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      <title>Aula 6 - Produção Editorial - 10/09/2025 by Naura Coelho</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-10 08:14:18 UTC</pubDate>
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         <title>Prática - Análise crítica - Resenhas</title>
         <author>nauracoelho55</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 08:18:46 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha crítica - O Que O Rio Sabe (Jasmim)</title>
         <author>jasmimdavid</author>
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         <description><![CDATA[<p>A resenha se inicia dando um breve contexto da história, que segue por todo o texto e se mescla à tese da autora. Apesar disso, ela dá perspectivas próprias, mostrando sua opinião aos poucos para no final sintetizá-la, ao invés de entregá-la de cara, sendo, portanto, uma tese implícita. Existem alguns trechos que delineiam a opinião dela em alguns momentos, como ao falar de um dos personagens, aparentemente futuro par romântico da protagonista, no trecho “Eu acreditava que o romance ia ter um destaque maior, contudo me enganei. A ideia de rivais que se apaixonam não convence muito.”, mas a maior concentração da tese está no final do texto, no qual ela argumenta tanto os pontos negativos, como o fato de que a magia funciona como uma forma de facilitar as resoluções da protagonista, um deus ex- machina, e o plot-twist ser um tanto óbvio, quanto pontos positivos, como sua curiosidade para o próximo volume e a escrita da autora Isabel Ibañez.&nbsp;</p><p><br/></p><p>A autora da resenha faz apenas uma citação direta para referenciar o contexto principal da história: A morte dos pais da protagonista.&nbsp;<br></p><p>Operadores argumentativos:&nbsp;</p><p><br/></p><ol><li><p>Contudo - Oposição/contraste</p></li><li><p>Mas - Oposição/contraste</p></li><li><p>Assim - Conclusão</p></li><li><p>Principalmente - Ênfase</p></li><li><p>Além disso - Adição</p></li><li><p>Então - Conclusão</p></li><li><p>Pois - Causalidade</p></li></ol><p><br/></p><p>Ao começo da resenha da autora, tive vontade de ler o livro, tanto pela temática como pelo contexto apresentado. Contudo, ao final, com as descrições de sistema de magia mal integrado e plots óbvios, a vontade não é tão grande quanto foi no começo. Ainda assim, parece um livro interessante, principalmente por ser apenas o primeiro. É provável que algumas questões sejam mais trabalhadas nos próximos volumes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:01:14 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos_Resenha - A Professora</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Operadores argumentativos:</p><p>porque (explicativo)</p><p>enfim (conclusão)</p><p>mas (contraste)</p><p>principalmente (ênfase)</p><p>acredito (orientação argumentativa)</p><p><br/></p><p>Tese:</p><p>Joice Cardoso escreveu, em 9 de agosto de 2025, uma resenha crítica a respeito do livro A Professora da autora Freida MacFadden. A tese da resenhista é clara: embora ache os enredos perturbadores, de uma ambiguidade moral assustadora, feitos para chocar, a narrativa prende até a última linha. Isso já pode ser percebido já no primeiro parágrafo, através da citação: "ao mesmo tempo em que acho seus enredos perturbadores, doentios, com plots surreais, eu me pego presa a cada página, louca para desvendar o final". </p><p>Para sustentá-la, Joice se baseia em citações diretas, como a seguinte: "<em>O silêncio paira entre nós. Há tantas coisas não ditas entre mim e meus pais. Porém, a mais importante é a que mais reluto em admitir: Vocês tinham razão (…)", </em>que revela certa tensão e contradições vividas pelas personagens. </p><p>Continua afirmando que o livro provoca, inquieta, mas que o leitor vai rir, mesmo diante de todo o terror.</p><p>E conclui convidando cada leitor(a) que tire suas próprias conclusões. </p><p><br/></p><p>Minha opinião:</p><p>Joice conseguiu, por meio de sua resenha, aguçar minha curiosidade, em que pese sua opinião um tanto quanto contraditória. Por fim, também me sinto picado pela mosquinha, só que da Joice.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:01:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise crítica de resenhas - O Tiradentes por Lucas Figueiredo (Luiza Uchoa)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A tese é explicita, com bastante uso de Ethos. </p><p>"A situação ultrapassou os limites do tolerável"</p><p> "A ação foi exitosa"</p><p>"O senso de justiça e honestidade do alferes já era evidente na ocasião e parecia não agradar tanto aos mandatários da capitania."