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      <title>Cada frase uma nova arte by Pedro Matos</title>
      <link>https://padlet.com/PedroMatosAthle/e0mni30vyxjq</link>
      <description>Feito com uma trovoada de gênios</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-05-12 10:08:12 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>PedroMatosAthle</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta noite dei por mim a pensar como a minha vida foi planeada para este ano e pela montanha russa que ela foi exposta. Neste momento as dúvidas crescem enquanto as esperanças sobre um melhor rumo para uma melhor pessoa desvanecem. Agora compreendo o porquê de dizerem que a adolescência não é fácil.&nbsp;<br><br>Inicialmente previ um preenchimento total do cônjuge de necessidades que um rapaz da minha idade tem para ser, acho eu, um rapaz eclético. Previ uma vida amorosa recheada de desejos completos de uma felicidade&nbsp; interminável e lá no fundo o que obti foi perseguir a pessoa errada. A nível da minha ainda pequena carreira desportiva, os resultados também não foram os melhores. Quer dizer os resultados foram, nos papeis é que isso não foi suportado. Fui acompanhado pelo azar nesta fase mas que pelo menos antecede uma fase mais importante. Dentro deste contexto e segundo a terceira parte de um todo de 4, a escola. A escola correu aceitávelmente bem, comecei com boas notas na primeira fase a algumas disciplinas e piores a outras. Na segunda fase os papeis inverteram-se, tendo assim notas catalogadas como medianas. Agora aqui para os meus botões, não me preocupo muito com o assunto da Escola, porque acredito seriamente na teoria que cada um nasce para algo e se conseguir manter as notas medianas quer dizer que estou a fazer bem as coisas porque sou aceitável em algo e muito bom em outro algo, que penso ser o Desporto. Concluindo o último ponto para o ser eclético, a qualidade social e nesta não tenho grande razão de queixa. Acredito fixamente na boa qualidade na quantidade generosa de amigosque tenho. Há que reeconhecer o bem além do mal e aqui, ainda bem, posso faze-lo.&nbsp;<br><br>Em suma, é só mais uma vida perdida num sitio já encontrado. O que quer dizer com isto? Posso sentir-me naufragadoe que não me encaixo na sociedade, mas como já dizia a minha avó, o tempo concerta tudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-12 10:11:56 UTC</pubDate>
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         <title>Auto-Bio</title>
         <author>PedroMatosAthle</author>
         <link>https://padlet.com/PedroMatosAthle/e0mni30vyxjq/wish/260126953</link>
         <description><![CDATA[<div>Sntes de começares a navegar pelo meu portefólio, primeiro porque não veres uma biografia minha, para entenderes um pouco melhor os meus gostos e sobre quem sou?<br><br>Eu chamo-me Pedro Daniel Pereira Matos, embora seja conhecido só pelo nome Matos. Tenho 17 anos, em 2018. <br>A minha vida foi cheia de aventuras gostos e desgostos, mal nasci, foi diagnosticado ao meu pai algumas doenças do fórum psicológico, essas bastante complicadas no mínimo. Isto foi um golpe duro para a família e para mim também. Sempre foi complicado, pois ele poderia ter um evento psicótico a qualquer minuto ou hora. Com isto tornou-se inevitável o divórcio entre os meus pais após longos e duros anos. Foi por volta desta altura que o meu desejo insaciável pelo desporto começou a crescer. Primeiro ingressei no futebol, por onde andei 7 anos, no G.D.Ribeirão, na altura, um dos melhores da zona norte, mas com o tempo e com a corrupção, foi-se degradando. Já não sentido a mesma felicidade que no início, tentei outras bandas, mais radicais, que se adequavam ao meu estilo e personalidade. Comecei a prática então do Parkour e do B-boy; esta época foi totalmente decisiva para quem sou eu hoje, andei lá poucos anos, mais especificamente 3, mas a mentalidade dos praticantes e o encarar de frente todos os dias os medos humanos fez-me crescer bastante. O esforço exigido pelos dois desportos daria então uma preparação física excecional, quer a nível de força, como de elasticidade, de reflexos