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      <title>Minha trajetória by Taís Figueiredo</title>
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      <description>Memórias do 7º Semestre</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 18:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>1-Trajetória de estágio </title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910666890</link>
         <description><![CDATA[<div>PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. <strong>Estágio e docência: diferentes concepções. </strong><em>Revista Poíesis -Volume 3, Números 3 e 4, pp.5-24, 2005/2006.</em></div><div><em>  </em></div><div>O texto vem falar sobre os vários aspectos da vivencia do estágio e ressalta que ele deve ter  tem como objetivo casar teoria com a prática, mas os estagiários, ao se depararem com a realidade, percebem o quão distante a prática está da teoria. Diante desse contexto, as autoras defendem que a teoria e a prática são processos indissociáveis, uma depende da outra. <br><br></div><div>As autoras buscam discutir a questão da formação de professores e pedagogos a partir da relação teoria e prática presente nas atividades de estágio. O texto está divididos da seguinte maneira: a primeira parte aborda a preocupação com as práticas que imitam modelos escolares, a segunda trazendo a preocupação com as práticas escolares que priorizam a instrumentalização técnica, a terceira compreendendo melhor os conceitos de teoria e prática e por último, a discussão sobre o estágio superando a separação teoria e prática.<br><br>As autoras, de inicio falam sobre a prática como imitação de modelo no qual o estágio se limita em observar os professores e imitá-los, sem, ao menos, fazer uma análise crítica e reflexiva sobre tal prática. Em seguida, pontuam sobre a perspectiva de estágio em uma prática instrumentalizada, limitando-o a uma ação didática.<br><br>Na terceira parte, as autoras apontam a importância do estágio ser teoria e prática, explorando seus conceitos, ressaltando que a dissociação entre teoria e prática carrega consigo o empobrecimento das práticas nas escolas. Por ultimo, o texto aborda a questão do estágio como algo que deva aproximar a realidade e a atividade teórica, partindo de uma ação reflexiva a partir da realidade exposta,  fundamentado no questionamento tendo como base as teorias apreendidas. É nessa perspectiva que o estágio deve ser visto como objeto da práxis. As autoras finalizam com o que se refere ao estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio, no qual a pesquisa associada ao estágio permite a ampliação e análise dos contextos onde os estágios se realizam. <br><br>Nessa perspectiva, possibilita a formação de um profissional pensante, que vive num determinado espaço e num certo tempo histórico, capaz de vislumbrar o caráter coletivo e social de sua profissão. Cabe aos estagiários refletir e construir a partir da realidade vivenciada, o seu perfil profissional. O simples fato de repetir as práticas observadas dificulta, como futuros docentes, lidar com situações adversas que possam surgir no processo de sua atuação. É onde entra a importância da práxis, ação esta que possibilita a transformação da realidade, pois leva o educando a superar seus limites, a expandir sua visão e não apensa ser um reprodutor de práticas e didáticas, levando em consideração a prática como momento de construção de conhecimento por meio da ação reflexiva. <br><br>Cabe salientar que o estágio como reflexão da práxis possibilita aos alunos aprender com aqueles já que possuem experiências. Dessa forma o contato com o professor orientador e as teorias possui um papel importante nesse processo de aprendizagem. </div><div>Sem dúvida, a leitura desse texto se torna imprescindível no processo de estágio, tanto ao docente orientador quanto aos alunos, pois nos leva a refletir sobre a teoria e pensar dialeticamente a prática, apontando caminhos para um melhor aproveitamento do estágio. Este ainda traz consigo sugestões e propostas que orientam de forma clara e objetiva os estagiários que buscam a construção de novas experiências e pontua a necessidade de um envolvimento e uma relação saudável com a escola neste período. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:25:23 UTC</pubDate>
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         <title>2-Formação docente atrelada a pesquisa.</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910670652</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A formação dos professores nos moldes tradicionais já não consegue mais dar conta da realidade das escolas. O conhecimento científico e sua aplicação que são apresentados ao acadêmico na sua formação e durante o estágio, ainda se processa com base na ‘transmissão’ desses conhecimentos. Entretanto a formação docente nestes moldes não consegue responder situações que emergem no dia a dia profissional, pois elas ultrapassam os conhecimentos elaborados pela ciência. (PIMENTA; LIMA, 2002; 2004; SACRISTÁN,1999).&nbsp;<br>Os aportes teóricos de Pimenta e Lima (2004, p.45), enfatiza o estágio curricular como:</div><div>&nbsp;</div><div><em>“É atividade teórica de conhecimento, fundamentação, diálogo e intervenção na realidade, esta, sim, objeto de práxis. Ou seja, é no contexto da sala de aula, da escola, do sistema de ensino e da sociedade que a práxis se dá”.</em></div><div>&nbsp;</div><div>Parte-se do princípio de que a pesquisa é basilar para o desenvolvimento do estágio e de que os licenciados, além de atuarem como professores/educadores poderão ser também pesquisadores.</div><div>Faz-se necessário entender que o estágio supervisionado seja um momento onde o acadêmico possa vivenciar a pesquisa, haja vista que, no momento em que vai para a escola ele entra em contato com o seu objeto de estudo, ou seja, a escola, os processos educativos, a comunidade escolar, entre outros.&nbsp;<br><br></div><div>Portanto, mais do que lecionar e relacionar-se com os alunos ele precisa compreender os meandros desse ambiente que será seu campo de trabalho. Assim, deseja-se formar não apenas um docente, mas um docente-pesquisador, que reconheça a importância do papel da pesquisa na educação.</div><div>Infelizmente a formação docente atualmente, promove nos futuros professores uma visão simplista de docência: a de que para ensinar basta ao professor conhecer o conteúdo, associando a ele algumas técnicas pedagógicas para transmiti-lo aos alunos, que devem reproduzi-lo.<br><br></div><div>A<strong> </strong>prática tradicional que marca a formação dos professores, o tratamento de modelos pedagógicos dissociados do conteúdo científico que os professores deverão ministrar e, ainda, a apresentação de um “aluno ideal”, de um “professor ideal” e de uma “escola ideal” não se ajustam à escola real, com seus problemas diversos. Pela formação que recebem, os futuros professores veem-se desprovidos de conhecimentos e ações que lhes ajudem a dar conta da complexidade do ato pedagógico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:26:44 UTC</pubDate>
