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      <title>EDC 287 (2025.2) -Luiza Cerqueira by Luiza Cerqueira</title>
      <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-10 18:10:56 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação - Luiza Cerqueira.</title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3578687504</link>
         <description><![CDATA[<p>Me chamo Luiza, estou no 5° semestre de Pedagogia na UFBA, participo de um PIBID focado na EJA e venho percebendo muito a importância da tecnologia na educação e o quanto nós como educadores precisamos estar bem informados sobre tudo que a envolve, principalmente quando se trata da educação em todos os níveis. Esse padlet será focado em debater sobre temas que conectem a educação com tecnologias contemporâneas, trazendo críticas e reflexões sobre essa temática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 18:36:21 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1 - Educação e comunicação no contexto contemporâneo - 17/09/2025</title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3590339989</link>
         <description><![CDATA[<p>A pergunta que eu fiz foi<em> “O que fez os discursos de ódio com teor neonazista, misóginos e racistas se tornarem tão crescentes, atrativos e com tanto potencial de expansão entre a população mundial nos últimos anos?”</em>, ela foi direcionada a IA Monica, que me forneceu a seguinte resposta:</p><p><br></p><p><em>“A atração pelo discurso de ódio pode ser compreendida por várias dinâmicas sociais e psicológicas. Primeiramente, muitas pessoas buscam pertencimento a grupos que compartilham suas frustrações, e essas ideologias oferecem uma identidade comum. Além disso, o discurso de ódio apresenta visões simplificadas do mundo, culpando grupos específicos por problemas complexos, o que é atraente para quem busca respostas fáceis.</em></p><p><em>As redes sociais criam "eco chambers", onde opiniões extremistas são reforçadas, validando crenças e aumentando a sensação de pertencimento. Para alguns, essa ideologia proporciona uma falsa sensação de controle em um mundo caótico, ao apontar "culpados" claros. Por fim, a adoção dessas ideias pode ser vista como uma forma de rebeldia contra normas sociais, atraindo atenção e provocando reações. Esses fatores combinados ajudam a explicar o apelo crescente do discurso de ódio na sociedade contemporânea.”</em></p><p><br></p><p>Ao analisar a resposta da IA, não notei a presença de &nbsp;nenhum teor ideológico por trás de suas colocações, a resposta foi extremamente direta e prática, fornecendo exatamente a informação que solicitei, porém, considero isso um problema em determinados contextos, especialmente quando o assunto envolve discursos de ódio. É preciso destacar que discursos de ódio não podem ser tratados apenas como “atos de rebeldia” contra o sistema, eles são, antes de tudo, crimes previstos em lei, e não devem ser naturalizados ou minimizados. Mais do que ideologias ou formas de pensar, esses discursos funcionam como mecanismos de ataque, colocando vidas em risco.</p><p>Por isso, considero necessário que uma resposta sobre esse tema vá além da neutralidade, é fundamental trazer à tona o quanto esses comportamentos são inadmissíveis e socialmente destrutivos, já que alimentam preconceitos, legitimam violências e impactam vidas de forma concreta ao redor do mundo, sendo irremediável a a condenação de tais práticas independente do contexto ou motivação por trás.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 17:47:35 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - Acesso às tecnologias no Brasil - 24/09/25</title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3605867948</link>
         <description><![CDATA[<p>A minha pergunta para a IA Monica foi “Quais tendências tecnológicas podem acentuar as desigualdades no Brasil nos próximos anos e como?” &nbsp;e essa foi a resposta que obtive:</p><p>&nbsp;</p><p><em>Nos próximos anos, diversas tendências tecnológicas podem acentuar as desigualdades no Brasil, refletindo um cenário onde o acesso à tecnologia se torna um divisor de águas.</em></p><p><em>Primeiramente, a inteligência artificial (IA) e a automação podem levar à substituição de empregos em setores de baixa qualificação, afetando desproporcionalmente trabalhadores menos educados. Além disso, a digitalização dos serviços públicos pode excluir aqueles sem acesso à internet, especialmente em áreas rurais e comunidades de baixa renda.</em></p><p><em>A educação online também pode aprofundar as desigualdades. Enquanto alguns têm acesso a plataformas de aprendizado de qualidade, muitos estudantes em regiões remotas enfrentam barreiras como falta de infraestrutura e equipamentos adequados.</em></p><p><em>Outro fator é a concentração de dados e o controle por grandes empresas de tecnologia, que pode criar um ambiente onde apenas os mais privilegiados se beneficiam das inovações. A tecnologia financeira (fintechs), embora promissora, pode aumentar a exclusão bancária se não houver uma inclusão digital efetiva.</em></p><p><em>Por fim, a desinformação e a manipulação de informações nas redes sociais podem polarizar ainda mais a sociedade, dificultando o diálogo e a construção de soluções coletivas. Assim, sem políticas públicas eficazes, as desigualdades sociais e econômicas no Brasil tendem a se acentuar.</em></p><p>&nbsp;</p><p>É curioso e até irônico &nbsp;ver uma inteligência artificial reconhecer os problemas e danos que ela mesma, junto a outras tecnologias, pode causar, ao mesmo tempo em que está ciente de que seu crescimento é inevitável e avassalador, quase como uma força natural. Essa situação revela um futuro tecnológico prático, insensível e direto, que persegue cegamente o lucro e deixa a empatia reduzida a uma memória distante.