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      <title>Não Venham Me Matar - Colonialidade e Sexismo epistêmico 2º ITI-Filosofia by Graziela Ninck Dias Menezes</title>
      <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7</link>
      <description>O trabalho consiste  em comentar sobre a questão do feminicidio como estratégia de apagamento dos saberes e cosmovisões de mulheres na socieade atual. O comentário é individual e deve ser feito an coluna do grupo de trabalho sobre Epistemologias Feministas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-04 16:53:48 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Henrique Soares Magalhães ITI 21</title>
         <author>pedromagal0410</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tanto o texto “Sejamos todos feministas” de Chimamanda Adiche, quanto o espetáculo virtual “Não Venham Me Matar”, são voltados a exemplificar o cotidiano de uma mulher, em uma sociedade em que o patriarcado machista é muito presente.&nbsp; No qual é apresentado diversos problemas recorrentes na vida delas, como por exemplo, sempre acharem que elas são sustentadas por um homem, ou a prioridade, quase negligenciando totalmente a mulher, de cargos mais altos ou de liderança, como mostrado em um trecho do livro, em que a escritora relata se dedicar muito para ser representante de sala, e mesmo tendo o melhor desempenho, não assumiu o cargo por ser mulher. Já um assunto abordado no vídeo por atuações, é o fato de mulheres muito maquiadas serem chamadas de nomes horríveis com intenção de menosprezar e tornar mais fácil domina-las. &nbsp;</div><div>Esses fatos problemáticos apresentados acima, constantes na vida das mulheres, coincide exatamente no que é dito por María Lugones. Em que a ideia europeia de colonizar nativos de países “descobertos” e inferiores, determina um padrão, no qual o homem branco do ocidente é superior aos demais seres humanos. Essa colonialidade é o principal motivo da hierarquização das raças e gêneros nos dias atuais. A solução para esse problema está justamente nas duas obras abordadas anteriormente, em que através de relatos, peças, músicas e encenações, nos é mostrado que não só mulheres devem lutar pelo feminismo, mas sim todos. O feminismo não é a superioridade das mulheres, mas sim a igualdade das pessoas, e essa luta deveria ser de toda sociedade, independente de raça, cor ou gênero, para juntos criarmos um lugar melhor, não só para a geração atual, mas também para as futuras. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 10:06:51 UTC</pubDate>
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         <title>KAUAN MACEDO ITI-22 </title>
         <author>macedokauan540</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2114402291</link>
         <description><![CDATA[<div>"Meu modo de ser não muda o fato de eu ser valorizada, não é porque uso um shortinho que devo ser abusada pelos seus olhos venenosos, não é porque eu não gosto de fazer os afazeres domésticos que não posso ser considerada uma mulher responsável." NÃO VENHA NOS MATAR, NOSSA HISTÓRIA É LONGA E EU TENHO O DIREITO DE&nbsp; CONTINUAR: NÃO VENHAM NOS MATAR.&nbsp;<br>Falar sobre a força feminina é algo de grande prazer, tanto os textos, quanto o espetáculo nos traz um conhecimento e aprofundamento de fatos que contribuem para a formação de uma visão melhor sobre ser mulher. O espetáculo vem com uma dinâmica bem atual do assunto, e os textos com ensinamentos e experiências de grande potência vivida pela autora.&nbsp;<br>A força da voz feminina vem tomando grande lugar nas redes sociais e em diversos lugares. O'Que falar de mulheres que estão conseguindo seus lugares de destaque através de seus esforços e estudos?! O'Que imaginar dessas mulheres com força e dedicação, que são capazes suficientes de mostrar que ainda não é a hora de pararmos?! NÃO VENHAM NOS CALAR! A nossa evolução é tomada por degrau em degrau, para no futuro chegarmos ao nosso objetivo.&nbsp;<br>Quando falamos em feminismo, não queremos mostrar superioridade da mulher sobre o homem, mas a igualdade entre ambos os sexos, a suas histórias tem sido longa e contínua, não olhamos para raça, cor, etnia, modos e sim para o direto de cada uma. NÃO VENHAM NOS CALAR, eu posso sim ser cumprimentado e respeitado em um restaurante, não só meu parceiro. Se eu te ofereço uma gorjeta ao lado do meu esposo, não significa que o dinheiro seja dele, porque não pode ser meu? Há diferença no físico entre um e outro? Sim, mas não há justificativa dele ser altamente superior a mim.&nbsp;<br>Há muito oque tratarmos ainda, mas chegará o tempo certo, nós mulheres merecemos respeito e igualdade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-25 20:03:46 UTC</pubDate>
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         <title>KAUÊ LUCAS DE JESUS ITI-21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2114797261</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A corrente desvalorização das mulheres nos meios sociais não é um problema estruturado nos dias atuais, mas sim, desde tempos passados. Com o crescimento dos ataques e menosprezos é notável um acentuado agravamento que afeta diretamente as proporções entre direitos dos homens e das mulheres; o primeiro(direito dos homens) acaba por sobressair os direitos femininos, resultando em uma vantagem(ou superioridade) dos homens em relação às mulheres nos meios sociais.<br>Com o surgimento dos problemas há uma necessidade de se encontrar uma solução; assim, para o meio social feminino a criação do&nbsp; feminismo:movimento social que se tem mulheres como protagonistas,veio como resposta. Esse movimento social vai buscar - não o movimento em si, mas quem faz parte dele através de constantes lutas sociais irá atrás dos diretos iguais das mulheres em relação aos homens, não exercendo ou forçando superioridade em relação ao gênero masculino.&nbsp;<br>Analisando paralelamente os suportes dados para a construção do texto podemos ver a necessidade da luta para obtenção de equilíbrios de direitos e, que, embora não resolva totalmente o problema por causa da "globalização", ameniza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 12:44:46 UTC</pubDate>
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         <title>PAULO GUILHERME MIRANDA - ITI 21</title>
