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      <title>Qual o nome da doença mesmo? by Caroline Santa Maria Rodrigues</title>
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      <description>Alzheimer: tratamento farmacológico e não farmacológico </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-23 16:45:51 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-03-23 18:35:48 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Doença de Alzheimer (DA)</title>
         <author>carolinesmr</author>
         <link>https://padlet.com/carolinesmr/ec63wncjpw1x3zx4/wish/3378199734</link>
         <description><![CDATA[<pre><code>A doença de Alzheimer (DA) é definida biologicamente por placas β-amiloides e emaranhados neurofibrilares, causando comprometimento cognitivo 

Knopman, D. S., Amieva, H., Petersen, R. C., Chételat, G., Holtzman, D. M., Hyman, B. T., … Jones, D. T. (2021). Alzheimer disease. Nature Reviews. Disease Primers, 7(1), 33.</code></pre>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 17:19:31 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia </title>
         <author>carolinesmr</author>
         <link>https://padlet.com/carolinesmr/ec63wncjpw1x3zx4/wish/3378202697</link>
         <description><![CDATA[<pre><code>Epidemiologia

- A epidemiologia da DA está ligada à demência por todas as causas, sendo a DA a causa mais comum.

- Em um estudo de 184 indivíduos com critérios neuropatológicos para DA, apenas 31% tinham patologia de DA sozinha.

- A prevalência de demência por todas as causas deve aumentar de 50 milhões em 2010 para 113 milhões até 2050 globalmente.

Knopman, D. S., Amieva, H., Petersen, R. C., Chételat, G., Holtzman, D. M., Hyman, B. T., … Jones, D. T. (2021). Alzheimer disease. Nature Reviews. Disease Primers, 7(1), 33.</code></pre>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 17:24:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>DA no Brasil </title>
         <author>carolinesmr</author>
         <link>https://padlet.com/carolinesmr/ec63wncjpw1x3zx4/wish/3378206535</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>As mulheres correspondem a 65% dos casos de Alzheimer no Brasil entre 2013 e 2022. </strong></p><p><br/></p><p>Dado que corrobora com o que diz as pesquisas mais atuais, que afirma que o risco estimado de uma pessoa desenvolver a doença ao longo da vida é cerca de 1 em 5 para mulheres e 1 em 10 para homens</p><p><br/></p><p>Araújo, S. R. M. ., Cunha, E. R. ., Marques, I. L. ., Paixão, S. A. ., Dias, A. de F. G. ., Sousa, P. M. de ., Soares, N. de K. P. ., Sousa, M. O. ., Lobato, R. M. ., &amp; Souza, M. T. P. de . (2023). Alzheimer’s disease in Brazil: an epidemiological analysis between 2013 and 2022. <em>Research, Society and Development</em>, <em>12</em>(2), e29412240345. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.33448/rsd-v12i2.40345">https://doi.org/10.33448/rsd-v12i2.40345</a></p><p><br/></p><p>Garre-Olmo J. (2018). Epidemiologia de la enfermedad de Alzheimer y otras demencias [Epidemiology of Alzheimer's disease and other dementias]. Revista de neurologia, 66(11), 377–386.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 17:31:31 UTC</pubDate>
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         <title>Farmacologia e os sistemas afetados na DA </title>
         <author>carolinesmr</author>
         <link>https://padlet.com/carolinesmr/ec63wncjpw1x3zx4/wish/3378216314</link>
         <description><![CDATA[<p>Os tratamentos farmacológicos disponíveis para essa enfermidade atuam em dois sistemas afetados ao longo da doença: o colinérgico e o glutamatérgico. </p><p><br/></p><p>Vale destacar que esses tratamentos têm como objetivo apenas retardar a progressão da doença e aliviar os sintomas.</p><p><br/></p><p><strong>O sistema colinérgico</strong> desempenha um papel fundamental em funções profissionais como memória e aprendizado. No entanto, a sua funcionalidade está gravemente comprometida durante a doença. Os medicamentos anticolinesterásicos potencializam a resposta da acetilcolina remanescente ao inibir a enzima acetilcolinesterase, responsável por sua manipulação na fenda sináptica. <strong>Os principais medicamentos dessa classe utilizados no tratamento da doença de Alzheimer (DA) são donepezila®, galantamina® e rivastigmina®.