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      <title>JC by </title>
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      <description>Trabalhos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-11-18 12:58:54 UTC</pubDate>
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         <title>1ª. Sessão- J.Carlos</title>
         <author>joao_carlos</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-29 11:27:03 UTC</pubDate>
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         <title>2ª Sessão - J.Carlos</title>
         <author>joao_carlos</author>
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         <description><![CDATA[<div>TRABALHO DA 2ª SESSÃO<br>AÇÃO HISTÓRIA - EDUFOR<br>ANO LETIVO 2016/17<br>FORMADOR: DR. CARLOS ALBANO BARBOSA DOS SANTOS<br>TEMA: METODOLOGIAS DE INTEGRAÇÃO NAS TIC/PLATAFORMAS LMS<br><br>Trabalho Reflexão<br>Podemos afirmar que a introdução das TIC, na escola contribuiu para aumentar o acesso à informação de forma mais célere e atualizada, mas mais importante permitiu o surgimento de trabalho mais colaborativo, potenciador de ambientes de aprendizagem propícios, e de uma nova construção do conhecimento e de novas formas de comunicação.<br>Ao usar as novas tecnologias, principalmente a internet, a escola permitiu novas formas de saber, resultante da comunicação experienciada e da permuta de informações com outros espaços do conhecimento focados na mesma área do saber.<br>As TIC podem ser utilizadas para permitir o desenvolvimento de projetos relacionados com a gestão pedagógica, facilitando o eclodir de situações que favoreçam a representação do conhecimento pelos discentes e concomitantemente da sua aprendizagem.<br>A WEB, possui uma imensidade e diversidade de espaços que facilitam a interação através da troca de experiências e informações, e de discussão de temas de interesse comum, e do desenvolvimento de atividades colaborativas englobando educadores, pesquisadores, especialistas e alunos, que se dedicam à produção de novos conhecimentos.<br>São estes utilizadores que concretizam a interação facilitada pela tecnologia, que vai para além das paredes da sala de aula, e que integra o espaço escola com a comunidade envolvente, a sociedade de informação e os outros espaços do saber.<br><br>Seguem-se uma série de acessos sobre a história local, mais concretamente sobre o Monumento Megalítico da Anta da Cunha Baixa, local aonde realizo visitas guiadas, costumando fornecer informação, tanto digital, como em suporte papel:<br><br><a href="http://www.cmmangualde.pt/municipio/freguesias/cunha-baixa/">www.cm<strong>mangualde</strong>.pt/municipio/<strong>freguesia</strong>s/<strong>cunha</strong>-<strong>baixa</strong>/<br></a><br></div><div><a href="http://www.turismodemangualde.pt/page25.html">www.turismode<strong>mangualde</strong>.pt/page25.html<br></a><br></div><div>neoarqueo.blogspot.com/2006/10/<strong>anta-da-cunha</strong>-<strong>baixa</strong>o-ex-libris.html<br><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Anta_de_Cunha_Baixa">https://pt.wikipedia.org/wiki/<strong>Anta</strong>_de_<strong>Cunha</strong>_<strong>Baixa<br></strong></a><br></div><div>neoarqueo.blogspot.pt/2006/10/<strong>anta-da-cunha</strong>-<strong>baixa</strong>o-ex-libris.html<br><br></div><div><a href="http://www.infopedia.pt/%24mangualde">www.infopedia.pt/$<strong>mangualde<br></strong></a><br></div><div>turismopt.blogs.sapo.pt/4060.html<br><br></div><div><a href="https://ubibliorum.ubi.pt/...6/.../Disserta%C3%A7%C3%A3o%20_DANIEL_OLIVEIRA.p">https://ubibliorum.ubi.pt/...6/.../Dissertação%20_DANIEL_OLIVEIRA.p</a>...<br><br></div><div>cmatos.blogspot.com/2009/07/notas-historicas-de-cassurraes.html<br><br></div><div>teiadeariana.blogspot.com/2008/06/viagem-ao-passado-1-parte.html<br><br></div><div><a href="https://www.repository.utl.pt/bitstream/10400.5/.../TESE%20FINAL.pdf">https://www.repository.utl.pt/bitstream/10400.5/.../TESE%20FINAL.pdf<br></a><br></div><div><a href="https://repositorio-aberto.up.pt/.../sanchespassagegra">https://repositorio-aberto.up.pt/.../sanchespassagegra</a>..<br><br></div><div><a href="https://aquidalgodres.blogspot.com/2007_05_01_archive.html">https://aquidalgodres.blogspot.com/2007_05_01_archive.html<br></a><br></div><div>bdigital.ipg.pt/dspace/bitstream/10314/.../Filipe%20Oliveira_1009718.pd..<br><br></div><div><a href="http://www.acessibilidade.gov.pt/cm/pages/page_546_1.html">www.acessibilidade.gov.pt/cm/pages/page_546_1.html<br></a><br></div><div><a href="http://www.minhaterra.pt/IMG/pdf/jornalpl27.pdf">www.minhaterra.pt/IMG/pdf/jornalpl27.pdf<br></a><br></div><div>geneall.net/pt/forum/113733/bolsa-de-pesquisas-no-adviseu-e-celamego/<br><br></div><div><a href="https://dre.tretas.org/dre/310982/">https://dre.tretas.org/dre/310982/<br></a><br></div><div>magazineserrano.pt/?cat=1330&amp;paged=116<br><br></div><div>ecopistadodao.pt/wp-content/uploads/2016/.../Roteiro-Experiencias.pdf<br><br></div><div><a href="http://www.arqueohoje.com/">www.<strong>arqueohoje</strong>.com/<br></a><br></div><div>https://www.uc.pt/uid/cea<br><br></div><div><br><br> <br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-01-11 16:23:51 UTC</pubDate>