         <author>20201iti0048</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2114941987</link>
         <description><![CDATA[<div>  O espetáculo virtual "Não venha me matar" expõe diversas situações complicadas que as mulheres passam no dia a dia, principalmente quando são negras e de classe social mais baixa. Nele é falado de situações no mercado de trabalho onde a mulher é constantemente subestimada e menosprezada, situação de abandonos por parte de pais (pais que somem ou não querem assumir os filhos), etc. Eu queria citar também uma situação onde minha irmã recém se formou em engenharia agronômica e ao buscar estágios em diversas fazendas ela foi rejeitada só por ser mulher, os próprios donos de fazenda falavam "Que lugar de mulher não é no campo e sim na cozinha".&nbsp;<br>&nbsp; Essa desvalorização da mulher vem acontecendo há muito tempo, mas graças a luta de mulheres como essas que irei citar que o machismo vem diminuindo cada vez mais na sociedade: Malala Yousafzai que por muito tempo denunciou a situação em que viviam as mulheres sob o domínio do Talibã e lutou pela educação das meninas do Paquistão e com 17 anos ganhou um Prêmio Nobel da Paz; A atriz britânica Emma Watson, embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres, é uma líder na luta pelos direitos das mulheres; Isabel Allende, que recentemente definiu o feminismo como uma revolução “irreversível”, tem sido firme em destacar sobre como funciona a violência contra as mulheres. “Há uma guerra não declarada contra o sexo feminino. Vivemos em um patriarcado. Este patriarcado persiste há milênios. O que é patriarcado? É um sistema de opressão econômica, cultural, religiosa e social que dá domínio ao gênero masculino, não a todos,&nbsp; mas a uma parte do gênero masculino ”; Nísia Floresta, A escritora nordestina Dionísia Gonçalves Pinto ficou conhecida pelo pseudônimo de Nísia Floresta Brasileira Augusta. Nascida em Papari — hoje cidade Nísia Floresta — Rio Grande do Norte, em 12 de outubro de 1810, a educadora, escritora e poetisa brasileira é uma das pioneiras do feminismo no Brasil. E diversas outras que aqui não foram citadas.&nbsp;<br>&nbsp; María Lugonos fala sobre isso em seu livro COLONIALIDADE DE GÊNERO: O FEMINISMO DECOLONIAL DE MARÍA LUGONES, ela diz "perpassa&nbsp; pelo&nbsp; eurocentrismo, pois&nbsp; o&nbsp; sistema&nbsp; colonial&nbsp; determina&nbsp; um&nbsp; padrão,&nbsp; isto&nbsp; é,&nbsp; o&nbsp; homem&nbsp; do&nbsp; ocidente&nbsp; é&nbsp; superior&nbsp; ao homem&nbsp; não&nbsp; ocidental.&nbsp; Tem&nbsp; uma&nbsp; dimensão&nbsp; racial,&nbsp; pois&nbsp; mulheres&nbsp; não&nbsp; brancas,&nbsp; as&nbsp; nativas,&nbsp; são invisibilizadas neste sistema. Segundo&nbsp; Lugones&nbsp; (2014)&nbsp; antes&nbsp; da&nbsp; chegada&nbsp; dos&nbsp; colonizadores&nbsp; nas&nbsp; américas&nbsp; haviam outras&nbsp; posições&nbsp; de&nbsp; gênero&nbsp; que&nbsp; não&nbsp; estas&nbsp; hierarquizadas&nbsp; e&nbsp; dicotômicas&nbsp; inventadas&nbsp; pelos colonizadores,&nbsp; que&nbsp; impuseram&nbsp; gêneros&nbsp; binários&nbsp; na&nbsp; qual&nbsp; os&nbsp; homens&nbsp; assumem&nbsp; o&nbsp; modelo patriarcal, destruindo estruturas tribais que vivenciavam outros modelos, como os matriarcais. ". Existem diversos outros assuntos a se abordar, diversos problemas a se resolver, essa não é uma luta só da mulheres, mas dos homens também, a igualdade é um direito de todos, o machismo deve acabar, a luta está só começando.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 16:13:00 UTC</pubDate>
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         <title>Ilana Mariano de Oliveira ITI-21</title>
         <author>ilanamariano992</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2114961701</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha análise pessoal nesse espetáculo virtual "Não venha me matar".<br>É que achei muito maravilhoso a atuação também impecável... E o assunto é algo recorrente que batemos sempre na mesma tecla que é as mulheres gostei muito da forma que foi abordada uma forma bem simples e direta </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 16:42:43 UTC</pubDate>
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         <title>ÍTALO LOWRAN DOS SANTOS BARRETO - ITI 21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2115876645</link>
         <description><![CDATA[<div>A peça "Não venha me matar" mostra a dificuldade sofrida diariamente pelas as mulheres, um dos principais pontos da peça foi sobre as agressões e o depoimento que uma das atrizes da peça nos falou. Esse ponto ficou martelando na minha cabeça e felizmente nunca vi isso acontecendo, mas quis pesquisar um pouco sobre e depois dessa pesquisa fiquei um pouco em "choque", pois, as taxas de feminicídio era muito alta. Outro ponto que me chamou a atenção foi o racismo sofrido pelas mulheres negras que ainda sofre um pouco mais porque as pessoas implicam com a cor delas e isso é muito ruim, pois, meio que "desumaniza" a pessoa. Em geral, a peça foi muito boa! E não tenho nenhuma crítica a mais sobre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 20:06:14 UTC</pubDate>
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         <title>Nycolle Khetlem Ramos, ITI-21</title>
         <author>20201iti0041</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2115974322</link>
         <description><![CDATA[<div>A força das mulheres é um assunto muito interessante e com o espetaculo "Não venha nos matar" tive uma otima experiência, na qual aprendi muito.<br><br>Com depoimento de agressão podemos notar que não é algo distante, está tão perto de nós e as vezes nao vemos. É repugnante que alguem se ache no direito de tirar a vida de outra pessoa, ainda mais por se sentir superior.<br><br>O machismo (também citado nos textos e no espetáculo) é ainda mais comum, me arrisco a dizer que é impossível encontrar uma mulher que já nao foi vítima do machismo. Receber salarios mais baixos que o de homens exercendo o mesmo cargo ou associar tarefas domesticas como uma coisa de mulher é um exemplo disso.<br><br>O espetáculo foi muito necessário, todos deveriam assistir para quem sabe conseguir ter uma visão melhor sobre o assunto. Muito bem abordado o tema, de uma forma simples mas muito didática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 22:49:17 UTC</pubDate>