e de autoconhecimento do corpo. Então um dia na minha atual escola, Camilo Castelo Branco, houve uma prova de ingresso no atletismo, na altura participei por curiosidade e com toda a preparação física que já trazia na bagagem foi fácil para ganhar as provas em que participei, o salto em comprimento e os 40m dos megas. Aí viria a conhecer o meu treinador principal, o professor Pedro Oliveira. Passei a fase regional com destaque e acabei a minha primeira prova de atletismo nacional em 7º lugar no comprimento. O professor maravilhado tentou puxar-me para o atletismo, e após alguns meses conseguiu. Após dois anos longos de trabalho, encontro-me na alta competição portuguesa, estando no top 3 barreiristas portugueses. Após uma dura e por vezes injusta e injusta por causa das lesões e pelo facto de ter perdido o título de campeão nacional de 60m barreiras para uma decisão no mínimo questionável por parte de um juiz, consegui o apuramento para os campeonatos do mundo de desporto escolar, apesar de competir na federação. Este mundial terá palco do dia 2 a 9 de Maio, em Marrocos, Marraqueche. <br>Portanto como viram, apesar de todas as dificuldades, quer em casa, como em a nível pessoal como por exemplo amorosas, que ainda hoje essas persistem, o desporto foi a minha segunda casa e definiu quem sou hoje, na minha opinião narcisista, uma boa pessoa.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-12 10:12:58 UTC</pubDate>
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         <title>Importância do desporto</title>
         <author>PedroMatosAthle</author>
         <link>https://padlet.com/PedroMatosAthle/e0mni30vyxjq/wish/260126979</link>
         <description><![CDATA[<div>● A importância do desporto na adolescência <br><br>Antes de mais o que é o desporto? O Desporto é toda a forma de praticar atividade física que, através de participação ocasional ou organizada, visa equilibrar a saúde ou melhorar a aptidão física e/ou mental e proporcionar entretenimento aos participantes. Pode ser competitivo, onde o vencedor ou vencedores podem ser identificados por obtenção de um objetivo, e pode exigir um grau de habilidade, especialmente em níveis mais elevados. São centenas os tipos de desportos existentes, incluindo aqueles para um único participante, até aqueles com centenas de participantes simultâneos, em equipas ou individualmente. Em suma, o desporto é o gasto de mais de energias do quem em repouso que tem como metas, ganhar algo através da superação de objetivos (caráter competitivo) ou simplesmente melhor a sua condição física e consequentemente a sua saúde. A elevada importância da prática desportiva, ao lado do acentuado aumento de competições, determina a necessidade de participações precoces e exige maior atenção na preparação dos jovens desportistas. No que toca aos estudos sobre o assunto, persistem dúvidas sobre a idade em que as crianças estariam aptas para iniciarem numa prática desportiva. Durante um estudo foram entrevistados 93 treinadores de 10 modalidades, escolhidas entre as de maior representatividade no contexto desportivo. Uma ampla pesquisa bibliográfica revelou as idades mais recomendadas para iniciação desportiva nas diversas modalidades, cujos dados indicaram, para os desportos individuais, uma predominância na faixa dos 8 –12 anos. Para as modalidades coletivas as recomendações foram entre os 8-14 anos. Os dados dos questionários revelaram ainda que para as modalidades coletivas, 74% dos treinadores recomendam, como idade ideal, a faixa dos 9-12, enquanto nos desportos individuais a idade ideal é entre 5–10 anos, com 58% das indicações. A justificação para essa divergência vai desde a imposição feita pelos pais e dirigentes dos clubes. O estudo revelou ainda que a prática desportiva representa um papel fulcral no crescimento saudável das crianças quer seja através de atividade de fórum competitivo quer outro. Concluindo, a prática desportiva acompanhada de todas as necessidades juvenis preenchidas, colabora numa melhor educação e no melhor desenvolvimento da criança quer físico, através de capacidades motoras, quer intelectual, através por exemplo de um melhor raciocínio e capacidade de organização.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-12 10:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>A Internet</title>
