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      <title>EDC287 by Camila Passos</title>
      <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287</link>
      <description>Educação e tecnologias contemporâneas na perspectiva de uma discente em fonoaudiologia. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-14 22:59:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-24 16:31:04 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Precarização do trabalho do docente</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1308262727</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma questão abordada em discussão em aula foi a precarização do trabalho do professor. Em tempos pandêmicos, o professor se viu em uma rotina completamente diferente, tendo que adaptar seu trabalho para o ensino remoto sem ter o apoio e o tempo necessário para tais mudanças. Percebe-se que, atualmente, o professor está exercendo muito mais que a carga horária habitual, além disso, ainda precisa dar conta de suas outras tarefas. Observa-se, e não somente no trabalho do professor, mas em todo trabalho home office, que houve uma invasão do trabalho no ambiente doméstico. A charge abaixo mostra o professor tendo que exercer todas as suas funções ao mesmo tempo, visto que, hoje, nossa realidade é o trabalho em casa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 23:04:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Precarização do trabalho do docente</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1308296756</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo abaixo traz reflexões importantes sobre o ensino remoto e como isso tem afetado negativamente a vida dos docentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 23:33:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Precarização do trabalho do docente</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1308298977</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem auto explicativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 23:34:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PNBL e suas questões</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1359088954</link>
         <description><![CDATA[<div>O tema central da semana 04 foi o acesso às tecnologias no Brasil e a discussão principal girou em torno da Programa Nacional de Banda Larga, que tinha como objetivo massificar a oferta de acessos banda larga à internet até o ano de 2014. Infelizmente, chegamos a 2021 e percebemos que ainda precisamos vencer muitos obstáculos para tal. Uma das limitações, além da má gestão do programa, é explicado pela infraestrutura, extensão de território, preço relativo, entre outras. A questão é que ainda estamos longe de ter acesso à internet de boa qualidade e preço justo. Isso me leva a pensar em como somos um país desinformado e desigual, visto que, segundo a ONU, o acesso à internet é um direito fundamental. Mas, como garantir esse direito em nossa sociedade quando pontos ainda mais simples como saneamento básico ainda não foram sanados em pleno século XXI?&nbsp; O artigo abaixo (de 2015) descreve como o PNBL&nbsp;foi vergonhoso para o Brasil e como só revelou o fracasso em todos os objetivos gerados evidenciando ainda mais as desigualdades existentes.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/o-fracasso-do-plano-nacional-de-banda-larga-3770/" />
         <pubDate>2021-03-26 22:49:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desigualdade midiática </title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1365857692</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando discutimos sobre o acesso às tecnologias no Brasil, um ponto importante deve ser debatido: as desigualdades midiáticas. Sabemos da extensão do território brasileiro e que grande parte da população, ainda que possua equipamentos de acesso, não possuem acesso à internet de qualidade.&nbsp;Artigos e reportagens só evidencia o que já sabemos: norte e nordeste, classe DE, negros e pardos, são onde encontramos pouco ou quase nenhum acesso à internet. E não precisa se aprofundar muito no assunto para entender o porquê. Infelizmente, ainda existe muita desigualdade no Brasil e uma delas é o acesso às tecnologias e, por consequência, o acesso à internet. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 21:21:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Incluir para excluir ou excluir para incluir?</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1381307901</link>
