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      <title>Mairi - Alfabetização e Letramento II - Mural 2 by </title>
      <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-15 19:24:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-01 01:20:05 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Métodos de Alfabetização contemporâneos</title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3586116527</link>
         <description><![CDATA[<p>Para Magda Soares os métodos de alfabetização contemporânea integram abordagens como a fonêmica, que ensina associar sons e letras, e a construtivista, focada na construção ativa do conhecimento pelo aluno, utilizando o contexto social e a experiência.</p><p>A alfabetização moderna influenciada pela BNCC, valoriza a centralidade do texto e as</p><p>práticas sociais da leitura e escrita, combinando atividades que promovam a reflexão sobre o sistema de escrita com a flexibilidade proporcionada pela tecnologia.</p><p>A alfabetização não se trata apenas de ensinar a decodificar letras e silabas, mas de desenvolver a capacidade de ler e escrever de forma significativa e socialmente útil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 19:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>A psicogênese da língua escrita</title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3586131400</link>
         <description><![CDATA[<p>A “psicogênese da língua escrita” é uma obra que causou profundas alterações, tanto nas concepções acerca do aprendizado da leitura e da escrita da criança, quanto nas próprias práticas educacionais de alfabetização no Brasil, tornando-se inclusive presente nos programas de formação continuada de professores alfabetizadores e nas salas de aula do país por meio de chamados testes psicogenéticos. O principal objetivo destes testes seria averiguar os níveis de leitura e escrita das crianças para, a partir delas, traçar estratégias.</p><p>Em “psicogênese da língua escrita”, Ferreiro e Teberosky relatam uma pesquisa sobre o desenvolvimento da leitura-escrita.</p><p>A estrutura teórica-metodológica é fornecida pelo construtivismo de Piaget: a criança ativa constrói o seu conhecimento na interação com o meio, neste caso a língua-escrita, e se desenvolve ao longo do estágio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 19:59:21 UTC</pubDate>
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         <title>Um novo olhar sobre o processo da alfabetização </title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3586140120</link>
         <description><![CDATA[<p>O novo olhar sobre a alfabetização segundo Emília Ferreiro, baseado nas psicogêneses da língua escrita, é a compreensão da escrita como um processo de construção ativa de significado pela criança, e não apenas um conjunto de técnicas a serem aprendidas mecanicamente.</p><p>Ferreiro enfatiza que as crianças desenvolvem hipóteses sobre como a escrita funciona desde cedo, e que os erros são parte natural e essencial dessa construção, exigindo um ensino que considere o raciocínio infantil e um ambiente que valorize a leitura com a prática social e cultural. As crianças não apenas recebem o conhecimento, mas os constroem ativamente, formulando hipóteses sobre a escrita e suas funções no mundo.</p><p>A pesquisa de Ferreiro e Ana Teberosky, descreve as diferentes etapas (pré-silábicas, silábica, silábico-alfabético e alfabético) pelas quais as crianças passam a construir suas compreensões do sistema alfabético.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:08:33 UTC</pubDate>
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         <title>Psicogênese da língua-escrita: como se aprende a escrever </title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3586141976</link>
         <description><![CDATA[<p>A psicogênese da língua escrita descreve como as crianças aprendem a escrever através de um processo em que elabora hipóteses sobre o sistema alfabético, progredindo por estágios como o pré-silábico, onde não há relação entre o que é escrito e o som da fala; o silábico, em que cada sílaba é representada por uma letra, mesmo sem relação sonora com o som real; o silábico-alfabético, com a presença de valores sonoros, mas ainda com inconsistências; e o alfabético, quando a criança compreende a relação entre sons e letras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:10:46 UTC</pubDate>
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         <title>Alfabetização no método sociolinguístico </title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3586146610</link>
         <description><![CDATA[<p>A alfabetização no método sociolinguístico associa o método de Paulo Freire à teoria da linguística e da sociologia, para valorizar a variações linguísticas e o contexto social do aprendiz, buscando uma alfabetização crítica que abranja as consciências sociais, silábica e alfabética, e o uso da escrita na sociedade.</p><p>O método sociolinguístico reinventa o método de Freire ao associar a ele as teorias das psicogêneses da língua escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, e a atividades didáticas que trabalham os níveis pré-silábicos e alfabético.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:16:06 UTC</pubDate>
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         <title>Alfabetização Histórico-cultural </title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3586160828</link>
