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      <title>MURAL DAS (AUTO)BIOGRAFIAS by Prof. Leonardo (Língua Portuguesa)</title>
      <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks</link>
      <description>Perfis biográficos e relatos pessoais escritos pelos alunos da turma 2ªA do Colégio Ressurreição São Paulo (2021)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-05 17:26:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-21 06:10:09 UTC</lastBuildDate>
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         <title>FILHA DE IMIGRANTES JAPONESES</title>
         <author>shinoharaisabel</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725069913</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;	</strong>Filha de imigrantes japoneses que chegaram ao Brasil em 3 de janeiro de 1929, nasce Emilia Shinohara em 17 de dezembro de 1943, no município de Rolândia, no Paraná, local onde passou parte de sua infância. Ao completar 7 anos, se muda para a capital de São Paulo junto de seus pais e irmãos. <br><br><strong>	</strong>Em sua adolescência, seu pai abre um empório na região. Apesar disso, o empório é desapropriado pelo governo para a construção da garagem do metrô Jabaquara, e a família recebe uma quantia baixa de indenização. Aos 20 anos, no ápice de sua juventude, Emília trabalha como bancária por dois anos. Em 1968 se casa e tem dois filhos: George aos 27 anos e Simone no ano seguinte.<br><br><strong>	</strong>Atua como dona de casa até os 43 anos, quando inicia um curso de cerca de um ano e meio de auxiliar de enfermagem no Senac. Ao terminar o curso, Emília começa a trabalhar no hospital de cardiologia Dante Pazzanese, onde se aposenta aos 65 anos, por idade. Atualmente estuda japonês.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:31:58 UTC</pubDate>
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         <title>O REVOLUCIONÁRIO DO NORDESTE</title>
         <author>tribuccilara</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725073912</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>Em 25 de setembro de 1895, nasce em Florença, na Itália, José Alves Acioli, que devido à Primeira Guerra Mundial, em cerca de 1915, foge de navio para o Brasil. Chegando ao porto do Rio Grande do Norte em agosto do mesmo ano, José passa a construir uma vida no Brasil ao lado de uma índia chamada Jurema, os quais se apaixonam e têm uma família em uma fazenda em Carnaúba no Rio Grande do Norte. Com o passar do tempo, José emprega vários funcionários para ajudar no plantio e colheita de coco e na produção de camarão. José tem acentuada preocupação com a aprendizagem dos filhos dos seus colonos, então propõe a construção de uma escola dentro da própria fazenda. Assim, nasce a escola José Alves Aciole, que cresce com o passar dos anos e, de um simples e modesto espaço, exige sua ampliação devido a sua boa fama. Hoje em dia, ela encontra-se próxima à fazenda na Rua Santa Luzia, em Carnaúba, em homenagem à sua memória. José Alves Acioli chega a falecer de febre amarela em 1955, com 60 anos de idade. José Alves Acioli deixa um legado sobre a importância da educação para seus descendentes.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:33:06 UTC</pubDate>
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         <title>VIAGENS AO REDOR DO MUNDO</title>
         <author>tribuccilara</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725087007</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>A experiência que irei relatar foi muito marcante na minha vida e me ajudou a ser a pessoa que sou hoje. Viajar sempre teve um lugar muito especial na minha vida e, quando pude viajar pela primeira vez, foi bem significante. Acho importante compartilhar essa minha experiência, pois ela traz uma reflexão sobre o autoconhecimento e a importância de como viajar nos permite refletir sobre a vida e como devemos aproveitar cada segundo.	<br>							</div><div>Comecei a viajar em 2013, fui para Nova York e para Disney quando tinha oito anos. Para mim foi uma experiência nova e recente, mas certamente foi muito legal e proveitoso.