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      <title>Favoritos by Caionara QuinelatoSilva</title>
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      <pubDate>2022-02-24 00:10:53 UTC</pubDate>
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         <author>caionaraquinelatosilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>UOL HOSTPAGBANKPAGSEGUROCURSOSUOL - O melhor conteúdo<br>BUSCABATE-PAPOEMAIL<br><br>Menu<br>Logo Mundo Educação<br>Procure aqui<br>search icon<br>Home&nbsp; Gramática&nbsp; Variações linguísticas<br>Variações linguísticas<br>Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando-se em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Veja quantos fatores empregamos para adequar a nossa fala à situação e ao grupo em que nos encontramos.<br><br>Leia mais: Funções da linguagem – papéis que a linguagem cumpre enquanto elemento de comunicação<br><br>Tipos de variações linguísticas<br>Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)<br><br>Há quatro tipos de distinção dentro das variações linguísticas. Vamos aprender um pouco sobre cada um deles.<br><br>Variações históricas (diacrônicas)<br>As variações históricas tratam das mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo.<br><br>Um clássico exemplo da língua portuguesa é o termo “você”: no português arcaico, a forma usual desse pronome de tratamento era “vossa mercê”, que, devido a variações inicialmente sociais, passou a ser mais usado frequentemente como “vosmecê”. Com o passar dos séculos, essa expressão reduziu-se ao que hoje falamos como “você”, que é a forma incorporada pela norma-padrão (visto que a língua adapta-se ao uso de seus falantes) e aceita pelas regras gramaticais. Em contextos informais, é comum ainda o uso da abreviação “cê” ou, na escrita informal, “vc” (lembrando que estas últimas formas não foram incorporadas pela norma-padrão, então não são utilizadas na linguagem formal).<br><br>Vossa mercê → Vosmecê → Você → Cê<br><br>Outras mudanças comuns são as de grafia, as quais as reformas ortográficas costumam regular. Assim, a partir de 2016, a palavra “consequência” passou a ser escrita sem trema, sendo que antes era escrita desta forma: “conseqüência”. Do mesmo modo, a palavra “fase” é hoje escrita com a letra f devido à reforma ortográfica de 1911, sendo que antes era escrita com ph: “phase”.<br><br>Conseqüência → Consequência<br><br>Phase → Fase<br><br>Vale, ainda, comentar a respeito de palavras que deixam de existir ou passam a existir. Isso acontece frequentemente com as gírias: se antes jovens costumavam dizer que algo era “supimpa” ou que “aquele broto é um pão”, hoje é mais comum ouvir deles que algo é “da hora” ou que “aquela mina é mó gata”.<br><br>Veja também: Pronomes pessoais – classe de palavras que expressam diversos tipos de variantes<br><br>Variações geográficas (diatópicas)<br>As variações geográficas naturalmente falam da diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala.<br><br>Não é preciso que a distância seja tão grande: dentro do próprio Brasil, vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). Há diferenças entre a capital e as cidades do interior do mesmo estado. Observemos alguns exemplos de diferenças regionais:<br><br>“Mandioca”, “aipim” ou “macaxeira”? Os três nomes estão corretos, mas, dependendo da região do Brasil, você ouvirá com mais frequência um ou outro. O mesmo vale para a polêmica disputa entre “biscoito” e “bolacha”, que se estende para todo o território nacional.<br><br>As gírias também variam bastante regionalmente: cerveja pode ser conhecida como “bera” em regiões do Paraná, “breja” em São Paulo e “cerva” no Rio de Janeiro.<br><br>Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)<br><br>Variações sociais (diastráticas)<br>As variações sociais são as diferenças de acordo com o grupo social do falante. Embora tenhamos visto como as gírias variam histórica e geograficamente, no caso da variação social, a gíria está mais ligada à faixa etária do falante, sendo tida como linguagem informal dos mais jovens (ou seja, as gírias atuais tendem a ser faladas pelos mais novos).<br><br>Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos. Um grupo de futebolistas, por exemplo, pode usar a expressão “carrinho” com significado específico, que pode não ser entendido por um falante que não goste de futebol ou que será entendido de modo distinto por crianças, por exemplo.<br><br>Um grupo de capoeiristas pode facilmente falar de uma “meia-lua”, enquanto pessoas de fora desse grupo talvez não entendam imediatamente o conceito específico na capoeira. Do mesmo modo, capoeiristas e instrumentistas provavelmente terão mais familiaridade com o conceito de “atabaque” do que outras pessoas.<br><br>Como vimos, as profissões também influenciam bastante nas variações sociais por meio dos termos técnicos (jargões): contadores falam dos termos “ativo” e “passivo” para remeter a conceitos diferentes daqueles usados por linguistas. No entanto, em ambos os casos, ativo e passivo são conceitos muito mais específicos do que seu uso geral em outros grupos.<br><br>Variações estilísticas (diafásicas)<br>As variações estilísticas remetem ao contexto que exige a adaptação da fala ou ao estilo dela. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma-padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas-padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também.<br><br>Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós. As variações estilísticas respeitam a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores.<br><br>Leia também: Função poética – função da linguagem que apresenta como finalidade a estética<br><br>Preconceito linguístico<br>Tendo tantas variações e nuances, pudemos ver que cada contexto social traz naturalmente um modo mais ou menos adequado de expressão, sendo importante entender que as variações linguísticas existem para estabelecer uma comunicação adequada ao contexto pedido.<br><br>Apesar disso, as diversas maneiras de expressar-se ganham status de maior ou menor prestígio social baseado em uma série de preconceitos sociais: as variações linguísticas ligadas a grupos de maior poder aquisitivo, com algum tipo de status social, ou a regiões tidas como “desenvolvidas” tendem a ganhar maior destaque e preferência em relação às variedades linguísticas ligadas a grupos de menor poder aquisitivo, marginalizados, que sofrem preconceitos ou que são estigmatizados.<br><br>Desenvolve-se, assim, o preconceito linguístico, que se baseia em um sistema de valores que afirma que determinadas variedades linguísticas são “mais corretas” do que outras, gerando um juízo de valor negativo ao modo de falar diferente daqueles que se configuram como os “melhores”. O preconceito linguístico nada mais é do que a reprodução, no campo linguístico, de um sistema de valores sociais, econômicos e culturais.<br><br>No entanto, ao estudarmos as variações linguísticas, percebemos que não há uma única maneira de expressar-se e que, portanto, não há apenas um modo certo. A língua e sua expressão variam de acordo com uma série de fatores. Antes de tudo, ela deve cumprir seu papel de expressão, sendo compreendida pelos falantes e estando adequada aos contextos e às expectativas no ato da fala. Dessa forma, o ideal do preconceito linguístico, que gera juízo de valor às diferentes variações linguísticas, não deve ser alimentado.<br><br>As variações linguísticas são determinadas pelos mais variados fatores.<br>As variações linguísticas são determinadas pelos mais variados fatores.<br>Linguagem formal e informal<br>Uma diferença importante é aquela entre linguagem formal e linguagem informal. A situação em que nos encontramos define o tipo de linguagem que usaremos. Primeiro, pensemos no conceito de norma-padrão: as convenções da língua criam regras gramaticais que buscam nortear seu uso, de modo que falantes de uma mesma língua, apesar das variações existentes, consigam entender-se por um padrão comum a todos.<br><br>Assim, um jovem nascido no Acre conseguirá comunicar-se com uma senhora que viveu em Santa Catarina baseado nas regras comuns da norma-padrão da língua portuguesa. Do mesmo modo, grandes veículos de comunicação, como emissoras de TV ou mesmo youtubers, podem produzir mensagens que serão basicamente compreendidas por qualquer falante do idioma utilizado.<br><br>Um contexto mais casual, como uma reunião com amigos ou um almoço em família, pede uma expressão coloquial. Por mais respeito que haja entre você e sua família e amigos, você não utilizará palavras ou construções gramaticais muito rebuscadas. Aqui, há mais liberdade na maneira de falar, por isso você utiliza uma linguagem informal, que pode permitir o uso de gírias, de frases feitas ou interjeições, de abreviações, de desvios gramaticais (ou menor preocupação em seguir a norma-padrão) etc.<br><br>Já o contexto formal, como reuniões profissionais, discursos ou ambientes acadêmicos, exige o uso da linguagem formal, aquela que se preocupa com a norma-padrão e suas regras gramaticais, seguindo-as estritamente. Além disso, a fala torna-se polida e clara, e mesmo a escolha das palavras é feita com maior cuidado.<br><br>Exercícios resolvidos<br>Questão 1 - (Enem)<br><br>“Acuenda o Pajubá”: conheça o “dialeto secreto” utilizado por gays e travestis<br><br>Com origem no iorubá, linguagem foi adotada por travestis e ganhou a comunidade<br><br>“Nhaí, amapô! Não faça a loka e pague meu acué, deixe de equê se não eu puxo teu picumã!” Entendeu as palavras dessa frase? Se sim, é porque você manja alguma coisa de pajubá, o “dialeto secreto” dos gays e travestis.<br><br>Adepto do uso das expressões, mesmo nos ambientes mais formais, um advogado afirma: “É claro que eu não vou falar durante uma audiência ou numa reunião, mas na firma, com meus colegas de trabalho, eu falo de 'acué' o tempo inteiro”, brinca. “A gente tem que ter cuidado de falar outras palavras porque hoje o pessoal já entende, né? Tá na internet, tem até dicionário...”, comenta.