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      <title>Saúde e bem-estar dos adolescentes (IST)-  2° série - 2024 by RODNEI DAMACENO FREIRE</title>
      <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-14 11:09:03 UTC</pubDate>
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         <title>Sífilis </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>As formas de infecção sexualmente transmissível da sífilis:</strong></p><p><br></p><p><strong>1. Relações Sexuais Desprotegidas</strong></p><p>- <strong>Vaginal</strong>: O contato sexual vaginal sem proteção (sem preservativo) com uma pessoa infectada é a forma mais comum de transmissão.</p><p>- <strong>Anal</strong>: O sexo anal desprotegido também é uma via de transmissão significativa.</p><p>- <strong>Oral</strong>: A sífilis pode ser transmitida através do sexo oral, especialmente se houver contato com lesões ou úlceras na boca ou genitais.</p><p> </p><p> <strong>2. Contato Direto com Lesões</strong></p><p>- A infecção pode ocorrer através do contato direto com as lesões ou úlceras (cancros) presentes na pele ou mucosas de uma pessoa infectada.</p><p><strong>3. Transmissão Vertical</strong></p><p>- A sífilis pode ser transmitida da mãe para o filho durante a gravidez ou no momento do parto. Isso é conhecido como sífilis congênita e pode causar sérios problemas de saúde para o recém-nascido.</p><p><strong>4. Transfusão de Sangue</strong></p><p>- Embora seja raro, a sífilis também pode ser transmitida por transfusões de sangue infectado, especialmente se o sangue não tiver sido testado adequadamente.</p><p><br></p><p><strong>O agente causador da sífilis:</strong></p><p><strong>Treponema pallidum</strong>: Essa bactéria é uma espiroqueta, o que significa que tem forma helicoidal e é bastante fina.</p><p><strong>Características do <em>Treponema pallidum</em>:</strong></p><p>- <strong>Forma</strong>: Espiroqueta, que permite que a bactéria se mova de forma flexível em fluidos corporais.</p><p>- <strong>Gram-negativa</strong>: Não retém a coloração do método de coloração de Gram, o que dificulta sua visualização em exames comuns de laboratório.</p><p>- <strong>Anaeróbica</strong>: Prefere ambientes com pouco ou nenhum oxigênio.</p><p><br></p><p><strong>Os sintomas da sífilis:</strong></p><p><strong> 1. Sífilis Primária</strong></p><p>- <strong>Canco Duro</strong>: Um ou mais ferimentos indolores (cancros) aparecem no local da infecção, geralmente nos genitais, ânus ou boca.</p><p>- <strong>Gânglios Linfáticos Inchados</strong>: Os gânglios linfáticos próximos ao cancro podem estar aumentados e sensíveis.</p><p><br></p><p><strong>2. Sífilis Secundária</strong></p><p>- <strong>Erupções Cutâneas</strong>: Manchas avermelhadas ou marrons na pele, que podem aparecer em várias partes do corpo, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés.</p><p>- <strong>Lesões Mucosas</strong>: Lesões indolores chamadas condilomas planos podem surgir na região genital ou anal.</p><p>- <strong>Sintomas Gerais</strong>: Febre, dor de garganta, fadiga, dor de cabeça e dores musculares.</p><p><br></p><p><strong>3. Sífilis Latente</strong></p><p>- <strong>Sem Sintomas Visíveis</strong>: Nesta fase, a infecção não apresenta sintomas visíveis. A pessoa ainda está infectada e pode transmitir a sífilis a outras pessoas.</p><p><br></p><p> <strong>4. Sífilis Terciária</strong></p><p>- <strong>Complicações Graves</strong>: Se não tratada, pode levar a problemas sérios anos após a infecção inicial. Isso pode afetar órgãos como o coração e o cérebro.</p><p>- <strong>Sintomas Possíveis: Podem incluir problemas cardíacos, neurológicos (como paralisia ou demência) e outros problemas graves que podem ser fatais.</strong></p><p><br></p><p><strong>Transmissão:</strong></p><p>A sífilis é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum, transmitida principalmente pelo contato sexual desprotegido com uma pessoa infectada. A bactéria pode entrar no corpo por pequenas lesões na pele ou mucosas. Além disso, a sífilis pode ser transmitida da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto, resultando em sífilis congênita. Não é transmitida por contato casual, como aperto de mãos ou compartilhamento de objetos. O uso de preservativos é uma medida eficaz para prevenir a transmissão da sífilis e outras DSTs.