         <description><![CDATA[<div>O que mais me chamou atenção na semana 05 foi quando a professora falou sobre o surgimento da inclusão digital. De onde vem a palavra inclusão? Eu nunca tinha parado para pensar sobre isso. Até então INCLUSÃO era supimpa. Era a solução. Era o correto. De certo modo, sim, não deixa de ser tudo isso, mas por que dessa maneira? Em todos os meus anos de estudo nunca tinha refletido sobre a questão. Foi então que dia 24/03/2021 eu vi uma verdade que está o tempo todo a nossa vista, mas que o mundo consegue maquiar de tal maneira que achamos o certo. Para pensar sobre inclusão, antes devemos pensar no sistema em que vivemos. Nosso modelo capitalista é altamente excludente, por isso, surge a palavra exclusão. Excluir aqueles, colocar à margem, quem não se adequa ao modelo capitalista. Dessa forma, só se mantém dentro desse modelo quem pode contribuir com o sistema e enriquecer ainda mais uma pequena parcela da população. O que acontece é que quem ficou à margem, vai procurar uma forma de sobreviver. Vai aumentar, assim, os pedintes, a violência, o desemprego e isso gera uma onda de medo na elite. Qual seria, então, a solução para esse problema (Diga-se de passagem, problema causado por eles mesmos)? INCLUSÃO. Eles começam a vender a ideia da inclusão. Integrar uma parte dos flagelados para tentar acalmar os ânimos. Passam a dizer a quem está excluído que: Você pode chegar lá. Basta querer. Se esforçar. Merecer. E então joga todo um problema social no indivíduo, culpabilizando-o. E continuam propagando a ideia de que a inclusão é show. Quando eu entendi isso, naquela tarde de quarta-feira, tudo fez o real sentido. E eu achei tão genial o discurso da professora por ter me apresentado esse ponto de vista(que sempre esteve ali, mas que nunca é comentado) que eu gostaria que todo mundo tivesse a oportunidade de ter assistido a minha aula.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-04 19:59:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3% da vida real</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1381355212</link>
         <description><![CDATA[<div>O discurso da professora sobre o surgimento da inclusão me fez refletir sobre a série brasileira 3%. A história fala sobre ''O processo'' que todos os jovens devem passar para poder ter acesso as melhores condições de vida. Grande parte da população vive num continente pobre e em condições sub-humanas e somente o processo seria capaz de transformar suas vidas. A distopia lançada na plataforma de streaming Netflix ''linkou'' muito bem quando o discurso da professora falava sobre o crescente medo da elite ao perceber a quantidade de flagelados à margem que ela mesma excluiu. E então, para apaziguar a situação, cria a inclusão como solução de tudo. Somente 3% dos jovens passam para o Mar Alto. Por quê? Porque eles mereceram. Foi mérito deles. Eles se esforçaram, conseguiram e, agora sim, vão poder usufruir do melhor que o sistema pode proporcionar. Série muito boa, fica a dica!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-04 20:43:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão a qualquer custo</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1381376242</link>
         <description><![CDATA[<div>A inclusão digital veio como forma de tentar integrar parte da população a nova era, já que vivemos em um mundo cada vez mais tecnológico. Mas, ao refletir sobre esse o assunto, me pergunto: Até que ponto a inclusão digital é efetiva? Até onde ela realmente é eficiente? Do que adianta ter políticas públicas de inclusão digital, acesso a equipamentos, a internet, mas a população não ter conhecimento para manusear a tecnologia?&nbsp;<br>(Meme representativo)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-04 21:06:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A quem interessa teu acesso a era da informação?</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1444944207</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao aprofundar sobre o tema software livre, percebi que havia um mundo de informações que, para mim, não existia. Não que eu não tivesse acesso a procurá-las, mas que em meu ciclo social pouco se foi comentado. Rapidamente refleti que se eu, com o mínimo de acesso que tenho ainda encontro assuntos desconhecidos, imagina para boa parte da população que, infelizmente, não possuem o que eu tenho? Voltando ao meu raciocínio sobre o software livre, ao me deparar com o tanto de informações novas, me questiono: a quem interessa meu aprisionamento aos softwares proprietários? Agora, conhecendo um pouco do modelo excludente capitalista que vivemos, faz todo o sentido saber quem quer ''me colocar numa caixinha''. Ter acesso a software livre não só te oferece a liberdade de modificação do software, mas também, é uma forma de melhoria da educação, de incentivar a população a desenvolver tecnologia, de diminuir as desigualdades sociais e de até ter crescimento para o país. Mas, daí, eu volto a minha pergunta inicial: a quem interessa o meu ''acesso'' a era da informação? A minoria, com certeza. A classe mais rica, as grandes empresas e aos governos, que querem e deturbam as informações para que a grande maioria da população (e aqui eu me incluo) continuem ''escravas'' de um serviço capitalista. Deixar livre, disseminar o acesso, ter softwares livres na mão da população para eles é um perigo. No dia que a massa perceber que com conhecimento em nossas mãos podemos fazer a revolução, a burguesia enfartará.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-22 00:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Definição de pirataria atualizada com sucesso!