<br><br>O dicionário a que ele se refere é o Aurélia, a dicionária da língua afiada, lançado no ano de 2006 e escrito pelo jornalista Angelo Vip e por Fred Libi. Na obra, há mais de 1300 verbetes revelando o significado das palavras do pajubá.<br><br>Não se sabe ao certo quando essa linguagem surgiu, mas sabe-se que há claramente uma relação entre o pajubá e a cultura africana, numa costura iniciada ainda na época do Brasil colonial.<br><br>Disponível em: www.midiamax.com.br. Acesso em: 4 abr. 2017 (adaptado).<br><br>Da perspectiva do usuário, o pajubá ganha status de dialeto, caracterizando-se como elemento de patrimônio linguístico, especialmente por:<br><br>a) ter mais de mil palavras conhecidas.<br><br>b) ter palavras diferentes de uma linguagem secreta.<br><br>c) ser consolidado por objetos formais de registro.<br><br>d) ser utilizado por advogados em situações formais.<br><br>e) ser comum em conversas no ambiente de trabalho.<br><br>Resolução<br><br>Alternativa C. O que caracteriza qualquer dialeto é a consolidação de seu registro por meio de objetos formais, como pesquisa e dicionarização.<br><br>Questão 2 - (Fuvest)<br><br>Todas as variedades linguísticas são estruturadas e correspondem a sistemas e subsistemas adequados às necessidades de seus usuários. Mas o fato de estar a língua fortemente ligada à estrutura social e aos sistemas de valores da sociedade conduz a uma avaliação distinta das características das suas diversas modalidades regionais, sociais e estilísticas. A língua padrão, por exemplo, embora seja uma entre as muitas variedades de um idioma, é sempre a mais prestigiosa, porque atuam como modelo, como norma, como ideal linguístico de uma comunidade. Do valor normativo decorre a sua função coercitiva sobre as outras variedades, com o que se torna uma ponderável força contrária à variação.<br><br>Celso Cunha. Nova gramática do português contemporâneo. Adaptado.<br><br>De acordo com o texto, em relação às demais variedades do idioma, a língua padrão comporta-se de modo<br><br>a) inovador.<br><br>b) restritivo.<br><br>c) transigente.<br><br>d) neutro.<br><br>e) aleatório.<br><br>Resolução<br><br>Alternativa B. Como modelo e norma, a língua padrão restringe as demais variedades do idioma, sendo sempre o ideal linguístico.<br><br>Publicado por Guilherme Viana<br>ícone cérebro<br>Teste seus conhecimentos sobre este artigo<br>Fazer exercícios<br>Assista às nossas videoaulas<br>Vídeo 1<br>Vídeo 2<br>Vídeo 3<br>Vídeo 4<br><br><br>Artigos Relacionados<br>Os anglicismos são vocábulos da língua inglesa que estão incorporados em nosso idioma, aportuguesados ou não<br>Anglicismos<br>Você sabe o que são os anglicismos? Clique e entenda mais sobre a língua e seus empréstimos linguísticos.<br><br>Classe de palavras<br>Clique aqui e conheça quais são as classes de palavras e saiba quais funções cada uma delas possui. Aprenda também o que são palavras variáveis e invariáveis.<br>A concordância é uma relação de determinação ou dependência morfossintática e pode ocorrer com relação ao nome ou ao verbo<br>Concordância verbal e concordância nominal<br>Neste artigo você vai entender a concordância verbal e nominal e ficar por dentro da sintaxe da Língua Portuguesa!<br>Curiosidades relacionadas ao português brasileiro e ao europeu<br>Confira-as em apenas um clique!<br>As variedades linguísticas podem ser encontradas nos diferentes dialetos e registros, elementos de nossa rica identidade cultural<br>Dialetos e registros no português brasileiro<br>Linguagem em movimento: Saiba o que são os dialetos e registros no português brasileiro.<br>Assim como em outras profissões, os jogadores e profissionais da área do futebol desenvolveram uma linguagem bem característica: o futebolês<br>Futebolês<br>Olho no lance! Entenda o universo do futebol e a linguagem do futebolês.<br>Linguagem, língua e fala<br>Elementos inerentes a todo ato comunicativo. Conheça suas características!<br>Os modismos linguísticos provam que a língua é um mecanismo em constante movimento, contudo, é preciso cautela para não cometer exageros<br>Modismos linguísticos e o empobrecimento vocabular<br>A nível de, junto a, estaremos resolvendo… Aprenda a evitar os modismos linguísticos!<br>Os dois registros, norma culta e norma popular, cumprem a função primordial da linguagem: comunicar<br>Norma culta x variações linguísticas<br>Norma culta x variações linguísticas: Clique e saiba mais sobre linguagem e comunicação!<br>As palavras de cortesia representam atitudes gentis e educadas por parte do emissor<br>Palavras de Cortesia<br>As palavras de cortesia representam uma gentileza por parte de quem as profere, tanto na escrita quanto na fala.<br>Variação linguística x Preconceito linguístico. Entenda a definição de cada um e não crie barreiras para o crescimento de nosso patrimônio cultural<br>Preconceito Linguístico x Variação Linguística<br>Saiba o que é preconceito linguístico e entenda o porquê de ser um ato que deve ser combatido.<br>Em 2013, os dicionários da Universidade de Oxford elegeram selfie a palavra do ano por causa do aumento expressivo no número de buscas pelo termo<br>Selfie ou autorretrato?<br>Selfie ou autorretrato? Clique aqui e entenda uma das mais novas polêmicas da língua portuguesa.<br>video icon<br>GEOGRAFIA<br>O que é a Al-Qaeda?<br>Assista à nossa videoaula e compreenda o que é a Al-Qaeda. 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         <pubDate>2022-03-05 00:26:51 UTC</pubDate>
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         <title>MenuPortuguêsHome  Redação  Elementos da Comunicação  Variações linguísticas e o preconceito linguísticoVariações linguísticas e o preconceito linguístico Por Luana Castro Alves Perez Aceitar a existência e a importância das variações linguísticas é o primeiro passo para combater o preconceito linguístico.O primeiro passo para desfazer o preconceito linguístico é respeitar a existência das variações linguísticas e dos diferentes contextos culturais O primeiro passo para desfazer o preconceito linguístico é respeitar a existência das variações linguísticas e dos diferentes contextos culturais♪ ♫ “(...) Eu canto em português errado Acho que o imperfeito não participa do passado Troco as pessoas Troco os pronomes (…)”. ♪ ♫(Meninos e Meninas – Legião Urbana)Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)“Eu canto em português errado”. A afirmação de Renato Russo na letra da canção Meninos e Meninas é o pontapé para uma interessante investigação linguística: afinal, é possível cantar ou falar em “português errado”?Quantas vezes ouvimos de pessoas próximas frases do tipo “eu não sei português”, “eu não gosto de português”, “eu falo errado”, “fulano fala tudo errado”, “eu já falo português, por quê preciso estudar isso?”, entre outras afirmações e questionamentos que fazem com que nossa língua se pareça com um mistério insondável? É possível que você, falante da língua portuguesa, possa não saber nada sobre seu próprio idioma? Ou saber tudo a ponto de não precisar adentrar nas minúcias gramaticais? Pois bem, quando o poeta gritou para o mundo que “canta em português errado”, na verdade ele sabia que, às vezes, “falar errado” deixa o idioma mais, digamos assim, palatável.Por exemplo, segundo a gramática, o verbo namorar é transitivo direto, ou seja, ele não aceita preposição. Mas atire a primeira pedra quem nunca disse que “namora com alguém”, não é mesmo? Outro exemplo: você diz “eu te amo” ou “amo-te”? A primeira opção é uma preferência nacional, a menos que você seja um linguista fanático por gramatiquices que não suporta variações na modalidade oral. Essas questões nos fazem refletir sobre as variações linguísticas, que são, e devem ser, admitidas na fala. Dizer que alguém fala o português melhor ou pior do que alguém só reforça a combatida ideia do preconceito linguístico, tão presente em nossa cultura.Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)A norma-padrão pode não estar adequada a todas as situações comunicativas. A coloquialidade é um interessante recurso expressivo A norma-padrão pode não estar adequada a todas as situações comunicativas. A coloquialidade é um interessante recurso expressivo A gramática é um compêndio de regras importantes para a manutenção do idioma. Imagine se não tivéssemos um manual ao qual pudéssemos consultar na ocorrência de uma dúvida? Imagine se as regras não existissem e, por esse motivo, cada falante resolvesse estabelecer suas próprias normas? Viveríamos em uma verdadeira “torre de Babel”, e nossa língua portuguesa estaria fadada ao esquecimento. Quando falamos em preconceito linguístico, não estamos propondo que os falantes rasguem a gramática, mas sim que considerem as duas modalidades do idioma: oral e escrita, assim como a existência de uma língua culta e de uma língua coloquial. Dizer que alguém “fala errado” desconsidera diversos fatores extralinguísticos, como as variações existentes em cada comunidade, cada região, cada contexto cultural.Renato Russo cantava em “português errado” porque ele sabia que algumas escolhas linguísticas tornam o idioma mais expressivo, já que usar a gramática normativa parece deixar a fala um tanto “sem graça”. Estamos falando de uma licença poética, permitida na linguagem literária, portanto, quando a necessidade pedir que você escreva um texto não literário, prefira a norma- padrão culta, pois, na escrita, o que vale é o respeito às regras gramaticais. Quanto à fala, nada de ficar apontando os “erros” dos outros falantes, lembre-se de que existem outros contextos culturais diferentes do seu. O uso é o que torna a língua viva. Tomemos como exemplo o fragmento do poema de Manuel Bandeira:[...] A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros Vinha da boca do povo na língua errada do povo Língua certa do povo Porque ele é que fala gostoso o português do BrasilAo passo que nós O que fazemosÉ macaquearA sintaxe lusíada [...]&quot; .(Evocação do Recife – Manuel Bandeira)Aproveite para conferir as nossas videoaulas relacionadas ao assunto:Mais procuradosTCCConheça nossas dicas para entender sobre a dedicatória em um TCC.Uso dos porquêsConte com o artigo para não errar mais o uso dos porquês.HiatoSaiba como separar as sílabas das palavras que possuem hiato.Vogal temáticaToda palavra possui uma vogal temática: mito ou verdade?Complementos verbaisQue tal fazer uma revisão sobre complementos verbais agora?Mais procurados back groundArtigos RelacionadosOs dialetos são as variações linguísticas encontradas em diferentes regiões e grupos sociais. Os registros estão relacionados com os níveis de falaDialetos e registrosAs variedades linguísticas: Saiba mais sobre os diferentes dialetos e registros, elementos que...O uso da língua culta e coloquial depende do contexto, essa lembra a espontaneidade das crianças, e aquela, a rigidez dos adultosLíngua culta e coloquialAprenda as características da língua culta e coloquial.Manuel Bandeira, dotado de um notável lirismo, representa um dos artistas que compuseram o cenário artístico modernistaManuel BandeiraManuel Bandeira tem o lirismo como marca registrada em sua arte. Atenha-se a mais informações...A hashtag tem se tornado um símbolo cada vez mais comum, sobretudo entre os usuários das redes sociaisPara que serve uma hashtag?A linguagem das redes sociais: Clique aqui e descubra para que serve uma hashtag!A pragmática realiza o estudo da linguagem do ponto de vista de seus usuários.PragmáticaVocê sabe o que é pragmática? 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         <author>caionaraquinelatosilva</author>
