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      <title>Segurança Digital Na Prática by Jefferson Barbisa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-19 19:03:14 UTC</pubDate>
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         <title>Golpe do falso emprego</title>
         <author>jeffersonbarbisa9</author>
         <link>https://padlet.com/jeffersonbarbisa9/eb500o3n8cokpgfi/wish/3373629440</link>
         <description><![CDATA[<p>Você recebe uma mensagem no WhatsApp sobre um suposto emprego com ganhos exorbitantes e esforço mínimo. Na oferta, o salário é alto, geralmente envolvendo a visualização de vídeos ou atividades simples de navegação.</p><p><br/></p><p>Ao final, há um link que leva a uma página para o suposto cadastro de dados pessoais do empregado, incluindo informações bancárias.</p><p><br/></p><p>É nesse momento que os criminosos aproveitam para coletar os dados sensíveis e aplicar o golpe, que costuma causar prejuízos financeiros irreparáveis para diversos usuários.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Golpe do perfil falso</strong></p><p>Um dos golpes mais recorrentes na internet e, principalmente, no WhatsApp, o criminoso consegue clonar o número do usuário e, com a mesma foto do perfil da vítima, pede dinheiro a familiares e amigos.&nbsp;</p><p>O Código Penal costuma enquadrar a conduta como crime de estelionato, furto mediante fraude eletrônica (art. 155, § 4º-B do CP) ou até mesmo fraude eletrônica (art. 171, § 2º-A do CP).&nbsp;</p><p>A abordagem considera o histórico da conversa para tentar imitar a comunicação com os outros contatos, para que eles não percebam o golpe. O golpista, se passando pela vítima, diz estar em uma emergência, precisando de uma transferência bancária imediatamente.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong><em>Phishing&nbsp;</em></strong></p><p><em>Phishing</em>, termo em inglês para “pescaria”, é um golpe muito comum que acontece principalmente em e-mails. Esses disparos chegam à caixa de entrada simulando empresas e instituições confiáveis, com bancos e órgãos do governo, com pedidos de dados ou envio de links maliciosos.&nbsp;</p><p>Mensagens como “Atualize seus dados bancários para não perder sua conta”, “Você ganhou um aumento de limite no seu cartão” vêm seguidas de links que coletam informações sensíveis e ou instalam malwares.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Golpe do falso suporte técnico</strong></p><p>Muito recorrente no WhatsApp, o golpista se diz representante da empresa e alega que há problemas com a conta do usuário, seja uma invasão, problema com o número ou qualquer justificativa que possa causar preocupação na vítima.&nbsp;</p><p>A mensagem enviada pelo criminoso exige que o usuário forneça dados sensíveis e até mesmo informações bancárias, para que o suposto “desbloqueio” possa acontecer. É nesse momento que o golpe é feito e as informações são roubadas.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Golpe da falsa invasão do dispositivo</strong></p><p>Um SMS, mensagem no WhatsApp ou e-mail chega para a vítima alertando que o dispositivo sofreu uma suposta invasão de hackers. O desbloqueio, portanto, depende de um pagamento.&nbsp;</p><p>Na maioria das vezes, as mensagens são sofisticadas e muito realistas, dando a impressão de que realmente tratam-se de uma notificação do próprio dispositivo ou plataforma de segurança. No entanto, assim que o link é aberto, um malware criptografa os dados e bloqueia o acesso do usuário.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Como se proteger de golpes virtuais?&nbsp;</strong></p><p>Seja por e-mail, WhatsApp, redes sociais ou lojas virtuais, é preciso ter muita cautela ao navegar em qualquer meio digital. Por isso, listamos algumas dicas para aumentar a segurança digital e minimizar riscos de cair em golpes. Confira!</p><p><strong>🔒 Mantenha os dispositivos atualizados</strong></p><p>Você sabia que atualizações de sistemas operacionais, aplicativos e navegadores podem conter a ação de golpistas e corrigir falhas de segurança exploradas por hackers? Por esse motivo, <strong>é fundamental manter todos os dispositivos atualizados </strong>sempre que possível.&nbsp;</p><p><strong>🔒 Desconfie de links muito suspeitos</strong></p><p>Como você já leu, muitos golpes usam links suspeitos para a captação de informações pessoais. Portanto, desconfie de qualquer link enviado, principalmente por remetentes desconhecidos.