrasam, que são indolentes, organizam greves e questionam os meios de produzir riquezas.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 19:22:14 UTC</pubDate>
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         <title>UMA QUESTÃO DE PODER E RESISTÊNCIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/deborara/en8ysvpeoimzes1b/wish/627891168</link>
         <description><![CDATA[<div>Surpreendentemente, trata-se de uma questão simples: Corpo do operário que possui apenas a sua força de trabalho versus corpo das riquezas produzidas. Ou seja, um entrando em relação com o outro, um em conflito com o outro, um procurando determinar o outro.<br><br>"<em>Não se deveria dizer que a alma é uma ilusão, ou um efeito ideológico, mas afirmar que ela existe, que tem uma realidade, que é produzida permanentemente, em torno, na superfície, no interior do corpo pelo funcionamento de um poder que se exerce sobre os que são punidos — de uma maneira mais geral sobre os que são vigiados, treinados e corrigidos, sobre os loucos, as crianças, os escolares, os colonizados, sobre os que são fixados a um aparelho de produção e controlados durante toda a existência”</em></div><div><em>– Foucault, Vigiar e Punir</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 19:38:58 UTC</pubDate>
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