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      <title>PUC MINAS - Psicologia Social - 3º Período São Gabriel/Manhã by Guilherme Rotheia</title>
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      <description>Portfólio Virtual</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-06 14:27:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermerotheia</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-06 14:33:55 UTC</pubDate>
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         <title>Lubita Ricoy</title>
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         <description><![CDATA[<div>Olá! Meu nome é Lubita e também me chamam de Lu, Lubs ou Lubitinha. Nascida no dia 24 de junho de 2003, tenho dezoito anos e sou natural de Belo Horizonte - Minas Gerais. Há alguns anos me interesso pela área da saúde e ingressei no curso de Psicologia por gostar muito da comunicação, da escuta e do estudo sobre o ser humano. A disciplina "Psicologia Social" tem despertado em mim diversas possibilidades de atuação e reflexões acerca de como o indivíduo não pode ser pensado de forma isolada, mas sim em conjunto com o social. Até o momento, estou amando o curso, a turma e a universidade. Me interesso pela área da Psicologia da Saúde e tenho ótimas expectativas em relação aos próximos anos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 13:00:28 UTC</pubDate>
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         <title>Lubita Ricoy</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para meu aprendizado na disciplina sigo as seguintes etapas:<br><br>1°) Planejo meu tempo de estudo, fazendo um cronograma das minhas atividades e temas a serem estudados&nbsp;<br><br>2°) Faço leituras dos textos e, junto a isso, resumo sobre o que foi lido&nbsp;<br><br>3°) Leio e releio o resumo<br><br>4°) Faço atividades sobre o tema&nbsp;<br><br>5°) Tento explicar o assunto para outra pessoa</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 13:15:04 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 17/02/2022</title>
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         <pubDate>2022-03-13 13:34:35 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 24/02/2022</title>
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         <pubDate>2022-03-13 13:34:49 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 03/03/2022 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nessa aula, vimos a história da psicologia social:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No final do século XIX, Wundt dá início à psicologia experimental e inaugura o laboratório de Leipzig. Pouco tempo depois, ele se torna o principal representante da psicologia dos povos, que é o estudo das manifestações humanas dentro do coletivo</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Em 1908, houve a publicação dos dois primeiros livros relacionados à psicologia social: “Uma introdução à psicologia social”, de William McDougall e “Psicologia Social: uma resenha e um livro texto”, de Edward Ross</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Nos Estados Unidos, verificou-se a ascensão da psicologia social sociológica (que enfatiza o social; o interacionismo simbólico e o funcionalismo estrutural) e a psicologia social psicológica (que dá ênfase ao indivíduo; Floyd Allport foi um importante psicólogo social behaviorista)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Na Europa, tivemos nomes significativos que influenciaram a psicologia social, como: Charles Darwin, Herbert Spencer, Durkheim, Gabriel Tarde e Gustave Le Bon</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Por fim, a psicologia social na América Latina, até a década de 70, foi influenciada pela psicologia social psicológica que era vigente nos EUA. Porém, os psicólogos sociais enxergaram uma necessidade de fazer uma psicologia voltada para os problemas sociais e políticos latino-americanos, o que deu origem à psicologia social crítica (um grande nome dessa corrente é Martín Baró)<br><br><sub>Júlia Ribeiro </sub><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 13:35:02 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 10/03/2022</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 13:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 17/03/2022 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2092327126</link>
         <description><![CDATA[<div>Psicologia social crítica - Historicidade extremamente relevante, aliado ao realismo para abordagem junto ao indivíduo.<br>4 maneiras distintas de expressão das psicologias sociais críticas:<br>- Conhecimento como construção social;<br>- Virada linguística;<br>- Giro metodológico;<br>- Radicalização da psicologia social.<br>Precursores:<br>* Europa:<br>&nbsp; + Na psicologia social sociológica:<br>&nbsp; - Escola de Frankfurt (teoria crítica, freudo-marxismo);<br>&nbsp; - Teoria das representações sociais.<br>&nbsp; + Na psicologia:<br>&nbsp; - Vigotski e seu grupo de estudiosos;<br>&nbsp; - Década de 1960: crise da psicologia.<br>* EUA:<br>&nbsp; + Na psicologia social sociológica:<br>&nbsp; - Interacionismo simbólico da escola de Chicago e correntes sob sua influência (compromisso, trabalho social na rua, buscando entender melhor para transformar).<br><br><sub>Guilherme Rotheia</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 13:35:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 14:46:29 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme Rotheia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Guilherme Amorim Fernandes Rotheia – Nascido em 10 de Abril de 1994 (28 anos), natural de Belo Horizonte (MG), graduado em Administração e pós graduado em Gestão de Negócios pela PUC MINAS, atuei no mercado de trabalho em indústria alimentícia (Pif Paf) e moveleira (Itatiaia) por 7 anos nas áreas de inteligência comercial, pricing, planejamento de demanda e planejamento comercial/estratégico. Hoje, tornei meu hobby principal minha profissão alternativa, dou aulas/coach de pilotagem de kart no Kartódromo Internacional de Betim, enquanto concilio meu tempo dedicado aos estudos no curso de Psicologia. Optei pelo curso pelo interesse em atuar na área clínica (terapia, psicanálise), pelo fato de gostar de ajudar as pessoas e também por me permitir ter uma carreira com um horário mais flexível. O que me brilha os olhos, mas sei das dificuldades de mercado pela falta de espaço, é poder atuar com a Psicologia com atletas/equipes de alta performance; tenho um interesse gigantesco pela área e seria um sonho de carreira poder atuar em uma instituição e/ou com um(a) atleta de destaque.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 17:48:57 UTC</pubDate>
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         <title>Paola Bignelli </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Paola Bignelli Bevilacqua, nascida em 2000, natural de Ribeirão Preto (SP), tenho vinte e um anos. Desde pequena gosto de ler. Meu passatempo preferido era tentar entrar na psique dos personagens, entender suas motivações, seus modos de pensar, seus medos etc. Foi assim que logo criei um enorme interesse pela Psicologia e após alguns anos (e alguns estudos sobre a área), com interesse pela mente humana e a vontade de ajudar aqueles que batalham com a saúde mental, decidi entrar no curso de Psicologia. A Psicologia Social em especial é uma área muito interessante, que nos incentiva a refletir sobre nossa sociedade e, principalmente, questionar as imagens cristalizadas em nosso senso comum sobre certos grupos e assuntos. Essa área da Psicologia carrega consigo um poder de mudança em grande escala, e em um mundo que se modifica cada vez mais rápido isso é essencial. Até agora o curso tem me encantado, e estou muito animada pelo que ainda está por vir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:12:52 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Ribeiro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá! Meu nome é Júlia Ribeiro de Freitas Valente, nasci no dia 17 de janeiro de 2003, e sou natural de Belo Horizonte – Minas Gerais.