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      <title>O PODER GLOBAL - 3º A -Administração by FRANCISCO OLIVEIRA DE SOUSA NETO</title>
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      <description>Uma atualização de tudo o que se tem passado na nossa turma!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-10 00:01:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-24 09:57:38 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>EXEMPLO: Trump e Brics: entenda ameaça de tarifar em 100% países do bloco. </title>
         <author>franciscooliveira30</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>30/11/2024   por Francisco Oliveira e Wesley Matos</strong></p></li></ul><p><br></p><p><strong>PARÁGRAFO INICIAL - LIDE</strong></p><ul><li><p>APRESENTAR O SEGUINTE CONTEXTO</p><ul><li><p><strong>Quem?</strong></p></li><li><p><strong>O quê?</strong></p></li><li><p><strong>Quando?</strong></p></li><li><p><strong>Onde?</strong></p></li><li><p><strong>Por quê?</strong></p></li><li><p><strong>Como?</strong></p><p><br></p></li></ul></li><li><p><strong>Corpo da Notícia</strong></p><ul><li><p>Desenvolve as informações apresentadas no lide.</p></li><li><p><strong>informações</strong> <strong>secundárias</strong>: informações complementares àquelas apresentadas no lide;</p></li><li><p><strong>detalhes</strong>: detalhes adicionais da notícia.</p></li><li><p>Inclui citações de fontes, dados estatísticos, contextos e explicações.</p></li></ul></li><li><p><strong>Fonte e Créditos</strong></p><ul><li><p>Indicação de onde as informações foram obtidas ou quem contribuiu para a reportagem (agências de notícia, especialistas, etc.).</p></li></ul></li></ul><p><br></p><p><strong><em><mark>A NOTÍCIA PODERÁ SER DIVIDIDA EM DUAS OU MAIS PARTES, A FIM DE ESCLARECER MELHOR O FATO. </mark></em></strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-10 00:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É O PODER GLOBAL! </title>
         <author>franciscooliveira30</author>
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         <description><![CDATA[<p>É um boletim informativo que tem o objetivo de trazer as principais notícias envolvendo as questões geopolíticas da semana. Cada equipe terá que identificar e colaborar com as principais informações do acontecimento escolhido.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-10 00:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>Geopolítica e o esporte: “Não é uma competição entre países, mas sim entre atletas”</title>
         <author>izaiasdossantosmoraissantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>• 17/12/2024 por Izaias Santos, Gustavo Oliveira e Wallace Erondir.</p><p>Artigo de opinião:</p><p><br/></p><p><strong>O esporte como Área política </strong></p><p><br/></p><p>  Nas palavras de Thomas Bach, presidente do COI, de que "os jogos olímpicos são uma competição entre atletas e não entre países", apesar de um pouco idealista, mostra uma verdade contrária à realidade.</p><p>  A história das olimpíadas e os eventos recentes mostram como o esporte é de forma direta, ligada a política, e as tentativas de separação entre os ambos são visivelmente ingênuas.</p><p>  Com a exclusão da Rússia nas últimas olimpíadas, logo após a invasão da Ucrânia, é um claro exemplo de como a geopolítica interfere no esporte. A decisão do COI, apesar de ser aceitável diante dos acontecimentos e da gravidade da situação, mostrou-se que a organização não está livre da pressão política. Ao mesmo tempo, a permissão para Israel participar das de breves competições, enquanto a Rússia é excluída, aumenta os questionamentos sobre a utilização dos critérios usados pelo COI para essas tomadas de decisões.</p><p>  A utilização do esporte como um meio de diplomática, exemplificado pelo “Ping Pong Diplomacy”, é um esforço meritório. Contudo, a complexidade das relações internacionais e os diversos interesses envolvidos tornam essa tarefa bastante complicada.</p><p>  Eventos como a copa do mundo no Catar evidenciam que questões cruciais, como os direitos humanos e as condições laborais, não podem ser negligenciadas mesmo com a diplomacia esportiva.</p><p>  É essencial entender que o esporte reflete a sociedade em que se insere. Com as  desigualdades sociais, os conflitos ideológicos e tensões geopolíticas se manifestando no mundo esportivo.</p><p>  No comitê olímpico Internacional não aborda essas questões, e ainda corre riscos de perder credibilidade e de forma os jogos olímpicos em competições ainda mais desvinculados das preocupações globais.</p><p>Ao invés de tentar buscar uma separação entre o esporte e a política, seria mais produtivo tentar explorar essas interações entre eles. O esporte é um grande agente  para promover a inclusão e a igualdade.Mais para que isso aconteça é preciso que as organizações esportivas assumam uma visão aberta na defesa de valores como a justiça social e os direitos humanos.</p><p>  Ao mesmo tempo, atletas possuem um papel crucial para desempenhar.Ao utilizarem as suas redes sociais,eles podem influenciar as pessoas a contribuir para reconstrução do mundo, o tornando mais justo e igualitário.</p><p>  Com isso podemos dizer que o esporte e a política estão ligados diretamente de uma forma dinâmica e complexa. Todas as tentativas de separados foram falhas.Quando reconhecida essa interdependência,podemos utilizar o esporte como uma ferramenta para o bem divulgando a cooperação o respeito e diversidade.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p>https://diplomacy.state.gov/ping-pong-diplomacy-historic-1971-u-s-table-tennis-trip-to-china/</p><p><br/></p><p>https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2023/12/28/los-angeles-1984-o-boicote-do-leste-e-o-bom-desepenho-da-romenia-nos-jogos-</p><p><br/></p><p>olimpicos.htm#:~:text=Realizados%20em%20plena%20Guerra%20Fria,Olímpicos%20de%20Moscou%2C%20em%201980.</p><p><br/></p><p>https://jornal.usp.br/radio-usp/geopolitica-e-o-esporte-nao-e-uma-competicao-entre-paises-mas-sim-entre-atletas/</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 20:23:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>*Artigo de Opinião: O Brasil e a Nova Configuração Geopolítica Global*</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscooliveira30/e77dkvj6dyhw807a/wish/3270981271</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Criado 24/12/2024 por Laura Bianca da Luz Lima.</p><p><br/></p><p>No dia 16 de dezembro de 2024, a Fundação Casa de Rui Barbosa promoveu a Conferência "O Brasil e a nova configuração geopolítica global". Este evento, que ocorreu em um momento crucial para a política internacional, buscou discutir como o Brasil se posiciona diante das mudanças drásticas que o cenário global vem enfrentando. Com a ascensão de novas potências e a reconfiguração das relações internacionais, é fundamental entender o papel do Brasil e como ele pode influenciar e ser influenciado por essa nova dinâmica.</p><p><br/></p><p>Durante a conferência, especialistas em relações internacionais, diplomatas e representantes do governo debateram temas relevantes como o fortalecimento das relações Sul-Sul, a importância da integração regional na América Latina e os desafios impostos pela polarização política mundial. A discussão também abordou as estratégias do Brasil para se afirmar como um ator relevante no cenário global, especialmente em questões como desenvolvimento sustentável e combate às mudanças climáticas.</p><p><br/></p><p>Entre os palestrantes, destacaram-se figuras renomadas que trouxeram suas visões sobre como o Brasil deve atuar para garantir sua relevância no novo mundo multipolar. O evento foi uma oportunidade para refletir sobre o histórico diplomático do país e como ele pode ser revitalizado para enfrentar os novos desafios. A Fundação Casa de Rui Barbosa, reconhecida por seu papel na promoção de debates culturais e políticos, foi o local ideal para essa discussão.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Em resumo, a Conferência "O Brasil e a nova configuração geopolítica global" foi um passo importante para entender as complexidades do atual cenário internacional. As discussões realizadas proporcionaram uma visão clara sobre os desafios futuros e as oportunidades que podem surgir, reafirmando que o Brasil tem muito a contribuir em um mundo cada vez mais interconectado. </p><p><br/></p><p>Fontes consultadas durante a construção deste artigo incluem informações disponíveis no site oficial da Fundação Casa de Rui Barbosa e relatórios de especialistas em geopolítica. A conferência não apenas destacou as oportunidades que o Brasil pode explorar, mas também os riscos que enfrenta se não se adaptar às novas realidades globais. </p><p>https://brasilescola.uol.com.br/geografia/geopolitica.htm</p><p><br/></p><p>https://jornal.usp.br/universidade/qual-o-lugar-do-brasil-na-nova-geopolitica-global-evento-na-usp-discute-o-tema/</p><p><br/></p><p>https://www.gov.br/casaruibarbosa/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/2024/conferencia-o-brasil-e-a-nova-configuracao-geopolitica-global</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-24 03:08:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O aumento do petróleo e semana impulsionada por escalada de tensões geopolíticas e o impacto em outros países  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscooliveira30/e77dkvj6dyhw807a/wish/3272315694</link>