&nbsp; Já em 2017, quando tinha 12 anos, eu e meus pais viajamos para Paris e Londres, foi uma viagem inesquecível, foi lá que tudo realmente mudou e, não imaginava que iria mudar a minha vida. Como já tinha uma idade maior, pude aproveitar e vivenciar mais, como por exemplo, experimentei diversas culinárias locais, conheci lugares lindos e pude pela primeira vez falar inglês em um país estrangeiro. Quando falei inglês, fiquei muito feliz e realizada, pois pedi uma informação e a mesma pessoa que me ajudou falou que meu inglês era muito bom. Fiquei super realizada e contente, pois aquele momento nunca esquecerei. A partir daquele dia, percebi que a importância de viajar nos permite conhecer a nós mesmos e desenvolver o autoconhecimento. Como por exemplo, quando viajamos nós não só conhecemos lugares, como também conhecemos pessoas novas que possuem características diferentes, o que faz com que nós tenhamos ainda mais vivência com o ser humano e contribui para que possamos nos tornar pessoas mais flexíveis na sociedade, e sejam elas do mesmo país ou de países de fora,&nbsp; nos proporciona a fluência em outro idioma e o entendimento de uma forma de expressão distinta. Hoje, independentemente da profissão, saber falar outra língua ou interpretar diferentes idiomas é um ponto extremamente positivo.&nbsp;</div><div><br>Então após essa viagem, aprendi sobre os benefícios que traz à vida das pessoas ao viajar pelo mundo, como por exemplo, há o desenvolvimento do autoconhecimento e até mesmo de laços afetivos, construção de memórias, há o melhoramento da qualidade de vida, novas experiências e, o mais importante: viajar amplia a visão do que temos do mundo e de como devemos ser gratos por isso e nos proporciona a ampliação de nós mesmos, de se conhecer como ser humano. Foi a partir dessa viagem que veio a minha vontade de conhecer, explorar e viver mais o mundo em que vivemos e me fez refletir muito sobre as pessoas que estão ao nosso redor nos momentos mais marcantes das nossas vidas e, naquela viagem, foram os meus pais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:37:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>VIAGEM A AKROPOLIS</title>
         <author>araujoraphael</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725100204</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 19 de outubro de 2019, eu e minha turma da escola estávamos viajando para nossa viagem de formatura, que era em Akropolis, Serra Negra. Ficamos ao todo cinco dias no hotel fazenda, mas a atração principal ocorreu no quarto dia.<br><br></div><div>Nesse dia estávamos todos animados para chegar a noite, porque os nossos amigos que foram no ano interior falaram que, no quarto dia à noite, iria acontecer algo super massa e que todos iriam se emocionar e aprender.&nbsp;<br><br></div><div>Assim que foi anoitecendo, ficamos mais ansiosos ainda. Quando chegou perto da janta, todos fomos nos arrumar, depois de jantar esperamos cerca de dez minutos para&nbsp;</div><div>irmos ao local da fogueira. Ao chegar lá, no meio do mato achamos a fogueira, começamos a conversar sobre a vida e a viagem. Depois de uns dez minutos, os inspetores começaram a falar sobre arrependimentos e pessoas que vão e vem na nossa vida. E isso nos tocou, porque já sabíamos que muitas pessoas da turma sairiam no ano seguinte. Diante disso começamos a pensar sobre isso e refletir e os inspetores deram palitos e marshmallows para fazermos na fogueira e comer. Depois de comer eles deram para nós outro palito para cada um de nós e esse palito tinha que ser dividido em dez partes e que deveríamos entregar para as dez pessoas que nós não queríamos perder ou que nós gostássemos muito. Depois de muito choro da galera e abraços, fomos se arrumar para festa.&nbsp;<br><br></div><div>Mas antes de ir eu e uma amiga ficamos conversando de frente para fogueira e depois fomos para os quartos se arrumar. No meio do caminho um professor nos parou e&nbsp;</div><div>começou a falar conosco e disse algo que me tocou, que foi :Nunca parem de amigos, a amizade de vocês é linda e fazem o bem um para o outro. Os dois juntos são muito&nbsp;</div><div>melhores do que separados. Isso ficou na minha cabeça e na dela e por isso somos melhores amigos até hoje.&nbsp;<br><br></div><div>A festa do dia era à fantasia, todos vestimos fantasias e nós divertimos muito naquela noite, e na minha opinião essa foi a minha melhor viagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:41:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRABALHO VOLUNTÁRIO</title>
         <author>shinoharaisabel</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725100873</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>	</strong>Escolhi essa experiência, pois significou muito para mim. Foi a primeira vez que conheci a realidade de outras crianças com meus próprios olhos e fiz trabalho voluntário com meus amigos do 8ª ano A através do projeto Ressu Solidário, em que arrecadamos alimentos e artigos de higiene para entregar nos lares e abrigos. O episódio ocorreu no dia 21 de outubro de 2018, no Lar Vó Miriam, que abriga cerca de 25 crianças de 1 mês a 17 anos de idade.