</p><p>O autor fez uso de um operadores argumentativos de oposição "contudo".</p><p>E também de operadores argumentativos de consequência "Aliás" e operadores argumentativos de explicação "A partir disso", operadores de intensificação "A despeito do fracasso do movimento", "desfecho é amplamente conhecido", "Inevitavelmente", "Entre nebulosas passagens biográficas", "já era evidente"</p><p>O autor da resenha diz que no livro, a narrativa é mais voltada para o homem Tiradentes e não para a figura construída pelo imaginário nacional do Tiradentes. </p><p>Após a leitura aprofundada da resenha cheguei a conclusão que de apesar de ser muito bem escrita, e mostrar que os fatos apresentados nos livros são diferentes da maioria das historias, ainda assim não leria o livro em questão. Primeiro por que não faz meu estilo, ou tipo de leitura, segundo resenha não me convenceu a ler um livro fora do meu estado de conforto. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:03:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Livia Resenha do livro: a loucura. </title>
         <author>liviapassarini</author>
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         <description><![CDATA[<p>O autor da resenha Jeff Rodrigues, inicia o texto contando a sinopse do livro. Ele escreve sua resenha de forma implícita fazendo com que o leitor leia ate o final para entender sua opinião "<em>A Loucura</em> vale a leitura justamente por ter uma proposta interessante de releitura de um clássico da literatura" este é o ultimo trecho da resenha.</p><p>Também é presente o uso de operadores argumentativos como:</p><p>Mas - Oposição/contraste</p><p>Justamente e Principalmente - ênfase </p><p>Ele não faz a utilização de citações no texto o que deixa sua opinião baseada em falas e opiniões próprias como "É uma premissa interessante e o desenvolvimento não deixa a desejar"  e "A narrativa vai de lenta a fluida e a autora consegue segurar nossa atenção"</p><p>Sua tese é de que a historia  é interessante e bem desenvolvido ate chegar no "plot twist" do livro que ele fala que se decepcionou quando entendeu o que estava por trás porém continuo lendo e se entregou a experiência completa do livro.</p><p><br></p><p>Após ler a resenha do Jeff Rodrigues, não me chamou atenção a historia, acredito ser um livro arrastado, e com um plot twist que talvez decepcione no final, então não fiquei com vontade de ler.  </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:16:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Brenda - Resenha: O Tiradentes – Lucas Figueiredo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Mas (várias vezes) - contraste entre a ação exitosa e apreensão de documentos que apontavam a ligação de diversos nomes da tropa de segurança com um bandido;</p><p>Contudo - oposição entre os comandantes da criminalidade e o afastamento destes do centro das operações;</p><p>Coincidentemente - modalização, como foram afastados;</p><p>Como - comparação - "o alferes mineiro era tão ambíguo e falível como qualquer outro."</p><p>Inevitavelmente - modalização</p><p>Amplamente - modalização</p><p>Claramente -  modalizador de evidência</p><p><br/></p><p>A resenha inicia com um tom coloquial ao valer-se de termos como "um bando que 'tocava o terror'..." e descreve com facilidade a trama do livro. Dando ênfase aos fatos históricos e à algumas adaptações realizadas para o interesse e desenvolvimento da história. Destaca também elementos presentes ao longo do texto em que se tornam aprendizado e ampliação de conhecimento.</p><p>Os autores retratam a biografia como fluida e com uma "escrita ágil", e reiteram a importância de ler e procurar por biografias para obter um conhecimento baseado em fatos reais e não "fake news", como cita o mesmo.</p><p>Acredito que seja uma leitura interessante de realizar, afinal a forma como os autores descrevem a escrita me favoreceria, afinal textos muito rebuscados não prendem muito minha atenção. Portanto, entendo como uma leitura atrativa através da forma como foi descrita ao longo da resenha.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:18:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Amanda Machado de Oliveira - Análise crítica de resenha do livro &quot;Nunca vi a chuva&quot; por Lisse Cunha.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Alguns operadores argumentativos utilizados no texto.</p><p>pois - explicação</p><p>mas - oposição</p><p>então - conclusão</p><p>também - adição</p><p>porque - explicação</p><p><br/></p><p>Há citações indiretas no texto se referindo ao autor, assim como diretas, de forma a serem trechos retirados da própria obra.