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      <title>STOP by José Roberto Souza Ferreira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-29 08:14:55 UTC</pubDate>
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         <title>O PODER DO MACHO</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"A sociedade investe muito na naturalização deste processo. Isto é, tenta fazer crer que a atribuição do espaço doméstico à mulher decorre de sua capacidade de ser mãe. De acordo com esse pensamento, é natural que a mulher se dedique aos afazeres domésticos, aí compreendida a socialização dos filhos, como é natural sua capacidade de conceber e dar à luz." (2001, p. 09)<br><br>"Igualdade de oportunidade pressupõe a partilha de responsabilidades por homens e mulheres, em qualquer campo de atividade, aí incluso o espaço doméstico." (2001, p.15)</div><div><br>SAFFIOTI, Heleieth. O Poder do Macho. São Paulo: Moderna, 2001.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-29 08:33:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Trata-se da violência como ruptura de qualquer forma de integridade da vítima: integridade física, integridade psíquica, integridade sexual, integridade moral." (2004, p. 17)<br><br>SAFFIOTI, Heleieth. Gênero, Patriarcado, Violência. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2004.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-29 09:04:03 UTC</pubDate>
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         <title>GÊNESE DO RACISMO NO PROCESSO MIGRATÓRIO BRASILEIRO</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"A escravidão foi mais que um sistema econômico, pois na sua essência moldou condutas, definiu desigualdades sociais, fez da  raça/etnia marcadores de diferenças fundantes de conflitos, ordenou etiquetas de mando e obediência e criou uma sociedade condicionada pelo paternalismo e por uma hierarquia estrita, com reflexos indeléveis no ordenamento jurídico do país." (2020, p. 108)<br>&nbsp;<br>ANUNCIAÇÃO, Clodoaldo Silva da; BARBOSA, Claudia de Faria. Gênese do Racismo no Processo Migratório Brasileiro. Revista do Programa de Pós-Graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade, v. 5, n. 10, p. 101-128, Jequié, 2020.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-29 09:32:23 UTC</pubDate>
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         <title>GÊNERO, PATRIARCADO, VIOLÊNCIA</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"O abuso sexual, sobretudo incestuoso, deixa feridas na alma, que sangram, no início sem cessar, e, posteriormente, sempre que uma situação ou um fato lembre o abuso sofrido. A magnitude do trauma não guarda proporcionalidade com relação ao abuso sofrido. Feridas do corpo podem ser tratadas com êxito num grande número de casos. Feridas da alma podem, igualmente, ser tratadas. Todavia, as probabilidades de sucesso, em termos de cura, são muito reduzidas e, em grande parte dos casos, não se obtém nenhum êxito." (2004, p. 18)&nbsp;<br>&nbsp;<br><br>SAFFIOTI, Heleieth. Gênero, Patriarcado, Violência. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2004.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-29 11:34:00 UTC</pubDate>
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         <title>STAND UP - TRILHA SONORA DO FILME HARRIET</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"Eu tenho caminhado com meu rosto virado para o sol."<br><br>"Eu tenho olhos atrás da minha cabeça para o caso de eu ter que correr"<br><br>"<strong>VOCÊ</strong> sabe que eu sou <strong>DECIDIDA</strong>"<br><br>"E eu não me importo se eu perder um pouco de sangue a caminho da salvação e lutarei com a força que tenho até morrer"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 07:34:04 UTC</pubDate>