<br><br><strong>	</strong>Fomos na van do casal parceiro do projeto, Raul e Aline, juntamente com a professora Sophia de espanhol e a professora Rosana de ensino religioso, responsável pela organização da visita. Ao chegarmos lá fomos muito bem recebidos, e tivemos a alegria de ter a presença da própria fundadora da Casa Abrigo, a Vó Miriam, que conversou e contou sua experiência para nós. O Lar Vó Miriam abriga crianças e adolescentes vítimas de abuso e maus tratos, encaminhados por ordem judicial, que permanecem temporariamente até a reintegração familiar - isso faz com que algumas das crianças sejam mais reclusas e até mesmo desconfiadas, não se envolvendo nas brincadeiras e outras interações sociais.<br><br><strong>	</strong>Vivenciar essa experiência com outras pessoas me ensinou a agradecer mais por tudo que eu tenho e enxergar que existem pessoas em situações muito menos favorecidas que precisam de auxílio. Mudou minha visão de mundo e me ajudou a amadurecer. O ser solidário é um ato de vida e amor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:41:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>HISTÓRIA DE MINHA AVÓ</title>
         <author>huichuang</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725108007</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Chen Qiu nasce em Taiwan em 18 de março de 1952, ela mora no Chen Qiu nasce em Taiwan em 18 de março de 1952, ela mora&nbsp; no interior, tem 3 irmãs e 2 irmãos, seus pais são agricultores e ela é a mais velha, então&nbsp; tem que ajudar a cuidar das crianças todos os dias, quando tiver tempo vai ajudar&nbsp; na colheita.<br>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Em 1970, ela casa-se com um amigo que conhece desde pequena, que se chama Tseng Jiang e tem dois meninos e duas meninas. Seu trabalho ainda é na agricultura, e às vezes ela faz roupas para vender , seus vizinhos são bons e também gostam muito dela ,todos ajudam uns aos outros.<br>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Ela é muito gentil, na minha memória, ela faz um vestido para mim, brinca comigo me ensina coisas ,cozinha comidas boas. Em 2007, descobre que tem&nbsp; câncer , em 2008 durante a viagem do avião&nbsp; fica muito mal, desce e vai ao hospital, fica uma semana e falece.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:43:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRISTE HISTÓRIA DE UM MENINO QUE OUSOU SONHAR </title>
         <author>henriquelima15</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725112899</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 22 de julho de 2015, na base do São Paulo Futebol Clube, eu quebrei a perna. Acho interessante essa história por conta da minha idade que seriam 10 anos, e por tudo que uma criança passou e a experiência.</div><div><br>&nbsp; &nbsp;Na manhã do dia 22 eu tinha treino marcado para as 12:30, que seria o trabalho no campo. Sendo assim, eu almocei e fui para o treino como de costume, mas nesse dia, quando fui aplicar um drible, o cravo da chuteira prendeu no chão, fazendo meu corpo girar, mas minha perna e meu joelho não. Na hora não senti dor nenhuma, só fiquei assustado por conta do que eu estava olhando. Logo em seguida me levaram ao médico e descobriram que os ligamentos do joelho foram rompidos, necessitando de uma cirurgia. Meus pais ficaram com medo por conta que eu teria que tomar anestesia, o que seria incômodo para uma criança de 10 anos.<br><br>&nbsp; &nbsp;Ocorreu a cirurgia e foi devidamente dentro dos conformes, mas depois na minha opinião veio a parte mais dolorosa, que foi a recuperação. No meu caso foi um mês e meio de repouso, depois foram mais dois meses colocando o pé no chão com uma bota ortopédica. Depois desses três meses eu pude voltar a andar, mas não a correr e jogar bola ainda.&nbsp; Então só depois de seis meses consegui voltar a jogar bola sem nenhum medo. Falo sem nenhum medo, porque é muito comum quando acontece isso a pessoa ter receio de fazer as mesmas atividades como antes.<br><br>&nbsp; &nbsp;Foi uma experiência única, mas no mau sentido, e isso me ensinou a valorizar o que eu amo fazer, me ensinou também que se você gosta mesmo de algo, não terá dor ou medo que fará deixá-lo de lado.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:44:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MULHER SONHADORA</title>
