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      <title>Filosofia da Ciência by lena</title>
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      <description>42 Conceitos  </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-29 15:16:13 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito 1- Ciência</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A ciência, de acordo com a filosofia, é a procura do conhecimento humano para descrever o mundo e os fenômenos que o rodeiam. Ela baseia-se na observação, na experimentação e na análise sistemática dos dados obtidos, para formular teorias e leis gerais que explicam as regularidades que acontecem na natureza.<br>A ciência pode ser considerada cumulativa, pois, os novos conhecimentos são baseados em conhecimentos anteriores. <br><br><strong>Conceito 2- Ciências Formais<br></strong>As ciências formais estudam a abstração e a formalização do conhecimento, sendo independentes do mundo empírico. Elas não se baseiam em observações empíricas, mas sim em princípios lógicos e matemáticos. As disciplinas que incluem estas ciências são: a matemática, a lógica, a teoria dos sistemas e outras áreas, que são baseadas em símbolos e regras para investigar as estruturas lógicas e matemáticas. <br><br><strong>Conceito 3- Ciências empíricas<br></strong>As ciências empíricas baseiam-se na observação, na experimentação e na análise sistemática da natureza, para se obter um conhecimento objetivo e verificável sobre o mundo físico. Estas ciências são indutivas, formulando-se hipóteses do que foi observado e experimentado para chegar a uma explicação. <br><br><strong>Conceito 4- Filosofia da Ciência<br></strong>A filosofia da ciência é um dos ramos da filosofia que estuda e questiona os fundamentos, os métodos e o saber da ciência, incluindo as ciências naturais e sociais. Ela aborda sobre a natureza do conhecimento científico, o método científico, a validação de informação, a formação das teorias científicas, entre outros temas. Deste modo, a filosofia da ciência está ligada à epistemologia e a ontologia. <br><br><strong>Conceito 5- Tecnologia</strong><br>Na filosofia, a tecnologia é um tema plausível, pois pode ser considerada como um campo de estudo que investiga a natureza, o significado e o impacto das criações humanas.&nbsp;</div><div>Alguns filósofos veem a tecnologia como uma mais valia para a transformação do mundo, sendo também vista por outras perspetivas:<br>&nbsp; &nbsp; - Filosofia da Tecnologia (estuda a natureza da tecnologia)<br>&nbsp; &nbsp; - Ética da tecnologia (questiona os aspetos éticos e morais da tecnologia)<br>&nbsp; &nbsp; - Filosofia da mente e da inteligência artificial (questiona se uma máquina pode ter inteligência)<br>&nbsp; &nbsp; - Filosofia da técnica</div><div><br><strong>Conceito 6- Critério da demarcação<br></strong>Introduzido por Popper, para distinguir as teorias científicas das não-científicas, definindo, assim, "o que é a ciência?". Segundo Popper, uma teoria deve ser considerada científica se for empiricamente falsificável, ou seja, se existirem condições nas quais ela possa ser refutada. Ele dizia que a falsificabilidade é fundamental para distinguir a ciência de outras formas de conhecimento. <br><br><strong>Conceito 7- Positivismo lógico</strong><br>Os positivistas lógicos defendiam que uma teoria é científica se for ​empiricamente verificável e que todo conhecimento é baseado na observação e na experimentação. Se não forem&nbsp; verificadas empiricamente deveriam ser consideradas como ilógico, a isso se chamamos "critério de verificabilidade". <br><br><strong>Conceito 8- Método científico<br></strong>O método científico na filosofia serve para investigar fenômenos naturais e adquirir conhecimento confiável sobre o mundo, sendo analisado a partir das seguintes etapas:&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; 1º- Observação- recolha de dados de forma imparcial&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; 2º- Hipótese- teoria que explica o que se observou<br>&nbsp; &nbsp; 3º- Experimentação- novas observações com novas experiências para confirmar a hipótese<br>&nbsp; &nbsp; 4º- Lei ou Teoria- onde se confirma as observações da experimentação (generalização)&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><strong>Conceito 9- Indução</strong><br>Na filosofia, a indução é um método de pensamento que procura encontrar generalizações com base em observações anteriormente vistas. Ela consiste em estabelecer uma verdade universal ou uma referência geral com base no que se foi observado num determinado número de vezes. <br>Exemplo: <br><em>Todos os cães que foram observados tinham coração.</em></div><div><em>Logo, todos os cães têm um coração.