</p><p>&nbsp;</p><p>Essa realidade trágica é um reflexo das escolhas humanas, que frequentemente optam por substituir pessoas por máquinas, em vez de pensar em como a tecnologia poderia, de fato, incluir e humanizar. No Brasil, enquanto sistemas sem emoção avançam sobre o mundo, milhões de pessoas permanecem à margem dessas tecnologias, sem qualquer acesso à internet em meio à sua expansão desenfreada. É alarmante imaginar como o mundo inteiro será afetado por esse futuro dominado pelas inteligências artificiais, mas ainda mais grave é pensar naqueles que, em pleno 2025, sofrem com a falta do básico, como Wi-Fi, computadores e celulares. É o caso da população do campo e das pequenas cidades do interior do Norte e Nordeste brasileiro, que, por não possuírem poder de compra e, consequentemente, não gerarem lucro para o mercado, acabam invisibilizadas tanto pelo governo quanto pelas big techs.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-26 13:19:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aula 3 - Inclusão digital - 01/10/25 (Alterado)</title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3613859520</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu refiz a pergunta para “Como a inclusão digital pode contribuir para reduzir desigualdades sociais e educacionais?” e direcionei ela para a ChatOn IA. A resposta recebida foi:</p><p><br></p><p><em>A inclusão digital é fundamental para reduzir desigualdades sociais e educacionais, pois oferece acesso a informações e recursos que antes estavam restritos a uma parte da população. Ao proporcionar a conectividade à internet, pessoas em comunidades marginalizadas conseguem acessar conteúdos educacionais online, cursos e materiais de estudo que podem aprimorar suas habilidades e conhecimento.</em></p><p><em>Além disso, a inclusão digital facilita a participação em iniciativas de governo e serviços públicos, permitindo que indivíduos se informem sobre seus direitos e benefícios. Com o acesso às tecnologias, as pessoas podem também desenvolver habilidades digitais, aumentando suas oportunidades de emprego e, consequentemente, melhorando sua condição financeira.</em></p><p><em>Programas de inclusão digital que oferecem capacitação e equipamentos ajudam a criar um ambiente mais equitativo, onde todos têm a chance de desenvolver seu potencial. Assim, a inclusão digital não só democratiza o acesso à informação, mas também promove uma sociedade mais justa e igualitária, onde as barreiras sociais e educacionais podem ser gradualmente superadas.</em></p><p><br></p><p>Essa resposta demonstra claramente o egoísmo do nosso governo que prioriza interesses econômicos de um pequeno grupo em detrimento do bem estar da população, o capitalismo feroz presente nas nossas políticas públicas deixa claro a falta de compromisso com a inclusão digital, uma ferramenta poderosa que poderia transformar vidas, reduzir desigualdades e impulsionar o desenvolvimento social.</p><p>Apesar de existirem evidências claras dos benefícios da inclusão digital, como a melhoria na educação e no acesso a serviços essenciais, o investimento nessa área não chega nem perto de ser suficiente, isso ocorre porque o governo prefere reservar seus recursos para setores que garantem lucros rápidos ou seja, para o grupo dos privilegiados e poderosos milionários com poder econômico, ao invés de promover políticas que beneficiariam sua população a longo prazo.</p><p>Além disso, a inclusão digital iria empoderar o povo, permitindo que eles se tornassem mais críticos e informados, o que iria ameaçar os interesses de quem já detém poder e riqueza, essa dinâmica perpetua um ciclo de exclusão, onde a população mais vulnerável continua sem acesso às ferramentas que poderiam melhorar suas condições de vida. É o clássico pensamento de manter os ricos mais ricos e os pobres mais pobres e ignorantes, longe dos conhecimentos que poderiam fazer com que eles mudassem essa situação.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 17:22:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aula 4 - Software Livre - 08/10/25 (Alterado)</title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3625007396</link>
         <description><![CDATA[<p>A pergunta que eu fiz foi “Como o uso de sofwares livres garantem um acesso mais seguro ao mundo digital para as crianças?”, ela foi feita para a IA CHAT ON AI e a resposta foi:</p><p><br></p><p><em>O uso de softwares livres pode proporcionar um acesso mais seguro ao mundo digital para as crianças de várias maneiras. Primeiramente, esses softwares geralmente têm seu código-fonte aberto, permitindo que especialistas e a comunidade em geral revisem e auditam a segurança do programa. Isso reduz a probabilidade de vulnerabilidades ou backdoors que poderiam ser explorados por malfeitores.</em></p><p><em>Além disso, os softwares livres tendem a ser mais transparentes em relação à coleta de dados, o que é essencial para proteger a privacidade das crianças. Muitas vezes, esses programas não impõem publicidade invasiva ou rastreamento, o que diminui a exposição a conteúdos inadequados.</em></p><p><em>Outra vantagem é que a maioria dos softwares livres é gratuita, o que democratiza o acesso à tecnologia. Isso é especialmente importante em comunidades de baixa renda, onde o acesso a ferramentas educacionais e seguras pode ser limitado. Por fim, o uso de softwares livres pode incentivar o aprendizado e a inclusão digital, capacitando as crianças a entenderem melhor o funcionamento das tecnologias que utilizam, promovendo um uso mais consciente e seguro do ambiente digital.