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         <pubDate>2022-03-05 00:33:12 UTC</pubDate>
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         <title>MenuPortuguêsHome  Redação  Gêneros textuais  O e-mail - Um gênero textual do meio eletrônicoO e-mail - Um gênero textual do meio eletrônicoPor Vânia Maria do Nascimento DuarteEis que nos deparamos com mais um gênero... Mas só que desta vez parece se tratar de uma modalidade que as pessoas utilizam mais frequentemente, não é verdade?O termo e-mail (redução de eletronic mail) significa “correio eletrônico”. Tem por função designar tanto a mensagem enviada por meio da Internet quanto o endereço para o qual enviamos a mensagem. Normalmente, costuma obedecer ao seguinte padrão:Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)nome@provedor.com.br, no qual o nome se refere ao usuário; o símbolo @ informa ao computador que o conjunto das informações é um endereço de e-mail; o provedor é a empresa que possibilita o acesso à Internet, mediante o pagamento de uma taxa; o termo “com” significa comercial e “br”, Brasil.O fato é que as inovações tecnológicas estão em plena ascendência e, por sua vez, acabam exercendo influência no cotidiano de seus usuários. Por incrível que pareça, é notória a necessidade que a própria sociedade nos impõe para acompanharmos seu dinamismo. Quando o contrário acontece, sentimo-nos excluídos, sem contar que tal adequação nos confere também um aperfeiçoamento no que diz respeito ao campo profissional, uma vez que precisamos acompanhar essa evolução, posto que é tamanha a exigência do mercado “lá fora”.Assim sendo, o surgimento da Internet possibilitou uma maior interação entre as pessoas. Por meio dos inúmeros recursos, tais como os sites de relacionamento, representados pelo Orkut, Facebook, dentre outros, elas têm a oportunidade de trocar experiências com outras, não importando o local em que se encontrem. De forma que, atualmente, o contato é feito de maneira precisa e dinâmica, visando a atender as reais necessidades entre os interlocutores.Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)Logo, ao enfatizar sobre as características linguísticas a que se refere o e-mail, temos que, em termos estruturais, ele se assemelha a outros gêneros, tais como: o bilhete, memorando e, sobretudo, a carta. Analisemos cada um de seus elementos juntamente com as funções desempenhadas por estes, de modo a efetivarmos plenamente os nossos conhecimentos:* Vocativo - refere-se à pessoa para a qual é destinada.* Texto - caracterizado pela mensagem propriamente dita.* Despedida, seguida da assinatura do remetente.Quanto à linguagem, esta varia de acordo com o grau de intimidade entre os interlocutores envolvidos, podendo haver até redução de termos, representada pelas “inevitáveis” abreviações.Mais procuradosTCCConheça nossas dicas para entender sobre a dedicatória em um TCC.Uso dos porquêsConte com o artigo para não errar mais o uso dos porquês.HiatoSaiba como separar as sílabas das palavras que possuem hiato.Vogal temáticaToda palavra possui uma vogal temática: mito ou verdade?Complementos verbaisQue tal fazer uma revisão sobre complementos verbais agora?Mais procurados backgroundArtigos RelacionadosO advento da tecnologia mudou não apenas os meios de comunicação, mas também a linguagemGêneros digitaisVocê sabe o que são os gêneros digitais? Clique e conheça mais sobre a relação entre a...Os gêneros textuais cumprem uma função social específica e estão sempre a serviço da linguagem e da comunicaçãoGêneros textuaisVocê sabe o que são os gêneros textuais? Clique e saiba mais sobre a importância dos gêneros...História em quadrinhosClique aqui e veja tudo sobre história em quadrinhos. Entenda a origem e os aspectos...RECOMENDADOS PARA VOCÊPORTUGUÊSBackground logoPolítica de PrivacidadeTermos de UsoAnuncie AquiFale ConoscoBIOLOGIA NET BRASIL ESCOLA ESCOLA KIDS HISTÓRIA DO MUNDO MANUAL DA QUÍMICA MUNDO EDUCAÇÃO PREPARA ENEMCopyright © 2022 Rede Omnia© Todos os direitos reservados.</title>
         <author>caionaraquinelatosilva</author>
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         <pubDate>2022-03-05 00:35:48 UTC</pubDate>
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         <title>Background logoLogo PortuguêsSearch icon BuscarGramática Formação das PalavrasFonética e FonologiaOrtografiaAcentuaçãoPontuaçãoMorfologiaSintaxeSemânticaEstilística Redação Construção TextualRedação em ConcursosTítulo e TemaRedação TécnicaTextoIntertextualidadeGêneros TextuaisTipos TextuaisElementos da ComunicaçãoDenotação e Conotação Literatura Arte LiteráriaGêneros LiteráriosLiteratura PortuguesaEstilos de ÉpocaLiteratura no BrasilVanguardas EuropeiasGeração de 1930Geração de 1945 Colunistas Luiz Gonzaga P. de Souza Mais Disciplinas Dicas para o EnemEnemArtesBiologiaEnemEspanholFilosofiaFísicaGeografiaGeografia do BrasilHistória do Brasil      História GeralMatemáticaQuímicaSociologia Fale ConoscoHome  Redação  Gêneros textuais  RelatórioRelatórioPor Sara de CastroRelatório é um gênero textual utilizado por diversos profissionais em seu dia a dia e também por estudantes, para divulgar os resultados de um estudo ou uma pesquisa acadêmica em andamento, ou até mesmo para registrar participações em congressos, simpósios ou práticas de leituras e estudos.Leia também: Ata: formalizando e registrando informaçõesCaracterísticas do gênero relatórioNão pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)  O relatório figura entre os textos considerados pertencentes à esfera da redação técnica, uma vez que obedece a uma estrutura específica em caso de registros formais relacionados a determinados ofícios e saberes.O relatório traz informações pormenorizadas sobre fatos ou situações em andamento.O relatório traz informações pormenorizadas sobre fatos ou situações em andamento.Ademais, possui intencionalidade de expor, sintetizar e discutir questões relativas à produção de conhecimento, como a realização de experimentos em laboratório, por exemplo, em que se associam conhecimentos teóricos e práticos e apresenta-se, de forma sequencial e minuciosa, cada ação realizada pelo pesquisador.Ainda, relata as impressões obtidas com base em uma visita técnica, gerando subsídios para que alguém tome uma determinada decisão, com base naquilo que está descrito ou exposto no texto em questão.De forma mais corriqueira, no universo escolar, muitas vezes é requerido aos estudantes que, em forma de trabalho avaliativo, sejam entregues relatórios de passeios, filmes, debates, palestras assistidas, os quais dispensam certos elementos técnicos (por vezes regulados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT), uma vez que cumprem apenas uma função específica: aferir a participação em determinado evento.Com relação à linguagem, é fundamental a adequação à norma padrão da língua portuguesa, valendo-se de um registro formal, uma vez que se trata de documento técnico e, em alguns casos, de caráter avaliativo.Considerando a intenção de relatar, os verbos devem estar flexionados no tempo pretérito, já que só é possível, nesse tipo de texto, registrar-se fatos ocorridos. Importante lembrar que, dado o seu caráter informativo, o(a) autor(a) deve valer-se da produção de sentidos denotativos, tendendo à impessoalidade, bem como evitar o uso de expressões coloquiaisSe o relatório serve para apresentar resultados totais ou parciais de uma determinada atividade, é inegociável que todas as afirmações estejam corretas e sejam fidedignas, a fim de garantir a eficiência do texto e evitar tomadas de decisões equivocadas. Lembre-se: Quem assina um relatório é totalmente responsabilizado pelas informações nele contidas.Veja também: Resenha: um gênero para descrever e analisarNão pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)Estrutura do gênero relatórioOs relatórios regulados pela ABNT cumprem uma estrutura composta por elementos chamados de pré-textuais, textuais e pós-textuais. De forma geral, no entanto, percebemos a presença de elementos comuns à maioria dos relatórios, a saber:Cabeçalho: com as informações como o nome da instituição, o(s) autor(res) do texto, a data de produção e o assunto. Alguns relatórios necessitam de capa, que pode comportar essas indicações.Título: preferencialmente claro, objetivo e relativo ao tema.Objetivos: gerais e específicos da produção do relatório.Introdução: com a contextualização daquilo que está sendo relatado e os fundamentos teóricos para a análise.Desenvolvimento: exposição dos dados e informações advindos das observações e dos trabalhos realizados, bem como dos métodos e instrumentos utilizados para tanto. Pode-se abordar teorias e autores que fundamentem as afirmações realizadas.Conclusão: exposição dos resultados