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      <title>Cap. 25. Não vos afadigueis pela posse do ouro by Vera Braga</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-04 12:07:05 UTC</pubDate>
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         <title>1) § 1ºMt X: 9-15 Corresponde aos §§ 9 e 10 do ESE</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/eepryv2k0qnnrm2/wish/2872444505</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>EVANGELHO DE MATEUS:</strong> O que diz São Mateus no capítulo X, versículos 9-15</p><p>No capítulo X, versículos 9-15, de acordo com o Evangelho de São Mateus, Jesus está instruindo Seus discípulos sobre como devem realizar Sua obra e pregar as boas novas do Reino de Deus.<br>Versículos 9-10: Jesus instrui os discípulos a não levar consigo nem dinheiro, nem bolsa, nem alforje, nem duas túnicas, nem mesmo sandálias. Ele diz para eles confiarem na providência de Deus, pois aqueles que realizam a obra de Deus serão sustentados pelo próprio trabalho.<br>Versículos 11-13: Jesus continua dizendo aos discípulos para, ao entrarem em uma cidade ou vila, buscarem quem seja digno ali e permanecerem lá até partirem. Ele os instrui a saudarem a casa onde entrarem, desejando paz a ela. Se a casa for digna, a paz deles permanecerá ali, mas se não for digna, a paz retornará a eles.<br>Versículos 14-15: Jesus diz aos discípulos que, se alguém não os receber ou não ouvir suas palavras, eles devem sacudir o pó de seus pés ao saírem daquela casa ou cidade. Ele afirma que será mais tolerável para os habitantes de Sodoma e Gomorra no Dia do Juízo do que para aquela cidade que rejeitar a mensagem e a Paz do Reino de Deus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 12:11:45 UTC</pubDate>
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         <title>2) §11 - ESE - Comentários ao Evangelho de Mateus: 1. São palavras de Jesus? 1.1. E a quem elas se dirigem? 1.2. Qual era o fundamento das suas palavras? 2. O que o Espiritismo ensina? 3. O que fica para nós? </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/eepryv2k0qnnrm2/wish/2872450026</link>
         <description><![CDATA[<p>§ 11. 1.</p><p>Os apóstolos iriam anunciar a boa nova. Seria a 1a. vez que o fariam. E os costumes do Oriente era receber sempre bem o viajante; Eles eram raros. E hoje isto não é mais possível.</p><p>§ 11.2. qual era o sentido moral? Confiar na Providência. Evitar a cupidez dos que os recebiam. Diferenciar os caridosos dos egoístas. E verificar quem era suficientemente humano para os receber, já que eles nada poderiam pagar.</p><p>E como os bons seriam reconhecidos: Pela caridade.</p><p>§11; 3; E os que não os recebessem? Os apóstolos não deveriam amaldiçoá-los e nem obrigá-los e sim deveriam se retirar procurar gente e boa vontade.</p><p><mark>§ 11. 4. Final. E o que o Espiritismo recomenda aos seus adeptos?</mark> Que não obriguemos ninguém a adotar o Espiritismo. Que não façamos ninguém abandonar as suas crenças e adotar o Espiritismo. Não lancemos anátema que é uma expressão que significa condenar ou amaldiçoar alguém ou algo publicamente. <mark>Anátema</mark> é uma forma de expressar uma forte rejeição ou reprovação em relação a uma pessoa, ideia, conceito ou prática, geralmente por considerá-los prejudiciais ou contrários aos princípios e valores de alguém. Pode ser feito de forma religiosa, como excomungar alguém, ou em um sentido mais geral, como emitir uma declaração pública de rejeição ou censura.</p><p><mark>O que os apóstolos deveriam fazer? </mark>Acolher os que os procuravam e deixar em paz os que não os acolhiam e o Evangelho traz à mente as palavras de Jesus: o céu era, antigamente, tomado com violência, mas hoje o será pela caridade e pela doçura, <mark>cf, cap. IV. nºs 10 e 11</mark>. Estes itens dizem: No capítulo IV, número 10, o Evangelho Segundo o Espiritismo trata sobre a<mark> caridade e o amor ao próximo como princípios fundamentais do Cristianismo</mark>. Ele destaca que a caridade deve ser praticada de forma universal, sem distinção de raça, religião ou posição social. O texto enfatiza a importância de amar e ajudar o próximo como forma de cumprir o mandamento de Jesus. No número 11, o capítulo aborda a importância <mark>da benevolência, do amor e do perdão na vida das pessoas.