         <description><![CDATA[<p>26/012/2024 por Amanda Lima e Karine Vitória da Paz. </p><p><br/></p><p><strong>Petróleo sobe na semana impulsionado por escalada de tensões geopolíticas</strong></p><p><br/></p><p>Segundo a CNNBRASIL os preços do petróleo no mercado global, subiram significativamente na última semana, fechando com um aumento acumulado de 6,5% para o WTI e 5,7% para o Brent. Nos principais mercados internacionais, como os Estados Unidos (WTI) e Europa (Brent).Devido à escalada de tensões geopolíticas entre Rússia e a Ucrânia que aumentaram a incerteza e a percepção de risco no fornecimento global de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://petr%C3%B3leo.As">petróleo. As</a> tensões geraram especulações sobre possíveis interrupções na oferta, impulsionando a demanda no curto prazo e encarecendo os contratos futuros.</p><p><br/></p><p> Isso inclui o recente aumento nos preços do petróleo devido à escalada das tensões geopolíticas entre a Rússia e a Ucrânia. Isso também molda profundamente a perspectiva global de curto prazo, uma vez que o nível atual de escalada atinge as cadeias de suprimentos logísticos e aumenta a incerteza sobre o fornecimento de energia em todo o mundo. O efeito sobre as nações que dependem de importações, principalmente na Europa e na Ásia, envolve custos mais altos e, portanto, pressiona as economias locais; tende a aumentar os níveis de inflação também. A melhora nos preços do petróleo também impactará negativamente o consumo doméstico, limitando o crescimento econômico em economias emergentes.</p><p>  Além disso, as medidas da OPEP que estão incluindo o corte de produção estão apenas aumentando a dor em todo o mundo para os consumidores. Claro, isso teria alguns benefícios temporários para países exportadores como a Arábia Saudita e outros membros do cartel quando eles desfrutam de mais receitas, mas também poderia abrir caminho para um ambiente frágil de longo prazo devido ao desequilíbrio do mercado. Esse aumento no custo por barril de petróleo ressalta um chamado para que as nações dependentes diversifiquem as fontes de energia e levem a sério a sustentabilidade, pois expõe as vulnerabilidades das cadeias de suprimentos a crises geopolíticas.</p><p><br/></p><p>Enquanto isso, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que continuará realizando testes com os mísseis balísticos. Ele agradeceu ainda os responsáveis por criarem as tecnologias presentes nos armamentos e afirmou que se sente “orgulhoso e que mostram o potencial russo”.</p><p>“Há mais de um mês que o preço do barril de petróleo Brent oscila entre US$ 70 e U$S 75. Por um lado, os riscos de oferta estão impedindo uma baixa mais acentuada do preço do petróleo, enquanto, por outro lado, as preocupações com a fraca demanda, especialmente na China, estão impedindo a recuperação”</p><p><br/></p><p>Em resumo, o aumento do preço do petróleo é um indicador de como delicados desequilíbrios geopolíticos podem perturbar todo o mercado global, ampliando assim as lacunas financeiras e aumentando as economias dependentes de energia. Por mais imperativo que esse aspecto possa ser, ele exige colaboração global em nome da mitigação de conflitos e da busca por soluções sustentáveis, na esperança de aliviar os impactos econômicos e geopolíticos de crises futuras.</p><p>As informações foram obtidas da CNN Brasil.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/petroleo-fecha-em-alta-e-avanca-na-semana-impulsionado-por-escalada-de-tensoes-geopoliticas/#:~:text=O%20petr%C3%B3leo%20fechou%20em%20alta,quest%C3%A3o%20em%20foco%20no%20mercado">https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/petroleo-fecha-em-alta-e-avanca-na-semana-impulsionado-por-escalada-de-tensoes-geopoliticas/#:~:text=O%20petr%C3%B3leo%20fechou%20em%20alta,quest%C3%A3o%20em%20foco%20no%20mercado</a>.</p><p><br/></p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://einvestidor.estadao.com.br/ultimas/petroleo-fechamento-22-11-2024/#:~:text=A%20postura%20sobre%20cortes%20de,em%20foco%20no%20mercado%20hoje&amp;text=O%20petr%C3%B3leo%20fechou%20em%20alta,quest%C3%A3o%20em%20foco%20no%20mercado">https://einvestidor.estadao.com.br/ultimas/petroleo-fechamento-22-11-2024/#:~:text=A%20postura%20sobre%20cortes%20de,em%20foco%20no%20mercado%20hoje&amp;text=O%20petr%C3%B3leo%20fechou%20em%20alta,quest%C3%A3o%20em%20foco%20no%20mercado</a>.</p><p><br/></p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://valor.globo.com/financas/noticia/2024/12/26/preos-do-petrleo-sobem-com-tenses-geopolticas-e-esperanas-de-mais-estmulos-da-china.ghtml">https://valor.globo.com/financas/noticia/2024/12/26/preos-do-petrleo-sobem-com-tenses-geopolticas-e-esperanas-de-mais-estmulos-da-china.ghtml</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-26 19:38:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Geopolítica da Alimentação: Desafios e Contradições na América Latina  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscooliveira30/e77dkvj6dyhw807a/wish/3272324139</link>
         <description><![CDATA[<p>Criado 26/12/2024 por Lorena Gabriele Queiroz Silva e Rayssa Santos Rodrigues</p><p><br/></p><p>A geopolítica da alimentação na América Latina está em foco. Uma palestra publicada em 13/11/2024, realizada pela professora Martine Guibert, docente associada do departamento de Geografia, Planejamento e Meio Ambiente e Membro do Laborarão de Pesquisa em Dinâmica Rural da Universidade de Toulouse, França, discutiu como as mudanças climáticas, as relações internacionais e as novas tecnologias estão impactando a produção e o acesso aos alimentos na região para assim, revelar os desafios e as contradições persistentes.</p><p><br/></p><p>A alimentação é um tema importantíssimo na geopolítica da América Latina, pois envolve não só a produção de alimentos, mas também o acesso a eles. Apesar de ser uma região bastante diversificada em recursos naturais, muitos países enfrentam problemas sérios de fome e desnutrição. Recentemente, com a pandemia e a guerra na Ucrânia, os preços dos alimentos aumentaram, deixando mais ainda grave a situação de muitos países na América Latina.</p><p>A desigualdade social é uma das principais causas para essa situação. Mesmo com grandes produções agrícolas, como as de soja e café, muitos alimentos não chegam as mesas das pessoas que mais precisam. Além disso, as mudanças climáticas estão afetando a agricultura, causando secas e enchentes que prejudicam a produção.</p><p>Recentes estudos feitos pelo blog agrotools apontam que o acesso à tecnologia e ao conhecimento sobre práticas agrícolas sustentáveis é crucial para melhorar a segurança alimentar. É importante também o esforço coletivo entre o governo e a sociedade para resolver esses problemas, promovendo políticas que garantam não só a produção, mas também o acesso igualitário aos alimentos.</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agrotools.com.br/blog/tecnologia-big-data/como-a-evolucao-tecnologica-no-agro-contribui-para-a-seguranca-alimentar/">https://agrotools.com.br/blog/tecnologia-big-data/como-a-evolucao-tecnologica-no-agro-contribui-para-a-seguranca-alimentar/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/amp/geografia/inseguranca-alimentar.