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      <title>Literatura Infanto-Juvenil- Joana Reigoto by Joana Reigoto</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-13 17:56:28 UTC</pubDate>
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         <title>História de Infância</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3636023509</link>
         <description><![CDATA[<p>Não há nenhuma história em concreto que me tenha marcado a infância. No entanto, há um momento de que me recordo muitas vezes: todas as semanas, à sexta feira, os avós iam à escola contar uma história aos netos e passavam lá algum tempo. </p><p>Apesar de o meu já cá não estar, foi algo de que nunca me esqueci e sinto que me ajudou a criar muitos laços. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 14:55:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3644845290</link>
         <description><![CDATA[<p>Na última aula, dia 13 deste mês, vimos, lemos e debatemos acerca de alguns livros, inspirados na história da Capuchinho Vermelho.</p><p>Um deles, destacou-se pela sua mensagem de que as crianças são fortes, não têm medo e não precisam de um adulto para se defenderem, tanto que no fim da obra, a menina faz um casaco com o pelo do lobo. </p><p>Um dos livros descreve-nos uma criança ingénua, frágil e que precisa da ajuda de um adulto, neste caso de uma figura masculina, para se livrar dos perigos, neste caso o lobo.  Ao longo da obra, a figura masculina é vista como alguém superior, protetor e como o salvador, tanto das mulheres como das crianças.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 07:50:26 UTC</pubDate>
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         <title>Abecedário da Capuchinho vermelho, feito em aula.</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3648066140</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-23 21:36:36 UTC</pubDate>
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         <title>A Gata Borralheira</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>A versão mais conhecida do conto da Gata Borralheira foi escrita por Charles Perrault, no entanto, a versão dos irmãos Grimm, tenta transmitir algo de bom e conhecimento às crianças.</p><p>Ao contrário de outras versões, nesta não se fala em fada madrinha. Em vez disso, a figura materna é quem dá as recomendações à filha e é representada pela árvore, a avelaneira. Já o pássaro é o mensageiro entre o céu e a terra.</p><p>Os vestidos usados pela gata eram feitos de ouro e prata, referentes ao sol e à lua e a mesma estava destinada ao amor com o príncipe.</p><p>Na versão de Perrault, as irmãs, consideradas maldosas, eram punidas com a exclusão social, diferente da versão dos irmãos Grimm, em que as mesmas tiveram um fim mais severo, reforçando a ideia de que não vale a pena sermos más pessoas, a mesma lição que nos é transmitida.</p><p>Ao longo da história temos a referência a vários símbolos: a abóbora, símbolo da abundância, representada pela avelaneira; o sapato, que neste caso representa o casamento e a vida a dois, já que um não faz sentido sem o outro; Por fim, a simbologia ao número 3: 3 irmãs, 3 noites de baile, 3 vestidos, o número da perfeição e da trindade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 21:19:11 UTC</pubDate>
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         <title>De que modo é que a Carochinha nos ajuda a compreender o nosso lugar no mundo?</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3666549464</link>
         <description><![CDATA[<p>A Carochinha ajuda-nos a compreender o nosso lugar no mundo através da procura pela identidade, ao arranjar o seu par. Cada pretendente apresenta diferentes valores  e a sua escolha reflete a importância da valorização. A empatia que a Carochinha apresenta ao ouvir o que cada pretendente tem a dizer é a mesma que nós devemos ter nas nossas relações.</p><p>Poderíamos fazer uma crítica à sociedade, pois, muitas vezes, julgam o livro pela capa e esquecem-se do interior de cada um, acabando por sofrerem consequências.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 21:34:41 UTC</pubDate>
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         <title>O sacrifício do Diabo</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3673608748</link>