</strong></p><p><br/></p><p><strong>O sistema glutamatérgico</strong> também está envolvido na cognição, especialmente nos processos de aprendizagem e memória, sendo impactado nos avanços mais avançados da DA. Durante a progressão da doença, ocorre um aumento na liberação do neurotransmissor glutamato, que, em excesso, causa tóxica neuronal, levando à morte celular. <strong>O único medicamento disponível dessa classe é a memantina®, que atua como antagonista do receptor N-metil-D-aspartato (NMDA), reduzindo os efeitos do contraste do glutamato.</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Machado, B. da S. (2021). Terapias farmacológicas e não farmacológicas no tratamento da Doença de Alzheimer – Uma Revisão Narrativa da Literatura. <em>Saúde e Desenvolvimento Humano</em>, <em>9</em>(3), 1–11.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 17:48:24 UTC</pubDate>
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         <title>Donepezila - Fármaco do Sistema colinérgico </title>
         <author>carolinesmr</author>
         <link>https://padlet.com/carolinesmr/ec63wncjpw1x3zx4/wish/3378220133</link>
         <description><![CDATA[<p>O Donepezil®, cujo princípio ativo é o cloridrato de donepezila, é um medicamento administrado por via oral. Recomenda-se a ingestão de 5 mg antes de dormir, com efeito terapêutico esperado após duas semanas de uso. Após um período de quatro a seis semanas, a dose pode ser aumentada para 10 mg por dia.</p><p><br></p><p>O preço do medicamento varia de acordo com a quantidade de comprimidos e o fabricante. Em média, uma caixa com 30 comprimidos de 5 mg custa entre R$ 190,00 e R$ 200,00. No Sistema Único de Saúde (SUS), o medicamento está disponível para pacientes com doença de Alzheimer (DA).</p><p><br></p><p>Seu mecanismo de ação baseia-se no aumento da concentração de acetilcolina (ACh) na fenda sináptica, por meio da inibição da enzima acetilcolinesterase (AChE), sendo altamente seletivo para essa enzima.</p><p><br></p><p>Em relação à farmacocinética, o Donepezil® é bem absorvido por via oral, independentemente da ingestão concomitante de alimentos, atingindo sua concentração plasmática máxima entre três e quatro horas após a administração. Seu metabolismo ocorre no fígado, através do sistema enzimático do citocromo P-450, podendo haver potencialização ou inibição do efeito da medicação, dependendo das interações medicamentosas. A maior parte do medicamento é excretada pela urina.</p><p><br></p><p>Os efeitos adversos mais comuns ocorrem no trato gastrointestinal, incluindo náuseas, vômitos e diarreia, devido à ação colinérgica periférica do medicamento. Esses sintomas são mais frequentes nas primeiras semanas de tratamento.</p><p><br></p><p>O uso do Donepezil® declarou uma redução de 38% no declínio cognitivo em pacientes com DA. Esse medicamento foi desenvolvido para substituir o Tacrina®, amplamente utilizado nos anos 1990. No entanto, cerca de 30% a 50% dos pacientes que fizeram uso do Tacrina® desenvolveram hepatotoxicidade, levando à suas substituições ao longo dos anos.</p><p><br></p><p>Machado, B. da S. (2021). Terapias farmacológicas e não farmacológicas no tratamento da Doença de Alzheimer – Uma Revisão Narrativa da Literatura. <em>Saúde e Desenvolvimento Humano</em>, <em>9</em>(3), 1–11.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 17:55:29 UTC</pubDate>
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         <title>Rivastigmina - Farmaco do Sistema colinérgico </title>
         <author>carolinesmr</author>
         <link>https://padlet.com/carolinesmr/ec63wncjpw1x3zx4/wish/3378224418</link>
         <description><![CDATA[<p>O Exelon® tem como princípio ativo a rivastigmina e seu uso inicial é recomendado na dose de 3 mg/dia por via oral. Após duas semanas, a dose pode ser aumentada para 6 mg/dia, seguindo uma progressão gradual conforme a necessidade do paciente. A dose máxima permitida é de 12 mg/dia, sendo necessário manter um intervalo de pelo menos duas semanas entre os aumentos de dosagem. Além da administração oral, o Exelon® também está disponível na forma de adesivo transdérmico, seguindo a mesma lógica de escalonamento de doses. Pacientes em tratamento oral podem ser transferidos para a via transdérmica sem riscos, desde que respeitada a equivalência: uma dose oral de 6 mg/dia corresponde ao adesivo de 5 cm².