</em></p><p><br></p><p>Ao analisar o fato de que a nova geração ja nasce no meio digital a ponto de que bebês com poucos meses recebem um celular nas mãos como forma de entretenimento,&nbsp; muitas vezes sem qualquer controle parental sobre o que acessam, a interação irresponsável com a tecnologia torna- se um risco exponencial, sendo um atalho para conteúdos impróprios e a exploração de dados infantis. Com o avanço acelerado do capitalismo, a publicidade está presente em todos os espaços, inclusive disfarçada de conteúdo infantil, e acaba influenciando o comportamento das crianças, incentivando o consumismo e afetando a formação deles e a maneira de pensar e enxergar as suas práticas de consumo. Nesse cenário, o uso de softwares livres surge como uma alternativa&nbsp; para garantir a segurança e a privacidade das crianças, evitando as práticas abusivas, invasivas e desrespeitosos de coleta de dados cada vez mais comuns na sociedade atual, é preciso proteger nossas crianças, elas&nbsp; não têm maturidade ou idade para consentir sobre o uso de milhares de suas informações que são coletadas diariamente sem que ao menos saibam que estão compartilhando, a transparência dos softwares livres se torna portanto indubitavelmente indispensável. Em adição, outra vantagem&nbsp; é a proteção contra as propagandas de “bets” como o tigrinho, elas são coloridas, animadas e se disfarçam de jogos ou conteúdos infantis, essa “maquiagem” é onde mora o perigo, elas estão por toda parte e em qualquer tipo de site sem qualquer critério, sendo cada vez mais normalizadas, oferecendo um risco enorme para o público infantil. Portanto, é indispensável o letramento digital focado na importância da utilização de softwares livres, englobando toda comunidade escolar, conscientizando e protegendo as futuras gerações que estarão ainda mais imersas nesse universo contra as diversas malezas que ele pode oferecer.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 09:30:44 UTC</pubDate>
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         <title>Este Padlet está licenciado sob uma licença Creative Commons CC BY-NC-ND 4.0</title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3638676951</link>
         <description><![CDATA[<p>Com esta licença, sendo a mais restritiva, só permito que outros façam download destes trabalhos e os compartilhem desde que atribuam crédito a mim mas sem que possam alterá-los de nenhuma forma e sem utilizá-los para fins comerciais.</p><p>Desta forma, é requerido que os reutilizadores dêem crédito ao mim., sendo permitido que os reutilizadores copiem e distribuam o material em qualquer meio ou formato em forma não adaptada e apenas para fins não comerciais.</p><p><br></p><p>Texto da licença:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/legalcode.pt">https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/legalcode.pt</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 14:37:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aula 6- 22/10/ 25 - RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS (REA) </title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3638690612</link>
         <description><![CDATA[<p>A pergunta que eu fiz a IA “CHATON AI” foi “Se uma IA viola uma licença coloca em um REA, como a punição por isso ocorreria?” e a resposta que obtive foi:</p><p><br></p><p><em>Se uma IA viola uma licença em um REA, a responsabilidade recai sobre o usuário ou desenvolvedor que implementou a IA, não sobre a IA em si. As consequências podem incluir uma advertência do detentor dos direitos autorais, que pode enviar uma notificação alertando sobre a violação. Além disso, o conteúdo que infringe a licença pode ser removido ou desativado. Dependendo da gravidade da violação, pode haver ações legais, como processos por violação de direitos autorais. Também é possível que a instituição revise suas políticas sobre o uso de IA para evitar futuras violações. Essas ações geralmente buscam garantir a conformidade com as normas de direitos autorais e promover o uso responsável dos recursos educacionais.</em></p><p><br></p><p>Pensar sobre essa pergunta e receber essa respostas foram ambos um processo assustador é lamentável a forma como o avanço acelerado da tecnologia está caminhando lado a lado o retrocesso do respeito ao ser humano, quanto mais inteligentes se tornam esses instrumentos, mais frágil parece se tornar a responsabilização por seus usos indevidos. As licenças e os direitos autorais foram criados justamente na intenção de proteger os indivíduos e suas criações garantindo respeito ao trabalho que tiveram para produzi-las e de repente surge como uma epidemia esse novo cenário das inteligências artificiais que por não serem pessoas físicas, não respondem diretamente às leis e passam a ter o poder de violar normas e quebrar licenças sem que exista um “culpado” facilmente identificável, até poque existem diversas formas do responsável se esconder por trás de outras tecnologias de proteção a identidade, dificultando uma ação legal efetiva.&nbsp; A complexidade ética e jurídica de todo esse contexto é verdadeiramente aterrorizante, recentemente a&nbsp; “cantora” Tocanna, que tem sua imagem, músicas e voz criadas por IA, foi processada pelo cantor Jay Z por usar um Sample de sua música sem atribuição de créditos, sendo esse apenas um exemplo que evidencia a realidade distópica que vivemos.</p><p>Para nós futuros professores a situação é ainda mais agravante, em sala de aula cada aluno terá acesso em seus próprios celulares, a inúmeras versões de inteligências artificiais capazes de produzir e gravar os conteúdos dados em sala de forma praticamente ilimitada, o que pode ser positivo no sentido da facilitação do estudo mas também positivos pois a preservação dos nossos conteúdos ficará indubitavelmente dificultada, será preciso repensar nas leis&nbsp; licenciamento e REA diante do novo cenário que tecnológico que está por vir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-18 14:54:51 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 7 - Plataformização da Educação 05/11/25  </title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3650091085</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa é a pergunta que eu fiz para a IA CHAT ON “Como a plataformização na educação pode afetar o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos?” e a resposta que obtive foi:</p><p><br></p><p><em>A plataformização na educação pode impactar o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos de várias formas. Primeiramente, ao oferecer currículos padronizados, as plataformas limitam a diversidade de conteúdos e perspectivas, dificultando a exploração de ideias diferentes. Além disso, métodos de ensino tradicionais, como aulas expositivas e testes, podem priorizar a memorização em vez de estimular debates e análises críticas.