         <description><![CDATA[<p>Era uma vez uma pequena aldeia distante, no meio das montanhas, onde as pessoas eram conhecidas pela sua imortalidade. Entre as mais conhecidas famílias destaca-se uma: o Pai Diabo e o Filho Diabo.</p><p>Esta família era a mais bondosa que lá havia; ajudava quem mais precisava, espalhando alegria por todo o lado. O pequeno Diabo era o mais perspicaz e matreiro de toda a aldeia, adorava brincar com os seus amigos pregando-lhes as mais divertidas partidas. Já o seu pai era um homem mais calmo e discreto, embora muito sábio.</p><p>Certo dia, após muita brincadeira, ao chegar a casa, o pequeno percebeu que algo havia mudado: Pai Diabo já não sabia quem ele era.</p><p>Desesperado, o Filho procurou ajuda junto do curandeiro da aldeia, contando-lhe o que havia acontecido: o Pai já não era mais o mesmo e não se lembrava do seu pequeno Diabinho. Ao ouvir o que se passava, o curandeiro não viu outra solução a não ser falar- lhe da lenda da Serpente dos Desejos. Dizia-se que no fundo do poço mais fundo de todos existia uma serpente capaz de realizar um desejo a quem a encontrasse.</p><p>Decidido a encontrar a resolução do seu problema, percorreu a aldeia inteira, parando em todos os poços que havia, até que encontrou um tão fundo que achou que só podia ser aquele. Sem hesitar, colocou-se dentro do balde e desceu até ao fundo, à procura da Serpente.</p><p>-O que fazes tu aqui, Diabinho? – perguntou a Serpente.</p><p>-Preciso que me realizes um desejo. O meu pai já não sabe quem sou e eu quero que tudo volte a ser como antes. – disse, em lágrimas, o pequeno Diabinho.</p><p>-Achas que é assim tão fácil? - respondeu a Serpente. - Para que tudo volte a ser como antes tens que sacrificar algo que seja importante para ti.</p><p>Ao pensar sobre o que era mais importante para ele lembrou-se da sua imortalidade, que pelo pai estava disposto a perder.</p><p>Após aceitar o sacrifício, a Serpente deu-lhe uma chave mágica, explicando-lhe que, se ele abrisse a porta da sua casa com aquela chave, tudo voltaria a ser como antes.</p><p>De volta a casa, esperançoso, pegou na chave, abriu a porta e lá estava o Pai, preocupado com ele, pois não sabia por onde o Filho tinha andado.</p><p>Ao perceber que tudo tinha voltado ao normal, o pequeno correu para os braços do pai e disse-lhe:</p><p>- Pai, prometo que nunca mais te vou deixar esquecer quem eu sou!</p><p>Sem perceber o que se estava a passar, o Pai Diabo retribuiu o abraço ao seu pequeno Diabinho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-09 12:26:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3687032220</link>
         <description><![CDATA[<p>Hans Christian Andersen nasceu em 1805, na cidade de Odense, na Dinamarca.</p><p>Cresceu no meio da pobreza e acabou por ficar órfão aos 11 anos, com a morte do pai. </p><p>Considerado o pai da Literatura Infantil, escreveu diversos contos como: "O Patinho feio", um conto autobiográfico, "A Pequena sereia", "O Soldadinho de chumbo", "A roupa nova do rei" e "A Princesa e a ervilha". </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-17 21:07:44 UTC</pubDate>
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         <title>A rapariguinha dos fósforos</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3687085364</link>
         <description><![CDATA[<p>O conto de Hans Christian Andersen, "A rapariguinha dos fósforos", retrata a vida de uma menina muito pobre, triste, que não possui roupa nem calçado em condições e que sofre nas mãos do pai.</p><p>Esta história passa-se num dia muito frio, na véspera do Ano Novo, na rua, onde habituada a vender fósforos para ganhar algum sustento, a pequena acabava sempre por ser ignorada e ter sempre as mesmas sensações de frio e fome.</p><p>Nesse dia, a menina decidiu acender um fósforo para se aquecer e como ficou agradada, acabou por acender o segundo e o terceiro. </p><p>Acontece que de cada vez que os acendia, esta tinha visões como: um jantar quente, uma árvore de natal e, por fim, a imagem da avó, a única pessoa que a amava, mas que já partira. Com o desejo de ir para o pé da avó, um lugar sem dor, a menina acende o último fósforo e morre. Na manhã seguinte é encontrada congelada e com os fósforos queimados ao seu lado.</p><p>Os grandes temas apresentados são a pobreza, a desigualdade social e a morte, que neste caso é vista como a salvação e libertação para um mundo melhor.