&nbsp;<br><br></div><div>O meu interesse pela psicologia surgiu aos meus 15 anos, após eu realizar um teste vocacional (ansiosa? Imagina!). De lá pra cá, pesquisei muito sobre a área, e o meu interesse só cresceu, e hoje estou aqui! Ainda é muito cedo para determinar qual será a minha abordagem, ou até mesmo qual será meu público alvo. Mas uma coisa é certa: a psicologia é apaixonante e transformadora, e a cada dia que se passa eu percebo o quanto já aprendi e o quanto ainda tenho muito a aprender.<br><br></div><div>Além da psicologia, tenho vários outros interesses, como: o universo cinematográfico da Marvel, a saga de Harry Potter, a série Friends. E também, uma das minhas coisas favoritas é assistir documentários sobre crimes, psicopatas, serial killers... coisas saudáveis.&nbsp;<br><br></div><div>Enfim, estou muito animada e muito ansiosa com tudo que está por vir, no curso e na vida!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 18:31:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Júlia Ribeiro </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2100624572</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom, para mim é essencial manter uma rotina de estudos. E para isso, é preciso:&nbsp;<br><br></div><div>1)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Se organizar, criando uma lista de tarefas de tudo que precisa ser feito em todas as disciplinas.</div><div>2)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Após isso, basta organizar o que será feito em determinada semana (exemplo: hoje, quinta-feira, vou ler o texto de psicologia social; amanhã, sexta-feira, vou estudar para a prova de análise do comportamento; etc).</div><div>3)&nbsp; &nbsp; &nbsp; É sempre importante revisar o conteúdo. De acordo com a curva de esquecimento de Ebbinghaus, se um conteúdo não for revisado e nem visto novamente, ele vai se tornando cada vez mais irrelevante para o cérebro, por isso o esquecemos pouco a pouco. Então, não é possível estudarmos um conteúdo apenas uma vez, é preciso haver repetição.</div><div>4)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Por fim, o descanso também é necessário. Não podemos colocar muita pressão em nós mesmos, e nem querer estudar cerca de 8 a 12 horas por dia, todos os dias da semana. Isso não é saudável, nem física e nem psicologicamente. Por isso, o descanso, a distração, o ócio, são essenciais para o aprendizado e para a nossa vida.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 18:33:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 18:48:07 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Coelho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2103214403</link>
         <description><![CDATA[<div>A aprendizagem para cada um se torna única, cada indivíduo aprende de uma maneira, para mim há várias maneiras:&nbsp;<br><br>1- Relembro e fortaleço o conhecimento obtido com leituras complementares&nbsp;<br>2- Faço anotações breves e importantes sobre o tema&nbsp;<br>3- Vejo se há alguma atividade ou questões para realizar&nbsp;<br>4- Caso o conteúdo for de minha preferência ou alguma teoria que queira seguir, procuro livros e filmes&nbsp;<br>5- Faço pequenas anotações relevantes em post- it e coloco em lugares que há uma tendência maior de visualizar e sempre ler o que foi escrito. &nbsp;<br>6- O descanso é essencial para a fixação do conhecimento, e também não podemos ficar muito tempo estudando pois tende a não fixar o conteúdo, nosso cérebro tem um certo limite, e é de grande valor reconhecer o seu e respeita-ló. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 20:07:53 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme Rotheia</title>
         <author>guilhermerotheia</author>
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         <description><![CDATA[<div>A aprendizagem para mim envolve principalmente organização, para mapear tudo o que precisa ser feito, para quando (se há prazo) e como será feito. Geralmente sigo esta rotina, tanto para estudo quanto trabalho:<br>1- Mapeamento de todas as atividades a serem feitas, com um breve resumo de objetivo, prazo e outras informações relevantes;<br>2- Tomo como prioridade atividades mais críticas e de maior complexidade, evitando que as coisas acumulem;<br>3- Durante os estudos, sempre tento elaborar um resumo das partes mais importantes em forma de tópicos ou de mapa mental, facilitando a organização das ideias e da compreensão do conteúdo, além de ser um material de apoio para um estudo mais rápido/ágil caso seja necessário retomar determinado tema;<br>4- Caso o tema seja de meu interesse particular, procuro outros textos/artigos relacionados para adquirir ainda mais conhecimento sobre determinado assunto;<br>5- Quando não consigo absorver e/ou compreender facilmente determinado conteúdo, reservo um tempo maior em um dia mais tranquilo para estudar e dedicar com mais calma a leitura e a organização das ideias;<br>6- Por fim, nunca gosto de acumular muitas coisas para serem feitas em sequência, sempre gosto de fazer intervalos entre os estudos e/ou tarefas. No trabalho, geralmente gosto de conversar com as pessoas e "resetar" a mente antes de retomar as atividades; no ambiente de estudo, vejo um seriado, jogo algum jogo com amigos, passeio com os cachorros, etc. É de suma importância saber respeitar nossos limites e saber intercalar nossa rotina com atividades de lazer para tornar o processo de aprendizagem/trabalho mais leve e prazeroso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 22:46:29 UTC</pubDate>
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         <title>Jakson</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou o Jakson, 27 anos, nascido no interior de Minas, mas criado em BH desde o primeiro mês de vida. Aquela famigerada frase dita por muitos “a psicologia me escolheu” acaba sendo de grande valia para o meu contexto, no entanto, não percebi os sinais que a vida me deu para ingressar nesse campo logo de cara. Desde o ensino médio a psicologia era uma das minhas opções, ao lado do curso de letras. Pensando em qual seria mais fácil o ingresso (rs), enveredei pelo mundo da linguística na UFMG e fiz excitantes, graciosos, longos, divertidos, penosos, 7 períodos. (rs) Ainda dentro da instituição consegui conhecer um pouco mais da área da psicologia e foi aí que vi que o meu destino era mergulhar profundamente nos estudos da psique humana. Ainda não sei como se dará a minha atuação prática com a formação, mas sei que ser um agente transformador na vida de outrem é o objetivo maior! Somar! Além disso, quero fazer pesquisa, então, pelo menos um mestrado tá nos planos pra sair. Por fim, a temática de adolescência, tendo em vista como essa fase é turbulenta, é a que mais que encanta!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 14:19:31 UTC</pubDate>
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         <title>Paola Bignelli Bevilacqua</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aprendizagem para mim tem que ser algo "palpável", apenas ler e reler sobre o assunto não me agrada, eu tenho que conectar o que eu aprendi com a realidade, tentar identificar as teorias do papel no mundo real ou fictício.&nbsp;<br>-Assisto as aulas e faço anotações&nbsp;<br>-Pesquiso mais sobre o assunto e acrescento minhas observações durante a leitura&nbsp;<br>-Tento achar livros, filmes, histórias que se relacionem com o assunto(fazer essas relações me permite "botar em prática" os conceitos que aprendi)&nbsp;<br>-Faço um resumo tentando juntar tudo isso (as vezes um mapa mental)&nbsp;<br>-Crio alguns flashcards sobre o que estudei (para quando for revisar)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 18:02:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 20:40:56 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Jakson</title>
