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      <title>Y10 - Comparando as obras by Aline Ruiz Menezes</title>
      <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10</link>
      <description>Escreva um comentário apontando algo de bom no texto do colega e duas coisas que poderiam ser melhoradas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-23 14:21:48 UTC</pubDate>
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         <title>Vinicius</title>
         <author>viniciuscarneiro1</author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005196991</link>
         <description><![CDATA[<p>A ambiguidade é um recurso que abre margens para mais de uma interpretação, na literatura ela tem um papel essencial para fazer com que grandes obras tenham mais de uma interpretação.&nbsp;</p><p>&nbsp;“Paixão segundo G.H”, escrita por Clarice Lispector na década de 60, é uma obra que incentiva muito a reflexão contando a visão de uma mulher rica e confusa que passou por muitas coisas na vida com uma narrativa psicológica, então não segue um fluxo cronológico, &nbsp;a ambiguidade tem um papel essencial nessa história para criar um efeito de reflexão e abrir margens para diferentes interpretações. &nbsp;</p><p>“Memorias de Martha” escrita por Julia Lopes de Almeida, no ano de 1899, é um curto romance que conta as memorias de uma garota chamada Martha de uma forma cronológica, então as memorias são contadas pela ordem de acontecimento&nbsp;e diferente da obra citada anteriormente, “Memorias de Martha” não utiliza de ambiguidade para formar seu texto assim fazendo com que a história tenha apenas uma intepretação.&nbsp;</p><p>Na obra “Paixão segundo G.H” a autora utiliza de metáforas como a barata que pode ser interpretada como realmente uma barata ou como um trauma que a personagem viveu. Essa metáfora cria&nbsp;efeitos de reflexão no leitor, fazendo assim com que diferentes leitores se identifiquem e interpretem do jeito que eles acharem melhor.&nbsp;</p><p>Por outro lado, a obra “Memorias de Martha”, não utiliza de metáforas ou de outro recurso para criar ambiguidades, por isso que durante as memorias podemos analisar que as emoções e pensamentos da Martha muda com as coisas que ela vivência, por exemplo: quando a Martha conhece o Luiz, ela vira uma menina mais feliz e mais expressiva, nesse caso, não podemos ver uma ambiguidade, assim deixando claro que o Luiz a transformou em uma pessoa mais feliz e expressiva, não abrindo margens para uma interpretação diferente.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:37:56 UTC</pubDate>
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         <title>Sara</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005197027</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra: "Paixão segundo G.H", escrita nos anos 60, por Clarice Lispector, conta a história de "G.H", uma senhora de meia idade que mora no Rio de Janeiro, em uma cobertura. Ao longo dessa história, a personagem reflete sobre; lembranças, traumas, e arrependimentos de seu passado, durante eventos do cotidiano, em uma duração de mais ou menos dois dias, no entanto, não se pode saber ao certo pois o livro se passa em tempo psicológico. A ambiguidade, um recurso expressivo que se refere a um texto com mais de uma interpretação, é extremamente presente nessa obra pois há muitas metáforas, as quais podem ser interpretadas de diversas maneiras. Essas ambiguidades proporcionam ao leitor diferentes reflexões sobre o mesmo trecho, fazendo com que cada leitor tenha sua própria interpretação e experiencia enquanto lê a obra. Já no livro: "Memórias de Martha", escrito por Julia Lopes de Almeida, no final do século 19, a ambiguidade não é tão presente. "Memórias de Martha", conta a história da personagem principal, Martha, de seu próprio ponto de vista, desde sua infância até a vida adulta. Uma vez que essa obra está em tempo cronológico, a ambiguidade já não é uma grande parte da história. As mensagens são bem diretas, sem espaço para segundas interpretações, já que o foco é nos fatos e não nos pensamentos da personagem.&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:37:58 UTC</pubDate>
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         <title>Nicholas de Luca</title>
         <author>nicholasluca2007</author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005197120</link>