</p><p>Andersen critica ainda a existência de  pessoas pobres, não por falta de bens e dinheiro, mas por falta de empatia e compaixão para com o outro.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-17 22:11:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante uma aula, foi-nos dada a possibilidade de analisar alguns livros clássicos. A partir destes, respondi às seguintes questões:</p><ul><li><p>A que clássico associo o meu chá e porquê?</p><p>Associo o meu chá à Heidi, por ser algo que eu via muito, durante a infância e por me sentir bem nas montanhas e na natureza, tal como ela.</p></li><li><p>Com quem tomaria um chá e porquê?</p><p>Tomaria um chá com a Heidi, para conhecer ainda mais da sua vida e da história.</p></li><li><p>A quem oferecia um chá e porquê?</p><p>Oferecia um chá ao Winnie the Pooh, já que ele gosta muito de mel e é um bom complemento.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-02 15:10:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Chuva de ideias</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3736567429</link>
         <description><![CDATA[<p>Definição de clássico</p><ul><li><p>Toda a gente conhece</p></li><li><p>Passa de geração em geração</p></li><li><p>Intemporal</p></li><li><p>Conforto</p></li><li><p>Memorável</p></li><li><p>Muita gente fala e gosta</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-02 15:15:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Charles Perrault (1628–1703) foi um escritor francês que revolucionou a literatura ao dar uma forma escrita aos contos populares que, até então, eram passados apenas de boca em boca.&nbsp;</p><p>&nbsp;Em 1697, publicou a sua obra mais famosa, "Contos da Mamã Ganso", onde deu a conhecer as versões que hoje consideramos clássicas de histórias como a <em>Cinderela</em>, o <em>Gato de Botas</em> e o <em>Capuchinho Vermelho</em>.</p><p>A versão de Perrault tornou-se a mais conhecida de todas. Este foi o primeiro a tornar essas histórias populares em literatura.&nbsp;</p><p>Além disso, a sua contribuição para a literatura foi marcada pela introdução da "moral da história". Perrault terminava cada conto com uma lição de moral, o que dava aos textos uma função educativa que agradava aos pais e educadores da época. Este formato serviu de base para quase tudo o que foi feito mais tarde no género, desde os Irmãos Grimm até às adaptações modernas da Disney. Perrault criou o gênero dos contos de fadas que conhecemos hoje.&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-11 12:00:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3746717451</link>
         <description><![CDATA[<p>Os Irmãos Grimm, o Jacob e o Wilhelm, foram dois irmãos alemães que decidiram guardar as histórias antigas que o povo contava para que elas não fossem esquecidas. Eles sabiam que estas histórias eram muito importantes porque ajudavam a ensinar as crianças a distinguir o que estava certo do que estava errado. Através de contos como a <em>Branca de Neve</em> ,queriam passar mensagens positivas e lições de vida para os mais novos. Nas suas histórias, os Grimm tentavam mostrar que as pessoas boas acabam sempre por ser recompensadas, enquanto as pessoas más sofrem as consequências das suas ações. Assim, os seus livros tornaram-se famosos no mundo inteiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-11 12:10:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3746720331</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma fábula é um tipo de história curta que tem como principal objetivo dar um ensinamento, a que chamamos "moral da história". A característica das fábulas é que, na maioria das vezes, as personagens são animais que falam e se comportam como se fossem seres humanos. Através destes animais, o autor consegue mostrar as virtudes e os defeitos das pessoas. Este género de texto foi criado para educar de uma forma simples e divertida. Ao lermos sobre uma tartaruga que ganha uma corrida a uma lebre, por exemplo, aprendemos que a persistência é mais importante do que a rapidez. Como são histórias curtas e com uma mensagem clara, as fábulas são fáceis de entender e de decorar, o que ajudou a que fossem passadas de pais para filhos ao longo de muitos séculos. Em resumo, a fábula é uma história pequena com um grande ensinamento, escrita para nos tornar melhores pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-11 12:17:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3746725112</link>