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         <title>3-Jornada Pedagógica 2020 na Rede Municipal</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910688010</link>
         <description><![CDATA[<div> <br>Nos dias 02 e 03 de março a prefeitura de Jequié, juntamente com a secretaria de educação realizou no Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães a jornada pedagógica municipal, que teve como tema currículo e suas interfaces na educação, que em sua abertura teve como palestrante, Alda Pepe que é membro do Conselho Estadual de Educação e do Fórum Permanente de Apoio à Formação de Professores e tem experiência na área de Educação, com ênfase em Currículo, Ciências da Educação e Métodos e Técnicas de Ensino que falou sobre as novas metas e estratégias do PNE- Plano de Ação 2020.  Apesar da fala da palestrante sobre as novidades do no plano de ação, posso garantir que este está longe de ter sido o momento mais marcante da noite, que contou com apresentações de canto do projeto dos jovens da rede pública e a atuação memorável da APLB, que contou com o apoio de muitos presentes para reivindicar as condições trabalhistas e principalmente o retorno da regência para os professores da rede municipal de Jequié. <br><br>Apesar das falas e toda ação da APLB, o que ficou mais evidente naquela noite foi o trabalho do professor que se assemelha as formigas: a apresentação dos jovens, certamente, demandaram horas e dias de treinamento; o próprio processo de ensino é muito gradativo e sequenciado para que se obtenha resultados; e em especial, quando me dei conta do espaço com todos aqueles profissionais que lotaram  o centro de cultura, e fizeram suas vozes serem ouvidas,  e silenciaram a quem de direito deveria. <br><br>Naquele momento percebi que, contrario do que parece, essa classe tem representantes  e representação, que por mais que a sociedade em alguns momentos tente ofuscar a altivez e brilho dos professores, por sempre executarem seus trabalhos como formiguinhas, quando estão reunidos eles fazem barulho e impõe todo o respeito e honrarias a essa profissão tão linda.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:33:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4-Jornada Pedagógica 2020 na Escola</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910689151</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A minha primeira participação da  jornada pedagógica foi na escola municipal CAIC, nos dias 04, 05 e 06 de março. Uma exceção raríssima para nossa turma, pois é muito complicado uma escola receber estagiários no inicio do ano letivo, Mas por conta do calendário mais que apertado que estávamos fez-se necessário. <br>A abertura das atividades começou com as saudações e justificativas de nossa presença, que em contra partida já apresentou o primeiro tópico da reunião, o Diagnóstico das series para traçar o perfil dos alunos de acordo aos níveis de alfabetização. Depois a coordenadora aprofundou de maneira brilhante as novas regras do plano de ação 2020 e organizou em tabela para elaboração do plano letivo. O que facilitou bastante o planejamento dos docentes.<br>Seguida foi apresentado a questão mais gerais como o calendário escolar, as atividades dos alunos, do uso da mecanografia na escola e os brinquedos e momento de recreio. Foi abordado também, orientações de como os professores deveriam lidar com as crianças inquietas para que houvesse um consenso de como todos deveriam agir e estabelece-se naquele momento uma regra interna. <br><br>Em seguida foram dividido os grupo por turmas, e como eu iria atuar em uma turma do 3º ano, após toda apresentação da pauta que cabia ser discutido em conjunto, fui encaminhada para sentar com as professoras que atuariam essa série para participar ativamente da construção do plano de aula letivo. Algo muito significativo, porque ouvir elas avaliando o material e discutindo o que seria mais produtivo para cada turma e eu poder compreender esse processo me permitiu viver por alguns instantes o outro lado da mesa do professor, aquele lado que planeja, avalia e chama a responsabilidade de cada aluno pra si.<br> <br>O incrível dessa experiência foi poder participar  do planejamento inicial do ano letivo, e ouvir as professoras discutindo os avanços e e dilemas de alguns alunos. Eles decidem em grupo com a opinião e apoio de todos as questões mais complexas referente aos alunos, tornando assim um compromisso e responsabilidade de todo o corpo escolar durante todo o ano letivo. E no que tange ao planejamento pedagógico, o que pude perceber foi um excelente planejamento e organização por parte da coordenação e uma comunicação efetiva com cada docente, dando-lhes liberdade para avaliar e moldar seu planejamos de acordo a realidade da turma que cada uma iria trabalhar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:33:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5. Investigando a Cultura Escolar</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910690147</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Compreender o ambiente escolar com um espaço amplo de cultura é levar em conta as dimensões distintas e singular de cada individuo que está inserido no meio escolar. Segundo Dayrel, a escola é um espaço sociocultural que deve ser entendida por sua extensão de ordenamento institucional e cotidianamente  próprio. <br><br>" o processo educativo escolar recoloca a cada instante a reprodução do velho e a possibilidade da construção do novo, e nenhum dos lados pode antecipar uma vitória completa e definitiva ." Nessa perspectiva, a <br> escola precisa estar preparada para os desafios do mundo moderno, sobretudo com as mudanças bruscas do sujeito social motivadas pelo surgimento das novas tecnologias. E o pedagogo contemporâneo deve estar atento a todas às oportunidades de aplicação de sua experiência e entender claramente quais são as suas competências e quais as suas habilidades que deverão ser desenvolvidas dentro das diferentes organizações em que vier a atuar.<br><br><em>Um dos desafios é a gente poder fazer o avanço. Porque a coordenação está para o avanço dos alunos. A preocupação é o acompanhamento, dos alunos, o avanço dos alunos. Muitas estratégias tivemos ano passado, não deu certo. Daí estamos pedindo o perfil dos alunos para as professoras para agir em cima dos resultados dos alunos.  A realização do diagnóstico serve para a gente conhecer esses alunos, saber o histórico. Alguns dos desafios é o diagnóstico. Trazer a família para junto da escola, os professores também pontuam como um desafio. (Coordenadora)<br><br></em>Nessa fala da coordenadora pedagógica do CAIC, pude perceber um dos grandes dilemas dessa relação social que se estabelece na escola, que é a necessidade de trazer a participação e entrosamento da família com a escola, para que eles estejam contribuindo ativamente no processo de aprendizagem das crianças. <br><br><em>" A escola é vista como uma instituição única, com os mesmos sentidos e objetivos, tendo como função garantir a todos o acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente acumulados pela sociedade. " (Dayrel). </em>Para dar conta dessa responsabilidade e contextualizar com as mudanças que a sociedade vive, a escola conta ativamente com a pedagogia que é uma área que abre caminhos para sustentar os novos desafios encontrados em nossa sociedade contemporânea, e, o pedagogo é o profissional com formação mais abrangente, destinado para o desenvolvimento do ser humano como um todo, por conseguinte um mediador e incentivador de uma educação continuada para garantia de um novo amanhã.