</p><p>Exemplo de citação indireta utilizada em "<strong>Stefano Volp </strong>foi muito eficaz ao desenvolver afetos que podem curar cicatrizes e o poder de entender melhor a si mesmo através da união familiar, que tem bastante aqui."</p><p>exemplo de citação direta utilizada na crítica com trechos retirados da obra "<em>Nunca esquecerei dela. E nunca esquecerei de quem eu não quero ser.“ e “[…] ela conseguiu me convencer de que, sim, eu tenho grande dificuldade de me abrir com as pessoas. E comigo mesmo.“</em></p><p><br/></p><p>A tese da crítica se apresenta de forma explícita, em vista de que esta inicia sua escrita com um breve resumo sobre a obra e então descreve os pontos positivos e negativos da narrativa, bem como, sua opinião sobre ela. </p><p>Lisse Cunha, embora tenha descrito sua opinião sobre a obra de maneira tanto positiva quanto negativa, ao fim de sua tese, ainda recomenda a obra para outros leitores.</p><p><br/></p><p>Minha opinião.</p><p>Após ler o pensamento do crítico, eu que já quis muito ler a obra, não me sinto tão empolgada em começar esta leitura quanto antes, justamente pelo livro não ser bem o que eu imaginava. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:22:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Joaquim - Análise Critica da Resenha (Nosso Tipo de Jogo)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578180814</link>
         <description><![CDATA[<p>Principais operadores argumentativos</p><ul><li><p>Mas; contudo (articulador de oposição)</p></li><li><p>Pois (articulador de causalidade)</p></li><li><p>Mesmo que (articulador de concessão)</p></li><li><p>Além disso; também (articulador de adição)</p></li><li><p>Conforme (articulador de conformidade)</p></li></ul><p>Antes de opiniões e entendimentos, a autora Leticia Delicor, em primeiro momento começa contando o início da história, tal qual uma sinopse para contextualizar o leitor. Mas não demora muito até que a autora comece a abarcar sua opinião diante os víveres da personagem da história em trechos de citação direta retirados do livro</p><p>A autora elogia a carga misteriosa que a obra entrega, inclusive usando de uma escrita em 1º pessoa que aproxima sua reação “Essa parte do livro me deixou muito presa na leitura…”</p><p>Usa de afirmações fortes, como “Todas as personagens aqui são bem complexas (…)”; “não há mulheres boazinhas nem mulheres ruins (…)”, remonta que a aplicação desses termos categóricos pela autora para intensificarem sua afirmação, se fazem como um dos pilares de sua argumentação sobre o entendimento da trama.</p><p>Ao fim da resenha, a autora se inclui explicitamente no centro de questões sobre ambiente violento, casamento e maternidade, usando da escrita em primeira pessoa “o quanto somos moldadas (...)”</p><p><br>Como opinião, achei que a resenha foi convidativa para o livro, resumindo sem que apague o brilho da trama, já que autora "conta mas não explica". Mesmo assim, o explicito problema evidenciado pela autora, referente a resolução dos fatos "meio absurda dentro da realidade (...)" mostra uma lacuna na narrativa, que eu estaria mentindo se não dissesse que não me afasta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:23:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resenha de &quot;O Homem Rabiscado&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578181323</link>
         <description><![CDATA[<p>CARDOSO, Joice. O Homem Rabiscado por Serge Lehman &amp; Frederik Peeters. Estante Diagonal. 2025. Disponível em:&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.estantediagonal.com.br/2025/05/o-homem-rabiscado-por-serge-lehman-frederik-peeters.html">https://www.estantediagonal.com.br/2025/05/o-homem-rabiscado-por-serge-lehman-frederik-peeters.html</a>. Acesso em: 10 set. 2025.</p><p><br/></p><p><em>Resenhado por Vitória Figueira Aires</em></p><p><em>(Universidade Federal de Santa Maria – UFSM)</em></p><p><br/></p><p>A análise publicada sobre O Homem Rabiscado parte de uma posição afirmativa e bastante explícita: a obra é apresentada como singular, ultrapassando o padrão de outras graphic novels mais convencionais por ser mais ousada em sua composição. A resenhista sustenta essa tese principalmente pela adjetivação intensa, utilizada para descrever a atmosfera da narrativa.</p><p>Um ponto relevante é o uso de uma citação indireta dos próprios autores quando menciona que a força que permeia a obra é “descrita pelos autores como um fator natural incontrolável” (Cardoso, 2025), a resenhista reforça a validade de sua interpretação e vincula sua opinião ao discurso dos criadores. O texto também se apoia em verbos avaliativos, como “enriquece”, e em verbos ligados à emoção, como “evocando” e “intensificando” (Cardoso, 2025). Essa escolha lexical cria uma narrativa de apreciação, ao mesmo tempo em que transmite envolvimento afetivo com a leitura.