         <author>araujoraphael</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725116898</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;No dia 11 de janeiro de 1958, nasce em Barbacena, Minas Gerais, a Sandra Maria da Silva Araujo. Viajou para São Paulo com apenas dois meses de vida, desde de sua mudança, estudou no colégio Nelson Fernandes e finalizou o período escolar. Depois de finalizar os estudos, trabalhou no Laboratório de fabricação de remédio ( ZUCKI), isso aconteceu&nbsp; quando tinha 16 anos e ficou até os 18 anos. Saiu da empresa para se casar com o Pedro Antonio de Araujo. Teve quatro filhos sendo que a primeira faleceu com 1 semana de vida, depois desse ocorrido teve três filhos que são Juliana de 40 anos, Rafael de 36 anos&nbsp; e Daniel de 35 anos. Trabalhou de doméstica porque estava necessitando de emprego para ajudar o marido com as despesas de casa, depois de tudo melhorar começou a trabalhar de monitora de perua escolar, depois de uns 2 anos infelizmente o seu marido ficou doente por três anos e acabou por falecer. Depois desses ocorridos voltou a trabalhar normalmente até começar a pandemia. Hoje&nbsp; mora com sua filha e os dois filhos são casados e vivem com as suas famílias. Por causa da pandemia fica em casa pois está no grupo de risco, mas quando não tinha a pandemia gostava muito de sair e aproveitar a vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:46:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UMA VIAGEM COM MEDO E DIVERTIDA</title>
         <author>huichuang</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725119699</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Viajei para Taiwan em dezembro de 2015. Foi a segunda vez que viajei de avião (a primeira foi quando eu era muito pequena e não me lembro mais). A viagem durou quase três dias para chegar, fiquei entediada e não consegui dormir bem&nbsp; durante a viagem, mas também estava ansiosa por chegar até Taiwan.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Depois que cheguei lá, um dia fui&nbsp; a “maokong gondola” (acho que é isso), demorou uma hora para ir ao ponto final e voltar. Na verdade tenho medo de altura, mas preciso estar com minha mãe e irmã junto, porque não conheço muito o lugar e também só tem 12 anos&nbsp; só&nbsp; que, para manter o equilíbrio, não podia sentar do mesmo lado com minha mãe, e minha irmã não podia me fazer sentir segura, também naquele tempo era de tarde à noite ,e era inverno ,fica mais frio a cada vez que eu chegar no topo ,nunca achei que uma hora fosse tão longa, mas também vi no durante a neve pela primeira vez.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Depois fui a roda-gigante, mas dessa vez com minha tia, meu&nbsp; tio e minhas primas, novamente, também fiquei com medo, mas consegui segurar minha mãe, não fiquei com tanto medo com da última vez, e a paisagem era linda.</div><div>&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Apesar de durante o passeio ficar com medo e frio , também vi coisas que não tinha visto, e vi a bela paisagem, o passeio foi divertido.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:46:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UM PASSADO NÃO TÃO DISTANTE </title>
         <author>henriquelima15</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725120862</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; No dia 5 de janeiro de 1947 nasce uma mulher chamada Maria José Feijó Gondim, em São José do Rio Pardo Estado de São Paulo, filha de Benedita Camargo e Álvaro Feijó. Morou até os doze anos em sua terra natal, quando<br>ocorreu o falecimento de seu pai, se mudam para São Paulo para morar na casa de sua avó. Com 13 anos consegue seu primeiro trabalho que foi rotular e embalar remédio em laboratório. Trabalhando apenas um ano nesse emprego, pois o laboratório faliu. Com quinze anos começou a trabalhar na metalúrgica que também durou pouco tempo, em torno de dois anos apenas.<br><br>&nbsp; &nbsp; Com dezessete anos conhece Antônio Alves Gondim, que na época era apenas seu vizinho, mas com o passar do tempo os dois foram ficando mais próximos até que dois anos depois, se casam. Em 1967 decidem ter seu primeiro filho que se chama Sergio Feijó Gondim, depois em 1973 decidem ter outro filho que no caso a Vanessa Feijó Gondim, e pelo casal a família já estava de bom tamanho, mas por um acontecimento inesperado em 1979 vem mais um filho chamado Kleber Feijó Gondim. depois de seus filhos Maria e Antônio decidem que ela vai ficar trabalhando em casa e cuidando dos filhos, e Antônio na época trabalhava no banco Itaú.<br><br>&nbsp; &nbsp; Hoje com 74 anos Maria com seus três filhos e netos, mora em São Paulo com o seu marido Antônio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:47:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O SONHO DE TER NETOS </title>
         <author>silvamaria8</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725124411</link>