alcançados ou pretendidos e sua possível discussão.Referências: obras utilizadas para a produção do relatório.Como fazer um relatório?Atente-se para as informações. Os relatórios devem conter apenas aquilo que é necessário, dispensando-se informações acessórias.Seja sucinto. Relatórios são documentos de trabalho e não de entretenimento ou lazer.Nunca omita informações importantes, e discorra sobre as condições de produção do relatório, já que quem lê geralmente não está presente para vivenciar os fatos relatados.Certifique-se de que a linguagem está adequada.Antes de produzir o texto, faça um planejamento, recorra às anotações, às filmagens, às fotografias, a toda e qualquer forma de registro (que pode estar contida no relatório) para aproximar-se o máximo possível da realidade dos fatos relatados.Acesse também: Carta argumentativa: conheça sua função e estruturaExemplos1. Relatório de visita técnica |1|2. Modelo de Relatório de Palestras e Eventos |2|Notas|1| Retirado de: https://lamim.mg.gov.br/pagina-relatorio-da-qualidade-da-agua-i|2| Retirado de: https://www.academia.edu/9345038/MODELO_DE_RELAT%C3%93RIO_DE_PALESTRAS_OU_EVENTOS_ELEMENTOS_PR%C3%89-TEXTUAISAproveite para conferir as nossas videoaulas relacionadas ao assunto:Mais procuradosTCCConheça nossas dicas para entender sobre a dedicatória em um TCC.Uso dos porquêsConte com o artigo para não errar mais o uso dos porquês.HiatoSaiba como separar as sílabas das palavras que possuem hiato.Vogal temáticaToda palavra possui uma vogal temática: mito ou verdade?Complementos verbaisQue tal fazer uma revisão sobre complementos verbais agora?Mais procurados backgroundArtigos RelacionadosAta - formalizando e registrando informaçõesInteraja-se com os traços que demarcam este gênero!BiografiaSabe a diferença entre biografia e autobiografia? 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         <author>caionaraquinelatosilva</author>
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         <pubDate>2022-03-05 00:39:16 UTC</pubDate>
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         <title>HomeSobre o BlogGestãoAdministrativoFinanceiroMaisDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! 21 de abril de 2021|  Administrativo, Geral, SecretariadoNa escola, você faz inúmeros aprendizados que podem ser úteis durante toda a vida. Assim, nas aulas de português você aprende várias regras para entregar os seus textos com o objetivo de tirar notas melhores e até passar em vestibulares. No entanto, quem decidiu seguir na carreira pública ou até mesmo é secretário (a) executivo (a) também precisa se adequar ao estilo próprio de escrita e comunicação. Portanto, pensando nisso, hoje vamos falar sobre os principais documentos oficiais. Mas antes veja o que são documentos oficiais. Confira:Veja também como fazer um orçamento!O que são Documentos Oficiais?Documentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: FT MAS De forma resumida, podemos dizer que os documentos oficiais são aqueles que vem de atos oficiais, os quais apresentam atos da administração pública que produzem efeito jurídico, por exemplo, atos administrativos em geral, portarias, resoluções, editais e entre outros. Além disso, também os contratos e convênios podem ser considerados como documentos oficiais.Por fim, vale lembrar que os documentos escritos se dividem em oficiais e não oficiais e são expressos através da escrita.Quais são os tipos de documentos oficiais?Documentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: CA MASOs tipos de documentos oficiais são: Apostila, Ata, Atestado, Carta, Certidão, Circular, Contrato, Convênio, Decisão, Declaração, Despacho, Determinação de Serviço, Edital, E-mail, Fax, Guia de Encaminhamento de Correspondência Postal, Guia de Remessa de documentos ou Processos, Informação. Instrução de Serviço, Memorando, Norma de Serviço, Ofício, Parecer, Portaria, Processo, Protocolo de Intenções, Regimento, Regulamento, Relatório, Relatório de Reunião, Requerimento, Resolução e Telegrama.Tipos de Documentos OficiaisDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: NDDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: ND MASOs documentos oficiais são feitos no contexto das atividades administrativas de uma instituição. Dessa forma, eles são úteis para registrar informações, independente da natureza ou suporte utilizados.Os tipos de documentos oficiais são: Apostila, Ata, Atestado, Carta, Certidão, Circular, Contrato, Convênio, Decisão, Declaração, Despacho, Determinação de Serviço, Edital, E-mail, Fax, Guia de Encaminhamento de Correspondência Postal, Guia de Remessa de documentos ou Processos, Informação. Instrução de Serviço, Memorando, Norma de Serviço, Ofício, Parecer, Portaria, Processo, Protocolo de Intenções, Regimento, Regulamento, Relatório, Relatório de Reunião, Requerimento, Resolução e Telegrama. Além disso, vale lembrar que os canais para direcionar cada mensagem oficial também possuem as suas próprias características. No entanto, é claro que alguns desses documentos são mais comuns do que os outros. Portanto, veja abaixo os principais documentos oficias e quando usá-los:Principais documentos oficiaisAtaDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: ND MASÉ um relato fiel de fatos que ocorreram e decisões que foram feitas durante reuniões e assembleias, segundo uma pauta previamente estabelecida, garantindo a posterior execução dos acordos ali tratados. Além disso, vale lembrar que é geralmente registrada em livro próprio e, ao final da reunião, costuma ser assinada pelos participantes.AtestadoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: BIDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: BIÉ um documento assinado por um servidor em virtude de seu cargo ou função exercida. Dessa forma, a ideia é declarar algum fato a favor da pessoa declarada. Um exemplo disso é fornecer a declaração de que um indivíduo realizou certas atividades em um período x.Declaração Documentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: SS MASDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: SS MASÉ um documento que se assemelha ao atestado, mas que não deve ser expedido por órgãos públicos. Além disso, é um documento em que se manifesta uma opinião, conceito, resolução ou até uma observação.AtoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: FCMPor meio dessa ferramenta, dirigentes de órgãos e entidades da Administração Direta, Indireta e Fundacional declaram um fato ou uma situação com base na lei.CertidãoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: CJDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: CJÉ uma declaração que tem por objetivo comprovar um ato ou registro de processo, livro ou documento existente em repartições públicas. Além disso, vale lembrar que quando autenticadas, têm o mesmo valor de um documento original.ConsultaDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: JDDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: JDTambém chamado de carta-consulta, ele é uma das formas de correspondência interna e geralmente diz respeito a determinados orçamentos para a captação de financiamento de projetos.ConvocaçãoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: MSDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: MSEssa forma de comunicação escrita tem por objetivo convidar o público-alvo para uma determinada reunião ou até assembleia. Por isso, traz informações chaves, como local, data e finalidade do encontro.DecisãoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: SSDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: SS MASÉ uma solução dada por meio de despacho ou até sentença para uma determinada situação.DecretoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: DOUDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: DOU MASA sua finalidade é detalhar e especificar a lei, facilitando a sua execução e até esclarecendo os seus mandamentos.DespachoDO: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: PC MASÉ um documento redigido para dar sequência a algum assunto que foi encaminhado para a apreciação da autoridade. Além disso, ele pode comunicar uma decisão, ordem ou até recomendar o prosseguimento de um processo.EditalDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: SS MASÉ um ato escrito oficial que inclui aviso, determinação ou citação. Dessa forma, ele é publicado por uma autoridade competente, e divulgado na imprensa oficial e em outros órgãos, de modo a ser facilmente acessado por todos. Além disso, ele geralmente comunica novos concursos públicos, intimações e até convocações, que exigem uma ampla divulgação.InformaçãoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: GCDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: GC MASÉ um documento no qual os servidores subordinados prestam esclarecimentos ou até elucidam questões imprecisas sobre uma determinada situação, a pedido de alguma autoridade.LeiDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: PDDO: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: PD MASO objetivo dessa espécie normativa, prevista pela Constituição Federal, é disciplinar uma variedade de ações. Dessa forma, ela tem como características a generalidade e a abstração e só pode ser utilizada pelo Poder Legislativo.MemorandoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: MSDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: MASÉ a comunicação ágil e fundamentalmente interna, feita entre as unidades administrativas de um mesmo órgão, sendo elas de mesmo nível ou até de níveis diferentes. Além disso, o caráter pode ser administrativo ou até envolver projetos, ideias e diretrizes a serem adotados em certa instância do serviço público.MoçãoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: SLDO: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: SL MASÉ uma proposta referente a alguma questão levantada durante uma reunião ou decorrente de algum incidente que tenha acontecido nela. Além disso, vale lembrar que o seu caráter pode ser de simpatia, apelo ou repúdio, por exemplo.ParecerDO: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: MI MASÉ uma avaliação feita por órgãos especializados a respeito de situações que lhes foram colocadas para essa apreciação. Dessa forma, ele deve indicar a solução ou as razões e fundamentos necessários para a tomada de decisão por um órgão competente.PortariaDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: GC MASÉ um documento pelo qual a autoridade inferior ao chefe do Executivo estabelece normas para disciplinar a conduta de seus subordinados. Além disso, ela é assinada, por exemplo, por presidente, diretor-geral, entre outros.ProcessoDO: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: MASÉ o desenvolvimento de um expediente, ao qual são inseridos pareceres, anexos e despachos, que darão suporte à sua tramitação.RequerimentoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: MASÉ um documento pelo qual o indivíduo interessado solicita ao Poder Público algo que ele acredite que lhe pertença ou até que deva usufruir. Além disso, ele pode usar ele para se defender de uma determinada prática ou até situação que o lese de alguma forma.RelatórioDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: MASÉ submetido à autoridade superior, traz um panorama das atividades realizadas pelo funcionário, no que diz respeito ao período em exercício no cargo. Além disso, ele é geralmente adotado para prestações de conta ou até para expor o avanço de determinadas iniciativas planejadas.OfícioDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: MASDO: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: MASÉ como são feitas as comunicações administrativas entre autoridades ou entre autoridades e particulares, tendo como foco assuntos oficiais.Pronomes de tratamentoDocumentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Foto: UOLDO: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: UOL MASAlém de saber quais são os documentos oficiais, também é interessante ter o conhecimento dos pronomes de tratamento. Dessa forma, eles devem ser úteis conforme as regras a seguir:Vossa Excelência:Autoridades do Poder Executivo (Presidente da República, Vice-Presidente da República, Ministros de Estado, Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal, Oficiais-Generais das Forças Armadas, entre outros. Autoridades do Poder Legislativo (Deputados Federais e Senadores, Ministro do Tribunal de Contas da União, Deputados Estaduais e Distritais, Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais e Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais), Autoridades do Poder Judiciário (Ministros dos Tribunais Superiores, Membros de Tribunais, Juízes e Auditores da Justiça Militar).Vossa Senhoria:Demais autoridades e particulares.Vossa Magnificência:Reitores de Universidades.Vossa Santidade:Papa.Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima:Cardeais.Vossa Excelência Reverendíssima:Arcebispos e Bispos.Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima:Monsenhores, Cônegos ou superiores religiosos.Vossa Reverência:Sacerdotes, Clérigos e demais religiosos.Diferenças entre Comunicação Oficial e Redação OficialDO: veja quais são os tipos e quando usá-los! – Foto: QC MASTambém chamada de “expediente”, a “comunicação oficial” trata dos documentos em si. Por outro lado, a “redação oficial”, termo mais comumente encontrado, é o estudo dos “documentos oficiais”. Ou seja, a redação é o manejo, utilização e interpretação de comunicações oficiais.Além disso, a “redação oficial” pode ser definida também como a forma de redigir correspondências, processos e documentos atribuídos à Administração Pública.FAQ – Perguntas FrequentesO que são documentos oficiais e não oficiais?Os documentos escritos se dividem em oficiais e não oficiais e são expressos através da escrita.O que são os documentos oficiais?Os documentos oficiais são aqueles provenientes de atos oficiais, os quais apresentam atos da administração pública que produzem efeito jurídico, por exemplo, atos administrativos em geral, portarias, resoluções, editais, entre outros. Também os contratos e convênios podem ser considerados como documentos oficiais.Quais são os tipos de documentos oficiais?Os tipos de documentos oficiais são: Apostila, Ata, Atestado, Carta, Certidão, Circular, Contrato, Convênio, Decisão, Declaração, Despacho, Determinação de Serviço, Edital, E-mail, Fax, Guia de Encaminhamento de Correspondência Postal, Guia de Remessa de documentos ou Processos, Informação. Instrução de Serviço, Memorando, Norma de Serviço, Ofício, Parecer, Portaria, Processo, Protocolo de Intenções, Regimento, Regulamento, Relatório, Relatório de Reunião, Requerimento, Resolução e Telegrama.Gostou? O que achou? Deixe seu comentário.Documentos documentos oficiais memorando oficio redação Secretariado secretariado executivo técnicas de secretariadoPrevious Story:COMO FAZER UM ORÇAMENTO? VEJA TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER!Next Story:CONCILIAÇÃO BANCÁRIA: ENTENDA MAIS SOBRE ESSE PROCEDIMENTO!Você pode gostar tambémAuditoria Interna: veja tudo o que você precisa saber sobre! - Foto: RRK MASAuditoria Interna: veja tudo o que você precisa saber sobre!Como desenvolver soft skills? Veja 13 dicas práticas!O que é Workflow? Veja tudo o que você precisa saber sobre!Pensamento Crítico: para que serve e como desenvolver!3 Responses to &quot; Documentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! &quot;Francisco Santos Fayal12 de setembro de 2021 às 12:22Material ótimoRESPONDERIsabelly Braz17 de setembro de 2021 às 07:00Obrigada, Francisco!Muito bom ter esse feedback!RESPONDERFrancisco Santos Fayal17 de setembro de 2021 às 20:30Material muito bomRESPONDERDeixe um comentárioO seu endereço de e-mail não será publicado. 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         <author>caionaraquinelatosilva</author>
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         <title>SobreCasesOrçamentoCalculadora de EconomiaRevendasConteúdoContatoBlogMatérias e artigos sobre GovernoEletrônico, Inovação e Tecnologiapara Órgãos PúblicosO que é um memorando?Em termos conceituais, o memorando constitui um tipo de comunicação eminentemente interna estabelecida entre as unidades administrativas de um mesmo órgão, de níveis hierárquicos iguais ou distintos.Sistema eletrônico de comunicaçãoSistema eletrônico de comunicaçãoO memorando, cabe ressaltar é uma comunicação entre setores e não entre pessoas, dessa forma a informação é planificada entre todos os envolvidos, facilitando a busca de soluções.Em termos conceituais, o memorando constitui um tipo de comunicação eminentemente interna estabelecida entre as unidades administrativas de um mesmo órgão, de níveis hierárquicos iguais ou distintos.Ele representa um documento cuja característica principal é a agilidade – dada a isenção de quaisquer procedimentos burocráticos que porventura venham a dificultar a tramitação do referido ato comunicativo.Desse modo, no intuito de evitar um aumento no número de comunicações feitas, os despachos ao memorando são colocados juntamente ao documento de origem.Deve-se então procurar a solução e mercar como resolvido assim que a demanda for solucionada..Leia tambémConfira a matéria na revista “Tudo” sobre a plataforma 1Doc21 de dezembro de 2015Confira a matéria na revista “Tudo” sobre a plataforma 1DocPlano de Governo passando a limpo30 de junho de 2020Plano de Governo passando a limpoPrecisamos falar sobre o “sempre foi assim” na gestão de contratos do setor público18 de junho de 2021Precisamos falar sobre o “sempre foi assim” na gestão de contratos do setor públicoTecnologia para revolucionar – Diário Catarinense4 de dezembro de 2015Tecnologia para revolucionar – Diário Catarinense« Ver todas as postagens3 respostas para “O que é um memorando?” Pedro Luiz Teixeira disse:13 de agosto de 2019 às 15:23Uma ótima melhoria para todas as secretarias que fazem parte da Prefeitura de Petrolina. Vamos economizar financeiramente e vamos ter mais tempo. Bom avanço e grande passo que nossa gestão com o Prefeito Miguel Coelho deu aos nossos funcionários. Parabéns! Maria da Conceição Soares Picanço disse:11 de maio de 2020 às 11:17Deu pra entender melhor como e quando devemos udar um memorando, da sempre atenção as respostas para para que não venha surgir questionamentos posteriores e muita atenção para q vamos nos dirigir ao responder, nunca deixar de responder e nunca responder com outro memorando. Ana Rodrigues de Araujo Cavalcanti disse:23 de junho de 2020 às 16:18Importante ferramenta de trabalho o memorando pois irá agilizar as comunicaçõesMateriais ricosBaixe gratuitamentee-BookO que toda prefeitura precisa saber sobre arquivoBAIXARe-BookPlano de Governo passando a limpoBAIXARe-BookOs 7 pilares da digitalização dos processos na gestão públicaBAIXARInfográficoTecnologia a favor do cumprimento dos Princípios da Administração PúblicaBAIXAREmpresa especializada em gestãode Comunicação, Atendimento e Documentos.1Doc Tecnologia S.A.CNPJ: 19.625.833/0001-76Av. Luiz Boiteux Piazza, 1302.1º andar. Canasvieiras.Florianópolis/SCCEP 88056-000Fone: (48) 3031-8755LinkedinFacebookInstagramYoutube1DocMetodologiaManifesto1Doc para Empresas1Doc para Prefeituras1Doc para Secretária de ObrasStatus dos servidoresVagasLeia nosso BlogMateriais RicosFuncionalidadesVisão GeralMemorando EletrônicoAtendimento, LAI e OuvidoriaProcessos e ProtocoloComunicação OficialIndicadoresSuporteCentral de AjudaInicie agoraCases de sucessoSeja Revenda 1DocProposta onlineTermos de uso     Aviso de Privacidade     © 1Doc 2022Mobile AnalyticsAo navegar em nosso site alguns arquivos de rastreamento chamados “cookies” serão instalados em seu dispositivo para execução de análise de tráfego de dados, de relevância e personalização de conteúdo e endereçamento de anúncios. Para saber mais, acesse nosso Aviso de Privacidade.Ok, Entendi.