</p><p>Do ponto de vista argumentativo, a comparação funciona como recurso central. O uso recorrente de “como” estabelece paralelos que demonstram de forma mais direta o objeto dos elogios da autora em trechos tais quais “A narrativa se constrói sobre mistérios profundos e elementos simbólicos, como a incessante chuva em Paris” (Cardoso, 2025). Ademais, modalizadores de inclusão, como “outro”, acumulam elogios e constroem uma imagem de abundância de qualidades.</p><p>Chama a atenção a ausência de modalizadores de opinião, pois, nesse caso, a resenha não abre espaço para a dúvida ou subjetividade. Em vez disso, opta por uma postura de certeza, marcada por operadores de engajamento e pelo apelo ao ethos, buscando alcançar um público específico. O trecho “Para quem busca uma narrativa instigante e carregada de simbolismo, esta graphic novel é uma excelente escolha!” (Cardoso, 2025) sintetiza esse movimento de convocação e recomendação enfática.</p><p>Por fim, pode-se afirmar que a resenha é efetiva em despertar o interesse do público, já que articula recursos avaliativos e argumentativos de forma persuasiva, conduzindo o leitor a desejar a experiência de leitura da obra resenhada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:23:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Último Turno - Stephen King</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578181348</link>
         <description><![CDATA[<p>Mas (oposição/contraste)</p><p>Acho que (modalizadores de opinião)</p><p>Assim como (comparação)</p><p>Assim (conclusão)</p><p>Apesar (oposição/contraste)</p><p><br></p><p>Na resenha, a tese do autor é explicita.</p><p>Ele traz argumentos que defendem sua opinião citando os outros livros da trilogia como comparação para que os leitores entendam seu ponto de vista.</p><p>O autor da resenha explica que<em> Último Turno </em>não apresenta o mesmo nível de qualidade do primeiro livro, <em>Mr. Mercedes </em>ou de outras obras aclamadas do autor Stephen King e como a história perde ritmo e traz elementos que não foram citados nos outros livros da trilogia, como o sobrenatural, que acaba atrapalhando o confronto final da história. </p><p>Para o autor, o ultimo livro da trilogia é finaliza de forma decepcionante uma história que iniciou excepcionalmente.</p><p><br></p><p>A resenha me despertou interesse no primeiro livro da trilogia, que parece atingir a qualidade de outras obras do Stephen King, mas acredito que não leria o outros livros.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:23:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resenha: Minha Querida Menina - Jennifer McMahon</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578182702</link>
         <description><![CDATA[<p>Jeff Rodrigues ao produzir a resenha sobre o livro "Minha Querida Menina" não utilizou nenhuma citação.</p><p>Articuladores&gt;</p><p>oposição: mas, embora</p><p>orientação argumentativa: na minha avaliação, podemos dizer, como mencionei, na minha visão</p><p>concessão: do que, ainda que, mesmo</p><p>adição: mas também </p><p>condição: se</p><p>A tese do autor da resenha é explícita. Sobre Jennifer McMahon, autora da obra, ele afirma "Não é uma autora de grandes reviravoltas, mas sabe cumprir o que propõe". Para sustentar suas ideias, comenta que o livro ficou no meio termo, sem inovar, mas também sem seguir um padrão. Além disso, ele reforça ao final do texto que "é uma leitura rápida e envolvente, ainda que sem grandes emoções".</p><p>Pessoalmente, não sei se teria interesse em ler o livro, dado que o resenhista não o considerou uma obra tão boa. Penso também que o autor não fez muita questão de discorrer sobre o texto, dando mais ênfase em pequenas sinopses sobre a história do livro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:24:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resenha do livro Mais Sombrio de Stephen King por Bruno Bastos</title>
         <author>manuelanunes15</author>
