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      <title>Meu padlet: pense, crie e compartilhe by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-20 19:30:31 UTC</pubDate>
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         <title>O meu livro preferido</title>
         <author>silviamacorreia</author>
         <link>https://padlet.com/silviamacorreia/eexve4jwy3xlq487/wish/3178208593</link>
         <description><![CDATA[<p>Já li muitos livros de que gostei muito, mas atualmente sou fã do escritor português Pedro Chagas Freitas. Ao lêr os seus livros, fico com a sensação de que o autor parece um psicólogo, que nos explica que a vida, por vezes é complicada, porque nós a vemos assim, ou porque queremos mais e sempre mais<strong>. </strong>O livro<strong> "A Raridade das Coisas Banais"</strong>, de Pedro Chagas Freitas, é um exemplo disso mesmo: a beleza dos momentos simples e cotidianos da vida, aqueles que muitas vezes passam despercebidos, são os mais importantes. É muito importante valorizar as pequenas coisas, pois são elas que fazem a vida valer a pena: o carinho entre as pessoas, as pequenas conquistas, o tempo que passamos com quem amamos.</p><p><br/></p><p>Quem quiser conhecer este autor deixo aqui link de uma pequena conversa do porquê da escrita e como a vê:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/R4xx6AbwvE4?feature=shared">https://youtu.be/R4xx6AbwvE4?feature=shared</a></p><p><br/></p><p>Segue entrevista ao autor nacional, que aumentou a minha admiração por ele: </p><p><strong><mark>Começando pelo final, o que é que o leva a sentir que</mark><em><mark> A Raridade das Coisas Banais</mark></em><mark> é o seu melhor romance?</mark></strong></p><p><br/></p><blockquote><p>Tudo, basicamente! Tudo aquilo que eu acredito que deve ter um romance, está neste livro e acho mesmo que não consigo fazer melhor, é melhor não mexer!</p></blockquote><p><br/></p><p><strong><mark>E o que é que deve ter um romance?</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></p><blockquote><p><br/></p><p>Deve, acima de tudo, ter a capacidade de envolver os leitores, de os fazer identificar-se com o que está escrito e este livro tem estas características. Uma vez que conta a história de uma criança que depois deixa de o ser e retrata todas as fases inerentes ao crescimento. Neste livro vemos representados todos os tipos de amor, de problemas que vamos tendo ao longo do nosso caminho, os dilemas das escolhas… e por isso eu não quero mexer mais.&nbsp;</p><p>É uma história que tem em si, grande parte daquilo que nós, habitualmente, definimos como essencial para a nossa vida. Por outro lado, enquanto o estava a escrever, senti que o livro estava a sair de um lugar diferente do habitual e eu sou contra as teorias da inspiração, mas depois de o ter escrito até me perguntei: “De onde é que isto veio?”. &nbsp;</p></blockquote><p><br/></p><p><strong><mark>Porque é que as coisas banais são raras? O que é que define como banal, sendo que o significado é tão subjetivo.</mark></strong></p><p><br/></p><blockquote><p>Há duas formas de entendermos isto: Uma é pensarmos em todas as coisas que considerávamos banais no nosso dia a dia e que, com a pandemia percebemos o quão raras eram as coisas que considerávamos banais. A segunda forma é pensando que com o nosso envelhecimento, vamos perdendo e ganhando oportunidades e, começamos a perceber quão raras são as coisas que vamos perdendo, e começamos, por isso, a dar-lhes valor e esta banalidade deixa de existir. É como diz o velho ditado,<em> “Só damos valor às coisas quando as perdemos”.</em> Temos de ter a capacidade de olhar para o presente como algo valioso, apesar de ser banal e este livro é sobre isso.</p></blockquote><p><br/></p><p><strong><mark>Enquanto autor pensa este um livro como uma celebração da banalidade das coisas que fazem parte da nossa existência ou chama-nos à atenção para certas banalidades que, com o ruído do dia a dia, tendemos a esquecer?</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></p><p><br/></p><blockquote><p>É tudo isso. É olhar para o que já tivemos e perceber que não aproveitámos devidamente e ao mesmo tempo, estarmos prontos e dispostos a aproveitar devidamente o que vem aí. Hoje em dia, estamos tão focados nas coisas grandes, nos grandes objetivos, em sermos os melhores da nossa empresa, da nossa rua, que tendemos a esquecer as coisas pequeninas que também são importantes e isto também é humano. Só quando vemos estas coisas pequenas postas em causa é que percebemos a grandeza das coisas que julgávamos serem pequenas. O segredo é tentar dar esta dimensão às coisas banais.