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         <title>MATHEUS RODRIGUES DOS SANTOS - ITI 21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2116231634</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o espetáculo virtual "não venha me matar" foi possível ter uma percepção diferente sobre temas extremamente importante na luta diária das mulheres, ao apresentar relatos de mulheres que sofreram violência tornou essa realidade mais próxima ao dar rosto e voz para essas vitimas diferente de meros números impessoais como acontece quando casos como esses são apresentados em jornais e mídias informativas. Certamente essa foi a parte que mais me impactou na apresentação e acredito que seja a ponto mais alto e eficaz para com a proposta desse espetáculo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 02:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Willian Santos da Silva - ITI21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2116940604</link>
         <description><![CDATA[<div>Tanto o espetáculo virtual “Não Venham me Matar” quanto o livro “Sejamos todos feministas” de Chimamanda Adiche&nbsp; tocam num ponto crucial que as mulheres sofrem ou já sofreram alguma vez na vida, que é a&nbsp; violência vinda por parte de um homem, que em grande parte das vezes, aquelas que não conseguem escapar são vítimas do <strong>feminicídio</strong>. A live traz diversas mulheres que contam por meio de uma rima, ou musica como foram subjulgadas ou violentadas alguma vez na vida por um homem, cujas marcas internas e externas dessa violência vão ser carregadas pro resto da vida. Marcas essas que são visualmente retratadas por medo, insegurança, ansiedade, pânico. Na peça elas ainda falam que esse ataque de gênero, em grande parte está relacionado a superioridade, a obsessão que o homem sente em se achar superior a uma mulher, somente pelo seu gênero. <br> Essa live teve uma finalidade muito grande, para alertar que o feminicidio é um caso existente e que deve ter muita visibilidade, milhões de mulheres morrem todos os dias, vítimas de ataques masculinos <strong>(feminicídio)</strong>, que ocorrem em diversos lugares, como em casa, (na violência doméstica) , na rua, no trabalho, em todo lugar, em qualquer lugar que uma mulher estiver, ela corre perigo. Então eu achei essa peça virtual uma ótima maneira para trazer visibilidade a esse assunto que é muito persistente, e tentar de alguma forma fazer a diferença. Mulher merece respeito,&nbsp; merece ser livre, e não caracterizada como uma “peça” de um homem.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 11:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Henrique Carvalho matos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2117472845</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o auxilio do aspecto virtual “Não Venham me Matar” e do livro “Sejamos todos feministas”, que falam sobre o machismo e o feminicídio, é possível notar de maneira crua o quanto as mulheres sofrem pelo simples fato de serem mulheres. O medo e a angustia de ser sempre um alvo fácil, e não apenas de maneira física, mas de intelectual também, e elas utilizam o rap e as rimas para expressar suas dores e fraquezas, e da pra perceber que essa dor e essa luta elas vão ter que carregar pelo resto da vida.<br>Durante a peça, é falado sobre esse ataque, e como ele esta atrelado ao ego do homem, de como ele se acha superior apenas por se homem.<br>Ao meu ver a live foi de extrema importância para alertar nem ao menos uma pequena parte da sociedade sobre temas como feminicídio, violência domestica e como isso pode ocorrer em qualquer lugar, e como uma mulher nunca esta segura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 15:49:01 UTC</pubDate>
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         <title>Jefferson Freitas - ITI 21</title>
         <author>jejeofodao</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2117477817</link>
         <description><![CDATA[<div>O tema abordado mostra com objetividade muito dos motivos por quais as mulheres foram sendo oprimidas na nossa sociedade. As mulheres, principalmente negras<br>a live trás relatos de mulheres que sofrerem abusos violentos de homens em algum momento da sua vida, elas contam por vários meios de expressão artísticas, como músicas ou poemas, a live em si é carregada de emoções, e mostra como as mulheres sofreram e ainda sofrem por serem mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 15:51:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lawane Neres ITI 21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2117748172</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que quando vivemos em uma sociedade que é estruturalmente machista e racista, é de suma importância ter acesso a conteúdos como o texto "sejamos todas feministas" de Chimamanda Adiche e o espetáculo virtual "Não venha me matar".&nbsp;<br>Precisamos abrir mentes, os depoimentos da live não são apenas dados, uma história distante, um desabafo... Elas dão vozes para todas as mulheres que passam por uma mesma situação ou semelhante todos os dias! É constante, é diário e é brutal.&nbsp;<br><br>Não somos inferiores por sermos mulheres, muito menos por sermos mulheres negras. A discriminação de gênero manifestada pela misoginia e pela objetificação da mulher é paradoxal e por isso precisa ser escancarado, precisamos que a sociedade nos ouça, seja através de nossos corpos, de nossas falas, de nossos cantos, poemas e todo o resto presente na live.<br><br>A iniciativa de trazer um trabalho com esse peso para nós adolescentes é simplesmente brilhante, somos o futuro e temos conosco o fardo de construir um melhor do que o que vivemos, não só para nós mas para quem estiver vindo depois. Precisamos estar cientes das falhas da sociedade, ainda mais quando essa falha é responsável por desigualdade salarial, objetificação da mulher e feminicidio.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 18:07:15 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Menezes - ITI 21</title>
         <author>gabrielmenezesl323</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2117947717</link>