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         <description><![CDATA[<p>Manuela Nunes e Giulia Bissacotti</p><p><br/></p><p>⤿Articuladores:</p><p>Principalmente: ênfase</p><p>Porém: oposição/ contraste</p><p>Talvez: modalidade</p><p>Também: adição</p><p>Também: modalizador de inclusão</p><p>Como: comparação</p><p><br/></p><p>⤿Tese</p><p> Para o autor, King foi genial na escrita dos contos deste livro, apesar de fraquejar na escrita dos contos menores. Essa opinião se faz vista em dois parágrafos principalmente:</p><p>"A genialidade que King emprega em seus contos neste livro é fenomenal. Utilizando uma variedade de características, ele passeia por vários temas e formas de construção textual. Dentre os <strong>doze contos</strong> que compõem esta obra (cinco deles nunca antes publicados), temos alguns curtos, com pouco mais de dez páginas, e outros longos, ultrapassando uma centena delas."</p><p>"Outros contos da coletânea <strong>também </strong>são excelentes. <strong>Dois Fios da Mãe Talentosos</strong>,<strong> Willie Esquisitão</strong> e<strong> Cascavéis</strong> (sequência inédita de Cujo) também ganhariam cinco estrelas minhas, caso fossem analisados separadamente. <strong>Porém</strong>, alguns contos mais curtos acabaram equilibrando minha avaliação final. <strong>O Quinto Passo </strong>e<strong> Finn</strong> me pareceram fracos, sem conseguir passar o mesmo sentimento de contentamento que senti com as outras histórias."</p><p>Através da leitura da resenha o sentimento que se estabelece é de curiosidade, o autor implementa no leitor a vontade de adquirir o livro e realizar a leitura.</p><p><br></p><p><br></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:25:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resenha do Livro Achados e Perdidos / Eglen Stefani</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578185839</link>
         <description><![CDATA[<p>Operadores argumentativos encontrados no texto:</p><p>segundo  (Conformidade)</p><p>mas (oposição/contraste)</p><p>se (condição)</p><p>depois (ordenação no tempo/espaço)</p><p>também (adição)</p><p><br/></p><p>A tese de <strong>Gabriel Botelho, Gustavo Diolindo, Jeff Rodrigues, João victor, Vinícius Tirapani e Leitor Compulsivo</strong> sobre o livro Achados e Perdidos de Stephan King está implícito, os autores gostaram do livro, porém não deixam com clareza isto no texto.</p><p>Após a leitura da resenha, tive interesse em ler  o livro, apesar de não ser um gênero que eu gosto, a resenha me despertou interesse  pois eles desenvolveram muito bem a história sem dar muito spoiler . </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:25:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Giovanna - Resenha Rosa Egipcíaca</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A tese de Jeff Rodrigues sobre o livro é explícita ao elogiar o livro em trechos como "E, no entanto, é realidade - documentada, investigada e apresentada com riqueza de detalhes por Luiz Mott em <em>Rosa Egipcíaca: Uma Santa Africana no Brasil</em>.". Ele mostra que a história é surpreendente, porém verdadeira e que é importante ser contada, mesmo que seja ignorada pelas escolas e pela maior parte do país.</p><p><br></p><p>"porque" - explicativo</p><p>"como" - comparativo</p><p>"mas" - oposição </p><p>"E" - adição</p><p>"no entanto" - oposição</p><p>"Mais do que" - adição</p><p>"também" - adição</p><p>"principalmente" - ênfase </p><p>"Ao final" - conclusão </p><p><br></p><p>Essa resenha me deixou curiosa quanto a história de Rosa. Me interessei e realmente parece uma figura que deveria ser mais falada. Entretanto, não me deu vontade de ler o livro, apenas de conhecer ela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:26:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luíza Machado Teixeira - Leitura da resenha: &quot;Último Turno&quot; - Stephen King</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Operadores Argumentativos:</p><p>ACHO QUE - modalizador de opinião</p><p>MAS - Oposição e contraste</p><p>TAMBÉM - Adição</p><p>ASSIM COMO - Comparação</p><p>PORQUE - Casualidade</p><p>AINDA- Concessão</p><p>Não presente no quadro: APESAR DE, ATÉ QUE.</p><p><br/></p><p>Tese:</p><p>Nesta resenha a tese encontra-se de maneira explícita, pois o autor explica sobre a trilogia <em>Bill Hodges,</em> de Stephen King, de forma sucinta, deixando claro a sua opinião sobre a leitura dos livros, principalmente sobre o último, "Último Turno", onde ele fala que "não faz jus à brutalidade e intensidade do início", demonstrando que a leitura não contém grandes avanços, não convencendo o leitor durante a leitura das páginas.</p><p>A resenha contém citações diretas, como por exemplo a sinopse do livro e citações indiretas, onde o autor relata a sua opinião sobre a leitura.</p><p><br/></p><p>Minha opinião:</p><p>Por conta da opinião do autor ser bem formulada e clara em relação a leitura, a forma que ele comenta sobre ser um livro fraco, lento e difícil, não me causou vontade em realizar a leitura do livro. Porém, em relação aos outros dois livros da trilogia, me parece ser uma história Interessante, com uma boa trama, contendo bons enredos durante a leitura.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:27:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Isabelly Cardoso- Resenha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578197357</link>