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         <description><![CDATA[<div>Minha preparação de estudos se resume, basicamente, em alguns processos que envolvem:</div><div>- Estar um espaço mais silencioso, para facilitar a concentração;</div><div>- Conforme minha programação semanal, conferir o que será estudado no dia;</div><div>- Dedicação de x horas para cada conteúdo, o que varia;</div><div>- Marcações nos textos, bem como anotação de pontos que mais se destacaram ao meu ver;</div><div>- Associações com conteúdos externos, o que facilita a apreensão do conteúdo;</div><div>- Busca de fontes externas quando o conteúdo não foi suficiente para sanar todas as dúvidas ou para agregar além dos materiais postos;</div><div>- Diálogo com colegas acerca das temáticas sempre ajuda na fixação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 20:55:31 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Coelho Antunes</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Júlia Coelho Antunes, nasci no dia 23 de janeiro de 2001, natural de Belo Horizonte. Tive meu primeiro contato com a Psicologia com séries e filmes, principalmente pela investigação policial, onde que tenha um comportamento complexo, sempre gostei do comportamento humano e como acontecia, como expressões faciais e até frases não ditas. Tenho muita vontade de realizar outra graduação, como a nutrição, e pela psicologia tenho vontade de seguir pela psicologia organizacional ou hospitalar. Me formo no início de 2025 e estou super ansiosa pelo meu diploma e para começar a atuar na área escolhida.&nbsp;</div>]]></description>
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         <title>Ignacio Martín-Baró</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Ignacio Martín-Baró nasceu em 7 de novembro de 1942 em Valladolid na Espanha. Em 18 de setembro de 1959 ingressou na Companhia e Jesus e nos anos 70 ele foi para a Colômbia para compromissos jesuítas, no mesmo local obteve sua licenciatura de Letras e Filosofia. Formou-se em Psicologia na Universidade Central Americana José Simeón Cañas – UCA em San Salvador onde estabeleceu-se, em 1977 teve seu título de mestre em Ciências Sociais, teve também sua pós-graduação em Psicologia Social e Organizacional e em Chicago nos EUA, posteriormente assumiu o cargo de vice-reitor na UCA, além de vários outros cargos dentro da instituição. &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Martín-Baró foi criador da Psicologia da Libertação, sua necessidade seria de reverter o percurso que a psicologia tem tomado, ele queria uma novo caminho, para a libertação dos povos latinos, das estruturas sociais opressoras e no final a libertação pessoal, para isso acontecer precisa ser muito comprometido com a causa, além dos estudos, com o envolvimento social e um posicionamento ético-político. Suas conclusões mostram forte posicionamento político classista, o que explica seu assassinato junto a mais cinco jesuítas e duas trabalhadoras. Em seus estudos, encontramos temas como violência, saúde mental, programa ético-político para a Psicologia, definições de Psicologia Social, Psicologias Política, Comunitária e Popular, entre tantas contribuições importantes para a Psicologia e as Ciências Sociais.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Teve várias obras, as principais como ‘Writings for a Liberation Psychology de 1996’, &nbsp; ‘Psicologia de la liberación de 1998’ e ‘Acción e ideologia de 1983’, em suas obras apresenta três exemplos para diferenciar Sociologia de Psicologia Social e começa a definir o seu conceito sobre o estudo da Psicologia Social. A Psicologia Social estuda o comportamento humano através do significado e valores que vinculam a pessoa à sociedade, o estudo científico da ação como ideológica, a ação como síntese de objetividade e subjetividade, sem necessidade de consciência, mas marcada por conteúdos historicamente relacionados com uma estrutura social, ele usa esse termo de ideologia no um pouco no sentido da sociologia funcionalista, que consiste num conjunto de ideias e valores que regulam a interação social em um dado sistema, muito mais no sentido marxista, que adquire uma conotação negativa, uma característica de mascaramento das relações sociais e de naturalização da mesma.<br>&nbsp; &nbsp;Martín-Baró soube identificar os problemas da vida cotidiana e acrescentou em livros e na Psicologia, sua teoria faz-se muito viva para a atuação dos psicólogos comprometidos com as maiorias populares nos dias de hoje, ele fez seu posicionamento ético que era estar do lado dos pobres e oprimidos, portanto a Psicologia da libertação propõe-se a balançar as estruturas, mexer nas relações de poder e de dominação, nas relações de opressão e por fim transformá-las, proporcionando assim a libertação aos povos que estavam e estão nessas condições<br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Ignacio&nbsp;Martín-Baró </div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Silvia&nbsp;Lane</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria&nbsp;Cristina Ferreira</div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Maria de Fátima Quintal de Freitas</div>]]></description>
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         <title>Aula do dia 31/03/2022</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Psicologia Social Crítica<br><br></div><ul><li>Temos como caracterização:&nbsp;</li></ul><div><br>- Conhecimento como construção social&nbsp;<br>-&nbsp; Virada linguistica&nbsp;<br>- Giro metodológico&nbsp;<br>- Radicalização da Psicologia Social&nbsp;<br><br>Temos como a representação a linguagem na Psico. Social, a linguagem é a construção do sentido sobre a realidade, a lingua alterar o modo de ver a realidade, como livros em diferentes culturas e idiomas. Para ter essa visão crítica sobre diferentes formas de pensamentos e ideias, temos que adotar o giro metodológico que é fazer a psicologia social ser de todos, aceitando todos os pontos de vista, valorizar o saber do outro, obter uma ciência mais participativa, ter uma linearidade entre pesquisador e pesquisado, compreender a fala do outro e respeita-lá.&nbsp;<br><br></div><ul><li>Críticas:&nbsp;</li></ul><div><br>- Objetivismo<br>- Reducionismo <br>- Individualismo <br>- Enfoque Psicológicos que predomina nos EUA <br><br>A psicologia social faz uma crítica também do poder na psicologia, como o sexismo, a normalidade, etnocentrismo e os promotores da desigualdade. E tem como o objetivo a compreensão do comportamento como interação entre estruturas social, história cultural e psique, reconhecer os fenômenos de caráter histórico, ter uma abordagem para todos, a defesa dos direitos humanos, e luta contra a injustiça, pobreza, violência e todos os tipos de sofrimento humano relacionado ao sistema social.&nbsp; &nbsp;<br><br><sup>Julia Coelho</sup></div>]]></description>
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         <title>Ignacio Martín-Baró </title>
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         <description><![CDATA[<div>Paulo&nbsp;Freire </div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Cidadãos&nbsp;exigindo seus direitos</div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Neste vídeo (podcast) do Brasil Latino, edição do jornal da USP, é apresentado, a partir do minuto 17, a obra e influência de Ignácio Martín-Baró na psicologia latino-americana, frisando também o estudo do autor dentro da mesma instituição.</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title>Nosso Brainstorming</title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author>guilhermerotheia</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>TEXTO 7 - Guilherme Rotheia (Mapa Mental)&nbsp;</sup></div>]]></description>
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         <author>guilhermerotheia</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>Vídeo - O que são representações sociais?</sup></div>]]></description>