<br><br>Levando em conta os novos contextos familiares, vulnerabilidade social e questões pertinente ao funcionamento da escolas escolas como, redução das unidades escolares e salas super lotas, má remuneração dos professores, manutenção das escolas, etc..., é de fundamental importância uma formação continuada;<br><em>Para educação, a gente nunca acha que a formação é suficiente. Sempre a uma coisa aqui ou ali para se fazer. Mesmo que o professor tenha a graduação, é importante que o professor busque especializações, formações. Um bom exemplo é o caso da BNCC, teremos este ano 4 momentos de formação para os professores. No AC sempre tenho trazido momento de formação para as professoras, trago textos com assuntos pertinentes para nossa realidade. Durante a jornada tivemos o momento de formação da BNCC. Estes trabalhos auxiliam o professor a desempenhar seu papel em sala de aula. A formação é necessária. (Coordenadora).<br><br>Por isso ressalto aqui, que na minha formação não basta a teoria, a prática e capacitação, principalmente, com os que já atuam a mais tempo é de suma importância para que eu saiba lidar com os desafios que uma sala de aula ou uma coordenação pedagógica oferece.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:33:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>6-O Método Sociolinguístico</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910691696</link>
         <description><![CDATA[<div>MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA, Olymoio Correa de.<strong> A Eficiência do Método Sociolinguístico de Alfabetização: </strong>Fundamentos, Práticas e Resultados.<br> <br>Em experiências de vida e formação, os professores Mendonça e Mendonça apresenta-nos práticas que visam contribuir com ideias e soluções capazes de alfabetizar com qualidade crianças de escola pública, com o intuito de atender à demanda urgente de resultados de pesquisas relacionados ao fracasso da alfabetização no Brasil. Os autores traz uma proposta fundamentada na linguística, na sociolinguística e na psicolinguística que organiza o trabalho docente com o objetivo de alfabetizar letrando.<br><br></div><div>Os autores oferecem práticas com fundamentos científicos que contribuem com ideias e soluções capazes de resolver o grave problema que é o fracasso na alfabetização de crianças de escolas públicas, as quais, ao chegarem ao 5° ano da Educação Básica, ainda permanecem analfabetas ou leem e escrevem com dificuldades. <br><br>Ainda nessa perspectiva os autores apresentam resultados de duas experiências voltadas à alfabetização: a primeira foi desenvolvida no ano de 2012, com a aplicação do Método Sociolinguístico na rede municipal de ensino de Presidente Prudente em que mais de 3400 crianças foram beneficiadas. E a segunda, que teve início em 2014, em escola de periferia com o menor IDEB do município.<br><br>Os autores defendem a ideia de que, para propor métodos e estratégias eficientes de alfabetização, é preciso ter conhecimento tanto da teoria como da prática, pois ressaltam que quem conhece apenas uma ou outra, conhecerá apenas 50% sobre o tema e ninguém ensina o que não sabe. Por isso, destacam há necessidade da tomada de medidas.<br><br>Os autores abordam sobre a questão do fracasso em alfabetização que continua sendo evidenciado por pesquisas nacionais e internacionais, no qual aponta que não eram apenas os “métodos” ou as “cartilhas tradicionais” os responsáveis pelo fracasso, traz também a questão da “desmetodização”, ou seja, a desvalorização do método como elemento essencial e determinante no processo de alfabetização.<br><br>Dando seguimento, eles apresentam sua proposta que possui objetivos definidos, no qual pretende: desenvolver a oralidade, e com isso o pensamento e a consciência crítica das crianças por meio do diálogo e discussão de textos veiculados socialmente; garantir aos alunos o domínio do sistema de escrita alfabético ensinando os conteúdos específicos de língua por meio de diferentes estratégias didáticas adequadas para crianças em diferentes níveis de aprendizagem (pré-silábico, silábico e alfabético); e promover uma alfabetização eficiente, contextualizada e de qualidade.  <br><br>Para atender à demanda de alfabetização eficaz, os autores apontam o Método Sociolinguístico que propõe uma <em>reinvenção da alfabetização </em>infantil. Este é fundamentado no Método Paulo Freire de alfabetização que, após passar por uma adaptação, foi transformado em Método Sociolinguístico, revelando-se muito produtivo, pois além de muitos aspectos positivos, ele ainda subsidia a transformação da consciência ingênua do alfabetizando em consciência crítica, sonho do saudoso mestre Paulo Freire. <br><br>Ainda neste capítulo, os autores ainda expõem os fundamentos sociolinguísticos do Método Paulo Freire, no qual primeiramente conceitua a palavra geradora, que é também designação sinônima do Método Paulo Freire, que é extraída pelo professor do universo vocabular dos aprendizes, conforme critérios de produtividade temática, fonêmica (palavra composta, preferencialmente, por mais de três sílabas), e do seu teor de motivação e conscientização. Logo após, apresentam os seus quatro passos que são: <strong>codificação, r</strong>epresentação de um aspecto da realidade expresso pela palavra geradora, por meio da oralidade, desenho, dramatização, mímica, música e de outros códigos que o alfabetizando já domina; <strong>descodificação, </strong>Releitura da realidade expressa na palavra geradora para superar as formas ingênuas de compreender o mundo, através da discussão crítica e do subsídio do conhecimento universal acumulado; <strong>Análise e síntese</strong> da palavra geradora, objetivando levar o aprendiz à descoberta de que a palavra escrita representa a palavra falada, através da divisão da palavra em sílabas e apresentação de suas famílias silábicas e; <strong>fixação da leitura e escrita, </strong>o qual faz a revisão da análise das sílabas da palavra e apresentação de suas famílias silábicas para, através da ficha, de descoberta, formar novas palavras com significado e para composição de frases e textos, com leitura e escrita significativas.