         <description><![CDATA[<div>Dia 12 de dezembro de 1933 na cidade Santos, nasce Seijiro Toma, filho de Seitoku Toma e Maushi Toma. Aos seus 20 anos ele se muda para São Paulo para trabalhar na manutenção de uma casa de repouso, deixando de morar com seus pais para ter sua própria independência. Com 25 anos conhece sua futura primeira esposa, Maria Higa Toma, com quem tem quatro filhos: Maria Claudia, Carlos César, Marcos e Roberto Carlos.&nbsp;<br><br>Aos seus 29 anos conhece Neusa Pereira Clemente. Seijiro então deixa seu casamento antigo para viver um grande amor. Após sete anos sua esposa engravida de Katia Sirlene Toma de Almeida, sua primeira filha. Logo depois tem mais três filhos: Márcio, Cristiane e Tiago. Seu sonho é poder segurar um neto no colo e sempre fala para as filhas, que ele irá morrer e não conhecerá seus netos. No mês de abril de 2001 aos 67 anos recebe a notícia de que sua filha Cristiane irá realizar seu grande sonho de ter um neto, deixando-o emocionado, em dezembro de 2001 nasce seu tão sonhado neto: Pedro Victor.&nbsp;<br><br>Alguns anos depois nascem seus outros dois netos: Mateus e Maria Eduarda. Se sentindo realizado por não ter tido só um mas sim três netos, mima-os sempre que pode. Após uma década nasce sua neta caçula Gabriela com quem não tem muito convívio. Na madrugada do dia 27 de fevereiro de 2020 sente fortes dores e vai ao médico chegando lá praticamente sem vida, às sete horas da manhã falece Seijiro de aneurisma aterosclerótico de aorta roto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:48:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UM HOMEM QUERIDO POR TODOS</title>
         <author>rosendomariana</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725124740</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 23 de julho de 1933, nasce Ouvídio Pollonio, na cidade de Jaú no estado de São Paulo. Filho de Angelina Calegari Pollonio e Antonio Pollonio, descendente de uma família italiana humilde do campo, trabalha na roça e estuda até o quarto ano do primário na escola.&nbsp;<br><br>Aos 21 anos, vem para a capital e se casa com Joana Pollonio, o casal tem cinco filhos, posteriormente cinco netos e três bisnetos. Começa a trabalhar na extinta Light e logo depois na Eletropaulo, durante quarenta anos. Constrói sua casa com todo esforço para criar seus filhos. Homem de caráter, honesto, trabalhador e querido por todos. Após muito tempo de trabalho, aos 50 anos se aposenta.&nbsp;<br><br>É um homem ativo e empreendedor, mas hoje Ouvídio se encontra com 87 anos, mora em São Paulo com sua esposa, e está doente em estado terminal no Hospital Igesp.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:48:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>UMA VIAGEM INESQUECÍVEL</title>
         <author>rosendomariana</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725129401</link>
         <description><![CDATA[<div>No ano de 2018, meus pais decidiram fazer uma viagem para Olímpia. Eles disseram que nós iríamos ficar em um hotel diferente do da última vez. Mais ou menos uma semana antes da viagem, eles me deram a ideia de levar alguma amiga junto comigo, para eu me distrair e me divertir mais. Eu estava muito em dúvida sobre quem levar. Então minha mãe deu a ideia de eu levar a minha prima Milena que não era tão próxima assim.&nbsp;<br><br>Fiquei pensando se a chamaria ou não, mas decidi falar com ela. Minha mãe ligou para sua mãe e minha prima falou que gostaria muito de ir viajar junto com a gente. Um dia antes da viagem, minha prima Milena foi para a minha casa e “no dia seguinte” iríamos viajar.&nbsp;<br><br></div><div>Acordamos, colocamos as malas no carro e partimos. Depois de quatro horas de viagem, chegamos no local. Entramos no hotel, fizemos “check-in”e fomos andar um pouco para conhecê-lo. De cara todos nós ficamos apaixonados pelo hotel, tudo era muito lindo. Como a gente tinha chegado praticamente na hora da janta, fomos comer e depois dormir para aproveitar o dia seguinte.<br><br>No dia seguinte, acordamos muito animados para aproveitarmos. Tomamos café, e do lado do nosso hotel tinha um parque aquático chamado Thermas dos Laranjais, estávamos loucos para conhecer o parque. Compramos nossos ingressos e entramos, o parque ainda não estava lotado então nós conseguimos nos divertir, fomos em praticamente todos os brinquedos. Depois de um tempo, ficamos sentados para descansar um pouco, e de repente uns amigos nossos apareceram lá. A gente decidiu aproveitar tudo novamente, e por incrível que pareça nada foi combinado. Depois dessa viagem, nós nos aproximamos muito, e eu nunca imaginei que isso poderia acontecer.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:49:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CUIDADO COM A ÁGUA, ELA PODE SER TRAIÇOEIRA </title>