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/amp/geografia/inseguranca-alimentar.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.uft.edu.br/noticias/a-geopolitica-da-alimentacao-desafios-e-contradicoes-na-america-latina?utm_source=chatgpt.com">https://www.uft.edu.br/noticias/a-geopolitica-da-alimentacao-desafios-e-contradicoes-na-america-latina?utm_source=chatgpt.com</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-26 20:29:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entenda as negociações para o acordo entre mercosul e UE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscooliveira30/e77dkvj6dyhw807a/wish/3272326563</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>26/12/2024  por Davi Henrique e Lenilson Almeida</p><p><br></p></li></ul><p>    Ocorrido no dia 6 de dezembro, os líderes das nações de  MERCOSUL e da União Europeia anunciaram, em Montevidéu, a conclusão das negociações do Acordo de Parceria entre seus países. O anúncio permite a preparação dos textos do Acordo para sua posterior assinatura e ratificação.</p><p>    Em comunicado conjunto, os dois blocos ressaltaram o “intenso processo de negociações para ajustar o acordo aos desafios atuais enfrentados nos níveis nacionais, regionais e global”.No entanto, o processo sofreu interrupções após o fracasso da Alca, em 2005.</p><p>Almeida também destaca que a oposição de líderes sul-americanos, como o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — que estava em seu primeiro mandato —, o argentino Néstor Kirchner e o venezuelano Hugo Chávez, que rejeitaram o projeto da Alca, contribuiu para o desinteresse europeu naquele momento.</p><p>    O Acordo também representa um <mark>marco nas relações bilaterais do Brasil com a União Europeia,</mark> iniciadas em 1960 e, em 2007, adquiriram o nível de parceria estratégica. O estabelecimento da Parceria Estratégica entre Brasil e União Europeia, a primeira entre o bloco e um país latino-americano, enriqueceu a vertente política das relações bilaterais, tradicionalmente densas no âmbito econômico e comercial.</p><p>      O Brasil representa aproximadamente 80% do comércio realizado entre o Mercosul e a UE. O acordo possui um valor estratégico multifacetado para o país, fortalecendo assim todo agro brasileiro, o Acordo possui <strong>valor estratégico em diversos sentidos</strong>. A União Europeia é o segundo principal parceiro comercial do Brasil, com corrente de comércio, em 2023, de aproximadamente US$ 92 bilhões. O Acordo deverá reforçar a <strong>diversificação das parcerias comerciais do Brasil</strong>, <strong>ativo de natureza estratégica</strong> para o país, além de fomentar a <strong>modernização do parque industrial brasileiro</strong> com a integração às cadeias produtivas da União Europeia. Espera-se, da mesma forma, que o Acordo <strong>dinamize ainda mais os fluxos de investimentos</strong>, o que deve reforçar a atual posição da UE como a detentora de quase metade do estoque de investimento estrangeiro direto no Brasil, porém á certas medidas a serem feitas, pois a França ainda tem "medo" que o Brasil roube todo o seu mercado.</p><p>    <strong>Sob a orientação do Presidente Lula, desde 2023 o governo brasileiro empenhou-se em garantir que a negociação produzisse um resultado equilibrado, levando em conta interesses e preocupações do Brasil</strong>, por exemplo, com o desenvolvimento industrial, a sustentabilidade e o espaço para políticas públicas em áreas estratégicas, como saúde pública e tecnologia e inovação. Os interesses do Brasil foram tratados num contexto em que a União Europeia, em 2023, apresentou ao MERCOSUL novas demandas na área ambiental, o que levou a uma negociação em que ambos os blocos propuseram ajustes e adições em relação ao chamado “pré-acordo” de 2019.&nbsp; <strong>O anúncio de 2024 marca a conclusão definitiva da negociação birregional</strong>, o que assinala a diferença com relação à declaração “política” divulgada em junho de 2019, quando ainda persistiam temas pendentes de negociação.</p><p>     Em resumo, As negociações entre Mercosul e União Europeia , após 25 anos de tratativas. O acordo visa reduzir ou eliminar tarifas de importação e exportação entre os blocos, além de promover cooperação política e ambiental. Este é um dos maiores acordos bilaterais de livre comércio do mundo, abrangendo cerca de 718 milhões de pessoas e um PIB de aproximadamente US$ 22 trilhões. O acordo ainda precisa ser ratificado pelos legislativos dos países envolvidos</p><p><br></p><p>Fontes:</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2024/dezembro/acordo-de-parceria-mercosul-uniao-europeia">https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2024/dezembro/acordo-de-parceria-mercosul-uniao-europeia</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/entenda-o-que-e-o-acordo-de-livre-comercio-entre-mercosul-e-ue/">https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/entenda-o-que-e-o-acordo-de-livre-comercio-entre-mercosul-e-ue/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/relembre-as-negociacoes-para-o-acordo-entre-mercosul-e-ue/">https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/relembre-as-negociacoes-para-o-acordo-entre-mercosul-e-ue/</a></p><p>     </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-26 20:46:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rússia frustra planos ucranianos para matar oficiais do alto escalão da Defesa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>•27/12/2024 por: Maiara Amorim e Maria Julia</p><p><br/></p><p>O Serviço de Segurança Federal (FSB) da Rússia revelou, nesta quinta-feira (26), ter frustrado várias conspirações planejadas pelos serviços de inteligência da Ucrânia com o objetivo de assassinar oficiais russos de alto escalão e seus familiares em Moscou. Os atentados seriam realizados utilizando bombas camufladas em objetos do dia a dia, como baterias portáteis e pastas de documentos.</p><p>Segundo o FSB, quatro cidadãos russos, recrutados pela inteligência ucraniana, foram detidos durante as investigações. Entre os planos desarticulados, estava a instalação de uma bomba em um veículo utilizando ímãs, assim como o envio de uma pasta disfarçada para um alto funcionário do Ministério da Defesa.</p><p>O caso ocorre dias após o assassinato do Tenente-General Kirillov, chefe das Tropas de Proteção Nuclear, Biológica e Química da Rússia. Ele foi morto em 17 de dezembro em Moscou, quando uma bomba, acoplada a um patinete elétrico, foi detonada em frente ao seu prédio residencial. A autoria do ataque foi confirmada por uma fonte da SBU, o serviço de inteligência ucraniano, que classificou o ato como parte de sua estratégia de guerra.</p><p>Em resposta, as autoridades russas classificaram os eventos como atos de terrorismo organizados por Kiev e prometeram represálias. “O Serviço de Segurança Federal da Federação Russa impediu uma série de tentativas de assassinato contra militares de alto escalão do Ministério da Defesa”, declarou o FSB em comunicado oficial.</p><p>Além das detenções, as investigações destacaram que os serviços de inteligência ucranianos estavam utilizando agentes russos para realizar o reconhecimento e execução dos ataques. A descoberta reforça as preocupações com infiltrações dentro do território russo em meio ao conflito em curso.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/russia-frustra-planos-ucranianos-para-matar-oficiais-do-alto-escalao-da-defesa/">https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/russia-frustra-planos-ucranianos-para-matar-oficiais-do-alto-escalao-da-defesa/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3214854992/92418bf248fb0f142c628050e981d72b/WhatsApp_Image_2024_12_26_at_12_25_32.jpeg" />
         <pubDate>2024-12-27 13:12:44 UTC</pubDate>