&nbsp;</p><p>Verifique se há erros ortográficos no link e, na dúvida, use ferramentas online capazes de identificar se o link é seguro ou não, como é o caso do <a rel="noreferrer noopener" href="https://global.sitesafety.trendmicro.com/">Trend Micro Site Safety</a>.</p><p>&nbsp; 🔒 Ative mecanismos de segurança no WhatsApp</p><p>O aplicativo oferece camadas extras de segurança, a fim de evitar golpes e roubo de dados. Algumas delas são:&nbsp;</p><ul><li><p>Verificação em duas etapas (<em>config. &gt; conta &gt; verificação em duas etapas</em>)</p></li><li><p>Informações de perfil disponíveis somente para contatos (<em>config. &gt; privacidade &gt; meus contatos</em>)&nbsp;</p></li><li><p>Solicitação de participação em grupos (<em>config. &gt; privacidade &gt; grupos</em>)</p></li><li><p>Denúncia de números estranhos (<em>abra o chat da conversa e vá em Bloquear e denunciar</em>)&nbsp;</p></li></ul><p><strong>🔒Registre qualquer movimentação suspeita</strong></p><p>Se você caiu em um golpe virtual ou suspeita que pode ter sido vítima, a primeira coisa a se fazer é <strong>fazer o registro digital de todas as informações trocadas</strong>, desde o número do contato a conversas e mídias.&nbsp;</p><p>Na dúvida, você pode fazer o registro antecipado de qualquer movimentação minimamente estranha, afinal, caso você precise futuramente, ela pode ter sumido ou ter sido apagada.&nbsp;</p><p>Essas prints podem ser usadas na justiça como provas digitais no seu processo. No entanto, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.verifact.com.br/discurso-de-odio-na-web-posso-usar-post-como-prova/#:~:text=Conte%C3%BAdos%20da%20internet%2C%20como%20stories,usadas%20como%20provas%20na%20Justi%C3%A7a.">a print, por si só, pode ser frágil perante o juiz</a>, que pode desconfiar da manipulação do registro.&nbsp;</p><p>Nesse caso, você precisa usar uma ferramenta que ateste a confiabilidade das provas a partir do momento em que elas foram coletadas. Já ouviu falar da Verifact?&nbsp;</p><p>A plataforma conta com um ambiente antifraude com capacidade comprovada para a realização de registros. Dessa forma, você pode fazer a coleta e preservação de <strong>áudios, vídeos, imagens e textos de WhatsApp, redes sociais, sites e e-mails</strong> como provas documentais digitais.</p><p>Inclusive, você sabia que a Verifact® é uma <strong>alternativa confiável à ata notarial </strong>para a coleta de provas na internet? A plataforma já é usada e atestada por diversos órgãos públicos<strong> </strong>e é a única aceita nas três instâncias do judiciário.&nbsp;</p><p>O melhor de tudo é que <strong>você só paga por relatório emitido</strong> e pode fazer diretamente de casa, sem precisar ficar horas em filas de cartório. É prático, rápido, seguro!&nbsp;</p><p>Clique no banner abaixo e use a plataforma da Verifact® para dar mais segurança e confiabilidade ao seu processo!</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 19:26:07 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Malware?</title>
         <author>jeffersonbarbisa9</author>
         <link>https://padlet.com/jeffersonbarbisa9/eb500o3n8cokpgfi/wish/3373642726</link>
         <description><![CDATA[<p>Malware, abreviação de software malicioso, é qualquer software que danifica ou ganha acesso não autorizado aos dispositivos, sites ou redes de outros usuários, principalmente para fins sinistros, tais como violação de dados, roubo de identidade, espionagem, etc.</p><p><br/></p><p>Antes do termo “malware” ter sido cunhado em 1990 por Yisrael Rada, “vírus de computador” era a terminologia preferida. Eles são frequentemente disfarçados de programas limpos e inofensivos.</p><p><br/></p><p>O malware pode interromper seu serviço, apagar seus arquivos, bloqueá-lo fora do seu sistema, roubar suas informações pessoais e confidenciais, transformar seu dispositivo em um zumbi e até mesmo derrubar redes e sites inteiros.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Malware do site</strong></p><p>Dado o crescimento exponencial dos sites, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://kinsta.com/pt/blog/plataformas-ecommerce/">soluções de eCommerce</a> e aplicativos web, os criminosos cibernéticos têm inúmeras oportunidades para realizar seus esquemas maliciosos e tirar vantagem de qualquer vulnerabilidade possível.