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      <title>Filosofia 2º Período by Laura Teves</title>
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      <description>Feito com uma pitada de humor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-01-19 16:01:24 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia </title>
         <author>laurateves2002</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>10. Argumentos com três letras proposicionais</strong></div><div>Consideremos o seguinte argumento com três letras proposicionais: P, Q, R.</div><div>“Vou abrir uma loja. Se conseguir um empréstimo bancário invisto na Bolsa ou abro uma loja. Consigo o empréstimo bancário, mas não interessa isto na Bolsa.”.</div><div><mark>Primeira tarefa</mark>: apresentar o dicionário a usar. A partir dele, passar o argumento da linguagem natural para a linguagem proposicional, ou seja, formalizar o argumento.</div><div><mark>Nota</mark>: Muitas vezes, na linguagem natural, a conclusão do argumento aparece a meio ou no início do argumento. Este é um dos casos em que a conclusão surge em primeiro lugar: “Vou abrir uma loja”, Q, Q é a conclusão deste argumento.</div><div><br></div><div>Dicionário: </div><div>P- consigo um empréstimo</div><div>Q- invisto na Bolsa</div><div>R: abrir uma loja</div><div>Forma do argumento: P→(Q v R), P ^ ~Q, logo R.</div><div><br></div><div>O inspetor de circunstâncias tem oito linhas, pois o argumento tem três proposições simples: P, Q, R.</div><div><mark>Observar tabela ao lado.</mark><br>A forma do argumento é valida na única circunstância em que as premissas são ambas verdadeiras (linha 2), a conclusão também é verdadeira.<br><br><br><strong>11. Formas válidas de inferência</strong></div><div>As formas válidas servem como regras para o cálculo lógico. De entre as regras salientamos as seguintes:</div><div><br><strong>A)</strong> <strong>Argumento condicional</strong></div><div>Duas formas válidas: </div><ul><li><em>Modus ponens</em> - afirmação do antecedente</li></ul><div>A→B</div><div>A</div><div>Logo, B</div><div><br></div><ul><li><em>Modus tollens</em> - negação do consequente</li></ul><div>A→B</div><div>~B</div><div>Logo, ~A</div><div><br><strong>B) Silogismo disjuntivo</strong></div><div>Argumentos em que uma das primeiras premissas é uma disjunção e a outra nega uma das proposições disjuntivas. A conclusão afirma a outra premissa disjunta.</div><ul><li>A v B</li></ul><div>        ~A</div><div>         Logo, B</div><div><br><strong>C) Silogismo hipotético</strong></div><div>Argumentos em que as premissas e a conclusão são proposições condicionais. Se uma proposição A implica uma proposição B, e se a proposição B implica C, então a proposição A implica C.</div><div>A→B, B→C, logo, A→C</div><div><br><strong>D) Regra da dupla negação</strong></div><div>Negar duplamente uma proposição equivale à sua afirmação “ ~ ~A, logo A”.</div><div><br></div><div><strong>E) Regra da condicional negada</strong></div><div>Negar uma condicional significa afirmar o antecedente e negar o consequente: </div><div>~(A→B), logo, A ^ ~B</div><div><br></div><div><strong>F) Regra da contraposição</strong></div><div>Contrapor equivale a inverter o antecedente e o consequente de uma condicional, negano-os ao mesmo tempo.</div><div>A→B, logo, ~B→~A ;  ~B→~A, logo, A→B.</div><div><br></div><div><strong>G) Leis de De Morgan</strong></div><div>Leis de equivalência lógica entre a conjunção e a disjunção, permitem inferir da conjunção uma disjunção e da disjunção uma conjunção. </div><div>A negação da conjunção de A e B é equivalente à disjunção da negação de A e B.</div><div>A negação da disjunção de A e B é equivalente à conjunção da negação de A e B.</div><div>~(A ^ B), logo, ~A v ~B</div><div>~(A v B), logo, ~A ^ ~B</div><div><br></div><div><br></div><div><strong>Resolução Autoavaliação 6</strong></div><ol><li>A) c                                 ERREI:0</li></ol><div>        B) d</div><div>        C) e</div><div>        D) g</div><div>        E) f</div><div>        F) b</div><div>        G) a</div><div><br></div><div>     2. A) F</div><div>         B) V</div><div>         C) V</div><div>         D) F</div><div>         E) F</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-19 16:04:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laurateves2002</author>