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         <title>Ampliação do Brincs aumenta influência de Rússia e China e contrapõe G7; especialistas divergem sobre efeito econômico </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>• 27/12/2024 por Laura Campos, Vanessa Costa e Sthephany Frota. </p><p><br/></p><p>Grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul ampliou número de integrantes em 2023 e agora discute nova categoria de 'parceiros'. Especialistas em relações internacionais e em economia ouvidos pela&nbsp;GloboNews&nbsp;avaliam que a&nbsp;ampliação do Brics, com a entrada de novos países, e a discussão sobre a criação da categoria de parceiros, na prática,&nbsp;amplia a influência geopolítica da Rússia e da China.</p><p>Eles divergem, porém,&nbsp;sobre os efeitos econômicos das medidas.</p><p><br/></p><p>O&nbsp;Brics&nbsp;se reuniu pela primeira vez em 2006, incluindo Brasil, Rússia, Índia e China, e foi criado oficialmente em 2009. Posteriormente, foi aprovada a entrada da África do Sul. Em 2023, na cúpula de Joanesburgo, o bloco aprovou a entrada de mais seis países (quatro já entraram; um ainda não respondeu; e a Argentina desistiu) e&nbsp;este ano, na Rússia, discute a criação da categoria de parceiros, que pode levar mais 13 países ao Brics.</p><p>Para o professor José Luís da Costa Oreiro, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), a ampliação do bloco&nbsp;representa uma "briga de hegemonia" entre, de um lado, China e Rússia, e, de outro, Estados Unidos e Europa.</p><p><br/></p><p>"O G7 é um grupo que tem muita influencia dos Estados Unidos, da Europa e do Japão. Com isso, o Brics se torna um clube favorável à China e à Rússia. É interesse geopolítico, não é de caráter econômico. Ou seja, disputa de influência.." afirmou o Prof. José Luiz </p><p>  A ampliação do Brics aprovada em 2023 e a discussão sobre os países parceiros dão status "secundário" aos países, mantendo o protagonismo do que ele chama de "núcleo duro" do grupo, isto é, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.</p><p><br/></p><p>CEO da gestora Multiplike, Volnei Eyng vai na mesma linha do professor José Luiz sobre o G7, afirmando que a entrada de novos países cria um "alinhamento que rivalize" com o grupo do qual os Estados Unidos fazem parte. Em razão disso, diz Eyng, é preciso ter "bastante cautela" em relação aos novos membros.</p><p>A respeito dos efeitos econômicos, Eyng avalia que a ampliação do Brics pode diminuir a dependência brasileira do mercado americano.Citando que "A ampliação pode influenciar as políticas monetárias brasileiras, caso o Brics incentive medidas econômicas conjuntas, como mudanças nas taxas de câmbio e reservas internacionais, visando menos dependência do dólar. A diversificação de parcerias comerciais dentro do Brics poderia diminuir a dependência brasileira do mercado americano, promovendo maior estabilidade nas exportações, atraindo investimentos e fortalecendo cadeias produtivas com países como China e Índia", afirmou.Para Pio Pena Filho, a entrada de mais países no Brics, neste momento, não deve representar "nenhuma" vantagem econômica para o Brasil.</p><p>"Em termos econômicos, é uma tentativa de forçar uma coisa exagerada. Há interesses econômicos, mas que se diluem na ampliação. Por exemplo, no caso da China, é interesse econômico, para a Rússia, interesse geopolítico. Agora, para o Brasil, eu não vejo vantagem nenhuma nessa ampliação", afirmou o professor.Um diplomata a par das conversas em torno da criação da nova categoria afirmou à GloboNews, na condição de anonimato, acreditar que a nova categoria vem para "somar" e não desconfigura o bloco, uma vez que o número de membros efetivos não vai mudar.</p><p>Para ele, a quantidade é "administrável" e que a tendência, na avaliação dele, é haver "reuniões curtas e conversas, objetivas".Acrescenta esse diplomata, é "artificial" separar áreas de influência do Brics e do G7. Para José Luís Oreiro, o grupo pode até pautar as discussões, mas, enquanto não houver uma decisão nesse sentido por parte de Estados Unidos, Reino Unido e França, não haverá mudança.</p><p>"Pautar a discussão, pode. Mas, no Conselho de Segurança da ONU, os cinco com assento permanente têm poder de veto, basta que Estados Unidos, França ou Reino Unido vetem que essa ampliação não acontece. Esse é o tipo de discussão que se faz, mas que, efetivamente, ninguém quer que vá para frente", afirmou Oreiro.</p><p>Para Pio Penna Filho, pautar a discussão sobre a reforma do conselho é "mais discurso, nada efetivo".</p><p> Então, a reforma do Conselho de Segurança da ONU, até mesmo no Brics não há consenso sobre o Brasil entrar. A Rússia, com certeza, não abre mão do assento permanente e não sei se apoiaria a entrada do Brasil", afirmou.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>fontes e créditos: </p><p>as informações obtidas para o desenvolvimento da matéria foi retirada do site G1 e Politize para que a equipe pudesse entender e construir a notícia apresentada </p><p><br/></p><p>FONTES: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/10/24/ampliacao-do-brics-aumenta-influencia-de-russia-e-china-e-contrapoe-g7-especialistas-divergem-sobre-efeito-economico.ghtml">https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/10/24/ampliacao-do-brics-aumenta-influencia-de-russia-e-china-e-contrapoe-g7-especialistas-divergem-sobre-efeito-economico.ghtml</a>  </p><p><br/></p><p>https://www.politize.com.br/expansao-do-brics/</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-27 16:13:11 UTC</pubDate>
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         <title>Queda de Bashar al-Assad: O Término de Uma Era de Ditadura na Síria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>• 27/12/2024 por Eloysa Gil do Nascimento do Nascimento e Makley Gabriel da Paixão Lima</p><p><br/></p><p><strong>Artigo de Opinião:</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p>A destituição de Bashar al-Assad, após 24 anos no poder, marca o fim de uma era de 54 anos de controle da dinastia Assad sobre a Síria, iniciada por Hafez al-Assad. Este marco histórico foi catalisado pela tomada de Damasco pelo grupo jihadista Hayat Tahrir al-Sham (HTS), que derrubou o ditador em apenas 11 dias, entre 27 de novembro e 8 de dezembro de 2024. Com a fuga de Assad para Moscou, após ser abandonado pelos aliados Irã e Rússia, a Síria encerra um período de resistência que parecia invencível.</p><p><br/></p><p>A queda de Assad diz o fim da tirania e da guerra civil que se manteve no país por 13 anos. A libertação dos prisioneiros de Sednava, uma prisão notória por suas atrocidades contra opositores, é outro marco importante desta transição. Este evento histórico traz implicações profundas para o futuro da nação e a estabilidade do Oriente Médio.</p><p><br/></p><p>Bashar al-Assad assumiu o poder na Síria, tornando-se presidente em 2000, após a morte de seu pai Hafez al-Assad, que governou autoritariamente a partir de 1971. A dinastia Assad, baseada em uma repressão sistemática e no controle das forças militares e de segurança, viu a estabilidade de seu regime desmoronar com o surgimento das manifestações contra o regime em 2011. O que começou como um levante popular em favor da democratização do país rapidamente se tornou uma guerra civil devastadora, pela qual a Síria conheceu o seu destino de fragmentação devido a múltiplos conflitos civis internos e externas intervenções. Durante o governo de Assad, milhões de sírios morreram ou se tornaram deslocados, ao mesmo tempo em que o regime recorreu aos bombardeios, tortura e armas químicas contra a população civil. </p><p><br/></p><p>Um dos momentos mais marcantes da queda de Assad foi a libertação de Sednaya, aquela prisão conhecida por ser um verdadeiro pesadelo, onde milhares de pessoas que se mostravam contra ao regime foram torturadas e mortas. A libertação aconteceu em um momento chave, quando o país começava a passar por uma transição para um novo governo. Esse ato, mais do que uma vitória militar, foi um gesto de recuperar a dignidade e fazer justiça para tantas vítimas que sofreram por anos. Agora, as forças de resistência, que estão no poder, prometem criar um governo provisório, que vai trabalhar na elaboração de uma nova constituição e na realização de eleições livres. Esse é o primeiro passo para uma possível transformação do país em uma democracia.</p><p><br/></p><p>Apesar da alegria pela queda de Assad, o futuro da Síria ainda está cheio de incertezas. O novo governo, formado pelo grupo rebelde, tem a missão difícil de reconstruir um país completamente destruído pela guerra e ainda muito dividido politicamente. O povo sírio está cansado, e agora é hora de enfrentar questões delicadas, como a busca por paz e um novo sistema de justiça social. O país precisa de mudanças severas, e o novo governo terá que lidar com esses desafios. Eles também prometem conversar com países ocidentais e árabes para conseguir ajuda na reconstrução, mas o risco de mais conflitos internos e conflitos regionais ainda é grande.