         <description><![CDATA[<p> A resenha se apresenta de forma explícita, pois contém um resumo da obra, relatando sua história e personagens presentes, e também a opinião da resenhista. </p><p> Ela apresenta citações diretas:</p><p><em>“[…] ela conseguiu me convencer de que, sim, eu tenho grande dificuldade de me abrir com as pessoas. E comigo mesmo.“ </em></p><p><em>e “Nunca esquecerei dela. E nunca esquecerei de quem eu não quero ser.“</em></p><p>Mas, também possui citação indireta, se referindo apenas ao autor:</p><p>Stefano Volp<strong>  </strong>foi muito eficaz ao desenvolver afetos...</p><p> Operadores: </p><p>Apesar de (Oposição)</p><p>Também (Adição) </p><p>Foi muito eficaz (Opinião)</p><p>Porém (Oposição)</p><p>Bastante (intensidade)</p><p>Acredito (Orientação argumentativa)</p><p>Porque (Explicação)</p><p> </p><p> A resenha do livro 'Nunca vi a Chuva' de Stefano Volp, se inicia com uma breve contextualização da história para então a resenhista apresentar sua opinião. Ela detalha os pontos positivos e negativos da obra, dando atenção a questões importantes da atualidade que ocorrem na narrativa, fazendo assim elogios o autor por abordar temáticas de extrema relevância, como pessoas PCD e preconceito. Apesar de conter críticas negativas, ela termina recomendando o livro. </p><p>Opinião:</p><p>Acredito, que o livro possa ser de uma leitura rápida, o que me desperta interesse. Contem temas bem atuais na nossa sociedade, me fazendo refletir acerca. Essa resenha, fez com que eu tivesse vontade de ler a obra. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:32:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rafael - Analise Critica da Resenha (Nosso Tipo de Jogo)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578200875</link>
         <description><![CDATA[<p>Principais operadores argumentativos</p><ul><li><p>Mas; contudo (articulador de oposição)</p></li><li><p>Pois (articulador de causalidade)</p></li><li><p>Mesmo que (articulador de concessão)</p></li><li><p>Além disso; também (articulador de adição)</p></li><li><p>Conforme&nbsp; (articulador de conformidade)</p></li></ul><p><br></p><p>Tese:</p><p><br></p><p>Antes de opiniões e entendimentos, a autora Leticia Delicor, em primeiro momento começa contando o início da história, tal qual uma sinopse para contextualizar o leitor. Mas não demora muito até que a autora comece a abarcar sua opinião diante os víveres da personagem da história em trechos de citação direta retirados do livro</p><p>A autora elogia a carga misteriosa que a obra entrega, inclusive usando de uma escrita em 1º pessoa que aproxima sua reação “Essa parte do livro me deixou muito presa na leitura…”</p><p>Usa de afirmações fortes, como “Todas as personagens aqui são bem complexas (…)”; “não há mulheres boazinhas nem mulheres ruins (…)”, remonta que a aplicação desses termos categóricos pela autora para intensificarem sua afirmação, se fazem como um dos pilares de sua argumentação sobre o entendimento da trama.</p><p>Ao fim da resenha, a autora se inclui explicitamente no centro de questões sobre ambiente violento, casamento e maternidade, usando da escrita em primeira pessoa “o quanto somos moldadas (...)”</p><p><br></p><p>Opinião:</p><p><br></p><p>Após a leitura da resenha, me sinto interessado pelo livro, o tema e a forma como o autor resume a obra sem entrar em detalhes instiga minha curiosidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:34:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resenha: Rosa Egipcíaca</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578202103</link>
         <description><![CDATA[<p>A tese de Jeff Rodrigues está explicita, pois ele evidencia em alguns trechos a importância de mais pessoas lerem livros como esse, visto que a santa do livro não é só uma santa, ela foi uma mulher real, que passou por situações reais, por mais que a narrativa seja construída como um romance.