<br><br> Dentre os quatro passos, o autor ressalta a importância da codificação e descodificação, no qual a codificação é o momento privilegiado em que é dado ao aprendiz o direito à vez e à voz e a descodificação é um momento que faz com que os aprendizes reflitam e assim cresçam criticamente. Ressaltam ainda neste capítulo que assim como Freire, não recomendam a leitura em coro de famílias silábicas, geralmente dispostas na sequência tradicional (a, e, i, o, u), pois os alunos decoram a ordem das sílabas sem discriminar a correspondência grafemas/fonemas. Destacam que os aspectos linguísticos do Método Paulo Freire, a Psicogênese da língua escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky (1986), oferece subsídios psicolinguísticos que foram adequados e associados ao Método Paulo Freire transformando-o em Método Sociolinguístico, no qual o alfabetizando irá percorrer um caminho que passará pelos níveis pré-silábico, silábico e alfabético. Nessa direção, destacam que é preciso compreender que as pesquisadoras ofereceram sua contribuição, mas são os alfabetizadores que precisam saber valorizar e transpor as revelações da Psicogênese para a prática, propondo atividades adequadas ao nível de aprendizagem da criança  que venham ao encontro de suas reflexões ajudando-a a superar suas concepções iniciais para que avancem rumo ao domínio da leitura e da escrita. O autores finalizam este capítulo apresentando o esquema do Método Sociolinguístico, em que aos passos do Método Paulo Freire são acrescentadas as aplicações das atividades didáticas dos níveis pré-silábico, silábico e alfabético de Emília Ferreiro.</div><div>No segundo capítulo, os autores apresentam resultados de suas práticas “socioconstrutivistas” desenvolvidas em projetos pilotos, no qual esta experiência revelou que é possível levar os alunos em menos de um ano ao domínio da base alfabética da língua e alfabetizá-los plenamente até o 2º ano. <br><br>Mostrou que também é possível, por meio do diálogo, levá-los a avançar no domínio dos usos sociais da leitura e da escrita, e no desenvolvimento de sua consciência crítica e social. Aponta que esses resultados só foram possíveis porque todos os envolvidos foram para a sala de aula de mente aberta (sem preconceitos contra método de ensino), olhar atento às dificuldades das crianças, portando uma metodologia que tem por base o diálogo, e com ele o respeito, além de atividades de leitura e de escrita de qualidade como base para o processo de alfabetização e letramento.<br><br></div><div>O texto é bem interessante, pois mostra o quanto o método sociolinguístico é eficiente e essencial no processo de alfabetização, pois este mostra a realidade em sala de aula e disponibiliza uma contribuição para que o professor consiga oferecer uma alfabetização mais conscientizadora aos aprendizes, aperfeiçoando seu lado crítico e reflexivo.<br><br></div><div>A leitura torna-se essencial, pois mostra a eficiência do Método Sociolinguístico que, por meio de suas práticas, oferece alternativa eficiente aos alfabetizadores comprometidos com a aprendizagem de seus alunos. Em especial àqueles que têm consciência de seu papel transformador da realidade e não medem esforços em trabalhar com atividades adequadas à cada criança para que aprendam.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:34:18 UTC</pubDate>
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         <title>7-Roda de conversa na UESB com a professora Onaide Mendonça.</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910694537</link>
         <description><![CDATA[<div><br>No dia 05 de novembro foi realizado na UESB, intermediado pelo projeto proalfa, um webinário com a professora Onaide Mendonça  que trabalhou o seguinte tema "A eficiência do método sociolinguístico frente ao desafio das crianças de classes populares". <br>A Professora abre o dialogo falando de suas primeiras experiências em sala de aula, e como ela se sentia insatisfeita com o que via. explicando assim a sua trajetória para construção do método sociolinguístico que foi inspirado no "método" de educação de Paulo Freire.<br><br>A professora Mendonça narrou detalhadamente todo o processo de aplicação do método e seus resultados, justificando a importância de seguir todos os passos. Codificação: momento de apresentar uma história deleite e ouvir dos educandos o que eles conhecem do assunto, em busca de fazer emergir desse momento  a palavra geradora que deve ser trabalhada. A descodificação; <br>nesse momento o educador deve trazer elementos e informações complementares que amplie a visão e pensamento a respeito do assunto abordado e seguir fazendo um questionário para que eles debatam e o educador possa se garantir que todos amplie o conhecimento. <br><br>Analise síntese; esse momento deve ser trabalhado as famílias silábicas da palavra geradora e propiciar um momento de construção de novas palavras, no intuito de ampliar o vocabulário dos aprendizes. Por ultimo, deve ser feito o momento de fixação que é o momento de realização das atividades para o educador avaliar o processo se ensino e aprendizagem, vale ressaltar que esse momento é de suma importância tanto para os alunos quanto para o professor, pois é a partir dele que o professor pode reavaliar sua prática em busca de ofertar ao aluno um melhor caminho para a aquisição do conhecimento.<br>Daí a necessidade dessas atividades serem elaboradas conforme o diagnostico da turma, onde cada aluno recebe uma atividade contextualizada de acordo ao seu nível de compreensão e capacidade de realização, evitando assim que enquanto um faz a atividade o outro fique perdido em busca de auxilio absoluto para compreender, descaracterizando a real finalidade da avaliação.<br><br>Para finalizar a roda de conversa terminou com um momento de esclarecimento das duvidas onde se pode perceber o domínio e paixão da professora sobre toda a temática que desrespeito a alfabetização, os equívocos cometido e toda abrangência do método sociolinguístico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>8-Filme O aluno</title>
         <author>201620143</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O filme é baseado em uma história real, e narra o dilema de Maruge, um queniano de 84 anos que luta pela oportunidade de poder estudar e ser alfabetizado.<br><br>É de se esperar que com a idade tão avançada e com uma história de vida marcada por lutas, perdas e tanto sofrimento, por ser um guerreiro Mau Mau, ele fosse querer descansar. Mas com palavras do próprio enredo, ele ainda estava vivo, e compra uma batalha épica ao lado da brilhante professora  que enfrenta o poder politico e praticamente abre mão de uma vida pessoal para lutar pelos seus ideais. <br><br>Essa história além de muito emocionante e transformadora, foi uma lição para o tipo de profissional que desejo ser, porque vi que com pouco pode ser feito muito. Tudo depende do quão determinado estejamos em por em pratica o que acreditamos. Ou seja, se eu acreditar que posso ajudar a transformar o mundo com o meu trabalho, vou buscar inspiração e capacitação para dar o melhor independente do meio que eu esteja atuando. Mas sabemos que existem aqueles que busca responsabilizar enumeras circunstancias e problemas e esquecem que o principal depende de cada um, que é, o que você é capaz de fazer com o que têm?.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>9-Projeto de Estágio – Justificativa</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910702922</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>        </strong>Ao fazer uma reflexão da sociedade em que vivemos, é notório que a família é a base da sociedade, sendo ela o alicerce e a primeira escola na vida de qualquer ser humano. Dar-se aí, a importância do envolvimento da família no processo de ensino aprendizagem das crianças. Por este motivo a escola vem propondo como tema de trabalho a narrativa família para ressaltar a importância desse elo.