</p><p><br/></p><p>Em resumo, a queda de Bashar al-Assad encerra uma era de tirania na Síria, mas também abre um capítulo difícil, cheio de desafios, para construir um futuro mais. A mudança da política será demorada e cheia de obstáculos, e a ajuda da comunidade internacional será essencial para garantir que a Síria se levante novamente, mas não só fisicamente, mas também como um país democrático, livre da opressão.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>FONTES:</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://analistas.com.br/queda-de-bashar-al-assad-encerra-dinastia-que-governou-a-siria-por-50-anos-e-o-fim-da-era-assad-na-siria/">https://analistas.com.br/queda-de-bashar-al-assad-encerra-dinastia-que-governou-a-siria-por-50-anos-e-o-fim-da-era-assad-na-siria/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/conflito-na-siria-veja-linha-do-tempo-da-queda-do-regime-de-bashar-al-assad/">https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/conflito-na-siria-veja-linha-do-tempo-da-queda-do-regime-de-bashar-al-assad/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2024/12/08/queda-bashar-al-assad-democracia-siria.htm">https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2024/12/08/queda-bashar-al-assad-de mocracia-siria.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conteudo.imguol.com.br/c/noticias/a7/2024/12/08/pessoas-comemoram-o-anuncio-do-fim-do-regime-de-bashar-al-assad-na-praca-saadallah-al-jabiri-na-cidade-de-aleppo-1733674809323_v2_900x506.jpg">https://conteudo.imguol.com.br/c/noticias/a7/2024/12/08/pessoas-comemoram-o-anuncio-do-fim-do-regime-de-bashar-al-assad-na-praca-saadallah-al-jabiri-na-cidade-de-aleppo-1733674809323_v2_900x506.jpg</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-27 21:20:47 UTC</pubDate>
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         <title> A Geopolítica da Febre Oropouche (OROV): Uma Ameaça Emergente na América do Sul.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>• Criado 28/12/2024, por Matheus Cunha Lima e Joelma Beatriz Carvalho Pereira </p><p><br/></p><p> A  Geopolítica  da  febre  <strong>Oropouche(OROV)</strong> , está a revelar a  importância  de  uma  abordagem  transnacional  para  enfrentar  os  desafios  de  saúde  pública  na  América  do  Sul, a  cooperação  internacional  é  fundamental  para  garantir  a  segurança  sanitária  da  região  e  para  proteger  a  população  dos  impactos  da  doença.  A  busca  por  soluções  conjuntas  e  o  fortalecimento  dos  sistemas  de  saúde  são  essenciais  para  enfrentar  essa  ameaça  emergente  e  garantir  a  saúde  da  população  da  América  do  Sul.</p><p> </p><p> A febre <strong>Oropouche(OROV)</strong>, uma doença transmitida por mosquitos <strong>Culicoides paraensis (maruim)</strong>, está se tornando um crescente problema de saúde pública na América do Sul, especialmente no Brasil; O ano de 2024 marcou um aumento exponencial de casos, com um crescimento de 894% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério da Saúde, essa epidemia, além de gerar impactos sociais e econômicos,  está  reconfigurando a geopolítica da saúde na região,  exigindo ações coordenadas entre países e a busca por soluções transnacionais.</p><p> </p><p> A identificação de uma nova variante do vírus, resultado de uma recombinação entre versões anteriores, agrava a situação.  Estudos publicados em revistas científicas renomadas, como <strong><em>The Lancet Infectious Diseases </em></strong>e<strong><em> Nature Medicine</em></strong>, apontam que essa nova variante possui maior capacidade de replicação e resistência à imunidade,  o que aumenta a dificuldade de controle da doença. Pesquisadores de diversas instituições brasileiras, como a <strong>Fiocruz</strong>, <strong>Unicamp</strong> e <strong>UFAM</strong>, além de cientistas internacionais, analisaram os casos e concluíram que a explosão de casos em 2024 "pode estar ligada a um novo vírus <strong>Oropouche(OROV)</strong> recombinante com maior capacidade de replicação", a proliferação dessa variante  impacta diretamente a segurança sanitária da região,  exigindo  investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novas estratégias de combate.</p><p> </p><p> A  geopolítica da saúde, se torna crucial  para  enfrentar  esse  desafio, a colaboração  entre  países  da  América  do  Sul  é  essencial  para  o  compartilhamento  de  informações,  a  coordenação  de  ações  de  vigilância  epidemiológica  e  o  desenvolvimento  de  estratégias  conjuntas  de  controle  da  doença, é  fundamental  que  os  governos  da  região  invistam  em  infraestrutura  de  saúde  e  em  programas  de  educação  e  prevenção,  além  de  fortalecer  os  sistemas  de  vigilância  epidemiológica  para  monitorar  a  disseminação  da  doença  e  identificar  novas  variantes.</p><p><br/></p><p>•Desde 2023, o Brasil tem registrado um aumento no número de casos de Oropouche, com 11,6 mil casos confirmados até a semana epidemiológica 50 de 2024, e a transmissão foi identificada em 22 estados, exceto: Rio Grande do Norte, Goiás, Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul, que só tiveram casos importados. </p><p><br/></p><p>•Até o momento, foram confirmados quatro óbitos associados ao vírus, e outros quatro permanecem em investigação. Também foram confirmados cinco casos de transmissão vertical, sendo quatro óbitos fetais e um por anomalia congênita, 24 casos de transmissão vertical seguem em investigação, sendo 20 óbitos fetais e quatro anomalias congênitas.</p><p> </p><p><strong>Fonte:</strong></p><p> </p><p><strong>- O Globo</strong>: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/10/16/virus-da-febre-oropouche-que-circula-no-brasil-pode-ser-uma-nova-variante.ghtml?need_sec_link=1&amp;sec_link_scene=im</p><p><strong>- The Lancet Infectious Diseases</strong>: [Link para o artigo na revista]</p><p>https://www.thelancet.com/journals/laninf/article/PIIS1473-3099(24)00687-X/abstract</p><p><strong>- Nature Medicine</strong>: [Link para o artigo na revista]</p><p>https://www.nature.com/search?q=Oropouche+</p><p><strong>- Ministério da Saúde</strong>: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/dezembro/ministerio-da-saude-atualiza-orientacoes-para-vigilancia-do-oropouche</p><p><strong>- Organização Pan-Americana de Saúde (Opas)</strong>:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.paho.org/pt/noticias/24-7-2024-perguntas-e-respostas-">https://www.paho.org/pt/noticias/24-7-2024-perguntas-e-respostas-</a></p><p>sobre-virus-oropouche</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-28 10:22:51 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo de opinião: O retorno do Brasil na participação da geopolítica mundial, diz o atual presidente do Brasil no Catar </title>
         <author>gabrieellyleal1709</author>
         <link>https://padlet.com/franciscooliveira30/e77dkvj6dyhw807a/wish/3273363970</link>