</p><p>Um aviso do navegador “The site ahead contains malware”. (Fonte da imagem: <a rel="noopener noreferrer" href="https://fixmywp.com/">FixMyWP</a>)</p><p>O malware do site ataca especificamente sites e servidores. Eles são normalmente desenvolvidos para contornar as defesas de segurança de um site ou servidor – ou através de software não confiável de terceiros – e obter acesso não autorizado sem ser detectado. Exemplos de malware de site incluem <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://kinsta.com/pt/blog/ataque-de-ddos/">ataques DDoS</a>, redirecionamentos maliciosos, e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://kinsta.com/pt/blog/spam-comentarios-wordpress/">conteúdo de spam</a>.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Como funciona o Malware</strong></p><p>Existem diferentes maneiras que os criminosos cibernéticos usam para se infiltrar e causar danos ao seu sistema através de malware. Então, como você pode ser infectado por malware? Aqui estão algumas formas populares de ataque.</p><p>1. Engenharia social</p><p>O malware é frequentemente distribuído através de ataques de engenharia social. A engenharia social descreve uma grande variedade de ataques cibernéticos maliciosos. O atacante se baseia principalmente em enganar os usuários para que deem informações sensíveis ou acesso aos seus dispositivos.</p><p>Sinal de aviso de Phishing do Google. (Fonte da imagem: <a rel="noopener noreferrer" href="http://fixmywp.com/">FixMyWP</a>)</p><p>Phishing é o ataque de engenharia social mais popular usado por cibercriminosos para espalhar malware – <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://kinsta.com/pt/blog/autenticacao-email/">geralmente através de e-mails</a>. Você sabia que <a rel="noopener noreferrer" href="https://purplesec.us/resources/cyber-security-statistics/">92% dos malwares são entregues por e-mail</a>?</p><p>2. Software contaminado</p><p>Você pode ser infectado por malware quando você baixa um programa de software gratuito que vem com aplicativos adicionais de terceiros nos quais um deles pode conter malware. Muitas pessoas são vítimas deste tipo de ataque de malware porque se esquecem de desmarcar a instalação destes aplicativos adicionais.</p><p>3. Compartilhamento de arquivos peer-to-peer</p><p>Protocolos de compartilhamento de arquivos peer-to-peer (P2P), tais como torrentes, estão entre os principais métodos que os criminosos cibernéticos usam para distribuir malware. Os atacantes podem rapidamente espalhar seus códigos maliciosos através de arquivos compartilhados via P2P, infectando o maior número possível de redes e sistemas.</p><p>4. Freeware</p><p>Como <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://kinsta.com/pt/blog/o-wordpress-gratuito/">obter coisas de graça</a> é sempre uma opção atraente, geralmente vem a um preço alto. Freeware baixado de fontes desconhecidas ou não confiáveis é frequentemente infectado por malware que pode danificar seu sistema e comprometer seus dados.</p><p>5. Homogeneidade</p><p>Homogeneidade pode ser um alvo fácil para ataques de malware. O malware pode se espalhar rapidamente através de sistemas conectados à mesma rede e rodando o mesmo sistema operacional. Se um dispositivo for infectado, as chances são de que toda a rede tenha sido comprometida.</p><p>Diferentes tipos de Malware</p><p>É importante conhecer seu inimigo para aprender como se livrar de malware e proteger seu computador, site ou servidor. Estes são os tipos mais comuns de malware que você deve conhecer.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Diferentes tipos de Malware</strong></p><p>É importante conhecer seu inimigo para aprender como se livrar de malware e proteger seu computador, site ou servidor. Estes são os tipos mais comuns de malware que você deve conhecer.</p><p>1. Vírus</p><p>Os vírus são os tipos mais visíveis e comuns de malware. Os vírus podem se replicar, mas eles também precisam de ação humana para realizar os danos.</p><p>Os danos causados por vírus incluem corromper arquivos de dados, desligar o seu sistema ou roubar informações confidenciais se estiverem dentro de uma rede. Os vírus também podem lançar outros ataques cibernéticos, como ataques DDoS ou mesmo ataques ransomware&nbsp;.