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         <title>3ªSessão - J. Carlos</title>
         <author>joao_carlos</author>
         <link>https://padlet.com/joao_carlos/elvh25qllu6w/wish/152521516</link>
         <description><![CDATA[<div>TRABALHO DA 3ª SESSÃO<br>AÇÃO HISTÓRIA - EDUFOR<br>ANO LETIVO 2016/17<br>FORMADOR: DR. CARLOS ALBANO BARBOSA DOS SANTOS<br>TEMA: <strong>1. Potencialidades das TIC no processo de ensino/ aprendizagem das Ciências Sociais e Humanas.<br></strong><br></div><div><strong>2.</strong> <a href="http://moodle2.edufor.pt/mod/folder/view.php?id=3670"><strong>Recursos</strong></a> <strong>Multimédia na aula de História (Escola Virtual, 20 Aula Digital, Manual Interativo/ CD- áudio, Quadro Interativo...).<br></strong><br></div><div><strong>3. Boas práticas nas disciplinas de História e Geografia: análise reflexiva.<br></strong><br></div><div> </div><div>Trabalho Reflexão</div><div><br><br>O modo de pensar, agir e aprender mudaram devido a alterações profundas a nível organizacional, tecnológico, económico e cultural, modificando o aluno dos nossos dias. Essas alterações, refletem-se, como não podia deixar de ser, na educação, no ensino, exploração, agora, de novas formas do saber e novas formas de ensinar e aprender. As escolas têm cada vez mais um papel primordial na preparação dos seus alunos como forma de inserção numa sociedade mais global. Independentemente da época histórica e do modelo de ensino adotado há no processo ensino-aprendizagem elementos comuns: aluno e professor. Contudo, a forma de transmissão de conteúdos/conhecimentos pode variar em função da época, estilo de aprendizagem e objetivos que se pretendem alcançar. Existem aspetos positivos nos vários estilos de aprendizagem e o sucesso da sua aplicabilidade variará em função do meio, contexto social, relação professor-aluno, motivação, comportamento do aluno, entre outros. Em seguida apresentaremos dois estilos de aprendizagem: o ensino tradicional e o ensino moderno, mais mediatizado e apoiado nas novas tecnologias. O ensino moderno com grande recurso às Tic no nosso caso para o ensino da história, baseia-se numa abordagem completamente diferente no processo ensino aprendizagem. A ênfase no “ser que aprende” altera o papel dos participantes do processo, “ao aprendiz cabe o papel central de sujeito que exerce as ações necessárias para que aconteça a sua aprendizagem” (Masetto, 2003, p.83). A partir desta perspetiva, questiona-se, agora, com quem se aprende? Com o professor. Mas com um professor que deixa de ser o sujeito principal do processo ensino-aprendizagem. Torna-se “apenas um orientador e organizador das situações de ensino” (Pimenta &amp; Anastasiou, 2005, 203). O professor passa a ser um elemento orientador e incentivador da aprendizagem, no entanto, o aluno é um elemento ativo e agente essencial na aprendizagem. Claro está que esta alteração no processo de aprendizagem, envolve o professor num ensino mais tecnológico e ao encontro dos alunos, que passa agora a formador e, como tal, precisa ser autodidata, integrador, comunicador, questionador, criativo, colaborador, eficiente, flexível, gerador de conhecimento, difusor de informação e comprometido com as mudanças desta nova era. Nos nossos dias, o professor tem um papel multifacetado. Além de transmissor de conhecimento, deve coordenar atividades, aprendizagens e perceber como cada aluno se desenvolve. A utilização de recursos multimédia tem um papel fundamental no ensino hodierno e o professor precisa de se adaptar à realidade dos seus alunos promovendo o interesse pelas suas aulas. Na escola de hoje, o foco muda de direção e o aluno passa a ser considerado o centro do processo de ensino-aprendizagem. O novo aluno procura informação, pesquisa e analisa-a num mundo tecnológico cada vez mais dominado por si, onde é possível utilizar e usufruir das ferramentas oferecidas pela tecnologia. Deste modo, muitas salas de aula podem transformar-se em laboratórios de aprendizagem onde professores e alunos podem aprender. É através desta dinâmica e com o recurso às tecnologias que se diversificam práticas pedagógicas, promovendo uma maior interação entre os intervenientes e contribuindo para uma maior eficácia nos objetivos a alcançar (Rodrigues et al., 2011). Com as tecnologias o ensino torna-se um prazer e serve para educar enquanto professores e alunos estão entretidos. Os vários tipos de comunicação, sejam a imagem, a palavra ou a música integram-se num contexto com impacto emocional que facilita, motiva, envolve e predispõe mais os alunos para o ensino-aprendizagem. O que envolve o computador, a internet, o chat, email, videoconferência ou qualquer outra utilização tecnológica pode ter um papel importante e colaborar no ensino aprendizagem de forma mais eficaz, envolvente e motivadora (Moran et al,. 