         <link>https://padlet.com/laurateves2002/e8f0hlhghib4/wish/322407657</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-01-19 16:19:42 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia 2</title>
         <author>laurateves2002</author>
         <link>https://padlet.com/laurateves2002/e8f0hlhghib4/wish/322407764</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Argumentação e lógica formal. Lógica proposicional. Principais falácias.</strong></div><div><br><strong>1.</strong> <strong>Definição de falácia</strong></div><div>Falácia é um argumento que, parecendo ser válido é, na realidade, inválido.</div><div>Falácias formais são argumentos dedutivos cuja forma não é válida, ou seja, aqueles em que a conclusão não decorre das premissas, não sendo sustentada ou justificada por elas.</div><div>Num inspetor de circunstâncias, <mark>basta haver uma circunstância da tabela em que as premissas são verdadeiras e a conclusão falsa para o argumento ser considerado inválido.</mark></div><div><br><strong>2. Principais falácias formais</strong></div><div>Observar tabela ao lado.</div><div><br></div><div><strong>Resolução Autoavaliação 7<br></strong>1.<strong> </strong>A) V                                    ERREI:4</div><div>B) F</div><div>C) F</div><div>D) V</div><div>E) V</div><div>F) F</div><div>G) V</div><div>H) F</div><div>I) V</div><div>J) V</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-19 16:21:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laurateves2002</author>
         <link>https://padlet.com/laurateves2002/e8f0hlhghib4/wish/322408019</link>
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         <pubDate>2019-01-19 16:24:35 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia 3</title>
         <author>laurateves2002</author>
         <link>https://padlet.com/laurateves2002/e8f0hlhghib4/wish/322734718</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Argumentação e retórica. O domínio do discurso argumentativo - a procura da adesão do auditório</strong></div><div><br><strong>1.</strong> <strong>Lógica formal e informal</strong></div><div>Ao estudar o raciocínio dedutivo e as sua regras de validade, constatámos a importância da lógica formal, enquanto procedimento com regras definidas que nos ajudam a pensar de modo correto é a evitar erros de raciocínio.</div><div>Está forma de raciocinar revelou-se especialmente eficaz para derivarmos logicamente conclusões a partir de premissas dadas e para evitarmos erros em que frequentemente incorremos sem nos apercebermos, tornando as nossas inferências inválidas e inúteis segundo os parâmetros da lógica formal.</div><div>Por sua vez, a lógica informal estuda processos não dedutivos de raciocínio (sobretudo argumentos do tipo indutivo), em que não é impossível termos premissas verdadeiras e chegarmos a uma conclusão falsa.</div><div>A lógica informal ocupa-se dos argumentos que expressam generalizações, projeções, previsões, estimativas ou probabilidades e define, a partir do <mark>conteúdo dos argumentos e não apenas pela sua forma</mark>, as regras a ter em conta para construir bons argumentos. Além disso, analisa as formas possíveis de estruturar o discurso de modo a torná-lo mais facilmente compreensível e convincente.<br><br><strong>Diferenças entre lógicas formal e informal</strong></div><div><strong>Lógica formal:</strong></div><ul><li>Estuda os argumentos dedutivos;</li><li>Há a relação de necessidade entre as premissas e a conclusão;</li><li>Não atende ao conteúdo dos argumentos mas apenas à sua forma;</li><li>Os argumentos são válidos/ inválidos.</li></ul><div><br></div><div><strong>Lógica informal:</strong></div><ul><li>Estuda os argumentos não dedutivos;</li><li>Premissas verdadeiras não garantem a verdade da conclusão;</li><li>Atende, não apenas à forma, mas também ao conteúdo dos argumentos;</li><li>Os argumentos são bons ou maus, consoante são mais ou menos prováveis/ plausíveis/ razoáveis.</li></ul><div><br><strong>Demonstração e argumentação</strong></div><div>Aristóteles estabeleceu a distinção entre <mark>demonstração</mark> (“raciocínio analítico”) e <mark>argumentação</mark> (“raciocínio dialítico”).</div><div>Há <mark>demonstração</mark> quando o raciocínio parte de premissas verdadeiras, e <mark>argumentação</mark> quando o raciocínio parte de premissas prováveis (opiniões/ convicções).