&nbsp;&nbsp;</p><p><br/></p></blockquote><p><strong><mark>Este livro transmite inúmeras mensagens, aborda diversos temas que, podem depender da interpretação de quem o lê. Quando escreveu este livro tinha o propósito de falar nestes temas? Pretendia que o leitor viajasse até ao âmago da sua existência? </mark><em><mark>“Há tantas pessoas com vergonha de serem pessoas”.</mark></em></strong><mark>&nbsp;</mark></p><p><br/></p><blockquote><p>Eu tenho um filho criança e esta abordagem límpida, honesta e de descoberta constante e inalcançável entrou na minha vida e assim surgiu a minha necessidade de escrever sobre ela. O Pechimperé (personagem do livro) é uma personagem que surge num pequeno conto do livro <em>Prometo Perder </em>e eu quis dar mais vida a esta personagem. Quis também criar o verbo <em>Pechimperar, </em>que representa a transformação de qualquer coisa que nos acontece em algo valioso e o livro nasce da necessidade de contar a história desta personagem. Normalmente, nos livros que eu escrevo, defino e organizo as personagens e faço este esquema todo, mas este livro saiu-me totalmente das mãos! O Pechimperé resolveu brincar também comigo e o mapa que eu tinha teve de ser totalmente alterado, também o final não foi o planeado. Até nisto, este livro foi diferente!&nbsp;</p></blockquote><p><br/></p><p><strong><mark>Muitos psicólogos utilizam o seu livro com base de trabalho. O que é que isto o faz sentir?&nbsp;</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></p><p><br/></p><blockquote><p>Fico muito feliz e é muito interessante, porque dá-me perspetivas diferentes do que eu escrevi. Quando eu falo com psicólogos que me dizem: “é isto que eu faço nas minhas sessões, e é esta a abordagem que eu tento transmitir e com esta história escrita numa linguagem mais simples, acaba por ser comunicado de uma forma mais eficaz.” Recebo também mensagens de pessoas muito gratificantes, deixa-me muito contente, mas de facto foi sem querer, eu não quis escrever um livro para ensinar as pessoas a fazer alguma coisa, não tinha esta perenção, mas esta história por ela mesma acaba por ser uma lição, até para mim. Sinto que estou uma melhor pessoa por ter escrito este livro.&nbsp;&nbsp;</p></blockquote><p><br/></p><p><strong><mark>Falou, numa entrevista, no seu filho e no quanto ele o inspirou para escrever esta obra. Sente que este livro pode ser visto como uma prenda para as novas gerações? Uma oportunidade para que eles saibam que não somos todos iguais, coerentes, metódicos que errar é normal, falhar é humano e está tudo bem com isso.</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></p><p><br/></p><blockquote><p>Não diria uma prenda, mas se eu fui capaz de ficar melhor ao ler este livro e se recebo diariamente mensagens de pessoas que me dizem que conseguem encarar melhor o que lhes acontece e que se sentem melhor, depois de lerem este livro, acho que sim, que podemos vê-lo desta forma. Este não é um livro com um público definido, aliás, nenhum dos meus livros tem um público pré-definido. É sempre imprevisível a reação do público.&nbsp;&nbsp;</p></blockquote><p><br/></p><p><strong><mark>Há também quem compare </mark><em><mark>A Raridade das Coisas Banais com o Principezinho, </mark></em><mark>concorda com esta comparação?</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></p><p><br/></p><blockquote><p>Em primeiro lugar é uma enorme comparação, que me deixa muito feliz, afinal <em>o Principezinho</em> é uma obra eterna, percebo a comparação pela atmosfera, sobretudo do início do livro, e pela voz narrativa que o livro tem, quem ler até ao final, acredito que possa mudar de opinião, mas não é algo objetivo. Mas também há quem faça outras comparações, por exemplo com o filme A Vida é Bela, acredito que esta comparação seja sobretudo pela capacidade que nós temos em transformar algo dramático numa coisa menos pesada, criar um refúgio dentro da nossa própria cabeça, um lugar mais harmonioso e respirável.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p></blockquote><p><br/></p><p><strong><mark>Enquanto autor escreve o que sente que o mundo precisa de ouvir ou o que enquanto pessoa precisa de afirmar perante o mundo e quem o lê?</mark></strong><mark>&nbsp;</mark></p><p><br/></p><p>Quando escrevo, não estou a pensar na mensagem, nem no que eu pretendo transmitir. Eu quero contar uma história ou uma personagem e depois de a contar, o que as pessoas fazem com ela ou como a interpretam, já não está nas minhas mãos, Já li de vários leitores, diversas interpretações sobre o final do livro e são todas válidas, apesar da grande maioria eu nem sequer ter pensado nelas, a interpretação depende sempre de quem lê e parte da magia é essa.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong><em>Entrevista Pedro Chagas Freitas | A Raridade das Coisas Banais: Afinal, o banal é raro?</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-20 21:36:34 UTC</pubDate>