</p><p>O arquivo, site ou aplicativo infectado deve estar em execução para que o vírus desperte e comece a funcionar. Caso contrário, ele permanecerá inativo até que o usuário vítima o execute. A maioria dos vírus se escondem em extensões de arquivos comuns como <strong>.exe.</strong> ou <strong>.com</strong>.</p><p>Mesmo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://kinsta.com/knowledgebase/malware-security/">sites WordPress podem ser infectados</a> se um usuário com acesso ao painel de controle utilizar um dispositivo infectado.</p><p>Macro vírus</p><p>O Macro vírus visa o software em vez de sistemas operacionais na mesma linguagem de macro que o software que ele está visando infectar, como o MS Word e Excel. Como resultado, este tipo de vírus pode infectar qualquer sistema operacional, levando a sérios riscos de segurança para a sua organização.</p><p>O Macro vírus podem se espalhar através de e-mails de Phishing, downloads de redes infectadas, serviços P2P maliciosos, ou dispositivos de armazenamento portáteis infectados.</p><p>2. Ransomware</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 19:39:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jeffersonbarbisa9</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)</strong></p><p><strong>A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)</strong>, Lei n° 13.709/2018, foi promulgada para proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade, e a livre formação da personalidade de cada indivíduo. A Lei fala sobre o tratamento de dados pessoais, dispostos em meio físico ou digital, feito por pessoa física ou jurídica de direito público ou privado, englobando um amplo conjunto de operações que podem ocorrer em meios manuais ou digitais.&nbsp;</p><p>No âmbito da LGPD, o tratamento dos dados pessoais pode ser realizado por dois agentes de tratamento – o <strong>Controlador</strong> e o <strong>Operador</strong>. Além deles, há a figura do <strong>Encarregado</strong>, que é a pessoa indicada pelo Controlador para atuar como canal de comunicação entre o Controlador, o Operador, os(as) titulares dos dados e a <strong>Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)</strong>.</p><p>Tema fundamental trabalhado pela Lei, o tratamento de dados diz respeito a qualquer atividade que utiliza um dado pessoal na execução da sua operação, como, por exemplo, coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração.</p><p>Antes de iniciar qualquer tipo de tratamento de dados pessoais, o agente deve se certificar que a finalidade da operação está registrada de forma clara e explícita, e que os propósitos especificados e informados ao(à) titular dos dados. No caso do setor público, a principal finalidade do tratamento está relacionada à execução de políticas públicas, devidamente previstas em lei, regulamentos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos semelhantes.</p><p>O compartilhamento dentro da administração pública, no âmbito da execução de políticas públicas, é previsto na lei e dispensa o consentimento específico. Contudo, o órgão que coleta deve informar com transparência qual dado será compartilhado e com quem. Do outro lado, o órgão que solicita receber o compartilhamento precisa justificar esse acesso com base na execução de uma política pública específica e claramente determinada, descrevendo o motivo da solicitação de acesso e o uso que será feito com os dados. Informações protegidas por sigilo seguem protegidas e sujeitas a normativos e regras específicas. Essas e outras questões fundamentais devem ser observadas pelos órgãos e entidades da administração federal, no sentido de assegurar a conformidade do tratamento de dados pessoais de acordo com as hipóteses legais e princípios da LGPD.</p><p>&nbsp;A lei estabelece uma estrutura legal de direitos dos(as) titulares de dados pessoais. Esses direitos devem ser garantidos durante toda a existência do tratamento dos dados pessoais realizado pelo órgão ou entidade. Para o exercício dos direitos dos(as) titulares, a LGPD prevê um conjunto de ferramentas que aprofundam obrigações de transparência ativa e passiva, e criam meios processuais para mobilizar a Administração Pública.</p><p>Documento base: Guia de Boas Práticas para Implementação na Administração Pública Federal da Lei Geral de Proteção de Dados – documento elaborado pelos diferentes órgãos que compõem o Comitê Central de Governança de Dados e que contém orientações sobre as atribuições e atuação do Controlador, do Operador e do Encarregado, bem como da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e versa, ainda, sobre os direitos fundamentais dos(as) cidadãos(ãs) titulares dos dados, aborda hipóteses de tratamento dos dados e sua realização, indica o ciclo de vida do tratamento dos dados pessoais e apresenta boas práticas em segurança da informação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 19:42:40 UTC</pubDate>