         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;espetáculo "não venha me matar" foi muito interessante, trouxe varias ideias de tudo que acontece com as mulheres em todo o mundo, machismo é uma coisa que existe e com a luta vamos acabar com isso o mais rápido possível! </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 20:06:16 UTC</pubDate>
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         <title>Levi Nonato Luz - ITI 21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2118103476</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "Não venha me matar" retrata casos reais de feminicídio, o que foi um choque para mim. A princípio pensei que era apenas uma peça com histórias fictícias, mas ao receber a informação de que era real, uma história que apresenta mulheres como todas as outras sofrendo disso, foi aí que a ficha caiu, isso é algo que acontece com uma frequência alta, pode acontecer com qualquer uma, é um problema tão normalizado que assusta pensar que uma quantidade tão grande de mulheres, que representam maior parte da população que homens, está sujeita sofrer esse mal terrível. "Se repetimos uma coisa várias vezes, ela se torna normal. Se vemos uma coisa com frequência, ela se torna<br>normal." diz Chimamanda Adiche, no texto "Sejamos todos feministas", então parando para refletir, há inúmeras formas de machismo que podem atingir uma mulher e passam despercebidas pela frequência, além do feminicídio. Nesse mesmo livro, Chimamanda conta que deu gorgeta a um flanelinha e o homem agradeceu olhando para o amigo dela, que estava no mesmo carro, também fala de quando tirou a maior nota da turma para ser monitora e o menino com a segunda maior nota se tornou por ser homem. Há coisas enraizadas, algumas pequenas e outras nem tanto assim, que tornam parte do que as mulher sofrem no dia a dia normal, sendo que não é.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 22:43:31 UTC</pubDate>
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         <title>ERICK BARBOSA - ITI 22 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2118232897</link>
         <description><![CDATA[<div>5 horas da manhã, uma mãe de família na periferia acorda pra se arrumar pro trabalho e deixar as coisas prontas quando os filhos acordarem e chegar no trampo ás 7, onde trabalha até as 18:00, no caminho de volta pra casa ela, a vida é dura mas ela tem fé de que tudo vai valer a pena quando seus filhos se formarem e conseguirem ter uma condição de vida melhor que a que eles tem. No caminho pra casa, ela é surpreendida por um homem branco bêbado, é agredida, estuprada e morta, deixando todo a sua história e legado pra trás. Essa é a realidade que acontecem com muitas mulheres no Brasil, o espetáculo virtual "Não venham me matar" transmite essa e várias outras situações que as mulheres brasileiras tem que enfrentar todos os dias.  O que sobra? O que perdura ? Nada, mais uma história de uma guerreira apagada por pessoas que se sentem superiores e totalmente insanas. NÃO VENHAM MATAR A NOSSA HISTÓRIA. O espetáculo é de extrema importância para os tempos atuais e  dá espaço para diversas formas de expressão, é simplesmente incrível o que as organizadoras fazem, dando oportunidade e visibilidade para todas as participantes se expressarem e tentar contornar essa realidade horrível que existe no Brasil e no mundo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 00:42:32 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Lucas Carvalho Moura</title>
         <author>20201iti0021</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2118329460</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O espetáculo “não venha me matar”, apresenta histórias de violência sofrida por mulheres. Uma das cenas mais impactante para mim, é apresentada a partir do minuto 27, onde uma mulher relata toda sua história e sofrimento causado pelo pai e pelo casamento forçado.</strong>&nbsp;<br><br></div><div><strong>No final dessa cena, é possível perceber que essa mulher, depois de ver todos os seus sonhos despedaçados e sendo oprimida pelo seu marido, envenena a comida dele com veneno de rato e, logo após fazer isso, vai embora. O que mais me deixa triste ou revoltado, é o fato de que ela ainda será julgada e considerada culpada pelo fato de não aceitar as condições impostas a ela, enquanto o homem após a morte será santificado.</strong>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Acredito que esse seja um dos grandes erros da sociedade, ainda ter em mente que a mulher é culpada por tudo, que ela deve ceder as vontades de seus maridos e aceitar calada enquanto seus sonhos, planos e esforços vão se esvaindo de sua mente.</strong>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Por sorte, aos poucos estamos conseguindo quebrar essa linha de raciocínio e olhando as coisas pelos os dois lados da história.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 01:43:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Marvin Dias Campos Carvalho ITI21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2119485422</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo mostra de forma artística e dramática o peso na vida das pessoas que vivem sobre múltiplas formas de opressão enraizadas na sociedade desde a colonização com o estabelecimento de uma visão eurocêntrica de mundo como visão homogênica. Para estas pessoas, o que resta como forma de resistência é assumir o difícil posicionamento social de feminista em busca de uma valorização dos seus direitos e oportunidades para crescer como um indivíduo de conhecimento e liberdade</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 14:30:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Everton Caetano - ITI22</title>
         <author>evertoncaetano11</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2119933558</link>