         <description><![CDATA[<p>A alfabetização histórico-cultural, influenciada pela teoria de Vygotsky e outros psicólogos russos, entende a alfabetização como um processo social e cultural, não apenas técnico. Nessa abordagem, a escrita é uma ferramenta social que se desenvolve através da interação com a cultura, e a escola tem o papel de mediadora, trazendo o universo letrado e a cultura escrita para o ambiente escolar, com o professor, com o tutor no processo do desenvolvimento da escrita.</p><p>A cultura é uma fonte para a formação da criança, e o ambiente escolar deve ser um espaço onde a cultura escrita, o universo letrado e os portadores do texto são trazidos para perto do aluno.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:24:44 UTC</pubDate>
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         <title>Alfaletrar, de Magda Soares </title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3586162439</link>
         <description><![CDATA[<p>“Alfaletrar” é uma proposta da pesquisadora Magda Soares, que integra a alfabetização e o letramento, defendendo que as crianças aprendem a ler e escrever de forma mais eficaz quando a aprendizagem do sistema alfabético é feita dentro do uso social da escrita.</p><p>A obra “Alfaletrar, toda a criança pode aprender a ler e escrever” detalha esse projeto prático, baseado em evidências científicas, com o objetivo de democratizar o acesso à educação.</p><p>Magda Soares defendia a alfabetização como um processo multifacetado e complexo, que engloba tanto a apropriação do sistema alfabético quanto a capacidade de uso social da leitura e escrita o letramento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:26:49 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições das neurociências ao processo da alfabetização</title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3653325336</link>
         <description><![CDATA[<p>As neurociências fornecem contribuições valiosas ao processo de alfabetização ao revelar como o cérebro aprende a ler e a escrever, diferenciando esse processo da aquisição da fala. As descobertas neurocientíficas orientam a elaboração de métodos de ensino mais eficazes e personalizados, ao mesmo tempo em que oferecem explicações para dificuldades de aprendizagem, como a dislexia. A principal contribuição das neurociências é a desmistificação do processo de leitura, demonstrando que não é uma habilidade inata. A leitura e a escrita são invenções culturais complexas que o cérebro aprende por meio de um fenômeno de “reciclagem neural”, adaptando a especialização áreas que originalmente exerciam outras funções, como o reconhecimento visual de objetos. O cérebro de uma pessoa alfabetizada cria uma ponte neural entre a área visual responsável pelo reconhecimento das letras e a área auditiva associada aos sons da fala, essa integração permite a decodificação de grafemas em seus respectivos fonemas, um passo fundamental para o aprendizado da leitura. A neuroplasticidade permite que o cérebro se reorganize para aprender a ler e a escrever, e pode ser estimulada por meio de ensino direcionado e práticas adequadas, essa adaptabilidade destaca a necessidade de personalizar o ensino, adaptando-o às necessidades individuais dos alunos para maximizar seu potencial de aprendizagem. A neurociência destaca, por exemplo, a importância de focar no desenvolvimento do vocabulário em idade mais jovem como um percursor da alfabetização.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 23:30:37 UTC</pubDate>
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         <title>Bases teóricas da alfabetização: contribuições de Piaget e Vygotsky para a alfabetização</title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3653332621</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>As principais contribuições de Piaget para a alfabetização é a construção ativa do conhecimento, a criança não é uma receptora passiva de informação, mas sim uma construtora ativa do conhecimento. Na alfabetização, isso significa que a criança aprende a ler e escrever ao construir sua própria compreensão dos sentimentos e da linguagem. </p><p>As teorias de Piaget é interacionista, enfatizando a interação entre fatores genéticos e influência ambientais na aprendizagem, para a alfabetização, isso implica que a criança aprende através de interação com o material de leitura, com o professor, com os colegas, e com a própria língua. </p><p>Em suma, a teoria de Piaget oferece uma, base sólida para compreender que a alfabetização não é um simples ato de transmitir informações, mas um processo complexo de desenvolvimento cognitivo, onde a criança deve ativamente construir seu conhecimento através da interação e da adaptação. </p><p>As teorias de Vygotsky para a alfabetização enfatizam a interação social e a linguagem como ferramentas centrais para o desenvolvimento cognitivo, propondo que a aprendizagem é um processo ativo e socialmente mediado. Onde o aprendizado é possível com a ajuda de um parceiro mais experiente, e a importância da mediação do professor, que atua como um guia para ajudar o aluno a internalizar novos conhecimentos. Vygotsky não propôs estágios de desenvolvimentos cognitivos como Piaget, mas sim descreveu quatro funções mentais elementares inatas (atenção, sensação, percepção e memória) que, através da interação social, se transformam em funções mentais superiores. Em vez de estágios, sua teoria foca em conhecimentos como a zona de desenvolvimento proximal, a mediação (usos de ferramentas simbólicas como a linguagem) e a interação, que explica como o aprendizado ocorre em diferentes níveis.</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p>GOULART, Iris Barbosa. <strong>Piaget: </strong>experiência básica para utilização pelo</p><p>professor. 1985</p><p><br/></p><p>OLIVEIRA, Marta Koll. <strong>Vygotsky:</strong> aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2010. São Paulo: ABDR, 2010</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 23:38:36 UTC</pubDate>