</em></p><p><em>A autonomia dos professores também pode ser reduzida, já que eles têm menos liberdade para adaptar o ensino às necessidades dos alunos, o que é crucial para promover um ambiente reflexivo. Essa abordagem pode resultar em uma ênfase excessiva em habilidades de memorização, em vez de desenvolver a capacidade de pensar criticamente.</em></p><p><em>Por fim, a plataformização pode não levar em conta as diferenças socioeconômicas e culturais, resultando em desigualdades no acesso à educação. Isso pode limitar o potencial de aprendizado e a formação de opiniões próprias, essenciais para o desenvolvimento de um pensamento crítico robusto.</em></p><p><br></p><p><br></p><p>Em tempos de IA e plataformas para tudo que compramos e para todos os serviços que utilizamos, acredito que infelizmente estamos caminhando para uma sociedade que mais se assemelha a uma manada, repleta por mais do mesmo. Quando os aplicativos “Uber” e “99Pop” chegaram e se popularizaram no Brasil a mensagem espalhada para o trabalhador foi a de independência financeira, controle das próprias horas de trabalho, ser dono da própria vida sem um chefe para comandar, hoje fica claro o quanto essa foi uma mentira enfeitada pelo capitalismo liberal para atrair serventes que concordassem com um trabalho sem carteira assinada e sem nenhum dos direitos trabalhistas que uma pessoa merece para exercer sua função com dignidade e acredito que com a plataformização da educação a situação ocorra de forma semelhante. Quando o YouTube lançou era muito comum que os professores de diversas disciplinas postassem conteúdos gratuitos para os alunos, recentemente visitei a página de alguns dos quais eu acompanhava quando adolescente e 90% possuem uma plataforma individual paga e restringiram o conteúdo do canal, a educação se tornando cada vez mais inacessível em nome do lucro e essa é só uma das inúmeras problemáticas com esse tema.</p><p>A dominação das plataformas no sistema de ensino brasileiro são um caminho perigoso, elas colocam em risco a liberdade dos professores quando a educação é engolida por esses braços do capitalismo os educadores perdem espaço para criar, refletir, adaptar suas aulas à realidade dos alunos, essa promessa de autonomia e liberdade é na verdade, uma forma disfarçada de tirar direitos e manter o controle sobre uma das áreas mais importantes do país, como já vimos ocorrer, a tendência é que muitos acabem trabalhando sem garantias, sem reconhecimento e sob pressão para seguir regras que visam apenas o lucro. Além disso, as plataformas tendem a padronizar tudo o que se ensina, como se ensina e até o que é considerado “bom conteúdo”, isso faz com que o professor se transforme em alguém que apenas repete informações, sem poder discutir temas mais profundos ou diferentes e como grave consequência disso os alunos passam a aprender de forma mecânica, sem serem incentivados a pensar por conta própria ou a questionar o que é ensinado, podando a juventude e inibindo o desenvolvimento de pessoas criativas, críticas e capazes de pensar individualmente, levando ao desenvolvimento de uma geração acostumada a aceitar tudo como está, uma sociedade ainda mais intelectualmente fraca, sem capacidade de reflexão e facilmente manipulável.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 11:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 5 Licenciamento de conteúdos - 15/10 </title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3668408085</link>
         <description><![CDATA[<p>Perguntei “De que maneira o licenciamento de materiais didáticos e recursos educacionais pode se tornar uma prática abusiva, ao permitir que empresas ou instituições controlem e comercializem conteúdos produzidos por professores?” para a IA brasileira “Maritá” e a resposta obtida foi:</p><p><br></p><p><em>O licenciamento de materiais didáticos e recursos educacionais pode se tornar uma prática abusiva quando empresas ou instituições impõem termos desfavoráveis aos professores, que muitas vezes cedem os direitos autorais sem compensação adequada ou reconhecimento. Essas entidades podem então comercializar os conteúdos, lucrando exclusivamente sobre o trabalho dos docentes, enquanto os professores perdem o controle sobre como e onde seus materiais são usados. Além disso, cláusulas restritivas podem impedir que os professores compartilhem ou modifiquem seus próprios trabalhos para uso em contextos diferentes ou para fins não comerciais. Isso pode limitar a inovação e a colaboração entre educadores, prejudicando a qualidade do ensino. Outra forma de abuso é a imposição de licenças exclusivas, que impedem a circulação de materiais em plataformas alternativas ou gratuitas, restringindo o acesso dos alunos e outros professores a recursos valiosos. Essa prática pode também levar à monopolização do conteúdo educacional, aumentando os custos para escolas e estudantes e reduzindo a diversidade de materiais disponíveis.</em></p><p><br/></p><p>A forma como os educandos decidem repassar os seus conhecimentos para os seus alunos deve ser livre, mas infelizmente quando o capitalismo entra em contato direto com a educação como vem acontecendo cada vez mais, a problemática da perda de autonomia dos professores dentro da sala de aula entra em debate. É indubitável afirmar que a área da educação é uma das mais desvalorizadas principalmente no território brasileiro, tanto no sentido financeiro quando no sentido da integridade e respeito ao trabalhador, muitas vezes pelo desespero por uma valorização econômica, trabalhadores dessa área podem assinar contratos com empresas mal intencionadas que não compreendem a verdadeira essência da educação e só estão focados no lucro, dai em diante perdem todo controle profissional, virando fantoches corporativos, só podem ensinar para quem seus superiores permitem, só podem explicar os conteúdos permitidos,perdendo a alma do ensino, formando &nbsp;aulas engessadas e sem vida que não exercitam o pensamento crítico nos alunos. Para um professor verdadeiramente compromissado com a educação, passar por