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         <title>RESENHA DO CAPITULO II: COLONIALIDADE E GÊNERO</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1624540051</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 01:32:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1643840425</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é José Roberto Souza Ferreira. Advogado especializado em Direito Penal e Processo Penal.<br><br>No corrente ano, mestrando do programa de Pós-Graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).<br><br>A pretensão de pesquisa para o programa de Mestrado está voltada a estudar: <strong>A Violência Contra as Mulheres de Diversos Grupos Étnicos Dentro da Pandemia.<br></strong><br>Desde a graduação, a violência contra a mulher é uma temática que chama a minha atenção. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) por exemplo, tinha como título: <strong>DA POSSIBILIDADE DE ALTERAÇÃO DO PROCEDIMENTO CRIMINAL NOS CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL: UMA ANÁLISE SUBSTANCIAL SOBRE O CRIME DE ESTUPRO.</strong> Durante 2(dois) anos fiz estágio na Vara Criminal Especializada em Violência Doméstica e Familiar no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.<br><br>Durante a entrevista para o programa fui questionado pela banca: "Você percebe que há uma violência maior em relação às mulheres negras ou não?". <strong>Ainda não tinha maturidade para responder aquela pergunta.</strong><br><br>Atualmente, mestrando e pesquisador iniciante, tive o primeiro passo dado com a disciplina Tópicos Especiais II. A professora Cláudia Faria Barbosa solicitou um padlet para cada um dos mestrandos. Reconheço, que no inicio, questionei o porquê e como isso seria produtivo em minha caminhada. <strong>Outra imaturidade.</strong><br><br>Após conversas com minha orientadora, e com as discussões realizadas durante as aulas, <strong>e&nbsp; esse padlet solicitado pela professora,</strong> percebo que o "Quem sou eu?" não tem resposta. <strong>A minha identidade está constante construção e reconstrução.</strong> O José que escreve esse texto não o mesmo José que foi aprovado na seleção para o Mestrado.<br><br>Possivelmente este tenha sido um dos objetivos proposto pela doscente: <strong>autoconstrução </strong>. Por algum motivo tenho essa temática de pesquisa. E a medida que aprofundo meus conhecimentos com autores até então desconhecidos, começo a ver também aspectos cimentados em minha personalidade em decorrência de um modelo patriarcal e machista em decorrência de uma criação. <br><br>Então, através dessa constante construção e reconstrução de identidade, a resposta para essa pergunta está diretamente ligada a outra questão: <strong>Quem eu pretendo ser? </strong>Certamente um José mais aberto e flexível para ressignificar o meu olhar sobre o mundo e as pessoas,&nbsp; a começar por mim mesmo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-10 03:08:04 UTC</pubDate>
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         <title>CARTA DE ACEITE</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-10 05:35:02 UTC</pubDate>
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         <title>VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NEGRAS: INFLUÊNCIA DA CULTURA PATRIARCAL BRASILEIRA</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
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         <pubDate>2021-07-10 05:38:13 UTC</pubDate>
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         <title>QUEM FOI HARRIET TUBMAN?</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nasceu escrava. Abolicionista. Participou de missões de resgate para libertação de escravos.<br><br>Durante a Guerra Civil nos Estados Unidos, se ofereceu como espiã para o Exército da União. O Exército da União derrotou o Exército dos Estados Confederados durante a Guerra Civil, período compreendido entre 1861 e 1865.<br><br>A Guerra Civil Americana colocou em lados opostos o sul e o norte do país. Enquanto o "norte" houve uma política de permanência, transformar as terras em seu lar, o "sul" teve uma política de colonização e uso de mão de obra escrava.<br><br>Tubman foi a única mulher que liderou homens durante a Guerra Civil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-10 05:59:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1643986903</link>