</title>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/sobre">sobre</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/solucoes">soluções</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/cases">cases</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/#clientes">clientes</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/#conteudo">conteúdo</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/carreira">carreira</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/#contact">contato</a></li><li><br></li><li><br></li><li><br></li><li><br></li><li><br></li></ul><div><br></div><h1>Afinal, o que é um “ofício” e por que este documento é importante para o seu negócio?</h1><div>Tratar o ofício adequadamente reduz riscos jurídicos. O documento é a correspondência formal entre duas partes, produzindo efeitos jurídicos a partir do recebimento.<br><br></div><div>Muitas empresas e escritórios vivenciam o desafio de entender os diferentes documentos do setor jurídico, fazer o controle e dar a devida destinação. Neste processo, um desafio bastante recorrente é como criar fluxos para tratamento adequado dos ofícios.<br><br></div><div>Como ele é utilizado por órgãos administrativos e judiciais, os erros nos processos internos podem gerar punições. Logo, é importante tirar todas as dúvidas e implementar boas práticas para não ter problemas legais.<br><br></div><div>Neste conteúdo, explicamos o que é ofício e o que fazer ao receber essa documentação. Continue a leitura!&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div><strong>O que é o ofício?</strong></div><div><br>O ofício é uma correspondência. Nela, são veiculadas ordens, solicitações ou informações com o objetivo de atender a formalidades e produzir efeitos jurídicos. Assim, o documento representa a<strong> comunicação oficial do remetente para o destinatário</strong>, pois usa do canal escolhido pela lei ou pelas partes para esse fim.<br><br></div><div>Nesse sentido, o ofício tem sempre uma forma facilmente reconhecível:<br><br></div><ul><li>nome, símbolos, ícones, brasões e outros sinais distintivos da pessoa ou organização emitente, geralmente na parte superior do documento;</li><li>denominação do documento como ofício e número de registro interno;</li><li>identificação do destinatário; conteúdo da mensagem, ordem ou solicitação;</li><li>data, local e assinatura;</li><li>comprovante de entrega (protocolo, aviso de recebimento etc.).</li></ul><div><br>Uma dica é que a <strong>origem</strong> do ofício merece mais atenção do que a <strong>forma</strong>. Isso porque, os documentos emitidos por autoridades públicas podem ter consequências pelo descumprimento, o que não é comum para os particulares.<br>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Quem pode solicitá-lo?</strong></div><div><br>Os remetentes mais importantes são os órgãos públicos administrativos e judiciais. No primeiro caso, temos os Municípios, Estados, Distrito Federal, União e as entidades vinculadas a estas pessoas jurídicas de direito público, contemplando a administração direta, indireta e fundacional. No segundo, os diversos juízes e tribunais, federais e estaduais, espalhados pelo Brasil.<br><br></div><div>Em alguns casos, o particular pode enviar ofício para essas autoridades, normalmente com solicitações ou em resposta a ofícios enviados. Já a troca entre organizações privadas costuma ter o peso de uma notificação extrajudicial.<br>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Como respondê-lo?</strong></div><div><br>Sabendo o que é ofício, podemos ingressar no principal desafio do gerenciamento: como e quando responder à correspondência. A resposta deve ser avaliada caso a caso, dependendo da comunicação entre o setor jurídico e a administração da empresa.<br><br></div><div><strong>Ofícios informativos</strong><br>Se o ofício contiver uma informação, o passo seguinte é encaminhar para o responsável interno. É o caso dos ofícios em que setores da empresa ou organizações trocam informações, bem como usados pelos órgãos públicos para dar ciência de situações e decisões.<br><br><strong>Ofício de solicitação</strong><br>Se o ofício contiver uma solicitação, como entregar uma informação, prestar um serviço, deixar de realizar uma atividade etc., a área responsável deve avaliar a pertinência de cumprir o que foi pedido pelo particular ou pela autoridade pública.<br><br></div><div>Em algumas situações, será o caso de responder rejeitando o pedido. Em outras tantas, será preciso atender aos requerimentos. E existem ainda as situações em que a empresa pode se antecipar e propor uma medida legal. <br><br><strong>Ofício com ordem</strong><br>O último caso é a veiculação de uma ordem. Tanto nos ofícios particulares como nos públicos, a área responsável deve atuar e avaliar se a determinação está conforme a lei.&nbsp;<br><br></div><div>Nos ofícios públicos, para não cumprir a determinação, ainda que irregular, será preciso utilizar dos meios legais e propor as medidas cabíveis.<br><br></div><div>Já nos particulares, as exigências normalmente vêm acompanhadas da ameaça de processar judicialmente a empresa. Logo, a equipe de tratamento de ofícios deve levantar os riscos e identificar a melhor estratégia.&nbsp;<br><br></div><div>Se houver cumprimento da ordem ou pedido, o ofício deve ser respondido com a comprovação dos atos praticados.<br>&nbsp;<br><br></div><div><strong>O que acontece se não for respondido?</strong></div><div><br>As consequências variam de acordo com o remetente. Para os ofícios particulares, em regra, o resultado mais grave é a propositura de um processo judicial pela parte que se sentiu lesada.&nbsp;<br><br></div><div>Nos órgãos administrativos, devemos ficar atentos às <strong>multas administrativas</strong> e a outras punições. Elas não são comuns neste caso, pois geralmente as autoridades utilizam de notificações quando desejam comunicar irregularidades.&nbsp;<br><br></div><div>O caso mais relevante são os ofícios remetidos pelo Poder Judiciário, os quais exigem a cooperação do particular com a justiça. Nestes ofícios, os requerimentos são os mais diversos:<br><br></div><ul><li>permitir acesso aos livros empresariais;</li><li>fazer algum tipo de baixa cadastral, como no cadastro de inadimplentes;</li><li>conceder dados ou informações sobre terceiros;</li><li>fornecer esclarecimentos sobre fato;</li><li>executar ato necessário ao cumprimento de medidas legais;</li><li>entregar bens de terceiros sob responsabilidade da empresa.&nbsp;<br>&nbsp;</li></ul><div>Os ofícios judiciais podem vir com medidas coercitivas ou para buscar a cooperação voluntária em um primeiro momento. De todo modo, os maiores riscos são o ato atentatório à dignidade da justiça, as multas diárias e o crime de desobediência.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Ato atentatório à dignidade da justiça </strong><br>O ato contrário à dignidade da justiça é causa de punição legal, que pode acarretar aplicação de multa por se comportar de má-fé no processo. O erro mais comum é não atender com exatidão ao ofício, mais até do que deixar de responder.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Multa diária </strong><br>As multas diárias são valores cobrados para cada dia de descumprimento, começando após o prazo definido pela autoridade.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Crime de desobediência </strong><br>A desobediência consiste em não cumprir a ordem legal de funcionário público, com pena de 15 dias a 6 meses de detenção e multa. Normalmente, é uma medida utilizada para atingir os representantes ou responsáveis diretos pela obrigação dentro da empresa.<br><br></div><div>Sendo assim, além de saber o que é ofício, é importante adotar boas medidas de controle e organizar os processos internos. Os riscos podem ser evitados se a empresa tiver uma comunicação eficaz com a área responsável, que deve avaliar as correspondências e indicar as medidas necessárias.<br><br></div><div>Aqui na Finch, somos especialistas em evitar problemas com ofícios e processos judiciais, enquanto ajudamos sua empresa a digitalizar o setor jurídico de ponta a ponta.&nbsp;<br><br></div><div><a href="https://finchsolucoes.com.br/solucoes"><strong>Conheça agora as nossas soluções de tecnologia e gestão!</strong></a></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><a href="https://drive.google.com/file/d/1_sOUX5phfehtxB5nW0dWF2OwrhHThG2j/view?usp=sharing">Política de Privacidade</a></div><div><a href="https://drive.google.com/file/d/1d_YoME89VQb1-bEDyPXO-fO3ErohM9kU/view?usp=sharing">Política de Segurança da Informação</a></div><div><a href="https://drive.google.com/file/d/17_b-Buaj9Qs4A-Nll5eZvL4C5o2V0bBO/view?usp=sharing">Contato do Encarregado pelo Tratamento de Dados</a></div><div><a href="https://finchsolucoes.com.br/sobre"><strong>sobre</strong></a></div><div><a href="https://finchsolucoes.com.br/solucoes"><strong>soluções</strong></a></div><ul><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/automatizacao">automatização</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/jurimetria">jurimetria</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/operacoes-legais">operações legais</a></li></ul><div><a href="https://finchsolucoes.com.br/cases"><strong>cases</strong></a></div><div><a href="https://finchsolucoes.com.br/#clientes"><strong>clientes</strong></a></div><div><a href="https://finchsolucoes.com.br/#conteudo"><strong>conteúdo</strong></a></div><ul><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/blog">blog</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/noticias">notícias</a></li><li><a href="https://finchsolucoes.com.br/materiais">materiais</a></li></ul><div><a href="https://finchsolucoes.com.br/carreira"><strong>carreira</strong></a></div><div><a href="https://finchsolucoes.com.br/#contact"><strong>contato</strong></a></div><div><strong>São Paulo - SP</strong><br>Rua Butantã, 434 - 6º andar<br>Ed. Itamaraju - Pinheiros<br>CEP: 05424-000<br>(+55 11) 3201-9950<br>comercial@finchsolucoes.com.br</div><div><strong>inovaBra Habitat</strong><br>Av. Angélica, 2.529<br>Bela Vista - São Paulo - SP<br>CEP: 01227-200<br>(+55 11) 3201-9950<br>comercial@finchsolucoes.com.br</div><div><strong>Bauru - SP</strong><br>Av. Getúlio Vargas, 3-03<br>Vila Universitária<br>CEP: 17017-000<br>(+55 14) 3205-7200<br>comercial@finchsolucoes.com.br</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-05 