</p><p><br></p><p>Operadores argumentativos:</p><p>Porque - Causalidade</p><p>Como - Comparação</p><p>Mas - Oposição</p><p>No entanto - Oposição</p><p>Mais do que - Adição</p><p>Também - Adição</p><p>Principalmente - Ênfase </p><p>Ao final - Conclusão</p><p><br></p><p>Minha opinião:</p><p>Pelo modo que ele descreve, parece ser um livro bem interessante, no entanto eu não leria porque não tenho costume de ler esse tipo de conteúdo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:34:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resenha Livro Achados e Perdidos - Stephen King (Ruth Santos)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578205387</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta resenha crítica, que trata-se do segundo volume da trilogia Bill Hodges, de Stephen King, utilizou-se alguns operadores argumentativos na construção do texto. Usou-se operadores de tempo e/ou espaço como, por exemplo, <strong><em>depois,</em></strong><em> </em><strong><em>antes</em></strong><em> e </em><strong><em>muito tempo demais</em></strong><em>, </em>para fazer a sinalização da sequência narrativa e situar o interlocutor acerca dos eventos ocorridos na história. Outro operador identificado foi o de oposição, onde o editor, Jeff Rodrigues (2025), utilizou o <strong><em>no entanto</em> </strong>para expor a sua opinião - de forma implícita - acerca de um detalhe na narrativa que, segundo ele, tornou-se um dos pontos mais fracos do livro. </p><p><br/></p><p>De forma geral, o editor não utiliza citações diretas na resenha, com exceção de um trecho curto retirado do livro -<em>"acorde, gênio"</em> - utilizado na introdução do texto para fazer alusão ao início da narrativa na obra. Já a presença de citações indiretas são preponderantes em toda resenha, onde o editor cita várias vezes o nome do autor do original.</p><p><br/></p><p>A tese do autor é, em suma, curta e objetiva. O editor afirma, já nos primeiros parágrafos, que as trilogias carregam, em suas palavras, uma característica peculiar, que é o fato do segundo livro sempre ser inferior ao primeiro, perdendo um pouco do fôlego da narrativa e servindo apenas para transitar entre início e desfecho da trama principal (RODRIGUES, 2025). Ele diz que a história não pode ser considerada ruim, mas que é mais fraca quando comparada ao primeiro volume. Em seguida, ele defende a sua tese citando os fatos narrativos na história, citando a questão da disputa pelos manuscritos como um ponto negativo no enredo. Por fim, ele finaliza argumentando que o livro, apesar de morno, cumpre o seu propósito e deixa para os leitores um desfecho eletrizante. </p><p><br/></p><p>Em suma, após ler a resenha do Jeff Rodrigues, o livro chamou a minha atenção e atiçou a minha curiosidade, mas não a ponto de desejar ler a obra. A resenha foi muito bem escrita, mantendo o tom de seriedade e objetividade previstas no texto, cumprindo a sua função. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:36:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise de resenha - A Loucura (Luísa Pouey) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578208663</link>
         <description><![CDATA[<p>Operadores:</p><p>Para isso - Explicação</p><p>Mas - Oposição</p><p>Pincipalmente - Intensidade</p><p>Justamente - Ênfase </p><p>Infelizmente - Modalizador de sentimento </p><p><br/></p><p>Na resenha de "A Loucura", o resenhista Jeff Rodrigues inicia contextualizando  a historia. Sua opinião é exposta de forma implícita ao considerar que a leitura é interessante e vale a pena por se tratar de uma releitura de um clássico em versão feminina. Ele diz que, embora o desfecho possa dividir opiniões, a narrativa mistura elementos místicos e atualidade que envolvem o leitor. </p><p>Jeff não usa citações em sua resenha, sua opinião é baseada em falas pessoais como "Confesso que inicialmente eu meio que quis me matar de decepção ao entender o que estava por trás de tudo"</p><p><br/></p><p>Apesar de parecer um livro enrolado e lento, me despertou interesse por se tratar de um mistério com protagonismo feminino, é um gênero que costuma me interessar. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:38:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise crítica - O Que O Rio Sabe (Adrieny Rosa) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578228733</link>
         <description><![CDATA[<p>Na resenha de Leticia Delicor a autora percorre entre opiniões que irão se concretizar no final do texto, mostrando sua opinião aos poucos em relação a obra, sendo assim uma tese implícita. Na resenha, a autora apresenta uma quebra de expectativa em relação ao livro, como por exemplo: <em>''</em><strong><em>White</em></strong><em>, o assistente, é um pouco chato no começo. Ele está a trabalho de Ricardo, então é claro que faz o que é pedido. Contudo, seu interesse em Inez vai ficando mais evidente e suas atitudes mudam um pouco. Eu fiquei com um sentimento estranho sobre ele o tempo todo, ainda acho que tem muito mais sobre ele para ser descoberto no próximo volume.'' </em>A quebra de expectativa também se apresenta quando ela escreve '<em>'Eu acreditava que o romance ia ter um destaque