         <description><![CDATA[<div>“Não entendo quando você diz que as coisas são diferentes e mais difíceis para as mulheres. Talvez fosse verdade no passado, mas não é mais."<br><br>Em uma breve leitura do texto de Chimamanda, é possível compreender de forma esclarecedora o que de fato significa a questão de gênero, que por muita das vezes carrega um sentido perjorativo. Ao decorrer da leitura é possível identificar, através dos relatos da autora, os desafios de ser uma mulher em uma sociedade estruturada pelo machismo que ensina que as mulheres são menos importantes do que os homens. Esses ensinamentos é um problema que provém da forma com que os homens são criados, pois é óbvio que existe uma enorme diferença na criação de filhos homens e filhas mulheres. Para o gênero masculino é passado a ideia de que eles devem ser rígidos, durões e não podem demostrar sentimento algum, porque isso faz deles "menos homem" e eles precisam demonstrar masculinidade perante as suas futuras esposas. A ideia de que eles se casem com uma mulher prendada faz com que eles tendem a acreditar que as mulheres são submissas a eles, e é isso o que passam para elas, que sua vida deve ser planejada para servir seus maridos. O espetáculo "Não Venha Nos Matar" mostra a dura realidade da violência contra as mulheres que está cada vez mais presente em nossa sociedade e já se tornou, infelizmente, algo rotineiro. Nos deparamos diariamente com casos e mais casos de feminicídio nos jornais e outros meios de comunicação, como também casos de abusos e violência sexual. A peça apresenta vários momentos que expõem casos de violência doméstica, onde em sua maioria a agressão vem de seus próprios companheiros, pais e até mesmo filhos, como o caso de Dona Maria que, particularmente, foi o que mais me impactou. Todo caso de violência é revoltante e de se lamentar devo adiantar, mas quando falamos de um filho abusar de sua própria mãe idosa me traz um peso inexplicável pois é repulsivo, agonizante e tenebroso, ainda mais quando paramos pra pensar que esse é um caso dentre milhões de outros. E então, voltemos para a questão da criação, já que está muito claro que a forma com que se criam os homens refletem em quem eles serão e quais serão seus princípios, os pais tem sim influência e participação no que molda o caráter de seus filhos e já passou da hora de falarmos sobre isso. Afinal, por que não nos é ensinado desde a infância o respeito para com as mulheres? Por que não educam a seus filhos seus limites? Por que justificar as ações de homens com "ele foi criado desse jeito" e não mudar essa criação? Enquanto essa problemática não se tornar pauta, mais agressores, abusadores e machistas serão criados. Tanto a peça quanto os textos nos faz refletir a importância do feminismo e a união entre as mulheres na luta dobrada mediante a essa inferiorização, agressão e negação do problema de gênero.&nbsp;<br><br>“As mulheres sempre se culpam e o homem nunca é o responsável. Durante a semana contra o estrupo tudo era a mulher: 'Meninas, vistam-se com pudor!' 'Meninas, não andem sozinhas!' Que tal caras não estrupem?!" — One Day at a Time, 2017 - 2020<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 18:07:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Júlia Roberta Amparo da Costa ITI 22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120053234</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "Não venha me matar" trata de vários aspectos da sociedade, expondo o machismo de cada dia enraizado no cotidiano, em relacionamentos e etc..<br>Trata também sobre o feminicídio e aponta dados que assustam.<br>"Feminicídio é um termo de crime de ódio baseado no gênero, mais definido como o assassinato de mulheres em violência doméstica ou em aversão ao gênero da vítima, mas as definições variam dependendo do contexto cultural."<br><br>Falar sobre a mulher na sociedade e seu papel fundamental pode dividir opiniões. O que é claro e evidente é a nossa importância e predominância em vários sentidos. É muito importante ressaltar feitos e participações das mulheres na construção e evolução da história, trazer livros, documentos, introduzir mais conteúdo vindo de mulheres também é inspirar outras mulheres. Dia da mulher é um dia de luta, dia de vitória, dia de exposição.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 19:15:20 UTC</pubDate>
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         <title>Kamilla Francys - ITI21</title>
         <author>kamillafrancys34</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120236715</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo virtual "Não venham me matar" e o livro "Sejamos todos feministas" de Chimamanda Adiche, falam sobre a violência contra mulher. Relatos fortes, que devem ser lidos e ouvidos por muitas pessoas, principalmente pela sociedade machista em que nós vivemos. Homens que pensam ter o direito sobre a vida e as escolhas de uma mulher e infelizmente algumas das vítimas não conseguem se libertar desse tipo de relação e acabam sendo vítimas do feminicidio. Tanto o vídeo, como o livro, trazem voz para essas mulheres vítimas de diversas violências e mostram que é possível se libertar de tudo isso e viver uma nova história. Nosso país é um país RACISTA! Mulheres pretas precisam se provar todos os dias perante a sociedade, mostrando que elas não são aquilo que eles esperam. A força de uma mulher é algo inquestionável, pois pra viver no Brasil você realmente precisa de muita força e coragem. Nós não somos inferiores, não viemos ao mundo para sofrer qualquer tipo de violência, muito menos para ser silenciada por homem nenhum. A frase "LUGAR DE MULHER É ONDE ELA QUISER" nunca vai perder o sentido, pois nós mulheres merecemos respeito e vamos continuar lutando para conquistar lugares INIMAGINÁVEIS.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 21:40:50 UTC</pubDate>
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         <title>André Lucas Matos Cerqueira ITI22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120252055</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo “Não venham me matar”, tem o foco em ocorrências infelizmente frequentes na vida de uma mulher, assédio, estupro, morte, entre outros graves crimes. No início da obra pode-se escutar uma notícia sobre um feminicídio, onde um homem, brutalmente mata a própria esposa. Este espetáculo é uma forma de mostrar para todos que estão assistindo, a difícil realidade da mulher, não só no Brasil, mas no mundo inteiro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 21:58:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Guilherme Augusto de Castro Borges ITI 21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120266872</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo virtual: Não Venha Me Matar se trata de um vídeo-crítica à sociedade em relação a desvalorização da mulher, ao machismo, e ao feminicídio, etc, fazendo uso de relatos de histórias de violência contra a mulher e atuação.<br><br></div><div>É principalmente mostrado no vídeo diversas situações que ocorreram feminicídio, como no começo do espetáculo aonde uma mulher escuta no rádio que uma mulher foi assassinada por seu marido, e logo em seguida conta sobre uma vez que sofreu desse tipo de violência e que o autor do crime está livre apesar de tudo que fez. E é sobre isso que boa parte do espetáculo se trata, na luta da mulher contra essas práticas, uma luta pela punição dos violentadores, uma luta por igualdade.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 22:17:33 UTC</pubDate>