2000). O objetivo da educação, nesta perspetiva é o de formar cidadãos diferenciados. Os fatores ativos da educação devem permitir ao educando uma ação mais autónoma em contacto com os fatores do ambiente. Contudo, segundo Giussani (200) o fim da educação é a formação do aluno dando-lhe responsabilidade e capacidade de agir por si mesmo superando obstáculos, de forma evolutiva, que dificultam a integridade da sua personalidade em relação às coisas e aos outros. </div><div>O professor moderno tem de reconhecer a relatividade dos conhecimentos e procura atualizar-se. Sabe que o saber resulta de um processo ativo, comunicativo, de análise de situações e não de uma acumulação de conhecimentos, procura manter os alunos, em atividade constante, ajudando cada um deles e coordenando o trabalho de todos. </div><div>O aluno de hoje procura redescobrir a Ciência e as suas maravilhas, não deixando de se lhe exigir responsabilidade e respeito por si e por todos os outros elementos da aula. É estimulado a desenvolver raciocínio pessoal sobre as questões e a discutir esse raciocínio com os colegas. </div><div>Na aula os alunos pesquisam e o professor deve orientá-los. A avaliação deve ser permanente e ter um caráter predominantemente formativo. O papel principal na escola atual deixa de ser o do professor para ser o aluno o agente central de todo o processo de ensino aprendizagem. O aluno assume-se mais ativo e deve ser estimulado pelo docente, o que transforma a aula num momento de troca anulando a anterior transferência unívoca de saber.</div><div> </div><div>A título de exemplo refiro integrado no Programa Erasmus, no âmbito do Projeto “To be or not to be a heroe”, sobre a figura de caráter universal que foi o Cônsul Aristides de Sousa Mendes, a preparação feita como forma de receção aos Professores Estrangeiros (Polónia, Turquia, Bélgica, Itália e Bulgária), recorrendo-se a diversas ferramentas e técnicas, desde visualização de filme original da personalidade histórica com recurso a projetor de vídeo, banda desenhada, sítios na internet sobre a vestimenta da época, pesquisas na wikipédia, MVASM, representação teatral na Biblioteca Dr. Alexandre Alves, antecedido por projeção de documentário, como forma de introdução da figura do Cônsul. Acresce que tudo foi feito numa só turma de 5º ano. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-08 16:33:40 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
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         <pubDate>2017-02-15 17:09:34 UTC</pubDate>
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         <title>    </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2017-02-15 17:20:43 UTC</pubDate>
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         <title>4ª Sessão - J.Carlos                                         TRABALHO DA 4ª SESSÃO                                        AÇÃO HISTÓRIA - EDUFOR                                            ANO LETIVO 2016/17                                           FORMADOR: DR. CARLOS ALBANO BARBOSA DOS SANTOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joao_carlos/elvh25qllu6w/wish/154087718</link>
         <description><![CDATA[<div><br>1. O ensino-aprendizagem cooperativa nas Ciências Sociais e Humanas, em particular da História e Geografia.<br><br>1.1. Conceito.<br><br>1.2. Os grupos de aprendizagem cooperativa.<br><br>2. Os benefícios e desvantagens da aprendizagem cooperativa.<br><br>3. Estudos realizados em Portugal de acordo com a aprendizagem cooperativa: boas práticas nas disciplinas de História e Geografia.<br><br><br>Trabalho/Reflexão<br><br><br><br>Tal como acontece com outras estratégias de aprendizagem, a aprendizagem cooperativa apresenta uma série de características que a identificam: desde a constituição dos grupos, à estrutura da sala de aula, local onde os grupos deverão desenvolver o seu trabalho, até ao papel que o professor desempenha e a forma como deve ser praticada a avaliação do desempenho coletivo e individual de cada um dos elementos. Tudo segue uma hierarquia para que o trabalho de grupo seja identificado como seguindo uma metodologia de aprendizagem cooperativa e não um trabalho de grupo como tantos outros que se praticam nas nossas escolas, em que os grupos acabam por ser homogéneos, é aplicada a liderança a um membro do grupo, não existe responsabilização individual perante o trabalho a ser desenvolvido, o professor não interfere no grupo e onde não são desenvolvidas competências sociais (Monereo &amp; Gisbert, 2002). Assim, pensamos ser uma ideia nossa de que muitos dos trabalhos de grupo desenvolvidos nas escolas acabam por não ser trabalhos de um grupo, mas sim trabalhos em grupo. Diversos são os professores que ao estarem perante programas extensos, para uma carga letiva de apenas noventa minutos semanais de aulas, encontram nos trabalhos em grupo uma forma de cumprirem o programa da sua disciplina. Muitas vezes é atribuído a cada um dos grupos um tema, que acaba por ser desenvolvido fora das salas de aula, através de uma pesquisa feita na internet e, por norma, o resultado dos trabalhos elaborados pelos alunos, resume-se a uma série de textos copiados dos websites visitados. Neste género de trabalho de grupo, o professor não acompanha a realização do trabalho, orientando os