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      <title>II Tertúlia  Literária Virtual 2° Série C by Kelly Lara</title>
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      <description>O processo de leitura possibilita essa operação maravilhosa que é o encontro do que está dentro do livro com o que está guardado na nossa cabeça.

Ruth Rocha</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-01 17:35:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>kellysousa2</author>
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         <author>kellysousa2</author>
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         <title>Perdeu Tertúlia Literária no Google Meet? Participe aqui!</title>
         <author>kellysousa2</author>
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         <pubDate>2021-06-01 17:41:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>kellysousa2</author>
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         <title>SUGESTÃO PARA LEITURA!</title>
         <author>kellysousa2</author>
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         <pubDate>2021-06-01 17:43:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Pág 08<br><br>O autor para fazer a descrição de Iracema usa o recurso da comparação para realçar a figura da mulher representada por&nbsp; Iracema ao mesmo tempo que evidência os elementos da natureza .Além da valorização da natureza tropical por meio da linguagem indianista.<br>Kauã Oliveira da Silva&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 18:27:01 UTC</pubDate>
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         <title>Pag 08</title>
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         <description><![CDATA[<div>Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.<br>Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúne<br>mais longos que seu talhe de palmeira.<br>O favo da jati<br>não era doce como seu sorriso;&nbsp; essa parte me chamou a atenção pois enaltece a beleza é e a parte do nascimento da principal ptotagonista.&nbsp;<br><br>Sawane Torres 2c&nbsp;&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 20:03:01 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Pág 35: "Do antro profundo saiu um medonho gemido, que parecia arrancado das entranhas do rochedo. Irapuã não tremeu, nem enfiou de susto; mas sentiu estremecer a luz nos olhos, e a voz nos lábios. - O senhor do trovão é&nbsp; por ti; o senhor da guerra será por Irapuã: disse o chefe. O torvo guerreiro deixou a cabana.<br>Comentário: O pajé Araquém salva Martin das garras do impiedoso Irapuã. Quando Araquém quis provar que Tupã, o Deus do trovão, estava com ele, retirou a pedra enquanto batia com o pé no chão. Ao ver o grande buraco, Irapuã julgou ser aquele um poder sobrenatural, o poder de um Deus que ele não poderia enfrentar.<br>Henrique da Silva Melo 2"C"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 01:37:40 UTC</pubDate>
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         <title>Pág:09</title>
         <author>lara09175</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.<br>Iracema saiu do banho: o aljôfar d’água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva.<br>Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.<br>Comentário: Eu escolhi esse trecho pq me encantou o jeito que fala da Iracema de como ela "Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica mais fresca do que o orvalho da noite, sobre os seus úmidos cabelos, gostei muito dessa parte Iracema era uma virgem encantadora.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Lara 2 "C" 💭</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 02:48:25 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros.<br>-Capítulo 1-&nbsp;<br><br>Nesse capítulo descreve o mar, a praia. Com isso me faz lembrar das minhas viagens, me vêm uma saudade imensa de sentir a brisa e a água salgada da praia<br><br>Dayane</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 15:11:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>A Parte que me chamou mas atenção foi quando o autor fala sobre "Iracema sentiu -lhe chorar o coração;mas não tardou que o sorriso do seu guerreiro o acalentasse",gostei muito dessa parte pois quando estamos se sentindo triste ou mesmo preocupados com algo só em ouvirmos a fala ou vermos a pessoa que admiramos acalma o coração,como aconteceu com Iracema mesmo estando triste só em ver o sorriso do seu amado acalmou ela, que independente da situação quando temos alguém que sabemos que está do nosso lado independente das críticas o problema se torna mas pequeno quando amamos alguém, que mesmo sem demostrar diariamente o que sente, sabemos que tá ali pro que der e vier. É admirável ver essas pessoas que está ali cuidando mesmo de longe e alegrando também com pequenos gestos mas que são incríveis de presenciar.