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      <title>Memórias da resistência à Ditadura Militar na Paraíba by Memorial Democracia</title>
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      <description>Criação de painel artístico colaborativo </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-10 12:15:40 UTC</pubDate>
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         <title>Resistência a Ditadura </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Regis Soares (chargista)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 18:09:34 UTC</pubDate>
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         <title>TEXTOS DE DARIO JUNIOR NO PERÍODO DA DITADURA</title>
         <author>artedjr</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em meados da década de 1980, nós artistas éramos&nbsp; obrigados a levar as letras das músicas ao Depto de Polícia Federal para serem liberadas ou censuradas, de acordo com a análise do censor. Textos teatrais e outros escritos também deviam ser submetidos. Essa é uma das letras das dezenas de músicas que fiz no período e que, ao serem apresentadas e liberadas, traziam o carimbo do órgão censor.(Dario Junior)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 15:41:25 UTC</pubDate>
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         <title>TEXTOS DE DARIO JUNIOR NO PERÍODO DA DITADURA - Imagem da letra da música &quot;Projeto - Cuca 2000&quot;</title>
         <author>artedjr</author>
         <link>https://padlet.com/memorialdemocraciapb/ec7vt17ko35lhsm9/wish/1359998311</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meados da década de 1980, nós artistas éramos&nbsp; obrigados a levar as letras das músicas ao Depto de Polícia Federal para serem liberadas ou censuradas, de acordo com a análise do censor. Textos teatrais e outros escritos também deviam ser submetidos. Essa é uma das letras das dezenas de músicas que fiz no período e que, ao serem apresentadas e liberadas, traziam o carimbo do órgão censor.(Dario Junior)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 15:48:20 UTC</pubDate>
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         <title>MARCADOS PRA VIVER (Adeildo Vieira)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Canção composta por ADEILDO VIEIRA, em homenagem a Elizabeth Teixeira, pela passagem dos 50 anos do assassinato de João Pedro Teixeira.<br><br><br><strong>MARCADOS PRA VIVER</strong></div><div><strong><em>Adeildo Vieira</em></strong></div><div><br></div><div><strong>Quem é marcado pra viver por inteiro</strong></div><div><strong>E ocupa a vida como se fora posseiro</strong></div><div><strong>Não deixa a morte invadir o seu terreiro</strong></div><div><strong>Nem teme o algoz que tombou um companheiro</strong></div><div><br></div><div><strong>Segue com seus pares</strong></div><div><strong>Arando os campos de algodão</strong></div><div><strong>E semeando os milhares</strong></div><div><strong>Hectares do coração</strong></div><div><br></div><div><strong>Quem deixa a vida marcar as mãos lavradas</strong></div><div><strong>Por calos do trabalho, talos de maniva</strong></div><div><strong>Sabe que o golpe da foice nessa lida</strong></div><div><strong>É afago na terra pra que ela sempre viva</strong></div><div><br></div><div><strong>Mas não baixa a guarda</strong></div><div><strong>Contra as tocaias de seus dias</strong></div><div><strong>Junta as foices amoladas</strong></div><div><strong>Pra mutilar a covardia</strong></div><div><br></div><div><strong>Fazer da dor uma marca na memória</strong></div><div><strong>Moinho da história girando na lembrança</strong></div><div><strong>O amor triturado em João Pedro e Margarida</strong></div><div><strong>Faz pão que alimenta a luta que não cansa</strong></div><div><br></div><div><strong>Do pé de milho ceifado</strong></div><div><strong>Milharal em cada espiga</strong></div><div><strong>Trigo morto, forno quente</strong></div><div><strong>É pão farto em nossa mesa</strong></div><div><strong>Esperança em terra enxuta</strong></div><div><strong>Fogo de almas acesas</strong></div><div><strong>Chama que chama pra luta</strong></div><div><strong>Viva as Ligas Camponesas<br><br>"Eu sei que nêgo vai morrer, que essa luta vai ser abafada e vai ficar como fogo de monturo por baixo. Mas quando ela se levantar mais tarde, aí não tem água que apague esse fogo" (João Pedro Teixeira)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 19:13:30 UTC</pubDate>
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         <title>Polibio Alves (poeta e escritor)</title>
         <author>memorialdemocraciapb</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 13:33:37 UTC</pubDate>
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         <title>Gravuras de Flávio Tavares para o livro &quot;Direito à memória e à verdade: saberes e práticas docentes.&quot; Autoria: Lúcia de Fátima Guerra Ferreira, Maria de Nazaré Tavares Zenaide e Vilma de Lurdes Barbosa e Melo. João Pessoa: CCTA, 2016.</title>
         <author>memorialdemocraciapb</author>
         <link>https://padlet.com/memorialdemocraciapb/ec7vt17ko35lhsm9/wish/1368258233</link>
         <description><![CDATA[<div>1.Mortes em 1964<br>2.Tortura em pau-de-arara<br>3.Em memória de Vladimir Herzog<br>4.População coagida<br>5.Liberdade<br>6.Direito à memória e a verdade </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 14:42:10 UTC</pubDate>
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         <title>O garrote vil. Quadro. 1975. Iniciativa de Ana Maria Niemeyer para construção do monumento &quot; Tortura nunca mais&quot;. A venda desse e de muitos artistas foi revertida para construção do monumento.</title>
         <author>memorialdemocraciapb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Flávio Tavares </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-31 19:59:57 UTC</pubDate>
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         <title>DITADURA NUNCA MAIS (Poeta Marconi Araújo)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 12:45:59 UTC</pubDate>
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         <title>Criação de peça gráfica</title>
         <author>memorialdemocraciapb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Felipe Coutinho&nbsp;<br><br>Em ressignificação à memória da ditadura, presto homenagem aos educadores perseguidos, exilados, cruelmente torturados e, inclusive, assassinados no período. Em destaque trago a professora&nbsp; Ana Rosa Kucinski.&nbsp; Ana era graduada em química e doutora em filosofia. Casada com Wilson Silva, também integrante da ALN, era uma das mais jovens professoras do Instituto de Química da Universidade de São Paulo – USP. Em 22 de abril de 1974, saiu do trabalho na universidade para encontrar-se com o marido para um almoço na Praça da República, no centro da cidade de São Paulo, em comemoração aos quatro anos de casamento. Os dois nunca mais foram vistos. Era isso que a ditadura fazia com milhares de famílias nesse Brasil. DITADURA NUNCA MAIS!!!#Ditaduranuncamais #memoria #educadores #lembrarparanuncamais #educarparaonuncamais</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 18:39:01 UTC</pubDate>
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