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      <title>O meu padlet de literatura portuguesa by Érica Andreia Sousa Vicente</title>
      <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-27 09:29:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-11 23:14:01 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>1º 𝘙𝘦𝘭𝘢çã𝘰 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘳𝘢𝘳𝘵𝘦𝘴: “𝘈𝘪 𝘥𝘰𝘯𝘢 𝘧𝘦𝘢, 𝘧𝘰𝘴𝘵𝘦𝘴-𝘷𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦𝘪𝘹𝘢𝘳”</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3236502621</link>
         <description><![CDATA[<p>"Ai dona fea, fostes-vos queixar que vos nunca louv`en[o] meu cantar; mais ora quero fazer um cantar</p><p>em que vos loarei todavia;</p><p>e vedes como vos quero loar:</p><p>dona fea, velha e sandia!</p><p><br></p><p>Dona fea, se Deus mi perdom,</p><p>pois havedes [a]tam gram coraçom</p><p>que vos eu loe, em esta razom</p><p>vos quero já loar todavia;</p><p>e vedes qual será a loaçom:</p><p>dona fea, velha e sandia!</p><p><br></p><p>Dona fea, nunca vos eu loei</p><p>em meu trobar, pero muito trobei;</p><p>mais ora já um bom cantar farei</p><p>em que vos loarei todavia;</p><p>e direi-vos como vos loarei:</p><p>dona fea, velha e sandia! "</p><p><br></p><p>João Garcia de Guilhade</p><p>•───────★•✎•★────────• </p><p><br></p><p>Esta cantiga fala-nos de uma mulher que não era considerada bonita, ninguém lhe dedicava uma cantiga e ela sabendo isso, </p><p> implorava quem o fizesse.</p><p>O autor desta cantiga faz, já cansado de a ouvir faz a composição mas não a elogiando, chamando-a de "Dona fea" e "velha e sandia".</p><p>Ele pede a Deus que o perdoe, pois ela tem grande coração, querendo dizer que ela é bonita por dentro mas por fora é totalmente ao contrário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 09:58:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>𝘖 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘰 (𝘵𝘳𝘢𝘣𝘢𝘭𝘩𝘰 𝘪𝘯𝘥𝘪𝘷𝘪𝘥𝘶𝘢𝘭)</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3240006961</link>
         <description><![CDATA[<p>          ୨⎯ Praça de Londres ⎯୧</p><p><br></p><p><strong>Autora</strong> : Lídia Jorge</p><p><strong>Livro</strong>: Praça de Londres</p><p><strong>Conto</strong>: uma viagem para dois</p><p><br></p><p><strong>Resumo</strong>: Uma viagem para dois, que nos fala sobre um homem que estava num comboio que acabara de sair na linha 8, ele estava de frente para uma mulher, que seu nome era Maria Luisa , ele ja conhecia ela, pois eles viviam no mesmo predio.</p><p>Na viagem todas, ele ficou elogiando ela e imaginando como seria o futuro deles caso ele se declara-se para ela.</p><p>Depois de uns minutos, ele finalmente sai do comboio e por coincidencia a mulher sai na mesma paragem que ele.</p><p>Após umas horas, ele ja estava em casa, ate que finalmente a mulher aparece-lhe na frente da sua casa com uma radiografia do seu leopardo com um anel no seu estomago.</p><p>Ela estava pedindo ajuda a ele, eles ficaram a discutir sobre oque fazer com o animal ate que o namorado dela aparece por um breve momento dizendo que so teria duas opções, ou el marava o animal e tirava o anel ou ficara sem anel para sempre, entao depois de ele falar isso ele foi embora e ela começa a pensar que isso poderia ser um sinal que ele andara a trair ela, pois ele viajava muito entao poderia estar a trair ela.</p><p>Depois de descutirem sobre isso chegaram a uma conclusao que iriam matar o animal e ficar sem um anel.</p><p>Logo em seguida, eles ejetam um veneno no animal e depois de ele perder a vida, embrulharam ele em toalhas grandes e colocaram ele no carro.</p><p>Durante a viagem, eles ficaram a viagem toda em silêncio, até que depois de umas longas horas, eles finalmente chegam no mato.</p><p>Eles saiam do carro e comaçaram a cavar um buraco, enquanto isso, a mulher pega uma cartolina e decide escrever.</p><p>Logo depois de ela escrever, ela coloca a cartolina em cima do animal que estava la escrito: " QUERIDO LEOPARDO, AVISA A NATUREZA TAL COMO ME AVISASTE A MIM MESMA" e tapam o buraco.</p><p><br></p><p>Ao voltar para casa depois de fazer isso, ela volta par a sua casa e logo depois da par ouvir o som da porta a bater com força, ela e seu noivo tinham brigado, e ele foi embora.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-29 13:36:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>♥ ‧₊˚✧ Minha biografia ✧˚₊‧♥</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3247962344</link>