</p><p><br/></p><p>O custo do medicamento varia entre R$ 96,32 e R$ 655,68, dependendo da apresentação e da quantidade. Ambas as versões, em adesivo e comprimido, estão disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p><br/></p><p>Não que se refira à farmacodinâmica, o Exelon® inibe de forma significativa e pseudoirreversível tanto a acetilcolinesterase (AChE) quanto a butirilcolinesterase (BChE). Essa prevenção dupla pode trazer benefícios adicionais ao tratamento, já que o BChE tende a ser aumentado nas fases mais avançadas da doença. No entanto, essa acção pode estar associada a uma maior incidência de efeitos secundários periféricos, como sintomas gastrointestinais, toxicidade, confusão, ansiedade, cefaleia, destruição, fadiga, perda de peso e tremores.</p><p><br/></p><p>Seu mecanismo de ação inclui absorção rápida, concentração plasmática máxima cerca de uma hora após administração oral. Na forma transdérmica, o medicamento é liberado de forma contínua ao longo do dia. Como se liga fracamente às proteínas plasmáticas, sua ingestão com alimentos não é recomendada, pois pode atrasar sua absorção em até 90 minutos. Além disso, atravessa rapidamente a barreira hematoencefálica.</p><p><br/></p><p>Diferentemente de outros medicamentos da mesma classe, o Exelon® não é metabolizado pelas isoenzimas do citocromo P450, o que reduz significativamente suas interações medicamentosas. Sua eliminação ocorre predominantemente pela via renal, com 90% do medicamento excretado em até 24 horas.</p><p><br/></p><p>Os efeitos adversos mais comuns incluem náuseas, diarreia, vômitos, fraqueza muscular, perda de apetite, perda de peso, tontura, sonolência e dor estomacal.</p><p><br/></p><p>Machado, B. da S. (2021). Terapias farmacológicas e não farmacológicas no tratamento da Doença de Alzheimer – Uma Revisão Narrativa da Literatura. <em>Saúde e Desenvolvimento Humano</em>, <em>9</em>(3), 1–11.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 18:03:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Galantamina - Fármaco do Sistema Colinérgico </title>
         <author>carolinesmr</author>
         <link>https://padlet.com/carolinesmr/ec63wncjpw1x3zx4/wish/3378228154</link>
         <description><![CDATA[<p>O Razadyne®, cujo princípio ativo é o bromidrato de galantamina, foi aprovado em 2001 e é indicado para o tratamento da doença de Alzheimer (DA) em estágios leves a moderados. O tratamento inicia-se com uma dose de 8 mg/dia por via oral, administrada pela manhã. Após quatro semanas, a dose de manutenção pode ser ajustada para 16 mg/dia, e, após 12 meses, pode ser aumentada para a dose máxima permitida de 24 mg/dia. Em pacientes com insuficiência renal ou hepática, a dose máxima recomendada é de 16 mg/dia.</p><p>O preço do medicamento varia entre R$ 70,00 e R$ 140,00, estando disponível também pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A galantamina é um composto derivado dos lírios da espécie <em>Galanthus nivalis</em> .</p><p>Quanto à farmacodinâmica, a galantamina atua inibindo de forma específica, competitiva e reversível a acetilcolinesterase (AChE). Além disso, apresenta um duplo mecanismo de ação ao modular alostericamente os receptores nicotínicos, potencializando a transmissão colinérgica.</p><p>Em relação à farmacocinética, sua absorção por via oral ocorre rapidamente, atingindo o pico de concentração plasmática cerca de uma hora após a administração. Sua meia-vida plasmática varia de 8 a 24 horas, sendo necessário o uso de duas doses diárias.</p><p>Os efeitos colaterais mais comuns incluem náuseas, vômitos, diarreia, perda de peso, tontura, dor de cabeça e fadiga.</p><p><br/></p><p>Machado, B. da S. (2021). Terapias farmacológicas e não farmacológicas no tratamento da Doença de Alzheimer – Uma Revisão Narrativa da Literatura. <em>Saúde e Desenvolvimento Humano</em>, <em>9</em>(3), 1–11.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 18:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>Memantina - Fármaco do Sistema Glutamatérgico </title>
         <author>carolinesmr</author>
         <link>https://padlet.com/carolinesmr/ec63wncjpw1x3zx4/wish/3378231346</link>