</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1466901596</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao aprofundar sobre o tema licenciamento de conteúdos, percebi mais uma vez que passei a vida caindo no conto do Vigário. Posso explicar. É entendido por todos que pirataria é crime. Sim, é. Não estou defendendo a pirataria. O que eu quero explicar é como a informação é passada para população. É dito que os autores pirateados ficarão pobres com o ato, mas não é bem assim. Mais uma vez as grandes editoras, gravadoras, empresários e afins do ramo fonográfico nos empurram a pseudo verdade de que copiar, disponibilizar gratuitamente é o fim da picada. Que devemos comprar, caso não, o autor/compositor vai morrer de fome. Mas não, gente. Não é assim que as coisas funcionam. Aprendi que nem os autores nem os cantores ganham por livro/CD vendidos. Isso é uma falácia que tentam transformar em verdade para benefício próprio. Ou seja, para enriquecimento do ramo fonográfico. Pasmem. Chocante e real. Essa questão só corrobora com a reflexão sobre o modelo capitalista em que vivemos. E ao pensar sobre isso, percebo o quanto o ser humano é mesquinho e egoísta, pois o acesso a cultura deveria ser compartilhado com todos. E é muito difícil para boa parte da população comprar livros, programas, CDs e vários tipos de materiais culturais e educativos, sendo de classe baixa num regime CLT, por exemplo. E sim, existem formas de ter acesso a cultura sem piratear. (; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 00:32:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Licença para eu copiar, por favor.</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1468860944</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando eu descobri a manipulação de informações sobre a pirataria, fui exposta a textos sobre direito autoral e licenças de conteúdos. O pouco que sabia sobre direito autoral era a necessidade de referenciar o autor e, em algumas situações, a existência de comercialização da obra, com ganhos para o autor. É isso e beeeeem mais um pouco. Bom, o assunto é bem denso, então irei resumir meu entendimento sobre o assunto: Qualquer produção tem direito autoral, que é o direito de exclusividade do autor de explorar sua obra e ser associado a ela. Dentro desse mundo, temos as licenças. O Copyright é um tipo de direito autoral que dá direito exclusivo ao autor a imprimir, reproduzir, copiar e vender sua obra. É essa licença que o ramo fonográfico defende com grande veracidade, pois estamos falando de lucro e lucro para poucos. O problema do copyright é a falta de acessibilidade por grande parte da população. Como uma família de classe baixa podem incentivar a educação comprando livros para seus filhos com salário CLT? Com aluguel, mercado, luz, água, para pagar? Qual seria a prioridade dessa família? Um livro que custa 59,99 ou o boleto pago no fim do mês? Uma alternativa para esse problema são os outros tipos de licenças. Ou seja, ainda que a copia não seja totalmente errado, não precisa piratear a obra. Existem as licenças Creative Commons, que são licenças públicas. O direito da referência ao autor vai está lá, a única diferença é o acesso, compartilhamento, reprodução que estará livre para todos, aumentando o acesso a educação, diminuindo as desigualdades sociais e democratizando a cultura. É uma modalidade de licença que deve ser mais discutida e difundida em sociedade para ''quebrar'' o ciclo perverso do ramo fonográfico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:03:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ERE em 3, 2, 1</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1608572346</link>
         <description><![CDATA[<div>Ainda que tenhamos grandes dificuldades a serem trabalhadas com a questão da nova modalidade de ensino remoto no contexto pandêmico, alguns benefícios são sentidos pelos alunos com o Ensino Remoto Emergencial. A flexibilização da educação, dos horários e uso das tecnologias para aprendizagem são alguns pontos positivos encontrados nesse método. Todavia, sabe-se que todo pós tem seu contra e o estilo ERE apresenta dificuldades cruciais para o bom empenho e desenvolvimento do estudante. Falta de acesso aos equipamentos e a internet, além de escasso ambiente propício para o estudo em casa, são alguns pontos que têm prejudicado os estudantes. É válido que dentro do contexto pandêmico que vivemos possamos, de alguma forma, tentar manter um ritmo de estudo, mas que essas novas formas de práticas pedagógicas sejam pensadas da melhor forma possível para que possa abarcar maior número de alunos possíveis (diminuindo a desigualdade social e a evasão escolar).