</div><div>A <mark>demonstração</mark> é uma atividade discursiva cujos raciocínios estabelecem uma relação de necessidade entre as premissas e a conclusão. A demonstração é, portanto, do domínio do <mark>constringente</mark>, isto é, daquilo que se impõe de um modo <mark>evidente a um auditório universal.</mark></div><div>A <mark>argumentação</mark> é uma atividade discursiva de exposição de razões na defesa de uma ideia ou opinião, com vista a obter a adesão a um auditório, usando diversos tipos de argumentos.</div><div>Características principais da argumentação:</div><ul><li>É uma <mark>atividade comunicativa</mark>, que envolve um orador e um auditório e uma<mark> mensagem</mark> ou <mark>assunto;</mark></li><li>Argumentar é raciocinar, propondo a um <mark>auditório particular a adesão de certas opiniões</mark><em> ou </em><mark>teses através de argumentos adequados;</mark></li><li>A argumentação é do domínio do <mark>verosímil</mark>, isto é, <mark>do que é provável ou preferível;</mark></li></ul><div><br></div><div><strong>Diferenças entre argumentação e demonstração</strong></div><div><strong>Demonstração:</strong></div><ul><li>Usa raciocínios dedutivos</li><li>Usa linguagem desprovida de ambiguidade, formalizada (como a lógica, matemática, química…)</li><li>Parte de premissas verdadeiras</li><li>Visa um auditório universal</li><li>O objetivo é deduzir conhecimentos através de outros</li><li>É do domínio do constringente (aquilo que se impõe de modo evidente)</li></ul><div><br></div><div><strong>Argumentação:</strong></div><ul><li>Usa diversos tipos de argumentos</li><li>Usa linguagem natural</li><li>Parte de premissas verosímeis ou prováveis</li><li>Visa um auditório particular; é contextualizada</li><li>Pretende convencer</li><li>É do domínio do verosímil - o que pode ser verdadeiro - e do preferível - o que é, provavelmente, o melhor.</li></ul><div><br>A argumentação pressupõe:</div><ul><li>O orador</li><li>O auditório</li><li>O discurso</li></ul><div><br></div><div>O <mark>orador</mark> é um sujeito particular, com rosto, que possui certas crenças, ideias e perspectivas sobre o mundo, é que pretende influenciar um auditório.</div><div>O <mark>auditório</mark> é o conjunto de pessoas que o orador quer influenciar pela sua argumentação.</div><div>O <mark>discurso</mark> é o meio usado pelo orador para comunicar e explicar ao seu auditório as razões que sustentam a tese que defende e para reforçar ou modificar as suas convicções. Trata-se do <mark>discurso argumentativo</mark>.</div><div>A estes elementos podemos acrescentar ainda o contexto em que a comunicação tem lugar.</div><div><br></div><div><strong>A relação entre auditório e orador</strong></div><div>A argumentação centra-se na relação entre o auditório e o orador.</div><div>O orador deve conhecer o público a que se dirige, para ser persuasivo. Uma mesma opinião ou tese pode ser apoiada em razões diferentes, consoante se dirija a um auditório X ou Y. A adequação dos argumentos a um dado público não significa uma mudança de perspetiva por parte do orador, mas a adaptação do discurso ao auditório a que se dirige e ao contexto que lhe está associado. Esta é a “regra” fundamental da argumentação.<br><br><br><strong>3. Definição de retórica</strong></div><div>A retórica é considerada, desde a Antiguidade, como a <mark>arte de persuadir</mark> ou <mark>arte de falar com eloquência, a fim de convenção um auditório</mark>. A retórica dedica-se a analisar e a determinar as técnicas e as estratégias usadas na comunicação e na argumentação.</div><div>Aristóteles, por exemplo, define-a como “a capacidade de descobrir o que é adequado a caso com o fim de persuadir”. Realça a necessidade de <mark>adequar os meios de persuasão a cada caso</mark>, e os modos concretos de que o orador se serve para o fazer.<br><br><strong>A) “Provas” ou estratégias de persuasão</strong></div><div>Atendendo à “regra” da adequação do discurso ao auditório, os meios usados na persuasão dos auditório são segundo Aristóteles, ethos, pathos e logos.</div><div><br></div><div><strong>Ethos, pathos e logos</strong></div><div>Segundo Aristóteles, as provas de persuasão são de três espécies:</div><ol><li>As que residem no caráter moral do orador;</li><li>As que residem no modo como se dispõe o ouvinte;</li><li>As que residem no próprio discurso.