essa mutilação educacional deve ser devastante, portanto, é &nbsp;preciso que ocorra &nbsp;cada vez mais debates sobre a proteção da propriedade intelectual dos professores e conversas sobre os caminhos perigosos que estão sendo criados para essa área com as inovações tecnológicas e plataformizações, não só para a proteção dos trabalhadores mas também pelo compromisso com uma educação que não seja padronizada, engessada e doutrinadora, que afasta o pensamento crítico na intenção de criar jovens facilmente manipuláveis. No ramo da música &nbsp;a cantora Taylor Swift perdeu os direitos sobre as gravações originais de seus álbuns devido a um contrato que assinou no início da carreira com uma gravadora abusiva, eles venderam tudo que tinham dela para terceiros sem seu consentimento deixando Taylor sem controle sobre como e onde suas músicas poderiam ser usadas comercialmente, o que ela considerou uma forma de exploração do seu trabalho artístico. Em resposta, decidiu regravar todos os seus antigos álbuns sob o selo “Taylor’s Version”, para recuperar o domínio sobre seu próprio catálogo e garantir que os lucros das novas versões fossem destinados a ela, essa atitude se tornou um marco na discussão sobre direitos autorais e controle criativo na indústria musical, alertando novos artistas que vieram depois dela a tomar o devido cuidado e se proteger em situações do tipo. Acredito que o caminho para proteção dos profissionais da educação contra situações do tipo esteja nos debates e a visibilidade para causa, como ocorreu no caso citado, pois muitos acabam se envolvendo nessas situações por falta de informação e pelo apelo financeiro que as grandes empresas podem oferecer em um país que desvaloriza tanto os professores.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-05 17:46:26 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8 - 12/11/25 - Politicas públicas na educação </title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3690284891</link>
         <description><![CDATA[<p>A pergunta que eu fiz foi “Como a falta de politicas publicas para atualizar os professores sobre o cenário tecnológico atual e como afeta a educação, especialmente quando se trata do avanço das IAs, pode prejudicar o futuro da educacional brasileiro?”</p><p>Para ChatOnAi e a resposta que obtive foi:</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><em>A falta de políticas públicas voltadas para a atualização dos professores em relação ao cenário tecnológico atual, especialmente no que diz respeito ao avanço das IAs, pode ter impactos significativos na educação brasileira. Primeiramente, sem formação adequada, os educadores podem se sentir despreparados para integrar novas tecnologias em suas práticas pedagógicas, resultando em um ensino desatualizado e pouco engajador. Além disso, a ausência de conhecimento sobre ferramentas de IA pode limitar a capacidade dos professores de personalizar o aprendizado, dificultando a adaptação às necessidades individuais dos alunos.</em></p><p><em>&nbsp;</em></p><p><em>Esse descompasso pode aumentar a desigualdade educacional, uma vez que escolas com mais recursos podem investir em tecnologia e capacitação, enquanto outras ficam para trás. A falta de atualização também pode levar à resistência por parte dos educadores, que podem enxergar a tecnologia como uma ameaça, em vez de uma aliada. No longo prazo, isso prejudica a formação de estudantes preparados para um mercado de trabalho cada vez mais digital e automatizado, comprometendo a competitividade e inovação do Brasil no cenário global.</em></p><p>Vivemos uma era em que a inteligência artificial pode possuir assim como lados positivos, lados extremamente negativos e prejudiciais, exemplos disso são o uso por criminosos para fraudes com deepfakes, que permitem recriar rostos e vozes com precisão assustadora, esses golpes mostram como a IA consegue imitar o trabalho humano, criando vídeos ou áudios tão realistas que fica difícil distinguir o que é verdadeiro do que é simulação. Tendo isso em mente, precisamos refletir sobre as formas perturbadoras com que isso pode afetar a educação, se a IA já pode enganar tão bem no mundo dos golpes, como saber quando um aluno está de fato produzindo algo por conta própria ou usando uma IA para fazer tarefas, redações ou trabalhos, o nível de sofisticação das ferramentas com o passar dos anos pode tornar impossível para o professor descobrir o que é real ou não, por isso, precisamos começar a pensar em uma formação adequada, que prepare os educadores brasileiros para o desenrolar dessas tecnologias e suas consequências nesse cenário.</p><p>O preparo para trabalhar em uma sala de aula na atualidade vai além dos conteúdos pedagógicos, abrange também o desenvolvimento dos educandos como seres humanos, é indispensável que a ética em meio aos tempos de inteligência artificial seja devidamente trabalhada nesse espaço, não se pode apenas demonizar as novas tecnologias, elas são inevitáveis, o que precisamos é de uma preparação profissional adequada para preparar nossos jovens a lidar com elas. Alguém devidamente educado no tema pode compartilhar informações sobre o uso responsável dessas tecnologias, ajudar os estudantes a diferenciar o ato de usar a IA para aprender de depender da IA para fazer tudo e essas atitudes são essenciais para garantir uma futura geração com senso crítico e ético que estejam preparados e também protegidos para um mundo cada vez mais automatizado.</p><p>Porém, nada disso é possível sem apoio institucional, o Brasil tem uma tendência lamentável e constante de menosprezar e descontinuar políticas públicas ligadas à tecnologia na educação, o ProInfo que seria de extrema utilidade, &nbsp;possuiu diversas falhas práticas, problemática semelhante ocorre na política de inovação “Educação Conectada”, sem contar que em muitas escolas trabalhar tecnologia é apenas possuir um computador ou um tablet em sala, o que não traz preparo suficiente para o aluno se não vier integrada com preparação educacional, guiada por um professor preparado.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-19 15:17:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 9 - FORMAÇÃO DE PROFESSORESPARA O USO DAS TECNOLOGIAS </title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3701081989</link>