         <description><![CDATA[<p>    A ambiguidade é um recurso expressivo na qual se apresenta quando há diversas interpretações de uma obra. Encontrado muito na literatura, ela permite que a audiência possa refletir no significado da frase trazendo vários pontos diferentes para o pensamento. É possível ver que nas obras "Paixão segundo o G.H.", escrita por Clarice Lispector, e "Memórias de Martha", escrita por Julia Lopes de Almeida, a utilização da ambiguidade se apresentam de formas destintas, enquanto na "Paixão segundo o G.H." a ambiguidade está muito presente, em "Memórias de Martha" não aparenta estar na obra.&nbsp;</p><p>    Publicado em 1964 por Clarice Lispector, "Paixão segundo o G.H." é um livro cujo seu gênero é um romance, ficção. A história é narrada em primeira pessoa em que a personagem G.H., uma artista que mora na cobertura de um prédio, reflete muito sobre seu cotidiano e uma barata que vê no quarto de sua empregada que tinha ido embora. No livro, acompanhamos os pensamentos da artista seguindo um tempo psicológico e ela falando em voz alta. Além disso, G.H. usa suas memórias para lembrar de seu passado para ajudar ela a reflexionar.&nbsp;</p><p>    “Memórias de Martha” foi publicada em 1899 por Julia Lopez de Almeida. É uma ficção na qual a personagem Martha narra suas memórias em primeira pessoa. A obra contém a visão de Martha sobre sua vivência no cotidiano. Martha mora com sua mãe em um cortiço onde conhece seus vizinhos muito bem. A história é narrada de forma cronológica com a mulher falando de seu passado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:38:04 UTC</pubDate>
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         <title>Amanda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A ambiguidade trata-se de trazer uma duplicidade de sentidos para o texto, ou seja, um recurso que deixa o texto aberto a interpretações, algo que podemos observar bem nas obras “A Paixão Segundo G.H.” de Clarisse Lispector e “Memorias de Martha” de Júlia Lopes de Almeida. A primeira obra, O romance "A Paixão Segundo G.H.", publicado por Clarice Lispector em 1964, narra a vida de G.H., uma mulher que, após demitir sua empregada e iniciar a limpeza da casa, encontra uma barata, o que a leva a um estado reflexivo. O fluxo mental da personagem é a principal característica deste romance, permitindo que, ao longo da história, acompanhemos seus pensamentos. No entanto, devido ao tempo psicológico da obra, os eventos e ações da personagem não são claramente definidos, deixando muitos aspectos abertos à interpretação e contribuindo para a ambiguidade.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por exemplo, G.H. frequentemente se descreve usando metáforas envolvendo insetos. Quando ela compara a si mesma a um inseto, essa imagem pode sugerir vários sentidos: uma sensação de sujeira, uma percepção de desumanização, ou mesmo uma busca por uma essência mais pura e primitiva de si mesma. A ambiguidade reside justamente nessa multiplicidade de possíveis leituras, onde cada leitor pode interpretar as metáforas de acordo com suas próprias perspectivas e experiências.&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por outro lado, "Memórias de Martha" de Júlia Lopes de Almeida utiliza a ambiguidade de maneira mais sutil, embora igualmente significativa. Publicada em 1899, a obra narra a vida de Martha por meio de suas memórias, revelando seu passado. Após a morte do pai, Martha perde sua classe social e muda-se para um cortiço, um lugar frequentemente descrito por ela como violento e traumático. Esse ambiente, juntamente com as experiências emocionais da protagonista, desempenha um papel crucial na formação de sua personalidade, principalmente em meio à discriminação social e desigualdades que enfrenta em sua vida social e escolar. As memórias de Martha, influenciadas por essas experiências, oferecem espaço para interpretações ambíguas, enriquecendo a complexidade da narrativa.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um exemplo é o episódio em que Martha adoece ao ver a boneca de Lucinda, a filha da chefe de sua mãe, pois a narrativa não esclarece se Martha adoece devido à tristeza ou devido à uma doença física, deixando em aberto a causa de seu mal-estar. Essa indefinição permite ao leitor explorar diferentes interpretações, tornando a leitura uma experiência mais subjetiva e introspectiva. A ambiguidade, nesse caso, nos permite aprofundar mais nas partes psicológicas da mente da personagem, ao invés da forma em que se vê, como é o caso de G.H.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:38:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ana </title>
         <author>anaoliveira16110809</author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005197776</link>