</p><p><br></p><p><strong>Tratamento:</strong></p><p>O tratamento da sífilis geralmente utiliza antibióticos, principalmente a penicilina, com a escolha do medicamento e duração variando conforme o estágio da doença. Para sífilis primária, secundária e latente precoce, usa-se penicilina benzatina; já para formas mais graves, como a latente tardia ou neurossífilis, pode ser necessário tratamento prolongado com penicilina endovenosa.</p><p>É crucial seguir as orientações médicas e tratar também o parceiro sexual para evitar a propagação. Em casos de sífilis congênita, a penicilina é administrada nas gestantes e nos recém-nascidos, se necessário. Exames de acompanhamento são essenciais para verificar a eficácia do tratamento e prevenir recorrências. Em situações avançadas, pode ser necessário o acompanhamento de especialistas, como infectologistas e dermatologistas.</p><p><br></p><p><strong>Formas De Prevenção:</strong></p><p><em>Essas medidas ajudam a reduzir o risco de infecção contra o sífilis:</em></p><ol><li><p><strong>Sexo seguro</strong>: Uso consistente de preservativos durante relações sexuais.</p></li></ol><p>2. <strong>Exames regulares</strong>: Realização de exames para detectar precocemente a sífilis e outras DSTs.</p><p>3. <strong>Não compartilhar objetos pessoais</strong>: Evitar o compartilhamento de itens que possam conter secreções corporais.</p><p>4. <strong>Pré-natal adequado</strong>: Gestantes devem seguir o pré-natal para evitar a transmissão da sífilis ao feto.</p><p>5. <strong>Educação e conscientização</strong>: Informar sobre a sífilis e outras </p><p>DSTs é essencial para promover saúde sexual.</p><p><br></p><p><strong>três tipos de sífilis:</strong></p><p>1. <strong>Sífilis primária:</strong> é a primeira fase da doença, caracterizada pela presença de uma ferida indolor chamada de cancro no local de entrada da bactéria Treponema pallidum, geralmente nos genitais, ânus, boca ou lábios. A ferida pode desaparecer espontaneamente, mas se não tratada, a doença progride para a próxima fase.</p><p><br></p><p>2. <strong>Sífilis secundária</strong>: é a fase seguinte da doença, que ocorre cerca de 2 a 8 semanas após o aparecimento do cancro. Nesta fase, podem surgir sintomas como erupções cutâneas, febre, dor de cabeça, dor de garganta, perda de cabelo, fadiga e dores musculares. Estes sintomas também podem desaparecer sem tratamento, mas a doença continua a progredir e pode se tornar mais grave.</p><p><br></p><p>3. <strong>Sífilis terciária</strong>: é a fase mais grave da sífilis, que pode ocorrer anos após a infecção inicial. Nesta fase, a doença pode afetar órgãos vitais como o coração, cérebro, olhos e ossos, causando complicações sérias e potencialmente fatais. Os sintomas nesta fase incluem problemas neurológicos, problemas cardíacos, cegueira e lesões cutâneas graves. A sífilis terciária é rara devido ao tratamento eficaz disponível para a doença.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 11:24:29 UTC</pubDate>
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         <title>HIV</title>
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         <description><![CDATA[<p>         A <strong><em><mark>diferença entre HIV e AIDS</mark></em></strong><mark> </mark>é fundamental para entender a progressão da infecção:</p><p>	<strong><em>HIV</em> </strong>(Vírus da Imunodeficiência Humana): É o vírus que causa a infecção. Quando uma pessoa é infectada pelo HIV, o vírus ataca o sistema imunológico, especificamente as células CD4, que são responsáveis pela defesa do corpo contra infecções. Uma pessoa pode viver com HIV por muitos anos sem apresentar sintomas, especialmente com tratamento adequado (antirretrovirais), e ainda assim não desenvolver a AIDS.</p><p>	<strong><em>AIDS</em></strong> (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida): É o estágio avançado da infecção pelo HIV. A AIDS ocorre quando o sistema imunológico da pessoa está gravemente danificado, com uma contagem muito baixa de células CD4, o que deixa o corpo vulnerável a infecções oportunistas (como pneumonia, tuberculose, etc.) e certos tipos de câncer. Não é todo mundo que tem HIV que desenvolve AIDS, principalmente se o tratamento for iniciado e mantido corretamente.</p><p>Portanto, HIV é o vírus, enquanto AIDS é a condição ou síndrome que pode surgir se a infecção não for tratada adequadamente.</p><p>      </p><p>      <em>As</em><strong><em> <mark>formas de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) do HIV</mark></em></strong> ocorrem principalmente por três vias:</p><p>	 <strong><em>Transmissão sexual</em></strong>: A forma mais comum de transmissão do HIV, ocorre durante relações sexuais sem o uso de preservativo (camisinha) com uma pessoa infectada. Isso inclui sexo vaginal, anal e oral.