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         <title>Aula do dia 05/05/2022</title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pedrinho&nbsp;Guareschi</div>]]></description>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pedrinho Guareschi<br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Aula do dia 12/05/2022</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2186499909</link>
         <description><![CDATA[<div>Anotações da aula do dia 12/05 – Construcionismo Social&nbsp;<br><br></div><div>De acordo com Álvaro e Garrido (2006), o construcionismo social diz que os sujeitos estão inseridos em uma sociedade e são absorvidos por ela, ou seja, eles se relacionam e constroem o contexto social em que vivem.&nbsp;<br><br></div><div>Dessa forma, não podemos afirmar que exista uma visão individual de cada sujeito dentro da sociedade. A construção das opiniões, dos preconceitos, e das formas de compreender o mundo é dada de maneira coletiva, portanto, o que existe é uma visão conjunta.<br><br></div><div>Logo, cada um de nós se constrói através do outro, e também constrói o outro. Por meio desta interação, é possível construir e descontruir pontos de vista, e, para o construcionismo social, essa desconstrução deve ser constante, durante toda a nossa vida.&nbsp;<br><br></div><div>O conceito de desconstrução nada mais é do que problematizar, analisar o que é tido como verdade dentro da sociedade, e se questionar: por que isso se tornou uma verdade? Se temos isso como verdade, algo é tido como mentira/erro... mas por quê?<br><br></div><div>Em conclusão, o aspecto social é extremamente importante para a construção da nossa identidade. Sujeito e sociedade são indissociáveis. Nós atravessamos o outro, e o outro nos atravessa.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 22:39:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula do dia 19/05/2022</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 22:40:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula do dia 26/05/2022</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>IDENTIDADE:<br>A identidade do outro reflete na minha e a minha reflete na dele.<br>Em cada momento da existência do indivíduo manifesta-se uma parte dele, como desdobramento das várias manifestações a que ele está sujeito. As identidades refletem a estrutura social e ao mesmo tempo reage sobre ela, transformando-a ou conservando-a.<br>As configurações da identidade estão relacionadas com as configurações da ordem social. Não é possível dissociar o estudo da identidade do indivíduo do estudo da sociedade. O homem não seria homem se deixasse de ser social e histórico.<br>Você é personagem ou autor de sua história? O autor é também personagem, sendo assim, uma espécie de narrador, contador da história. É comum o autor se esconder por trás do personagem, mas sempre acaba se revelando de algum modo.<br>Quando conhecemos alguém, a primeira coisa que fazemos é nos apresentarmos com o nome substantivo, palavra que designa o ser, que nomeia o ser. Lembrar do nome de alguém é sinal de amizade e respeito.<br>MUDANÇAS:<br>Nos tornamos algo que não éramos ou algo que já estava "embutido" dentro de nós?<br><br><sup>Guilherme Rotheia</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 22:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 02/06/2022</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante a aula foram abordados as temáticas de classe e de decoloniedade:<br><br>CLASSE:<br>A configuração e o entendimento de classe perpassa vários discursos e contextos sociais, históricos, econômicos e culturais de uma determinada sociedade e/ou indivíduo. O conceito de classe é constante atrelado erroneamente a aspectos socioeconômicos de indivíduos em determinada sociedade, porém, a identificação de classe de uma pessoa não está atrelada a sua condição econômica, mas a todo o seu contexto, toda a sua bagagem de valores culturais, históricos e sociais que façam com o mesmo se identifique e seja pertencente a uma determinada classe social, independente de sua condição econômica. <br><br>DECOLONIEDADE:<br>A colonialidade é a continuidade da propagação do pensamento colonial, sendo uma matriz que se expressa essencialmente em relações dominantes de poder, saber e ser. O&nbsp; decolonial&nbsp; seria&nbsp; a&nbsp; contraposição&nbsp; à “colonialidade”,&nbsp; enquanto&nbsp; o&nbsp; descolonial&nbsp; seria&nbsp; uma contraposição&nbsp; ao&nbsp; “colonialismo”. A colonialidade foi o pensamento colonialista que restou no mundo moderno e que de forma naturalizada se apresenta no nosso dia a dia, nos livros que usamos para estudar cujo autor é quase sempre um homem branco, na exaltação da cultura eurocêntrica e estranhamento das outras, nos preconceitos de cunho racial, etc. Enquanto a descolonização pode se referir a um primeiro momento em que os países colonizados lutaram com seus colonizadores em busca de sua independência a&nbsp; noção&nbsp; de&nbsp; colonialidade decorre do fato de que os processos de descolonização não&nbsp; resultam&nbsp; em&nbsp; mundos&nbsp; descolonizados.<br><br><sub>Guilherme Rotheia</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 22:41:20 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 28/04/2022</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta aula a temática foi acerca das representações sociais. Estas são consideradas como uma forma sociológica da Psicologia social, o que, conforme Jodelet, “são uma forma de conhecimento, socialmente elaborada e partilhada, tendo uma visão prática e concorrendo para a construção de uma realidade comum a um conjunto social”. O compartilhamento neste contexto insere-se na ideia de rompimento de extremos de uma dicotomia entre indivíduo versus sociedade, o que demonstra que os saberes são produzidos e compartilhados de forma coletiva de modo a interpretar o real. Ela se constitui em três níveis, o fenomenológico, em que investiga os elementos da realidade social; o teórico, que reúne o conjunto de definições conceituais, teóricas e metodológicas e, por fim, o metateórico, o investimento contínuo na construção das premissas teóricas. Uma das suas principais vantagens é a capacidade de descrever uma realidade ou um fenômeno, tornando possível estudá-lo e compreender como atua na motivação das pessoas. Em comparação com a Psicologia Social, as representações se distinguem devido à dinamicidade e historicidade específicas que estão correlacionadas com a tradição e a prática cultural, em contrapartida, a PS estruturava-se com uma visão individualista, não abrangendo o social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 22:42:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 14:19:29 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Kenneth Gergen</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 14:39:42 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Antônio da Costa Ciampa</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 18:28:28 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 19:56:36 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em maio desta ano aconteceu em Belo Horizonte a II Mostra Nacional de Prática em Psicologia no SUAS. Mesmo com a existência deste programa há tantos anos, ainda não é tão disseminado os serviços, benefícios, entre outros, que ele garante. Logo, é de suma importância a existência de diálogos acerca das suas atribuições, afinal, é um direito de todo cidadão que dele necessitar. Além disso, o fazer do Psicólogo dentro dessa política é de suma importância, afinal, um trabalho multidisciplinar será realizado com outros profissionais, mas o olhar do psicólogo é um diferencial no momento de execução de um acolhimento mais exitoso dos indivíduos que buscam essa política.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 19:56:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 19:59:27 UTC</pubDate>