<br><br></em><strong>Conceito 10- Generalização</strong><strong><em><br></em></strong>Na filosofia, a generalização é uma conclusão geral a partir de observações específicas de um conjunto limitado de exemplos. A mesma desempenha um papel importante na formulação de conceitos e na indução do conhecimento. Ela&nbsp; permite-nos fazer inferências sobre coisas com base na nossa experiência. Por exemplo, ao observarmos vários gatos pretos, podemos generalizar que todos os gatos são pretos. No entanto,&nbsp; as generalizações são sempre inferências probabilísticas e estão sujeitas a falhas.<br><br><strong>Conceito 11 - Observação<br></strong>A observação é o ato de usar a visão para obter informações de um fenómeno da realidade, sendo considerada uma das formas básicas para obter informações empíricas e desempenhar um papel fundamental em algumas áreas do pensamento filosófico, como a epistemologia, a filosofia da ciência e a filosofia da mente. <br><br><strong>Conceito 12- Hipótese/suposição/conjetura <br></strong>Hipótese/suposição/conjetura é uma opinião sobre algo que não temos a certeza, mas pode, também, ser uma previsão ou uma opinião formada sobre aparências ou previsões.<br><br><strong>Conceito 13-</strong> <strong>Experimentação<br></strong>A experimentação é um conjunto de processos para verificar uma hipótese.<br><br><strong>Conceito 14- Previsão<br></strong>Uma previsão é um argumento em que as premissas se baseiam no passado e a conclusão se refere ao que irá acontecer no futuro. Se em diversas situações acontece algo repetidamente, então da próxima vez irá acontecer o mesmo.<br><br><strong>Conceito 15- Confirmação/verificação <br></strong>A verificação/conformação é um processo que vai determinar se a hipotese ou teoria dada é verdadeira<br><br><strong>Conceito 16- Teoria <br></strong>Teoria que para além de ser também uma hipótese, uma conjectura, ou uma opinião formada diante de um fato, tem como objetivo tenta explicar algo de difícil concretização.<br><br><strong>Conceito 17- Lei científica (da natureza)</strong> <br>Uma lei científica( da natureza) é uma declaração que descreve uma ocorrência observável na natureza que parece sempre ser verdadeira. É um termo usado em todas as ciências naturais (astronomia, biologia, química e física)<br><br><strong>Conceito 18- Método indutivo </strong><br>O método indutivo é um tipo de argumento utilizado em diversas áreas do conhecimento. Este método tem o objetivo de chegar a uma conclusão e tem como ponto de partida a observação para depois elaborar uma nova teoria.<br><br><strong>Conceito 19- Verificabilidade </strong><br>A verificabilidade tem o mesmo princípio da verificação, tem um critério de demarcação adotado pelo positivismo lógico que estabelece que uma hipótese é científica quando é possível recolher indícios da observação para confirmar a verdade dessa hipótese.<br><br><strong>Conceito 20- Karl Popper</strong><br>Karl Popper um filósofo da ciência inglês, nasceu em 1902 e faleceu em 1994. Popper em 1946 instalou se em Londres, onde ensinou lógica a e filosofia até se reformar. A sua reputação está associada á sua filosofia da ciência, mas também ás teses que que sustentou em filosofia política. Popper foi também defensor da democracia liberal e um critico do totalitarismo. As suas ideias inovadoras e audaciosas geraram debate e transformaram no num dos mais importantes pensadores de filosofia da ciência do século XX. <br><br><strong>Conceito 21- Falsificabilidade <br></strong>A falsificabilidade é o critério que estabelece que uma teoria científica deve ser possível de ser refutada por meio de evidências empíricas. Isso significa que uma teoria deve ser formulada de maneira a permitir testes que possam potencialmente contradizê-la.&nbsp;<br><br>22 - Problema&nbsp;</div><div><br>Refere-se a um desafio ou uma dificuldade que precisa ser resolvida ou abordada de maneira reflexiva e crítica.&nbsp;<br><br>23 - Refutação&nbsp;</div><div>Ideia de contestar ou contradizer uma afirmação, teoria ou argumento, na filosofia da ciência refere-se ao processo de apresentar evidências, razões ou argumentos que demonstram a falsidade ou inadequação de uma posição ou teoria.</div><div><br>24 - Modus Tollens</div><div>É um argumento lógico válido e frequentemente utilizado para testar a validade de afirmações condicionais.&nbsp;<br>Seguindo a seguinte forma lógica:</div><ol><li>Se A, então B. (afirmação condicional)</li><li>Não B. (negação da consequência)</li><li>Portanto, não A. (negação da antecedência)</li></ol><div><br>25 - Falácia da afirmação por conseguinte</div><div>Erro de raciocínio que ocorre quando alguém assume erroneamente que, se uma afirmação condicional é verdadeira e seu consequente também é verdadeiro, então a antecedente também deve ser verdadeira.