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Maria Eduarda Silva Medeiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 19:27:16 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Sentir saudades dói, corroi a alama, entristece o coração. Mas as vezes, só as vezes é bom sentir saudades pois ela mostra a verdadeira importância que as pessoas tiveram em nossa vida. Até sentir irritação com certas pessoas as vezes faz bem, porque nos mostra que nos importamos com aquele alguém. Mas o melhor mesmo é sentir Amor, pois esse sentimentos nos mostra que não podemos viver sem aquele ser Amado.<br>&nbsp;comentário:O amor é o motivo de muitas pessoas ainda continuarem existindo, todo mundo precisa um pouco sentir o que é o amor e ter uma paixão, é assim a história de Iracema e Martim que acabam ficando juntos em uma cabana.<br><br>Lucas Ferreira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 14:02:11 UTC</pubDate>
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         <title>Laysa Aparecida de Oliveira Alves 2C </title>
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         <description><![CDATA[<div>Capítulo X, página 31. Na cabana silenciosa, medita o velho pajé, Iracema está no troco rumo, que serve de esteio. Os grandes olhos negros, fotos nos recortes da floresta e rosas de pranto, estão naqueles olhares longes e trêmulos enfiados e desfiando as aljôfares das lágrimas, que rorejam as faces.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-06 17:26:12 UTC</pubDate>
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         <title>Kayo Henedy Barbosa Pereira 2°C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Martim vai a passo e passo por entre os altos juazeiros que cercam a cabana do Pajé.&nbsp;<br>&nbsp;Era o tempo em que o doce aracati chega do mar, e derrama a deliciosa frescura pelo árido&nbsp;<br>&nbsp;sertão. A planta respira; um doce arrepio erriça a verde coma da floresta.&nbsp;<br>&nbsp;O cristão contempla o ocaso do sol. A sombra, que desce dos montes e cobre o vale, penetra sua&nbsp;<br>&nbsp;alma. Lembra-se do lugar onde nasceu, dos entes queridos que ali deixou. Sabe ele se tornará a vêlos algum dia?<br>&nbsp;<br>&nbsp;Achei interessante fato do autor deixar a dúvida afinal martim não saberia se voltaria a ver sua família novamente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 00:43:36 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>"Parece que o silêncio<br>É tão silencioso<br>Que chega a fazer um barulho<br>Doloroso" Iracema<br>bom eu gosto muito dessa frase, pois quanto mais você fica em silêncio você quer dizer algo com ele, que nem fala no texto " É o silêncio do rio quando passa nos lugares profundos e sombrios " O "sombrios" que ele fala<br>está em relacionados a morte de Iracema&nbsp;<br>Ticiara Soares 2°C</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-08 03:02:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div><br>João Gabriel Alves da Silva 2°C&nbsp;<br>Uma vez o cristão ouviu dentro em sua alma o soluço de Iracema: seus olhos buscaram em torno<br>e não a viram.<br>A filha de Araquém estava além, entre as verdes moitas de ubaia, sentada na relva. O pranto<br>desfiava de seu belo semblante; e as gotas que rolavam a uma e uma caíam sobre o regaço, onde já<br>palpitava e crescia o filho do amor. Assim caem as folhas da árvore viçosa antes que amadureça o<br>fruto.<br>– O que espreme as lágrimas do coração de Iracema?<br>– Chora o cajueiro quando fica tronco seco e triste. Iracema perdeu sua felicidade, depois que te<br>separaste dela.<br>– Não estou eu junto de ti?<br>– Teu corpo está aqui; mas tua alma voa à terra de teus pais, e busca a virgem branca, que te<br>espera.<br>Martim doeu-se. Os grandes olhos negros que a indiana pousara nele o tinham ferido no âmago.<br>– O guerreiro branco é teu esposo: ele te pertence.<br>A formosa tabajara sorriu em sua tristeza:<br>– Quanto tempo há que retiraste de Iracema teu espírito? Antes teu passo te guiava para as<br>frescas serras e os alegres tabuleiros; teu pé gostava de pisar a terra da felicidade e seguir o rastro<br>da esposa. Agora só buscas as praias ardentes, porque o mar que lá murmura vem dos campos em<br>que nasceste; e o morro das areias, porque do alto se avista a igara que passa.