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         <title>Jakson</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pensar a contribuição da psicologia social com o pensamento de Baró acerca do processo de libertação, bem como de Freire quanto à subversão, foram, ao meu ver, pontos altos dentro dos diversos relevantes abordados na disciplina. Ambos são elementares, tendo em vista o rompimento com aquela psicologia academicista e privilegiada que não se aplicava ao todo, que não buscava enxergar as realidades diversas dos sujeitos. Ou seja, a psicologia social vem para romper estruturas e promover uma revolução no fazer do psicólogo, uma libertação das amarras e da colonização. O que, se pararmos para pensar, naquela época foi um movimento super revolucionário! Considerando a abordagem do SUAS dentro da disciplina, esta se tornou mais interessante após eu ter o contato com dois psicólogos sociais que trabalham com essa política assistencialista dentro da PBH. Foi um breve papo, mas superinteressante e enriquecedor em relação a como funciona o sistema de fato na prática, tal qual a importância do acolhimento dos indivíduos que buscam os seus direitos, em que o psicólogo contribui com o seu saber especializado de forma que agrega com os demais profissionais que também atuam nessa política. A psicologia social psicológica e sociológica me chamam muita atenção, pois, compreender como o indivíduo é afetado por questões da sociedade e entender a interação deste dentro dela é fundamental, afinal, somos interpelados pela sociedade a todo momento. Ter essa clareza é fundamental, uma vez que, por mais que muitos tenham a ambição de uma atuação clínica, da mesma forma que tenho, não devemos querer desvencilhar aspectos que se atravessam, não é mesmo? Além disso, há diversos autores do campo sociológico – uma fonte da qual gosto de me apropriar - que trazem contribuições muito valorosas para reflexões que podem embasar o entendimento do funcionamento da sociedade. Grosso modo, o processo de aprendizado foi exitoso, apesar de a metodologia do portifólio não me ter sido convidativa. No entanto, como diz Bacon, “conhecimento é poder”, então, todo o conhecimento aqui adquirido será de grande valia, dado que as ideias que já tenho para o mestrado (sim, já as delineio, rs) irão ser sustentadas com muita sociologia e, claro, a contribuição da psicologia social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 22:20:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2212777798</link>
         <description><![CDATA[<div>A Prof. Lia Schucman, hoje, no Brasil, é uma das referências nos estudos sobre branquitude. Uma das palestras que tive a oportunidade de assistir, foi uma experiência magnífica, pois as ponderações sobre o ato de estudar o branco não é um conceito novo, muito pelo contrário, é enxergar o local de ideário de dominação e de privilégio que este tem, bem como um lugar de vantagem em uma sociedade que foi colonizada. As reflexões sobre “quem tem raça e etnia é o outro, o branco é o humano” revelam como é normalizado estruturalmente que os brancos ocupam os lugares mais altos sem que isso seja visto como racismo. Neste vídeo ela aborda de forma muito breve a sua pesquisa de doutorado que visou entender quem é e como se constitui esse opressor. Além disso, reitera de forma enfática a importância de uma luta antirracista para uma igualdade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=aFWlwQSu-pA" />
         <pubDate>2022-06-06 23:52:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2212866432</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste artigo é apresentado a concepção de Martín-Baró acerca do conceito de ideologia, contribuição que é pertinente de ser trazida tendo em vista a sua relação com a formulação de Pedrinho Guareschi. Para Baró o indivíduo sempre atua em meio à ideologia e, esta, em um primeiro entendimento diz respeito à visão de mundo, de forma mais implícita, de todas as formas de expressão, o que se relaciona com o sentido positivo adotado por Guareschi, que se refere à cosmovisão. Em adição, Baró também apresenta a acepção do conceito de ideologia como uma falsa consciência, um ocultamento da realidade sob interesses de classes dominantes, que se associa à percepção de Pedrinho, quanto ao sentido negativo de ideologia, que engana as pessoas e as oprime. Nesse ínterim, a inspiração de Baró em Freire se faz presente quanto ao processo de conscientização como um ponto de partida para a desalienação e as mudanças sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 01:25:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2213611381</link>
         <description><![CDATA[<div>A identidade entendida como o processo de construção de uma imagem de si mesmo, em uma relação com o outro também, ajuda na constituição do eu, um encontro consigo mesmo. Nesse contexto, o ilustre sociólogo Bauman traz ponderações neste vídeo extremamente valiosas, a exemplo, o fato de não herdarmos a nossa identidade, mas sim a criamos. E, nesse mundo de mudanças contínuas, na modernidade líquida, como nomeou o autor, somos postos a redefinir a nossa identidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 13:15:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2213684190</link>
         <description><![CDATA[<div>Vygotsky frisa que os sujeitos são produtores da sociedade. Já Bauman, na pós-modernidade, assinala que as coisas mudam o tempo todo. Nesse contexto, levando em consideração as particularidades de cada ambiente, temos o conhecimento como uma construção social que, por intermédio do sistema linguístico, da linguagem, as palavras são ferramentas que determinam valores e nomeiam a realidade. Neste vídeo, a ex-professora da PUC Minas, Patrícia Melo, apresenta de forma didática e clara a definição de construcionismo social. Compreender a diversidade linguística e cultural é fundamental, pois cada construção terá sua estrutura e se constituirá na relação com o outro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 14:13:35 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Ribeiro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A psicologia social, para mim, é inquietude, é não se conformar, é se desconstruir. É muito interessante pensar que no início do semestre eu era uma pessoa, e agora, depois de todo conhecimento e questionamentos, me tornei outra.&nbsp;<br><br></div><div>Apesar de termos disciplinas totalmente diferentes, uma coisa é fato: não podemos pensar o indivíduo sem o social. Desde que nascemos, já estamos inseridos em uma vida social, dentro da família, para depois irmos para a escola, começarmos a fazer amizades... até que as relações fiquem cada vez mais complexas, e que possamos nos entender como parte desse sistema social. A sociedade, então, não é apenas uma soma de indivíduos: ela é viva, e molda a nossa identidade. Toda a nossa vivência é atravessada pelo social. <br><br></div><div>Assim, pretendo levar os conhecimentos adquiridos dentro da psicologia social para a vida, para a prática. É nosso dever fazer com que a psicologia seja mais inclusiva, mais justa, que não esteja alheia aos acontecimentos sociais que irão atravessar o indivíduo. E para isso, é necessário nos questionar, refletir sobre o que fizemos até aqui e o que ainda precisa ser feito.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:27:48 UTC</pubDate>