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         <title>Maurilio Reis Menezes ITI21</title>
         <author>mauriliompkg</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120287839</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;"Meu modo de ser não muda o fato de eu ser valorizada, não é porque uso um shortinho que devo ser abusada pelos seus olhos venenosos, não é porque eu não gosto de fazer os afazeres domésticos que não posso ser considerada uma mulher responsável."<br>Pessoas se a agressão é revoltante e de se lamuriar necessito adiantar, no entanto ainda que relatamos um filho abusar de sua própria irmã me causa um peso inconcebível pois é asqueroso, decadente e cruel, ainda mais se paramos pra pensar que esse é um caso dentre milhares de próximos.<br>E logo, recorramos durante a questão da cultura, já que está muito preciso que a forma com que se criam os cidadãos refletem em quem eles serão e quais serão seus fundamentos, os pais tem sim ardor e nota no como coincide o caráter de seus descendentes e já passou da hora de conversarmos sobre isso.<br>É violada em sua individualidade e sua dignidade uma vez que perde o poder de decisão sobre seu corpo. Que todas as Mulheres, não só hoje mas todos os dias, sejam livres de qualquer violência e que não lhe sejam negados direitos á vida. Que sejam associadas a respeito e dignidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 22:44:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Isadora Santos Oliveira- ITI22</title>
         <author>isadoraoliveiraw</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120361304</link>
         <description><![CDATA[<div>A mulher sempre foi ensinada a se ocultar e assim prevaleceu um modelo de sociedade patriarcal, com abusos físicos e psicológicos que trouxeram um padrão de dominação masculina, assentando um padrão cultural que foi instruído ao longo das gerações.&nbsp;<br><br></div><div>Persistiu a imagem da mulher em condições equivalentes à de escrava. As funções primordiais femininas estavam resumidas em reproduzir, amamentar e criar os seus filhos. Essa submissão das mulheres aos homens, deu-se pela superioridade da autoridade masculina diante das vontades do casal, onde foi definido que seria necessário a mulher se guardar no interior da sua família, cumprindo o papel de mãe e apoiando o seu companheiro.&nbsp;<br><br></div><div>Em um momento do Espetáculo Virtual “Não Venha Me Matar”, foi apresentado uma mulher que estava realizando uma tarefa doméstica e contando sobre o seu passado, a sua adolescência. Momento em que o seu corpo começou a ganhar contornos e ela se sentiu amaldiçoada, já que esse era um indicativo que ela estava pronta para se casar, ter filhos, assumir as tarefas domésticas e viver em um corpo que ela não teria o direito de conhecer.<br><br></div><div>Em um trecho do livro ‘’ Sejamos todos feministas ‘’, a autora CHIMAMANDA NGOZI ADICHIE comentou sobre um momento em que estava falando sobre a questão de gênero, e um homem perguntou por que ela se via como uma mulher e não como um ser humano. Esse é o tipo de pergunta que funciona para silenciar a experiência específica de uma pessoa, apagando ou desmerecendo a sua história. Lógico que CHIMAMANDA NGOZI era um ser humano, mas por ser mulher, ela enfrenta riscos desproporcionais e consequências distintas relacionadas às suas vulnerabilidades físicas e sociais.<br><br></div><div>Na nossa sociedade temos homens que se sentem ameaçados pela ideia de feminismo. Homens que ainda enxergam as mulheres como seres inferiores, que não possuem histórias, cultura ou capacitação o suficiente para receber destaque. O ódio, o desprezo ou o sentimento de perda do controle e da propriedade sobre as mulheres já é suficiente para um homem desqualificar uma reivindicação legítima, cometer uma agressão ou até mesmo um homicídio. Nós evoluímos, mas as nossas ideias de gênero ainda deixam a desejar, com estereótipos que limitam e formatam nosso pensamento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 00:03:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>KASSANDRA NOVAIS - ITI22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120472224</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Eu sou feminista, e graças a mulheres como a Chimamanda Ngozi, não possuo qualquer receio em dizer isso. O movimento feminista é muito mais do que algumas mentes inférteis podem sugerir, ou pensar, é um ato de resistência e potencialmente razão para uma guerra futura, no entanto, eu lutaria essa batalha com um sorriso no rosto e a bandeira LGBTQIA+ no ombro. Não relacionando um movimento com o outro, apenas representando o que ser feminista significa, inclusão.&nbsp;</div><div>&nbsp;São tempos diferentes, ninguém vai ser queimada e taxada de bruxa em praça pública, ainda que <strong><em>eles </em></strong>sempre encontrem uma forma de nos menosprezar. Também é o momento de entender sobre essa luta, falar apenas o que sabe, e não o que ouviu alguém dizer, abrir a mente e entender que o sistema a qual fomos impelidos é falho e ultrapassado, igualdade? Onde está esse algo tão famoso que tanto ouvimos mas mal vemos, hoje existe sim igualdade entre&nbsp; o salário de um&nbsp; deputado <em>branco </em>e um governador também <em>branco, </em>ora pois, quem quer uma sociedade mais igualitária que essa? Eu quero.