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      <title>Imersão na Cultura Indiana: Tupinambás by </title>
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      <description>Maria Eduarda N°26 1Ano B</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-26 20:34:43 UTC</pubDate>
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         <title>Os Tupinambás..</title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os <strong>tupinambás</strong> moravam em malocas. Cada grupo local ou "tribo" tupinambá se compunha de cerca de 6 a 8 malocas. A população dessas tribos girava em torno de 200 indivíduos, mas podia atingir até 600. Viviam da caça, coleta, pesca, além de praticarem a agricultura, sobretudo de tubérculos, como a mandioca e a horticultura.</p><p>Os Tupinambás viviam em malocas, com cada tribo composta por 6 a 8 dessas habitações. As tribos tinham em média 200 pessoas, podendo chegar a 600. Eles se sustentavam por meio da caça, coleta, pesca e agricultura, com destaque para o cultivo de mandioca e horticultura.</p><p><br></p><p><strong>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE).</strong> Modos de vida dos Tupinambá ou Tupis. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasil500anos.ibge.gov.br/territorio-brasileiro-e-povoamento/historia-indigena/modos-de-vida-dos-tupinamba-ou-tupis.html">https://brasil500anos.ibge.gov.br/territorio-brasileiro-e-povoamento/historia-indigena/modos-de-vida-dos-tupinamba-ou-tupis.html</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 20:46:53 UTC</pubDate>
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         <title>Culturas religiosas.. </title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Tupinambás acreditavam no animismo, atribuindo espírito ou força vital a todos os elementos da natureza. Seus rituais religiosos visavam garantir colheitas, proteger a tribo e honrar ancestrais. Um dos rituais mais conhecidos era a antropofagia, em que consumiam parte dos inimigos capturados para absorver sua força. Ao chegar à aldeia, a vítima passava por um longo preparo, que podia durar dias ou meses. Era levada a uma cabana com mulheres e crianças, que a agrediam e cantavam canções de vingança. Depois, o inimigo tinha penas coladas ao corpo e suas sobrancelhas raspadas, sendo amarrado no centro da aldeia, onde todos dançavam e cantavam ao seu redor.</p><p><br></p><p><strong>COMO eram os rituais de canibalismo dos índios brasileiros.</strong> Superinteressante, 22 abr. 2011. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://super.abril.com.br/historia/como-eram-os-rituais-de-canibalismo-dos-indios-brasileiros/mobile">https://super.abril.com.br/historia/como-eram-os-rituais-de-canibalismo-dos-indios-brasileiros/mobile</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 20:59:36 UTC</pubDate>
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         <title>História.</title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Tupinambás foram os primeiros indígenas que Pedro Alvares Cabral encontrou quando chegou ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/%24brasil?intlink=true"><strong>Brasil</strong></a> em 1500.</p><p>No início do período colonial, os Tupinambás ocupavam o Sudeste do Brasil numa faixa costeira que ia do rio Juqueriquerê, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/%24sao-paulo?intlink=true"><strong>São Paulo</strong></a> até ao Cabo de São Tomé, no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/%24rio-de-janeiro?intlink=true"><strong>Rio de Janeiro</strong></a>. A maior concentração encontrava-se na Baía de Guanabara. Quando, a meio do século XVI, os franceses aí fundaram a colónia da França Antártica, os Tupinambás tornaram-se seus aliados.</p><p><br/></p><p><strong>TUPINAMBÁS.</strong> Infopédia. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/artigos/%24tupinambas">https://www.infopedia.pt/artigos/$tupinambas</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 21:09:54 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura.</title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>A cultura tupinambá era rica e diversificada, refletindo a complexidade de suas comunidades. <strong>A música, a dança e as artes eram elementos fundamentais</strong> em suas tradições culturais. Instrumentos musicais simples, como maracás e flautas, eram comuns em suas cerimônias e festivais.</p><p>A cerâmica também desempenhava um papel importante na cultura tupinambá, sendo utilizada para a confecção de utensílios domésticos, objetos rituais e peças decorativas. Eles eram <strong>hábeis na produção de cerâmica</strong>, utilizando técnicas que variavam de acordo com a região.</p><p><br></p><p><strong>TUPINAMBÁS.</strong> Mundo Educação. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/tupinambas.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/tupinambas.htm</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 21:15:25 UTC</pubDate>