         <author>PedroMatosAthle</author>
         <link>https://padlet.com/PedroMatosAthle/e0mni30vyxjq/wish/260127002</link>
         <description><![CDATA[<div> Já que a internet é indispensável à nossa vida porque não falar um pouco dela…?<br><br>A internet surgiu a partir de pesquisas militares no auge da Guerra Fria. Na década de 60 , quando duas potências antagónicas controlavam a influência no mundo, qualquer inovação ou ferramenta nova poderia ajudar nessa disputa liderada pela União Soviética e pelos Estados Unidos: as duas superpotências compreendiam importância dos meios de comunicação. Assim, o governo dos Estados Unidos temia um ataque russo às bases militares. Um ataque poderia trazer a publico informações classificadas por eles como “Top Secret”, tornando os EUA vulneráveis. Foi então idealizado um modelo de troca de informações que permitisse a descentralização das mesmas. Assim, se o Pentágono fosse atingido, as informações armazenadas ali não estariam perdidas. Era preciso, portanto, criar uma rede desenvolvida pela ARPA (Advanced Research Projects Agency) chamada ARPANET. Em 1962, J. C. R. Licklider, do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), já falava em termos da criação de uma Rede Intergaláctica de Computadores (Intergalactic Computer Network ). A Internet também teve outros importantes atores que influenciaram o seu surgimento, dentre eles: os professores universitários como por exemplo Ken King, os investigadores por exemplo Vint Cerf, as empresas de tecnologia por exemplo IBM e alguns políticos norte-americanos como por exemplo Al Gore, começaram a usar a Internet caindo assim o objetivo anteriormente vincado, o uso restrito da Internet pelo exército e tornou-se pública.´</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-12 10:14:06 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Ano nova doença mental&quot;</title>
         <author>PedroMatosAthle</author>
         <link>https://padlet.com/PedroMatosAthle/e0mni30vyxjq/wish/260127079</link>
         <description><![CDATA[<div> A nova doença mental, os jogos Online<br><br>“A dependência de videojogos foi finalmente incluída na lista de doenças da Organização Mundial de Saúde (OMS), uma decisão aplaudida por médicos do mundo inteiro, que dizem que a classificação desta dependência como um distúrbio psiquiátrico poderá vir a facilitar o tratamento. <br>A decisão de classificar esta dependência como um problema de saúde mental surgiu depois de uma monitorização do transtorno feita ao longo de dez anos, levada a cabo pela OMS. A definição final não foi ainda lançada, mas deverá sê-lo já em Janeiro de 2018.<br>Esta adição caracteriza-se por um padrão de comportamento de jogo “contínuo ou recorrente”, no qual o jogador não consegue controlar, por exemplo, o início, a frequência, a intensidade, a duração e o contexto em que joga. As crianças passam a isolar-se do contexto familiar e dos amigos, chegando mesmo a deixar de fazer actividades que eram habituais, desenvolvendo problemas de sono e alimentação e baixando o rendimento escolar.<br>“É a confirmação de que esta é uma questão de saúde “mental”, que é grave. É muito importante haver o reconhecimento de que não é um problema simples de alguns adolescentes. Há uma minoria que tem problemas muitos graves e que têm que ser diagnosticados, o que será mais fácil com a publicação dos critérios”, declarou ao Diário de Notícias o psicólogo especialista em adições na área do jogo, Pedro Hubert.<br>Para Pedro Hubert, este reconhecimento por parte da OMS vai permitir “fazer legislação, prevenção, diagnóstico e tratamento”, ao mesmo tempo que contribuirá para que “os próprios promotores de videojogos possam ser responsabilizados pelo que fazem”, disse ao DN.<br>Em Portugal, segundo os dados cedidos por Pedro Hubert, a percentagem de jogadores patológicos subiu de 0,3% em 2012 para 0,6% em 2017 e a de abusivos passou de 0,3 para 1,2%. Números, refere o psicólogo, em que se incluem jogadores de videojogos.