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      <title>Estado Novo by Rafa Rios</title>
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      <description>A Resistência da Arte</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-08 20:57:00 UTC</pubDate>
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         <title>                     LITERATURA</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em jogo estavam, não só as referências políticas escritas pelas mãos dos perseguidos escritores, mas também temas que afetavam a dita “moral e bons costumes”.  A este cenário juntou-se a auto-censura efetuada pelos próprios autores que tinham medo de escrever sobre determinados temas, bloqueando a sua criatividade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 21:03:00 UTC</pubDate>
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         <title>A AUTOCENSURA DOS ESCRITORES</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div> Apesar de todo o manancial de livros apreendidos, cortados e adulterados, a censura acabou por ser pior do ponto de vista intelectual ao condicionar os escritores no auge da criatividade. Interiorizavam desde logo que não poderiam dizer certas coisas e escrever um romance em Portugal representava na altura uma espécie de suplício.  O 25 de Abril veio colmatar este fosso temático e criativo, abrindo as portas a todas as experiências da linguagem. Apesar de tudo “existia uma literatura viva e muito vibrante”, informou Fernando Pinto do Amaral, que acrescentou: “Delfim de José Cardoso Pires é um dos livros que considero dos grandes romances dos anos 60 onde o autor nos mostra o Portugal dos anos 50/60 e faz toda uma crítica ao marialvismo e à mentalidade tradicional portuguesa.” </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 21:09:43 UTC</pubDate>
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         <title>OS TEMAS PROIBIDOS</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div> A educação feminina e masculina, a noção do pecado, a masturbação, o beijo, o namoro, as relações conjugais e extraconjugais, o divórcio, a contraceção e a emancipação feminina, todos eles eram temas proibidos de retratar. Segundo contou Ana Hatherly no livro Confissões de Mulheres: “Ser jovem é sempre difícil, mas na sociedade dos anos 50 os jovens sofriam ainda muito com a repressão da família, reflexo da intolerância social de então. A repressão era a todos os níveis, mas é claro que a repressão sexual era a mais dura de todas." Também Natália Correia foi um alvo constante da censura. Tentara iniciar a revolução sexual em Portugal com a sua Antologia da Poesia Portuguesa Erótica e Satírica publicada e proibida em 1966. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 21:10:12 UTC</pubDate>
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         <title>           EXPLOSÃO DE CRIATIVIDADE</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div> Há editoras, como a Europa-América ou a Dom Quixote, que apareceram antes do 25 de abril e que tiveram um papel muito importante. Fundada por Snu Abecassis em 1965, a Dom Quixote transformou-se numa das principais editoras do país apesar dos problemas que teve com a PIDE. Snu publicou textos que contrariavam os ideais do regime, tendo editado, por exemplo, obras sobre a pílula, a guerra do Vietname ou a crise na Igreja.  A Arcádia editava Virgílio Ferreira, José Cardoso Pires e David Mourão Ferreira, e foi com esses autores que Nelson de Matos começou a trabalhar e se apercebeu que em 1974 todos eles falaram dos livros que tinham na gaveta e que não publicavam devido à censura. Apareceram novos livros e autores como António Lobo Antunes, Mário de Carvalho, Lídia Jorge ou José Saramago, que só foi descoberto como escritor com o seu primeiro romance Manual de Pintura e Caligrafia, publicado em 1977.  Foram editados vários livros sobre o 25 de abril, movimento dos Capitães de Abril, entre outros”, contou Nelson de Matos. Pouco tempo depois passaram a ser abordadas questões que se prendiam com a sexualidade e a homossexualidade. “Foi nos anos 80 que a poesia<br> de Al Berto surgiu com mais força. Esse género de temas fraturantes eram muito complicados antes do 25 de abril. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 21:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>                           MUSICA</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante a época de opressão, muitos cantores tentaram exprimir a sua oposição ao regime através da música. No entanto, muitas das suas obras foram censuradas.<br>Neste trabalho vamos abordar a simbologia oculta nas músicas que, apesar de oposicionistas, conseguiram ser divulgadas em Portugal.<br><br>Grândola, Vila Morena:</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 22:09:39 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo de Carvalho</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div>Paulo de Carvalho nasceu 1947, em Lisboa e é um cantor português que se destacou na altura da opressão pelo facto da sua música «E depois do adeus» ter sido a primeira senha que confirmava a revolução do 25 de Abril.<br>Fundou uma banda bastante popular em Portugal, is Sheiks, onde cantava e tocava bateria. Venceu duas vezes o festival RTP da Canção (em 1974 e 1977)<br>Principal musica:<br>Que força é essa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 22:19:47 UTC</pubDate>