         <description><![CDATA[<p>Os contos populares portugueses são histórias que fazem parte da nossa identidade e que foram passando de boca em boca, de avós para netos, ao longo de muitos anos. Estas histórias nasceram na tradição oral, muitas vezes contadas à lareira nas aldeias, e mostram muito sobre a cultura, os costumes e o modo de vida do povo português em diferentes regiões do país.</p><p>Uma característica muito importante destes contos é a sua simplicidade, já que se mistura o mundo real com o mundo da fantasia, aparecendo muitas vezes figuras como príncipes e princesas, mas também camponeses, animais falantes e criaturas mágicas. Através destas personagens, os contos populares portugueses procuram transmitir ensinamentos sobre a justiça, a esperteza e a importância de ajudar o próximo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-11 12:29:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3757547737</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou a Joana, tenho 21 anos e sou de Braga.</p><p>O meu percurso escolar passou pelo curso de Línguas e Humanidades, depois o curso de Contabilidade, no IPCA, e agora o curso de Educação Básica.</p><p>Estar cá é algo que eu quero há muito tempo.</p><p>Nos meus tempos livres, gosto de ver séries, estar com amigos e ler.</p><p>O meu grande objetivo é tentar transmitir algo de bom e diferente às crianças porque, para mim, não basta ensinarmos conteúdos, mas também passar-lhes alguns valores, para que possam sair melhor cidadãos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-20 16:57:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3757598835</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura nunca foi o meu passatempo preferido. Lia por obrigação e porque sabia que me fazia falta, não só para melhorar o vocabulário, como também para melhorar o meu desempenho.</p><p>Ao longo do semestre, a maneira como esta UC foi dada, mudou por completo a minha ideia acerca da leitura e cativou me para a mesma.</p><p>Alguns contos e histórias que não conhecia, outras que conhecia, mas não a versão dada em aula e outras que me fizeram viajar e recordar momentos.</p><p>A aula do chá foi desafiante, porque fez-me desenterrar algumas memórias e, ao mesmo tempo, fez me pensar que com apenas um objeto, podemos fazer imensas atividades que fiquem e que marquem.</p><p>Para finalizar, quando pensava nesta UC, tinha uma ideia vaga do que ia ser mas superou as espectativas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-20 17:37:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Saramago foi um escritor português que provou que nunca é tarde para seguir um sonho. Ele não nasceu em berço de ouro; foi mecânico, funcionário e jornalista antes de se tornar um dos maiores nomes da literatura mundial, vencendo o <strong>Prémio Nobel</strong> em 1998.</p><p>A sua escrita é famosa por ser "diferente": ele quase não usava pontos finais ou sinais de interrogação, preferindo as vírgulas. Para ele, ler um livro devia ser como ouvir alguém a contar uma história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 15:37:40 UTC</pubDate>
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         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 15:40:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro, "As pequenas memórias", de José Saramago, remete para a vida dele, enquanto criança. </p><p>Saramago conta que a sua família era muito pobre, mas isso não o impedia de descobrir o mundo. Fala do carinho que tinha dos avós e pelo respeito que tem pela natureza e pelos outros.</p><p>A mudança para Lisboa também é abordada, onde a vida era mais dura. </p><p>Um dos momentos mais bonitos é quando recorda o avô a despedir-se das árvores antes de morrer, como se fossem pessoas da família.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 15:54:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oliver Jeffers é um artista, escritor e ilustrador, na Irlanda do Norte. É um dos nomes mais importantes da literatura atual, e é conhecido por escrever livros para todas as idades.</p><p>Algumas das obras que escreveu foi: "Perdido e achado", "Aqui estamos nós", "O que vamos construir."</p><p>Enquanto Saramago nos conta a sua infância e os avós, Jeffers conta-nos que o mais importante, para uma criança, é o tempo e o carinho que os pais lhes dedicam.