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         <title>Habitação.</title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>As habitações dos tupinambás eram geralmente construídas em aldeias próximas à costa, rios ou áreas propícias à agricultura. Utilizando <strong>técnicas construtivas simples, como paredes de pau a pique e cobertura de palha</strong>, suas casas eram dispostas de maneira organizada ao redor de praças centrais.</p><p>A disposição das aldeias permitia uma convivência comunitária, facilitando a realização de atividades sociais, rituais e a resolução de questões internas. As casas eram construídas de maneira a proporcionar ventilação e conforto, e cada família tinha seu espaço delimitado dentro da aldeia.</p><p><br></p><p><strong>TUPINAMBÁS.</strong> Mundo Educação. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/tupinambas.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/tupinambas.htm</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 21:20:45 UTC</pubDate>
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         <title>Brincadeiras.</title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Tupinambás, como muitos povos indígenas, valorizavam os jogos e brincadeiras como parte do aprendizado e da socialização dos jovens. As atividades lúdicas tinham um papel importante no desenvolvimento de habilidades essenciais para a vida adulta, como a caça e a guerra. Entre as brincadeiras, era comum a prática de corridas, que ajudavam a desenvolver agilidade e resistência. As crianças também aprendiam a manusear armas como arcos, flechas e lanças, em jogos de arremesso que, além de divertidos, eram um treino para a vida de caçadores e guerreiros. O cabo de guerra era outra atividade popular, na qual os jovens mediam força e resistência física. Além disso, brincadeiras de imitação, onde as crianças reproduziam atividades dos adultos, como caçar ou construir, faziam parte de sua preparação para o futuro, misturando diversão com aprendizado.</p><p><br/></p><p><strong>Jogos indígenas estudantis tupinambás: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://agendacultural.ba.gov.br/jogos-indigenas-estudantis-tupinamba/">http://agendacultural.ba.gov.br/jogos-indigenas-estudantis-tupinamba/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 21:26:46 UTC</pubDate>
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         <title>Danças.</title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>A dança desempenhava um papel central na cultura dos Tupinambás, estando profundamente ligada às suas práticas religiosas, rituais e celebrações comunitárias. Essas danças não eram apenas uma forma de entretenimento, mas também uma maneira de expressar devoção espiritual, preparar-se para a guerra ou celebrar eventos importantes da vida da aldeia, como colheitas e festividades.</p><p>a "Dança do Carimbó" era apresentada num andamento monótono, como acontece com a grande maioria das danças indígenas. Quando os escravos africanos tomaram contato com essa manifestação artística dos Tupinambá começaram a aperfeiçoar a dança, iniciando pelo andamento que, de monótono, passou a vibrar como uma espécie de variante do batuque africano.</p><p><br/></p><p><strong>Coreografia</strong>:</p><p>A dança começa com duas fileiras de homens e mulheres frente a frente. Quando a música inicia, os homens avançam e batem palmas diante das mulheres, convidando-as para a dança. Os pares se formam e giram em torno de si, enquanto o grupo faz um grande círculo no sentido anti-horário. A influência indígena aparece nos movimentos do corpo curvado, marcando o ritmo com um pé à frente. Durante a dança, as mulheres provocam os homens, jogando a barra da saia em seus rostos, gerando risos. Na "dança do carimbó", um casal vai ao centro para a "dança do peru", onde o homem tenta pegar um lenço com a boca. Se falhar, é vaiado e deve sair da dança; se tiver sucesso, é <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://aplaudido.se">aplaudido.</a></p><p><br/></p><p><strong>CARIMBÓ – Disciplina – Arte.</strong> Secretaria da Educação do Estado do Paraná. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.arte.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=113#:~:text=Carimb%C3%B3%20%2D%20Disciplina%20%2D%20Arte">http://www.arte.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=113#:~:text=Carimb%C3%B3%20%2D%20Disciplina%20%2D%20Arte</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 21:34:25 UTC</pubDate>
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         <title>Comida.</title>
         <author>dudjnhaj</author>
         <link>https://padlet.com/dudjnhaj/e93ts4ibznmywx1/wish/3141186727</link>
         <description><![CDATA[<p>A alimentação dos Tupinambás era baseada principalmente em produtos da agricultura, pesca, caça e coleta, com destaque para o cultivo da mandioca, que era o alimento básico da dieta. Da mandioca, preparavam a farinha e o <em>beiju</em>, um tipo de pão fino e crocante. Além da mandioca, consumiam outros tubérculos, como o cará e a batata-doce.</p><p>Outra característica importante era o uso do tucupi, um caldo extraído da mandioca brava, que precisavam ferver para remover o veneno. Esse caldo era temperado e utilizado em diversas preparações. A culinária dos Tupinambás refletia sua forte conexão com a terra e os recursos naturais disponíveis em seu entorno.</p><p><br></p><p><strong>A tradição tupinambá na gastronomia de Mosqueiro.</strong> DOL - Diário Online. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dol.com.br/noticias/para/728475/a-tradicao-tupinamba-na-gastronomia-de-mosqueiro">https://dol.com.br/noticias/para/728475/a-tradicao-tupinamba-na-gastronomia-de-mosqueiro</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 21:38:34 UTC</pubDate>