         <description><![CDATA[<p>A pergunta que eu fiz foi “  A tecnologia está sendo um acréscimo real nas escolas brasileiras ou apenas mais uma imposição burocrática na rotina docente?” A Ia que me respondeu foi a Grok e essa foi a resposta obtida:</p><p><br></p><p><em>Nas escolas brasileiras, a tecnologia tem potencial transformador, mas só se torna acréscimo real quando os professores recebem formação contínua e de qualidade. Sem ela, ferramentas como lousas digitais, plataformas educacionais e IA viram mais uma imposição burocrática, gerando sobrecarga e frustração.</em></p><p><em>Pesquisas do </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Cetic.br"><em>Cetic.br</em></a><em> (2024-2025) mostram que 72% dos docentes se sentem pouco ou nada preparados para usar tecnologias de forma pedagógica. Quando há formação adequada, o uso vai além do PowerPoint: professores criam projetos interdisciplinares, gamificação, avaliação formativa com dados e inclusão de alunos com deficiência via recursos acessíveis.</em></p><p><em>Exemplos bem-sucedidos — como os programas de formação do CIEB, Time de Autores do Porvir e parcerias com secretarias em Ceará e Pernambuco — revelam que professores capacitados aumentam em até 40% o engajamento dos alunos e melhoram significativamente os resultados em português e matemática.</em></p><p><em>A falta de formação contínua (e não apenas cursos pontuais de 40 horas) é o principal gargalo: sem domínio pedagógico-digital, o celular proibido vira apenas regra, e o laboratório de informática, depósito. Investir em formação permanente, com mentoria e comunidades de prática, é o que transforma tecnologia de fardo em aliada efetiva do ensino.</em></p><p><br></p><p><br></p><p>Embora a tecnologia possua potencial para expandir a aprendizagem dos estudantes e levar mais autonomia para eles em diversos aspectos de suas vidas, a implementação no Brasil sempre encontra limites estruturais que transformam a educação tecnológica em pura imposição burocrática para os professores.</p><p>Atualmente, ao tratar de tecnologias na escola, o que vem em mente com maior frequência é a distribuição de tablets e o Google Chrome, como ocorre na rede municipal de Salvador, proposta ineficaz e vazia que em nada enriquece a educação, pois leva os professores para cursos de curta duração que não são suficientes para prepará-los para lidar com todas as possibilidades que esses equipamentos fornecem , sem contar que &nbsp;muitos deles sequer dominam habilidades básicas , portanto, apenas os deixando reféns de uma proposta vazia.</p><p>Outra proposta bastante comum para levar a tecnologia para o meio educacional é a plataformização, outra alternativa ineficaz que reduz o trabalho docente ao uso de sistemas padronizados, tornando-os escravos da nossa BNCC, &nbsp;que segue uma lógica neoliberal de eficiência, padronizando o currículo e ignorando as individualidades de um país tão diverso quanto o Brasil, além de colocar seriamente em risco o pensamento crítico ao incentivar educadores a criar alunos que são apenas mais do mesmo.</p><p>Portanto, para modernizar as escolas com eficiência, é preciso pensar em uma formação de professores para tecnologia, programas de educação continuada que encarem o educar tecnológico para além do instrumental, ensinando-os a desenvolver uma formação crítica, sendo consciente sobre inclusão digital, compreendendo a relevância do uso de softwares livres, a importância do licenciamento dos seus conteúdos, os malefícios das plataformas quando utilizadas sem criticismo, pois sem isso, o avanço tecnológico no ambiente estudantil continuará funcionando apenas como mais uma camada de burocracia disfarçada de inovação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 12:52:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3701081989</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 10- PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COM TECNOLOGIAS/ Memes</title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3708629413</link>
         <description><![CDATA[<p>Fiz a pergunta “Quais práticas pedagógicas podem ser utilizados a para trabalhar a conscientização sobre o uso crítico de memes e seu impacto na saúde mental dos jovens ?” Para o Chat GPT, inteligência artificial mais popular entre os jovens, e a resposta obtida foi:</p><p><br/></p><p><em>Para trabalhar a conscientização sobre o uso crítico de memes e seu impacto na saúde mental dos jovens, a escola pode desenvolver práticas pedagógicas que estimulem reflexão e responsabilidade. Uma possibilidade é promover a leitura crítica de memes, analisando intenções, mensagens implícitas, estereótipos e efeitos emocionais. Rodas de conversa e debates guiados permitem que os estudantes compartilhem experiências e percebam como certos conteúdos podem gerar ansiedade, comparação social ou reforçar padrões tóxicos. Oficinas de desconstrução de memes ajudam a identificar quando o humor ultrapassa limites éticos e se transforma em violência simbólica. Também é possível propor a criação de memes responsáveis, voltados para autoestima, empatia e saúde emocional. Além disso, estudos de casos reais e a elaboração de mapas de impacto emocional auxiliam os jovens a reconhecer como o consumo exagerado ou acrítico desses conteúdos pode afetar seu bem-estar. Todas essas ações dialogam com as competências de cultura digital e cidadania previstas na BNCC.