         <description><![CDATA[<div>"Após anos vendo telenovelas brasileiras, um indivíduo vai acabar se convencendo de que mulheres negras têm uma vocação natural para o trabalho doméstico." (2019, p. 41)<br><br>"Mulheres negras são consideradas pouco capazes porque existe todo um sistema econômico, político e jurídico que perpetua essa condição de subalternidade, mantendo-as com baixos salários, fora dos espaços de decisão, expostas a todo tipo de violência. Caso a representação das mulheres negras não resultasse de práticas efetivas de discriminação, toda vez que uma mulher negra fosse representada em lugares subalternos e de pouco prestígio social haveria protestos e, se fossem obras artísticas, seriam categorizadas como peças de fantasia. " (2019, p. 43)<br><br>"Para entender as classes em seu sentido material, portanto, é preciso, antes de tudo, olhar para a situação real das minorias. A situação das mulheres negras exemplifica isso: recebem os mais baixos salários, são empurradas para os “trabalhos improdutivos” – aqueles que não produzem mais-valia, mas que são essenciais. Por exemplo, as babás e empregadas domésticas, em geral negras que, vestidas de branco, criam os herdeiros do capital. –, são diariamente vítimas de assédio moral, da violência doméstica e do abandono, recebem o pior tratamento nos sistemas “universais” de saúde e suportam, proporcionalmente, a mais pesada tributação. A descrição e o enquadramento estrutural desta situação revelam o movimento real da divisão de classes e dos mecanismos institucionais do capitalismo. " (2019, p.114)<br><br>ALMEIDA, Silvio de. <strong>Racismo Estrutural</strong>: Feminismos Plurais. São Paulo: Pólen, 2019.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-10 09:07:11 UTC</pubDate>
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         <title>HISTÓRIA ORAL</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1645313594</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o Pretensão de Pesquisa, a metodologia proposta é História Oral.<br><br>Para o estudo dessa Metodologia, é referência José Sebe Bom Meihy que apresenta como um dos principais conceitos de História Oral: "É uma alternativa para estudar a sociedade por meio de uma comunicação feita com o uso de entrevistas gravadas em aparelhos eletrônicos e transformadas em textos escritos." (2015, p. 19)<br><br>Percebe-se o cuidado e a importância de transcrever a entrevista gravada, ou seja a transferência do oral para a escrita. Ademais, ao dizer que é uma "alternativa para estudar a sociedade", denota-se uma função da história oral voltada a um estudo social.<br><br>Ademais, Bom Meihy apresenta em sua obra, dentre os gêneros distintos de história oral, a História Oral de Vida. Sendo ela "decorrentes de narrativas e estas dependem da memória, dos ajeites, contornos, derivações, imprecisões e até das contradições naturais de fala". (2015, p.35)<br><br>Com a História Oral de Vida, haverá um contato com relatos e histórias com mulheres vítimas de violência.<br><br><br>BOM MEIHY, José Carlos Sebe; Holanda, Fabíola. História Oral: Como fazer, como pensar. 2ª. ed. São Paulo: Contexto, 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-12 03:53:41 UTC</pubDate>
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         <title>MADALENA E MIRTES: &quot;POR QUE AS MULHERES NEGRAS SÃO AS ÚLTIMAS DA FILA DEPOIS DE NINGUÉM?&quot;</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1645450752</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"Madalena Gordiano, mulher negra, de 46 anos, que desde os 8 anos de idade era explorada&nbsp; como empregada doméstica,&nbsp; sem&nbsp; recebimento&nbsp; de&nbsp; salário,&nbsp; em&nbsp; um trabalho&nbsp; análogo&nbsp; ao&nbsp; de&nbsp; escrava,&nbsp; em&nbsp; Patos - Minas&nbsp; Gerais. Madalena&nbsp; vivia&nbsp; em reclusão em um apartamento há 38 anos e era impedida até mesmo de andar ao&nbsp; ar livre. Esta situação só foi descoberta após&nbsp; denúncia feita ao Ministério Público do Trabalho." (2021, p.85)<br><br>"Mirtes Souza, mulher negra, empregada doméstica, que assim como muitas outras mulheres nessa condição, se&nbsp; viu&nbsp; obrigada&nbsp; a&nbsp; levar&nbsp; seu&nbsp; filho&nbsp; Miguel&nbsp; Otávio,&nbsp; de&nbsp; cinco&nbsp; anos&nbsp; de&nbsp; idade,&nbsp; para&nbsp; o emprego,&nbsp; pois&nbsp; permaneceu&nbsp; trabalhando,&nbsp; mesmo&nbsp; no&nbsp; período&nbsp; de&nbsp; pandemia&nbsp; de Coronavírus.