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         <title>A minha apresentação</title>
         <author>silviamacorreia</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá. Em primeiro lugar quero dar o meu agradecimento a todos os docentes e intervenientes desta UC, bem como a todos os colegas de curso, com os quais interajo nos fóruns da UC...desculpem lá qualquer coisinha. Sou Sílvia Correia,  tenho 48 anos e sou natural e residente em Castelo de Paiva. Casada, tenho um filhote de 10 anos, o  Duarte. Exerço funções desde 1997 na área da Educação, em áreas como Pessoal Docente e Não Docente,  alunos, SASE e contabilidade. Quem trabalha numa escola tem que estar apto a fazer de tudo um pouco. Resolvi, tentar ingressar na Universidade Aberta, pois é a única que me permite prosseguir com os meus estudos, uma vez que não existem barreiras geográficas, tendo contudo acompanhamento. Consegui entrar no curso que quero, e assim pretendo evoluir bastante a nível pessoal, porque realmente estou a precisar, sinto que estagnei no tempo, e como é evidente a nível profissional. Gostava imenso de interagir com os nossas crianças/jovens, no sentido de ajudar a criar uma sociedade melhor do a que temos tido ultimamente. Mas para isso é preciso adquirir ferramentas, conhecimentos, que neste momento este curso já me deu alguns, como por exemplo, para uma sociedade mais justa não é só necessário a igualdade de oportunidades, mas também a equidade, ou seja, dou o mesmo livro para analisar a dois alunos; mas se um tem possibilidade de utilizar o modo de pesquisa num computador com ligação à internet e o outro não tem, onde fica a equidade... Como vêm com 48 anos ainda posso evoluir e ajudar os outros. Neste padlet vão ficar a perceber um bocadinho sobre a minha maneira de estar na vida. Para mim estar rodeada de tudo o que for verdadeiro, sentido, é  realmente o mais importante. Sentirmo-nos amados, protegidos sabe muito bem, e amar e proteger também é muito gostoso.</p><p>Cumprimentos para todos </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-21 17:27:59 UTC</pubDate>
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         <title>A minha música preferida</title>
         <author>silviamacorreia</author>
         <link>https://padlet.com/silviamacorreia/eexve4jwy3xlq487/wish/3179958789</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta canção transmite uma poderosa mensagem sobre a dor da perda, a saudade e o amor incondicional, destacando a dificuldade de superar o vazio deixado por alguém insubstituível: UMA MÃE. Por mais que possamos dizer, a minha mãe é isto, é aquilo, não me deixa fazer nada... Agora que também sou mãe,  ( fui mãe com 36 aninhos) percebo que ninguém conhece um filho como a sua mãe, ninguém quer o melhor para o seu filho que a sua mãe. Quando não temos os nossos filhos connosco nunca estamos tranquilas. Pelo menos comigo é assim. Um amor incondicional, o cuidado a proteção, o ensinar, a paciência, a resiliência;  uma jornada repleta de emoções, desafios e recompensas. Não há substituição possível. Mãe há só uma. Esta cantora, segundo as redes sociais, cometeu o suicídio, por nunca ter conseguido ultrapassar a morte de um filho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-21 17:44:50 UTC</pubDate>
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         <title>O meu filme preferido</title>
         <author>silviamacorreia</author>
         <link>https://padlet.com/silviamacorreia/eexve4jwy3xlq487/wish/3179971383</link>
         <description><![CDATA[<p>Fidelidade máxima. Vocês devem estar a dizer, que lamechas esta moça é. Valorizo tudo o que é sincero, honesto, puro. O filme <strong>"Sempre ao Teu Lado" (Hachiko: A Dog's Story)</strong>, baseado em uma história real, transmite uma poderosa mensagem sobre <strong>lealdade, amor incondicional e devoção</strong>. A história gira em torno de Hachiko, um cão da raça Akita, que demonstra uma fidelidade comovente ao seu dono, mesmo após a sua morte. A lealdade, quando verdadeira,  vai para além da vida e da morte. Lindo este filme. Escusado será dizer que quando o vejo  no final... pois é, choro sempre.</p><p>Segue link de entrevista Richard Gere <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/v29ZsLoZPd8?feature=shared">https://youtu.be/v29ZsLoZPd8?feature=shared</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=UFY8vW5IedY" />
         <pubDate>2024-10-21 17:52:57 UTC</pubDate>
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