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      <title>Arte Românica - 2º ano by ELISAMA CRISTINA SANTOS TORRES</title>
      <link>https://padlet.com/elisamatorres/ejdi355woixhyu9o</link>
      <description>na idade média</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-25 11:12:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daviwanderley</author>
         <link>https://padlet.com/elisamatorres/ejdi355woixhyu9o/wish/1557210796</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Arte românica</strong> é o estilo artístico vigente na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa">Europa</a> entre os séculos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XI">XI</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIII">XIII</a>, durante o período da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_arte">história da arte</a> comumente conhecido como "românico".<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-Livre-1"><sup>[1]</sup></a> O estilo é visto principalmente nas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja">igrejas</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo">católicas</a> construídas após a expansão do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo">cristianismo</a> pela Europa, e foi o primeiro depois da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Queda_do_Imp%C3%A9rio_Romano">queda do Império Romano</a> a apresentar características comuns em várias regiões. Até então, a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte">arte</a> tinha se fragmentado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-rom%C3%A2nico">vários estilos</a>, sendo o românico o primeiro a trazer uma unidade nesse panorama. (wikipedia)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 11:45:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daviwanderley</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; contexto: &nbsp;</div><div><br>Depois de passar por muitas turbulências, desde o fim do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romano">Império Romano</a> até o século XI, aproximadamente, a Europa <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia">medieval</a> vive um momento de estabilidade e crescimento. O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9rcio">comércio</a> volta a florescer e as <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade">cidades</a> começam a prosperar, mesmo que timidamente.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-Petzold-3"><sup>[3]<br></sup></a><br></div><div><br>Nesta altura se verifica também um crescente entusiasmo religioso e uma notável expansão do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Monasticismo">monasticismo</a>, cujas causas são, entre outras, as <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Peregrina%C3%A7%C3%A3o">peregrinações</a> que cresceram e as <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cruzadas">Cruzadas</a> para libertar a Terra Santa.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-fonte_2-4"><sup>[4]</sup></a> Com a fragmentação do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Carol%C3%ADngio">Império Carolíngio</a>, o papel de autoridade política central, foi, até certo ponto, desempenhado pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa">Papa</a>. Sem um poder nas mãos de um único rei, foi a Igreja que centralizou o controle sobre o pensamento e a vida da época, e foi a principal responsável pela reunificação da Europa desde a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Queda_do_Imp%C3%A9rio_Romano">queda do Império Romano</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-5"><sup>[5]<br></sup></a><br></div><div><br>Esse sentimento religioso se refletiu na construção de muitas igrejas e mosteiros. Nas palavras do monge <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Raoul_Glaber&amp;action=edit&amp;redlink=1">Raoul Glaber</a>, citado por Ramalho, "à medida que se aproximava o terceiro ano após o ano 1000, via-se em quase todo o universo, em particular na Itália e nas Gálias, a reconstrução das basílicas religiosas. Era como se o mundo sacudisse de si o pó do tempo, para despojar-se de sua vetustez, e quisesse se revestir, por toda a parte, de um manto branco de igrejas".<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-fonte_3-6"><sup>[6]<br></sup></a><br></div><div><br>Essa proliferação de templos determinou uma nova organização da urbanização e das práticas sociais e religiosas, onde o templo funcionava como um centro vital em torno do qual as comunidades se articulavam. Este movimento era uma consequência do fortalecimento das doutrinas referentes à fixação e sacralização do território do culto, pois nos primeiros séculos do cristianismo não havia uma grande preocupação com o local onde o culto era praticado. Para os primitivos pensadores cristãos, a sacralidade era mais difusa e onipresente, havendo uma tendência a negar o templo e as imagens para diferenciar-se respectivamente do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Juda%C3%ADsmo">judaísmo</a> e do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paganismo">paganismo</a>, e assim o interesse principal era construir uma comunidade de fiéis reunida numa Casa de Deus de natureza transcendente e não tanto construir locais específicos e materiais para a assembleia.