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      <title>Desigualdades sociais no Brasil by Jackson Nunes</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-14 15:41:03 UTC</pubDate>
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         <title>Jackson Nunes</title>
         <author>jaja_guima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Embora o Brasil esteja entre os dez países com o PIB mais alto, é o oitavo país com o maior índice de desigualdade social e econômica do mundo.</div><div>Segundo relatório de ONU (2010) as principais <strong>causas </strong>da desigualdade social são:</div><ul><li>Falta de acesso à educação de qualidade;</li><li>Política fiscal injusta;</li><li>Baixos salários;</li><li>Dificuldade de acesso aos serviços básicos: saúde, transporte público e saneamento básico.</li></ul><div><br>As regiões mais afetadas pelos problemas sociais são o Norte e o Nordeste do país, os quais apresentam os piores IDH's (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil.<br><br>Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), as transferências do Programa Bolsa Família são responsáveis por 13% da redução da desigualdade no país.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-14 15:44:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Barbara-artigo muito interessante, alunos. Traz umas ideias nas quais eu não havia pensado 👍🏻</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/09/25/O-que-faz-a-desigualdade-ser-t%C3%A3o-persistente-no-Brasil?utm_source=socialbttns&amp;utm_medium=article_share&amp;utm_campaign=self" />
         <pubDate>2017-10-14 23:06:26 UTC</pubDate>
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         <title>Anderson Alves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-10-16 21:14:49 UTC</pubDate>
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         <title>Anderson Alves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/e5wa1ydfr41i/wish/197578383</link>
         <description><![CDATA[<h1>Por que no Brasil há muito mais desigualdade social do que na Europa?</h1><div><br>Uma das explicações está no sistema tributário. É o que conclui <a href="https://www.oxfam.org.br/sites/default/files/arquivos/Relatorio_A_distancia_que_nos_une.pdf">relatório da Organização Não Governamental britânica Oxfam</a>. Sistemas justos de tributação da renda implantados em países desenvolvidos baseiam-se em uma lógica simples: quem tem mais paga mais, quem tem menos, paga menos, e quem tem muito pouco não paga nada.&nbsp;<br><br></div><div>Não é o caso do Brasil, o que faz com que a classe média e os mais pobres paguem muitos mais impostos do que os super-ricos. Um exemplo: quem ganha 320 salários mínimos mensais paga uma alíquota efetiva de imposto similar à de quem ganha cinco salários mínimos mensais.&nbsp;<br><br></div><div>De acordo com o relatório da Oxfam, essa aberração tem origem em duas particularidades do sistema tributário brasileiro: a isenção de impostos sobre lucros e dividendos e a limitação de alíquotas no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) – a maior delas é de 27,5%, tanto para quem ganha 320 salários mínimos quanto para quem ganha oito salários mínimos.<br><br></div><div>Desde 1996, sob o governo Fernando Henrique Cardoso, donos ou acionistas de empresas deixaram de pagar qualquer imposto sobre os dividendos recebidos na distribuição de lucros das empresas. Essa política de isenção existe apenas em dois países da lista de integrantes e parceiros da OCDE: Brasil e Estônia. Tal medida beneficia justamente os mais ricos, cujas suas principais fontes de rendimento têm essa origem.&nbsp;<br><br></div><div>A Oxfam estima que o potencial de arrecadação na esfera federal poderia aumentar cerca de R$ 60 bilhões por ano com a tributação de lucros e dividendos, o equivalente a duas vezes o orçamento federal para o Programa Bolsa Família, quase três vezes o orçamento federal para a educação básica, e quase 60 vezes ao destinado para educação infantil.<br><br></div><div>O Instituto Justiça Fiscal acredita que a tributação dessas fontes de renda poderia ser ainda maior: R$ 80 bilhões por ano.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-16 21:15:30 UTC</pubDate>
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         <title>Anderson Alves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/e5wa1ydfr41i/wish/197580189</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=GUXNPxtkxYc">https://www.youtube.com/watch?v=GUXNPxtkxYc</a><br><br>O estado brasileiro é um Robin Hood ao contrário: tira dos pobres e dá para os mais ricos. De um lado, privilégios e mega-salários; de outro, impostos e burocracia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-16 21:24:18 UTC</pubDate>