</em></p><p><br/></p><p>Quando pensamos em memes, associamos automaticamente ao uso para o humor inofensivo e que não é levado tão a sério, mas é indispensável mostrar para os jovens as diversas facetas que essa ferramenta de humor pode possuir em mecanismos de compartilhamento de informações tão rápidos e eficazes quanto as redes sociais, por mais que possam ser uma poderosa ferramenta educacional por se comunicar bem com o publico jovem, podem também ser ecoadores de grandes malefícios, como o cyberbullying. Um meme nem sempre será  usado para divertir e cabe a nós, educadores, ensinar em sala de aula o uso crítico dessa ferramenta para que possamos evitar seu uso com o objetivo de ridicularizar o outro e promover humilhações públicas com consequências seríssimas em mentes juvenis em desenvolvimento. Uma evidência muito grave desse argumento é o caso da estudante menor de idade que viralizou com o meme “Já acabou, Jéssica?”, a repercussão nacional que o seu vídeo teve gerou milhares de piadas e comentários, transformando uma pequena briga escolar em uma perseguição pública contra uma adolescente, o impacto desse meme levou a menina a abandonar a escola e entrar em uma depressão profunda, esse caso demonstra que, por trás de virais irresponsáveis, podem existir vidas sendo destruídas.</p><p>Por isso, trabalhar o uso consciente e crítico da internet é indispensável, os alunos precisam compreender que tudo que escrevem e compartilham na internet deixa marcas, existem pessoas reais do outro lado da tela, é indispensável ensinar em sala que, apesar da sensação de anonimato, a internet não é “terra sem lei”, no Brasil temos leis que garantem a segurança online, como o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), que garante direitos e responsabilidades no ambiente digital, a Lei do Cyberbullying (Lei 14.811/2024), a Lei Carolina Dieckmann (Lei 12.737/2012), que foi um caso muito emblemático na mídia nacional e criminaliza invasões de dispositivos, além dos crimes de racismo, difamação e discurso de ódio que também se aplicam ao ambiente digital. Em conclusão, é indispensável discutir como lidar com a internet antes de tratar de práticas pedagógicas nesse ambiente, o uso de tecnologias na escola deve ir além do uso técnicista e neoliberal imposto pela BNCC, a educação tecnológica precisa ser crítica e se conectar com o dia a dia real dos alunos, só assim os memes e outros artifícios podem ser objetos pedagógicos verdadeiramente enriquecedores para os nossos jovens.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 13:55:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3708629413</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 11 - Animação e simulação/Realidade aumentada</title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3719766161</link>
         <description><![CDATA[<p>A pergunta que fiz foi “O uso de simulações e de recursos de realidade aumentada nas escolas brasileiras representa, de fato, um avanço pedagógico capaz de melhorar a aprendizagem, ou acaba funcionando apenas como uma demonstração superficial de tecnologias “criativas”, sem gerar benefícios educacionais reais?” E a direcionei para a IA GROK, a resposta obtida foi:</p><p><br></p><p><br></p><p><em>O uso de simulações e realidade aumentada pode ser um avanço pedagógico significativo no Brasil, mas isso depende menos da tecnologia em si e mais de como ela é integrada ao processo de ensino. Quando bem planejadas, essas ferramentas tornam conteúdos abstratos mais compreensíveis, ampliam o acesso a experiências que muitas escolas não conseguem oferecer — como laboratórios, visitas técnicas ou experimentos complexos — e favorecem a aprendizagem ativa, aumentando o engajamento e a participação dos estudantes. No entanto, quando utilizadas apenas como “mostra” de inovação, sem intencionalidade pedagógica, viram recursos superficiais, que impressionam visualmente, mas não transformam a compreensão dos alunos. Portanto, a eficácia dessas tecnologias está diretamente ligada à formação docente, à clareza dos objetivos de aprendizagem e ao uso crítico e contextualizado. Em síntese, simulações e RA são potencialmente úteis, mas só geram impacto real quando colocadas a serviço da pedagogia, e não como adorno tecnológico.</em></p><p><br/></p><p><br/></p><p>O uso de simulações e realidade aumentada na educação brasileira só faz sentido quando ultrapassa a intenção exibicionista e passa a integrar práticas pedagógicas comprometidas com autonomia, criticidade e inclusão, como as iniciativas que utilizam tecnologias acessíveis, mostrando que inovação não precisa ser cara para ser transformadora. Um exemplo incrível disso é o Google Cardboard, que permite que qualquer um tenha acesso as experiências que a realidade virtual pode oferecer usando apenas um visor de papelão e uma lente simples, tornando o recurso extremamente viável para escolas públicas por ser de baixo custo e ampla funcionalidade. Outro dispositivo de baixo custo é o Merge Cube, um cubo físico que, combinado a aplicativos gratuitos, permite visualizar objetos tridimensionais e simulações complexas apenas só com um celular.</p><p>Algo admiráv que acredito ainda não ser de conhecimento amplo é que essas propostas já estão sendo aplicadas, ainda que em pequena escala, no projeto desenvolvido pela UFBA na unidade de Camaçari, que leva realidade aumentada e outras tecnologias para escolas públicas da região. Conversei com uma das responsáveis pelo projeto e eles não se limitam a introduzir ferramentas digitais, eles tem a intenção de enfrentar desigualdades históricas e levar independência virtual para esses jovens. A própria diretora responsável contou que quando trabalhou com jogos urilizando os oculos de realidade virtual, &nbsp;separou meninas e meninos para que elas não fossem silenciadas ou deixadas de lado, essa decisão teve iniciativa ao perceber o quanto os meninos dominavam o espaço e as experiências práticas, pela crença que jogos e tecnologias são espaço único deles. Esse cuidado é fundamental diante de um machismo estrutural que insiste em reservar o campo da tecnologia para os homens, com essa atitude as meninas alunas tiveram seu momento de protagonismo, &nbsp;experimentando, errando, sem ter seu conhecimento comprometidos por regras sociais que ainda precisamos combater.</p><p>É inegável que a realidade aumentada pode ampliar o acesso ao conhecimento, permitir “visitas” virtuais a museus e patrimônios históricos e diminuir desigualdades culturais por levar o acesso ao mundo inteiro para dentro de uma sala de aula, porém, é preciso garantir que seu uso não se reduza a uma vitrine superficial, as práticas pedagogicas precisam ser significativas, &nbsp;ensinando além do funcionamento das ferramentas, como navegar no mundo digital com responsabilidade, como produzir e consumir conteúdos com pensamento crítico e como prevenir que as tecnologias reforcem desigualdades de gênero. Quando inserida num projeto pedagógico intencional e inclusivo, a tecnologia deixa de ser um enfeite, ou propaganda barata e se torna instrumento de transformação de vidas.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-11 20:57:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3719766161</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Programação na educação/ gamificação </title>