</li></ol><div>Ethos, pathos e logos são os termos que designam as provas de persuasão.</div><ol><li>Ethos: refere-se ao caráter moral do orador, ao conjunto de características que assume para obter a confiança do auditório <mark>(dimensão moral)</mark></li><li>Pathos: refere-se às emoções que o orador desperta no auditório <mark>(dimensão emocional)</mark></li><li>Logos: refere-se à racionalidade do discurso, ao tipo de argumentos usados para persuadir <mark>(dimensão racional)</mark>.</li></ol><div><br><strong>B) Âmbito da aplicação da retórica</strong></div><div>A retórica tem aplicações em diversas áreas da nossa vida e uma importância crescente nas sociedades contemporâneas. As atividades políticas, jurídicas, jornalísticas e publicitárias são terrenos preferenciais da intervenção da retórica, desde o importante papel que neles exercem a palavra e imagem. </div><div>A retórica estuda técnicas de comunicação, que são, entre outras:</div><ul><li>Exemplos e analogias</li><li>Metáforas e alegorias</li><li>Repetição de uma ideia</li><li>Alteração do tom de voz</li><li>Linguagem gestual</li><li>Ironia</li></ul><div><br></div><div><br></div><div><strong>Resolução Autoavaliação 8<br>1. </strong>A) V                                    ERREI: 0</div><div>B) F</div><div>C) F</div><div>D) V</div><div>E) V</div><div>F) F</div><div>G) F</div><div>H) V</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-21 17:09:40 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia 4  </title>
         <author>laurateves2002</author>
         <link>https://padlet.com/laurateves2002/e8f0hlhghib4/wish/322740737</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>2. Argumentação e retórica. O discurso argumentativo - principais tipos de argumentos e falácias informais</strong></div><div><strong>1. Argumentação</strong></div><div>O discurso argumentativo obedece a regras, a fim de que a nossa mensagem seja apresentada de forma clara e sustentada por boas razões. Para esse efeito o orador deverá:</div><ul><li>Definir claramente o tema a apresentar;</li><li>Planificar cuidadosamente a exposição a fazer;</li><li>Ter uma noção clara da conclusão a apresentar.</li></ul><div><br></div><div>O discurso argumentativo apresenta, em geral, a seguinte estrutura:</div><div>Estrutura básica do discurso argumentativo <mark>(observar tabela ao lado)</mark>.<br><br><br><strong>A) Principais tipos de argumentos não dedutivos</strong></div><div>Os principais tipos de argumentos não dedutivos são:</div><ul><li>Argumentos indutivos - generalizações e previsões;</li><li>Argumentos por analogia;</li><li>Argumentos por autoridade;</li><li>Argumentos causais ou sobre causas.</li></ul><div><br><strong>a) Argumentos indutivos</strong></div><div>São indutivos a maior parte dos raciocínios que fazemos no dia a dia. Recordemos que um argumento indutivo parte de premissas particulares. De premissas desse tipo é, por vezes, inferida:</div><ul><li>Uma conclusão universal - <mark>generalização;</mark></li><li>Uma proposição particular acerca do que ainda não foi observado - <mark>previsão;</mark></li></ul><div>As <mark>generalizações</mark> são argumentos indutivos da forma “Alguns A são B, logo todos os A são B”, em que a conclusão é mais geral do que as premissas.</div><div>As <mark>previsões</mark> são argumentos indutivos em que as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular projectado para o futuro.</div><div>Um <mark>bom argumento indutivo</mark>, por mais convincente que possa ser, não garante a verdade da conclusão e, embora seja pouco provável, não é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa.</div><div>São <mark>argumentos bons ou fortes</mark>, os argumentos em que a conclusão tem um bom suporte de justificação que torna improvável que a conclusão venha a revelar-se falsa.</div><div>São <mark>argumentos maus ou fracos</mark>, os argumentos cuja probabilidade de a conclusão ser verdadeira é reduzida.<br>Constituem <mark>suporte de justificação</mark>  a quantidade e a representatividade de casos observados, bem como o facto de existirem ou não contraexemplos.<br>Para avaliarmos os argumentos indutivos, devemos ter em conta os seguintes critérios:</div><ul><li>verificar se se baseiam em exemplos representativos,ou se existem contraexemplos;</li><li>evitar confundir uma generalização (quando as premissas são menos gerais que a conclusão) com uma previsão (quando as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular futuro).</li></ul>]]></description>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <title>Filosofia 5</title>