         <description><![CDATA[<p>╰► O meu nome é 「 <strong><em>Érica </em></strong>」, tenho <mark>15</mark> anos, faço anos dia<mark> 27 de Julho, nasci no ano 2009.</mark></p><p>Eu nasci na ilha <em>Terceira</em>, mas logo depois de 8 dias eu fui para a ilha das Flores e fui morar na freguesia da Ponta Delgada.</p><p>Depois de um tempo, me mudei para outra freguesia e fiquei lá até Outubro/Novembro de 2024.</p><p>Frequentei as duas escolas, das Lajes e de Santa Cruz, as minhas notas eram razoáveis, nem tão más e não eram tão boas, mesmo assim nunca perdi um ano.</p><p>-----------------------------------------------------------</p><p><br></p><p>╰►<strong>Gostos</strong>: gosto de musica, dormir, ler, passar tempo com amigos e família, jogar e fazer muitas outras coisas. </p><p><br></p><p><em>╰►Desgostos</em>: traições, mentiras, que gritem comigo, barulhos altos, ter que escrever muito, ect</p><p><br></p><p>╰►<em>O que eu quero ser no futuro</em>: Militar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-05 10:06:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>「 ✦ Indice ✦ 」</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3247989090</link>
         <description><![CDATA[<p>╰┈➤Minha biografia.</p><p><br/></p><p>╰┈➤Relação interartes. </p><p><br/></p><p>╰┈➤Projeto individual de leitura.</p><p>         -➤Uma viagem para dois, de Lídia Jorge.</p><p><br/></p><p>╰┈➤Atividades de escrita, pag.96 e 97</p><p><br/></p><p>╰┈➤Atividade escrica, cronica da revista de sábado.</p><p><br/></p><p>╰┈➤Trabalho Oral: Poema: "Correm turvas as águas deste rio" ( feito por Joana, Inês e Érica(eu) )</p><p><br/></p><p>╰┈➤Atividade escrita: O céu, a terra, o vento sossegado... (pág. 209)</p><p><br/></p><p>╰┈➤𝘔𝘢𝘯𝘶𝘦𝘭 𝘔𝘢𝘳𝘪𝘢 𝘉𝘢𝘳𝘣𝘰𝘴𝘢 𝘥e 𝘉𝘰𝘤𝘢𝘨𝘦 (biografia, historia, obras, filmes e séries)</p><p><br/></p><p>╰┈➤Análise do autorretrato de Bocage</p><p><br/></p><p>╰┈➤Já Bocage não sou!...</p><p><br/></p><p>╰┈➤ Relação intertextos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-05 10:30:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>𝘈𝘵𝘪𝘷𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦𝘴 𝘥𝘦 𝘦𝘴𝘤𝘳𝘪𝘵𝘢:</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3266176044</link>
         <description><![CDATA[<p>Paginas 96 e 97:</p><p><br></p><p>No texto A, fala sobre uma mulher que iria ser morta à frente de seus filhos, que nesse caso era Inês de Castro, e no texto B nos mostra  o que o rei sentiu ao fazer aquilo a Inês.</p><p>No texto A nos indica que ela chorava por piedade com as mãos amarradas, "Com lágrimas, os olhos piedosos (Os olhos, porque as mãos lhe atando [ . . . ]", pedindo piedade pois estava sendo morta à frente de seus filhos por algo que ela não tinha a culpa, chamando o rei e aqueles que estavam contra ela de sem coração, pois a fazer isso com uma simples donzela fraca que nem consegue se defender e não tendo a culpa.</p><p><br></p><p>No texto B, nos mostra como o rei, D. Afonso, se sentia fazendo isso, ao ouvir e ver a situação da donzela, ele começa a se sentir arrependido e culpado, pois estava a matar uma pessoa inocente.</p><p><br></p><p>Esses dois textos nos mostra de forma detalhada uma parte da crónica de D.Pedro, como os dois estavam a pensar, estando no mesmo local mas em lugares diferentes, ela sendo morta e o rei sendo o culpado da morte da donzela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 10:20:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>𝘋𝘦 𝘲𝘶𝘦𝘮 é 𝘶𝘮 𝘱𝘢í𝘴</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3285135167</link>