<br>Entre os principais sintomas e sinais do vício deste tipo de jogos, o psicólogo destaca os problemas de sono, os fracos resultados académicos, o isolamento, a troca de prioridades e uma má alimentação. ”<br><br>• A minha opinião sobre este assunto<br><br> Eu como jogador de vídeo jogos sinto-me atacado pela ciência e pela medicina. Todos os seres em sã consciência acreditam na importância da OMS e nas suas aptidões, mas nesta situação, a organização errou, ou pelo menos aparentemente. A OMS classifica os jogadores de vídeo jogos como doentes mentais, sobre tudo pelas diferenças que os jogadores apresentam perante a sociedade dita saudável. Veremos então o meu exemplo. Eu sou jogador de um jogo chamado League of Legends, jogo por lazer, tal como ir ao cinema. Segundo as normas apresentadas pela OMS eu sou um doente mental. A sua caracterização pode até ser correta ao nível de pessoas viciadas que tomem medidas no conjugue que a prejudiquem, mas pessoas não viciadas que joguem, não. Seguindo ainda as normas das OMS, a dependência em jogos titulados como jogos de Casino, deveriam ser então catalogados de igual forma como doenças mentais, algo que não o é. Segundamente, voltando ao meu ponto de vista, a legislação da doença pode até ser correta mas peca quanto ao título e de certa forma à globalização feita pela organização. Voltando ainda ao meu exemplo de jogo, excluindo desde já, qualquer tipo de caráter narcisista, eu jogo por semana algo equivalente a 2 horas num conjunto de 168h semanais, algo longe de qualquer dependência. Não apresento quaisquer patalogias, visto que estas horas são tiradas para o entretenimento, tal como uma ida ao cinema mas mesmo assim, sou considerado, um doente mental por jogar vídeo jogos, segundo o titulo  e à má expressão linguística exercida pela OMS. <br> Por estas razões, e em plena consciência, refuto esta nova caracterização criada pela Organização Mundial de Saúde e os seus investigadores, cientistas e médicos ou psicólogos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-12 10:15:07 UTC</pubDate>
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         <title>Resumos</title>
         <author>PedroMatosAthle</author>
         <link>https://padlet.com/PedroMatosAthle/e0mni30vyxjq/wish/260127138</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Resumos:<br>António Nobre<br><br>António Pereira Nobre (1867-1900), conhecido como António Nobre, nasceu em Porto, Portugal no dia 16 de agosto de 1867. Filho de família abastada ingressou na Faculdade de Direito, na Universidade de Coimbra. Após ser reprovado por duas vezes, abandonou o curso. Em 1890 se mudou para Paris, onde estudou na Escola Livre de Ciências Políticas.<br>Nessa época, familiarizou-se com as novas tendências da poesia – a poesia simbolista. Em 1892, em Paris, publicou o livro de poemas “Só”, obra marcada pela nostalgia e lamentação, porém com um vocabulário refinado, característica do simbolismo francês. Em 1895 licenciou-se em Ciências Políticas.<br>De volta a Portugal decide entrar para a carreira diplomática, realizando um concurso para cônsul, porém não obteve sucesso. Ao descobrir que estava com tuberculose seguiu para um sanatório na Suíça e depois para Nova Iorque. Desenganado, voltou para Portugal, para a casa da família, no Seixo.<br>António Nobre, de sensibilidade romântica e temperamento doentio, revela em sua poesia o registro musical de sua realidade interior. Seus temas básicos são o sofrimento, a saudade. Identificado com as almas sensíveis e sofredoras, o poeta ora é o entediado que vê o tempo passar, ora é obcecado que recorda os momentos felizes da infância.<br>Antônio Nobre foi considerado um dos poetas mais populares e renovadores de seu tempo. Sua poesia é voltada para as pessoas simples, vistas através dos olhos infantis e sensíveis do poeta. Levou para a sua poesia o Portugal provinciano nortenho, os seus tédios escolares, o seu exílio parisiense, a sua condição de doente e a saudade da infância, numa burguesia rural decadente, saudosista e com pretensões aristocráticas.