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      <title>DESENVOLVA - PÁGINA 29 by Wanessa Quintiliano</title>
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      <description>Povos indígenas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-19 10:59:18 UTC</pubDate>
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         <title>Lavínia</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 23:50:35 UTC</pubDate>
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         <title>³</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os guajajaras, também conhecidos como tenetearas, são um dos povos indígenas mais numerosos atualmente no Brasil. Habitam onze terras indígenas situadas no estado do Maranhão. Em 2010, sua população era de 23 949 pessoas. A língua falada por eles é o teneteara, da família linguística tupi-guarani.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 20:33:13 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O termo guaranis refere-se a uma das mais representativas etnias indígenas das Américas, tendo, como territórios tradicionais, uma ampla região da América do Sul que abrange os territórios nacionais da Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai e a porção centro-meridional do território brasileiro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 20:37:46 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Os Macuxi, população indígena sul-americana, estão situados na região circum-Roraima, cujo ponto “zero”, por assim dizer, é o Monte Roraima – sendo este divisor de águas que vertem para os rios Amazonas, Essequibo e Orinoco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 20:39:56 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Os pataxós são um povo indígena brasileiro seminômade de língua da família maxakali, do tronco macro-jê. Apesar de se expressarem na língua portuguesa, alguns grupos conservam seu idioma original, a língua maxacali. Em 2010, os pataxós totalizavam 11 833 pessoas, segundo dados da Fundação Nacional de Saúde.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 20:47:56 UTC</pubDate>
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         <title>Yanomami</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os Yanomami vivem em grandes casas circulares chamadas de “yanos” ou “shabonos”. Algumas podem acomodar até 400 pessoas. A área central é utilizada para rituais, festas e jogos. Cada família tem sua própria fogueira onde o alimento é preparado e cozido durante o dia.<br>Os Yanomami acreditam fortemente na igualdade entre as pessoas. Cada comunidade é independente das outras e eles não reconhecem “chefes”. As decisões são tomadas por consenso, frequentemente após longos debates, onde todos têm o direito à palavra.<br><br>Davi Porto</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-21 12:04:35 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>3 COISAS que devemos saber sobre o Macuxi&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>1- Onde o Macuxi vive? O povo Makuxi habita as regiões entre as cabeceiras dos rios Brancos e Rupununi.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;2- Origem da língua Macuxi? a origem da língua Makuxi é pertencente ao tronco linguístico Caribe.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;3- Quem fala Macuxi ? Em Roraima, atualmente, a língua Makuxi é falada e ensinada em 295 .<br><br>Lara Balbi </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 21:22:16 UTC</pubDate>
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         <title>Luana_anônima</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Cultura Munduruku</strong></div><div>Dizem ser um povo de tradição guerreira, mas povo mais gentil não há. São estratégicos. Sabem a hora de agir. Dançam em conversa com espíritos ancestrais, seguindo a poesia e o canto dos pássaros e dos cantores, em histórias que passam e se atualizam de geração em geração, em todos seus rituais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-24 21:12:55 UTC</pubDate>
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         <title>Savicky</title>
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         <description><![CDATA[<div>O povo indígena brasileiro Xavante, autodenominado A'uwē ou A'uwẽ Uptabi são um povo original do Brasil, pertence linguisticamente à família linguística jê, A população xavante soma, atualmente, cerca de 18 214 indivíduos distribuídos em 12 terras indígenas - todas elas localizadas no leste do estado de Mato Grosso. Tinham, como atividade predominante até a segunda metade do século XX, a caça, a pesca e a coleta de frutos e palmeiras. Pintam-se com jenipapo, carvão e urucum, tiram as sobrancelhas e os cílios, usam cordinhas nos pulsos e pernas e a gravata cerimonial de algodão. O corte de cabelo e os adornos e pinturas são marcadores de diferença dos xavantes em relação aos outros, transmitida através dos cantos pelos ancestrais e partilhados com todo o povo da aldeia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-24 21:23:50 UTC</pubDate>
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         <title>Isabele</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Povo guerreiro, da terra de Acajutibiró, os Portiguara constituem um grande exemplo de luta entre os povos indígenas no Nordeste brasileiro. Hoje procuram manter o vigor de sua identidade étnica por meio do reaprendizado de língua Tupi-Guarani, do complexo ritual do Toré, da circulação de dádivas nas festas de São Miguel e de Nossa Senhora dos Prazeres, na produção dos idiomas simbólicos do sangue e da terra e na produção cultural dentro da prática do turismo étnico. No século XVI, ocupava áreas hoje pertencentes aos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Foi uma das etnias tupis que resistiu por mais tempo aos invasores portugueses, utilizando um complexo sistema de alianças com ingleses e, principalmente, franceses comerciantes de pau-brasil. No entanto, foram os Portiguaras que melhor deram provas de reconhecido valor, inteligencia e heroicidade no apoio que deram ao Reino de Portugal nas Batalhas de Guarapes, no contexto da Guerra Luso-Holandesa. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-24 21:39:54 UTC</pubDate>