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         <title>Golpe do falso advogado: criminosos se passam por profissionais reais na Bahia; prejuízo ultrapassa R$ 100 mil</title>
         <author>jeffersonbarbisa9</author>
         <link>https://padlet.com/jeffersonbarbisa9/eb500o3n8cokpgfi/wish/3373646557</link>
         <description><![CDATA[<p>Crimes aconteceram na cidade de Juazeiro, no norte do estado.</p><p>Por g1 BA e TV São Francisco</p><p><br/></p><p>14/03/2025 20h57  Atualizado há 4 dias</p><p><br/></p><p>Advogados e clientes são vítimas de golpe em Juazeiro</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Criminosos estão se passando por advogados em Juazeiro, na região norte da Bahia, e pelo menos 15 profissionais reais tiveram suas imagens usadas pelos golpistas.</p><p><br/></p><p>De acordo com a Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção de Juazeiro (OAB-BA), o prejuízo dos clientes ultrapassam R$ 100 mil.</p><p><br/></p><p>De acordo com a OAB, os golpistas entram em contato com os clientes, por ligação ou aplicativo de mensagens, alegando ser necessário um pagamento para libera r valores de ganhos em ações judiciais.</p><p><br/></p><p>Os criminosos buscam os dados dos processos na Justiça e, ao encontrar os dados, buscam o escritório responsável para pegar informações sobre os advogados envolvidos no caso e entram em contato com as vítimas para aplicar.</p><p><br/></p><p>"Eles tem acesso ao processo e quando veem que o dinheiro está para sair, identificam o advogado, procura a imagem dele e clona o número do advogado ou se passa por ele. Então, entra em contato com a vítima e diz que o dinheiro está prestes a sair e é necessário fazer um pagamento para receber", relatou o presidente da OAB Subseção Juazeiro, Rubnério Ferreira.</p><p>LEIA TAMBÉM:</p><p><br/></p><p>Influenciadora digital é presa no recôncavo da Bahia suspeita de aplicar golpes com transferências PIX falsas</p><p>'Golpe do PIX': envolvidos são ouvidos em segunda audiência do caso em Salvador</p><p>VÍDEO: casal é preso suspeito de assalto a correspondente bancário no interior da Bahia</p><p>Rubnério Ferreira, presidente da OAB Subseção Juazeiro — Foto: Reprodução/TV São Francisco</p><p>Rubnério Ferreira, presidente da OAB Subseção Juazeiro — Foto: Reprodução/TV São Francisco</p><p><br/></p><p>A advogada Raíssa Carmén Castro relatou, em entrevista à TV São Francisco, que teve uma foto dela usada por golpistas.</p><p><br/></p><p>"Eu fui surpreendida com o meu escritório informando que tinham usado minha foto. Uma delas coletaram de uma rede social usando para comunicar aos clientes do escritório do meu colega parceiro que havia um dinheiro para receber e o cliente deveria fazer um valor absurdo", falou a advogada.</p><p>Uma idosa, que preferiu não se identificar, contou que criminosos se passaram pelo advogado que acompanha uma causa trabalhista dela e perdeu quase R$ 7 mil.</p><p><br/></p><p>"Eles diziam que eu tinha ganhado minha casa e para receber esse dinheiro eu tinha que pagar um dinheiro para a Receita [Federal]. E eu, sem muito entendimento, me envolvi nessa emboscada e terminei pagando R$ 6.950. Eu registrei a queixa na delegacia", contou a vítima.</p><p><br/></p><p>A Polícia Civil informou que os casos estão sendo investigados pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Juazeiro.</p><p><br/></p><p>Crimes aconteceram na cidade de Juazeiro, no norte da Bahia — Foto: Divulgação/Prefeitura de Juazeiro</p><p>Crimes aconteceram na cidade de Juazeiro, no norte da Bahia — Foto: Divulgação/Prefeitura de Juazeiro</p><p><br/></p><p>Veja mais notícias do estado no g1 Bahia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 19:44:13 UTC</pubDate>
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