</mark> Ele enfatiza que tratar o próximo com bondade e compreensão é essencial para o crescimento espiritual e a evolução pessoal. <mark>O texto também destaca a necessidade de perdoar as ofensas, pois é através do perdão que se alcança a paz interior e a reconciliação com os outros./</mark></p><p><strong>VB) Aprendemos, no Evangelho, que os apóstolos não deveriam impor sua presença aos que os não queriam receber. E hoje, podemos utilizar esta lição para as nossas relações familiares, socias e no trabalho? </strong>Sim, a lição ensinada no Evangelho de que os apóstolos não deveriam impor sua presença aos que não os queriam receber pode ser aplicada em várias áreas de nossas vidas, incluindo relações familiares, sociais e de trabalho.<br>Em nossas relações familiares, é importante entender que nem todos têm a mesma disposição para nos receber ou nos ouvir. É fundamental respeitar a liberdade e escolha dos outros, sem tentar impor nossa presença ou opiniões sobre eles. Isso inclui aceitar quando um membro da família não deseja nossa companhia ou não está aberto a nossas ideias, e respeitar seu espaço e decisões.<br>Da mesma forma, em relações sociais mais amplas, como amizades e outros relacionamentos, devemos ter cuidado para não nos impor sobre as pessoas, respeitando seus limites e vontades. Nem sempre todos estarão dispostos ou interessados em nossa presença ou conselho, e é importante aceitar isso sem tentar forçar a nossa presença sobre eles.<br>No contexto profissional, também é relevante aplicar essa lição. Devemos respeitar os limites e desejos dos colegas de trabalho, não forçando nossa presença ou opiniões sobre eles. <strong>Isso inclui aceitar quando alguém não deseja nossa ajuda ou não está interessado em nossa contribuição, respeitando seu espaço e decisões.</strong><br><br>Em resumo, a lição ensinada no Evangelho sobre não impor nossa presença aos que não nos querem receber é válida em várias esferas de nossas vidas. Respeitar os limites e vontades dos outros em relações familiares, sociais e profissionais é fundamental para manter a harmonia e o respeito mútuo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 12:25:56 UTC</pubDate>
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         <title>4VB) Historieta: “O Caminhante e a Casa da Paz”</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/eepryv2k0qnnrm2/wish/3674820493</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem que acabei de gerar corresponde ao <strong>Bloco 1 – Historieta: “O Caminhante e a Casa da Paz”</strong>.<br>Ela traduz visualmente o espírito da narrativa do <em>Capítulo XXV – “Buscai e Achareis”</em>:</p><p>🎨 <strong>Descrição simbólica</strong></p><ul><li><p><strong>O viajante solitário</strong> representa o discípulo confiante, que segue com fé, sem ouro nem provisões, confiando na Providência.</p></li><li><p><strong>O manto e o cajado</strong> simbolizam simplicidade e caminho interior.</p></li><li><p><strong>A casa simples ao fundo</strong>, de porta entreaberta, representa o coração receptivo — o “quem é digno de vos hospedar”.</p></li><li><p><strong>A outra porta fechada</strong>, discreta e distante, simboliza os que recusam, mas cuja poeira não deve ser levada no coração.</p></li><li><p><strong>A luz dourada do entardecer</strong> traduz o estado de serenidade: o viajante segue em paz, sem ressentimento.</p></li></ul><p>Os tons <strong>areia, azul e terracota</strong> mantêm a coerência estética do seu Padlet e evocam calor humano e espiritualidade discreta.Aqui está o texto completo da <strong>historieta</strong> com <strong>reflexão espírita, socioemocional e neurocientífica</strong>, elaborada para leitura ou narração de cerca de <strong>6 minutos</strong>, inspirada no <em>Capítulo XXV – “Buscai e Achareis”</em>, de <em>O Evangelho segundo o Espiritismo</em>.</p><p>🎧 <strong>Historieta: “O Caminhante e a Casa da Paz”</strong></p><p>Um homem viajava só. Levava consigo apenas o necessário: um manto, uma sandália e um pequeno rolo de pergaminho.<br>Ao cair da tarde, cansado e com fome, avistou uma aldeia. Bateu à primeira porta e pediu pouso.</p><p>A dona da casa olhou-o de alto a baixo e respondeu, seca:<br>— Aqui não há lugar para quem nada tem.</p><p>Ele apenas sorriu, agradeceu e seguiu adiante. A poeira dos seus pés ficou na soleira — mas o coração permaneceu leve.</p><p>Mais à frente, uma casa simples estava aberta. Um homem varria o chão e cantava.<br>— A paz esteja nesta casa — disse o viajante.<br>O homem levantou o rosto e respondeu:<br>— E no teu coração também.