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         <title>Paola</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A psicologia social para mim a primeira vista foi intrigante, simplesmente pelo fato de que o modo em que ela opera é tão diferente das outras. Quando eu pensava em psicologia uma imagem típica me vinha a cabeça, uma clínica, um local fechado por quatro paredes, onde paciente e psicólogo se fechavam por 60 minutos para uma sessão, e isso era a ideia que eu possuía sobre o atendimento psicológico, a psicologia social quebrou totalmente com isso. A psicologia social é uma extramuros, ela não se reduz a uma minoria que consegue pagar por um atendimento em uma clínica, ela procura também atender aqueles que não estão ali, essa é uma psicologia das identidades e das ideologias, da decolonialidade e da reparação, é uma psicologia que se interessa por conhecer uma história de múltiplas faces e múltiplas narrativas, é uma que se interessa pelo coletivo sem prejudicar a individualidade. Um dos motivos que no começo eu talvez tenha estranhado um pouco essa abordagem é porque pensei “como falar de social sem, começar a categorizar as coisas” e esse era um grande problema para mim, visto que, a meu ver, não podemos simplesmente encaixar pessoas em “caixas” que lhes rotulam como A ou B, o ser humano não pode ser estudado pelos métodos científicos tradicionais e eu não vejo como podemos ter conclusões finais sobre eles, afinal uma pessoa diferente de outros bichos não tem uma natureza, uma essência já definida, ela só fica “pronta” no dia de sua morte, porém ao estudar um pouco mais sobre a psicologia social descobri que longe de tentar categorizar os indivíduos em classificações, ela procura mostrar que uma pessoa não é uma coisa ou outra e sim que um conjunto de sentimentos, vivências, seu legado histórico, sua classe, sua sexualidade entre outras coisas formam algo multifatorial e indissociável que eles começam a estudar, seu paciente, e através desses conhecimentos o psicólogo social começa a tentar não apenas entender, mas também promover a mudança no indivíduo e na sociedade.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 13:49:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 14:40:46 UTC</pubDate>
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         <title>Lubita Ricoy</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao meu ver, todos os estudantes deveriam aprender as bases e os princípios da Psicologia Social, pois a ideia do imediatismo de soluções e o olhar reducionista ainda prevalece nas relações sociais, principalmente na área da saúde. Um paciente que constantemente se queixa de alguns sintomas não deveria ter seu tratamento baseado apenas nesses sintomas, mas também deveria haver investigações do tipo: "Será que esse sujeito possui os recursos básicos para viver? Qual a situação de suas relações interpessoais? Será que ele se compreende como ser humano, não apenas no que tange à sua individualidade, mas também à sua participação na comunidade?". Ainda, devemos nos lembrar que nem todos têm recursos para estar em consultas elitistas, prolongando os problemas de saúde. Ao pensar nisso, me surge uma enorme inquietação: Se nosso dever é ajudar o próximo, é amenizar seu sofrimento, por que é tão difícil para quem precisa de ajuda ter acesso ao nosso (profissionais da Psicologia) trabalho? A disciplina Psicologia Social abriu meus olhos para a necessidade de desenraizar a Psicologia elitista e para a importância de os psicólogos se atentarem aos fatores que podem causar sofrimento psíquico do indivíduo, saindo da bolha das patologias clássicas e indo mais além, como diz o ditado, "andando a segunda milha" rsrs.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 15:13:06 UTC</pubDate>
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         <title>Decolonialidade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para falar de decolonialidade precisamos primeiro entender o legado que o colonialismo deixou na modernidade.</div><div>Os povos colonizadores, ao se estabelecerem nas colônias, trouxeram com eles um modelo de colonização marcado pela dominação e exploração, sendo estas exercidas sob o território, à cultura e à religião dos povos colonizados. Isto porque, ao se estabelecerem nas colônias, os colonizadores controlavam os saberes e os fazeres dos colonizados, impondo-lhes costumes e práticas advindos de seu continente de origem e, consequentemente, fomentavam a desvalorização da cultura local. Partir disso podemos entender um pouco mais em que solo nasceu as raízes da modernidade. A Modernidade possui amplos sentidos, de modo mais simplista, pode representar <em>novas invenções, avanço social, econômico, cultural, científico, tecnológico,</em> dentre outros. Contudo, ao pensarmos a modernidade apenas por esta ótica desenvolvimentista, estamos ocultando o seu outro sentido e significado. A Modernidade é um conceito, sobretudo, eurocêntrico, ou seja, teve seu ponto de partida na Europa que acarretou a propagação de diversas formas de desigualdade. O continente europeu tornou-se a referência mundial de Estado Moderno e também de civilização e desenvolvimento, fato que culminou em um sistema de poder fortalecido pela lógica capitalista, introduzindo a chamada <a href="https://www.politize.com.br/globalizacao-o-que-e/">globalização</a><strong>.</strong> Agora no século XXI, apesar de vários avanços como uma sociedade é possível perceber que a história facilmente se repete ao mudar um pouco como se apresenta, por isso que mesmo séculos depois as bases do colonialismo permanecem na modernidade, com o que chamamos <strong>colonialidade</strong>, essa é a forma dominante de controle de recursos, trabalho, capital e conhecimento limitados a uma relação de poder articulada pelo mercado capitalista. Dessa forma, por mais que o colonialismo tenha sido superado, a colonialidade continua presente nas mais diversas formas e, sobretudo, nos discursos reproduzidos cotidianamente em nossa sociedade. A colonialidade é a continuidade da propagação do pensamento colonial, sendo uma matriz que se expressa essencialmente em relações dominantes de poder, saber e ser. O&nbsp; decolonial&nbsp; seria&nbsp; a&nbsp; contraposição&nbsp; à “colonialidade”,&nbsp; enquanto&nbsp; o&nbsp; descolonial&nbsp; seria&nbsp; uma contraposição&nbsp; ao&nbsp; “colonialismo”. A colonialidade foi o pensamento colonialista que restou no mundo moderno e que de forma naturalizada se apresenta no nosso dia a dia, nos livros que usamos para estudar cujo autor é quase sempre um homem branco, na exaltação da cultura eurocêntrica e estranhamento das outras, nos preconceitos de cunho racial, etc.Enquanto a descolonização pode se referir a um primeiro momento em que os países colonizados lutaram com seus colonizadores em busca de sua independência a&nbsp; noção&nbsp; de&nbsp; colonialidade decorre do fato de que os processos de descolonização não&nbsp; resultam&nbsp; em&nbsp; mundos&nbsp; descolonizados.</div><div><br><br></div><div><strong>Tendo tais bases em mente podemos questionar o que é essa tal de Decolonialidade</strong></div><div><br></div><div>O conceito de decolonialidade surge como uma proposta para enfrentar a colonialidade e o pensamento moderno. A decolonialidade é considerado como caminho para resistir e desconstruir padrões, conceitos e perspectivas impostos aos povos subalternizados durante todos esses anos, sendo também uma crítica direta à modernidade e ao capitalismo.&nbsp;</div><div>O pensamento decolonial se coloca como uma alternativa para dar voz e visibilidade aos povos subalternizados e oprimidos que durante muito tempo foram silenciados. É considerado um projeto de libertação social, político, cultural e econômico que visa dar respeito e autonomia não só aos indivíduos, mas também aos grupos e <a href="https://www.politize.com.br/movimentos-sociais/">movimentos sociais</a>, como o <a href="https://www.politize.com.br/movimento-feminista/">feminismo</a>, o <a href="https://www.politize.com.br/movimento-negro/">movimento negro</a>, o movimento ecológico, o <a href="https://www.politize.com.br/lgbt-historia-movimento/">movimento LGBTqia+</a>, etc. A autora do texto fala exatamente sobre isso, ela introduz o texto como: uma inquietude, uma tentativa de&nbsp; reconstrução&nbsp; das&nbsp; noções&nbsp; sobre&nbsp; como&nbsp; relações&nbsp; discriminatórias alicerçam saberes reconhecidos como sendo&nbsp; científicos.