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         <title>Anderson Alves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/e5wa1ydfr41i/wish/197580408</link>
         <description><![CDATA[<h1>Seis brasileiros concentram a mesma riqueza que a metade da população mais pobre</h1><div>Estudo da Oxfam revela que os 5% mais ricos detêm mesma fatia de renda que outros 95%<br><br></div><div>Mulheres ganharão como homens só em 2047, e os negros como os brancos em 2089<br><br></div><div>Jorge Paulo Lemann (AB Inbev), Joseph Safra (Banco Safra), Marcel Hermmann Telles (AB Inbev), Carlos Alberto Sicupira (AB Inbev), Eduardo Saverin (Facebook) e Ermirio Pereira de Moraes (Grupo Votorantim) <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/27/album/1506500637_319817.html">são as seis pessoas mais ricas do Brasil</a>. Eles concentram, juntos, a mesma riqueza que os 100 milhões mais pobres do país, ou seja, a metade da população brasileira (207,7 milhões). Estes seis bilionários, se gastassem um milhão de reais por dia, juntos, levariam 36 anos para esgotar o equivalente ao seu patrimônio. Foi o que revelou um estudo sobre <a href="https://brasil.elpais.com/tag/desigualdad_social/a">desigualdade social</a> realizado pela <a href="https://www.oxfam.org.br/">Oxfam</a>.<br>O levantamento também revelou que os 5% mais ricos detêm a mesma fatia de renda que os demais 95% da população. Além disso, mostra que os super ricos (0,1% da população brasileira hoje) ganham em um mês o mesmo que uma pessoa que recebe um <a href="https://brasil.elpais.com/tag/smi_salario_minimo_interprofesional/a/">salário mínimo</a> (937 reais) - cerca de 23% da população brasileira - ganharia trabalhando por 19 anos seguidos. Os dados também apontaram para a desigualdade de gênero e raça: mantida a tendência dos últimos 20 anos, <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/04/11/internacional/1491921624_256093.html">mulheres ganharão o mesmo salário que homens em 2047</a>, enquanto negros terão equiparação de renda com brancos somente em 2089.<br><br></div><div>Segundo Katia Maia, diretora executiva da Oxfam e coordenadora da pesquisa, o Brasil chegou a avançar rumo à correção da desigualdade nos últimos anos, por meio de programas sociais como o Bolsa Família, mas ainda <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/11/05/politica/1415223368_224808.html">está muito distante de ser um país que enfrenta a desigualdade</a>como prioridade. Além disso, de acordo com ela, somente aumentar a inclusão dos mais pobres não resolve o problema. "Na base da pirâmide houve inclusão nos últimos anos, mas a questão é o topo", diz. "Ampliar a base é importante, mas existe um limite. E se você não redistribui o que tem no topo, chega um momento em que não tem como ampliar a base", explica.<br><br></div><div><strong>América Latina<br></strong><br></div><div>Neste ano, <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/03/21/politica/1490112229_963711.html">o Brasil despencou 19 posições no ranking de desigualdade</a> social da ONU, figurando entre os 10 mais desiguais do mundo. Na América Latina, só fica atrás da Colômbia e de Honduras. Para alcançar o nível de desigualdade da Argentina, por exemplo, o Brasil levaria 31 anos. Onze anos para alcançar o México, 35 o Uruguai e três o Chile.<br><br></div><div>Mas para isso, Katia Maia propõe mudanças como uma reforma tributária. "França e Espanha, por exemplo, têm mais impostos do que o Brasil. Mas a nossa tributação está focada nos mais pobres e na classe média", explica ela. "Precisamos de uma tributação justa. Rever nosso imposto de renda, acabar com os paraísos fiscais e cobrar tributo sobre dividendos". Outra coisa importante, segundo Katia Maia, é aproximar a população destes temas. "Reforma tributária é um tema tão distante e tecnocrata, que as pessoas se espantam com o assunto", diz. "A população sabe que paga muitos impostos, mas é importante que a sociedade esteja encaixada neste debate para começar a pressionar o Governo pela reforma".<br><br></div><div><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/10/politica/1476125574_221053.html">A aprovação da PEC do teto de gastos</a>, de acordo com Katia Maia, é outro ponto importante. Para ela, é uma medida que deveria ser revertida, caso o país realmente deseje avançar na redução da desigualdade. "É uma medida equivocada", diz. "Se você congela o gasto social, você limita o avanço que o Brasil poderia fazer nesta área". Para ela, mais do que controlar a quantidade do gasto, é preciso controlar o equilíbrio orçamentário e saber executar o gasto.