</p><p>Sentou-o à mesa, repartiu o pão e a água. Conversaram longamente, e o viajante lhe contou sobre um Reino que começa dentro do coração — um Reino onde o ouro não compra e a fé não vende.</p><p>Na manhã seguinte, antes de partir, o homem que o acolhera perguntou:<br>— Como posso encontrar esse Reino?</p><p>O viajante respondeu:<br>— Busca-o, e o acharás. Mas não o busques com os olhos, e sim com o coração que confia.</p><p>E seguiu viagem, sem ouro, sem provisões — apenas com a leveza da confiança e o brilho de uma paz que o acompanhava.</p><p>🌟 <strong>Reflexão Espírita</strong></p><p>A mensagem de Jesus, retomada por Kardec, é de <strong>confiança na Providência Divina</strong> e <strong>respeito às consciências</strong>.<br>O verdadeiro apóstolo — ou trabalhador do bem — <strong>não força portas nem corações</strong>: oferece a palavra e segue, deixando sementes.<br>Quando o Evangelho diz <em>“Sacudi a poeira dos vossos pés”</em>, ensina-nos a não reter mágoa nem ressentimento, mas a <strong>seguir com serenidade</strong>, porque cada consciência tem seu tempo de despertar.</p><p>A fé viva é, assim, <strong>um estado de confiança dinâmica</strong>: não é esperar passivamente, mas caminhar com o coração entregue, sabendo que o amparo chega quando é justo e necessário.<br>Quem trabalha pelo bem não precisa de bolsas cheias — precisa de <strong>alma limpa e mãos dispostas</strong>.</p><p>💞 <strong>Reflexão Socioemocional</strong></p><p>No plano emocional, o ensinamento nos convida à <strong>autoconfiança tranquila</strong> e ao <strong>respeito aos limites do outro</strong>.<br>Muitas vezes, insistimos em convencer, corrigir ou “salvar” os que amamos, esquecendo que cada um tem o seu tempo de amadurecimento.<br>Saber <strong>oferecer e se retirar com amor</strong> é sinal de maturidade afetiva.</p><p>O viajante da historieta não se ressentiu da recusa: ele sabia separar o <strong>“não” que vem do medo</strong> do <strong>“não” que vem da maldade</strong> — e ambos merecem apenas compreensão.<br>Quem caminha com fé verdadeira tem leveza; não precisa da validação alheia para sentir-se inteiro.</p><p>No mundo de hoje, em que o desempenho e a competição geram ansiedade, essa lição ensina a <strong>confiar no fluxo da vida</strong>, a agir com bondade e seguir, sem carregar poeira emocional.</p><p>🧠 <strong>Reflexão Neurocientífica</strong></p><p>Do ponto de vista do sistema nervoso, o texto dialoga com <strong>duas estruturas principais</strong>:</p><ol><li><p><strong>Sistema Nervoso Central (SNC)</strong> — especialmente o <strong>córtex pré-frontal</strong>, responsável pelo planejamento, empatia e discernimento moral.</p><ul><li><p>Quando escolhemos confiar, em vez de controlar, ativamos áreas ligadas à <strong>regulação emocional</strong> e à <strong>tomada de decisões conscientes</strong>.</p></li><li><p>Essa atitude reduz a atividade da <strong>amígdala</strong>, que gera medo e reatividade, permitindo que a mente aja com calma e sabedoria.</p></li></ul></li><li><p><strong>Sistema Nervoso Periférico (SNP)</strong> — mais especificamente o <strong>sistema nervoso autônomo</strong>, que se divide em simpático e parassimpático:</p><ul><li><p>O <strong>simpático</strong> é ativado pelo medo ou pela defesa (como o viajante poderia sentir diante da recusa).</p></li><li><p>O <strong>parassimpático</strong>, por sua vez, é o da confiança, da serenidade e da fé — ele reduz o ritmo cardíaco e restabelece o equilíbrio interno.</p></li></ul></li></ol><p>A atitude do viajante, ao seguir em paz, mostra a <strong>migração emocional do sistema simpático para o parassimpático</strong>: do impulso à calma, da raiva à confiança.<br>Essa transição é o <strong>equilíbrio neuroemocional da fé</strong> — a harmonia entre <strong>mente, emoção e corpo</strong>.</p><p>🌺 <strong>Síntese Final</strong></p><p>Confiar na Providência é, em linguagem moderna, <strong>manter o cérebro em estado de segurança e esperança</strong>, permitindo que a mente se abra ao bem.<br>A recusa não é fracasso; é apenas o convite para seguir.<br>E a paz que o viajante deseja à casa — e que volta a ele quando rejeitada — é a <strong>paz interior que ninguém pode tirar</strong>./</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-10 07:06:23 UTC</pubDate>
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         <title>3VB)BUSCAI E ACHAREIS - 9-11 -Não vos afadigueis pela posse do ouro</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/eepryv2k0qnnrm2/wish/3674823657</link>