         <description><![CDATA[<p>Criado no dia 29/12/2024, por Davi Sousa Silva, Flavia Gabriela dos Santos Borges, Gabrielly Cruz Leal.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Em visita a Doha, no Catar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil retomou seu papel na geopolítica mundial, destacando o Catar como um parceiro estratégico nesse processo. Lula ressaltou o crescimento das relações comerciais entre os dois países, que passaram de US$ 36 milhões em sua primeira visita para US$ 1,6 bilhão atualmente, com potencial para investimentos em áreas como pesquisa, exploração de petróleo, reflorestamento e agricultura de baixo carbono. </p><p>Após reunião com o emir do Catar, xeque Tamim bin Hamad al-Thani, Lula elogiou o papel diplomático do país na mediação do conflito Israel-Palestina e na libertação de reféns, incluindo brasileiros que estavam na Faixa de Gaza. O presidente mencionou que ainda há brasileiros na região, citando um caso específico de um cidadão mantido refém pelo grupo Hamas, cuja libertação pode ocorrer em breve. </p><p>Em relação à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28) em Dubai, Lula destacou a proposta brasileira de criar um fundo permanente para financiar a preservação de florestas tropicais. Ele enfatizou a importância de manter as florestas em pé e reflorestar áreas degradadas, mencionando que o Brasil possui mais de 40 milhões de hectares de terras degradadas que podem ser recuperadas para agricultura sustentável e reflorestamento. </p><p>Lula também defendeu a necessidade de uma governança global mais eficaz para enfrentar as mudanças climáticas, criticando a inércia das lideranças mundiais e a falta de decisões corajosas e rápidas. Ele alertou sobre a urgência de cuidar do planeta, afirmando que o ser humano não pode continuar destruindo seu habitat natural e que é preciso resgatar o humanismo nas decisões globais. </p><p>O presidente expressou ceticismo quanto à possibilidade de um acordo com países ricos durante a COP28, enfatizando a necessidade de ações mais decisivas por parte das lideranças políticas mundiais para a preservação ambiental.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Referências bibliográficas: </strong><em>https://www.mixvale.com.br/2023/11/30/brasil-voltou-a-participar-da-geopolitica-mundial-diz-lula-no-catar-2/amp/</em></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-29 14:36:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contexto internacional pode ter influenciado na Lei Marcial da Coreia do Sul, afirma professor</title>
         <author>pratesvitoria373</author>
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         <description><![CDATA[<p>29/12/2024 por Ana Luiza Rangel, Ana Vitório Rangel e Vitória Prates</p><p><br/></p><p><strong>Contexto internacional pode ter influenciado declaração de Lei Marcial na Coreia do Sul, diz professor à CNN</strong></p><p><br/></p><p>    O professor de Relações Internacionais, Alexandre Uehara entrevistado pela CNN, propôs que o contexto internacional pode ter influenciado a recente declaração de lei marcial na Coreia do Sul, que foi declarada em resposta a uma série de desafios internos e pressões externas. A medida ocorreu em um contexto de escalada das tensões militares na Península Coreana, envolvendo a Coreia do Norte e questões geopolíticas mais complexas. A declaração de lei marcial foi realizada em 3 de dezembro de 2024, depois de um período de instabilidade crescente na região, visando restabelecer a ordem e assegurar a segurança interna do país. A situação reflete não apenas questões internas, mas também fatores geopolíticos envolvendo outras potências mundiais. O uso da lei marcial pode ter sido uma tentativa de fortalecer a resposta da Coreia do Sul à ameaça crescente e de aliar-se com as estratégias internacionais mais amplas, especialmente diante de um cenário de incertezas globais.</p><p>    O professor analisou a situação durante uma entrevista à CNN, onde evidenciou a combinação de fatores internos e externos que levaram à decisão de declarar a lei marcial. De acordo com o especialista, as recentes provocações da Coreia do Norte e o aumento das tensões com os Estados Unidos e a China fizeram com que o governo sul-coreano decidisse tomar uma posição mais firme. A medida tem como objetivo controlar o risco de protestos dentro da nação, mas também sinaliza um alinhamento com a política internacional.</p><p>    O Parlamento sul-coreano conseguiu anular o decreto do presidente em menos de 24 horas depois da ação, porém informações secundárias sugerem que a lei marcial implicou diretamente na segurança pública, permitindo ao governo sul-coreano aumentar o controle sobre sua população e limitar a mobilidade em algumas regiões estratégicas. Além do mais, a presença militar foi fortemente reforçada, e os direitos civis foram temporariamente suspensos dependendo da área.</p><p>    Especialistas afirmam que o aumento da presença militar na península, tanto sul-coreana quanto norte-coreana, tem sido o principal motivo de preocupação não apenas para os países diretamente envolvidos, mas também para os aliados globais. O uso de medidas extremas como a lei marcial refletem a gravidade da situação e a necessidade de controle. Além disso, a presença de forças militares internacionais, incluindo os Estados Unidos, pode ter influenciado a dinâmica de segurança na região.</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/contexto-internacional-pode-ter-influenciado-declaracao-de-lei-marcial-na-coreia-do-sul-diz-professor-a-cnn/">https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/contexto-internacional-pode-ter-influenciado-declaracao-de-lei-marcial-na-coreia-do-sul-diz-professor-a-cnn/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jcam.com.br/noticias/presidente-da-coreia-do-sul-decreta-lei-marcial-a-partir-desta-terca-feira-policia-tenta-barrar-a-medida/">https://jcam.com.br/noticias/presidente-da-coreia-do-sul-decreta-lei-marcial-a-partir-desta-terca-feira-policia-tenta-barrar-a-medida/</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 02:33:13 UTC</pubDate>
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         <title>O mundo não é mais o mesmo: Transformações e crises na geopolítica global.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Criado 29/12/2024 Por Hevelyn Laviny Silva de Jesus, Davily Lorrane e Bianca Fernandes.</p><p><br/></p><p>Artigo de Opinião:</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Transformação Global</strong></p><p><br/></p><p>Conforme ressalta Cristiane de Andrade, professora do Instituto de Relações Internacionais da USP ( Universidade de São Paulo),"É indiscutível que têm movimentos de ‘placas tectônicas’ no que diz respeito à geopolítica que a gente conhecia tão bem, que é aquele primeiro momento pós-fim da Guerra Fria”,e esses movimentos estão redesenhando as dinâmicas globais, exigindo novas respostas dos Estados e das instituições internacionais.</p><p><br/></p><p>Nos últimos tempos , o cenário geopolítico global tem passado por mudanças profundas, marcadas por transformações estruturais e crises de grande impacto. Conflitos regionais, disputas econômicas, mudanças climáticas e a ascensão de novas potências estão redesenhando as relações internacionais e trazendo desafios sem precedentes para governos e organizações ao redor do mundo,os impactos das mudanças climáticas, que têm acontecido, tem sido  desastres naturais em escala global , como teve no Rio grande do Sul a enchente foi  devastadora para a população, principalmente, para a infraestrutura e a estrutura econômica daquele estado .</p><p><br/></p><p>Desde a anexação da Crimeia pela Rússia até as forças no leste da Ucrânia, a guerra da Ucrânia , o abandono da China da política de ascensão pacífica e muitos outros movimentos que têm mexido com o mundo,tendo como âncora os Estados Unidos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>E paralelamente o avanço de movimentos nacionalistas e autoritários tem gerado instabilidade política em diversas regiões, enfraquecendo democracias e ampliando desigualdade. Por um lado, o Brasil tem uma tradição forte de estabelecer relações mais próximas com a chamada democracia liberal. Há um histórico de afinidade com os EUA, Europa e com os demais países da América Latina, que como um todo também seguem a lógica ocidental. Por outro lado, o governo Lula fez acenos à China e à Rússia, como a viagem do embaixador Celso Amorim à Rússia no início do mandato e o fortalecimento do Brics.</p><p><br/></p><p>O mundo em transformação exige não apenas adaptação, mas também uma reflexão profunda sobre o papel das nações, das instituições e das pessoas na construção de um futuro mais equilibrado e sustentável, fazendo mudança significativas . É um momento de incertezas, mas também de possibilidades para redefinir o curso da história.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><br/></p><p>https://brasilescola-uol-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/brasilescola.uol.com.br/amp/brasil/enchentes-no-rio-grande-do-sul.htm?amp_js_v=a9&amp;amp_gsa=1&amp;usqp=mq331AQIUAKwASCAAgM=#amp_tf=De%20%251%24s&amp;aoh=17355657109734&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&amp;ampshare=https%3A%2F%2Fbrasilescola.uol.com.br%2Fbrasil%2Fenchentes-no-rio-grande-do-sul.htm</p><p><br/></p><p><br/></p><p>https://jornal.usp.br/radio-usp/o-mundo-nao-e-mais-o-mesmo-transformacoes-e-crises-na-geopolitica-global/</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 14:07:55 UTC</pubDate>