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>SignificadosSignificadosO que você quer saber hoje?O que você quer saber hoje?Língua PortuguesaSignificado de AtaO que é uma Ata:Ata é um registro escrito sobre todos os acontecimentos e assuntos debatidos durante uma reunião ou outro tipo de assembleia.A ata se configura como uma modalidade textual da linguagem escrita, utilizada principalmente no contexto profissional para manter o registro de decisões e argumentos que foram previamente apresentados durante as reuniões.Por ter uma utilização formal, as atas apresentam um conjunto de normas de produção, que constituem a chamada “redação técnica”.Algumas das regras básicas para a produção de uma ata de reunião, por exemplo, são:ausência de abreviaturassem parágrafos ou alíneastodos os números devem ser escritos por extensonão usar corretivossem rasuras ou emendas no textoverbos no pretérito perfeito do indicativo.Caso o redator da ata cometa algum erro durante a produção da mesma, este deverá utilizar uma partícula retificativa no texto, como por exemplo: “Aos vinte dias do mês de junho, digo, de agosto, de dois mil e dezesseis…”.No entanto, caso o erro só seja percebido depois de lavrada a ata, a correção deve ser feita em forma de errata. Por exemplo: “Onde se lê junho, leia-se agosto”.A partir do seu sentido figurado, uma ata ainda pode representar um relato, crônica ou resenha feito em formato de narrativa e com base em acontecimentos verídicos e factuais.Alguns dos principais sinônimos de ata são: resumo, súmula, registro e relatório.Este conteúdo foi útil?SimNão Compartilhar EnviarOutros conteúdos que podem interessarSignificado de MemorandoSignificado de Curriculum VitaeDiário de BordoNormas da ABNT para Trabalhos AcadêmicosTécnica PomodoroSignificado de Informação38 Figuras de linguagemCoesão e CoerênciaSignificado de EfetivoSignificado de ScrumVeja TambémNormas da ABNT para Trabalhos AcadêmicosNormas da ABNT para Trabalhos AcadêmicosGênero Textual DiárioGênero Textual DiárioAtenciosamente e cordialmenteAtenciosamente e cordialmenteExemplos de Formatação pelas Regras e Normas da ABNT para trabalhos acadêmicosExemplos de Formatação pelas Regras e Normas da ABNT para trabalhos acadêmicosMais PopularesOTAN: o que é, objetivos e países membrosAmorLogradouroComunismo666Bandeiras dos paísesSinais de pontuaçãoTipos de ConhecimentoMaranataSocialismo Significados: descubra e entenda diversos temas do conhecimento humano.Populares Recentes Política de Privacidade Categorias Sobre RSS Contato Encontrou um Erro?© 2011 - 20227Graus</title>
         <author>caionaraquinelatosilva</author>
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         <pubDate>2022-03-05 00:47:50 UTC</pubDate>
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         <title>Abrir menu principalWikipédiaPesquisar na WikipédiaBanner logo	Participe do evento Mais Mulheres eajude a fechar as lacunas de gêneroEntre 1 e 31 de março de 2022Inscreva-se aquiTécnico (gênero textual)LínguaDescarregar PDFVigiarEditarO texto técnico, também conhecido como texto técnico-cientifico, é um gênero textual no qual geralmente escritos por especialistas, assumindo termos específicos e linguagem formal.[1]A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) conceitua o artigo científico como &quot;parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento&quot;.[2] Na coleção “Normas para a apresentação de documentos científicos”, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) considera o artigo técnico-cientifico como um &quot;trabalho escrito por um ou mais autores, com a finalidade de divulgar a síntese analítica de estudos e resultados de pesquisas. Formando a seção principal em periódicos especializados, artigos, ensaios e outras colaborações, estes devem seguir as normas editoriais do periódico a que se destinam&quot;.[3]A partir do tratamento dispensado à temática, os artigos técnico-científicos podem ser classificados em dois tipos: a) originais, quando apresentam abordagens ou assuntos inéditos; b) de revisão, quando abordam, analisam ou resumem informações já publicadas.A compreensão desse tipo de texto dificilmente se dá de forma automática, já que é necessário assimilar os conceitos e termos da linguagem de especialidade em questão. Em outras palavras, são necessárias chaves de acesso que permitam a compreensão do texto.ÍndiceLinguagem utilizada[4]	Para evitar possíveis “confusões” presentes na comunicação, o texto técnico-científico utiliza-se da linguagem de especialidade, que visa uma comunicação rápida e precisa entre os profissionais, estudantes e pesquisadores de uma determinada área, para que haja maior desempenho na execução de suas funções. É a linguagem utilizada numa dada área que engloba tanto a terminologia como as formas de expressão específicas da área em questão, não se limitando apenas a terminologia, mas incluindo termos funcionais, propriedades sintáticas e gramáticas e aderindo a convenções próprias (como evitar a voz passiva, por exemplo).Durante uma cirurgia, por exemplo, a equipe médica precisa se entender rapidamente para que a atividade seja bem-sucedida. Logo, os cirurgiões devem dominar uma linguagem de especialidade com significados bem delimitados, precisos e que sejam compreendidos por todos os participantes.São características da linguagem de especialidade:Termos e significados restritos, instrumentos essenciais para a construção da coerência dos textos técnico-científicos;Construção de signos monossêmicos;Resultada de consensos conceituais existentes dentro do campo científico ou tecnológico, que podem sofrer alterações mediante novas descobertas na área;Tem como propósito a educação especializada e a comunicação entre especialistas da mesma área;Características	São características do texto técnico-cientifico, segundo Jacinto Martín:[4]Universalidade: no momento em que o pesquisador torna publica a sua investigação ele pretende que esse resultado alcance maior difusão e seja útil para todas as pessoas;Objetividade: o modo como o texto é escrito evita subjetividades, eliminando a opinião do autor;A significação de vocábulos científicos é denotativa;O objetivo da ciência é demonstrar o conhecimento dos fenômenos, portanto é necessário apresentar provas suficientes para corroborar a veracidade das pesquisas e dos resultados apresentados.A função de linguagem predominante nesse tipo de texto é a referencial, pelo seu caráter explicativo e denotativo, com intercâmbio de conhecimento e definições. Além disso, a explicação continua e a produção abundante de termos se apoiam na função metalinguística;A formalização cientifica da linguagem, gerando terminologias e conjunto de termos com significados designativos;Coerência: uma vez empregado um termo no início do texto, esse deve se manter até o fim do discurso, para que a precisão e a clareza sejam alcançadas;Rigor, precisão e coerência devem ser ligados de forma elegante no momento da escrita.Tipos	Tipos de texto técnico-científicos	CaracterísticasExpositivos	Textos minuciosos que tratam de explicar uma experiência. Estrutura formada por hipótese, detalhamento da experiência e conclusões que afirmam a posição inicial.Descritivos	Mais técnicos do que científicos, tratam da utilização de um instrumento ou de operações prefixadas.Argumentativos	Discussão de uma teoria ou uma tese sobre uma experiência ou fenômeno. Estrutura geralmente formada pelo estado atual do problema,pela demonstração da tese e de seus argumentos contrastando com ideias opostas; a conclusão vai de acordo com a hipotese inicial.Referências «Artigos Técnico-Científicos e Textos de Opinião: por que e como elaborá-los». Consultado em 25 de setembro de 2017 ’’NBR 6022 (Informação e documentação — Artigo em publicação periódica científica impressa — Apresentação), Rio de Janeiro, Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2002 TAMANINI, Marlene. FURLIN, Neiva. ALCANTARA, Anelise M.. FERREIRA, Ana Letícia P.. ‘’Normas para apresentação de documentos científicos’’, UFPR, vol. IV (2002, p. 2) «A linguagem de especialidade e o texto técnico-cientifico: notas conceituais». Consultado em 25 de setembro de 2017  Portal da literaturaÚltima modificação há 2 anos por CadneroWikipédiaConteúdo disponibilizado nos termos da CC BY-SA 3.0, salvo indicação em contrário.Política de privacidade Condições de utilizaçãoVersão desktop</title>
         <author>caionaraquinelatosilva</author>
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         <title>Modelo de Ofício Solicitando mudança de Endereço. Ofício n.º…(preencha informando a numeração do ofício). (Local), (dia) de (mês) de (ano). (preencha informando o local, dia, mês e ano de envio do ofício). Ao senhor(a), Assunto…(Informe o assunto relacionado ao envio do ofício). Venho por meio desse ofício, informa que eu, (nome completo), (nacionalidade), nascido em… (estado civil), (profissão), sob RG n.º… e CPF n.º… resido atualmente em um endereço diverso do cadastrado nos autos da documentação enviada ao senhor(a). O endereço que resido atualmente é Rua/Avenida… na cidade de… no estado de… CEP n.º… tendo como telefone de contato o número… Desde já reitero minha estima,  __________________________ (nome e assinatura do remetente) CPF n.º… Protocolo n.º.. Recebido por… na data de (dia) de (mês) de (ano), às… horas.  (Preencha informando o número de protocolo do recebimento, o nome da pessoa que recebeu, a data em que foi recebido e protocolado e o horário). </title>
         <author>caionaraquinelatosilva</author>