</p><p>Enquanto Saramago fala do passado, Oliver fala do futuro e do que podemos construir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 16:08:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro fala da ligação entre um pai e uma filha.</p><p>Os dois constroem laços, segurança, em vez de criarem coisas materiais.</p><p>Ao longo da história, o pai explica que vão construir uma casa com uma porta sempre aberta para amigos, mas também algo forte para quando o mundo parecer difícil.</p><p>É passada a mensagem de que a vida é feita de momentos, e por isso, o amor e o perdão, valem mais que coisas materiais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 16:33:07 UTC</pubDate>
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         <title>O conto das Fadas Verdes</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Alegre menina ou a amiga da China,</p><p>As flores do Jacarandá mas o rosmaninho,</p><p>A cor do silêncio ou a sandália de Setembro,</p><p>Cortar ou tocar?</p><p>A romã ou a pinha?</p><p>Berço ou a garça?</p><p>A borboleta felicíssima.</p><p>A manhã e a dança do sono da serra,</p><p>A água ou a dança,</p><p>Já se foi o Pastor mas porquê?</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 16:42:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3907461282</link>
         <description><![CDATA[<p>Alice Vieira é uma das figuras mais marcantes da literatura portuguesa.</p><p>As suas obras evitam floreados excessivos, preferindo diálogos diretos e um humor subtil para abordar temas como os conflitos familiares e a passagem para a idade adulta. Nas suas memórias autobiográficas, como em "O Que Se Leva Desta Vida<em>"</em>, a autora revela-se com a mesma honestidade com que cria as suas personagens, partilhando episódios da infância e da vida nas redações com uma vivacidade contagiante.</p><p>Entre a sua vasta bibliografia, destaca-se  "Rosa, Minha Irmã Rosa", o seu livro de estreia que revolucionou o género em Portugal ao tratar abertamente do ciúme e das mudanças na dinâmica familiar. Alice Vieira demonstra a sua capacidade de ler o mundo através dos olhos dos mais novos, sem nunca lhes retirar a complexidade  das suas emoções.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-11 19:27:31 UTC</pubDate>
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         <title>O rosto da avó</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>A obra "O Rosto do Avô",  Ana Cristina Luz e com ilustrações de Marisa de Lacerda,  explora a passagem do tempo e a construção da identidade através do olhar de uma criança. A narrativa foca-se na curiosidade de um neto que, ao observar as rugas, as marcas e as expressões no rosto do seu avô, começa a compreender que aquela face é, na verdade, um mapa vivo de uma vida inteira.</p><p>O texto destaca como cada linha de expressão guarda uma memória, um sorriso antigo, uma preocupação ultrapassada ou uma história de trabalho e dedicação. É um livro que promove a empatia e o respeito pela velhice, ensinando aos leitores mais novos que o envelhecimento não é apenas um processo físico, mas uma acumulação de experiências e afetos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-11 19:43:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3928594110</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro é uma biografia em prosa poética sobre Catarina Sobral, uma autora e ilustradora Portuguesa nascida em Coimbra em 1985.</p><p>O texto destaca a formação de Catarina em Design e o seu mestrado em ilustração. Recorda os momentos mais marcantes da carreira e os prestigiados prémios que conquistou.</p><p>Com 24 obras ilustradas no seu percurso, os livros "ganharam pernas de papel" para ilustrar  o facto de terem sido traduzidos para línguas como o Francês, Italiano, Espanhol, Inglês, Dinamarquês, Japonês, Coreano e Chinês.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.calameo.com/read/008221760c6d1d5f568e3">https://www.calameo.com/read/008221760c6d1d5f568e3</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-25 15:51:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Já pararam para pensar o que é uma semente e o potencial que ela tem?