</p><p>	 <strong><em>Transmissão sanguínea</em></strong>: Pode ocorrer pelo compartilhamento de seringas, agulhas ou outros instrumentos cortantes contaminados com sangue infectado. Transfusões de sangue não testadas também podem transmitir o vírus, mas essa prática é controlada em muitos países.</p><p>	 <strong><em>Transmissão vertical</em> (de mãe para filho)</strong>: Pode acontecer durante a gravidez, no parto ou através da amamentação. No entanto, com o tratamento adequado (como o uso de antirretrovirais), o risco de transmissão pode ser bastante reduzido. </p><p><br></p><p>       O <strong><em><mark>agente causador</mark></em></strong><em><mark> </mark>do HIV</em> é o vírus da <em>imunodeficiência humana</em> (HIV). Esse vírus pertence à família dos retrovírus, mais especificamente ao gênero Lentivirus. Ele ataca o sistema imunológico, principalmente as células T CD4+, que são essenciais para a defesa do corpo contra infecções. Existem dois tipos principais de HIV:</p><p>	•	<strong><em>HIV-1</em></strong>:É o tipo mais comum e responsável pela maioria das infecções em todo o mundo.</p><p>	•	<strong><em>HIV-2</em></strong>: É menos comum e encontrado principalmente na África Ocidental. Ele tende a ter uma progressão mais lenta em comparação ao HIV-1.</p><p>O HIV se propaga através de fluidos corporais como sangue, sêmen, fluidos vaginais, leite materno e fluidos retais de uma pessoa infectada.</p><p><br></p><p>          Os <strong><em><mark>sintomas</mark></em></strong> variam de acordo com o estágio da infecção, e muitas pessoas podem não apresentar sinais logo após a infecção inicial. Existem três fases principais de infecção pelo HIV, cada uma com seus sintomas característicos:</p><p>   <strong><em>Infecção aguda (fase inicial)</em></strong></p><p>Também conhecida como fase primária ou síndrome retroviral aguda, ocorre de 2 a 4 semanas após a exposição ao vírus. Os sintomas podem se assemelhar aos de uma gripe e incluem:</p><p>	•	Febre</p><p>	•	Dor de garganta</p><p>	•	Cansaço extremo</p><p>	•	Dor de cabeça</p><p>	•	Erupções cutâneas (manchas vermelhas)</p><p>	•	Dores musculares e articulares</p><p>	•	Gânglios linfáticos inchados</p><p>Esses sintomas duram algumas semanas e, após esse período, a pessoa pode se sentir melhor, mesmo que o vírus continue ativo no corpo.</p><p>    <strong><em>Fase de latência clínica (infecção crônica)</em></strong></p><p>Nesta fase, o vírus está ativo, mas reproduz-se em níveis baixos. Muitas pessoas não apresentam sintomas, mas o HIV continua a danificar o sistema imunológico. Essa fase pode durar anos, especialmente com tratamento antirretroviral.</p><p>Alguns sintomas leves que podem surgir durante essa fase incluem:</p><p>	•	Gânglios linfáticos inchados (linfadenopatia)</p><p>	•	Perda de peso inexplicada</p><p>	•	Suores noturnos</p><p>	•	Fadiga prolongada</p><p>	•	Diarreia crônica</p><p>    <strong><em>AIDS (fase avançada)</em></strong></p><p>Se a infecção não for tratada, o HIV pode progredir para AIDS, a fase mais grave da infecção. Os sintomas incluem:</p><p>	•	Perda de peso significativa</p><p>	•	Febres recorrentes ou sudorese noturna intensa</p><p>	•	Fadiga extrema e persistente</p><p>	•	Diarreia crônica</p><p>	•	Feridas na boca, no ânus ou nos genitais</p><p>	•	Manchas vermelhas ou roxas na pele (pode indicar sarcoma de Kaposi)</p><p>	•	Pneumonia</p><p>	•	Infecções oportunistas graves (tuberculose, candidíase, etc.)</p><p><br></p><p>         A <strong><em><mark>transmissão do HIV</mark></em></strong>:ocorre através do contato com fluidos corporais contaminados, especialmente em situações onde há troca significativa de sangue ou fluidos sexuais. Abaixo estão as principais formas de transmissão:</p><p>  • <em>Relações sexuais sem proteção</em></p><p>Sexo vaginal, anal ou oral sem uso de preservativo (camisinha).</p><p>O risco é maior no sexo anal, pois as mucosas do reto são mais frágeis e propensas a microfissuras.</p><p>   • <em>Compartilhamento de seringas ou agulhas</em></p><p>A prática de compartilhar seringas, agulhas ou outros equipamentos de drogas intravenosas é uma via de alto risco.</p><p>  • <em>Transfusão de sangue ou transplantes contaminados</em></p><p>Embora essa forma seja rara hoje devido ao controle rigoroso, ainda pode ocorrer em locais com falhas no sistema de saúde.