         <description><![CDATA[<p>link da noticia <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://tviplayer.iol.pt/programa/jornal-nacional/63e6588b0cf2665294d4f012/video/65b030d70cf23250d71b1e1d">https://tviplayer.iol.pt/programa/jornal-nacional/63e6588b0cf2665294d4f012/video/65b030d70cf23250d71b1e1d</a></p><p><br></p><p><strong>1. Síntese do assunto da crônica:</strong><br>A crônica fala sobre como o ódio se espalha quando escolhemos o silêncio e a indiferença diante das diferenças. Ao mesmo tempo, destaca a beleza da inclusão e da multiculturalidade, mostrando como acolher pessoas de outras culturas nos torna mais humanos e mais ricos como sociedade. Um exemplo é a celebração no Martim Moniz, onde a convivência com imigrantes foi vista como uma oportunidade de aprendizado e união, em contraste com manifestações de ódio e preconceito.</p><p><br></p><p><strong>2. Opinião sobre o conteúdo do texto:</strong><br>Achei o texto muito tocante e necessário. Ele nos lembra de como o silêncio diante da injustiça pode ser tão prejudicial quanto o próprio ódio. Além disso, reforça o valor de acolher quem é diferente de nós, celebrando a diversidade como algo que nos une e nos engrandece. A coragem de lutar pela inclusão é inspiradora e nos faz questionar como podemos fazer nossa parte para construir uma sociedade mais empática e justa.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-09 10:38:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Avaliação:</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3293340590</link>
         <description><![CDATA[<p>──★˙🍓̟!! Minhas notas:</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-16 10:36:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>↳˗ˏˋ“Correm turvas as águas deste rio”ˊˎ˗ ↴</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3372816291</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> ➤ Poema</strong>: "Correm turvas as águas deste rio"</p><p><strong> ➤ Trabalho</strong>: Joana, Inês e Érica(eu)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 09:26:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>𝘖 𝘤é𝘶, 𝘢 𝘵𝘦𝘳𝘳𝘢, 𝘰 𝘷𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘴𝘰𝘴𝘴𝘦𝘨𝘢𝘥𝘰... (𝘱á𝘨. 209)</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3392465605</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>1.1: O espaço do poema é um espaço natural, pois no poema fala sobre o vento, o mar e as suas ondas e a areia, sendo utilizadas para refletir o estado de espírito do sujeito poético, o silêncio que significa a sua solidão( " O noturno silêncio repousado", v.4), o abandono (" Ninguém lhe fala, o mar de longe bate.", v.12) e o desespero ( V.9-11).</p><p><br></p></li></ol><p><strong>A- <em>Tema:</em></strong> O sofrimento de um amor perdido.</p><p><br></p><p><strong>B- <em>Estrutura interna: </em></strong></p><p><em><mark>O primeiro quadra</mark></em> descreve o ambiente onde o sujeito poético se encontra, ou seja, na natureza, onde ele começa a sofrer pelo amor perdido.</p><p><em><mark>No segundo quadra</mark></em>, o sujeito poético, fala sobre o estado do de espírito do sujeito, deitado a sofrer por um amor que perdeu, ele grita pela amada enquanto chora, mas um nome cujo o qual não podia mais ser falado.</p><p><em><mark>No primeiro terceto</mark></em>, o sujeito poético finalmente fala, demonstrando o seu desespero pela amada, pedindo ao mar uma resposta antes que o amor acabasse com a sua vida.</p><p><em><mark>No segundo terceto</mark></em>, mostra a indiferença da natureza, pois o sujeito pediu resposta à natureza, mas a ela apenas o ignora.</p><p><br></p><p><strong>C- Elementos narrativos:</strong></p><p><em><mark>O sujeito poético</mark></em>: Aónio é o protagonista do soneto, sua dor e desespero sendo caracterizados no soneto.</p><p><em><mark>Ação</mark></em>: A ação principal do soneto é o lamento do protagonista, o sofrimento por ter perdido a sua amada.</p><p><em><mark>Ambiente</mark></em>: O ambiente, o local onde ele se encontrava no momento, era um reflexo de sua dor, o silêncio, o abandono e a ignorância do apelo do protagonista à natureza ( ao mar).</p><p><br></p><p>D-<strong> Recursos expressivos: </strong></p><p><em><mark>Metáforas</mark></em>, por exemplo, o mar e as suas ondas, sendo usados para representar a dor do sujeito poético.</p><p><em><mark>Antítese</mark></em>: O vento sossegado e silêncio repousado, usados para refletir uma tranquilidade, sendo totalmente ao contrário do sofrimento do sujeito poético.</p><p><em><mark>Anáfora</mark></em>: A repetição da frase “<strong>o céu, a terra, o vento sossegado…</strong>” no início do poema nos mostra a forma desesperada do pensamento do sujeito.