         <author>laurateves2002</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>b) Argumentos por analogia<br></strong>Os argumentos por analogia estabelecem uma comparação entre duas realidades, baseada em caraterísticas comuns. Num argumento por analogia uma das premissas afirma semelhança entre duas coisas (S é como P) e a outra enuncia uma caraterística própria de uma das coisas (S é R). A conclusão infere (com base na semelhança existente entre duas coisas) que a outra semelhante (P também possui a mesma caraterísticas (P é R)).<br>A avaliação de uma argumento por analogia deve ter em conta os seguintes critérios:</div><ul><li>a quantidade de propriedades comuns;</li><li>a relevância das propriedades, isto é, a pertinência das propriedades ou a sua adequação à conclusão que se pretende defender;</li><li>que não deve haver diferenças fundamentais relativamente aos aspetos que estão a ser comparados.</li></ul><div><br><br><strong>c) Argumentos de autoridade</strong> <br>São os argumentos que se baseiam na opinião de especialistas, de alguém conhecido e respeitado pela sua particular competência numa dada área. A sua forma lógica é "A (autoridade) disse P, logo P".<br>Para poderem ser considerados bons argumentos, temos de ter em conta os seguintes critérios:</div><ul><li>o especialista invocado deve ser muito competente no assunto em causa;</li><li>não deve haver discordâncias significativas entre os especialistas quanto à matéria em discussão;</li><li>não deve haver outros argumentos mais fortes/ de força igual a favor da conclusão contrária;</li><li>os especialistas não devem ter interesses pessoais na afirmação em causa.</li></ul><div><br><br><strong>d) Argumentos causais e sobre causas</strong>     </div><div>Estes estabelecem uma relação de causa-efeito entre fenómenos. Considera-se que existe uma relação necessária tal que, quando um deles acontece (causa), ocorre o outro (efeito). A esta relação de necessidade entre dois acontecimentos em que um é a causa e o outro o efeito, chama-se relação de causalidade.<br>Regras para construir bons argumentos causais:</div><ul><li>não confundir a relação de causalidade com a ocorrência de dois fenómenos um a seguir ao outro;</li><li>não confundir a causa com o efeito.</li></ul><div><br><br><strong>B) Falácias informais e critérios para avaliar os argumentos (este tópico encontra-se expresso no documento ao lado).<br><br><br>Resolução autoavaliação 9<br>1. </strong>A) V                                   ERREI: 2</div><div>B) F</div><div>C) V</div><div>D) V</div><div>E) F</div><div>F) V</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-25 18:18:01 UTC</pubDate>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <title>Filosofia 6</title>
         <author>laurateves2002</author>
         <link>https://padlet.com/laurateves2002/e8f0hlhghib4/wish/329583804</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>3- Argumentação e filosofia. Filosofia, retórica e democracia.<br></strong><br></div><div>A democracia nasceu na Grécia Clássica, em Atenas, no séc. V a.C.. O estado democrático dava a qualquer cidadão, independentemente da fortuna, a possibilidade de exercer cargos públicos, o que exigia capacidade de argumentação para participar nas discussões políticas e conseguir fazer aprovar propostas. Para isso, a retórica era um fator decisivo.<br><br></div><div><strong>1-</strong> <strong>Os sofistas<br></strong><br></div><div>Foi neste contexto que apareceram os <mark>sofistas</mark>. <mark>Críticos da tradição, recusavam a religião e os valores tidos como absolutos.</mark> Apresentavam- se como oradores e professores de retórica, propondo-se <mark>preparar</mark> as elites <mark>para o exercício do poder político</mark>. Ensinavam os jovens a falar “contra qualquer adversário e sobre qualquer assunto, de maneira a persuadir a multidão melhor que ninguém” (Platão, Górgias, 457 a. C.).<br>No que se refere ao conhecimento, alguns sofistas defendiam o <mark>relativismo</mark>.