grupos na realização das suas tarefas, nem consegue observar se o trabalho é efetivamente resultado do desempenho de uma equipa, ou de apenas um ou dois elementos do grupo, acabando, no final do trabalho, por atribuir a todos a mesma classificação. A aprendizagem cooperativa quebra completamente com este tipo de trabalho em grupo, através da utilização de um conjunto de princípios, logo a partir do momento em que os grupos são constituídos. <br><br>A aprendizagem cooperativa, na minha opinião deve ser orientada pela constituição de pequenos grupos heterogéneos com quatro ou cinco elementos. O docente deve ter conta quatro fatores para o número de elementos que um grupo deverá ter: o tempo de duração do trabalho de grupo; a experiência que os elementos já têm na realização de trabalhos de grupo; a idade dos elementos; e por fim, os materiais e equipamentos que o grupo terá que utilizar. Em relação à constituição dos grupos, é ainda de relevar que o professor deverá ter em atenção se algum aluno tem necessidades especiais de aprendizagem, tanto a nível físico como mental, se existem alunos de etnias ou culturas diferentes e, acima de tudo, se os alunos tem empatia entre si. O professor deve propor a constituição dos grupos de trabalho relacionados com as capacidades intelectuais e até mesmo com a sua estrutura pessoal, o que possibilita a formação de grupos heterogéneos. Embora os grupos não devam ter mais que quatro ou cinco elementos, poderá haver a formação de grupos com três elementos e até trabalho de pares, dependendo da complexidade da tarefa e do tempo definido para a realizar. O sucesso de um grupo de trabalho reside no respeito, na partilha de ideias, no auxílio aos elementos que necessitem, fazem com que todos estejam envolvidos de igual forma nas tarefas que têm de realizar em conjunto. E para que os elementos dos grupos desenvolvam uma relação entre si, é importante que a sala de aula tenha uma estrutura que permita aos diferentes elementos dos grupos olharem-se de frente. O segredo para o sucesso de produtividade de um grupo não se encontra nos membros que o constituem, mas sim na forma como estes trabalham juntos. Os autores consideram que haverá momentos em que seja necessária a formação de grupos homogéneos para que se atinjam determinados objetivos ou para serem ensinados determinados skills. É fundamental a relação interpessoal que requer respeito, solidariedade, compreensão, entre muitas outras capacidades, que contribuirão para o desenvolvimento de pessoas altruístas e cada vez mais competentes na forma como devem atuar em comunidade. No que respeita aos alunos com mais capacidades, inseridos nos grupos heterogéneos, também são visíveis os seus benefícios, através da estimulação das suas capacidades, quando auxiliam aqueles com menores capacidades. Em conclusão, podemos dizer que no que respeita à aprendizagem cooperativa, ela desenvolve uma estratégia de aprendizagem que estimula o desenvolvimento de uma série capacidades, nomeadamente as sociais, para além de promover o sucesso escolar dos alunos<br><br> À escola compete adotar novas metodologias de trabalho, dissolver os espaços de solidão substituindo-os por espaços de convivência, de forma a privilegiar a solidariedade, a partilha de ideias e os trabalhos de equipa, promotores das relações interpessoais. <br><br>Para além de uma série de aprendizagens, que estão incluídas no currículo do Ensino Básico, a aprendizagem cooperativa proporciona aos alunos uma série de aprendizagens que são consideradas fundamentais para o desenvolvimento e formação dos alunos e para a atuação destes na sociedade. Para além do desenvolvimento de competências sociais, que graças à estrutura desta estratégia de aprendizagem é promovido, os alunos contactam e convivem uns com os outros, o que faz com exista, potencialmente, uma maior tolerância em relação às diferenças e às origens de cada um, contribuindo assim para a redução de quezílias  Em suma, a aprendizagem cooperativa acarreta consigo uma série de vantagens, que vão desde o evidente sucesso no processo de aprendizagem, ao desenvolvimento de uma série de capacidades, até à promoção de uma série de relações interpessoais:<br><br>Nesta estratégia, o professor assume um papel completamente diferente, existindo um maior equilíbrio entre o professor e os alunos, deixando estes de ter uma atitude passiva, passando para uma atitude mais ativa.<br><br>Finalmente, o professor deve avaliar de forma fidedigna o trabalho do grupo, havendo ainda um momento para a autoavaliação. Assim, o papel que o professor assume dentro da sala de aula altera-se de forma progressiva, para que a estratégia da aprendizagem cooperativa seja motivadora para os alunos. <br><br>Visitas de Estudo <br><br>Um dos exemplos mais paradigmáticos da aprendizagem cooperativa é a realização de visitas de estudo. Para isso nada melhor que fazer referência ao conceito de visita de estudo, plasmado no ofício 21/04 de 11 de Março de 200411: Deverá considerar-se visita de estudo toda e qualquer atividade decorrente do Projeto Educativo de Escola e enquadrável no âmbito do desenvolvimento dos alunos, fora da sala de aula. Nesta aceção uma visita de estudo é sempre uma atividade curricular, intencionalmente planeada, servindo objetivos e conteúdos curriculares disciplinares ou não disciplinares, logo uma atividade letiva, de caráter obrigatória para todos os alunos da turma ou para um conjunto de turmas para a qual foi estruturada.