</p><p><em><mark>Apóstrofe</mark></em>: O sujeito poético, se dirige à natureza, como se fosse capaz ela responder.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 08:51:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>𝘔𝘢𝘯𝘶𝘦𝘭 𝘔𝘢𝘳𝘪𝘢 𝘉𝘢𝘳𝘣𝘰𝘴𝘢 𝘥e 𝘉𝘰𝘤𝘢𝘨𝘦</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3461009121</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>Biografia:</mark></em></strong></p><ul><li><p><strong>Nascimento</strong>: 15 de Setembro de 1765 ( S<a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Set%C3%BAbal">etúbal</a> (<a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Portugal">Reino de Portugal</a>)</p></li><li><p><strong>Morte</strong>: 21 de Dezembro de 1805, com 40 anos, (<a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa">Lisboa</a> (<a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Portugal">Reino de Portugal</a>)</p></li><li><p><strong>Cidadania</strong>:<a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-underline text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Portugal"> </a><a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-strikethrough-none text-decoration-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Portugal">Reino de Portugal</a></p></li><li><p><strong>Progenitores</strong> : José Luís Soares de Barbosa ( pai ) e Mariana Joaquina Caetana Xavier l'Hedois Lestof du Bocage ( mãe )</p></li><li><p><strong>Irmão(ã)(s)</strong>: Gil Francisco Xavier Barbosa du Bocage, Ana Maria das Mercês du Bocage, Maria Agostinha Barbosa du Bocage, Maria Eugénia Barbosa du Bocage, Maria Francisca Barbosa du Bocage</p></li><li><p><strong>Ocupação</strong>: p<a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Poeta">oeta</a>, <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor">escritor</a>, <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tradutor">tradutor</a></p></li><li><p><br></p><p><strong><em><mark>Historia: </mark></em></strong></p><p>A sua infância foi infeliz. O pai foi preso, quando ele tinha seis anos e permaneceu na cadeia seis anos. A sua mãe faleceu quando tinha quase nove anos.</p><p>Ferido por um amor não correspondido, assentou praça ( cargo militar) como voluntário em <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-underline text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/22_de_Setembro">22 de setembro</a> de <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-underline text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1781">1781</a> e permaneceu no Exército até <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-underline text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_Setembro">15 de setembro</a> de <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-underline text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1783">1783</a>.</p><p>Nessa data, mudou-se para Lisboa e foi admitido na Escola da Marinha Real, onde fez estudos regulares para guarda-marinha. No final do curso desertou, mas, ainda assim, surge nomeado <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-underline text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guarda-marinha">guarda-marinha</a> por <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-underline text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D._Maria_I">D. Maria I</a>. Nessa altura, já a sua fama de poeta e versejador corria por Lisboa.</p><p>Foi um <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Poeta_nacional">poeta nacional</a> <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">português</a>, ícone deste movimento literário (poemas), fez transição do estilo clássico para o estilo romântico, o que fez ter uma forte presença na <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura">literatura</a> portuguesa do <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX">século XIX</a> (19).</p><p>Era primo em segundo grau do <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Zo%C3%B3logo">zoólogo</a> <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Vicente_Barbosa_du_Bocage">José Vicente Barbosa du Bocage</a>.