<br>Protágoras, um dos mais célebres sofistas, afirmou que “o Homem é a medida de todas as coisas” e que, em cada momento a perceção é o conhecimento adequado de uma coisa. Contudo, como o Homem e todas as coisas mudam continuamente, a perceção de uma coisa só é adequada num dado momento.<br>Assim, o Homem não conhece o que as coisas são, mas o modo de como lhe aparecem. O conhecimento fica, assim, reduzido ao conhecimento sensível da aparência mutável da realidade.<br>Não havendo uma só verdade, qual a opinião que prevalece? Prevalecerá a opinião de uma argumentação convincente mostrar ser a melhor solução e, por isso, preferível a outras. <br><br><strong>2-</strong> <strong>Platão<br><br></strong>Platão defendia conceções muito diferentes.<br>Quanto ao conhecimento, Platão identificava o conhecimento sensível- o que nos dá a aparência das coisas- como opinião ou doxa, mas não com o <mark>verdadeiro conhecimento</mark>. O objeto de verdadeiro conhecimento é o que chamou <em>Mundo das ideias</em>, a matriz original de todo o mundo sensível.<br>Segundo Platão, o conhecimento dessa realidade, que não pode ser afeito a partir das sensações, pressupõe um processo gradual de perguntar e responder a que chamou Método dialético. <mark>Neste sentido, a linguagem e o discurso são instrumentos para investigar e dizer o que é o ser ou as ideias</mark>, e não para fazer prevalecer uma opinião em detrimento de outra(s).<br><br><strong>3- Platão e sofistas<br></strong><br></div><div>Platão não concordava com o relativismo dos sofistas nem com o sistema democrático, e combatia<strong> </strong>e condenava os sofistas e a sua visão da retórica como se fossem os únicos responsáveis de uma certa degradação moral que dizia existir na sociedade ateniense. <br><br></div><div>Para Platão, os sofistas preocupavam-se com os interesses pessoais, com a eficácia persuasiva do discurso para conquistar o poder ou para fugir ao castigo justo, em vez de procurarem <mark>a verdade, o bem e a justiça</mark>. Censurava-os também por valorizarem a forma do discurso em detrimento do conteúdo, ou seja, censurava-os por usarem a retórica como instrumento de persuasão que não se apoia no saber e que não contribui para tornar os seres humanos mais virtuosos e melhores cidadãos.<br><br></div><div>Platão defendia que o uso da palavra devia submeter-se a valores éticos como o <mark>bem e a justiça</mark>.<br><br></div><div>Platão refere que a cidade devia ser governada por quem é sábio, corajoso e tem conhecimento do que é a virtude, e justiça e o bem, conhecimento que os sofistas, em sua opinião, não ensinavam nem possuíam.<br><br></div><div>Assim sendo, no <mark>plano político, somente os filósofos estariam aptos para governar a cidade, pelo que a forma ideal de governo seria a aristocracia</mark>, devendo o filósofo ser rei e o rei ser filósofo.<br><br></div><div>Platão preconizava a constituição de um corpo guardião da cidade, encarregados de promover o conhecimento e a prática da virtude, o que implicava uma educação voltada para o aperfeiçoamento da alma- <mark>formar bons cidadãos</mark> –era por ele considerada a mais elevada das tarefas. <br><br></div><div><br><strong>Resolução Autoavaliação 10</strong></div><div>1. A) F                                       ERREI: 0</div><div>B) F <br>C) V<br>D) V</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 11:44:13 UTC</pubDate>
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         <author>laurateves2002</author>
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         <pubDate>2019-02-10 12:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia 7  </title>
         <author>laurateves2002</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Argumentação e filosofia. Persuasão ou manipulação e/ou os usos da retórica.<br>1- Retórica e ética: o “bom e o mau” uso da retórica<br><br></strong>A distinção entre os dois usos da retórica à filosofia grega e ao seu intenso debate com os sofistas, estreitamente ligado ao nascimento da democracia ateniense. <br>O debate entre Platão e os sofistas pressuponha posições distintas, sendo que Platão se opunha fortemente os mestre da oratória, considerando que o que eles ensinavam não podia conduzir à verdade nem ao saber, apenas à opinião.