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         <title>João Eduardo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Ticuna configuram o mais numeroso povo indígena na Amazônia brasileira. Com uma história marcada pela entrada violenta de seringueiros, pescadores e madeireiros na região do rio Solimões, foi somente nos anos 1990 que os Ticuna lograram o reconhecimento oficial da maioria de suas terras. Hoje enfrentam o desafio de garantir sua sustentabilidade econômica e ambiental, bem como qualificar as relações com a sociedade envolvente mantendo viva sua riquíssima cultura. Não por acaso, as máscaras, desenhos e pinturas desse povo ganharam repercussão internacional. <br><br>“De acordo com seus mitos, os Ticuna são originários do igarapé Eware, situado nas nascentes do igarapé São Jerônimo (<em>Tonatü</em>), tributário da margem esquerda do rio Solimões, no trecho entre Tabatinga e São Paulo de Olivença. Ainda hoje é essa a área de mais forte concentração de Ticuna, onde estão localizadas 42 das 59 aldeias existentes” (Oliveira, 2002: 280).&nbsp;<br><br>Esse povo vivia no alto dos igarapés afluentes da margem esquerda do rio Solimões, no trecho em que este entra em terras brasileiras até o rio Içá/Putumayo. Houve um intenso processo de deslocamento em direção ao Solimões.&nbsp;<br><br>No início, mantiveram sua tradicional distribuição espacial em malocas clânicas e, na década de 1970, havia mais de cem aldeias. Hoje, essa distribuição das aldeias ticuna se modificou substancialmente. Sabe-se ainda que alguns índios desceram o rio até Tefé e outros municípios do médio Solimões, outros se fixaram no município de Beruri, no baixo curso do Solimões, bastante próximo à cidade de Manaus.&nbsp;<br><br>No alto Solimões, contudo, os Ticuna são encontrados em todos os seis municípios da região, a saber: Tabatinga, Benjamim Constant, São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antônio do Içá e Tonantins. Sua população está distribuída em mais de 20 Terras Indígenas<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 21:55:36 UTC</pubDate>
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         <title>Liz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Guajajara são um dos povos indígenas mais numerosos do Brasil. Habitam mais de 10 Terras Indígenas na margem oriental da Amazônia, todas situadas no Maranhão. Sua história de mais de 380 anos de contato foi marcada tanto por aproximações com os brancos como por recusas totais, submissões, revoltas e grandes tragédias.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 22:29:47 UTC</pubDate>
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         <title>YURI BARBOZA</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os ianomâmis, Yanomami, Yanoama, Yanomani ou Ianomami, são um grupo de aproximadamente 35.000 indígenas que vivem em cerca de 200 a 250 aldeias na floresta amazônica, na fronteira entre Venezuela e Brasil. Compõe-se de quatro subgrupos: Yanomae, Yanõmami, Sanima e Ninam.<br><br></div><div>Onde eles "moram": <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;v=12.32.16.23.arm&amp;hl=pt-BR&amp;cs=0&amp;cds=2&amp;sxsrf=ALeKk012ADl17h_X2WO2uY4FpgiDGMBbvg:1629934914738&amp;q=Amazonas&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LQz9U3SEsvzlbiBLEMM1KyK7UUs5Ot9LML4nPK9ZOK4jPzUjLTU_PyS4vjCwpyrIpLEktSF7FyOOYmVuXnJRbvYGUEAF6k3CpIAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjO3uXcrM3yAhVhDrkGHTTkDGUQmxMoADADegQIBxAC">Amazonas</a>, <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;v=12.32.16.23.arm&amp;hl=pt-BR&amp;cs=0&amp;cds=2&amp;sxsrf=ALeKk012ADl17h_X2WO2uY4FpgiDGMBbvg:1629934914738&amp;q=Roraima&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LQz9U3SEsvzlbiBLEMSwrjs7QUs5Ot9LML4nPK9ZOK4jPzUjLTU_PyS4vjCwpyrIpLEktSF7GyB-UXJWbmJu5gZQQATrPwMkcAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjO3uXcrM3yAhVhDrkGHTTkDGUQmxMoATADegQIBxAD">Roraima</a></div><div><br>Quantidade de Yanoamas: 19.338 (em 2011)</div><div><br>Língua(modo de comunicação): <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-gj-rev1&amp;v=12.32.16.23.arm&amp;hl=pt-BR&amp;cs=0&amp;cds=2&amp;sxsrf=ALeKk012ADl17h_X2WO2uY4FpgiDGMBbvg:1629934914738&amp;q=L%C3%ADnguas+yanomamis&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LQz9U3SEsvzlbiBLEsMyxSjLS0s5Ot9LML4nPK9ZOK4jPzUjLTU_PyS4vjCwpyrHIS89JLE9NT49MSczNzKhexCvkcXgsSKlaoTMzLzwWKFu9gZQQAlpG4pFwAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjO3uXcrM3yAhVhDrkGHTTkDGUQmxMoADAFegQICRAC">Língua yanomami</a><br>-----------------------------------------</div><div>Os <strong>Yanomami vivem</strong> em grandes casas comunais circulares chamadas de “yanos” ou “shabonos”. Algumas podem acomodar até 400 pessoas. A área central é utilizada para atividades tais como rituais, festas e jogos. Cada família tem sua própria fogueira onde o alimento é preparado e cozido durante o dia.&nbsp;<br>Eles sempre saem em grupos, para caçar, explorar, pescar e ajudar uns aos outros. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 23:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>João Eduardo </title>
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         <description><![CDATA[<div>Pag 28</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 10:15:19 UTC</pubDate>
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