<br>O tom confessional, que resvala para o coloquial e para o saudosismo, reveste sua poesia de aspectos modernos, revolucionando a linguagem e abrindo novas perspectivas para a poesia contemporânea. O poeta que faleceu vítima de tuberculose, deixou várias poesias que formam publicadas, depois de sua morte, em dois volumes “Despedidas” (1902) e “Primeiros Versos” (1921).<br>António Nobre faleceu na Foz do Douro, Portugal, no dia 18 de março de 1900.<br><br><br><br>Camilo Castelo Branco<br><br>Camilo Castelo Branco (1825-1890) nasceu na freguesia dos Mártires, em Lisboa, Portugal, no dia 16 de março de 1825. Filho de Manuel Joaquim Botelho Castelo Branco e de Jacinta Rosa do Espírito Santo Ferreira, ficou órfão de mãe com um ano e de pai com 10 anos. Foi morar com uma tia e depois com sua irmã mais velha. Em 1841, com apenas 16 anos, casou-se com uma jovem de 15 anos, Joaquina Pereira, mas logo a abandonou.<br>Em 1843 ingressou na Escola Médico-Cirúrgica na cidade do Porto, mas entregue à boémia, não conseguiu concluir o curso. Em 1845 publicou seus primeiros trabalhos literários. Em 1846 fugiu com a jovem Patrícia Emília, mas a abandona, poucos anos depois. No ano seguinte morreu sua esposa legítima, de quem estava separado, e a filha do casal morreu no ano seguinte.<br>Camilo Castelo Branco passou por uma crise espiritual em 1850, e ingressou no seminário do Porto, pretendendo seguir a vida religiosa. Nesse ano conheceu Ana Plácido, que casada com um comerciante brasileiro, abandonou o marido em 1859 e foi viver com Camilo. Em 1860 é processado e preso por crime de adultério, mas é absolvido no ano seguinte, passando a viver com Ana. O casal foi morar em Lisboa e depois em São Miguel de Seide, sempre com muitos problemas financeiros.<br>Em 1863, Camilo, publica "Amor de Perdição", sua novela mais famosa. Sua vida atribulada lhe deu inspiração para os temas de suas novelas. Também reconstituiu em suas obras o panorama dos costumes de Portugal de seu tempo, quase sempre com uma profunda sintonia com as maneiras de ser e sentir do povo português.<br>Camilo foi um dos primeiros escritores portugueses a viver da literatura. Sua produção é composta de mais de cem obras, a maior parte de novelas satíricas, de mistério ou terror, históricas e passionais, publicadas em folhetins. Com uma linguagem simples e histórias repletas de emoção, fazia grande sucesso. Em 1889, quando se torna uma celebridade nacional como escritor, recebe uma homenagem da Academia de Lisboa.<br>Uma doença nos olhos que pouco a pouco lhe tirava a visão, fez Camilo mergulhar em profunda depressão. Depois de saber que ficaria definitivamente cego Camilo suicida-se em São Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão, no dia 01 de junho de 1890.<br><br><br><br>Miguel Torga<br><br>Miguel Torga (1907-1995), pseudônimo de Adolfo Correia da Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Vila Real, Portugal, no dia 12 de agosto de 1907. De família humilde, com 10 anos foi para a cidade do Porto trabalhar na casa de familiares. Foi porteiro, moço de recados, regava o jardim, limpava a escadaria etc. Em 1918 foi mandado para o seminário de Lamego, onde estudou Português, Geografia e História, Latim e os textos sagrados. Depois de um ano decidiu que não queria ser padre.<br>Em 1920, Miguel foi para o Brasil para trabalhar na fazenda de café, de um tio, em Minas Gerais. Após quatro anos foi matriculado no Ginásio, em Leopoldina. Em 1925 regressou a Portugal acompanhado do tio, que percebendo a inteligência do sobrinho se prontificou a custear seus estudos em Coimbra. Durante três anos cursou o Liceu e em 1928 matricula-se na Faculdade de Medicina. Inicia sua vida literária e publica seus primeiros livros de poemas, “Ansiedade” (1928), “Rampa” (1930), “Tributo” (1931) e “Abismo” (1932). Em 1933 conclui a licenciatura.<br>Começou a exercer a profissão em sua terra natal. Em 1934, publica “A Terceira Voz”, quando passa a usar o pseudônimo que o imortalizou. Escreveu uma vasta obra, em poesia, prosa, romance e teatro. Miguel Torga evitava agitação e publicidade, mantinha-se longe de movimentos políticos e literários, não dava autógrafos ou dedicatórias e não oferecia livros a ninguém, para que o leitor fosse livre para escolher. Sua obra reflete as apreensões, esperanças e angústias de seu tempo, traduz sua rebeldia contra as injustiças e sua revolta diante dos abusos do poder.