&nbsp; Em 02 de junho de 2020, seguindo a rotina do seu trabalho, Mirtes foi passear com os&nbsp; cães da família, deixando seu filho aos&nbsp; cuidados&nbsp; da sua patroa, Sari Corte Real, que de maneira negligente o deixou sair sozinho do apartamento e acessar o elevador do edifício de luxo que mora em Recife, do qual a criança acabou caindo do nono andar e faleceu." (2021, p. 86)<br><br>Ambos os casos apresentados tratam de violência contra a mulher negra. E o presente artigo tem o intuito de responder a seguinte questão: "Como podemos perceber a influência da memória coletiva de grupos da elite branca brasileira sobre a comunidade negra?" (2021, p. 87).&nbsp;</div><div><br>O artigo trabalha com memória coletiva, que segundo as autoras "devem ser analisadas levando em consideração o contexto social, que é base para sua reconstrução, haja vista que as memórias de um sujeito não são apenas suas, as lembranças não existem isoladamente, estão ligadas a um grupo social." (2021, p. 88). Ou seja, a memória coletiva é uma ferramenta que demonstra como o grupo é representante do passado.</div><div><br><br>CUNHA, Tânia Rocha de Andrade; GOMES, Marília do Amparo Alves. Madalena e Mirtes: Por que as mulheres negras são as últimas da fila depois de ninguém? Revista do Programa de Pós-Graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade, v. 6, n. 01, p. 84-108, Jequié, 2021.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-12 05:16:13 UTC</pubDate>
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         <title>IDENTIDADE CULTURAL NA PÓS-MODERNIDADE</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1645541442</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Stuart Hall apresenta três conceitos de identidade. Dentre elas está o Sujeito Pós-Moderno, que para o autor: está "conceptualizado como não tendo uma identidade fixa, essencial ou permanente. A identidade torna-se uma "celebração móvel": formada e transformada continuamente em relação às formas pelas quais somos representados ou interpelados nos sistemas culturais que nos rodeiam." (2006, p.12)<br><br>HALL, Stuart. <strong>A identidade cultural na pós-modernidade</strong>. Traduzido por: Tomaz Tadeu da Silva e Guaracira Lopes Louro. 9ª ed. Rio de Janeiro: DP&amp;A, 2004.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-12 06:13:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1645716467</link>
         <description><![CDATA[<div>O pensamento decolonial procura reconhecer a autenticidade cultural, política e ideológica, referindo-se também à um pensamento livre de qualquer tipo preconceito, bem como afastamento do pensamento colonizador.<br><br>HOLLANDA, Heloísa Buarque de (org.). <em>Pensamento Feminista Hoje: Perspectivas Decoloniais.</em> Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-12 09:05:21 UTC</pubDate>
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         <title>CONCEITOS TRABALHADOS DENTRO  DO PROGRAMA DE RELAÇÕES ÉTNICAS E CONTEMPORANEIDADE</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1647018394</link>
         <description><![CDATA[<div>Fomos questionados sobre o que poderia ser trabalhado dentro do programa de Relações Étnicas e Contemporaneidade, pelo fato de ser um programa interdisciplinar. Apresentamos nossas ideias e essa imagem é perfeita porque reúne os pontos centrais dos projetos&nbsp; dos mestrandos do PPGREC 2021.1.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 03:38:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DIFERENÇA E DESIGUALDADE</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1647036715</link>
         <description><![CDATA[<div>A desigualdade acarreta em circunstâncias que privilegia alguém. Por outro lado, a diferença diz respeito a individualidade  de cada um.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 03:48:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1647059253</link>