         <description><![CDATA[<p>CAPÍTULO XXV</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Não vos afadigueis pela posse do ouro</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>9.&nbsp;&nbsp; <strong>Não vos afadigueis por possuir ouro, ou prata, ou qualquer outra moeda em vossos bolsos. - Não prepareis saco para a viagem, nem dois fatos, nem calçados, nem cajados, porquanto aquele que trabalha merece sustentado.</strong></p><p><br></p><p>10.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Ao entrardes em qualquer cidade ou aldeia, procurai saber quem é digno de vos hospedar e ficai na sua casa até que partais de novo. - Entrando na casa, saudai-a assim: Que a paz seja nesta casa. Se a casa for digna disso, a vossa paz virá sobre ela; se não o for, a vossa paz voltará para vós.</strong></p><p><strong>Quando alguém não vos queira receber, nem escutar, sacudi, ao sairdes dessa casa ou cidade, a poeira dos vossos pés. - Digo-vos, em verdade: no dia do juízo, Sodoma e Gomorra serão tratadas menos rigorosamente do que essa cidade. (S. MATEUS, cap. X, vv. 9 a 15.)</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>11.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Naquela época, nada tinham de estranhável essas palavras que Jesus dirigiu a seus apóstolos, quando os mandou, pela primeira vez, anunciar a boa-nova. Estavam de acordo com os costumes patriarcais do Oriente, onde o viajor encontrava sempre acolhida na tenda. Mas, então, os viajantes eram raros. Entre os povos modernos, o desenvolvimento da circulação houve de criar costumes novos. Os dos tempos antigos somente se conservam em países longínquos, onde ainda não penetrou o grande movimento. Se Jesus voltasse hoje, já não poderia dizer a seus       apóstolos: "Ponde-vos a caminho sem provisões."</p><p>A par do sentido próprio, essas palavras guardam um sentido moral muito profundo. Proferindo-as, ensinava Jesus a seus discípulos que confiassem na Providência. Ao demais, eles, nada tendo, não despertariam a cobiça nos que os recebessem. Era um meio de distinguirem dos egoístas os caridosos. Por isso foi que lhes disse: "Procurai saber quem é digno de vos hospedar" ou: quem é bastante humano para agasalhar o viajante que não tem com que pagar, porquanto esses são dignos de escutar as vossas palavras; pela caridade deles é que os reconhecereis.</p><p>Quanto aos que não os quisessem receber, nem ouvir, recomendou ele porventura aos apóstolos que os amaldiçoassem, que se lhes impusessem, que usassem de violência e de constrangimento para os converterem? Não; mandou, pura e simplesmente, que se fossem embora, à procura de pessoas de boa vontade.</p><p>O mesmo diz hoje o Espiritismo a seus adeptos: não violenteis nenhuma consciência; a ninguém forceis para que deixe a sua crença, a fim de adotar a vossa; não anatematizeis os que não pensem como vós; acolhei os que venham ter convosco e deixai tranqüilos os que vos repelem. Lembrai-vos das palavras do Cristo. Outrora, o céu era tomado com violência; hoje o é pela brandura. (Cap. IV, nº 10 e 11.)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-10 07:08:51 UTC</pubDate>
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         <title>VB5)</title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>🌿A imagem que acabei de gerar corresponde ao Bloco 1 – Historieta: “O Caminhante e a Casa da Paz”.</p><p>Ela traduz visualmente o espírito da narrativa do Capítulo XXV – “Buscai e Achareis”: 9-11. Não vos cansei pelo ouro.&nbsp;</p><p>🎨 Descrição simbólica: O viajante solitário representa o discípulo confiante, que segue com fé, sem ouro nem provisões, confiando na Providência.</p><p>O manto e o cajado simbolizam simplicidade e caminho interior.</p><p>A casa simples ao fundo, de porta entreaberta, representa o coração receptivo — o “quem é digno de vos hospedar”.</p><p>A outra porta fechada, discreta e distante, simboliza os que recusam, mas cuja poeira não deve ser levada no coração.</p><p>A luz dourada do entardecer traduz o estado de serenidade: o viajante segue em paz, sem ressentimento.</p><p>Os tons areia, azul e terracota mantêm a coerência estética do seu Padlet e evocam calor humano e espiritualidade discreta./</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-10 07:12:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vabraga</author>
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         <pubDate>2025-11-10 07:19:49 UTC</pubDate>
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