         <author>silvamaria8</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725130759</link>
         <description><![CDATA[<div>Em julho de 2019, fiz uma viagem para Natal com minha família, onde visitamos pela primeira vez diversos pontos turísticos, dentre eles praias, lagoas e rios. Aconteceu algo que ninguém imaginava nessa viagem, e nos deu uma lição de que devemos sempre ter o máximo de cuidado e responsabilidade ao ir nesses lugares.&nbsp;<br><br>Estávamos na Lagoa da Juventude fazendo churrasco, quando meu tio deu a ideia de atravessarmos a lagoa nadando até uma ilha que havia do outro lado. Eu resolvi não ir, pois não sei nadar muito bem, então foram apenas meu irmão, meu primo e meu tio. Do nada eu e meu pai começamos a ver meu irmão balançando o braço e pedindo por socorro. Achamos que era brincadeira, mas logo nos demos conta de que era sério. Logo meu pai saiu correndo e chamou um moço que estava perto para ajudar, foram os dois. Chegando lá meu primo havia se cansado e acabou perdendo força. Na hora eu entrei em choque e comecei a chorar de desespero, mas graças a Deus tudo deu certo, meu pai conseguiu voltar com meu primo nas costas e o moço ajudou meu irmão e meu tio dando-lhes impulso.&nbsp;<br><br>Foi algo que me marcou muito apesar do acontecimento não ter sido comigo, mas foi uma lição de que água é algo traiçoeiro e devemos sempre ter o máximo de cuidado quando se trata do mar. Não devemos ir ao fundo do mar e nem achar que temos força o suficiente para atravessar ele, e ter sempre o pensamento de que podemos acabar cansando, e hoje isso se tornou uma lição de vida para mim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:50:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UMA SIMPLES AVÓ DE UM CORAÇÃO GIGANTE </title>
         <author>matheussilva116</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725157804</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Teresa Domingos Peres (1943 – 2015) nascida em São Paulo no dia 15 de outubro de 1943, filha de Orlando Domingos e da Emília Imbroisi Domingos, imigrante italiana, formada em pedagogia, em 1963, com seus 20 anos começou a lecionar para o primário no Colégio Alexandre de Gusmão-Ipiranga.<br><br>No dia 14 de Janeiro de 1967, aos 24 anos, casa-se com Orlando Vieira Peres e em 1970, com 27 anos, Maria começa trabalhar no cartório da 260ª Zona Eleitora do Ipiranga, que em dias de eleições ela trabalha na contagem de votos, votos que naquela época eram de papéis. Em 1972 teve sua primeira filha chamada Priscila e em 1975 sua segunda filha chamada Patrícia.<br><br>Em 1992 aos 49 anos, Maria Teresa se aposenta, mesmo não precisando trabalhar decide realizar o seu sonho de pequena e seguir a tradição da família, então começa a fazer e vender doces e salgados. Em 2002 Maria acaba ficando viúva, mas antes do falecimento de seu marido, em 1998 nasce seu primeiro neto Carlos Eduardo, filho de Priscila e que em 2011 nasce a segunda filha de Priscila chamada Ana Beatriz e nos anos de 2005 e 2010 nasce os dois filhos de Patrícia, o primeiro foi o Matheus Domingos, em 2005, e a segunda foi a Nathália Domingos, em 2010.<br><br>Maria Teresa é uma pessoa querida por todos, trata todos de forma muito especial e carinhosa, principalmente com seus netos, no qual se dedica a grande parte de seu tempo quando ficam juntos, mas infelizmente, no dia 19 de Dezembro de 2015, por conta de um infarto agudo do miocárdio, vem a falecer.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:58:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A VIAGEM QUE QUASE FOI POR ÁGUA ABAIXO</title>
         <author>matheussilva116</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725161106</link>
         <description><![CDATA[<div>Era 2013, eu tinha apenas 8 anos, quando eu e minha família decidimos ir viajar. Fomos então para Santa Catarina por conta do Beto Carrero World. Nunca viajara de avião e aquela foi a primeira vez, então estava com um pouco de medo e com receio de dar algo errado.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Quando chegamos lá, estava muito frio. Bem frio mesmo e com o dia bem nublado, então aproveitamos para dormir e no outro dia torcer bastante para que o tempo estivesse melhor. Mas infelizmente não estava, e a duração de nossa estadia era de 1 semana e nós até ficamos desanimados.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;E depois de 2 dias esperando que o tempo nos ajudasse, finalmente, saiu o sol e o dia foi incrível, fomos ao Beto Carrero, aproveitamos o dia inteiro, foi maravilhoso. No dia seguinte, estava um solão também e aproveitamos muito de novo.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Por volta do quarto dia da nossa estadia, fez frio novamente, porém não ficamos desanimados. Após ficarmos no hotel o dia todo, fomos dormir e novamente teve um lindo sol no dia seguinte, e então aproveitamos para fazer diferente, combinamos de ir para Balneário Camboriú, e aproveitamos muito mais do que esperávamos.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Assim, pode-se concluir que mesmo quando nós achamos que tudo está ruim ou arruinado, sempre terá algo de bom para acontecer. Por isso sempre se deve acreditar, e com esse pensamento, aproveitamos bastante a viagem.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 14:59:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A HISTÓRIA DA MINHA AVÓ</title>