         <author>luiza1611cerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/luiza1611cerqueira/edrbstfltoc7n72a/wish/3730734357</link>
         <description><![CDATA[<p>Fiz a seguinte pergunta para a IA Grok, <strong>“Como o utilização da programação na educação pode contribuir na inclusão digital e contra desigualdade de gênero nesse campo? “ </strong>e a resposta obtida foi:</p><p><br></p><p><em>A utilização da programação na educação contribui significativamente para a inclusão digital e para o combate à desigualdade de gênero na tecnologia. Ao ensinar programação desde a educação básica, democratiza-se o acesso a habilidades digitais essenciais, transformando usuários passivos em criadores ativos, o que é especialmente importante em comunidades vulneráveis, como áreas rurais ou de baixa renda. Isso promove autonomia econômica, permitindo que indivíduos desenvolvam soluções para problemas locais, como aplicativos de saúde ou educação, reduzindo o hiato digital que afeta milhões de pessoas, especialmente em países em desenvolvimento.</em></p><p><em>No que diz respeito à desigualdade de gênero, o ensino de programação ajuda a desafiar estereótipos que associam tecnologia exclusivamente a homens. Mulheres representam menos de 30% da força de trabalho em TI globalmente, mas iniciativas que incentivam meninas a programar desde cedo — como programas escolares inclusivos, oficinas exclusivas para garotas e mentoria feminina — aumentam sua participação e confiança no campo. Exemplos como o Girls Who Code, Technovation e projetos brasileiros como o Codifica Aí e o PrograMaria mostram que, quando expostas cedo à programação, meninas se destacam e seguem carreiras em STEM.</em></p><p><em>Além disso, a programação desenvolve o pensamento lógico, a resolução de problemas e a criatividade — competências transversais que empoderam mulheres em um mercado de trabalho cada vez mais digital. Políticas educacionais que integram perspectiva de gênero e oferecem acesso equitativo a laboratórios e cursos online ajudam a romper barreiras estruturais.</em></p><p><em>Em resumo, incluir programação na educação não apenas fecha o gap digital, mas também promove equidade de gênero, criando uma sociedade tecnológica mais diversa, inovadora e justa.</em></p><p><br></p><p>Mesmo diante das contribuições incríveis de mulheres revolucionárias como Ada Lovelace e Grace Hopper, que ajudaram a redefinir os rumos da programação e da tecnologia como conhecemos hoje, o campo tecnológico ainda é marcado por profundas desigualdades de gênero. A presença histórica dessas mulheres, embora potente, não foi suficiente para romper com um sistema extremamente misógino que trata mulheres como seres inferiores e insignificantes que não merecem ter suas vizes escutadas. Essa desigualdade inevitavelmente se manifesta desde a sala de aula, quando meninas são desencorajadas, de forma explícita ou velada, a se interessar por matemática, programação e exatas, &nbsp;reforçando a ignorante crença de que não foram “feitas para isso”. No mercado de trabalho essa lógica continua, com dificuldades de crescimento profissional e na desvalorização do trabalho feminino.</p><p>Esse mal estará presente na vida das futuras gerações e cabe a nós educadores tomar iniciativas que possam combater esse comportamento desde o ensino básico, como trazer para sala de aula o scratch, Scratch jr, ferramentas de programação que são fáceis e divertidas. Assim, apresentamos e aproximamos os alunos desse universo de forma divertida e lúdica. </p><p>Além disso, é importante ressaltar que a programação e o mundo tecnológico não deveriam ser campos que dificultam a vida das pessoas ou aprofundam desigualdades, a computação desplugada por exemplo, possibilita o ensino de conceitos da computação por meio de jogos e atividades corporais e materiais simples, que garantem que todos os estudantes tenham acesso ao aprendizado, desenvolvendo noções de lógica, sequência, algoritmos de forma divertida e fácil, sem a necessidade de computadores ou internet, uma abordagem muito necessária na rede pública brasileira, marcada pela falta de materiais. É indispensável citar também a brilhante Jeannette Wing e o seu pensamento computacional, que &nbsp;ampliou o sentido da programação para&nbsp; uma forma de pensar e resolver problemas e não apenas como o ato de programar máquinas, e ao trabalhar essa perspectiva na escola, os alunos estarão aprendendo a analisar situações, decompor problemas, criar estratégias e buscar soluções, habilidades essenciais para melhorar a vida e tornar o raciocínio mais rapido e fácil. Em conclusão, a programação na educação, quando trabalhada de forma acessível e crítica, pode, e deve, se tornar um instrumento indispensável de inclusão digital e enfrentamento da desigualdade de gênero, ao utilizar estratégias como a computação desplugada, ferramentas como o Scratch e o desenvolvimento do pensamento computacional, a escola contribui para romper estereótipos que nossa sociedade vem criando e perpetuando a séculos e ampliando a participação das meninas, &nbsp;garantindo que a tecnologia seja um espaço de aprendizagem para todos.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-22 19:22:19 UTC</pubDate>
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