</div><div>&nbsp;As deficiências estão enraizadas em nós, e a mudança só será possível se alguém der o primeiro passo e entender as causas que valem a pena lutar, somos os seres mais inteligentes do planeta, cada um com consciência própria, mas porque alguns de nós se deixam levar pela opinião de terceiros, comodidade? Agora, <strong><em>eles </em></strong>ainda estão aqui, mas se a diferença começar em nós, o futuro será diferente. Os homens não vão se privar de sentir, as mulheres não serão submissas e descartáveis, e a sociedade não será tão desprezível.&nbsp;<br>&nbsp;Sobre o feminicídio, o que há para discutir? é tudo tão visível, e nada atual, de agora mesmo é a nossa consciência. Cada vez mais vozes femininas estão se sobrepondo a multidão, expondo suas ideias e declarando seu lugar de direito, não mais submissas nem inferiores, e sim guerreiras.<br><br>Obs: O texto de Chimamanda Nigozi é sensacional. Apoio mais leituras assim.&nbsp;<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 01:22:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>GUILHERME ARAÚJO DE OLIVEIRA - ITI22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120475731</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto de Chimamanda complementa muito a ideia do espetáculo "Não venha me matar", são apresentados cenários e situações parecidas, onde a vítima, uma mulher, sofre de um dos maiores causadores de crimes domésticos que é a violência contra a mulher. Vivemos em uma sociedade que tem o machismo e a misoginia enraizados em nossa cultura, desde músicas que diminuem o valor da mulher à objeto sexual ou de trabalhos domésticos; até influência de família e amigos para nós (homens) exercermos essa posição machista de mandar em tudo na mulher.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 01:24:38 UTC</pubDate>
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         <title>CAROLAINE MELLO - ITI22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120481134</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Os textos trouxeram grandes reflexões em relação a questão de gênero e sua importância em qualquer canto do mundo, é dito que o “problema da questão de gênero é que ela prescreve como devemos ser em vez de reconhecer como somos” um ponto importante que faz nos mulheres pensássemos quantas vezes nos diminuímos para não ameaçar os homem, e a nos perguntar o por quê ?!<br> Já o espetáculo aborda o feminismo na mídia, através da internet.<br>Mulheres ligadas ao feminismo que mostram os movimentos sociais e suas opiniões, recebe inúmeras críticas e “hates” apenas por expor sua opinião. Não é sobre diminuir as batalhas que acontecem em redes sociais, mas de inúmeras vezes que pautas necessárias a ser abordada foram desfavorecidas pela crítica a quem se expoem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 01:27:53 UTC</pubDate>
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         <title>LUIGGI VÉDOVA - ITI22 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120483509</link>
         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;espetáculo "não venha me matar" Complementa muito bem o que vimos em geral no trabalho, alertando e protestando contra o machismo e os preocupantes casos de feminicídios, e traz também um ponto de vista das mulheres sobre toda essa situação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 01:29:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ANDRÉ FELIPE CARVALHO - ITI22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120488374</link>
         <description><![CDATA[<div>"O homem pode se sentir privilegiado pois porque dificilmente vai ter medo de seu companheiro, já as mulheres correm esse risco de sofrer alguma agressão diariamente! Diga não ao feminicídio!" frase de Priscilla yamamoto. Sabemos como é difícil&nbsp; para uma mulher viver em um mundo patriarcal, onde homens tem todo o direito, sendo eles os&nbsp; "donos do mundo". As mulheres sempre foram&nbsp; privadas de grande feitos em várias questões, sempre foi ensinado que uma mulher sempre deve respeitar o seu marido de forma leal, mas e quando esse marido não respeita igualmente de forma leal? Esse é caso de diversas mulheres em nosso mundo. Mulheres que sofrem na mão de seus companheiros, ou pior, mulheres que perdem a sua vida pelas mãos de seus companheiros. Isso se dá o nome de feminicídio ( que é o assassinato de mulheres cometido em razão do gênero, ou seja, a vítima é morta por ser mulher. ) Isso, infelizmente, não é nem um pouco de novidade para a nossa sociedade, pode ser até considerado por muitos como "comum", isso porque a sociedade sempre tem como objetivo ajudar ou aliviar os homens. O feminicídio não é apenas gerado por companheiros, ele pode ser feito por qualquer homem, então pode ser um pai, um irmão, um vizinho ou até mesmo um completo desconhecido. Agora devemos refletir porque uma mulher pode ser morta por ser apenas mulher, e isso será que algum dia pode ter fim? Eu acredito que em um futuro próximo podemos ter uma realidade muito diferente dessa que vivemos, onde uma mulher pode ser livre, onde pode sentir segura, um mundo que uma mulher não precisa ter medo de entrar em uma esquina escura sozinha, pois, sabemos que, infelizmente, ela pode ser estuprada ou até mesmo morta. E, é assim a vida de muitas mulheres, uma vida de medo e inseguranças. Como podemos ver no espetáculo virtual " não venham me matar" vimos várias apresentações de diversas mulheres, todas delas muito diferente de umas das outras, mas sabe o que todas tem em comum? O entendimento de que apenas por participar daquele gênero pode causar a elas, o perigo de ser uma mulher em nossa sociedade, e com essa sabedoria elas se unem entre si, se unem para construir um mundo melhor para suas irmãs, um lugar onde suas filhas no futuro não precisaram conhecer esse medo de ser uma mulher.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 01:32:20 UTC</pubDate>
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         <title>BRUNNA DE JESUS - ITI22</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A posição social que as mulheres negras ocupam, e as formas pelas quais elas podem ser exploradas nos oferece um caminho interessante. Muitas pessoas ligadas a movimentos sociais já devem ter ouvido a frase "fica quieto, aqui não é lugar para falar" em discussões nas redes sociais, ou devem ter lido artigos que criticam teorias sem qualquer fundamento. É conversa fiada como o único propósito da criação. Pelo contrário, não se trata de reduzir as batalhas que acontecem em mundos virtuais, mas de quantas vezes conceitos importantes são esvaziados devido a essa urgência criada pela web.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 01:36:56 UTC</pubDate>