&nbsp; Ele&nbsp; é&nbsp; construído&nbsp; como&nbsp; possível movimento de insubmissão capaz de potencializar a crítica feminista à ciência. O olhar decolonial sob a ciência tem&nbsp; se colocado como lente capaz de denunciar e questionar de&nbsp; modo&nbsp; complexo&nbsp; a&nbsp; sofisticação&nbsp; discriminatória das&nbsp; bases&nbsp; epistêmicas&nbsp; na&nbsp; ciência&nbsp; de&nbsp; forma&nbsp; geral e,&nbsp; também,&nbsp; pode&nbsp; lançar&nbsp; uma&nbsp; atenção&nbsp; aos&nbsp; alicerces discriminatórios nas disputas teóricas feministas que acabam por construir não somente hegemonias, mas silenciamentos, apagamentos.</div><div>A verdade é que vivemos em um mundo de inúmeras narrativas e poucos narradores, a história é contada por aqueles que tem voz para escrevê-lá e consequentemente nossa visão de mundo é limitada, a colonialidade garante isso e se mascará sobre o pretexto de ciência, ocultando que essa mesma ciência é uma formada de verdades cheias de lacunas, digo isso, pois nela uma minoria participa de sua construção enquanto o resto é colocado como meros espectadores, até poucas décadas atrás eramos ensinados que filosofias criadas na Grécia antiga eram um tesouro da humanidade e a base de nossa educação, mas não aprendíamos sobre a contribuição de pessoas de cor ou mulheres para o arquivo da sabedoria humana, e isso era ``normal``.A colonialidade se apresenta em nosso dia a dia muitas vezes como uma violência simbólica de forma que temos dificuldade em reconhece-lá e a propagamos e a aceitamos sem enxergarmos a brutalização que esta causa a subjetividade àquilo que nós faz sentirmos como seres em igualde com nossos pares.</div><div>&nbsp;Outra questão que temos que ter em mente quando falamos de um processo decolonial é que diferentemente de uma das bases da ciência que consiste em pegar seu objeto de estudo e desconstruí-lo até suas formas mais simples, quando tratamos de pessoas isso não é possível. A diferença do estudo de um objeto e o estudo do outro está no fato que na face do rosto do outro está a recusa em ser conteúdo, com isso quero dizer que não somos redutíveis a alguns rótulos, regras ou narrativas que a ciência considera como lógicas, não podemos analisar uma pessoa como analisamos um fenômeno da natureza, objetos apenas são, seres humanos são algo em construção, um potencial e tudo aquilo que o compõe, sua história, cultura, experiências, sua genética e sua psique o individualizam de uma maneira que não permite sua desconstrução em peças menores. Por isso ao falarmos de feminismo não podemos generalizar-ló na ilusão que ele age de forma igual para todas as mulheres, não podemos considerar que uma mulher de cor tem a mesma experiência que uma mulher branca, e que uma mulher da comunidade LGBTQA+ negra e da periferia tem a mesma experiência das duas anteriores.</div><div>Legitimar uma ciência guiada pela epistemologia da colonialidade é dar espaço ao epistemicídio&nbsp; é,&nbsp; para&nbsp; além&nbsp; da&nbsp; anulação&nbsp; e desqualificação&nbsp; do&nbsp; conhecimento&nbsp; dos&nbsp; povos subjugados,&nbsp; um&nbsp; processo&nbsp; persistente&nbsp; de&nbsp; produção da&nbsp; indigência&nbsp; cultural:&nbsp; pela&nbsp; negação&nbsp; ao&nbsp; acesso à educação, sobretudo de qualidade; pela produção da inferiorização intelectual; pelos diferentes mecanismos de&nbsp; deslegitimação&nbsp; do&nbsp; negro&nbsp; [e&nbsp; povos&nbsp; originários] como&nbsp; portador&nbsp; e&nbsp; produtor&nbsp; de&nbsp; conhecimento&nbsp; e&nbsp; de rebaixamento da capacidade cognitiva pela carência material&nbsp; e/ou&nbsp; pelo&nbsp; comprometimento&nbsp; da&nbsp; autoestima&nbsp; pelos&nbsp; processos&nbsp; de&nbsp; discriminação&nbsp; correntes no&nbsp; processo&nbsp; educativo.&nbsp; Isto&nbsp; porque&nbsp; não&nbsp; é&nbsp; possível desqualificar as formas de conhecimento dos povos dominados sem desqualificá-los também, individual e coletivamente, como sujeitos cognoscentes. E, ao fazê-lo, destitui-lhe a razão, a condição para alcançar o&nbsp; conhecimento&nbsp; “legítimo”&nbsp; ou&nbsp; legitimado.&nbsp;</div><div>O que concluo com isso é que, se almejamos realmente por uma ciência sem lacunas e uma sociedade menos desigual precisamos sofrer o processo decolonial, não conseguiremos avanços se continuarmos a ignorar a narrativa daqueles que durante o decorrer da história nunca tiveram a chance de escreve-lá e tiveram sua subjetividade ignorada. Precisamos reaprender como aprender em um novo contexto, um contexto criado por múltiplas narrativas, múltiplas faces e cuja essência ainda não foi definida, ela, assim como a humanidade é algo em potencial.<br><br><strong>Paola Bignelli Bevilacqua</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 15:14:56 UTC</pubDate>
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         <title>Construcionismo social </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aprendemos que toda psicologia é social, já que em tudo interagimos com o mundo. Compreendemos a realidade por meio de perspectivas sociais, culturais e históricas (o objetivismo). Sendo assim, o Construcionismo social é um reflexão sobre nossa construção de mundo. Sob tal ponto de vista, podemos concluir que existem diversas verdades, que nossa interação com o mundo é mediada pelo objetivismo e que a linguagem é uma construção da realidade. Desse modo, há uma construção mútua. Nossa identidade é influenciada pela construção coletiva de significados, a medida que também influcienciamos a sociedade. <br><br><strong>Lubita Ricoy</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 15:46:41 UTC</pubDate>
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         <title>Identidade </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando falamos sobre identidade, a primeira pergunta que vem à mente é: quem sou eu? Mas, por mais que pareça ser uma pergunta simples, não é fácil dizer quem somos. De qualquer forma, assim como colocado por Ciampa em seu texto, a identidade do outro reflete na minha e a minha na dele, o que demonstra como o outro nos atravessa, e vice-versa.<br><br></div><div>Além disso, a nossa identidade é uma eterna construção. Não possuímos uma identidade única na vida, ela se modifica. Identidade é metamorfose. Nós criamos a nossa história e atuamos nela, sempre havendo mudanças.<br><br></div><div>Outro ponto importante é que nós passamos a nos identificar com o nosso próprio nome. Cada um possui um nome, uma história, e isso faz com que sejamos singulares. Após esse processo, passamos a agir no mundo, agir dentro das nossas relações. Portanto, além de nos fazermos pelo próprio nome, também nos fazemos pelas nossas ações.&nbsp;<br><br></div><div>A identidade, também, é formada pelo cultural, biológico e psicológico. Ou seja, o nosso meio, a nossa cultura, irão influenciar o nosso modo de ser no mundo. Da mesma forma, o biológico, nossos traços genéticos, também irão nos tornar o que somos. Porém, é importante lembrar que o indivíduo é uma totalidade, ele não é dividido dentro desses níveis, todos eles interagem de modo a formar um ser único.&nbsp;<br><br></div><div>Assim, o conceito de identidade é perpassado por contextos históricos, sociais, biológicos; e dentro dessa multiplicidade, é formada a unidade: o indivíduo. E este indivíduo irá transformar e ser transformado durante toda a vida.<br><br><strong><sup>Júlia Ribeiro&nbsp;</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 17:01:56 UTC</pubDate>
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         <title>Relações de gênero</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2215483018</link>
