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      <title>Esporotricose by Karoline Silva Moraes</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-14 12:11:24 UTC</pubDate>
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         <title>O que é?</title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>É uma infecção causada por fungos, ou seja, uma micose. Neste caso trata-se principalmente de uma micose subcutânea, onde o agente etiológico vive em estado saprófito no solo, e é parasita acidental, mas em alguns casos pode ser uma infecção sistêmica. Pode afetar humanos e animais, principalmente felinos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 15:27:42 UTC</pubDate>
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         <title>Que tipo de fungo?</title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>É causada por fungos do gênero <em>Sporothrix </em>spp. Estes fungos podem apresentar duas formas no seu ciclo de vida: <strong>micelial (de filamentos)</strong> e levedura (parasitária). Na região sul e sudeste do Brasil há maior incidência da espécie <em>S. brasiliensis</em>, considerada mais virulenta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 15:30:13 UTC</pubDate>
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         <title>Formas Clínicas</title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Esporotricose cutânea:</strong>&nbsp;é menos comum e se caracteriza por lesão única, sem comprometimento linfático.</p></li><li><p><strong><mark>Esporotricose linfocutânea:</mark></strong><mark>&nbsp;lesão pápulo-nodular e eritematosa que evolui com aumento de tamanho e ulceração, surgindo lesões semelhantes ao longo do trajeto linfático.</mark></p></li><li><p><strong>Esporotricose extracutânea:</strong>&nbsp;forma muito rara, caráter oportunista associado a indivíduos imunossupressos, quando há inalação ou ingestão dos esporos, afetando diversos órgãos internos e comprometimento geral do indivíduo (não apresenta lesões cutâneas).</p></li><li><p><strong>Esporotricose disseminada:</strong>&nbsp;caracterizada por várias lesões disseminadas pela pele, podendo também afetar outros órgãos. Pode resultar da disseminação hematogênica.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 16:13:54 UTC</pubDate>
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         <title>Transmissão</title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Por estar presente no solo, pode ser contraída pela perfuração da pele com espinhos, lascas de madeira, etc. </p></li><li><p>É considerada risco ocupacional para quem trabalha com o solo.</p></li><li><p>Zoonose: também é considerada uma zoonose pois a transmissão para humanos pode ocorrer por meio de arranhões ou mordedura de animal infectado.</p></li><li><p>Também pode ser contraída por inalação.</p></li><li><p><strong>Não ocorre transmissão entre humanos. Cães raramente adoecem, mas pode acontecer pelo contato com gato doente, entretanto dificilmente transmitirá a doença ao homem e a outros animais.</strong></p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 16:21:08 UTC</pubDate>
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         <title>Modo de Vida</title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Saprófitos do solo rico em matéria orgânica e celulose, crescendo em locais de clima quente e úmido</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 18:25:37 UTC</pubDate>
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         <title>Morfologia</title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>São dimórficos:</p><ul><li><p>No meio ambiente (ou in vitro entre 25-27ºC) se desenvolve de forma filamentosa.</p></li><li><p>Em áreas lesionais (ou in vitro a 37ºC) se apresenta em forma de levedura.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 18:31:45 UTC</pubDate>
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         <title>Fase Filamentosa </title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Microscopia da fase filamentosa evidenciando hifas finas e septadas e os conídios pigmentados</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 18:34:30 UTC</pubDate>
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         <title>Fase Leveduriforme</title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>No tecido do hospedeiro o fungo desenvolve a fase leveduriforme, encontrada próxima aos granulomas, geralmente em formato alongado, fusiforme, semelhante a um charuto. Também é possível observar formas arredondadas ou ovais, com pequenas células em brotamento</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 18:36:56 UTC</pubDate>
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         <title>Lesões Linfocutâneas</title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 18:44:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 19:07:38 UTC</pubDate>
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         <title>Material Coletado </title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para lesões cutâneas as amostras são obtidas por swab ou biópsias.</p><p>Em infecções disseminadas pode ser necessário coletar sangue, urina, secreção nasal, saliva, fluido sinovial ou líquido cefalorraquidiano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 19:20:15 UTC</pubDate>
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         <title>Diferenciação de Espécies</title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Deve ser feita microscopicamente, e não somente pelo aspecto macroscópico da colônia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 20:00:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>karolinesmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>O histórico clínico do paciente, características das lesões e sintomas, é extremamente importante para o direcionamento do diagnóstico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 20:04:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliajuchem</author>
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         <description><![CDATA[<p>O tratamento deve ser realizado após a avaliação clínica, com orientação e acompanhamento médico. A duração do tratamento pode variar de três a seis meses, ou mesmo um ano, até a cura do indivíduo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-15 02:01:34 UTC</pubDate>
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         <title>Medicamentos</title>
         <author>nataliajuchem</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os antifúngicos utilizados para o tratamento da esporotricose humana são <mark>itraconazol</mark>, <mark>iodeto de potássio</mark>, <mark>terbinafina</mark> e o <mark>complexo lipídico de anfotericina B</mark>, para as formas graves e disseminadas. O Sistema Único de Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, oferece gratuitamente o itraconazol e o complexo lipídico de anfotericina B para o tratamento da esporotricose humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-15 02:01:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliajuchem</author>
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         <description><![CDATA[<p>A principal medida de prevenção e controle a ser tomada é evitar a exposição direta ao fungo.</p><p><br/></p><ul><li><p>Usar luvas e roupas de mangas longas em atividades que envolvam o manuseio de material proveniente do solo e plantas.</p></li><li><p>Utilização de equipamentos de proteção individual (EPI) para toda e qualquer manipulação de animais infectados ou com suspeita da doença.</p></li><li><p>Recomenda-se a castração de gatos e gatas saudáveis para diminuir as saídas à rua e a possibilidade de transmissão da doença.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-15 02:02:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliajuchem</author>
         <link>https://padlet.com/karolinesmoraes/ehl9rjjpe9jwlpa4/wish/3120047095</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/esporotricose-humana#:~:text=A%20esporotricose%20humana%20%C3%A9%20uma,afetar%20tanto%20humanos%20quanto%20animais.">Esporotricose Humana - gov.br</a></p><p><br/></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Esporotricose">Esporotricose -<strong> </strong>Secretaria da Saúde do Estado do Paraná</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-15 02:04:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliajuchem</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os sintomas da esporotricose aparecem após a contaminação do fungo na pele. O desenvolvimento da lesão inicial é bem similar a uma picada de inseto, podendo evoluir para cura espontânea.&nbsp;</p><p><br/></p><ul><li><p>Em casos mais graves, por exemplo, quando o fungo afeta os pulmões, podem surgir tosse, falta de ar, dor ao respirar e febre.&nbsp;Na forma pulmonar, os sintomas se assemelham aos da tuberculose.</p><p><br/></p></li><li><p>O fungo também pode afetar os ossos e articulações, manifestando-se como inchaço e dor aos movimentos, bastante semelhantes ao de uma artrite infecciosa.&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 01:26:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliajuchem</author>
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         <description><![CDATA[<p>As formas clínicas da doença vão depender de fatores como o estado imunológico do indivíduo e a profundidade da lesão.&nbsp;O período de incubação é variável, de uma semana a um mês, podendo chegar a seis meses após a inoculação, ou seja, a entrada do fungo no organismo humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 01:27:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliajuchem</author>
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         <title></title>
         <author>nataliajuchem</author>
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