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 22:13:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EaD X ERE X Ensino Híbrido </title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1609158036</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde que a rede privada começou a sofrer pressão dos pais e discentes para a volta às aulas independentemente do contexto pandêmico ao qual vivemos, surgiram muitos termos para explicar a nova modalidade de educação no mundo e, principalmente, no Brasil. Sabemos que a educação básica e ensino superior foram os mais afetados com relação ao ensino efetivo de seus alunos, porém, não podemos negar que a rede privada também sofre com essa nova modalidade. A questão principal que está por trás de todos esses rótulos é o CAPITALISMO. Os pais que pagam mensalidade (pois os pais de alunos de escola pública também pagam o ensino de seus filhos #lembrete) de seus filhos em rede privada necessitavam de um retorno para tal investimento. Dessa forma, essas escolas, sem preparo e de forma completamente desorganizada, difundiu o ensino remoto, que se confunde com o ensino a distância, para ''amenizar'' as angústias de seus clientes. Assim sendo, o que presenciamos hoje é um modelo de práticas pedagógicas desorganizado, sobrecarregado aos docentes, muitas vezes sem atrativo e interação com os alunos, pois foi criado de maneira súbita e sem planejamento. Obviamente, seria muito bom para nós, estudantes, passarmos o período de pandemia com a continuidade dos estudos, porém, essa prática deve vim com diretrizes conceituada e organizadas para que se possa ter um ensino remoto efetivo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 04:11:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A CULPA É DO CAPITALISMO!</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1609254363</link>
         <description><![CDATA[<div>De todos os posts e imagens que trouxe até então, tudo tudo tudo, pode ser resumido por esta. Sempre que pensar em todos os temas críticos que estamos refletindo nesse padlet, pense sobre isso: A culpa é do capitalismo! (;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 05:15:50 UTC</pubDate>
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         <title>Diga não ao desmonte da educação!</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1609287649</link>
         <description><![CDATA[<div>Artigo sobre o desmonte da educação pública no RJ, mas que serve para todo panorama do Brasil.<br>OBS: Dica de leitura</div>]]></description>
         <enclosure url="https://capitalismoemdesencanto.wordpress.com/2013/09/10/educacao-nao-e-mercadoria-a-quem-serve-a-logica-da-meritocracia-nas-escolas/" />
         <pubDate>2021-06-16 05:37:56 UTC</pubDate>
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         <title>O óbvio também precisa ser dito</title>
         <author>milascpassos</author>
         <link>https://padlet.com/milascpassos/edc287/wish/1613194558</link>
         <description><![CDATA[<div>Em tempos de desinformação, o óbvio também precisa ser compartilhado. De uns anos para cá,&nbsp; sinto que as pessoas têm se tornado meras reprodutoras de ''informação'' sem contestação. Apenas repassam a notícia (ou falsa notícia) para frente sem apurar de onde é a origem. Refletindo sobre isso, levanto algumas possibilidades: 1) pelo mundo caótico, apressado que vivemos, não temos tempo de procurar a fundo sobre o que é compartilhado. 2) falta de vontade de ir em busca da real informação. 3) falta de critério, discernimento em saber o que deve ser passado a frente ou não. 4) afunilamento dos acessos, já que estamos, ao que parece, na era da desinformação. Muitas são as possibilidades de Fake News instaladas na sociedade, porém, o fato é que existe uma grande manipulação por trás de todo esse slogan ''fake news'' que só dão vantagens ao lado errado da história. Desde da era fake news, nós, usuários, ficamos presos a informações manipuladas que só servem para tentar nos controlar sobre o que devemos consumir. Para tanto, apesar de todas as questões já levantadas acima, precisamos estar sempre em busca da verdade real sobre uma informação para que se rompa o ciclo de mensagens falsas por plataformas de acesso que só consomem nossos dados e tiram nossa liberdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 23:18:26 UTC</pubDate>
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         <title>Um futuro tão tão distante</title>
         <author>milascpassos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sabemos que o grande desafio para educação básica e pública de qualidade perpassa pelo uso de tecnologias. Alguns programas com boas diretrizes (ex: proinfo, uca, pble) até nos levam a crê que o futuro está perto, porém, existem muitos obstáculos a serem sanados para que possamos ter verdadeiramente tecnologias nas escolas. Infelizmente, a má gestão pública com nossos recursos ceifam a possibilidade da maioria dos estudantes de um futuro melhor. É através da educação, do incentivo em pesquisas, das tecnologias não só como meras ferramentas que iremos transformar o mundo. É triste perceber que projetos citados acima ficaram ''esquecidos'' por falta organização pública e que isso contribui para maior desigualdade educacional dos estudantes. Ainda que existam projetos recentes, como o programa de inovação educação conectada, nada adiantará que não tivermos um bom planejamento e estruturação nas escolas. Já conhecemos os pontos negativos para a falha desses programas, agora, necessitamos de políticas que certifique a efetividade das propostas. Só assim deixaremos de viver no pântano e iremos ao progresso (referência ao filme Shrek).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 21:46:12 UTC</pubDate>
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