<br><br>As visitas de estudo são consideradas uma das estratégias mais estimulantes, uma vez que a saída do espaço escolar assume um carácter motivador para os alunos, que se empenham na sua realização. Também pela componente lúdica, as visitas de estudo propiciam uma melhor relação aluno-professor, e devem ser entendidas como mais do que um simples passeio. São, sem dúvida, uma oportunidade de aprendizagem que proporciona o desenvolvimento de técnicas de trabalho, facilita a sociabilidade e favorece a aquisição de conhecimentos, promovendo a interligação entre a teoria e a prática, a escola e a realidade.<br><br>A visita de estudo ao interligar estes componentes consegue fazer com que se atinjam os objetivos, complementando os conhecimentos previstos nos conteúdos programáticos com as finalidades preconizadas, fazendo com que se tornem momentos significativos de aprendizagem. Na verdade, sabemos que quando existe uma emoção ligada a qualquer tipo de conhecimento, este consolida-se de forma mais concreta nos alunos, que dificilmente o esquecerão. Contudo, são inúmeras as potencialidades pedagógicas e formativas das visitas de estudo, onde a relação de proximidade entre professores e alunos é enaltecida, melhorando, também, noutro nível, o clima interpessoal. Para além dos conhecimentos que se adquirem, podemos perceber que são também importantes as descobertas mútuas proporcionadas por estas visitas. É esta a importância das visitas de estudo, a concretização de saberes através de atividades e projetos multidisciplinares, articulando a escola com o meio, contribuindo para uma formação social e pessoal dos alunos. Este carácter interdisciplinar proporciona aos alunos a compreensão de que os conhecimentos não são compartimentados, uma vez que percebem, através das diferentes áreas que integram a visita, que uma mesma realidade pode ser abordada em diferentes perspetivas, favorecendo a compreensão do carácter total da realidade. São, por isso, denominadas por visitas globalizantes, uma vez que no seu decurso se reconhecem os aspetos geográficos, históricos, naturais, artísticos, económicos, literários, entre outros. Implicam, portanto na sua planificação, uma coordenação entre professores, de maneira a que a abordagem interdisciplinar dos diferentes conteúdos programáticos seja mais facilitadora e motivadora para os alunos. Apesar de haver uma preferência por este tipo de visitas de estudo, de carácter interdisciplinar, nada obsta a que possam existir visitas especializadas, que abordem aspetos específicos de uma qualquer disciplina.<br><br>Tudo isto se poderá encontrar no planeamento das viagens de estudo de todas as turmas de 5º e 6ºanos, ao longo destes últimos anos que tenho organizado, na escola GEA.  <br><br>Envio cópia da planificação da visita de estudo do 6º ano 2016/17 a Aveiro, como exemplo de interdisciplinaridade e cooperativismo. <br><br> Escola Gomes Eanes de Azurara<br><br><br><br>INFORMAÇÃO AOS PAIS/ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO <br><br> VISITA DE ESTUDO, A AVEIRO<br><br>ASSESSORIA DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL<br><br>6º ANO<br><br>ANO LETIVO 2016/17<br><br> 	Todas as turmas do 6º ano de escolaridade vão realizar uma visita de estudo, no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal, no dia 04 de abril (última semana de aulas do 2º período), a Aveiro, tendo em vista a concretização dos seguintes objetivos: <br><br>⦁	Contextualizar os conhecimentos teóricos com aspetos da realidade;<br><br>⦁	Desenvolver o interesse pela preservação do Património Histórico, Cultural e Natural;<br><br>⦁	Desenvolver o espírito de observação e o espírito crítico;<br><br>⦁	Reconhecer e interpretar a diversidade de ambientes de seres vivos, materiais e fenómenos existentes na terra, alguns deles essenciais para a vida;<br><br>⦁	Preparar a integração no 7º ano;<br><br>⦁	Desenvolver atos de cidadania: convivência, hábitos culturais diversificados e preservação do meio ambiente.<br><br>HORÁRIO:<br><br>⦁	Saída de Mangualde – 8h30m (Escola Gomes Eanes de Azurara)<br><br>⦁	 Chegada a Mangualde (previsão) – 20h00m (Escola Gomes Eanes de Azurara)<br><br>LOCAIS A VISITAR:<br><br>- Museu do Mar/Oceanário – 1,75 euros por aluno;<br><br>- Museu da Vista Alegre/Igreja/Teatro (visita guiada) – 3,90 euros por aluno;<br><br>- Autocarros – 915,84 euros.<br><br>CUSTO DA VIAGEM – Cerca de 11.40 euros por aluno (esta estimativa de valor com base em 160 alunos, poderá variar consoante o número de alunos inscritos na visita, quantos mais forem, mais barato ficará).<br><br>Do valor da inscrição, e do preço final a confirmar, será dado conhecimento aos Encarregados de Educação, pela mesma via, e deverá ser pago na secretaria da Escola Gomes Eanes de Azurara, até ao dia 4 de março -6ª feira.