<br>A sua forma lógica é a seguinte:</div><ol><li>Se A, então B. (afirmação condicional)</li><li>B. (afirmação do consequente)</li><li>Portanto, A. (afirmação incorreta da antecedente)</li></ol><div><br>26 - Método das conjunturas e das refutações&nbsp;</div><div>Método utilizado para a investigação científica que busca avançar o conhecimento por meio da formulação de hipóteses, testes empíricos e refutações de teorias, seguindo os seguintes passos:</div><ol><li>Conjunturas;</li><li>Dedução;</li><li>Testes empíricos;</li><li>Refutações;</li><li>Corroboração;</li><li>Iteração;</li></ol><div><br></div><div>27 - Objetivo/Subjetivo</div><div>O objetivo refere-se ao que é considerado independente da mente ou da perspectiva individual. É aquilo que existe ou é verdadeiro fora das crenças, opiniões ou experiências pessoais de uma pessoa. O objetivo é comumente associado ao mundo externo e à realidade objetiva que existe independentemente da percepção individual.</div><div><br>Por outro lado, o subjetivo refere-se à experiência pessoal, às opiniões individuais e às características subjetivas de um sujeito. É influenciado pelos sentimentos, emoções, perspectivas e interpretações de uma pessoa. O subjetivo é frequentemente associado ao mundo interno da mente e às experiências subjetivas que variam de pessoa para pessoa.<br><br><strong>28 - Progresso (da ciência)</strong><br>Ideia de que a ciência avança em direção a um conhecimento mais completo, preciso e abrangente ao longo do tempo. Essa visão do progresso científico está relacionada à crença de que a ciência é um empreendimento cumulativo, no qual novas descobertas e teorias são construídas sobre as bases estabelecidas anteriormente.<br><strong><br>29 - Objetividade (da ciência)<br></strong>Ideia de que o conhecimento científico busca ser imparcial, livre de visão pessoal e fundamentado em critérios racionais e evidências observáveis. A objetividade científica é vista como um ideal a ser alcançado no processo de investigação científica.<br><br><strong>30 - Aproximação a verdade/verosimilhança <br></strong>Ideia de que uma afirmação ou teoria pode se aproximar da verdade ou ser considerada como verdadeira com base em sua coerência interna, evidências disponíveis ou capacidade de explicar os fenómenos observados.</div><div>Na filosofia da ciência, a verosimilhança é um conceito importante para avaliar a qualidade das teorias científicas. <br><br><strong>31 - Thomas Kuhn</strong><br>Thomas Kuhn (1922-1996) foi um filósofo da ciência norte-americano conhecido principalmente pelo seu livro "A Estrutura das Revoluções Científicas", publicado em 1962. Kuhn fez importantes contribuições para a filosofia da ciência, especialmente no que diz respeito à compreensão da natureza e do desenvolvimento da ciência.<br>Ele introduziu o conceito de paradigma e argumentou que a ciência não progride de maneira linear, mas por meio de revoluções científicas.<br><br><strong>Conceito 32-&nbsp; Pré-ciência (ciência pré-paradigmática)</strong><br>A pré-ciência, também conhecida como ciência pré-paradigmática, é um conceito relacionado à filosofia da ciência, especialmente ao trabalho do filósofo Thomas Kuhn. A ideia é que, antes de um campo científico estabelecer um paradigma passa por um estágio de desenvolvimento de abordagens e teorias competitivas.<br>A pré-ciência é o estágio inicial em que os cientistas estão envolvidos em pesquisas exploratórias e não existe um paradigma definido que determine os métodos, conceitos e teorias aceitos pela comunidade científica. Nessa fase, os cientistas frequentemente adotam abordagens diferentes, o que pode levar a debates sobre a natureza do fenômeno em estudo.<br><br><strong>Conceito 33-&nbsp; Paradigma<br></strong>Um paradigma orienta a pesquisa, define os problemas relevantes a serem investigados, estabelece as técnicas e métodos aceitos, bem como os critérios para avaliação dos resultados. Além disso, o paradigma também influencia a maneira como os cientistas interpretam os dados e constroem teorias. No entanto ao longo do tempo um paradigma pode possuir inúmeras anomalias e os cientistas acabam por serem forçados a abandonar esse paradigma.<br><br><strong>Conceito 34-&nbsp; Ciência normal<br></strong>Durante a fase de ciência normal, os cientistas trabalham dentro dos limites estabelecidos pelo paradigma dominante. Eles realizam pesquisas, utilizando métodos e técnicas aceitas pela comunidade científica. A pesquisa que se concentra na resolução de problemas específicos, na exploração de questões em aberto dentro do paradigma e na aplicação dos conhecimentos adquiridos. A ciência normal é interrompida por crises quando surgem anomalias que não podem ser explicadas dentro do paradigma existente. Essas crises podem levar a uma reavaliação do paradigma dominante e, eventualmente, a uma revolução científica, na qual um novo paradigma substitui o anterior. A mudança da ciência normal para uma revolução científica é um momento de mudança fundamental na compreensão científica.