         <author>pintofelipe</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725182392</link>
         <description><![CDATA[<div>A história que irei contar é sobre minha avó que se chama Bezaide Rosa de Sousa, ela nasceu dia 15 de setembro de 1944, atualmente ela tem 86 anos, minha avó tinha uma mãe (minha bisavó) chamada Vó Maria Preta, só para os íntimos, ela teve 13 filhos e entre eles um era minha avó a irmã mais velhas entre os 13.&nbsp;<br><br>Desde que ela nasceu ela já trabalhava nos campos com seus irmãos, irmãs e seus pais ajudando no alimento dos animais, coletando alimentos, ajudando nas plantações e matando animais que representassem perigo com aranhas, escorpiões e cobras.<br>&nbsp;Perto dos 14 anos ela tinha começado a cozinhar, a costurar e ser faxineira, só que o salário era incrivelmente pequeno.<br>Quando chegou em seus 16 anos, ela se casou com meu avô Bastião, todos confiavam no Bastião, pois falavam que sempre cumpria o que falava, ele era a pessoa que nunca estava em dívida com alguém e tinha uma fixa limpa com o céu, os dois tiveram 7 filhos e entre esses filhos veio minha mãe, a mais nova entre os sete. Infelizmente no caminho em que todos estavam andando metade dos irmãos da minha avó morreram pois escolheram o caminho errado, meu bisavô morreu porque era a hora, minha bisavó ainda está de pé mesmo vendo tanta decepção com quase cem anos.&nbsp;<br>Depois disso houve relatos de que meu avô traiu minha avó, o estranho que falavam que comparavam ele com uma pessoa santa e depois falam que ele traiu minha avó, com isso eles se separam e foram para São Paulo com seus filhos para terem uma salário melhor e mais empregos e ela foi embora e se despediu dos seus irmãos e de sua mãe que quiseram ficar na região.<br>Com isso os filhos cresceram e começaram a ter suas próprias vidas e seus próprios filhos, minha avó estava começando a virar babá, ela era babá de 17 netos e 21 bisnetos, ela tinha que cuidar deles até os pais ou eles mesmo conseguirem se viram, depois disso tudo ela finalmente estava em paz, podia fazer o que quiser, então escolheu voltar para Bahia e ficar com o resto da sua família e é lá que ela está até hoje, em seu lar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:05:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HISTÓRIA DA MINHA AVÓ</title>
         <author>hoerica</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725195547</link>
         <description><![CDATA[<div>Huánglìyán nasce em Taiwan, Jiāyì, no dia 15 de janeiro de 1950. Desde criança vive no interior, tem sete irmãos e irmãs, a Huánglìyán é a sexta. Seus pais são vendedores de tecido da roupa.</div><div><br></div><div>Em 1974, casa-se com Xiao Yizhong e tem 3 filhos e abre um mercado só deles. Sua convivência social é muito boa, não fala mal de ninguém, dá tudo de bom para os outros, na minha memória ela cuidava de mim e me tratava muito bem, é uma avó gentil que eu gostava muito.</div><div><br></div><div>Em 2013, em fevereiro, Huánglìyán sofre com um câncer gástrico, em estágio final, e a filha e o marido ajudam a cuidar dela. Mas com a doença cada dia aumenta o sofrimento, em 2014 de fevereiro falece no hospital, em Taiwan.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:09:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESFORÇO NOS LEVA À VITÓRIA</title>
         <author>bragagustavo</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725196209</link>