</p><p>   • <em>Transmissão vertical (mãe para filho)</em></p><p>Durante a gestação, no parto ou na amamentação.</p><p>O tratamento adequado da mãe pode reduzir significativamente esse risco.</p><p>   •  <em>Acidentes com perfurocortantes</em></p><p>Profissionais de saúde podem se infectar ao manipular materiais contaminados, como agulhas.</p><p><br></p><p>       <strong><em><mark>Tratamento</mark></em></strong>: Atualmente, o <strong>HIV <em>não tem cura</em></strong>, mas pode ser controlado com o <em>tratamento do HIV</em> é feito com <strong>antirretrovirais (ARVs)</strong>, que são medicamentos que impedem a multiplicação do vírus e fortalecem o sistema imunológico. O objetivo é manter a carga viral indetectável, evitando o desenvolvimento da AIDS e a transmissão do vírus.</p><p>Esse tratamento é conhecido como <strong>TARV (Terapia Antirretroviral)</strong> e deve ser seguido diariamente e de forma contínua. Embora não cure o HIV, permite que a pessoa viva com qualidade e expectativa de vida semelhante à de pessoas sem o vírus.</p><p><strong><em>Componentes do tratamento do HIV</em>:</strong></p><p>	<em>Terapia Antirretroviral (TARV)</em>:</p><p>A TARV consiste em uma combinação de medicamentos antirretrovirais que impedem o HIV de se multiplicar e danificar o sistema imunológico. A combinação de fármacos ajuda a prevenir que o vírus desenvolva resistência ao tratamento. Existem várias classes de ARVs, incluindo:</p><p>	•	Inibidores da transcriptase reversa (análogo de nucleosídeo e não nucleosídeo)</p><p>	•	Inibidores de protease</p><p>	•	Inibidores de fusão</p><p>	•	Inibidores da integrase</p><p>	•	Inibidores de correceptores CCR5</p><p>A TARV é geralmente tomada diariamente e deve ser mantida ao longo da vida.</p><p>	 <em>Monitoramento regular</em>:</p><p>	•	Carga viral: Exames são feitos regularmente para medir a quantidade de HIV no sangue. O objetivo do tratamento é manter a carga viral indetectável.</p><p>	•	Contagem de células CD4: Também é feito para monitorar o estado do sistema imunológico. Quanto mais alto o número de células CD4, mais forte o sistema imunológico.</p><p>	  <em>Adesão ao tratamento</em>:</p><p>Seguir o tratamento de forma rigorosa é essencial. Tomar os medicamentos conforme prescrito ajuda a impedir que o HIV desenvolva resistência aos ARVs e evita a progressão para AIDS.</p><p><br></p><p>        A <strong><em><mark>prevenção do HIV</mark></em><mark> </mark></strong>inclui:</p><p>  • Uso de preservativos em todas as relações sexuais.</p><p>  • Profilaxia pré-exposição (PrEP) – medicamentos diários para pessoas em risco.</p><p>  • Profilaxia pós-exposição (PEP) – uso de antirretrovirais por 28 dias após exposição.</p><p>  • Não compartilhar agulhas e seringas.</p><p>  • Testagem regular e tratamento imediato para pessoas com HIV, reduzindo a transmissão.</p><p>  • Prevenção da transmissão vertical com acompanhamento médico durante gravidez, parto e amamentação.</p><p>Essas medidas, combinadas, ajudam a reduzir significativamente o risco de infecção.</p><p>   </p><p><br></p><p>   </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 11:25:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>HPV (<em>papilomavírus humano</em>) é um vírus transmitido principalmente por contato sexual, que pode causar verrugas e, em alguns casos, câncer, como o de colo do útero. Existem mais de 100 tipos de HPV, com alguns de alto risco para o câncer. A infecção pode ser assintomática e desaparecer sozinha, mas em outros casos pode persistir. A vacinação e o uso de preservativos ajudam a prevenir a transmissão.</p><p><br/></p><p><strong>• FORMAS IST</strong></p><p><br/></p><p>As formas de transmissão do HPV (<em>Papilomavírus humano</em>) incluem:</p><p>1. Contato sexual: A principal forma de transmissão do HPV é por meio de relações sexuais vaginais, anais ou orais com uma pessoa infectada. O vírus pode ser transmitido mesmo que não haja sintomas visíveis, como verrugas.</p><p>2. Contato pele a pele: O HPV também pode ser transmitido por contato direto entre a pele da área genital, mesmo sem penetração.</p><p>3. Transmissão vertical: Em casos raros, o HPV pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto, resultando em papilomatose respiratória (lesões nas vias respiratórias do bebê).</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 11:45:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francoalvesgisele60</author>
         <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd/wish/3168132517</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 11:46:02 UTC</pubDate>