maior, contudo me enganei. A ideia de rivais que se apaixonam não convence muito.'' </em>A autora usa muito o ''contudo'' em seus argumentos, mostrando que existia uma ideia positiva sobre a obra mas não atingiu as expectativas da leitora, <em>''Fica óbvio que a morte dos pais de Inez é estranha e que há verdades escondidas. A trama possui um plot twist, mas confesso que não fiquei tão surpresa. Eu estava esperando uma revelação envolvendo essas pessoas específicas e a autora entrega exatamente o que parece ser óbvio.'' </em>Mas na resenha, Leticia não deixa de querer saber mais da obra em próximos livros, <em>''Com tudo isso em questão, há alguns ganchos para o próximo livro. Confesso que um deles despertou minha curiosidade sobre o futuro desses personagens.''</em></p><p><br/></p><p>Operadores argumentativos:</p><ol><li><p>Assim - Conclusão </p></li><li><p>Principalmente - Ênfase</p></li><li><p>Como - Comparação</p></li><li><p>Quando - Temporalidade </p></li><li><p>Além disso - Modalizadores de inclusão</p></li><li><p>Então - Conclusão </p></li><li><p>Pois - Casualidade </p></li><li><p>Contudo - Oposição/Contraste </p></li><li><p>Ainda - Adição </p></li><li><p>Mas - Oposição/Contraste </p></li></ol><p><br/></p><p>Minha opinião:</p><p>O livro apesar de se ambientar no Egito Antigo, que é em um contexto histórico que me interesso, não me traz vontade de ler por se tratar de um universo de fantasia, e no momento não estou me interessando por livros com esse contexto, na resenha a autora descreve que existem muitos plots óbvios o que não me traz vontade de ler a obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:48:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resenha: Minha Querida Menina – Jennifer McMahon</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578235798</link>
         <description><![CDATA[<p>Jeff Rodrigues, autor da resenha crítica sobre a obra "Minha Querida Menina", faz um mau aproveitamento dos operadores argumentativos. Em sua escrita, ele utiliza operadores articuladores com efeito de causalidade, concessão e oposição. </p><p><br/></p><p>Contudo, ao utilizar modalizadores de orientação argumentativa, Jeff conduz o leitor para um raciocínio critico sobre proposta de terror que a autora traz na obra. A sinopse de McMahon leva o consumidor a acreditar que sua obra se ambienta no gênero de terror sobrenatural, e na opinião do autor ela concentra a narrativa nos desafios psicológicos da personagem ao invés do conteúdo paranormal.</p><p><br/></p><p>O autor faz o uso de citação indireta ao realizar uma síntese da narrativa do livro, a partir do seu ponto de vista como critico. </p><p>Jeff evidencia na sua argumentação que a obra possui um bom desenvolvimento e desfecho, mas falta impacto nas reviravoltas que a história propõe. </p><p><br/></p><p>Na minha visão, a resenha do livro não desperta a ânsia pela leitura da obra. Ao ler a crítica, tive a sensação que a obra deixa um "gostinho de quero mais". Contudo, eu leria por curiosidade do desfecho final, onde Jeff afirma ser um enredo bem amarrado e com tom irônico.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 13:52:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beatriz Silveira - Análise de resenha crítica &quot;A professora&quot; </title>
         <author>beatrizsilveira8</author>
         <link>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578259023</link>
         <description><![CDATA[<p>A autora deixa muito claro seu posicionamento em relação ao livro e nos dá suas próprias perspectivas. Ela parece fazer citações muito explícitas sobre a obra. Principalmente no trecho: </p><p>" Eu acredito que ler a autora <strong>Freida McFadden</strong>, vai ser sempre assim… um gosto, mas não gosto. Principalmente porque não tem como ser racional lendo, é o tipo de leitura feita para virar página, entreter, passar o tempo, se você levar muito a sério o que está aqui, só vai passar raiva e se indignar. A autora se usa de extremos, na verdade ela chega a pisar fora da linha do limite, e beira o fantasioso, a fim de entregar algo que vai chocar.", que a autora cita explicitamente a pessoa que escreveu o livro e faz menção a reação dela lendo o livro. </p><p><br/></p><p>Articuladores utilizados: </p><p>Porque(indica explicação)</p><p>Ainda que (indica adição) </p><p>Também(indica adição)</p><p>Principalmente(indica ênfase) </p><p>Acredito que(indica opinião) </p><p>Enfim(indica conclusão) </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 14:02:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nauracoelho55/e946qqnnikp74qy1/wish/3578259023</guid>
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