<br>Platão não pretendia excluir a retórica das atividades da cidade e da filosofia, mas defendia que importava saber de que modo e com que objetivos ela era usada. <br>A retórica, no entendimento de Platão, <br><br></div><ul><li>É um <mark>instrumento</mark>, que como qualquer outro, pode ser usado para os mais diferentes fins;</li><li>Não deve ser usada como um fim em si mesma;</li><li>Deve estar submetida a uma finalidade extrínseca: <mark>a justiça, ou o bem</mark>. </li></ul><div><br>Por conseguinte, a argumentação retórica torna-se reprovável quando usada, não para promover o que é “melhor”, mas apenas o que é “mais agradável”, independentemente do conteúdo ser verdadeiro ou falso.<br><br><br><strong>2.</strong> <strong>Persuasão e manipulação <br><br></strong>O discurso persuasivo é aquele em que o orador procura persuadir o auditório, levando-o a reforçar as suas convicções e a agir num certo sentido. É importante, então, distinguir os discursos persuasivos dos discursos que visam manipular o auditório.<br>Quanto ao essencial da divisão do campo da retórica, atualmente, há algum consenso em relação à caraterização geral dos dois usos:<br><br></div><ul><li>“Bom uso”, ou uso persuasivo, é o que <mark>preserva a adesão racional e crética às ideias do orador</mark>;</li><li>“Mau uso”, ou uso manipulatório, é o que serve de estratégias retóricas de que o interlocutor não tem conhecimento e que anulam o seu sentido crítico.</li></ul><div><br></div><div>A separação entre o bom e o mau uso da retórica não visam apenas realçar as diferenças ao nível da eficácia dos argumentos (isto é, da sua capacidade para convencer e para agir sobre o auditório), mas sim distinguir os argumentos ao nível do respeito e desrespeito pelos princípios éticos de bem, justiça e verdade. Podemos, por isso, dizer que esta distinção é não de natureza retorico-argumentativa, mas sim de natureza ética.<br><br></div><div><strong>Diferenças entre os dois usos da retórica<br>Persuasão (“bom uso”)<br></strong><br></div><ul><li>Visa o consentimento voluntário e consciente do auditório;</li><li>Orienta-se pela verdade e pela racionalidade;</li><li>Os factos não são deturpados;</li><li>É uma persuasão racional e explícita;</li><li>O interlocutor tem consciência das estratégias persuasivas usadas;</li><li>O destinatário é ativo, crítico; problematiza.</li></ul><div><br></div><div><strong>Manipulação (“mau uso”)<br></strong><br></div><ul><li>Visa modelar as crenças e os comportamentos do auditório;</li><li>O orador pode enganar o auditório através da distorção da informação, da mentira, ou de mecanismos psicológicos inconscientes;</li><li>Pode coincidir com uma deturpação dos factos;</li><li>É uma persuasão oculta;</li><li>O auditório não tem consciência das estratégias persuasivas usadas;</li><li>O auditório é passivo, o seu sentido crítico é adormecido; não problematiza.</li></ul><div><br></div><div><strong>Objetivos da persuasão e da manipulação<br></strong><br></div><div>Distinguir argumentos persuasivos de manipulatórios não é tarefa fácil, sobretudo quando nos deparamos com situações de exercício de influência. Por isso, nos é exigida uma postura de vigilância crítica face à informação veiculada pelos meios de comunicação social, publicidade e todo o género de discurso persuasivo.<br><br></div><div><strong>Resolução Autoavaliação 11<br></strong>1.      A) F                                  ERREI: 0             </div><div>         B) F</div><div>         C) V</div><div>         D) V<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-18 14:29:01 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia 8</title>
         <author>laurateves2002</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>3- Argumentação e filosofia<br>Argumentação, verdade e ser<br>1.</strong> <strong>Verdade e verossimilhança <br></strong><br></div><div>O conflito entre a filosofia platónica e a sofistica tem por base duas concessões opostas de verdade.<br>Enquanto os sofistas consideravam a verdade como um resultado de um ponto de vista sobre a realidade (uma tese “verdadeira”, seria, por conseguinte, não a que traduzisse como o mundo é, mas a que convencesse mais pessoas), para Platão, pelo contrário, e verdade é apenas uma; ela é a visão da realidade captada pela razão humana, sendo o filósofo aquele que privilegiado a essa visão do mundo.