<br>– É a ânsia de combater o tupinambá que volve o passo do guerreiro para as bordas do mar,<br>respondeu o cristão.<br>Iracema continuou:<br>– Teu lábio secou para a esposa, como a cana quando ardem os grandes sóis; perde o grato mel e<br>as folhas murchas não podem mais brincar quando passa a brisa. Agora só falas ao vento da praia<br>para que ele leve tua voz à cabana de teus pais.<br>– A voz do guerreiro branco chama seus irmãos para defender a cabana de Iracema e a terra de<br>seu filho, quando o inimigo vier.<br>A esposa meneou a cabeça:<br>– Quando tu passas no tabuleiro, teus olhos fogem do fruto do jenipapo e buscam a flor do<br>espinheiro; a fruta é saborosa, mas tem a cor dos tabajaras; a flor tem a alvura das faces da virgem<br>branca. Se cantam as aves, teu ouvido não gosta já de escutar o canto mavioso da graúna; mas tua<br>alma se abre para o grito do japim[1]<br>, porque ele tem as penas douradas como os cabelos daquela<br>que tu amas!<br>– A tristeza escurece a vista de Iracema e amarga seu lábio. Mas a alegria há de voltar à alma da<br>esposa, como volta à árvore a verde rama.<br>– Quando teu filho deixar o seio de Iracema, ela morrerá, como o abati depois que deu seu fruto.<br>Então o guerreiro branco não terá mais quem o prenda na terra estrangeira.<br>– Tua voz queima, filha de Araquém, como o sopro que vem dos sertões do Icó, no tempo dos<br>grandes calores. Queres tu abandonar teu esposo?<br>– Não veem teus olhos lá o formoso jacarandá, que vai subindo às nuvens? A seus pés ainda está<br>a seca raiz da murta frondosa, que todos os invernos se cobria de rama e bagos vermelhos, para<br>abraçar o tronco irmão. Se ela não morresse, o jacarandá não teria sol para crescer àquela altura.<br>Iracema é a folha escura<br>[2] que faz sombra em tua alma; deve cair, para que a alegria alumie teu<br>seio.<br>O cristão cingiu o talhe da formosa indiana e a estreitou ao peito. Seu lábio levou ao lábio da<br>esposa um beijo, mas áspero e amargo.<br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-08 10:58:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kellysousa2/e4mrcs1sgijx5spa/wish/1592615399</link>
         <description><![CDATA[<div>Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; Verdes mares que brilhais como liquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as<br>alvas praias ensombradas de coqueiros;<br>Serenai verdes mares, e alisai docemente a vaga impetuosa, para que o barco aventureiro manso<br>resvale à flor das águas.<br><br><br>-escolhi esse trecho,por achar muito bonito a forma que o escritor descreve o local e como tal se torna tão exencial no decorrer o texto<br><br>Kelltemberg silva 2”C”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 11:53:47 UTC</pubDate>
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         <title>IRACEMA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Iracema cuidou que Poti vinha à frente de seus guerreiros para livrar o amigo. Era ele sem dúvida<br>que fizera retroar o búzio das praias, no momento do combate."<br><br><em>Jheny Stefany de Almeida Macedo 2 c&nbsp;</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 05:28:49 UTC</pubDate>
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         <title>IRACEMA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kellysousa2/e4mrcs1sgijx5spa/wish/1603521332</link>
         <description><![CDATA[<div>"a tristeza escurece a vista de iracema e amarga seu lábio. mas a alegria há de voltar à alma da esposa, como volta à árvore a verde rama."<br><br>interessante ver esse trecho, trazendo pros dias atuais que vivemos, principalmente perante a situação que presenciamos, sobre a pandemia. isso ressalta que, mesmo passando por período de lutas e problemas, é sempre momentâneo. sofrer faz parte da vida, mas o que não nos mata, nos fortalece.<br><br>levi medeiros sousa - 2°C</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 17:06:01 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna:Antônia Rayara Gomes Pimentel&nbsp;<br>Série: 2 ano "C"<br>Eu escolhi o capítulo XXIII que fala sobre os guerreiros pitiguaras, que apareciam por aquelas paragens. Me chamou bastante a atenção porquê&nbsp; chamavam a essa lagoa<br>Porangaba[1], ou lagoa da beleza, porque nela se banhava Iracema, a mais bela filha da raça de Tupã. E desde esse tempo as mães vinham de longe mergulhar suas filhas nas águas da Porangaba, que<br>tinham a virtude de tornar as virgens formosas e amadas pelos guerreiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 01:01:26 UTC</pubDate>
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