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         <title>Sérgio Godinho</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sérgio Godinho nasceu no Porto em 1945, O seu primeiro álbum, «Os Sobreviventes», foi editado em 1971, em França onde antes tinha participado num musical. O seu álbum «Pré-Histórias» e o seu primeiro álbum foram proibidos pela censura.<br>Ao todo, editou 23 discos.<br>Principal musica:<br>E depois do Adeus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 22:25:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>                  Júlio Pomar                                                  </title>
         <author>rafaelriooss</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelriooss/trabalhopt/wish/175803904</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 22:36:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lima de Freitas</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>José Lima de Freitas</strong> (Setúbal, 22 de Junho de 1927 — Lisboa, 5 de Outubro de 1998) foi um pintor, desenhador e escritor português.  Lima de Freitas frequentou a Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Tendo aderido ao Neorrealismo logo em 1946, iria desempenhar um papel importante e demorado no movimento através não apenas da sua obra plástica mas também da escrita.<br> Pintor e desenhador, na sua obra é de destacar a extensa atividade como ilustrador para publicações nacionais e estrangeiras.  Expôs coletivamente inúmeras vezes desde 1946, nomeadamente nas Exposições Gerais de Artes Plásticas (SNBA, Lisboa), nas I e II Exposições de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian, na II Bienal de S. Paulo, Brasil, etc. Realizou exposições individuais desde 1950, entre as quais: Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa; Galeria de Março, Lisboa; Galeria do Diário de Notícias, Lisboa; Museu Regional de Évora; Galeria Divulgação, Porto; Galeria Abril de Madrid; etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 22:41:54 UTC</pubDate>
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         <title>Júlio Pomar</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Júlio Pomar</strong> (Lisboa, 10 de Janeiro de 1926) é um artista plástico/pintor português. Pertence à 3ª geração de pintores modernistas portugueses<sup>[1]</sup>, sendo autor de uma obra multifacetada, centrada na pintura, desenho, cerâmica e gravura, com importantes desenvolvimentos nos domínios da tridimensão (escultura; assemblage) ou da escrita.  Os primeiros anos da sua carreira estão ligados à resistência contra o regime do Estado Novo e à afirmação do movimento neorrealista em Portugal, marcando a especificidade deste no contexto europeu.  Começa a distanciar-se do ativismo político e do idioma figurativo inicial na segunda metade da década de 1950 e, em 1963, radica-se em Paris.  Ao longo das últimas quatro décadas tem abordado uma grande variedade de universos temáticos, da reflexão autorreferencial ao erotismo, do retrato às alusões literárias e matéria mitológica. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 22:44:33 UTC</pubDate>
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         <title>Lima de Freitas</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-13 20:45:01 UTC</pubDate>
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         <title>               Alves Redol</title>
         <author>rafaelriooss</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>António Alves Redol, criado no Ribatejo, presencia desde jovem as precárias condições de vida do homem rural, o que mais tarde, irá refletir de forma preponderante na sua escrita.<br>Filho de um comerciante de pequeno porte, na infância sonhava tornar-se médico, mas, influenciado pelo seu avô e dada a admiração que foi nutrindo pelos jornalistas e escritores, passou a aspirar uma vida dedicada às letras. O pai, no entanto, pretendia para o filho uma carreira no comércio, mandando António Alves Redol frequentar o Curso Comercial, no Colégio Arriaga. Por volta dos 14 anos começou a enviar as suas prosas para os jornais<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-14 08:40:19 UTC</pubDate>
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