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         <title>Protestos na Geórgia Escalam em Meio a Tensões Políticas e Críticas Internacionais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Criado por: Igor Caldeira, Julia dos Santos, Anna Karoline Campana. 30/12/2024</p></li></ul><p><br/></p><p>Os protestos na Geórgia, que ganharam força nas últimas semanas, continuam a mobilizar milhares de manifestantes em Tbilisi, mesmo diante de duras críticas internacionais e repressão governamental. O movimento surgiu em resposta às novas leis repressivas aprovadas pelo presidente recém-empossado, Giorgi Lashkhi, e ao anúncio de que ele pretende se manter no poder mesmo após o fim de seu mandato, previsto para 2028.</p><p><br/></p><p>Inspirados por eventos similares na Ucrânia, os manifestantes denunciam o alinhamento do governo a interesses russos, em detrimento de uma aproximação com a União Europeia. Segundo a Agência Brasil, a população teme uma "russificação" das políticas georgianas, especialmente após medidas que restringem liberdades civis e limitam a atuação de ONGs e da imprensa independente.</p><p><br/></p><p>As manifestações têm sido marcadas por confrontos com as forças de segurança, que utilizaram gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar os manifestantes. Em declaração à CNN Brasil, Lashkhi justificou as medidas como necessárias para “proteger a soberania nacional”, mas a repressão intensificou as críticas de países ocidentais e organizações de direitos humanos.</p><p><br/></p><p>O movimento também destaca um conflito interno na Geórgia: a divisão entre uma parcela da população que busca integração com o Ocidente e outra que apoia uma postura mais próxima à Rússia. Especialistas alertam que a crise pode se tornar um ponto de ruptura para a jovem democracia do país.</p><p><br/></p><p>Com os protestos em curso, a instabilidade na Geórgia atrai a atenção global, refletindo tensões geopolíticas que ecoam o cenário de confronto entre Rússia e Ucrânia. A resposta internacional à crise será crucial para definir os rumos políticos do país.</p><p><br/></p><p><strong>Fontes: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/protestos-na-georgia-se-intensificam-apesar-de-criticas-internacionais/">https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/protestos-na-georgia-se-intensificam-apesar-de-criticas-internacionais/</a></p><p><br/></p><p>https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2024-12/protestos-na-georgia-repetem-roteiro-da-crise-entre-ucrania-e-russia</p><p><br/></p><p>https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2024/12/30/georgia-presidente-recem-empossado-aprova-leis-repressivas-enquanto-manifestantes-resistem.htm</p><p><br/></p><p>https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/presidente-da-georgia-diz-que-nao-deixara-o-poder-quando-mandato-terminar/</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3221507332/f797a4c700c32bc7bccf37812cce103f/manifestantes_levantam_bandeira_da_georgia_em_tiblissi_a_frente_de_forcas_policiais_do_pais_ao_menos_44_ficaram_feridos_por_repressao_aos_protestos_na_noite_de_sabado_30_1733079730771_v2_450x337_jpg.webp" />
         <pubDate>2024-12-30 20:39:56 UTC</pubDate>
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         <title>Análise: Turquia e Catar são beneficiários da crise na Síria </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscooliveira30/e77dkvj6dyhw807a/wish/3276072202</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>30/12/2024 por Dejanny Rodrigues Sousa&lt; Gisele de Arruda Lima e Thais Ferreira Silva.</p></li></ul><p>Na Arábia Saudita, Catar, Rússia, China, Irã e outros países do Oriente Médio são mencionados. O principal assunto tratado é o fato que países como Turquia e Catar estão se beneficiando da crise que está ocorrendo na Síria, enquanto isso países como Rússia e Irá estão perdendo bastante influência em decorrer dessa situação. Os eventos citados se desenrolam em especial após a aproximação atual diplomática entre Irã e Arábia Saudita , intermediada pela China, e a restauração da Síria a então liga Árabe. O principal foco dessa análise é no Oriente Médio e na Síria , onde essa mudanças criaram de uma certa forma novas dinâmicas nacionais. A recente aproximação entre Irã e Arábia Saudita e a reintegração da Síria tornaram que possível Catar e Turquia aumentassem então a sua influência. De certa forma, ambos exploraram diversas lacunas deixadas por Irã e Rússia , utilizando suas estratégias econômicas e diplomáticas para assim fortalecer sua posição no cenário geopolítico da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://regi%C3%A3o.Com">região.Com</a> a guerra civil na Síria, iniciada em 2011, que resultou numa maior crise de refugiados da história moderna. A Turquia segundo a analista de Internacional Fernanda Magnotta, obtém ganhos significativos com a redução da influência de grupos ligados ao Curdistão na fronteira da Síria. "Para a Turquia isso é ótimo, além da questão dos refugiados. Ela, que recebeu a maior parte desses refugiados, aumenta o seu poder regional", explica Magnotta. O Catar, por sua vez, deve se beneficiar economicamente. "O Catar vai muito possivelmente se beneficiar na construção de gasodutos através da Síria rumo à Europa e também porque diminui a influência do Irã na região", afirma Magnotta.</p><p>O conflito já forçou quase 7 milhões de sírios a buscaremos refúgio em outros países, e causou o  deslocamento interno de outros 6,7 milhões, totalizando mais de 13 milhões de pessoas que foram obrigadas a deixar suas casas na busca de segurança e uma vida mais digna, fugindo da violência que os cerca há mais de uma década.A crise síria gerou um rearranjo geopolítico no Oriente Médio, com ganhos para Turquia e Catar, e perdas para Rússia e Irã. A aproximação entre Irã e Arábia Saudita pode reduzir tensões, mas a região permanece instável. A crise humanitária continua grave, com milhões de sírios deslocados ou refugiados. Uma solução pacífica e diplomática é essencial para restaurar estabilidade e segurança na região.</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/analise-turquia-e-catar-sao-beneficiarios-da-crise-na-siria/">https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/analise-turquia-e-catar-sao-beneficiarios-da-crise-na-siria/</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 21:30:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Parlamentar Russk alerta para risco de guerra mundial após EUA autorizarem isso de mísseis de longo alcance pela Ucrânia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Criado em 26/12/2024 por Ana Luiza P. da Silva e Kelly Vitória S. Passarinho.</p><p>Um parlamentar russo, Dmitry Medvedev, alertou em 18 de novembro de 2024 sobre o risco de uma guerra mundial, após os Estados Unidos autorizarem a Ucrânia a utilizar mísseis de longo alcance contra alvos russos. O alerta foi dado durante um pronunciamento oficial na Rússia, destacando o crescente agravamento do conflito no leste europeu. Segundo Medvedev, essa decisão pode intensificar as tensões globais, trazendo consequências graves para a segurança internacional. A medida é parte de um apoio militar contínuo dos EUA à Ucrânia, em meio à guerra em curso com a Rússia.</p><p><br/></p><p>- Quem?</p><p>Dmitry Medvedev, parlamentar russo e ex-presidente da Rússia.</p><p><br/></p><p>- O quê?</p><p>Alertou sobre o risco de uma guerra mundial após os EUA autorizarem a Ucrânia a usar mísseis de longo alcance contra alvos russos.</p><p><br/></p><p>- Quando?</p><p>18 de novembro de 2024.</p><p><br/></p><p>- Onde? </p><p>Rússia, durante um pronunciamento oficial.</p><p><br/></p><p>- Por quê?</p><p>A decisão dos EUA foi vista como uma escalada no conflito entre Rússia e Ucrânia, aumentando tensões globais e colocando a segurança internacional em risco.</p><p><br/></p><p>- Como? </p><p>Por meio de apoio militar contínuo dos EUA à Ucrânia, fornecendo armamentos estratégicos.</p><p><br/></p><p>O alerta de Dmitry Medvedev, ex-presidente e atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, reflete a escalada nas relações tensas entre a Rússia e o Ocidente desde o início da guerra na Ucrânia. A decisão dos Estados Unidos de permitir o uso de mísseis de longo alcance pelo exército ucraniano foi recebida por Moscou como uma "provocação direta", aumentando os temores de que o conflito regional possa se expandir para uma guerra de proporções globais.