<br>A argumentação retórica situa-se na esfera do verosímil (aquilo que parece ser), enquanto a argumentação filosófica visa a procura da verdade (aquilo que é).<br><br></div><div><strong>2.</strong> <strong>Caraterização da argumentação filosófica<br></strong><br></div><div>A filosofia é uma atividade argumentativa que procura a verdade e busca fundamento para o real.<br>A argumentação é o instrumento e o método privilegiado de atividade filosófica, uma vez que as teses e as teorias dos filósofos têm de ser sustentadas de maneira racional. Os argumentos servem para sustentar racionalmente as ideias e as teses, defendê-las e justificá-las de modo válido e convincente e procurar a sua aceitação por via de uma persuasão racional.<br>A argumentação propriamente filosófica deverá ser distinguida da argumentação retórica. O que determina a eficácia da retórica é a adesão do auditório a uma tese/opinião; o que determina a verdade das teses/doutrinas filosóficas é o facto de permitirem um efetivo conhecimento da realidade.<br>É claro que também os filósofos buscam a aceitação das suas teses, e para isso servem-se de algumas técnicas e estratégias do domínio da retórica. No entanto, em filosofia, a aceitação não é imposta por meio de estratégias persuasivas, é proposta por meio de argumentos; é refletida, discutida e avaliada criticamente. <br><br></div><div><strong>A)</strong> <strong>O que é um bom argumento?<br></strong><br></div><div>O que entende a filosofia por um bom argumento? Será um argumento válido? Será um argumento sólido? Como já estudamos, um argumento válido pode ser “bom” do ponto de vista formal, mas revelar-se “mau” só ponto de vista material, isto é, se as suas premissas forem todas falsas. Vimos que a lógica formal não atende ao conteúdo dos argumentos, mas apenas a forma é relevante para a sua avaliação.<br>Um argumento sólido é aquele que, para além de ser válido, tem também premissas verdadeiras. Vimos que a validade preserva a verdade da conclusão no caso de partirmos de premissas verdadeiras.<br>Os argumentos sólidos só são considerados bons argumentos quando são, simultaneamente, convincentes, um bom argumento/argumento cogente, é assim um argumento sólido e que, para além disso, tem premissas mais plausíveis do que a conclusão. Num argumento cogente, somos levados a aceitar a conclusão também devido ao poder persuasivo das premissas. Para além de ser válido e de ter premissas verdadeiras, é um bom argumento, é um argumento convincente.<br>A procura da verdade através de bons argumentos é justamente o objetivo da filosofia e o horizonte de sentido da atividade filosófica. A verdade não é, todavia, algo que nos seja dado, mas um processo contínuo da procura daquilo que é.<br><br></div><div><strong>3-</strong>      <strong>Concessões de verdade</strong></div><div><strong>A)</strong>     <strong>A concessão clássica de verdade – a verdade como correspondência<br></strong><br></div><div>Chamamos a concessão clássica de verdade à concessão segundo a qual a verdade é uma correspondência entre o pensamento e a realidade, ou entre a representação e o ser.<br>Segundo esta concessão, que remonta à filosofia grega clássica, um juízo é verdadeiro se o que enuncia corresponde ou se adequa a um estado de coisas real.<br><br></div><div><strong>B)</strong>     <strong>Outras concessões de verdade</strong></div><div><strong>a)</strong>      <strong>Teoria da verdade como coerência<br></strong><br></div><div>A verdade de uma proposição é aferida pela relação que estabelece com outras proposições verdadeiras num dado sistema. A caraterística que tais proposições mantêm entre si é a “consistência”. As proposições são consistentes se não são contraditórias entre si.<br><br></div><div><strong>b)</strong>     <strong>Teoria pragmática da verdade<br></strong><br></div><div>Segundo esta teoria, as crenças e as convicções, para serem verdadeiras, têm de ter consequências adequadas, isto é, têm de funcionar ou ser úteis. A verdade de uma proposição (ideia, tese/doutrina) está dependente do sucesso que ela pode ter, ou seja, dos seus efeitos práticos.<br><br></div><div><strong>Resolução Autoavaliação 12<br></strong>1.      A) V                                  ERREI: 0</div><div>         B) V</div><div>         C) V</div><div><br><br></div>]]></description>
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