         <description><![CDATA[<p>   A ambiguidade é um recurso expressivo usado para se referir a textos que tem mais de uma interpretação que o leitor pode ter. Esse é um recurso muito usado na literatura. Podemos observar isso nas obras “A paixão segundo G.H.” escrita por Clarisse Lispector em 1964 e na obra “Memorias de Martha”, um romance curto escrito por Julia Lopes de Almeira em 1888.&nbsp;</p><p>   “A paixão segundo G.H.” é um livro que se trata de uma mulher identificada apenas elas suas iniciais G.H., que depois de demitir a empregada e tentar limpar seu quarto, relata a perda da individualidade após ter esmagado uma barata. No dia seguinte a narradora relata entre em uma série de reflexões sobre sua vida durante algumas horas. O livro é contado entre os fluxos de consciência&nbsp;de G.H. sobre diversos acontecimentos de sua vida em questão de segundos, o leitor não consegue descrever com certeza o tempo exato desses fluxos de consciência, porém tudo em dica que foi entre algumas horas. A Clarice nessa obra consegue passar a sensação exata de como se nós leitores estivéssemos dentro de sua mente acompanhando todos os seus pensamentos, desde os mais certeiros até aqueles fluxos de pensamento que terminam pela metade. Nessa obra o apelo as metáforas são muito intensas, ou seja, o próprio leitor pode fazer uma conclusão sobre o que Clarisse escreveu e entender da sua própria maneira por ser falas muito abrangentes. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo </title>
         <author>rodrigoaraujo14</author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005197788</link>
         <description><![CDATA[<p>     Ambiguidade é um conceito da língua portuguesa que faz referência a quando uma frase ou palavra que traz mais de uma possibilidade de interpretação. No livro “A Paixão Segundo G.H.”&nbsp; escrito por Clarice Lispector, a ambiguidade está muito presente, tendo em vista que o livro inteiro se baseia em reflexões da personagem principal, a G.H. Por outro lado na obra “Memórias de Martha”, escrito por Julia Lopes de Almeida, esse conceito não é muito usado, já que a estrutura dos textos e a narrativa são muito diferentes, porém em alguns momentos da obra a autora apresenta essa ambiguidade.&nbsp;</p><p>     Em “A Paixão Segundo G.H.” está organizada em fluxo de consciência onde acompanhamos as reflexões de G.H que constantemente utiliza metáforas para apresentar suas ideias, fazendo uso do recurso expressivo ambiguidade. Algum dos efeitos da ambiguidade de suas metáforas é que sempre obriga o leitor a fazer uma reflexão e deixa tudo mais confuso, que pode ser proposital tendo em vista que a personagem passa por momentos difíceis na vida dela e está confusa, justificando a escolha da Clarice Lispector de nunca deixar uma mensagem clara e objetiva.&nbsp;</p><p>     Já em “Memórias de Martha” a escrita é feita baseada nas memórias da personagem principal, Martha, o que não abre tantas interpretações dos acontecimentos, fazendo assim com que a ambiguidade não seja tão usada. Porém em alguns momentos do livro ela utiliza algumas metáforas para expressar seus sentimentos, como por exemplo quando ela se apaixona pela primeira vez, ela usa o amor como uma metáfora.&nbsp;</p><p>     No geral a ambiguidade está presente nos dois, portanto muito mais em “A paixão segundo G.H” do que em “Memórias de Martha”. Uma das causas para isso é que a forma que o livro de Clarice foi escrito e seu propósito possibilita o uso constante da ambiguidade, já no livro da Julia como é escrito no estilo “memórias ficcionais” faz com que a ambiguidade não seja tão presente, mas ainda é utilizada, porém com frequência diferente.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:38:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Maria Eduarda Diniz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O papel da ambiguidade é permitir que um texto ou obra tenha a possiblidade de reflexão, a literatura usa deste recurso linguístico para trazer sentimentos ao leitor.&nbsp; Podemos observar isto no livro "A paixão segundo G.H.", escrito por Clarisse Lispector, já que seu foco é justamente trazer o pensamento e confusão para o leitor, causando sentimentos e pensamentos para quem está lendo. Por outro lado, podemos observar a ambiguidade presente no livro "Memorias de Martha", escrito por Julia Lopes de Almeida, de uma forma indireta.&nbsp;&nbsp;</p><p>No livro de romance "A paixão segundo G.H." escrito por Clarice Lispector, publicado em 1964, é possível observar a história de uma mulher que sente que perdeu sua individualidade após esmagar uma barata. O livro todo se passa em torno dos pensamentos e reflexões da personagem, trazendo ambiguidade na maior parte dos capítulos. Este livro tem diversos efeitos ambíguos, um exemplo deles é a barata, que pode ser tanto o inseto quanto uma metáfora em relação a algum relacionamento ou a alma dela.&nbsp;</p><p>Por outro lado, o livro de memórias ficcionais "Memorias de Martha" escrito por Julia Lopes de Almeida, publicado em 1899, podemos observar a história de uma menina que conta suas memórias e como foi sua infância, muitas vezes contando-as de um jeito ruim. O livro foi escrito em tempo cronológico, ou seja, segue a ordem enquanto a personagem vai crescendo. O texto pode ser considerado ambíguo pois&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>Hector</title>