</p><p><br></p><p><strong><mark>Poemas/Obras: </mark></strong></p></li><li><p>A Morte de D. Ignez</p></li><li><p>A Pavorosa Illusão</p></li><li><p>A Virtude Laureada</p></li><li><p>Elegia</p></li><li><p>Improvisos de Bocage</p></li><li><p>Mágoas Amorosas de Elmano</p></li><li><p>Queixumes do Pastor Elmano Contra a Falsidade da Pastora Urselina</p><p><br></p></li></ul><p><strong><em><mark>Filme e série:</mark></em></strong></p><p>Em 1997 foi lançado o filme brasileiro <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bocage,_o_Triunfo_do_Amor"><strong>Bocage, o Triunfo do Amor</strong></a><strong>,</strong> inspirado na obra do poeta.</p><p>Em 2006 a história de Bocage foi adaptada para a <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/TV">TV</a> numa mini-série produzida pela<strong> </strong><a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/RTP"><strong>RTP</strong></a><strong> </strong>e protagonizada por <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Guilherme"><strong>Miguel Guilherme</strong></a><strong>.</strong></p><p><br></p><p><strong><mark>Temas: </mark></strong></p><p><strong><em>Percurso biográfico:</em></strong></p><ul><li><p>referências biográficas </p></li><li><p>sentimentos do sujeito ( sofrimento, tristeza, desejo da morte, arrependimento)</p></li><li><p>presença constante de um destino infeliz ( fatalidade)</p></li></ul><p><strong><em>O(s) amor(es) e a(s) mulher(es): </em></strong></p><ul><li><p>efeitos do amor no "eu" lírico.</p></li><li><p>sofrimento amoroso e ciúme.</p></li><li><p>retrato da mulher amada</p></li><li><p>relação entre a Natureza  e o sujeito poetico.</p></li></ul><p><strong><em>O drama existêncial: </em></strong></p><p>- Temas pré-românticos: solidão, a morte, as trevas, a noite.</p><p><br></p><p><br></p><p><em><mark>Informação retirada:</mark></em></p><p>Escola virtual,</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Maria_Barbosa_du_Bocage">https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Maria_Barbosa_du_Bocage </a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-21 09:07:00 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do autorretrato de Bocage</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3470761700</link>
         <description><![CDATA[<p><em><mark>Vocabulário:</mark></em></p><p>Carão: cara grande</p><p>meão: médio</p><p>facha: rosto</p><p>assistir: manter-se</p><p>níveas: muito brancas</p><p>incensador: lisonjeador</p><p><br/></p><p>•───────★•✎•★────────• </p><p><br/></p><p><em><mark>Divisão do poema:</mark></em></p><p>Conseguimos dividir este soneto em duas partes lógicas. Primeira parte corresponde ás duas quadras e o terceiro terceto e apresenta o retrato físico e psicológico do poeta.</p><p>A segunda parte é o último terceto. Esta estrofe apresenta e explica circunstâncias foram criados estes versos, reforçando a caracterização psicológica (v.14).</p><p>Com essas características dadas pelo autor, podemos afirmar que Bocage não se vê como um homem particularmente atraente. </p><p>Psicologicamente, o poeta apresenta-se como uma pessoa inconstante, mais de mil fúrias do que a tornura, envolve-se com várias mulheres que causaram a sua desgraça ( letal veneno).</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 09:01:11 UTC</pubDate>
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         <title>Já Bocage não sou!...</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3470788755</link>
         <description><![CDATA[<p><em><mark>1º quadra</mark></em>:</p><ul><li><p> O poeta descreve sobre sua morte, que a sua cova estava feita e escura, que a sua lenda ia estar desfeita pelo vento, ou seja iria voar e desaparecer e diz que irá insultar os céus por ter feito ele sofrer (ultrajar = insultar; V.3).</p></li></ul><p><em><mark>2º quadra: </mark></em></p><ul><li><p>Nessa quadra, o autor descreve seu sofrimento por uma "Musa" ( uma mulher), pois ele ficou louco e apaixonado por ela, pois ela mentia muito para ele, " se um raio de da razão seguisse, pura!" ( v. 9)</p></li></ul><p><em><mark>1º Terceto: </mark></em></p><ul><li><p>O sujeito poético diz que se arrepende de ter lutado para obter sua mão, se arrependeu de ter corrido atras dela.