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         <title>Gonorréia e infecções por clamídia.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd/wish/3168133683</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>Formas IST:</mark></em></strong></p><p>As Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) são doenças transmitidas principalmente pelo contato sexual desprotegido (sem uso de preservativo) com uma pessoa infectada. Algumas delas também podem ser transmitidas por outros meios, como contato com sangue contaminado ou de mãe para filho durante o parto ou amamentação.</p><p><br></p><p><strong><em><mark>Agente causador:</mark></em></strong></p><p>O agente causador da gonorreia é a bactéria Neisseria gonorrhoeae. Esta bactéria afeta as mucosas do trato genital, reto e garganta, sendo transmitida principalmente por meio de relações sexuais desprotegidas.</p><p><br></p><p><strong><em><mark>Sintomas</mark></em></strong>:</p><p>Os sintomas da gonorreia podem variar entre homens e mulheres, e algumas pessoas podem não apresentar sintomas, o que facilita a transmissão. Aqui estão os principais sintomas:</p><p><br></p><p><strong>Nos homens</strong>:</p><p>Dor ou ardor ao urinar.</p><p>Secreção uretral espessa, amarela, esverdeada ou branca.</p><p>Inchaço ou dor nos testículos (menos comum).</p><p>Inflamação da uretra (uretrite).</p><p><strong>Nas mulheres</strong>:</p><p>Aumento do corrimento vaginal, que pode ser esverdeado ou amarelado.</p><p>Dor ou ardor ao urinar.</p><p>Sangramento vaginal fora do período menstrual ou após relações sexuais.</p><p>Dor abdominal ou pélvica (em casos mais avançados, quando a infecção atinge os órgãos reprodutivos).</p><p><br></p><p><strong>Outras áreas afetadas</strong>:</p><p><strong>Reto</strong>: pode causar dor, coceira, secreção ou sangramento.</p><p><strong>Garganta</strong>: dor de garganta ou inflamação, em casos de infecção por sexo oral.</p><p><strong>Olhos</strong>: em casos raros, a infecção pode afetar os olhos, causando conjuntivite.</p><p><br></p><p><strong><em><mark>Transmissão</mark></em></strong>:</p><p>A gonorreia é transmitida principalmente através de relações sexuais desprotegidas (sem o uso de preservativo), incluindo:</p><p>1. Sexo vaginal.</p><p>2. Sexo anal.</p><p>3. Sexo oral.</p><p>Além disso, a gonorreia pode ser transmitida de outras formas:</p><p><br></p><p>De mãe para filho durante o parto, quando a bactéria pode infectar os olhos do recém-nascido, causando conjuntivite neonatal.</p><p>Contato com secreções contaminadas em mucosas (olhos, boca, órgãos genitais), embora seja uma forma menos comum de transmissão.</p><p>A infecção não se transmite por meio de beijos, abraços, compartilhar toalhas, talheres ou assentos de vaso sanitário. O uso correto de preservativos em todas as práticas sexuais é a principal forma de prevenção.</p><p><strong><em><mark>Tratamento</mark></em></strong>:</p><p>O tratamento da gonorreia é feito com antibióticos prescritos por um médico. Devido ao aumento da resistência da bactéria Neisseria gonorrhoeae a certos medicamentos, o tratamento costuma envolver uma combinação de antibióticos para garantir a eficácia.</p><p><br></p><p><strong>Tratamento recomendado:</strong></p><p>Ceftriaxona (injeção intramuscular) é o antibiótico mais comumente usado.</p><p>Em alguns casos, pode ser combinada com azitromicina ou doxiciclina (via oral), especialmente quando há coinfecção com clamídia, outra IST comum.</p><p><strong>Cuidados durante o tratamento:</strong></p><p>Não ter relações sexuais até que o tratamento seja concluído e ambos os parceiros estejam curados.</p><p>Avisar os parceiros sexuais recentes, para que também possam ser tratados e evitar a reinfecção.</p><p>Seguir rigorosamente as instruções médicas e finalizar o tratamento, mesmo que os sintomas desapareçam.</p><p>Após o tratamento, é recomendável fazer um teste de acompanhamento para confirmar a cura, especialmente devido à resistência bacteriana em alguns casos. O uso de preservativos é essencial para prevenir novas infecções.</p><p><br></p><p><strong><em><mark>Formas de preservação:</mark></em></strong></p><p>As principais formas de prevenção da gonorreia e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) incluem medidas que reduzem o risco de contágio durante atividades sexuais e práticas de autocuidado. Aqui estão as principais formas de prevenção:</p><p><br></p><p><strong>Uso de preservativos:</strong></p><p>Preservativos masculinos ou femininos são a principal forma de prevenir a transmissão da gonorreia e outras ISTs. Eles devem ser usados corretamente durante todas as formas de contato sexual (vaginal, anal e oral).