</p><p><br/></p><p>Uma semente é como um pequeno baú que guarda o início de uma nova vida. Por fora, ela parece estar parada ou "a dormir", mas lá dentro tem tudo o que precisa para crescer: uma planta minúscula em formato de rascunho ou uma casca forte que a protege do frio e da seca. O grande potencial da semente é que ela consegue esperar meses ou anos no escuro da terra até encontrar água e calor. Quando encontra, esse pontinho minúsculo desperta e tem a força de se transformar numa árvore gigante, capaz de dar milhares de novos frutos e oxigénio para o planeta. A semente é, no fundo, o começo de tudo o que é novo.</p><p>Se pensarmos bem, nós também plantamos sementes invisíveis na nossa vida todos os dias, especialmente nas nossas relações. Na amizade, a semente pode ser um simples "olá", uma brincadeira partilhada no recreio ou um gosto em comum por um jogo. Se regarmos essa semente com conversas, respeito e apoio nos momentos difíceis, ela ganha raízes fortes e transforma-se num amigo para a vida inteira.</p><p>Na família, as sementes são o carinho, os abraços e as histórias. São os pequenos gestos de cuidado diário que fazem com que os nossos laços familiares sejam a nossa base mais segura, aquela que não nos deixa cair mesmo quando o tempo fica difícil. </p><p>E, claro, temos o exemplo mais bonito da natureza, as flores propriamente ditas. A semente aceita passar um tempo escondida debaixo da terra, em silêncio, para mais tarde romper o solo com toda a força e colorir o mundo. Ela transforma-se em pétalas, perfumes e cores que alegram os nossos dias e ajudam a renovar a natureza. Por isso, seja na terra ou no coração, uma semente é a prova de que as coisas mais bonitas e grandiosas da vida começam sempre de forma muito simples e pequenina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 08:29:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3938734147</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 16:09:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3938763831</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto propõe uma abordagem didática assente em três grandes eixos de comemorações e efemérides: as Comemorações Populares (Dia do Pai), as Comemorações Religiosas (Natal) e as Comemorações Ambientais (Dia Mundial do Ambiente).</p><p>A obra que escolhemos foi "As gravatas do meu pai", de Pedro Sermenho.</p><p>Para despertar o interesse e a ligação afetiva, como Atividade de Pré-leitura, propõe-se a criação de uma cesta literária contendo uma gravata e um objeto representativo do pai de cada aluno, desafiando cada criança a explicar as suas escolhas.</p><p>Utilizando um quadro didático centrado na questão <em>"Em que momentos posso usar esta gravata?"</em>, os alunos analisam diferentes tipologias emocionais (Gravata Feliz, Sonhadora, Complicada, Romântica, Hospitaleira). Após a compreensão da história, os alunos são desafiados a atribuir novos significados a estas gravatas e a idealizar uma nova tipologia que dialogue com o estilo da narrativa.</p><p>Como culminação prática e expressiva, os alunos desenvolvem e decoram de forma criativa uma gravata que defina a figura paterna, integrando uma mensagem escrita personalizada. O produto final é conceptualizado para ser oferecido ao pai ou a alguém especial.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.canva.com/design/DAHKmwGj8S4/gPMPTbQxQcY7vE5vATELCg/edit">https://www.canva.com/design/DAHKmwGj8S4/gPMPTbQxQcY7vE5vATELCg/edit</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 16:46:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3938776392</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta última aula foi das que mais me marcou e, portanto, se tivesse de destacar um momento ou uma aula, seria esta. Durante o ano esta UC permitiu-me viajar, imaginar e sair da caixa, mas esta em particular, fez me esquecer a ESE e tudo à minha volta. Partilhamos opiniões, interpretações diferentes e o mais engraçado é que, mesmo que tenhamos trabalhado livros diferentes, todos iam acabando por transmitir ideias semelhantes.</p><p>O livro que me calhou foi "Filhos da lua", de Clara Cunha. </p><p>Este livro fala da perspetiva de uma criança que, do aconchego do seu quarto, vê a lua cheia iluminar o seu espaço até parecer que o quarto é na própria lua, criando uma ligação com outros meninos pelo mundo que partilham a mesma visão e cruza também uma vertente de forte sensibilidade social, ao retratar a realidade de uma criança que vive na rua, "à sombra da lua", trazendo para a narrativa uma dimensão humana, de empatia e de contraste social.</p><p>A parte que mais me tocou foi a de um menino morar na rua, sem pais e sem ninguém e acharem que para ele o céu e a lua são negros e o menino dizer que não, que para ele a lua é cheia de sonhos e ele sonha ser amado, em casa com comida e com alguém a seu lado. Mesmo que o rapaz não tenha ninguém, este nunca deixa de acreditar e de tornar o mundo bonito, mesmo que com todas as dificuldades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 17:02:21 UTC</pubDate>