</p><p><br/></p><p>Medvedev afirmou que essa ação não apenas reforça o apoio militar à Ucrânia, mas também sinaliza um envolvimento mais direto dos EUA no conflito. Ele alertou que tal decisão coloca a segurança global em risco, uma vez que aumenta as chances de confrontos diretos entre potências nucleares. Segundo ele, "os países ocidentais estão brincando com fogo ao fornecer armamentos avançados à Ucrânia, sem considerar as possíveis repercussões catastróficas para o mundo inteiro".</p><p><br/></p><p>Especialistas militares apontam que o envio de mísseis de longo alcance é uma mudança significativa no apoio dos Estados Unidos à Ucrânia. Esses armamentos podem atingir alvos estratégicos dentro do território russo, o que, segundo analistas, pode ser interpretado como uma escalada perigosa pela Rússia. Autoridades norte-americanas, no entanto, defendem a medida como uma resposta ao contínuo avanço militar russo em território ucraniano, alegando que é uma maneira de garantir a soberania e a integridade territorial da Ucrânia.</p><p><br/></p><p>Enquanto isso, a comunidade internacional observa com preocupação. Diversos países, incluindo aliados da OTAN, estão buscando formas de evitar uma escalada ainda maior. Contudo, a polarização no cenário geopolítico dificulta os esforços diplomáticos. Na ONU, debates acalorados refletem as divisões entre países que apoiam a Ucrânia e aqueles que pedem moderação para evitar um conflito global.</p><p><br/></p><p>A crescente militarização da guerra na Ucrânia, com o envolvimento cada vez mais evidente de potências como os EUA e seus aliados, e a postura agressiva da Rússia, aumentam as incertezas sobre o futuro. Líderes globais têm enfatizado a necessidade urgente de negociações, mas, até agora, poucas iniciativas concretas foram bem-sucedidas.</p><p><br/></p><p>O alerta de Medvedev é um lembrete sombrio do quão delicado e volátil o cenário internacional se tornou. Caso não haja uma solução diplomática em breve, as consequências podem ser devastadoras não apenas para a Europa, mas para o mundo inteiro.</p><p><br/></p><p>O alerta de Dmitry Medvedev e os eventos subsequentes trazem à tona aspectos geopolíticos e estratégicos relevantes, além de questões que vão além do conflito em si. Eis algumas informações secundárias que podem enriquecer a análise do contexto:</p><p><br/></p><p>Histórico de tensões EUA-Rússia:</p><p>A relação entre os EUA e a Rússia já vinha se deteriorando antes da guerra na Ucrânia, devido a questões como a expansão da OTAN, as sanções econômicas impostas após a anexação da Crimeia (2014) e acusações mútuas de interferência em processos políticos.</p><p><br/></p><p>Implicações da militarização:</p><p>A introdução de mísseis de longo alcance eleva os riscos estratégicos, potencialmente alterando as "regras não ditas" do conflito. Isso pode desencadear uma reação em cadeia de aumento de armamentos por ambas as partes.</p><p><br/></p><p>Impacto na ordem internacional:</p><p>Este conflito é um exemplo claro do colapso de um sistema multilateral de segurança, onde instituições como a ONU têm tido dificuldade em desempenhar um papel efetivo na resolução da crise.</p><p><br/></p><p>Divisão na OTAN:</p><p>Embora haja um apoio geral à Ucrânia, membros da OTAN têm interesses distintos. Alguns países, como a Polônia e os Estados Bálticos, defendem uma postura mais firme contra a Rússia, enquanto outros, como Alemanha e França, têm buscado evitar provocações excessivas.</p><p><br/></p><p>Economia global sob pressão:</p><p>As sanções contra a Rússia, a crise energética na Europa e a interrupção no fornecimento de grãos e outros recursos agrícolas pela Ucrânia têm impactos diretos na economia global, agravando crises alimentares em regiões vulneráveis.</p><p><br/></p><p>Retórica nuclear:</p><p>A possibilidade de um confronto nuclear, mesmo que indiretamente mencionada, reativa memórias da Guerra Fria e aumenta a preocupação global com o uso de armas de destruição em massa.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Diplomacia limitada:</p><p>Apesar dos apelos para negociações, há um grande entrave devido às condições impostas por ambas as partes: enquanto a Ucrânia exige a retirada das tropas russas, Moscou busca garantias de segurança que envolvem o reconhecimento de anexações territoriais.</p><p><br/></p><p>Esses fatores mostram que o conflito na Ucrânia é mais do que uma guerra regional; é um palco de rivalidades globais que testa os limites da diplomacia e da estabilidade internacional.</p><p><br/></p><p>Dmitry Medvedev declarou em janeiro de 2023:</p><p><br/></p><p>"A derrota de uma potência nuclear em uma guerra convencional pode provocar uma guerra nuclear. As potências nucleares nunca perderam grandes conflitos dos quais depende seu destino."</p><p>(Agência Brasil)</p><p><br/></p><p>Em novembro de 2024, Medvedev afirmou:</p><p>"Os Estados Unidos devem levar a sério as ameaças</p><p> nucleares russas para evitar uma Terceira Guerra Mundial." Ele acusou líderes ocidentais de subestimarem a gravidade da situação.</p><p>(Economic Times)</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Medvedev também alertou que "a existência do Estado russo está acima de tudo, e, se necessário, todas as medidas, incluindo o uso de armas nucleares, serão consideradas."</p><p>(Sky News)</p><p><br/></p><p>"Duas gerações viveram sem a ameaça de uma guerra nuclear", diz Muratov. "Mas esse período acabou. Putin vai apertar o botão nuclear ou não? Quem sabe? Ninguém sabe disso. Não há uma única pessoa que possa dizer com certeza."</p><p><br/></p><p>Nos dados estatísticos podemos citar sobre arsenais nucleares e alguns gastos militares, incluindo impacto pontecial de conflito global. </p><p>Arsenais nucleares globais (2023) </p><p>🇷🇺 Rússia 5.889 ogivas nucleares (a maior do mundo todo) </p><p>🇺🇸EUA 5.244 ogivas nucleares </p><p>🇨🇳China 410 ogivas nucleares (esta em rápido crescimento ) </p><p>Esses são os 3 países com maiores arsenais, com os menos arsenais podemos citar : França, Reino Unido, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do norte. </p><p><br/></p><p>Na parte dos gastos (2023) podemos citar que:</p><p>Estados Unidos teve um gasto de R$ 877 bilhões (maior orçamento Militar do mundo) </p><p>Na Rússia R$ 86 bilhões (mas teve um aumento devido à guerra na Ucrânia) </p><p>Total global foi de R$ 2,24 trilhões, com aumento de 3,7% em relação ao ano passado. </p><p><br/></p><p>Podemos citar um impacto estimado se ocorrer um conflito nuclear </p><p>Um conflito nuclear entre Rússia e EUA poderia resultar em mais de 90 milhões de mortes em apenas horas. </p><p>Um inverno nuclear global, reduziria a produção de alimentos em até 50% em muitos países. </p><p>E por fim o calapso econômico mundial, com um gosto estimado em trilhões de dólares. </p><p><br/></p><p>Vítimas e o custo da guerra na Ucrânia</p><p>Mortos e feridos com uma estimativa de mais de 500 000 incluindo civis e militares. </p><p>Um custo econômico global de mais de R$ 1 trilhão, incluindo sanções, reconstrução e impacto no preço de energia e alimento.</p><p><br/></p><p>Agora vamos falar sobre os contextos e explicações onde que :</p><p>Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, o conflito se tornou uma das maiores crises geopolítica da era moderna. Medvedev frequentemente sugere que a derrota da Rússia apresentaria uma ameaça crítica para o País. </p><p><br/></p><p>Dmitry também cita o histórico de tensão da Rússia e o Ocidente, onde que ele fala que a relação entre eles se deteriorou após a guerra Fria, a expansão da OTAN para o leste Europeu é vista pela Rússia como ameaça direta a sua segurança. </p><p><br/></p><p>Sobre o papel das armas nucleares na estratégia russa </p><p>Rússia possui o maior Arsenal nuclear mundial, que é encontrado para estratégia de sua segurança. A doutrina militar da Rússia permite o Uso de armas nucleares como resposta às ameaças existenciais. </p><p><br/></p><p>Referências: </p><p>https://www.un.org/</p><p>https://www.un.org/  https://www.csis.org/</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 21:40:08 UTC</pubDate>
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