<br><br>Mesmo a escola sendo a responsável de todo o processo de educação formal, ela em si só, não dá conta de toda formação da criança. Precisando assim, do acompanhamento e auxílio da família para que toda a potencialidade do aluno seja desenvolvida. Gonçalves (2011) reforça essa ideia ao afirmar que “o Direito de Família é o mais ligado à vida do indivíduo, haja vista as pessoas advirem de um organismo familiar, e permanecerem ligadas a um por durante toda sua vida, ainda que venham a constituir um novo (seja pelo casamento, reprodução, etc.). A família é uma realidade sociológica e a base do Estado, constituindo o núcleo fundamental onde repousa toda a organização social”. (Gonçalves, 2011)<br><br></div><div>Dessa forma, pode-se afirmar que a família é a peça essencial para o desenvolvimento e a formação das crianças e adolescentes, pois é no contexto familiar que se encontram os primeiros professores e ensinamentos, os quais refletirão e perdurarão por toda vida adulta, permitindo que seus membros se desenvolvam em todos os aspectos, de forma integral.<br><br></div><div>Entendendo que, no âmbito familiar a criança aprende os primeiros passos para viver em sociedade, sendo ela a escola e outras instituições, nessa perspectiva, cabe à família criar as condições necessárias para garantir o acesso ao desenvolvimento da criança em todas as áreas da sua vida por meio da inserção nesses espaços. Por isto, faz-se necessário estabelecer a participação e boa relação da família no cotidiano escolar.<br><br>A escola e os profissionais precisam estar preparados para os desafios de mudanças familiares do mundo moderno, sobretudo, com as transformações bruscas do sujeito social motivadas pelo surgimento das novas tecnologias. O pedagogo contemporâneo deve estar atento a todas as oportunidades de aplicação de suas experiências e entender claramente quais são as suas competências e as habilidades que deverão ser desenvolvidas dentro dos diferentes obstáculos que encontrar em sua atuação.<br><br></div><div>Sendo a família o primeiro ponto de referência para a criança, como também o seu lar, a escola entra na vida dela ampliando sua noção de espaço e seu sentimento de integração ao mundo.  Nessa perspectiva, este tema visa promover a interação escola/família, a fim de estimular o desenvolvimento de sentimentos como: carinho, amor e respeito ao próximo tanto em casa, como na escola.<strong>  <br></strong><br></div><div>O presente projeto, ainda, será desenvolvido a fim de tentar identificar e superar os desafios, trabalhando na criança a afetividade e a importância deste sentimento no convívio familiar e escolar, buscando na interação entre ambas as partes, uma formação das crianças como seres cidadãos. Outro ponto a ser abordado, tendo em vista as formações familiares que se modificaram ao longo do tempo, na qual estão inteiramente relacionadas ao desenvolvimento da sociedade moderna, o tema enfatiza os vários tipos de formação familiar coexistentes, tendo cada uma delas suas características e não mais seguindo os padrões patriarcais como o único modelo de familiar, para que, assim,  a criança possa compreender as diferentes configurações existentes dentro de cada lar, que os laços de afeto precedem aos sanguíneos e que estas diferenças também se enquadram no que conhecemos como família: aquela que ama, cuida e protege. Além desses aspectos fundamentais, através dessa temática serão desenvolvidas práticas pedagógicas a fim de promover a aprendizagem das crianças, relacionadas à escrita, a leitura e o desenvolvimento da oralidade.<br><br></div><div>Apesar da pesquisa ser de grande valia ainda falta muitos dados de arranjos familiares que encontramos na nossa sociedade atual, tais como o elo de criação entre avós e netos que já tem uma boa representação de percentual por conta de inúmeras problemáticas como a gravidez precoce, que é um dos fatores que mais contribuem para essa base de núcleo. Com todo esse movimento de mudanças nos arranjos familiares não cabe mais a leitura de mundo de modo único pelo sistema do patriarcado, devemos buscar maneiras de compreender a singularidade da situação na qual estamos inseridos. Isso nos leva a nos desafiarmos de modo criativo e inovador, principalmente em datas comemorativas, porque se em uma sala podemos partilhar de uma infinidade de realidade totalmente distintas, com trabalhar de maneira única e que contemple a todos os alunos de uma escola?<br><br></div><div>Levando em consideração que a aplicação desta será realizada com a turma de terceiro ano do ensino fundamental vespertino, visamos analisar em que consistem as dificuldades de aprendizagem e trabalhar a partir dos conhecimentos prévios e especificidades de cada criança por meio do exercício de diagnóstico, que nesta fase devem ser adquirida por intermédio de normativas da Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB), na busca de desenvolver as competências do aprimoramento da leitura e da escrita, abordados pelos diferentes gêneros textuais, produção de textos com os princípios e regras ortográficas do sistema de escrita, compreensão e interpretação dos conteúdos que trata um texto, e como ele é abordado, a oralidade, que é a capacidade da criança reproduzir verbalmente a escrita, e como resultado desejado é a contínua verificação se a criança é capaz de produzir oralmente ou por escrito um texto lido. <br><br></div><div>Alfabetização é um processo de aprendizagem no qual o indivíduo desenvolve a competência de ler e escrever, enquanto que o letramento se ocupa da função social dessa leitura e dessa escrita, ou seja, de que modo elas são utilizadas na sociedade. São processos complexos, mas que devem caminhar juntos e, talvez esse seja o maior desafio de professores alfabetizadores. Os conhecimentos internalizados pelos professores, facilitam nos estudos de caso, bem como a identificação dos e o acompanhamento da evolução de cada aluno. Proporcionando-lhes, assim, uma facilidade ao desenvolver atividades específicas para o aprimoramento do processo de ensino/ aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:38:14 UTC</pubDate>