</p><p>Evitar múltiplos parceiros sexuais:</p><p>Manter relações sexuais com apenas um parceiro não infectado reduz o risco de exposição à gonorreia e outras ISTs. A monogamia mútua, com parceiros testados, é uma maneira segura.</p><p><strong>Testes regulares para ISTs:</strong></p><p>Fazer exames regulares, especialmente se houver múltiplos parceiros ou casos de sexo sem proteção, ajuda a detectar precocemente a gonorreia e outras ISTs.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 11:46:49 UTC</pubDate>
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         <title>O que é herpes genital?  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O herpes genital é uma IST (infecção sexualmente transmissível) causada pelo vírus herpes simples. É transmitida pelo contato sexual, por meio do sexo vaginal, anal ou oral. </p><p><br/></p><p>O herpes genital ataca a pele e/ou as membranas mucosas dos genitais de homens e mulheres. Quando a pessoa é infectada, o vírus se esconde nas células nervosas e permanece no corpo.  </p><p><br/></p><p>A infecção mais comum para a região genital ocorre pelo chamado tipo 2 (HSV-2). Já o tipo 1 (HSV-1) é mais associado a infecções de lábios, boca e face.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 11:52:22 UTC</pubDate>
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         <title>Quais são as causas de herpes genital?  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd/wish/3168142727</link>
         <description><![CDATA[<p>A principal causa de herpes genital é a infecção pelo vírus herpes simples. A transmissão pode ser realizada por meio do contato direto com a pessoa infectada com a pele, membranas ou fluidos corporais.   </p><p><br/></p><p>Como ocorre a transmissão?  </p><p>A transmissão mais comum do herpes genital é por meio de relações sexuais sem proteção. Durante o sexo, o vírus é transmitido da área infectada (lesão) para o parceiro.  </p><p><br/></p><p>Vale destacar que o vírus pode ser liberado a partir da pele ou mucosas infectadas mesmo que não haja lesões visíveis.  </p><p><br/></p><p>Além disso, há o risco de transmissão vertical, ou seja, a mulher infectada transmite o vírus do herpes genital para o bebê durante o parto vaginal.  </p><p><br/></p><p>Sintomas de herpes genital  </p><p>É bastante comum que uma pessoa com herpes genital não apresente sintomas por muitos anos.  No entanto, os principais sintomas de herpes genital são:  </p><p><br/></p><p>Coceira; </p><p>Sensação de queimação ou formigamento nos órgãos genitais;  </p><p>Dores no quadril ou pernas; </p><p>Mal-estar;  </p><p>Pequenas vesículas ou bolhas que aparecem nos órgãos genitais, no ânus, coxas e nádegas.   </p><p>Sintomas de herpes genital em homens  </p><p>De forma geral, os homens podem apresentar sintomas leves ou serem assintomáticos.  </p><p><br/></p><p>Porém, é comum que apareçam pequenas bolhas ou úlceras dolorosas que podem se desenvolver na área genital, como pênis, escroto e ânus. </p><p><br/></p><p>Sintomas em mulheres  </p><p>As mulheres com herpes genital também podem ser assintomáticas e não manifestar a doença.  </p><p><br/></p><p>Porém, em alguns casos, elas apresentam pequenas bolhas ou úlceras dolorosas na área genital, como vulva, clitóris, vagina, ânus e períneo.  Algumas mulheres podem ter um aumento do corrimento vaginal.  </p><p><br/></p><p>Como é feito o diagnóstico?  </p><p>O diagnóstico de herpes genital é realizado após a análise de sintomas e exames laboratoriais. Geralmente, o especialista analisará a presença de lesões ou bolhas, quando a doença estiver sintomática.  </p><p><br/></p><p>Também pode ser realizado o teste de cultura viral, que analisa uma amostra de líquido da lesão e de anticorpos contra o vírus.   </p><p><br/></p><p>Tratamento para herpes genital  </p><p>O tratamento visa controlar os sintomas, reduzir a duração dos desconfortos e diminuir o risco de transmissão.  Por conta disso, são indicados medicamentos antivirais, que diminuem significativamente a duração e a gravidade da doença.  </p><p><br/></p><p>Também podem ser recomendados medicamentos para aliviar a dor, como analgésicos e cremes tópicos.</p><p><br/></p><p>Qual médico procurar?  </p><p>O diagnóstico e tratamento de herpes genital pode ser realizado por diferentes especialistas, como clínico geral, ginecologista, proctologista, infectologista ou urologista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 11:54:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Linfogranuloma Venéreo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd/wish/3168147180</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Forma IST:</mark></strong></p><p>O linfogranuloma venéreo é uma infecção sexualmente transmissível causada por certas cepas da bactéria<strong><em> Chlamydia trachomatis </em></strong>. É mais comum em regiões tropicais e subtropicais, mas pode ocorrer em qualquer lugar.</p><p><br/></p><p><strong> <mark>Agente causador:</mark></strong></p><p>O agente causador é a bactéria <em>Chlamydia trachomatis</em> , especificamente os sorotipos L1, L2 e L3. Essas cepas são diferentes das que causam a clamídia genital comum.</p><p><br/></p><p> <strong><mark>Tratamento:</mark></strong></p><p>O tratamento para o linfogranuloma venéreo geralmente envolve antibióticos. Os medicamentos mais comuns incluem:</p><p><br/></p><p>- <strong>Doxiciclina</strong>: 100 mg duas vezes ao dia por 21 dias.</p><p>- <strong>Azitromicina</strong>:1 g em dose única (menos comum, mas pode ser usado).</p><p><br/></p><p>É importante que todos os parceiros sexuais também sejam avaliados e tratados para evitar reinfecções. Se houver sintomas ou suspeita de infecção, procurar um profissional de saúde é essencial.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Sintomas:</mark></strong></p><p>Os sintomas do linfogranuloma venéreo podem variar, mas geralmente se manifestam em duas fases:</p><p><br/></p><p>1. <strong>Fase inicial:</strong></p><p>   - Pequenas lesões ou úlceras indolores na área genital ou anal.</p><p>   - Essas lesões podem passar despercebidas.</p><p><br/></p><p>2. <strong>Fase avançada:</strong></p><p>   - Inchaço dos gânglios linfáticos na região inguinal (virilha), que pode causar dor e desconforto.</p><p>   - Pode ocorrer febre, mal-estar e, em casos mais graves, a formação de abscessos nos gânglios linfáticos.</p><p><br/></p><p>Se não tratado, o linfogranuloma venéreo pode levar a complicações mais sérias, incluindo problemas crônicos na região genital e anal.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong><mark>Transmissão:</mark></strong></p><p>A transmissão do linfogranuloma venéreo ocorre principalmente por meio de relações sexuais desprotegidas (vaginais, anais ou orais) com uma pessoa infectada. A bactéria é transmitida através de secreções genitais. O contato direto com lesões também pode facilitar a transmissão.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Prevenção:</mark></strong></p><p>Para prevenir o linfogranuloma venéreo e outras infecções sexualmente transmissíveis, algumas medidas são recomendadas:</p><p><br/></p><p>- <strong>Uso de preservativos: </strong>O uso correto e consistente de preservativos durante todas as relações sexuais pode reduzir significativamente o risco de transmissão.</p><p>- <strong>Teste regular: </strong>Realizar testes para ISTs regularmente, especialmente se você tiver múltiplos parceiros sexuais ou não usar proteção.</p><p>- <strong>Comunicação aberta:</strong> Conversar com parceiros sobre histórico sexual e ISTs.</p><p>- <strong>Limitar o número de parceiros sexuais: </strong>Reduzir o número de parceiros pode diminuir o risco de exposição a ISTs.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 11:57:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como é feito o diagnóstico?  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd/wish/3168162602</link>
         <description><![CDATA[<p>O diagnóstico de herpes genital é realizado após a análise de sintomas e exames laboratoriais. Geralmente, o especialista analisará a presença de lesões ou bolhas, quando a doença estiver sintomática.  </p><p><br></p><p>Também pode ser realizado o teste de cultura viral, que analisa uma amostra de líquido da lesão e de anticorpos contra o vírus.   </p><p><br></p><p>Tratamento para herpes genital  </p><p>O tratamento visa controlar os sintomas, reduzir a duração dos desconfortos e diminuir o risco de transmissão.  Por conta disso, são indicados medicamentos antivirais, que diminuem significativamente a duração e a gravidade da doença.  </p><p><br></p><p>Também podem ser recomendados medicamentos para aliviar a dor, como analgésicos e cremes tópicos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 12:08:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tratamento para herpes genital  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd/wish/3168163912</link>