         <description><![CDATA[<div>A professora Cláudia contou um pouco de sua trajetória, bem como qual foi a sua dissertação (Famílias, pressupostos ara a política local: sombra ou alicerce?). <br><br>Interessante como propostas diferentes podem ter um ponto de encontro. Dentre as questões geradoras da dissertação da professora Cláudia, destaco: <strong>"E por que a mulher “não pode” ter capacidades para exercer<br>cargos políticos?"</strong><br><br>Quando ela apresenta esse questionamento, percebo uma sobreposição do homem em relação a mulher, tal qual aborda Safiotti na obra "O Poder do Macho". Essa inferiorização da mulher no campo político é uma extensão da violência que ocorre dentro do ambiente familiar, cimentando a figura do homem como o "chefe do lar", uma figura autoritária e inquestionável.<br><br>Seria então a família uma representação da própria sociedade em que apenas os homens são capazes de comandar?<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 04:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1649973609</link>
         <description><![CDATA[<div>A disciplina é ministrada pela discente Cláudia Faria Barbosa. Estamos quase encerrando o semestre e como atividade avaliativa foi solitado um padlet. Através dele eu devo transmitir meus pensamentos, minha identidade e relacionar também com as discussões em sala de aula.&nbsp;<br><br>Chegando ao final, começo a lembrar do começo. Além de uma autoconstrução, começo a entender que a proposta da disciplina também foi exercitar a capacidade de criticar e questionar, não só a sociedade, mas a si próprio também.<br><br>&nbsp;Interligar uma disciplina e o projeto de pesquisa não é uma tarefa fácil, mas prazerosa.<br><br>Acredito que essa seja a "coluna" mais importante do padlet porque tentarei fazer uma breve explanação sobre o caminhar da disciplina, bem como a sua contribuição em mim, como ser humano e pesquisador inicial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-14 23:49:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1650035582</link>
         <description><![CDATA[<div>Consegui elaborar, juntamente com a colega Thailane Souza Silva Brito e a nossa orientadora Maria de Fátima de Andrade Ferreira um artigo que foi submetido e apresentado no VIII CONGRESSO BAIANO DE PESQUISADORXS NEGRXS. <br><br>Para a elaboração desse artigo, lembrei de uma das aulas, que foi solicitado aos mestrandos a leitura de um artigo de autoria da professora Cláudia, publicado na Revista ODEERE: <strong>GÊNESE DO RACISMO NO PROCESSO MIGRATÓRIO BRASILEIRO.</strong><br><br>O ponto chave é: através dessa leitura ("para casa") e das discussões em sala de aula, eu pude ter uma noção de como começar.<br><br>A apresentação foi hoje (14 de Julho de 2021). Colocarei em anexo o slide que elaborei, tendo minhas ideias formuladas a partir daquela (Aula 06 - 06 de Maio de 2021).<br><br>Agradeço por todo conteúdo e conhecimento transmitido. Foi de extrema importância. Obrigado professora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 00:23:26 UTC</pubDate>
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         <title>PESQUISA</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1650587902</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A disciplina optativa passou, durante o semestre, o modo como se dá a construção de uma pesquisa.<br><br>Dizer que a pesquisa "indica a necessidade da educação ser questionadora e do indivíduo saber pensar", coloca em pauta uma reconstrução de um modelo social.<br><br>"Uma história que permita o sujeito participar/intervir na sociedade".<br><br>Qual a relevância da minha pesquisa? De que modo poderei contribuir para a sociedade? A pretensão de pesquisa que pretendo apresentar, possui relevância social?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 04:02:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O QUE É PESQUISA?</title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1650611183</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"Somente se inicia se existir uma pergunta, uma dúvida para qual se quer buscar a resposta".<br><br>"Procurar resposta para algo"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 04:17:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joserobertosouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joserobertosouzaferreira/stop/wish/1700887247</link>
         <description><![CDATA[<div>Como atuam as Redes de Proteção no combate à violência intrafamiliar principalmente no que tange a violência sofridas por mulheres negras?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-27 14:26:49 UTC</pubDate>
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