<br><br></div><div>Além das questões econômicas, o cenário político também é importante neste contexto. "Estamos atravessando um momento de riscos e retrocessos", diz Katia Maia. "<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/25/opinion/1503662430_014551.html">Os níveis de desigualdade no Brasil são inaceitáveis</a>, mas, mais do que isso, <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/07/12/economia/1499885667_519440.html">é possível de ser mudado</a>".<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-16 21:24:59 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/Xjo2E5RCuUA">https://youtu.be/Xjo2E5RCuUA</a><br>Acima está um vídeo que achei interessante, pois, através dele podemos tirar ideias para a construção do texto. Como por exemplo, utilizar na introdução uma retrospectiva histórica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-16 21:33:54 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-10-16 21:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Martins</title>
         <author>lucasantonio50</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/e5wa1ydfr41i/wish/197592036</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, etc., até desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero, etc. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – é chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda. No Brasil, a desigualdade social tem sido um cartão de visita para o mundo, pois é um dos países mais desiguais. Segundo dados da ONU, em 2005 o Brasil era a 8º nação mais desigual do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade de renda, divulgou em 2009 que a do Brasil caiu de 0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade), porém esta ainda é gritante.<br><br></div><div>Alguns dos pesquisadores que estudam a desigualdade social brasileira atribuem, em parte, a persistente desigualdade brasileira a fatores que remontam ao Brasil colônia, pré-1930 – a máquina midiática, em especial a televisiva, produz e reproduz a ideia da desigualdade, creditando o “pecado original” como fator primordial desse flagelo social e, assim, por extensão, o senso comum “compra” essa ideia já formatada –, ao afirmar que são três os “pilares coloniais” que apoiam a desigualdade: a influência ibérica, os padrões de títulos de posse de latifúndios e a escravidão.<br><br></div><div><br></div><div>É evidente que essas variáveis contribuíram intensamente para que a desigualdade brasileira permanecesse por séculos em patamares inaceitáveis. Todavia, a desigualdade social no Brasil tem sido percebida nas últimas décadas, não como herança pré-moderna, mas sim como decorrência do efetivo processo de modernização que tomou o país a partir do início do século XIX.<br>Junto com o próprio desenvolvimento econômico, cresceu também a miséria, as disparidades sociais – educação, renda, saúde, etc. – a flagrante concentração de renda, o desemprego, a fome que atinge milhões de brasileiros, a desnutrição, a mortalidade infantil, a baixa escolaridade, a violência. Essas são expressões do grau a que chegaram as desigualdades sociais no Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-16 22:39:30 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Martins</title>
         <author>lucasantonio50</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/e5wa1ydfr41i/wish/197592424</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Rousseau, a desigualdade tende a se acumular. Os que vêm de família modesta têm, em média, menos probabilidade de obter um nível alto de instrução. Os que possuem baixo nível de escolaridade têm menos probabilidade de chegar a um status social elevado, de exercer profissão de prestígio e ser bem remunerado. É verdade que as desigualdades sociais são em grande parte geradas pelo jogo do mercado e do capital, assim como é também verdade que o sistema político intervém de diversas maneiras, às vezes mais, às vezes menos, para regular, regulamentar e corrigir o funcionamento dos mercados em que se formam as remunerações materiais e simbólicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-16 22:42:01 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Martins</title>
         <author>lucasantonio50</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/e5wa1ydfr41i/wish/197593093</link>
         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:295,&quot;url&quot;:&quot;http://www.unicap.br/ihu/wp-content/uploads/2015/12/A-charge-desigualdade.jpg&quot;,&quot;width&quot;:379}" data-trix-content-type="image"><img src="http://www.unicap.br/ihu/wp-content/uploads/2015/12/A-charge-desigualdade.jpg" width="379" height="295"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-16 22:47:16 UTC</pubDate>
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