<br>Miguel Torga teve seus livros traduzidos para diversas línguas. Foi por várias vezes candidato ao Prêmio Nobel de Literatura. Recebeu vários prêmios, entre eles, Prêmio do Diário de Notícias (1969), Prêmio Internacional de Poesia de Knokke-Heist (1976), Prêmio Montaigne da Fundação Alemã F.V.S. (1981), Prêmio Camões (1989), Prêmio Personalidade do Ano (1991), Prêmio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores (1992) e o Prêmio da Crítica, consagrando a sua obra (1993).<br>Miguel Torga faleceu em Coimbra, Portugal no dia 17 de janeiro de 1995.<br><br><br><br>Eugénio de Andrade<br><br>Eugénio de Andrade (1923-2005), pseudônimo de José Frontinhas Neto, nasceu em Póvoa de Atalaia, pequena aldeia da Beira Baixa, Portugal, no dia 19 de janeiro de 1923. Filho de camponeses, após a separação dos pais, passou sua infância em companhia da mãe. Com sete anos de idade muda-se com a mãe para Castelo Branco. Em 1932 muda-se para Lisboa, onde frequenta o Liceu Passos Manuel e a Escola Técnica Machado de Castro. Em 1935 já mostrava seu interesse pela leitura, passando horas nas bibliotecas públicas. Em 1936 começa a escrever seus primeiros poemas.<br>Em 1938 envia alguns poemas para o poeta Antônio Bolto, que logo quer conhecê-lo. Em 1939 publicou seu primeiro poema “Narciso”. Pouco tempo depois passa a assinar com o nome “Eugénio de Andrade”. Em 1943 ele vai para Coimbra, onde permanece até 1946, após cumprir o serviço militar.<br>Em 1947, já em Lisboa, torna-se funcionário público, exercendo durante 35 anos a função de inspetor administrativo do Ministério da Saúde. Em 1948 publica o livro “As Mãos e os Frutos”, que recebeu elogio dos críticos literários. Em 1950 foi transferido para o Porto. Em 1956 morre sua mãe, que tinha sido sua grande companheira.<br>Eugénio de Andrade publicou mais de vinte livros de poesia, publicou obras em prosa, antologia, livro infantil e traduziu, para o português, livros do poeta Frederico Garcia Lorca, José Luís Borges, René Char, entre outros. O poeta levava uma vida reservada, vivia distante da vida social e pouco aparecia em público.<br>Eugénio de Andrade recebeu diversas distinções, entre elas, o Grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Santiago da Espada (1982), o Prêmio da Associação Internacional de Críticos Literários (1986), o Prêmio D. Diniz da Fundação Casa Mateus (1988), o Grande Prêmio da Poesia da Associação Portuguesa de Escritores (1989), foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito (1989) e recebeu o Prêmio Camões (2001). Em 2003 a obra “Os Sulcos da Sede” recebeu o Prêmio de Poesia do Pen Clube Português.<br>Eugénio de Andrade faleceu em Porto, Portugal, no dia 13 de junho de 2005.<br><br><br>Psicanálise – O que é?&nbsp;<br><br>De acordo com Sigmund Freud, psicanálise é o nome de um procedimento para a investigação de processos mentais que são quase inacessíveis por qualquer outro modo, um método (baseado nessa investigação) para o tratamento de distúrbios neuróticos, e uma coleção de informações psicológicas obtidas ao longo dessas linhas, e que gradualmente se acumulou numa "nova" disciplina científica.&nbsp; A essa definição elaborada pelo próprio Freud pode ser acrescentada um tratamento possível da psicose e perversão, considerando o desenvolvimento dessa técnica do pseudónimo.<br>Ainda segundo o seu criador, a psicanálise cresceu num campo muitíssimo restrito. No início, tinha apenas um único objetivo — o de compreender algo da natureza daquilo que era conhecido como doenças nervosas ‘funcionais’, com vistas a superar a impotência que até então caracterizara seu tratamento médico. Em sua opinião, os neurologistas daquele período haviam sido instruídos a terem um elevado respeito por fatos químico-físicos e patológico-anatômicos e não sabiam o que fazer do fator psíquico e não podiam entendê-lo. Deixavam-no aos filósofos, aos místicos e — aos charlatães; e consideravam não científico ter qualquer coisa a ver com ele.