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         <title>10-Objetivos do Projeto de estágio.</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910703588</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>OBJETIVO GERAL</strong></div><div>Promover e construir com a criança o conhecimento de sua identidade pessoal, de suas relações sociais no âmbito familiar, fortalecendo a união e a aproximação entre os mesmos, possibilitando a edificação de sua autonomia e autoestima através da valorização do seu cotidiano cultural, da cultura em si a que pertence, e que a faz produzir significados, bem como contribuir para o processo de alfabetização e letramento dos educandos, tendo como base a família no processo ensino-aprendizagem, estimulando o crescimento do aluno.</div><div> </div><div><strong> OBJETIVOS ESPECÍFICOS<br></strong><br></div><div><br>●   	Possibilitar à criança o conhecimento de sua própria história individual e social;</div><div>●   	Promover através do projeto um elo de compromisso entre os educandos, a família e a escola;</div><div>●   	Valorizar a história de vida de cada criança e suas relações familiares, para que se sinta respeitada, amada e digna;</div><div>●   	Exercitar e cultivar a afetividade no meio familiar e escolar;</div><div>●   	 Estimular nas crianças valores de respeito a mesmas, e à coletividade, de cooperação e solidariedade, de participação e autonomia;</div><div>●   	Possibilitar à criança um ensino-aprendizagem baseado na ludicidade e na sua integração-ação-intervenção direta com objeto de ensino.</div><div>●   	Promover meios para a criança apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada, de construir conhecimentos e de se envolver com maior autonomia e protagonismo na vida social.</div><div>●   	Promover momentos que envolva as crianças em práticas de leitura literária que possibilitem o desenvolvimento do senso crítico, valorizando a literatura e outras manifestações artístico-culturais como formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o potencial transformador e humanizado da experiência com a literatura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:38:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>11-Intervenção didática</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910704776</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Intervenção II</strong></div><div><br></div><div><strong>TEMA DA INTERVENÇÃO: </strong>NOSSA CASA TAMBÉM É UMA ESCOLA<br><strong>PALAVRA GERADORA: </strong>ESCOLA<br><strong>OBJETIVOS:<br></strong><br></div><div>·	Compreender a essência da palavra escola, abordando reflexões de conhecimentos prévios do que as crianças entendem espaço de ensino aprendizagem;</div><div>·	Esclarecer que entre nossa família existe uma relação desde antes do nascimento de aprendizes e educadores;</div><div>·	Analisar as aprendizagens que se estabelece no contexto familiar que nos possibilita uma formação e desenvolvimento para uma vida social;</div><div>·	Estabelecer relações entre grafemas e fonemas;</div><div>·	Aprender a escrita da palavra ESCOLA;</div><div>·	Fazer a análise linguística da palavra ESCOLA;</div><div>·	Identificar a quantidade de sílabas nas palavras estudadas.<br><br></div><div><strong>PRIMEIRO MOMENTO – CODIFICAÇÃO <br><br></strong>·	Cordel “Todo filho é um professor que ensina para aprender”, de Bráulio Bessa, leitura acompanhada do cordel no cartaz que será fixado na parede;</div><div>·	Reprodução de vídeo do autor declamando o cordel;</div><ul><li><br>Discussão sobre o conteúdo do cordel, fazendo os seguintes os questionamentos:</li><li>Vocês gostaram do cordel?</li><li>Vocês concordam que todo filho é um professor que ensina para aprender?</li><li>Concordam que nossa casa também é uma escola?</li><li>Quem são os primeiros professores da vida de vocês?</li><li>Vocês se lembram de ter ensinado alguma coisa a alguém de sua família?</li><li>Citem algumas coisas que os pais ou avós lhes ensinaram;<br><strong> </strong></li></ul><div><strong>SEGUNDO MOMENTO - DESCODIFICAÇÃO<br>·	</strong>Ler uma reportagem, em que uma garotinha explica ao seu pai como deve arrumar seu cabelo, de<a href="https://bebemamae.com/author/kelly-ferreira"> Kelly Ferreira</a>. Logo após, será promovido o momento de debate para ampliar a visão de mundo dos alunos dentro da temática.</div><ul><li>Questões do debate:</li><li>Quantos anos tinha Anaya? </li><li>Com quem Anaya aprendeu o penteado?</li><li>Ela explicou quantas vezes ao pai como deveria ser feito o nó?</li><li>Vocês acham que existe idade para ensinar e aprender?</li><li>Falem alguma coisa que vocês aprenderam com a mãe ou pai e gostam de repetir.<br><br></li></ul><div>·	Para consolidação da aprendizagem do debate, cada aluno vai ser repórter e escritor, narrando uma história que aprendeu ou ensinou com algum de seus familiares e depois faremos a compilação de todas as histórias seguido do momento de partilha oral feita pelos alunos.</div><div><br></div><div><strong>TERCEIRO MOMENTO – ANÁLISE LINGUÍSTICA<br></strong><br></div><div><strong>·        </strong> Leitura do alfabeto de (letras bastão, maiúsculas e minúsculas);</div><div>·         Apresentação da palavra geradora ESCOLA;</div><div>·          Perguntar quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra ESCOLA;</div><div>·         Fazer o reconhecimento das letras que formam a palavra ESCOLA;</div><div>·         Fazer a separação das sílabas, mostrando quantas vezes abrimos a boca para falar </div><div>ESCOLA;</div><div>·         Apresentação das famílias silábicas:<br><br></div><div><strong>ES-CO-LA<br>IS – ES – OS – AS - US - ÃOS<br>CO – QUI – CÃO - CA - CU – QUE<br>LE- LO- LU – LI - LÃO – LA<br>O - I - U-ÃO - A - E<br></strong><br></div><div>·         Leitura e formação de novas palavras (no quadro) com as famílias silábicas da palavra geradora, com a utilização do material pedagógico “Forma-palavra”;</div><div>·        Socialização das palavras formadas pelas crianças;<br><br><strong>QUARTO MOMENTO – ATIVIDADE POR NÍVEL DE ESCRITA<br></strong>·          Realização da atividade por nível de escrita.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:38:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>12-Atividade para alunos pré-silábicos</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910705519</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:39:11 UTC</pubDate>
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         <title>13-Atividade para alunos silábicos</title>
         <author>201620143</author>
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         <pubDate>2020-11-10 21:39:24 UTC</pubDate>
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         <title>14-Atividade para alunos alfabéticos</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910706909</link>
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         <pubDate>2020-11-10 21:39:40 UTC</pubDate>