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         <title>Modelo de ofício solicitando disponibilização de espaço. (Local), de (dia) de (mês) de (ano). Ofício n.ª… (informe a numeração do ofício). Á senhora(o), ou À Vossa Senhoria,  Cargo… (informe o cargo do destinatário). Assunto… (informe o assunto principal do ofício). Nome completo do remetente, inscrito sob o RG n.º… e CPF n.º, nacionalidade, estado civil, data de nascimento, residente no endereço na Rua… cidade… estado… e CEP n.º… vem por meio desse documento solicitar e requerer a utilização do espaço… para poder haver a utilização com a finalidade de… durante o período de… dás… horas às… horas… (preencha informando os dados do remetente, bem como informações pertinentes ao espaço, a finalidade de utilização, o período de duração e o horário de utilização). Informando que deixaremos sempre da forma como encontramos e que o espaço não será mais usado após esse horário e data. Atenciosamente, meus mais sinceros votos de estima, Cidade, (dia) de (mês) de (ano). _________________________________________ (Nome e assinatura do remetente) CPF n.º.. Protocolo n.º.. Recebido por… na data de (dia) de (mês) de (ano), às… horas.  (Preencha informando o número de protocolo do recebimento, o nome da pessoa que recebeu, a data em que foi recebido e protocolado e o horário). </title>
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         <title>Redação TécnicaREDAÇÃOPUBLICIDADE  A redação técnica é o conjunto de gêneros textuais utilizados por órgãos públicos e empresas para promover comunicação com seus receptores de forma objetiva e imparcial, seguindo as regras da norma culta.Os gêneros mais utilizados na construção de uma redação técnica são:memorando;ofício;ata;ordem de serviço.A construção de uma redação técnica deve obedecer às exigências do documento, localizando o leitor quanto à data, destinatário, localidade e assunto.Leia também: Resenha – gênero textual que visa fazer levantamentos críticos acerca de uma obraAo redigir uma redação técnica, é preciso estar atento aos objetivos do texto e à norma culta da língua. Ao redigir uma redação técnica, é preciso estar atento aos objetivos do texto e à norma culta da língua.Características da redação técnicaA redação técnica é um texto que difere das redações literárias, pois, além de utilizar a linguagem denotativa, é um texto formal e bastante conciso. Ela possui algumas peculiaridades quanto à estrutura e estilo, por se tratar de documentos oficiais.Impessoalidade: distanciamento do autor do texto em relação ao tema e eliminação de subjetividades.Formalidade: âmbito da padronização do texto, obedecendo às características previstas no gênero.Concisão: redigir apenas o essencial, em poucas palavras.Nível de linguagem: emprego da norma-padrão da língua portuguesa.Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)Tipos de redação técnicaAbaixo seguem os gêneros mais comuns no âmbito da redação técnica. É importante destacar que existem inúmeros outros gêneros voltados ao estabelecimento de comunicação oficial ou corporativa.Memorando: tem o objetivo de estabelecer a circulação de determinada informação dentro de uma empresa ou órgão público.Ofício: texto com o objetivo de solicitar, reivindicar, notificar ou comunicar formalmente sobre determinado assunto.Ata: texto com o objetivo de relatar ou registrar acontecimentos em uma reunião, convenção, simpósio etc.Ordem de serviço: tem o objetivo de comunicar internamente ações que precisam ser efetuadas a respeito de um trabalho.Veja também: Crônica narrativa – gênero marcado por ações breves e com tempo e espaço determinadosComo fazer uma redação técnicaAo redigir uma redação técnica, é preciso estar atento aos objetivos do texto e à norma culta. Por isso, analise os pontos a seguir.Tenha certeza da relevância do documento a ser emitido: é importante pensar na relevância do documento, pois se trata de uma manifestação que estabelecerá comunicação de forma bastante séria e comprometida. Portanto, ao redigir o texto técnico, pense em como ele será recebido pelos interlocutores.Concisão: ser conciso é informar o máximo em um mínimo de palavras. Observe, abaixo, algumas expressões que podem ser substituídas por construções concisas.Em vez deEscrevaServimo-nos da presente para informarInformamosVenho pela presente informarInformamosAcusamos o recebimentoRecebemosVimos pela presente agradecerAgradecemosDevido ao fato de quePor causa Estabeleça o destinatário: o destinatário pode ser uma pessoa, departamento, empresa.Estabeleça o assunto ou tema: insira o assunto ou o tema do documento logo abaixo do cabeçalho.Corpo do texto: desenvolva o parágrafo central do documento de acordo com a norma-padrão, de forma clara.Fecho: é o momento em que o leitor entende que a comunicação está sendo encerrada na forma de cumprimento. Exemplos: atenciosamente, respeitosamente, cordialmente.É importante pensar na relevância do documento, pois se trata de uma manifestação que estabelecerá comunicação de forma bastante séria e comprometida.É importante pensar na relevância do documento, pois se trata de uma manifestação que estabelecerá comunicação de forma bastante séria e comprometida.Exemplo de uma redação técnica: memorandoGoiânia, 25 de outubro de 2020Ao Sr. Chefe do Departamento de Tecnologia Assunto: Instalação de novos terminais de trabalho Solicito a Vossa Senhoria verificar a possibilidade de instalação de novos terminais de trabalho nas salas da administração.As instalações deverão obedecer aos critérios previstos nos tratados de engenharia da empresa e deverão cumprir o prazo máximo de 15 dias úteis. Atenciosamente, Fulano de TalAssistente GeralNote a organização da diagramação do texto. A data está isolada de qualquer outro elemento, pois, na busca por arquivos, localizar o documento por data é um dos critérios de busca. Na sequência, perceba a quem o memorando é direcionado — nesse caso, ao chefe de um departamento. Compare o assunto ao corpo do texto: note o grau de concisão, objetividade e exigência de acordo com os parâmetros técnicos da empresa. Expostos todos os elementos necessários, o documento é encerado de forma cordial, seguido do devido encerramento, que consiste no nome do remetente e a respectiva função. Por Marcelo SartelProfessor de Redação  Listagem de Artigos</title>
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         <title>O relatório é uma modalidade textual responsável por fazer um registro conciso e direto de todas as atividades feitas por uma pessoa um grupo pertencente a uma instituição, seja ela uma universidade, empresa ou órgão público.Ele é conhecido por pertencer ao gênero dos textos técnicos, pois em sua linguagem prevalece a denotação e a objetividade. O texto também precisa ser claro. Um bom relatório não apresenta rodeios ou marcas de pessoalidade. Nesse tipo de texto, portanto, utiliza-se a terceira pessoa do singular.Leia também: Diferenças entre resenha crítica e resumoResumo sobre relatórioO relatório é o registro das atividades realizadas por uma pessoa ou grupo.Nele prevalece a objetividade e a clareza da linguagem.Ele é escrito de forma impessoal.Possui estrutura simples, com título, texto propriamente dito, data, local e assinatura.Ele pode ser classificado em relatório simples e relatório completo.Videoaula sobre relatórioO que é um relatório?O relatório é um texto de caráter expositivo cuja finalidade é relatar, de maneira detalhada ou não, o funcionamento de uma instituição ou mesmo uma atividade específica em um determinado período.Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)Características e estrutura de um relatórioPor se tratar de um texto que se qualifica na categoria redação técnica/oficial, o relatório mantém algumas características do gênero, como:uso da linguagem padrão da língua portuguesa;prevalência de linguagem clara e concisa;predomínio da denotação e da impessoalidade.Quanto à sua estrutura, o relatório se organiza da seguinte forma:Título: RELATÓRIO ou RELATÓRIO DE […]Texto: Fazer uma breve introdução dos assuntos a serem tratados e depois apresentar em tópicos as principais atividades desenvolvidas, podendo indicar resultados parciais ou finais e os aspectos positivos e negativos do período analisado. Esse item é opcional e depende do objetivo do relatório. Caso haja tabela, imagem e/ou cronograma, é possível apresentá-los como anexo.Local e data: Identificar o período e o local de origem do documento.Assinatura: Registrar a assinatura do responsável pelo relatório, juntamente de seu cargo, caso haja.Leia também: Memorando — texto usado para comunicados dentro de uma instituiçãoPasso a passo para elaborar um relatórioO relatório é o registro de atividades em um determinado período. Sendo assim, em primeiro lugar, é preciso obter o registro das principais informações a serem consultadas para a elaboração do relatório. Com uma breve consulta, é possível definir os caminhos para a escrita da redação. Em seguida, deve-se:Definir o título de acordo com o principal assunto a ser abordado no relatório (utilize a estrutura RELATÓRIO DE […]).Na introdução, explicitar os objetivos para a produção do relatório. Por exemplo, um relatório acadêmico tem como finalidade o registro em campo de uma determinada atividade profissional. Essa informação precisa constar no relatório.Descrever as situações de maneira objetiva, sem excessos de descrição e narração. O relatório precisa ser o mais enxuto possível e oferecer informações essenciais.Finalizar o texto, fazendo uma conclusão ou consideração das atividades realizadas.Tipos de relatórioO relatório pode ser classificado em dois tipos: o relatório simples e o relatório completo.Relatório simples: é feito em forma de síntese, isto é, um resumo descritivo das principais atividades realizadas. Ele geralmente apresenta entre uma e duas páginas e é pouco detalhado.Relatório completo: é maior porque exige mais informações, resultando em um produto extenso. Em alguns casos, como nos relatórios acadêmicos, exige-se que haja capa e contracapa com dados da instituição e do estagiário.No entanto, nos dois casos, prevalece a ideia do uso de linguagem concisa e direta. Ainda que o relatório completo tenha mais informações, elas precisam ser apresentadas também de forma clara e sem rodeios. Em resumo, a principal diferença entre ambos é que enquanto o primeiro faz uma síntese com os principais temas elencados e brevemente descritos, o relatório completo traz uma estrutura um pouco mais robusta, com mais informações e detalhamento. Por Rafael Camargo de OliveiraProfessor de Redação</title>
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