<br><br><strong>Conceito 35- Puzzle/enigma</strong><br>Puzzle/enigma são usados para se referirem a problemas ou questões nas quais a compreensão e o conhecimento científico não existente. Esses puzzles podem surgir quando há anomalias ou fenômenos que não se encaixam nas explicações ou teorias feitas dentro de um paradigma científico. Os puzzles na filosofia da ciência muitas vezes tem um papel importante na evolução do conhecimento científico. Eles ajudam na investigação e levam os cientistas a buscar soluções para os problemas que surgem. Os puzzles podem envolver falhas nos dados empíricos, discrepâncias teóricas ou paradoxos que desafiam a compreensão atual.<br><br><strong>Conceito 36-&nbsp; Anomalia<br></strong>Anomalia refere-se a observações, resultados ou fenômenos que não podem ser explicados ou reconciliados com as teorias ou paradigmas científicos estabelecidos. Uma anomalia representa uma discrepância entre as expectativas teóricas e os dados empíricos, desafiando a compreensão e o conhecimento existentes.<br>As anomalias são importantes para o progresso científico, indicam a presença de falhas no conhecimento nas teorias estabelecidas. Elas podem aparecer de diferentes maneiras, como resultados experimentais inesperados, observações contraditórias, problemas não resolvidos ou acontecimentos que não se encaixam nas explicações teóricas existentes.<br><br><strong>Conceito 37- Crise<br></strong>Na filosofia da ciência, o conceito de crise refere-se a teorias estabelecidas que enfrenta anomalias inexplicáveis ou limitações conceituais que não podem ser resolvidas dentro do quadro teórico existente. Os períodos em que uma teoria científica estabelecida enfrenta dificuldades significativas para explicar e resolver problemas observacionais ou teóricos. Essas crises podem levar a uma reavaliação fundamental dos fundamentos teóricos e metodológicos da ciência, bem como a uma eventual revolução científica. <br><br><strong>Conceito 38- Ciência extraordinária<br></strong>O que se refere como ciência extraordinária é que há momentos em que a ciência convencional é desafiada e novas abordagens e teorias emergem para substituir as anteriores. Essas mudanças são impulsionadas por fatores sociais, históricos e cognitivos, e podem resultar em transformações significativas na compreensão científica.<br><br><strong>Conceito 39- Revolução ciêntifica</strong><br>Uma revolução científica implica uma mudança profunda na maneira como os cientistas veem o mundo, os conceitos que utilizam, os métodos que utilizam e as perguntas que fazem. Ela não é apenas uma mudança, mas é uma reformulação radical do pensamento científico. As revoluções científicas têm um impacto significativo na forma como a ciência é conduzida e nas perspectivas filosóficas sobre a natureza e o progresso científico.<br><br><strong>Conceito 40-&nbsp; Incomensurabilidade<br></strong>Na filosofia da ciência, o conceito de incomensurabilidade refere-se à ideia de que diferentes teorias científicas podem ser incomparáveis ou incompatíveis entre si devido a diferenças fundamentais nas suas estruturas conceituais.&nbsp; <br><br><strong>Conceito 41- Relativismo<br></strong>Na filosofia da ciência, o relativismo refere-se á posição filosófica que acredita que não existe uma verdade absoluta ou objetiva na ciência, mas que o conhecimento científico é relativo a um determinado contexto cultural, social, histórico ou individual. O relativismo na filosofia da ciência implica que as teorias científicas são influenciadas por fatores sociais, culturais e subjetivos, e que não há critérios externos ou universais para determinar a validade ou a verdade de uma teoria.<br><br><strong>Conceito 42- Irracionalismo<br></strong>O irracionalismo na filosofia da ciência refere-se a uma posição filosófica que critica ou rejeita a ideia de que a ciência é uma fundamentalmente racional ou que a razão é a única ou a principal fonte de conhecimento científico. O irracionalismo contradiz a visão de que a ciência avança apenas por meio da aplicação metódica da razão, da lógica e da evidência empírica.</div><div><br></div><div><br></div><div><strong><br><br></strong><br><br><br><br></div><div><br><br><br><strong><br></strong><br><br><br></div><div><br><br></div><div><strong><br><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 14:11:33 UTC</pubDate>
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