<br><br>NOTA: Os alunos levarão consigo mochila com almoço e lanche, água, sacos de plástico (para colocar lixo e na eventualidade de se sentirem indispostos). <br><br> ESCOLA GOMES EANES DE AZURARA<br><br><br><br>AUTORIZAÇÃO<br><br>Eu, _____________________________________________________________________________Encarregado (a) de Educação do aluno(a)<br><br>_____________________________________________ ________________Nº ___ Turma ___<br><br><br><br>Autorizo o meu educando a participar na visita de estudo ao Museu do Mar em Ílhavo/Oceanário, Navio Bacalhoeiro Santo André, Museu da Vista Alegre/Igreja/Teatro, dia 04 de Abril de 2017 (3ªfeira).<br><br><br><br>Número de telemóvel de contacto para QUALQUER EMERGÊNCIA:<br><br>Telemóvel: __________________________<br><br><br><br><br><br>Não autorizo o meu educando a participar na visita de estudo ao Museu do Mar em Ílhavo/Oceanário, Navio Bacalhoeiro Santo André, Museu da Vista Alegre/Igreja/Teatro, dia 04 de Abril de 2017 (3ªfeira).<br><br><br><br>Nota: O transporte dos alunos para casa, será da responsabilidade dos Pais/ Encarregados de Educação.<br><br>Os Professores organizadores: João Carlos, Maria José Espinha, Carlos Albano e Joaquim Fernandes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-15 17:22:28 UTC</pubDate>
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         <title>5ª Sessão - J.Carlos</title>
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         <pubDate>2017-02-21 20:22:31 UTC</pubDate>
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         <title>6ª Sessão - J.Carlos</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Sessão n.º 6<br></strong><br></div><div><strong>1. Redescobrir “Lugares”.  </strong></div><div><strong>2. Preparação e avaliação de uma Visita de Estudo.</strong></div><div> </div><div>                       <strong>TRABALHO DA 6ª SESSÃO</strong></div><div>                       <strong>AÇÃO HISTÓRIA – EDUFOR</strong></div><div>                           <strong>ANO LETIVO DE 2016/17</strong></div><div><strong>FORMADOR: DR. CARLOS ALBANO BARBOSA DOS SANTOS</strong></div><div><br>                           Trabalho/Reflexão</div><div>                          Visitas ao Património<br><br></div><div> Da preparação à avaliação de uma visita de estudo <br><br></div><div>Local: Viseu - Museu Grão Vasco <br><br></div><div>Objetivos Gerais: a) Promover o conhecimento e vantagens da realização de visita de estudo direcionada para a experimentação/descoberta e aprendizagem em contexto como meio de ensino da História; b) Operacionalizar o planeamento, orientação e conceção de uma visita de estudo com os alunos em sala de aula e em interação ativa; c) Criar estratégias de dinamização de metodologias de trabalho na preparação/realização de uma visita de estudo; d) Promover a avaliação de competências na realização de uma visita de estudo a nível individual e coletivo. <br><br></div><div>Objetivos Específicos: a) Construir um referencial de trabalho para orientação de preparação/realização de uma visita de estudo a um monumento ou evento histórico; b) Operacionalizar metodologias e estratégias de motivação e aprendizagem da História no contexto da realização de uma visita de estudo; c) Utilizar as novas tecnologias de informação e comunicação para a gestão interativa da informação; d)Horário dia 19 de Maio das 10.00h às 13.00h das 14.30h às 16.30h 26 de Maio das 10.00h às 13.00h das 14.30h às 16.30h.<br><br></div><div>Competências a adquirir: A capacidade técnica e prática de planeamento, orientação e promoção de uma visita de estudo como meio pedagógico e didático no ensino da História. A capacidade prática de promover o ensino da História por meio do trabalho e investigação prática. <br><br></div><div> 1. Introdução - Apresentação da visita de estudo e das atividades propostas, normas de avaliação da visita; 2. Objetivos da visita:A escolha do monumento / acontecimento histórico – o ponto de partida. A escolha conjunta. A adequação e avaliação da escolha. A definição do grau de dificuldade e de operacionalização. A investigação necessária. 3. O Planeamento da Visita de Estudo - A elaboração de um referencial de planeamento da realização de uma Visita de Estudo. A investigação conjunta (Prof. - Alunos). A construção do saber. A construção de objetivos conjuntos. As TIC e a Gestão da Comunicação/Projeto. 4. O ensino prático da História na preparação interativa de uma visita de estudo - A orientação histórica da preparação da Visita de Estudo. A importância da gestão do conhecimento e das aprendizagens. Trabalho prático de elaboração de pequena investigação preparatória. 5. Da preparação à realização – Roteiros/Guiões e Interações - Da construção de um roteiro/guião interativo da visita de estudo. A gestão da informação. Envolver os alunos e outras disciplinas. Os registos e formatos de registo da visita de estudo. O trabalho e a aprendizagem em contexto. 