<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Favoritos by Leyde Duart</title>
      <link>https://padlet.com/imovelleyde/Bookmarks</link>
      <description>Criado com um frenesi criativo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-19 15:24:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-02-19 15:44:22 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Cristal quântico</title>
         <author>imovelleyde</author>
         <link>https://padlet.com/imovelleyde/Bookmarks/wish/2056591251</link>
         <description><![CDATA[<div>A homogeneidade do campo elétrico garante que ele só permitirá que dois íons se movam juntos com todos os outros íons no cristal. Como resultado, a força de interação entre os dois íons selecionados é fixa, independentemente da distância entre eles, o que é um ganho adicional de valor inestimável, já que permite a comunicação entre qubits distantes.<br><br></div><div>Assim como os processadores eletrônicos atuais, um processador quântico faz seus cálculos usando porta lógicas, que são pequenos blocos computacionais que realizam análogos quânticos das operações "AND", "OR", "NOR" etc. Nos processadores quânticos de íons aprisionados, a implementação e a operação dessas portas depende das interações entre os íons.<br>A homogeneidade do campo elétrico garante que ele só permitirá que dois íons se movam juntos com todos os outros íons no cristal. Como resultado, a força de interação entre os dois íons selecionados é fixa, independentemente da distância entre eles, o que é um ganho adicional de valor inestimável, já que permite a comunicação entre qubits distantes.<br><br></div><div>Assim como os processadores eletrônicos atuais, um processador quântico faz seus cálculos usando porta lógicas, que são pequenos blocos computacionais que realizam análogos quânticos das operações "AND", "OR", "NOR" etc. Nos processadores quânticos de íons aprisionados, a implementação e a operação dessas portas depende das interações entre os íons.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1589994997/3ca3f3422d68da3825eee61ca2fb9c41/image.png" />
         <pubDate>2022-02-19 15:33:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/imovelleyde/Bookmarks/wish/2056591251</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Processadores: fabricação, miniaturalização e encapsulamentoIntrodução</title>
         <author>imovelleyde</author>
         <link>https://padlet.com/imovelleyde/Bookmarks/wish/2056593860</link>
         <description><![CDATA[<div>Silício<br><br></div><div><br>O primeiro passo na fabricação de processadores consiste, obviamente, na obtenção de matéria-prima. Geralmente, os chips são formados por <strong>silício</strong>, e com os processadores não é diferente. O silício é um elemento químico extremamente abundante, tanto que é considerado o segundo mais comum na Terra. É possível extraí-lo de areia, granito, argila, entre outros.<br><br></div><div><br>Esse elemento químico é utilizado para a constituição de vários materiais resistentes, como vidro e cerâmica. No entanto, é também semicondutor, isto é, tem a capacidade de conduzir eletricidade. Essa característica somada à sua existência em abundância faz com que o silício seja um elemento extremamente utilizado pela indústria eletrônica.<br><br></div><div><br>Para você ter uma ideia da importância desse material, a concentração de empresas que utilizam silício em seus produtos eletrônicos em várias cidades da Califórnia, nos EUA, fez com que a região recebesse o nome de Vale do Silício (<em>Silicon Valley</em>). É lá que estão localizadas, por exemplo, as sedes da <a href="https://www.amd.com/">AMD</a> e da <a href="https://www.intel.com/">Intel</a>, as maiores fabricantes de microprocessadores do mundo.<br><br></div><div><br></div><div><br>Fabricação de processadores<br><br></div><div><br>A fabricação dos processadores se inicia em modernos centros tecnológicos especializados. Esses locais são tão sofisticados e de construção de valor tão elevado, que existem poucos no mundo. Nos laboratórios desses centros, uma determinada quantidade de cristal de silício é colocada em uma espécie de haste e, posteriormente, inserida em silício fundido submetido a uma pressão e a uma temperatura extremamente alta - em torno dos 300º. A haste é então retirada e girada ao mesmo tempo. Esse processo (chamado de técnica <em>Czochralski</em>) faz com que o material que se juntou à haste forme uma espécie de cilindro (também conhecido como "<em>ingot</em>"). Seu diâmetro varia de acordo com o avanço da tecnologia, mas em geral possui entre 200 e 300 milímetros. O mesmo vale para o seu comprimento: de 1 a 2 metros. É importante frisar que esses cilindros precisam ser formados de silício puro. O processo de purificação desse material é complexo, o que encarece ainda mais a fabricação.<br><br></div><div><br><br><em>Cilindro formado por silício (ingot). Imagem por </em><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Czochralski_process"><em>Wikipedia<br></em></a><br></div><div><br>Uma vez concluída essa etapa, o cilindro é "fatiado", isto é, cortado em várias partes. Cada uma dessas divisões recebe o nome de <strong>wafer</strong>. Cada "fatia" é polida até ficar perfeita, sem variações, manchas, diferenças de brilho ou qualquer irregularidade em sua composição. Sua espessura, geralmente é menor que 1 milímetro. Em uma etapa mais adiante, cada wafer será dividido em vários "quadradinhos" (ou "pastilhas"), que posteriormente serão separados e formarão os processadores em si.<br><br></div><div><br>No passo seguinte, a superfície do wafer passa por um processo de oxidação, onde a aplicação de gases - especialmente oxigênio - e temperatura elevada forma uma camada de dióxido de silício. Essa camada servirá de base para a construção de milhares e milhares de transistores, em poucas palavras, minúsculos componentes capazes de "amplificar" ou "chavear" sinais elétricos, além de outras funções relacionadas.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1589994997/b8dc129753712693832fb4f5d08e8b79/image.png" />
         <pubDate>2022-02-19 15:36:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/imovelleyde/Bookmarks/wish/2056593860</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Encapsulamento de Processadores</title>
         <author>imovelleyde</author>
         <link>https://padlet.com/imovelleyde/Bookmarks/wish/2056595831</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nas etapas de encapsulamento, o processador é inserido em uma espécie de "carcaça" que o protege e contém contatos metálicos para a sua comunicação com os componentes do computador. Cada modelo de processador pode contar com tipos de encapsulamento diferentes, que variam conforme o seu projeto. Em geral, os processadores possuem em sua parte superior uma espécie de "tampa" metálica chamada "<em>Integrated Heat Spreader</em>" (IHS), que serve para protegê-lo e, muitas vezes, para facilitar a dissipação de calor. Esse componente normalmente cobre toda a parte superior do chip e, dentro dele, no centro, fica o processador em si (também chamado de "<em>die</em>"). No entanto, em alguns modelos, o IHS não é utilizado. Nesses casos, a ausência dessa proteção pode facilitar a dispersão de calor devido ao contato direto do die com o <em>cooler</em> (ventoinha) do processador e reduzir custos de fabricação.<br><br></div><div><br>É importante frisar que há várias tecnologias usadas no encapsulamento dos processadores. A aplicação de cada uma varia conforme o projeto do chip.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1589994997/628f9ecc01f482b85552866c5980d50d/image.png" />
         <pubDate>2022-02-19 15:39:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/imovelleyde/Bookmarks/wish/2056595831</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