         <description><![CDATA[<div>Falar sobre relações de gênero acaba sendo de uma grande complexidade porque são noções muito naturalizadas com a ideia de que ou nascemos homens ou mulheres, com o engessamento da convicção de existência de somente gênero masculino ou feminino, bem como com toda a construção social do papel esperado que cada um terá que desempenhar.&nbsp;<br>Historicamente sabemos que as relações de gênero, no Brasil, foram construídas com muita violência, em que as mulheres, desde o “descobrimento” do país, eram violentadas pelos homens brancos e a moral religiosa permitia que tal violência acontecesse. Ainda hoje essa violência se perpetua em nossa sociedade, de diversas formas – como física, moral, psicológica, simbólica, sexual, entre outros – se estendendo para todos os gêneros, não se limitando somente ao feminino. Além disso, as relações de gênero sofrem demarcações quanto a contextos de classe, econômico, social, sexualidade, trabalho, cidadania, entre outros.&nbsp;<br>A psicologia, nesse ínterim, teve um grande passo com a resolução nº 001/99 que postula sobre a prática do psicólogo que deve acolher todos os indivíduos, respeitando a orientação sexual, sem desenvolver práticas que incentivem o preconceito e a discriminação. Nunca, jamais, patologizar aquilo que não é doença!<br>Nesse contexto, tendo em vista o cenário político caótico que nos encontramos, com a defesa de padrões já estabelecidos e a ambição de vetar a temática no âmbito educacional, é de suma importância que a temática seja mais dialogada em nossa sociedade, que as identidades de gênero que fogem do padrão, bem como as relações entre os gêneros, seja uma pauta de discussões, tanto para melhor compreensão acerca da existência desses indivíduos quanto para identificação e reconhecimento dos sujeitos como protagonistas de suas próprias histórias.<br>O papel cultural de homem e de mulher deve ser revisitado e estudado sobre como vem sendo alterado no decorrer do tempo. As desigualdades existentes devem ser colocadas em xeque e questionadas para proporcionar o desenvolvimento de uma consciência crítica, que busque romper com esse padrão já estabelecido e que pregue o respeito à diversidade!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 22:11:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Representações Sociais</title>
         <author>guilhermerotheia</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2215524477</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que são as representações sociais?</strong><br>Representações Sociais são "teorias" sobre saberes populares e do senso comum, elaboradas e partilhadas coletivamente, com a finalidade de construir e interpretar o real. Por serem dinâmicas, levam os indivíduos a produzir comportamentos e interações com o meio, ações que, sem dúvida, modificam os dois.<br><strong>Para que estudamos as Representações Sociais?</strong><br>Estudar as Representações Sociais é buscar conhecer o modo de como um grupo humano constrói um conjunto de saberes que expressam a identidade de um grupo social, as representações que ele forma sobre uma diversidade de objetos, tanto próximos como remotos, e principalmente o conjunto dos códigos culturais que definem, em cada momento histórico, as regras de uma comunidade.<br><strong>Por que criamos as Representações Sociais?</strong><br>Para tornar familiar o não familiar, através de dois processos básicos de ancoragem (encontrar um lugar para o não familiar) e objetivação (tornar concreto, visível, uma realidade).<br><br><strong>Por: Guilherme Rotheia</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 23:19:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Guilherme Rotheia</title>
         <author>guilhermerotheia</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2215537018</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a disciplina mudei bastante minha visão acerca da Psicologia Social. No início do curso, tinha uma perspectiva generalista sobre a área, principalmente relacionado aos seus aspectos assistencialistas, como a grande maioria da sociedade erroneamente resume e vê a Psicologia Social.<br>Pude através das leituras dos textos referência, dos demais materiais didáticos disponibilizados e dos diálogos em sala de aula, ampliar significativamente meu conhecimento e meu entendimento sobre a Psicologia Social, e de como a mesma está presente e perpassa as várias outras áreas da Psicologia, pois ao estudar o indivíduo, obrigatoriamente temos que estudar tudo o que o atravessa, logo, a Psicologia Social possui caráter fundamental para a compreensão do todo.<br>Dos textos lidos, me aproximei muito de uma abordagem de Martin-Baró ao refletir sobre o papel do psicólogo e do fato de ser necessário compreender todo o contexto cultural, histórico e social de um indivíduo para poder atendê-lo da melhor forma, tendo uma abordagem completa e que contemple o indivíduo em sua plenitude.<br>Uma boa maneira de se abordar o exame crítico do papel<br>do psicólogo consiste em voltar às raízes históricas da própria psicologia. Seria necessário reverter o movimento que levou a limitar a análise psicológica à conduta, isto é, ao comportamento enquanto observável, e dirigir de novo o olhar e a preocupação à “caixa preta” da consciência humana.<br>A consciência não é simplesmente o âmbito privado do saber e sentir subjetivo dos indivíduos, mas, sobretudo, aquele âmbito onde cada pessoa encontra o impacto refletido de seu ser e de seu fazer na sociedade, onde assume e elabora um saber sobre si mesmo e sobre a realidade que lhe permite ser alguém, ter uma identidade pessoal e social. A consciência é o saber, ou o não saber sobre si mesmo, sobre o próprio mundo e sobre os demais, um saber práxico mais que mental, já que se inscreve na adequação às realidades objetivas de todo comportamento, e só condicionada parcialmente se torna saber reflexivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 23:37:55 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Social Comunitária </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/guilhermerotheia/Bookmarks/wish/2215574432</link>
         <description><![CDATA[<div>A psicologia social comunitária busca identificar as necessidades reais da população para contextualizar os acontecimentos históricos e transformações que ocorreram ao longo do tempo, buscando uma vida mais digna e justa para todos. O dia-a-dia das pessoas ajudam a compreender e entender as medidas para os processos que visam o avanço e recuos dos trabalhos comunitários, disto disso podemos pensar nas possibilidades e estatégias que podemos visar alguns pontos interessantes e específicos nas práticas comunitárias construidas. Para Martín-Baró ele refere a Psicologia Social Comunitária como os processos de naturalização e desideologização da vida cotidiana. Temos vários impasses dentro da PSC como dificuldade em localização de pessoas para realizar os trabalhos voluntários, falta de implementação de informações para a sociedade no geral que tende ao governo e falta de uma construção socioafetiva com os participantes e as redes associativas. Para finalizar podemos compreender que o PSC visa uma melhora de qualidade na vida de todas as pessoas, principalmente aquelas que estão à deriva da sociedade para isso precisamos ter mais intervenção de participantes nesse processo, além dos que estão sendo ajudados há uma grande contribuiçao dos participantes em conhecimento, melhora da sociabilidade, contribuindo para uma vida melhor, para a política,&nbsp; até em sua prática profissional e ter uma dimensão sócio-filosófica e sócio-política&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 00:27:06 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Coelho</title>
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         <description><![CDATA[<div>A primeira pessoa que penso em Psicologia Social é o Martín-Baró, acredito que ele é fundamental para a Psico. Social e também a Psicologia em si, um dos seus fundamentos é a libertação dos povos e também penso nas práticas sociais, como o SUAS e as políticas públicas, que também é fundamental, onde vejo mais a aplicação prática da Psicologia Social, que teve uma grande ajuda e a garantia de direitos humanos principalmente aqueles que realmente necessitam. A Psicologia Social é questionar, abordar e debater questões intrigantes sobre a sociedade, sobre si, a política e tudo o que envolve o social do ser humano, pois é disso que ele é formado, somos seres sociais e também somos a sociedade&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 00:50:55 UTC</pubDate>
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