6. Avaliação dos trabalhos realizados, sobre o monumento visitado. A avaliação dos alunos terá em conta os seguintes fatores: interesse manifestado, comportamento apresentado, trabalho/resumo até três páginas, com produção escrita, fotografias, desenhos, gravações, filmes… <br><br></div><div>Planificação de uma visita de estudo<br><br></div><div>O sucesso de uma visita de estudo depende de alguns princípios básicos, que devem ter em conta as características específicas da turma, o grau de ensino e o nível etário dos alunos. Por conseguinte, a planificação é essencial. Sugerimos algumas etapas a considerar:<br><br></div><div>Definição dos objetivos da visita de estudo Embora cada visita de estudo tenha a sua especificidade, de acordo com o âmbito da mesma, podemos enumerar alguns objetivos gerais das visitas de estudo: • atenuar o verbalismo das aulas; • aproximar o aluno da realidade; • enriquecer a experiência do aluno pelo contacto com vestígios históricos; • desenvolver o espírito de observação e o espírito crítico; • desenvolver o espírito de investigação: colheita de dados/documentos, análise, crítica, etc.; • aplicar instrumentos de observação/investigação; • recolher dados significativos de utilização futura, relacionados com os conteúdos específicos (domínio cognitivo) ou com o papel formativo da disciplina ou das disciplinas; • promover a interdisciplinaridade; • relacionar a escola com a comunidade; • suscitar o despertar de “vocações” profissionais; • proporcionar momentos de convivência, sentido de camaradagem e cooperação (turma, escola, interescolas...). <br><br></div><div>Preparação da visita de estudo<br><br></div><div>1.       Visitar previamente o local. 2. Solicitar autorização/participação: • das entidades escolares; • dos pais/encarregados de educação; • da instituição a ser visitada ou do organismo do qual depende. 3. Escolher o transporte: • saber os preços; • saber os horários; • saber o itinerário; • confirmar a visita e escolher o transporte. 4. Determinar acompanhantes: professores, funcionários, pais/encarregados de educação. 5. Preparar os alunos: • integrar a visita de estudo numa determinada Meta Curricular; • aula de sensibilização ao tema, através de uma análise superficial de documentos e de alguns elementos que vão ser objeto da visita; • levantamento dos dados essenciais a ter em conta para uma boa realização da visita: – dia; – local/hora de partida e previsível chegada; – materiais que cada aluno deve levar, fornecidos ou não pelo professor.</div><div><strong>2.</strong>    Realização da visita de estudo Há dois tipos de visita de estudo, pela qual podemos optar: • Visita guiada – o professor ou um monitor do local a visitar conduz esta situação de aprendizagem, explicando e transmitindo conhecimentos. Este tipo de visita resulta melhor com uma curta duração e com um número reduzido de alunos. • Visita por descoberta – através de um método de descoberta intencional e orientado por um conjunto de questões a que os alunos vão tentar dar resposta, os alunos aprendem a analisar e a pensar sobre o que estão a observar, relacionando com os conteúdos da disciplina de História e outras disciplinas. Em qualquer um dos casos, é fundamental que haja uma preparação prévia da visita, com uma explicação e contextualização do trabalho a realizar durante a mesma. Deve haver uma ficha ou guião de orientação e registo. Exemplos de guiões de visita de estudo:</div><div><strong>3.</strong>    Avaliação da visita de estudo A visita de estudo deve ser sempre objeto de avaliação. Esta avaliação é sempre formativa, mas pode fornecer elementos para a avaliação sumativa. O aproveitamento dos dados colhidos na visita de estudo pode ser feito: • por disciplina; • interdisciplinarmente; • na ficha de avaliação da visita (formativa); • num relatório; • numa apresentação em PowerPoint®, eventualmente executada pelos alunos; • na exposição de materiais ou outros elementos, como fotografias, etc.; • na inclusão de elementos (cognitivos) no teste sumativo do subdomínio; A avaliação da forma como decorreu a visita também deve ser feita, destacando-se os aspetos positivos e os aspetos negativos.</div><div><strong>4.</strong>    Anexo como exemplo ficha de proposta enviada a C.P., para aprovação, fazendo parte do PAA., relativa ao ano letivo de 2015/2016, guião, e monitorização.<br><br></div><div><br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Monitorização do Plano de Atividades dos grupos disciplinares de <br></strong><br></div><div><strong> EV /HGP <br></strong><br></div><div><strong>2015/2016<br></strong><br></div><div><strong>3º Período<br></strong><br></div><div> <br><br></div><div><br><br></div><div> | Disciplinas de EV e HGP    </div><div><br><br></div><div> <br><br></div><div><br><br></div><div>- Consta do plano de atividades do agrupamento x<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Nome dos Coordenadores:</strong> Ilda Barreiros, Irene Coelho e João Carlos Alves<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>      Visita de estudo, </strong>no âmbito das disciplinas de EV e HGP, aos Museus Grão Vasco e da Misericórdia.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Data de realização</strong>: 19 e 28 de Abril de 2016.