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         <title>15-Jogo didático</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910707427</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>JOGO PEDAGÓGICO <br></strong><br></div><div>O jogo “Caça-palavra” foi escolhido por estabelecer uma relação lúdica bem aceita pelas crianças e pelo baixo custo de sua confecção. O jogo consiste em um passatempo de fixação dos arranjos de letras e sílabas extraído da palavra geradora. O objetivo é encontrar e circular as palavras possíveis mais rápido. As palavras podem ser encontradas em qualquer direção, horizontal, vertical ou diagonalmente dentro do quadrado, são arranjados normalmente de modo que possam ser lidas de qualquer ângulo.</div><div>A construção do jogo é fácil e de baixo custo, um interessante e colorido jogo de construção de palavras, pois, pela sua atrativa aparência, desperta na criança e até mesmo nos adultos o interesse e a curiosidade pelo jogo. Um jogo muito lúdico para iniciar o processo, dando base para a alfabetização. Fazer com que as crianças possam se divertir e ao mesmo tempo estimular o cérebro da criança para que a lógica e outras habilidades e competências sejam estimuladas.</div><div>Materiais necessários:<br>* Tampinhas de garrafas pet (suco, água, refrigerante).<br>* Uma folha de papel cartão colorida ou tinta e pincel<br>* Refil para cola quente<br>* Tesoura<br>* Elásticos<br>* Pistola de cola quente<br>* Papelão</div><div>Após o jogo confeccionado, deixe secar de um dia para o outro.<br>Como fazer:<br>Corte as sílabas das palavras ou imagens; Cole dentro da tampa da garrafa pet com o auxílio da cola quente; Cole o papel cartão ou pinte o papelão; Cole as tampinhas na base, com cola quente;</div><div>Como jogar:<br>Divida a turma, distribua os elásticos, deixem usar as ligas para marcar as palavrinhas encontradas. Ganhará o grupo que obtiver o maior número de palavras encontradas, no menor tempo, os demais grupos deverão estar afastados, de tal forma que não possam levar nenhuma vantagem.<br>	Dica:<br>1. Toda palavra encontrada deverá ser anotada no caderno e trabalhada posteriormente, para melhorar e aumentar o vocabulário do aluno.<br>2. As sílabas podem ser trocadas de acordo com o tema e a intenção do professor.<br>3. Para iniciar, podem ser usadas imagens, para que o símbolo seja associado a figura, posteriormente palavras fáceis, como por exemplo, seus nomes e assim gradativamente.<br>4. Pode ser feita com letras para que fique maior</div><div>O jogo escolhido trabalhar as famílias silábicas, junção de palavras e a forma correta de escrita das palavras. Seus benefícios são muitos, desenvolver o raciocínio, percepção, observação, atenção, memória e orientação tudo usando a criatividade. As mentes jovens podem repetir palavras conhecidas, formar novas palavras e a soletrá-las através da busca intensa no tabuleiro.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 21:39:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>16-Reflexão sobre a experiência do estágio</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/910708185</link>
         <description><![CDATA[<div>“É atividade teórica de conhecimento, fundamentação, diálogo e intervenção na realidade, esta, sim, objeto de práxis. Ou seja, é no contexto da sala de aula, da escola, do sistema de ensino e da sociedade que a práxis se dá”. (Pimenta e Lima,2004)<br>A importância do Estágio Supervisionado na formação dos futuros professores é indiscutível. Favorece, por meio da interação direta, o enfrentamento lento e gradativo do mundo do trabalho com o qual os licenciados irão se deparar. Esta disciplina nos cursos de licenciatura tem por objetivo integrar teoria e prática pedagógica. Busca também desenvolver nos graduandos um processo de autoconhecimento, para que gradativamente construam sua identidade de educador. </div><div>Partindo desse pressuposto, autores renomados na área como Pimenta e Lima (2004) destacam a necessidade de relação entre a teoria e a prática na formação dos professores. Para as autoras existe a necessidade de superar a distância entre a teoria e a prática. Chamam a atenção de que a finalidade do estágio é uma aproximação com a realidade na qual o acadêmico atuará. O estágio torna-se um momento que leva à necessidade de reflexão a partir da realidade que vai encontrar na escola e, por isso ele não pode ser considerado apenas atividade prática, mas teórica, que instrumentaliza a práxis docente.<br><br>Todos podem aprender e, principalmente, aprendemos um pouco com todos. <br>A curta experiência de poder trabalhar com alfabetização, de montar um projeto de intervenção que busca avaliar os níveis e considerar todos os estágios de aprendizagem das crianças me fez aprender como nunca, inclusive descobri que consigo aprender mais quando aprendo para ensinar. O processo de revisão e elaboração de conteúdos, e estar preparada para esclarecer duvidas de muitas mentes curiosas fixa o conhecimento de uma forma incrível. <br><br>Senti falta, nesse modo de estudo remoto, de observar as particularidades e dificuldades de cada aluno, de me sentir desafiada atuação em sala, pelo convívio de diferentes realidades   que me faz refletir, apesar de muito trabalhosa, o modelo de atuação docente que estou  tendo nesse processo de graduação, que não abre mão da pesquisa e prática como elementos fundamentais para minha formação, me faz  acreditar na transformação por meio da educação, e me traz o anseio que  seja essa a educação oferecida a todos. Porque, o que eu aprendi foi, que com esforço e dedicação, podemos oferecer uma educação de qualidade. <br><br>Apesar de estarmos vivendo esse modo remoto que, diga-se de passagem, nos tirou toda experiência e emoções da prática , nos transformando em pensadores e reprodutores virtuais, atrelado a uma rotina que sofreu mudanças significativas de isolamento e cobranças constantes de consolidação de conhecimento das disciplinas, tem elevado o nível estresse e cansaço psicológico, porque não existe mais um espaço que divide as atividades do momento, as multitarefas do dia a dia se concentraram em um único ambiente, o virtual, e lugar, nossa casa.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-10 21:40:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17- Educação e relações étnico-raciais: cultura indígena</title>
         <author>201620143</author>
         <link>https://padlet.com/201620143/Bookmarks/wish/986408812</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Ideologia:</strong> <br>Passamos a vida inteira influenciados ideologicamente na sociedade capitalista que vivemos, somos educados por um dos aparelhos ideológicos mais eficiente, a escola, e nunca nos questionamos isso até sairmos da bolha e poder ver as coisas que a sociedade e, principalmente, o mercado capitalista nos "oferece" como modelo e padrão. A ideologia a maneira que a casse dominante encontrou para manter a coerção e o controle da classe dominada utilizando de diversos outros recursos que legitime essa situação de hierarquia e poder.  A história nos mostra que a única maneira de reverter essa situação até agora foi pela extrema lacuna de desigualdade, onde os ricos eram extremamente ricos e os pobres chegaram em situação de muita miséria e escarces de recursos, provocando assim, a revolta das classes dominadas, que são posteriormente contidas pelo uso da ideologia por parte do governo e do mercado capitalista.