         <description><![CDATA[<p>A Memantina®, cujo princípio ativo é o cloridrato de memantina, é administrada inicialmente na dose de 5 mg/dia por via oral. O ajuste da dose ocorre conforme a necessidade do paciente, com um aumento gradual até a dose máxima permitida de 20 mg/dia. É essencial que cada aumento na dosagem ocorra com um intervalo mínimo de uma semana.</p><p><br></p><p>O preço do medicamento varia conforme o fornecedor, situando-se, em média, entre R$ 35,59 e R$ 140,00. A diferença de preço deve-se à disponibilidade de embalagens contendo 30 comprimidos ou mais, variando conforme o fabricante e a dosagem. A Memantina® está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p><br></p><p>Em relação à sua farmacodinâmica, a Memantina® atua como um antagonista não competitivo de camada moderada para os receptores N-metil-D-aspartato (NMDA). Sua ação ocorre quando há liberação anormal de glutamato por células danificadas, impedindo essa sequência neurodegenerativa e permitindo apenas a liberação necessária do neurotransmissor. Dessa forma, a Memantina® previne a ativação excitotóxica dos receptores de glutamato, desempenhando um papel neuroprotetor.</p><p>Quanto à farmacocinética, sua absorção ocorre pelo trato gastrointestinal, proporcionando uma biodisponibilidade sérica de 3 a 8 horas. Por não ser metabolizado pela via do citocromo P-450, não apresenta risco significativo de interações medicamentosas. A dose habitual de 20 mg/dia deve ser fracionada em duas administrações diárias, e sua eliminação ocorre predominantemente pela via renal.</p><p><br></p><p>Os efeitos adversos mais comuns incluem diarreia, vertigens, cefaleia, insônia, inquietação, excitação e fadiga. Em pacientes com doença de Alzheimer (DA) moderada a grave que fazem uso estável de inibidores da acetilcolinesterase (IAChE), a combinação com a </p><p><br></p><p>Memantina® é segura, bem tolerada e pode fornecer melhores resultados nas parâmetros cognitivos, funcionais e comportamentais. Um estudo conduzido por Tariot et al. demonstrou que pacientes tratados com a associação de Memantina® e Donepezila® apresentaram resultados superiores em comparação àqueles que utilizaram apenas medicamentos específicos ao sistema colinérgico.</p><p><br></p><p>Machado, B. da S. (2021). Terapias farmacológicas e não farmacológicas no tratamento da Doença de Alzheimer – Uma Revisão Narrativa da Literatura. <em>Saúde e Desenvolvimento Humano</em>, <em>9</em>(3), 1–11.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 18:15:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento não Farmacológico para DA</title>
         <author>carolinesmr</author>
         <link>https://padlet.com/carolinesmr/ec63wncjpw1x3zx4/wish/3378240958</link>
         <description><![CDATA[<p>O Tratamento não farmacológico inclui um acompanhamento interdisciplinar com a participação ativa de vários profissionais, incluindo Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Educador Físico, Fonoaudiologia, Psicologia entre outros.</p><p><br/></p><p>Com relação as Intervenções psicossociais/psicoeducacionais, podem ser centradas em grupo ou na pessoa para informar o gerenciamento e o cuidado da demência, incluindo estimulação emocional e social de PcD/cuidadores. Abordagens psicoeducacionais multicomponentes presenciais ou baseadas em tecnologia e <strong>terapia cognitivo comportamental</strong> (reformulação cognitiva, automonitoramento, técnicas de gerenciamento de humor, treinamento baseado em atenção plena) podem melhorar os sintomas neuropsiquiátricos (agitação, inquietação, ansiedade, distúrbios do sono), retardar a progressão do comprometimento cognitivo e beneficiar a confiança do cuidador, autoeficácia, sobrecarga, depressão, níveis de estresse e QoL da díade30-33. Práticas de Psicologia Positiva são recomendadas para a promoção da saúde mental de PcD/ cuidadores de acordo com o Grupo de Trabalho de Medição Psicossocial da Associação de Alzheimer33e a Força-Tarefa Europeia de Saúde Social INTERDEM </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Caramelli, P., Marinho, V., Laks, J., Coletta, M. V. D., Stella, F., Camargos, E. F., Smid, J., Barbosa, B. J. A. P., Schilling, L. P., Balthazar, M. L. F., Frota, N. A. F., Souza, L. C. , Vale, F. A. C., Chaves, M. L. F., Brucki, S. M. D., Nitrini, R., Durgante, H. B., &amp; Bertolucci, P. H. F. (2022). Treatment of dementia: recommendations of the Scientific Department of Cognitive Neurology and Aging of the Brazilian Academy of Neurology. <em>Dement. neuropsychol.,</em> <em>16</em>(3 Suppl 1), 88-100.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36533154/" />
         <pubDate>2025-03-23 18:34:40 UTC</pubDate>
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