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Caracterização da Atividade Desenvolvida:</strong> - Visita de Estudo ao Centro Histórico                 de Viseu (Museus de Grão Vasco e da Misericórdia). <br><br></div><div>- A atividade realizou-se em dois turnos, um durante o período da manhã (9h30m-12h30m) e outro de tarde (14h15m-16h15m) nos dias calendarizados.<br><br></div><div>Os alunos que puderam usufruir de uma viagem de funicular, tiveram oportunidade de, in loco, ter uma aula sobre a história da pintura renascentista principalmente de Grão Vasco (Vasco Fernandes) e outros pintores do acervo dos dois Museus. Observaram esculturas bem como cerâmica, paramentos e ourivesaria ligadas ao culto. Ou seja, os nossos alunos conseguiram, tal a sua motivação " fazer uma viagem" ao passado.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Duração da atividade:</strong> Esta atividade teve duração de meio dia, para cada grupo de turmas.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Trabalho desenvolvido (identifique as principais atividades desenvolvidas).</strong> Esta visita de estudo requereu, por parte dos docentes, uma preparação prévia dos alunos sobre o comportamento a ter, durante a viagem e nas visitas. Cada docente teve a preocupação de sensibilizar os alunos para o Renascimento que, vindo de Itália se estendeu a todo o mundo Ocidental, nas suas várias vertentes, que iriam observar na visita. Foi mencionado Leonardo da Vinci e outos mestres renascentistas. A cada aluno foi entregue um guião de visita, para informação de normas a cumprir, dos objetivos a atingir e alguns dados dos locais a visitar. Neste guião destinou-se um espaço para que cada aluno pudesse tirar apontamentos sobre o que observou e as explicações dadas pela guia que acompanhava o grupo, para depois elaborar um pequeno relatório sobre a mesma.</div><div> </div><div><strong>Participação de terceiros (identifique o(s) nome(s): </strong>Esta atividade teve a colaboração de alguns professores/Diretores de todas as Turmas do 5º ano.<br><br></div><div> | <strong>Visita de estudo ao Centro Histórico de Viseu</strong> <strong>Museus de Grão Vasco e Misericórdia</strong><br>  <br> <br> <br><br> | Quarta,  19 de Abril |   | Quinta, 28 de Abril |  <br>  <br>  <br> | Manhã | 5A -24<br> 5D -21<br>  <br>  <br><strong>           Total  45</strong> | Manhã | 5B -21<br> 5C -24<br> <br> <br>  <br><strong>          Total  45</strong><br> | Tarde | 5F -26<br> 5G – 20<br>  <br><strong>          Total 46</strong> | Tarde | 5F -26<br> 5I – 21<br> 5E – 27<br><strong>            Total  74</strong></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>Características inovadoras e criativas: </strong>Foi preocupação dos coordenadores da atividade, levar os alunos a observarem a arte local. Tiveram a preocupação de proporcionar a todos os alunos do quinto ano de escolaridade uma atividade diferente e de forma gratuita O contato com diferentes formas de arte, e a sua evolução de acordo com a época, movimentos e escolas foi enriquecedor pois os alunos, tal como já foi referido puderam contactar com realidades que certamente muitos não teriam oportunidade de conhecer, se não fosse a Escola a potenciá-las.<br><br></div><div><strong>Repercussões na comunidade educativa: </strong>Dado que os alunos puderam presenciar alguns “conceitos” tratados em sala de aula, foi enriquecedor e gerador de um conhecimento mais real, logo, uma mais-valia para sua cultura.<br><br></div><div><strong>Recomendações para Melhorar as Condições de Trabalho: </strong>Nada a referir.<br><br></div><div><strong>Conclusões/críticas/reflexão quanto ao desempenho das funções de coordenação: </strong></div><div>Após a análise reflexiva concluiu-se que a atividade descrita decorreu na sua plenitude com eficácia e profissionalismo que a todos nos honra.</div><div> </div><div><strong>Agradecimentos:</strong></div><div>À Câmara Municipal de Mangualde que cedeu gratuitamente os transportes; </div><div>À Câmara Municipal de Viseu pela disponibilidade em adaptar o horário do funicular e pela simpatia dos seus funcionários;</div><div>Aos Museus de Grão Vasco e da Misericórdia nas pessoas dos seus diretores (Dr. Agostinho Ribeiro e Henrique Almeida) que tão bem nos receberam, tendo elogiado a postura dos nossos alunos e a sua motivação para a aprendizagem;</div><div>De realçar o profissionalismo dos motoristas da CMM..<br><br></div><div>      É de salientar a colaboração da Coordenadora do Estabelecimento e da Direção do Agrupamento bem como dos colegas que, não pertencendo aos grupos promotores, a eles se juntaram, tendo como objetivo proporcionar aos nossos alunos um dia diferente e enriquecedor.<br><br></div><div>        Bem Hajam!<br><br></div><div>Mangualde, 30 de Maio de 2016<br><br></div><div>                                                  Os Coordenadores da Atividade<br><br></div><div>Irene Coelho<br><br></div><div>João Carlos Alves<br><br></div><div>Ilda Barreiros<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-03 17:51:44 UTC</pubDate>
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