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         <title>Cantos.</title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os cantos dos Tupinambás tinham grande importância cultural e espiritual, sendo utilizados em diversas ocasiões, como rituais religiosos, cerimônias de guerra, festas e celebrações comunitárias. Esses cantos, muitas vezes acompanhados por instrumentos como tambores, chocalhos e flautas, eram uma forma de se conectar com os espíritos, pedir proteção ou celebrar eventos importantes.</p><p>Os Pajés, líderes espirituais da tribo, conduziam cantos sagrados durante cerimônias para invocar os espíritos da natureza ou realizar curas. Nas ocasiões de guerra, os cantos tinham um caráter de preparação e motivação, carregados de força e coragem. Também era comum que as mulheres entoassem cantos de lamento ou vingança, especialmente nos rituais de antropofagia, onde o prisioneiro era levado à aldeia.</p><p><br/></p><p><strong>ANÔNIMO.</strong> Cantos Tupinambás coletados por Jean de Léry. Música Brasilis. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://musicabrasilis.org.br/compositores/anonimo-cantos-tupinambas-coletados-por-jean-de-lery">https://musicabrasilis.org.br/compositores/anonimo-cantos-tupinambas-coletados-por-jean-de-lery</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 21:42:36 UTC</pubDate>
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         <title>Escritor: Olívio Jekupé</title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olívio Zeferino da SIlva<strong>, Olívio Jekupé</strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Novo_Itacolomi">Novo Itacolomi</a>, Paraná, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/10_de_outubro">10 de outubro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1965">1965</a>), é um escritor do povo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Guaranis">Guarani</a>, autor de diversas obras de literatura nativa. Seus livros partem da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Tradi%C3%A7%C3%A3o_oral">tradição oral</a>, transcrevendo histórias de seu povo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>A história de Piragui - Ed. Ciranda na Escola:</strong></p><p><em>Conta a lenda que a sereia piragui sempre ficava por perto para ajudar os pescadores a pescar bastante peixe, porém, em troca, ela pedia um bebê.Todos os indígenas ficavam com medo dela. Mas, um deles, sem conseguir pescar, aceitou a ajuda da sereia, pensando que nada de ruim aconteceria. Porém ela apareceu para cobrar o acordo feito...Lenda indígena, que passa de pai para filho, contada por Maria Kerexu, escrita por Olivio Jekupe e ilustrada por Simone Ziasch.</em></p><p><br/></p><p><strong>LIVRARIA MARACÁ.</strong> Olívio Jekupé. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.livrariamaraca.com.br/produto-tag/olivio-jekupe/">https://www.livrariamaraca.com.br/produto-tag/olivio-jekupe/</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 21:59:20 UTC</pubDate>
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         <title>Influencer: Maíra Gomez.</title>
         <author>dudjnhaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>Maíra Gomez, de 21 anos, é uma das maiores influencers indígenas do Brasil. Pertencente a etnia Tatuyo, do Amazonas, ela possui mais de 300 mil seguidores no Instagram e quase 2 milhões no Tik Tok.</p><p>Nas redes sociais, Maíra mostra a cultura do local onde vive, as tradições do seu povo e a rotina com a família. Ela também ensina comidas típicas, palavras em diferentes idiomas indígenas e tira dúvidas dos seguidores.</p><p>Maíra é conhecida nas redes como&nbsp;Cunhaporanga, que significa “mulher bonita da aldeia” em tupi.</p><p>Para conhecer o seu Instagram, acesse: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/">https://www.instagram.com/</a>. Esse é o seu perfil no TikTok: <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.tiktok.com/@cunhaporanga_oficial">@cunhaporanga_oficial</a></p><p><br></p><p><strong>INDÍGENA torna-se influencer ao mostrar costumes da sua aldeia.</strong> Observatório do Terceiro Setor, 6 jan. 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observatorio3setor.org.br/indigena-torna-se-influencer-ao-mostrar-costumes-da-sua-aldeia/">https://observatorio3setor.org.br/indigena-torna-se-influencer-ao-mostrar-costumes-da-sua-aldeia/</a>. Acesso em: 26 set. 2024.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 22:05:10 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão:</title>
         <author>dudjnhaj</author>
         <link>https://padlet.com/dudjnhaj/e93ts4ibznmywx1/wish/3141207680</link>
         <description><![CDATA[<p>A cultura dos Tupinambás era marcada por sua conexão com a natureza, suas crenças espirituais e seus elaborados rituais, como a antropofagia. Sua sociedade estava organizada em torno da vida comunitária, da agricultura e da guerra, o que lhes permitiu sobreviver e florescer em uma época anterior à colonização, até serem profundamente impactados pelo contato com os europeus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 22:08:45 UTC</pubDate>
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