&nbsp;<br>Os primórdios da psicanálise datam de 1882 quando Freud, médico recém formado, trabalhou na clínica psiquiátrica de Theodor Meynert, e mais tarde, em 1885, com o médico francês Charcot, no Hospital Salpêtrière ( Paris, França). Sigmund Freud, um médico interessado em achar um tratamento efetivo para pacientes com sintomas neuróticos ou histéricos. Ao escutar seus pacientes, Freud acreditava que seus problemas se originaram da não aceitação cultural; ou seja, seus desejos eram reprimidos, relegados ao inconsciente. Notou também que muitos desses desejos se tratavam de fantasias de natureza sexual. O método básico da psicanálise é o manejo da transferência e da resistência em análise. O analisado, numa postura relaxada, é solicitado a dizer tudo o que lhe vem à mente (método de associação livre). Suas aspirações, angústias, sonhos e fantasias são de especial interesse na escuta, como também todas as experiências vividas são trabalhadas em análise. Escutando o analisado, o analista tenta manter uma atitude empática de neutralidade. Uma postura de não-julgamento, visando a criar um ambiente seguro.<br>A originalidade do conceito de inconsciente introduzido por Freud deve-se à proposição de uma realidade psíquica, característica dos processos inconscientes. Por outro lado, analisando-se o contexto da época observa-se que sua proposição estabeleceu um diálogo crítico à proposições Wilhelm Wundt (1832 — 1920) da psicologia com a ciência que tem como objeto a consciência entendida na perspectiva neurológica (da época) ou seja opondo-se aos estados de coma e alienação mental. &nbsp;<br>Muitos colocam a questão de como observar o inconsciente. Se a Freud se deve o mérito do termo "inconsciente", pode-se perguntar como foi possível a ele, Freud, ter tido acesso a seu inconsciente para poder ter tido a oportunidade de verificar seu mecanismo, já que não é justamente o inconsciente que dá as coordenadas da ação do homem na sua vida diária.<br>Não é possível abordar diretamente o inconsciente (Ics.), o conhecemos somente por suas formações: atos falhos, sonhos, chistes e sintomas diversos expressos no corpo. Nas suas conferências na Clark University (publicadas como Cinco lições de psicanálise) nos recomenda a interpretação como o meio mais simples e a base mais sólida de conhecer o inconsciente. &nbsp;<br>Outro ponto a ser levado em conta sobre o inconsciente é que ele introduz na dimensão da consciência uma opacidade. Isto indica um modelo no qual a consciência aparece, não como instituidora de significatividade, mas sim como receptora de toda significação desde o inconsciente. Pode-se prever que a mente inconsciente é um outro "eu", e essa é a grande ideia de que temos no inconsciente uma outra personalidade atuante, em conjuntura com a nossa consciência, mas com liberdade de associação e ação.<br>O modelo psicanalítico da mente considera que a atividade mental é baseada no papel central do inconsciente dinâmico. O contato com a realidade teórica da psicanálise põe em evidência uma multiplicidade de abordagens, com diferentes níveis de abstração, conceituações conflitantes e linguagens distintas. Mas isso deve ser entendido em um contexto histórico cultural e em relação às próprias características do modelo psicanalítico da mente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-12 10:16:01 UTC</pubDate>
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         <title>Poetas século XX</title>
         <author>PedroMatosAthle</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eugénio de Andrade - Word<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-13 16:37:50 UTC</pubDate>
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         <title>Poetas século XX</title>
         <author>PedroMatosAthle</author>
         <link>https://padlet.com/PedroMatosAthle/e0mni30vyxjq/wish/260244172</link>
         <description><![CDATA[<div>Eugénio de Andrade - PowerPoint</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-13 16:38:43 UTC</pubDate>
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