         <author>hectormeili1</author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005202133</link>
         <description><![CDATA[<p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:42:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Maria Eduarda Aoki</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005204066</link>
         <description><![CDATA[<p>    O tema da ambiguidade e seus efeitos está presente de formas diferentes para o leitor nos livros “A paixão segundo G.H” de Clarice Lispector e “Memórias de Martha” de Júlia Lopez de Almeida. Um recurso expressivo comum na literatura que se refere a textos que tem mais de uma interpretação, abrindo margem para diversas relações. Assim como as duas obras se relacionam, com “A paixão segundo G.H” sendo muito evidente e baseada nas múltiplas percepções da narradora, mas com “As Memórias de Martha” sendo menos ambíguo e mais direto.&nbsp;</p><p>    Lançado em 1964, o livro de Clarice trata de uma mulher identificada por G.H, que após a demissão de sua empregada, tenta limpar seu quarto, quando encontra uma barata e começa uma crise existencial. O livro é narrado em primeira pessoa, utilizando do fluxo de consciência para descrever os acontecimentos e o que passa em sua mente, uso de metalinguagem, isto é, quando o narrador fala com os leitores, além de muitas metáforas.&nbsp;Esses elementos foram essenciais para que&nbsp;tivesse muita ambiguidade no livro.&nbsp;&nbsp;</p><p>    Publicado em 1888, o livro “Memórias de Martha” retrata a trajetória da narradora, Martha,&nbsp;desde sua infância, que após a morte de seu pai, passa a morar em um cortiço carioca, e conta as inúmeras dificuldades que sua mãe, muito trabalhadora, enfrenta. O enredo é contado por Martha já adulta, então suas histórias são contadas baseadas em memórias, que podem trazer muitas ambiguidades, no entanto o que ela transmite para o leitor é bem concreto sobre como ela resolveu ver&nbsp;as situações.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:44:44 UTC</pubDate>
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         <title>Carol Lupo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005204888</link>
         <description><![CDATA[<p>O tema da ambiguidade está bastante presente em livros literários brasileiros. A ambiguidade é um recurso expressivo usado em textos com mais de uma interpretação. Como a palavra “manga”. Tem o sentido da fruta e da blusa. Podemos observar essa ambiguidade nas obras “A paixão segundo G.H” escrito pela autora Clarice Lispector e “Memórias de Martha” escrito pela autora Julia Lopes de Almeida. Essas duas obras contêm diferentes formas de expressar esse recurso.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:45:35 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Arantes</title>
         <author>carantescarol</author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005206620</link>
         <description><![CDATA[<p>O efeito de ambiguidade é um recurso que pode aparecer nos textos como um vício de linguagem ou como recurso estilístico, que é um procedimento no qual&nbsp;expressamos a afetividade, e que traz mais de uma interpretação para o tema abordado. Nos dois textos que serão apresentados&nbsp;iremos analisar a ambiguidade presente nas obras literárias&nbsp;em "A Paixão Segundo G.H.", que foi escrito em 1964 publicado por&nbsp;Clarice Lispector e "Memórias de Martha" foi publicado em 1899, escrito por Julia Lopes de Almeida. &nbsp;</p><p>Podemos observar que na obra de Clarice Lispector apresenta estes efeitos da ambiguidade pois ela apresenta muito sua parte emocional de seu dia a dia e de seu passado. Durante o livro de Julia Lopes de Almeida não contém tanta ambiguidade&nbsp;quanto a de G.H. que era bem mais expressiva. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:47:17 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Sousa </title>
         <author>gustavoescolared</author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005206743</link>