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         <title>BNCC e a alfabetização</title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3703341793</link>
         <description><![CDATA[<p>O que nos diz a BNCC: </p><p>A BNCC define a alfabetização como um processo até o final do 2° ano do ensino fundamental, focado na apropriação do sistema alfabético por meio da compreensão da relação entre sons (fonemas) e letras (grafemas). Além disso, a base curricular prevê o desenvolvimento de competências como consciência fonológica, conhecimento do alfabeto e fluência na leitura, considerando a alfabetização também como uma prática sociocultural e a importância do letramento, que inclui os diferentes meios de comunicação da atualidade. </p><p>A BNCC, destaca o desenvolvimento e habilidades como Consciência fonológica, reconhecimento do alfabeto, decodificação e fluência na leitura, a alfabetização é vista como uma prática sociocultural, na qual a leitura e a escrita são utilizadas em diferentes contextos para exercer a cidadania, a criticidade e a criatividade. </p><p>Conforme a BNCC, as atividades devem ser planejadas com base em textos, promovendo a reflexão dos alunos sobre o sistema de escrita de forma significativa e contextualizada. O processo deve partir de situações reais para a criança, permitindo que ela construa o conhecimento do alfabeto e compreenda a função social da leitura e escrita.</p><p><br/></p><p><strong>Referência:</strong></p><p>BRASIL. <strong>Base Nacional Comum Curricular</strong> <strong>- BNCC.</strong> MEC: Brasília, DF, 2017.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-30 01:17:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3703341793</guid>
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         <title>ALFABETIZAÇÃO E O LETRAMENTO</title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3703343013</link>
         <description><![CDATA[<p>A alfabetização é o processo de aprendizado da leitura e da escrita, enquanto o letramento é a habilidade de usar a leitura e a escrita em situação social. Esses dois processos são essenciais e devem ser trabalhados juntos, pois a alfabetização ensina a decodificar símbolos letras e sons e o letramento ensina a aplicar esses conhecimentos no dia a dia para interagir com a sociedade. </p><ul><li><p>Alfabetização: Envolve a decodificação de letras e palavras é o processo de aprender a ler e escrever, associando sons às letras.</p></li><li><p>Letramento: É a capacidade de usar a leitura e a escrita de forma funcional e significativa em contextos sociais, envolve a interpretação de textos, a análise de diferentes gêneros textuais e a comunicação eficaz. O processo de alfabetização geralmente o corre em fases, onde a criança interage com letras, sons e palavras, no pré-silábico a criança ainda não estabeleceu a relação entre escrita e fala, no silábico a criança começa a usar uma letra para representar uma silaba, no silábico-alfabético a criança começa a usar uma letra para cada silaba e também utiliza a letra que representa a silaba inteira, no alfabético a criança é capaz de escrever e ler as palavras de forma convencional, compreendendo a correspondência entre sãos e letras. A alfabetização é um direito humano fundamental que capacita indivíduos e melhora a qualidade de vida, ajuda a desenvolver habilidades de leitura, escrita e comunicação, além de permitir o raciocínio, o pensamento e a interpretação de informações.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-30 01:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>PRÁTICAS E AMBIENTES ALFABETIZADORES</title>
         <author>mairilazzarettialuno</author>
         <link>https://padlet.com/mairilazzarettialuno/em9n4ifeydvg2szq/wish/3703344686</link>
         <description><![CDATA[<p>Para Ferreiro e Teberosky as práticas e ambientes alfabetizadores devem reconhecer as crianças como sujeitos ativos, onde a criança é protagonista do seu próprio processo de aprendizagem, pensando e refletindo sobre a lógica da escrita a partir de suas iterações com o mundo letrado. </p><p>Ir além do espaço escolar tradicional: todos os espaços e ambientes, como a rua, o mercado, a padaria, e as tecnologias, são locais potenciais de aprendizagem da leitura e da escrita, e a escola deve aproximar-se dessas realidades, integrar a alfabetização e letramento, a alfabetização não deve ser apenas a aquisição do código, mas deve ocorrer no contexto de práticas sociais e culturais de leitura e escrita. Isso significa que a criança precisa estar imersa na cultura escrita e compreender os diferentes gêneros textuais. A eficácia de um ambiente alfabetizador reside nas ações e interações, e não apenas na disponibilidade de materiais. Um ambiente alfabetizador eficaz, portanto, é um espaço de interação e sentido, onde a cultura escrita é valorizada e acessível, e as crianças são protagonistas do seu próprio processo de aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-30 01:29:00 UTC</pubDate>
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