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         <title>Davi Barreto - iti22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120529863</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "Não venha me matar" apresenta um tema de extrema necessidade discursiva na sociedade atual. O problema do feminídio é algo terrível e nos é mostrado a infeliz quantidade de casos ocorridos. O espetáculo enfatiza o quão precisamos combater o machismo diariamente para que esse tipo de situação não se repita.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 02:00:02 UTC</pubDate>
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         <title>Sarah Evelyn Maroto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120573572</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os textos trazem reflexões importantes do que é o feminismo, acredito que são pautas importantes que tem que ser lida outras vezes, relatam vivências das mulheres em uma sociedade tão machista.<br>   O espetáculo "não venha nos matar" trás através da arte um protesto sobre a sociedade machista e uma alerta sobre a casos de feminicidios</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 02:29:42 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Gabriel - ITI21</title>
         <author>pg2990347</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120603125</link>
         <description><![CDATA[<div>Os textos e o espetáculo virtual retratam a vida de mulheres que vivem uma sociedade machista e patriarcal. Diversos problemas que as mulheres passam são representados.&nbsp; O espetáculo e o livro chimamanda tem muito em comum neles são postos a mesa a realidade de diversas mulheres que sofrem violência domesticas.&nbsp;<br><br></div><div>O espetáculo virtual “não venham me matar” retrata vários casos de violência contra a mulher. O que me deixou mais revoltado foi o da mãe de família que levantava ainda na madrugada para trabalhar e sustentar seus filhos e foi estuprada e morta no caminho de volta para casa.<br><br></div><div>A atual realidade da nossa sociedade é extremamente preocupante, o machismo e o patriarcado andam lado a lado indo contra todos os diretos das mulheres.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 02:47:17 UTC</pubDate>
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         <title>Alice Sertório Moura ITI-22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/ea9ts26xkcviylu7/wish/2120630611</link>
         <description><![CDATA[<div>“Não venha me matar, já não tenho como morrer, eu tenho mulheres atravessadas em minha garganta!”, cansadas de gritar e querendo ser ouvidas, é sobre isso que o Espetáculo Virtual Não Venha Me Matar se mostra contra o feminicídio e pelas vidas das mulheres. “Não Venha Me Matar” tem como foco a realidade dos bairros periféricos, retratando parte de cenas do cotidiano para tratar da violência, maneiras de superar as opressões e fortalecer esperanças, com a ideia de que um dia todas as mulheres possam finalmente ser livres.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Ao meu ver, a relação que o espetáculo tem com a apostila, nos mostra o direcionamento de um para o outro, ou seja, o material da apostila nos mostra fatos e realidades, acompanhado de um ensinamento e o espetáculo nos traz a realidade e ao mesmo tempo um posicionamento para nos mostrar a resistência nessa questão.&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>Um dos materiais da apostila é o trabalho “COLONIALIDADE DE GÊNERO: O FEMINISMO DECOLONIAL DE MARÍA LUGONES”, que configura uma possibilidade de dialogar com outras perspectivas que mostram a necessidade de produzir a história a partir da visão do colonizado e não mais do colonizador. Por isso, o trabalho faz com que compreendemos o contexto Latino Americano no que se refere às questões de gênero e raça, numa perspectiva feminista dê colonial de resistência. Maria Lugones nos faz parar pra pensar e problematizar o contexto da América Latina e nestes termos, nos voltarmos para nosso local, o território brasileiro. Nos faz refletir que não conhecemos nosso lugar. Precisamos conhecer nosso lugar, assumir nossa identidade de colonizados. No entanto assumir que somos colonizados, "atrasados, ribeirinhos, caboclos, amazônicas, subdesenvolvidos, latinos americanos” requer o enfrentamento com as concepções que nos foram transmitidas ao longo de todo um processo de formação, dentro de um padrão hegemônico. Um feminismo de resistência a partir da teorização de Maria Lugones, nos convida a questionar nossas bases teóricas. “De onde elas vieram? Quem as produziu? Precisamos conhecer nossa história sim”. Conhecer é importante para produzir conhecimento que não seja mais a do colonizador sobre os colonizados. É necessário resistir.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O outro material da apostila, temos o livro “Sejamos Todos Feministas” que é um livro introdutório ao que significa ser feminista, com uma linguagem simples e direta, exemplifica através de situações já vividas pela autora, o porquê deveríamos tentar diminuir o horror que algumas pessoas têm ao termo feminismo. A autora começa contando sobre o seu primeiro contato com o termo feminista e o quanto isso foi posto a ela de forma negativa e que ela tentava fugir desse estereótipo, por acreditar que a feminista era infeliz, não gostava de africanos e detestava os homens, erros que comumente ouvimos por aí. Durante seu discurso ela vai dando argumentos para provar que isso não existe e que o feminismo é apenas a busca por direitos sociais e políticos iguais. Chimamanda dá exemplos de situações que ela passou, sendo mulher e nigeriana, em que a presença dela não denota pontos apenas pelo fato de ser mulher. Ou que ninguém lhe desse valor por ser feminina ou por não se comportar com os padrões da sociedade machista.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 03:05:39 UTC</pubDate>
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