         <description><![CDATA[<p>A ambiguidade é um recurso expressivo da língua que pode ser uma palavra, uma obra, um texto que tenha mais de um sentido. Ela está muito presente nos textos hoje em dia principalmente em livros, pois normalmente os autores querem trazer esse pensamento de dois sentidos nos&nbsp;leitores. Um livro que conseguimos ver isso é o “A paixão segundo G.H.”, Clarice Lispector. Porém existe vários livros ou textos que não segue ou tem esse recurso expressivo, sendo um deles “Memórias de Martha”.</p><p>O livro “A paixão segundo G.H.”, escrito por Clarice Lispector, em 1964. Esse é um livro que pode ser sim considerado uma ambiguidade, porque você pode imaginar que quando ela fala que está olhando para a barata e imaginando coisas ruins&nbsp;de seu passado ou seu presente ele conta um pouco sobre a vida de uma mulher chamada G.H. que encara uma barata, podendo ela ser uma barata de verdade ou apenas uma lembrança ruim. &nbsp;</p><p>Já o livro “Memórias de Martha” escrito por Júlia Lopes de Almeida, lançado em 1899. Esse é um livro que conta a história de uma menina chamada marta e fala alguma de suas dificuldades. Para mim esse livro não pode ser considerado uma ambiguidade pois ela não dá mais de um sentido para a história, pois a obra segue uma obra cronológica e vai contando a história de Martha. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:47:24 UTC</pubDate>
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         <title>Melissa</title>
         <author>mel_dabbah</author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005207505</link>
         <description><![CDATA[<p>     A ambiguidade é um recurso expressivo usado para se referir a textos que têm mais de uma possibilidade de interpretação, esse é um recurso muito usado na literatura. Podemos observar isso nas obras: "A paixão segundo G.H." escrita por Clarice Lispector e publicada em 1964&nbsp;no Rio de Janeiro e "Memórias de Martha." escrita por Julia Lopes de Almeida em 1899 no Rio de Janeiro também. &nbsp;É possível observar a questão da ambiguidade de uma forma mais fácil e sem muito esforço no livro "A paixão segundo G.H.", enquanto no livro de Julia Lopes de Almeida, a ambiguidade parece não estar muito presente. </p><p>       No primeiro livro citado, a personagem principal é conhecida apenas pelas iniciais G.H. Após demitir a empregada, a autora tem a tendência de refletir muito sobre sua vida após ter uma&nbsp;experiência transformadora ao descobrir uma barata em seu apartamento e decide matá-la.&nbsp;O livro é considerado uma das obras mais complexas de Clarice Lispector pois no livro é explorado questões filosóficas e existênciais. O livro trata-se de uma narrativa da observação de uma pessoa dos seus processos mentais, ou seja, é um livro que a personagem fala sobre seus próprios sentimentos ou pensamentos.</p><p>    </p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>Nicholas Rosembaum Ripani</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aruizmenezes/comparandoY10/wish/3005209634</link>
         <description><![CDATA[<p>A ambiguidade é um recurso expressivo que abre portas para múltiplas possíveis interpretações para uma ideia. Na literatura, ela é majoritariamente usada para causar a curiosidade no leitor e fazer ele pensar no que realmente está acontecendo dentre as várias possíveis interpretações. Nesse recurso expressivo, a metáfora tem um papel fundamental, pois é ela que abre portas para as interpretações e com isso, pode-se concluir que a linguagem é conotativa.&nbsp;&nbsp;</p><p>Tendo isso em vista, este texto irá comparar a ambiguidade existente no livro “Memórias de Martha” de Julia Lopes de Almeida e “A Paixão Segundo GH” de Clarice Lispector. Em Memórias de Martha, Julia basicamente conta as lembranças de uma garota carioca e seus desafios e conquistas ao longo de sua vida. Já em A Paixão Segundo GH, Clarice mostra suas reflexões após uma série de desafios em sua vida. &nbsp;</p><p>No livro de Lispector, a ambiguidade tem um papel fundamental, pois é ela que constrói as diversas interpretações que o livro pode ter. A barata é um grande exemplo disso, pois ela é um elemento presente do começo ao fim do livro e o leitor nunca está do certo do que ela realmente se trata. Por isso, conclui-se que a ambiguidade traz um efeito de dúvida, mas juntamente com isso, uma curiosidade incessante. &nbsp;</p><p>Já no livro de Almeida, a linguagem presente é mais denotativa e menos ambígua e por isso é mais complexo discutir os seus papeis e efeitos no livro. Entretanto, em alguns trechos do livro pode-se notar características de ambuiguidade, como nas constantes mortes ocorridas ao longo de todo o livro. Isso pode ser visto como ambíguo pois em alguns casos isso é visto como positivo, mas em outros como negativo e por isso a morte se torna algo ambíguo no livro.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 15:49:54 UTC</pubDate>
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