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-Santos-7"><sup>[7]<br></sup></a><br></div><div><br>A nova ênfase na fixação do local do culto através da construção de templos era um relexo dessas ideias, além de aumentarem suas dimensões para acomodar um crescente número de padres, monges e também de peregrinos que acorriam para visitar as relíquias dos santos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-Britannica-8"><sup>[8]</sup></a> Essa tendência se desenvolveu a partir do século IX e culminou no século XII com a consagração da ideia do templo como um monumento da fé e como o local sagrado por excelência. Segundo Aline dos Santos, "cada vez mais, é o pertencimento à cristandade e a submissão á Santa Sé que definem a organização do território no Ocidente medieval, que se fará em fundação de centros de poder, ao mesmo tempo laicos e eclesiais, que se vão tornando polos ao redor dos quais as comunidades se fixam. [...] O processo de sacralização do lugar de culto, intensificado nos séculos XI e XII, acompanha o progressivo aumento do papel social das igrejas na organização geral da sociedade".<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-Santos-7"><sup>[7]</sup></a> Com isso ocorre paralelamente um significativo florescimento das artes, que se voltavam para a ornamentação desses edifícios e recuperavam uma feição monumental que não se via desde os tempos romanos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-Chapuis-9"><sup>[9]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-Britannica-8"><sup>[8]<br></sup></a><br></div><div><br>Ao mesmo tempo, a cristandade se organizava como uma barreira territorialmente definida para obstaculizar a expansão do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Islamismo">islamismo</a>, enquanto batalhava em outras frentes para extirpar os remanescentes do paganismo. Nas palavras de Matthew Johnson, "a maneira mais simples de se caracterizar o românico é entender que ele representa a Igreja sob assédio, a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Militante">Igreja Militante</a>. As igrejas românicas, escuras e com paredes grossas, representam uma espécie de fortaleza, uma fortaleza contra os inimigos da cristandade ocidental no início da Idade Média — os vikings, os muçulmanos, os lombardos e os saxões. [...] Foi uma resposta para o mundo do início da Idade Média e uma luta para reconstituir a civilização em meio ao caos pós-romano. [...] O românico representa a habilidade de muitas personalidades poderosas atuantes no seio da internacionalmente respeitada instituição da Igreja de Roma para revitalizar o comércio, a moeda, a literatura, e do próprio Império para proteger esse esforço em face de violenta oposição vinda de todos os cantos, passando pelos vikings e os hunos até os muçulmanos na Espanha. Poderia ser dito que as habilidades e os avanços na produção necessários para criar o românico estavam baseados na revitalização da vida urbana e das guildas de artesãos necessárias para criar as estruturas. Não por acaso essas cidades revitalizadas se localizavam em antigos sítios romanos e, ainda mais importante, a referência em Roma permaneceu um elemento normativo para a civilização ocidental. Política e governo, sem falar na religião, teriam sido inconcebíveis sem a rocha sólida da cultura, da lei e do prestígio romanos".<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica#cite_note-Johnson-10"><sup>[10]</sup></a>&nbsp;<br>(mesmo site)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 11:48:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>davipereira12</author>
         <link>https://padlet.com/elisamatorres/ejdi355woixhyu9o/wish/1557217462</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ILUMINURAS<br></strong><br></div><div>Com quantidade grande de saqueadores devastando as cidades do antigo império Romano, os monastérios eram tudo que restavam entre a Europa Ocidental e o caos. Monges e freiras copiavam manuscritos, mantendo vivas a arte da ilustração em particular e a civilização ocidental em geral.<br><br></div><div>Nessa época, os rolos de papiro usados no Egito e Roma foram substituídos pelos códices de pergaminho de pele de boi ou de carneiro, feitos de páginas separadas unidas por uma das extremidades. Os manuscritos eram considerados objetos sagrados que continham a palavra de Deus e tinham desenhos inseridos nos escritos, sempre de grande beleza, da qual originou o nome de Iluminuras, ou seja, iluminavam os textos.<br><br></div><div>Eram profusamente decorados, de maneira que sua beleza exterior refletisse a sacralização do conteúdo. Tinham capas de ouro cravejadas com pedras preciosas e semipreciosas. Até o desenvolvimento da tipografia, no século XV, esses manuscritos eram a única forma existente de livros, preservando não somente os ensinamentos religiosos, mas também a literatura clássica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 11:48:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>noemisilva3</author>