         <description><![CDATA[<p>O tratamento visa controlar os sintomas, reduzir a duração dos desconfortos e diminuir o risco de transmissão.  Por conta disso, são indicados medicamentos antivirais, que diminuem significativamente a duração e a gravidade da doença.  </p><p><br/></p><p>Também podem ser recomendados medicamentos para aliviar a dor, como analgésicos e cremes tópicos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-14 12:09:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd/wish/3171203638</link>
         <description><![CDATA[<p>•Formas IST</p><p>A clamídia é uma das infecções sexualmente transmissíveis (IST) mais comuns, causada pela bactéria Chlamydia trachomatis. A transmissão ocorre principalmente por meio de relações sexuais (vaginal, anal ou oral) sem o uso de preservativo com uma pessoa infectada. Também pode ser transmitida de mãe para filho durante o parto.</p><p>•Agente causados</p><p>Existem diferentes sorotipos de Chlamydia trachomatis, alguns dos quais estão associados a diferentes formas de infecção, como infecções genitais e o tracoma, uma infecção ocular que pode causar cegueira.</p><p>A bactéria é transmitida principalmente por meio de contato sexual (vaginal, anal ou oral) sem proteção, mas também pode ser transmitida durante o parto, da mãe para o bebê. Por ser muitas vezes assintomática, a infecção pode passar despercebida e se espalhar facilmente entre parceiros.</p><p>•Sintomas </p><p>As infecções por clamídia são frequentemente assintomáticas, especialmente em mulheres, mas quando os sintomas surgem, eles podem variar dependendo da área afetada.</p><p>Sintomas em mulheres:</p><p>Corrimento vaginal anormal</p><p>Dor ao urinar</p><p>Dor durante as relações sexuais</p><p>Sangramento entre os períodos menstruais</p><p>Dor abdominal ou pélvica, especialmente em casos mais avançados</p><p>Sintomas em homens:</p><p>Corrimento do pênis</p><p>Dor ou ardor ao urinar</p><p>Inchaço ou dor nos testículos (menos comum)</p><p>Sintomas em infecções anais e orais:</p><p>Dor, secreção ou sangramento retal</p><p>Dor de garganta (em infecções orais)</p><p>A ausência de sintomas não significa que a infecção seja inofensiva, pois, se não tratada, pode levar a complicações graves, como infertilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 01:00:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Agente causador:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd/wish/3174424230</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O condiloma acuminado, conhecido também como verruga genital, crista de galo, figueira ou cavalo de crista, é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pelo Papilomavírus humano (HPV). Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV – alguns deles podendo causar câncer, principalmente no colo do útero e do ânus.</p><p><br/></p><p>Principais sintomas do HPV são:</p><p><br/></p><ul><li><p> Verrugas genitais, no ânus, na boca ou garganta, com aspecto de couve-flor;</p></li><li><p>Coceira na região da verruga;</p></li><li><p> Verruga única ou múltiplas, formando placas;</p></li><li><p> Desconforto no local da verruga.</p></li></ul><p>Nos estágios iniciais, o HPV não causa sintomas, sendo muitas vezes descoberto em exames ginecológicos de rotina, principalmente o papanicolau.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 13:56:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como prevenir:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodneid1/eks12fd3lc8j9nxd/wish/3174437335</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A principal forma de prevenir o HPV é usar preservativo em todas as relações sexuais, seja vaginal, anual ou oral.</p><p>No entanto, ainda há chances de ser infectado com o HPV, mesmo usando preservativos, já que não cobrem por completo a pele, mas há uma redução de risco.</p><p><br/></p><p>Tratamento: </p><p><br/></p><p>O tratamento do HPV deve ser feito com orientação do ginecologista ou urologista e geralmente envolve o uso de pomadas ou ácidos para eliminar as verrugas genitais. Além disso em alguns casos, pode ser feita a crioterapia ou cirurgia para remoção das verrugas genitais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 14:03:41 UTC</pubDate>
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