<br>Com os debates constantes e informação, pude perceber que é difícil estourar a bolha ideológica que toda a sociedade está envolvida, mas quando um se liberta, é incrível e assombroso ouvir os relatos de como o capitalismos investe para dominar e o quanto somo influenciados o tempo todo por essas ferramentas de manipulação e alienação. <br><br><strong>Cultura:</strong> <br>Segundo<strong> </strong>Thompson, o conceito de cultura é como um corpo dinâmico que está em constante construção pela relação entre os demais fatores sociais. De acordo com ele, a cultura não é estática, ela está em fluxo contínuo de trocas. Wolf, que por sua vez baseia seu estudo em Thompson, aborda a cultura como uma forma que é desenvolvida historicamente através das quais os membros de uma sociedade se relacionam entre si. Com isso, é possível compreender que os Tupinambás e os demais grupos étnicos se adaptaram as outras culturas e as transformações impostas pelo sistema econômico capitalista. <br><br><strong>Etnicidade:</strong> <br>O conceito de etnicidade está relacionado com ao modo de vida de cada grupo social, suas crenças, cultura, tradições, linguagem e características que os diferenciem dos demais grupos. O meio de conservação para que não haja a transfiguração étnica é a manutenção e preservação da identidade dos indivíduos pertencentes e os aspectos que os diferenciam dos demais. É manter viva, não só em memória, mas em hábitos aquilo que lhe caracteriza, e principalmente ensinar as posteridades o que lhe foi ensinado e o que se sabe a respeito da cultura pertencente ao grupo. <br><br><strong>Territorialidade:</strong>  <br>É a relação estabelecida com a terra de geração a geração, determinando a identidade do povo relacionado ao lugar. Este pertencimento está para além da demarcação territorial  que deve levar em conta a cultura, religião e todo o contexto simbólico da comunidade indígena; <em>“as terras ocupadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural”.</em> <br> definições historicamente passadas através da relação de sobrevivência que os indígenas estabeleceram com a terra.<br><br><strong>Educação diferenciada intercultural e bilíngue indígena:<br><br></strong>A educação Indígena é marcada por uma história de aculturação e extinção de culturas  de alguns povos. Aqui no Brasil o processo de catequização jesuítica do índios foi só o inicio desse processo educacional colonizador. <br>Importante destacar que em 1970/80 que se inicia os movimentos indígenas de questionar a educação que lhes é oferecida; focada no ensino exclusivo do português como língua única e história descontextualizada de sua cultura.<br>" A LDB irá também dedicar dois artigos às condições especiais da escola indígena, definindo, no Artigo 78 do Título VIII, que: “O Sistema de Ensino da União, com a colaboração das agências federais de fomento à cultura e de assistência aos índios, desenvolverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar bilingüe e intercultural aos povos indígenas, com os seguintes objetivos: I - proporcionar aos índios, suas comunidades e povos, a recuperação de suas memórias históricas; a reafirmação de suas identidades étnicas; a valorização de suas línguas e ciências; II - garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades indígenas e nãoíndias”.<br>Assim também, a Resolução CEB 3/99 define, em seu artigo 3, que: “Na organização da escola indígena deverá ser considerada a participação da comunidade, na definição do modelo de organização e gestão, bem como: III – suas formas de conhecimento, processos próprios e métodos de ensino e aprendizagem”. <br><strong><br>Educação para relação étnico-racial.</strong><br><strong>Inclusão étnico-racial:</strong> parte do princípio de superar os “conhecimentos” do senso comum e adquirir conhecimentos científicos, que a maioria da população só tem acesso através da escola.<em>  </em></div><div><strong> Lei no 10.639/03: </strong>Trata da obrigatoriedade de se trabalhar a temática, história e cultura afro-brasileira, nos currículos das escolas públicas e particulares desde 2003. Essa lei está para além da inclusão de novos conteúdos curriculares, traz a possibilidade de falar sobre relações raciais na escola, de romper o silenciamento sobre a questão, desvelando rituais pedagógicos discriminatórios. <br><br></div><div> <strong>Elementos estruturais para a promoção de uma educação anti-racista:  </strong></div><div><strong>1) Currículo escolar: </strong>O currículo escolar brasileiro atual é eurocêntrico e organizado de forma conservadora. É necessário uma descolonização dos currículos; rupturas de paradigmas hegemônicas que pressupõe a hierarquia de cultua e grupos, uma inovação curricular, a partir da formação de professores reflexivos que considere as culturas silenciadas e negadas nos currículos.</div><div><strong> 2) Formação docente; </strong>os conhecimentos do professor são o alicerce sobre o qual ele planeja e seleciona os conteúdos curriculares considerados necessários para os educandos.  Faz-se necessário a descolonização os currículos, não somente na Educação Básica, mas nos cursos superiores. É imprescindível o investimento na formação continuada dos professores e profissionais que já atuam nas redes de ensino, para oportunizar atualização e mudança de paradigmas.</div><div> <strong>3) Material didático-pedagógico; </strong>Foi constatado que os brancos eram a maioria absoluta nas ilustrações dos livros didáticos, e os negros, quando apareciam, eram sem características fenotípicas e em situações de desprestígio social. Os textos induzem a criança a pensar que a raça branca é mais bonita e mais inteligente. Os índios e negros são mencionados no passado. O Plano Nacional do Livro   didático– PNLD, se utiliza de critérios para aprovação dos livros didáticos que contemplem a diversidade. Atualmente já existe um cuidado maior em abordar adequadamente a figura do negro.</div><div><strong> 4) Minimização do problema racial; </strong>o racismo é considerado uma ação natural do relacionamento humano e, portanto, não é dada a devida importância para o estudo e o combate do tema em questão, é comum que os profissionais da educação tentem minimizar quando um conflito social vem à tona, pois alguns negam a existência do racismo e outros não se sentem preparados para promover a discussão da questão com os alunos, gerando um sentimento de ter seu problema desconsiderado pelo da vítima de racismo no ambiente escolar.</div><div><strong> 5) Universo semântico pejorativo; </strong> identifica-se no discurso com a não-nomeação do pertencimento racial de adultos e crianças negras, com uso de termos como “moreninho”, “mulato”, “escurinho”, a utilização de outros termos preconceituosos, aos quais é necessário combater, e expressões igualmente preconceituosas como “preto de alma branca” e piadas racistas que disfarçam com trajes cômicos os preconceitos existentes na nossa sociedade.</div><div><strong>6) Distribuição desigual de estímulo e afeto; </strong>seria o tratamento diferenciado expresso através de demonstrações de carinho, atenção, estímulos, oportunidades, em manifestações verbais e não-verbais. <strong> </strong></div><div><strong>7) Negação da diversidade racial na composição da equipe de profissionais: </strong> No espaço escolar há toda uma linguagem não-verbal expressa por meio de comportamentos sociais e formas de tratamento, atitudes, gestos, tons de voz que transmite valores marcadamente preconceituosos e discriminatórios. Os professores são modelos de identificação para os alunos, desta forma, é importante a presença de professores negros nas escolas para que os educandos negros possam identificar-se e sentir-se representados. </div><div><br></div>]]></description>
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