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         <title>O amor o que é?</title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3938782813</link>
         <description><![CDATA[<p>Este foi um dos livros que mais me marcou pela sua questão.</p><p>Muitas vezes fechamo-nos e parece que temos uma "pala" que não nos deixa ver o mundo nem o mundo à nossa volta. No entanto, esquecemo-nos que o mundo é muito mais do que o que vemos e a leitura dá-nos a oportunidade de o explorar . O amor é tudo aquilo em que acreditamos e , por isso, acho que devíamos ter sempre presente esta questão: O que é o amor?</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-02 17:10:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3942401227</link>
         <description><![CDATA[<p>Alice Vieira é uma das maiores referências da literatura infanto-juvenil em Portugal. Vinda do jornalismo, a sua escrita traz uma marca muito clara, o realismo.</p><p>Oliver Jeffers revolucionou o conceito de livro ilustrado contemporâneo. Ele não é apenas um escritor ou apenas um ilustrador, pois pensa no livro como um objeto artístico onde o texto e a imagem dialogam de forma indissociável.</p><p>Miguel Gouveia traz uma perspetiva riquíssima à literatura contemporânea em Portugal, muito ligada à mediação de leitura, à edição e à narração oral.</p><p>O que os une é o facto de todos erguerem as suas obras sobre a recusa absoluta do paternalismo, tratando a infância e a juventude com um profundo respeito intelectual e emocional. Nenhum destes autores tenta simplificar a realidade através de lições de moral, pelo contrário, partem do princípio de que os leitores, independentemente da idade, são plenamente competentes para processar as grandes questões da existência humana, como o amor, a perda, a solidão e a procura de identidade. É por isso que Alice Vieira aborda com naturalidade as crises familiares e o luto, Oliver Jeffers traduz visualmente a dor de fechar o coração numa garrafa para evitar o sofrimento e Miguel Gouveia resgata o mistério dos contos tradicionais, onde o medo e o desafio fazem parte do crescimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-05 08:19:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3942409346</link>
         <description><![CDATA[<p>"A manta do José", de Miguel Gouveia é uma história sobre a família.</p><p>A narrativa acompanha a manta especial que o avô fizera para o neto quando este nasce.</p><p>À medida que o menino cresce e o tecido se vai desgastando, a manta nunca é deitada fora, em vez disso, é sucessivamente reutilizada e transformada pela criatividade do avô.</p><p>Num casaco, num colete, num lenço e num botão. Quando o botão se perde, a manta transforma-se em algo eterno, uma história que o neto, passará aos seus filhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-05 08:28:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanareigotoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/joanareigotoferreira/edgvf9sfbrrjuwjq/wish/3946888023</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo desta UC, aprendi a olhar para os livros de maneira diferente. Nunca gostei muito de ler e saiu daqui com vontade de ler novamente, todos os livros que abordamos dentro da sala de aula. A aula que destaco foi a que tivemos no exterior, porque é engraçado como tantos livros se podem interligar e como conseguimos todas ficar empolgadas e fixas aos livros, porque ficamos todas presas a eles. O livro "A manta" ficou me marcado porque, um objeto tão insignificante, um pedaço de manta, acabou por nos trazer memórias e tocar e, para mim, é um assunto muito sensível.</p><p>Espero que os estudantes que vão ter esta UC para o ano, aproveitem ao máximo, porque entrar nesta sala é embarcar numa viagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-06-09 15:16:30 UTC</pubDate>
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