</p></li></ul><p><em><mark>2º Terceto:</mark></em></p><ul><li><p>O poeta dirige-se a outro cidadão de sua cidade/leitor ( Aretino = pertence aquela cidade ), se ele é do lado da ímpia ( aquele que age com crueldade), ele pede que rasgue seus versos.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 09:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Relação intertextos </title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3473839384</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong><mark>Leitura e análise:</mark></strong></p></li></ol><p><br/></p><p><strong><mark>1º Quadra:</mark></strong></p><ul><li><p>O autor fala o quanto as suas composições são semelhantes ás de Camões, depois de compara ás suas ( "Acho teu fado ao meu, quando os cortejo", V.2), que a causa foi a mesma, perderam o Tejo. Este verso nos faz querer nos perguntar ao que ele quis se referir ao rio, talvez o seu percurso de vida.</p></li></ul><p><strong><mark>2º Quadra:</mark></strong></p><ul><li><p>O poeta refere-se aos sonhos e desejos iguais, que viveu na miséria ( "penúria", v.6 e o sofrimento por amor, que os dois choraram ( "Também carpindo estou, saudoso amante.)</p></li></ul><p><strong><mark>1º Terceto: </mark></strong></p><ul><li><p>O autor diz que engana como ele, que sua sorte não era boa(v.9), com certeza ele iria para o céu e lá teria paz (v.10 e 11).</p></li></ul><p><strong><mark>2º Terceto:</mark></strong></p><ul><li><p>O poeta fala que igual a ele é, só não era igual nos dons de Natureza.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 11:39:42 UTC</pubDate>
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         <title>Relação intertextos</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3473847211</link>
         <description><![CDATA[<ol start="2"><li><p><strong><mark>Leitura e análise:</mark></strong></p></li></ol><p><strong><mark>1º Quadra:</mark></strong></p><ul><li><p>Na primeira quadra o poeta diz que não tem palavras para descrever de tão comovido ele se sentia e que fica de longe a observar.</p></li></ul><p><strong><mark>2º Quadra: </mark></strong></p><ul><li><p>Autor reclama que as suas obras foram entregues a alguém que não as merece (v.5 e 6), que ele é uma inspiração que o autor admira, mas não chega a ser suficiente a ele. (v.7 e 8)</p></li></ul><p><strong><mark>3º Quadra:</mark></strong></p><ul><li><p> Chamar-lhe de génio, de herói mas seria pouco para ele, que era um poeta de um império louco e que ele foi louco por combater e louco ao criar suas obras.</p></li></ul><p><strong><mark>1º Terceto:</mark></strong></p><ul><li><p>O autor quer que Camões entenda que esse poema foi feito por respeito a ele que lhe devia e sua nau que não regressou.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 11:50:48 UTC</pubDate>
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         <title> Relação Intertextos</title>
         <author>ericaasvicente</author>
         <link>https://padlet.com/ericaasvicente/efnzsdfl09xtf22v/wish/3473848583</link>
         <description><![CDATA[<ol start="3"><li><p><mark>Comentário que estabeleça uma relação intertextual com os dois sonetos.</mark></p></li></ol><p>As duas composições, demonstrem respeito a Camões, os dois falam o quando Camões foi uma grande inspiração grande para ambos.</p><p>No soneto de Bocage, ele refere-se quanto é parecido a Camões, o jeito como escreve, seu modo de pensar, a sua história de vida, os seus desejos, sua personalidade, seus sacrifícios, os seus problemas com o amor, ou seja, tudo.</p><p>Neste caso, para Miguel Torga, ele foi uma grande inspiração, que nem havia palavras para descrever, que ele foi algo grande para algo pequeno, ou seja, ele foi alguém importante que aquele país não merecia, que ele merecia mais do que aquilo que recebeu, que chamar-lhe de génio e herói seria pouco e que foi louco por combater e lutar por suas ideias.</p><p>Esse poema que Torga escreveu foi escrito com respeito e tristeza por sua morte.</p><p>Ambos os poemas são escritos para demonstrar o quanto ele foi importante na vida de cada um dos dois, mas podemos ver que mudou a vida dos dois homens de maneiras diferentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 11:53:15 UTC</pubDate>
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