         <link>https://padlet.com/elisamatorres/ejdi355woixhyu9o/wish/1570624763</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Arte Românica</em></strong> <br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Arte Românica&nbsp;foi um estilo artístico que surgiu na Europa no século XI. Predominou, principalmente, nas construções de igrejas católicas. Esse estilo também pode ser visto em castelos e mosteiros, além de influenciar as esculturas e outras decorações, como pinturas e tapeçarias.&nbsp; <br><br><strong><em>Características:</em></strong> <br><strong>-</strong>&nbsp; A característica principal da arte românica está na relação com a vida rural da Alta Idade Média e ao mesmo tempo, com a efervescência cultural dos mosteiros e abadias, os quais foram o repositório de parte da cultura greco-romana.<br><strong>-&nbsp;</strong>&nbsp;Se Desenvolveu no período que os&nbsp;países da Europa&nbsp;se recuperavam das invasões dos povos bárbaros e não existia um estilo artístico unificado, sendo a arte românica, o primeiro a ser levado a diversas outras regiões.<br><strong>-&nbsp;</strong>&nbsp;Apesar das influências culturais de outros povos, a arte românica contribuiu para o surgimento de várias técnicas inovadoras para a época, principalmente na arquitetura.<br><strong>-&nbsp;</strong>&nbsp;A Ideia das grandes construções veio acompanhada da fé do&nbsp;cristianismo.<br><strong>-&nbsp;</strong>&nbsp;Surgiu a necessidade da transmissão mensagens para fiéis analfabetos, poucos sabiam ler e escrever, as esculturas, mosaicos, pinturas e outras formas de arte eram utilizadas na propagação das palavras bíblicas.&nbsp;<br><strong>-&nbsp;&nbsp;</strong>O estilo durou até o século XIII. Mais tarde, no século XIX, surgiu o&nbsp;neorromânico, que buscava recuperar algumas características do estilo de arte românica em construções contemporâneas. <br><br><strong><em>Artes Decorativas:</em></strong><br><strong>-&nbsp;</strong>&nbsp;Nas artes decorativas, o românico foi mais forte nas esculturas. Os trabalhos de escultura tomavam todo o espaço onde eram feitas, ou seja, não seguiam moldes reais de tamanhos humanos. Havia a união do divino e imagens reais. Tinham cores vivas e muitas das obras eram colocadas nas igrejas de peregrinação. Eram esculturas antinaturalistas e normalmente representadas por figuras entalhadas nas paredes das igrejas. Alguns relevos também enfeitavam as fachadas. Na última fase da arte românica é possível encontrar um estilo mais realista nas esculturas.<br><strong>-</strong>&nbsp; As pinturas da arte românica não tiveram tanta força durante o movimento. Era utilizada a técnica do afresco, em que a pintura era feita sobre uma parede úmida. Feitas em cores vivas e fortes, elas preenchiam as paredes dos templos religiosos. Como características principais da pintura desse período, temos a deformação e o colorismo. As imagens foram vistas, principalmente, em iluminuras, afrescos, mosaicos e retábulos.&nbsp;<br><strong>-&nbsp;</strong>&nbsp;As&nbsp;iluminuras&nbsp;estiveram com mais força nos manuscritos. Era possível encontrar esse estilo também em grandes dimensões, como nas decorações de interiores das igrejas e de outros espaços. Seguiam a mesma temática das esculturas, o cristianismo. Nos desenhos eram retratadas imagens de Jesus Cristo, de sua vida e outras passagens bíblicas. <br><br><strong><em>Arquitetura:</em></strong><br><strong>-</strong>&nbsp; Na&nbsp;arquitetura românica, podemos destacar alguns elementos característicos, como a&nbsp;horizontalidade,&nbsp;onde as edificações não possuíam estruturas muito altas.<br><strong>-</strong>&nbsp; Havia ainda a utilização das&nbsp;abóbodas, que podiam ser de dois estilos: as de berço e as de arestas.<br><strong>-&nbsp;</strong>&nbsp;As construções passaram a ter grandes proporções, o que levou a procura de matérias-primas para o desenvolvimento. A pedra passou a ser utilizada para levantar as grandes obras, como as catedrais e mosteiros.&nbsp;<br><strong>-&nbsp;</strong>&nbsp;A planta das construções românicas tinham formato de cruz e eram&nbsp;construções sólidas&nbsp;feitas em pedra. Apresentavam ainda poucas janelas e aberturas e tinham geralmente uma porta principal, a de entrada.<br><strong>-&nbsp;</strong>&nbsp;A&nbsp;Catedral de Santiago de Compostela&nbsp;é um dos maiores exemplos da arte românica no mundo.&nbsp;Foi construída entre os anos de 1075 e 1128, situada em Santiago de Compostela, capital de Galiza, na Espanha. Com o passar do tempo o templo passou por várias reformas, recebendo elementos de novos estilos artísticos. Atualmente a única entrada que ainda permanece com as características do estilo românico é a&nbsp;Fachada Meridional&nbsp;ou&nbsp;Fachada das Pratarias, situada no lado sul da catedral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-29 16:27:35 UTC</pubDate>
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