         <description><![CDATA[<div>No ano de 2019, estava muito motivado e inspirado para a realização da minha primeira seletiva para entrar em um clube que disputava federação paulista de basquetebol (FPB), naquela época eu não tinha muita experiência com o esporte, porém tinha me identificado muito, como tudo que é feito pela primeira vez nos causa desconforto, medo, e aquele famoso “frio na barriga” e comigo não foi diferente, minha primeira seletiva foi para o time do Corinthians, que&nbsp; era localizado no Parque São Jorge em São Paulo, fui com 1 hora de antecedência, isso tudo para chegar lá e me preparar mentalmente e fisicamente.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Chegando no local, não perdi tempo, tirei minha bola da mochila e fui a me aquecer, logo comecei a ver muitos meninos em que aquela época eram mais altos e pareciam ter muito mais experiência que eu, assim me direcionei para a quadra, para finalmente realizar o teste, fomos separados por exercício, onde todos eram novos para mim afinal era minha primeira vez, porém consegui me improvisar e realizar todos os exercícios, no final disso tivemos coletivos, onde fomos separados por times 5v5 de um lado pessoas que já tinham sido federadas e do outro os considerados novatos, neste momento fiquei&nbsp; muito nervoso a ponto de realmente jogar muito mal, ao&nbsp; final da seletiva fui chamado de canto e pela minha surpresa tinha ido para a segunda fase que seria no próximo final de semana.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Voltando lá, estava me sentindo mais confiante e bem mais preparado, porém eu não esperava ter que enfrentar os garotos que já jogavam lá, foi ai que acabei ficando nervoso e me saindo mal novamente dessa vez a sorte não contou comigo, e acabei sendo dispensado, contudo de cabeça erguida e bem mais motivado para tentar participar de outros clubes, para mim isso foi uma lição para aprender a controlar meus sentimentos dentro de quadra seja ele o nervosismo, estresse, raiva ou algo do tipo, sempre me mantenho focado apenas no jogo, depois deste dia comecei a me controlar e hoje estou ai, a 1 ano e meio disputando FPB, e passando por 4 times dentre eles: Maúa, São Bernardo, Banespa e agora Santo André.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:09:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A GENTILEZA QUE NOS GUIA </title>
         <author>biancacosta11</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725199397</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria da Guia Ferreira Cavalcante nasceu no dia 20 de maio de 1948, no interior de São José do Egito, em Pernambuco.&nbsp;</div><div><br>Filha de agricultores atuantes em um pequeno sítio, seu pai, Pedro Ferreira, e sua mãe, Maria José, tiraram-na da escola quando tinha apenas oito anos para ajudar nos trabalhos de casa.&nbsp;</div><div><br></div><div>Sua juventude passa bem longe de ser considerada um conto de fadas. Após ter o sonho de se tornar uma costureira destruído por zombarias de sua família, e de perder o bebê poucos meses depois de sua primeira gravidez por dificuldades adquiridas no parto, Maria se mudou para Americana, no interior de São Paulo, em busca do pai de seus filhos que recusava a cuidar deles.&nbsp;</div><div><br></div><div>Disposta a dar o melhor futuro para sua família, a senhora Cavalcante teve uma grande sorte ao ampliar seus conhecimentos sobre costura que havia aprendido com sua sogra para poder trabalhar seriamente nesse ramo.&nbsp;</div><div><br>Em 2019, um câncer havia atingido seu útero resultando em uma metástase que a levou até sua morte.&nbsp;</div><div><br>Dona Maria, como era conhecida por todos seus amigos, sempre possuiu uma personalidade forte e determinada, e se agradava ao ajudar as pessoas ao seu redor.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:10:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>VIAGEM PARA TAIWAN</title>
         <author>hoerica</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725211872</link>
         <description><![CDATA[<div>Em julho de 2019, eram férias eu viajei para Taiwan com meus pais, eu fiquei muito feliz porque meu pai raramente nos acompanhava e fazia tempo que nós não viajávamos. Quando chegamos no aeroporto já era noite, mas eu não sentia cansaço, e assim acabamos de chegar em Taiwan. A viagem de ida durou pelo menos 2 dias.<br><br></div><div>Uns dias depois, decidimos ir ao parque de diversões (em Hsinchu), durou 2 horas para chegar, aquele parque de diversão tinha 3 tipos de atividade: zoológico, parque aquático e parque de diversão. Primeiro agente foi ao zoológico, tinha vários animais e tirei bastante foto, mas eu não vi meu animal favorito que era coelho, achei uma pena. Em segundo lugar a gente foi ao parque de diversão, eu e meu pai brincamos de montanha russa, minha mãe tinha medo por isso não brincou. Chegou ao meio dia estávamos com fome e resolvemos comer no restaurante, comemos macarrão era muito delicioso, mas claro que estava caro, quando acabamos de comer a gente decidiu ir ao parque aquático, mas não percebemos que havia nuvens escuras no céu, brincamos um pouco e começou a chover, embora não tenha chovido muito continuamos jogando, mas depois sentimos frio e decidimos voltar, e assim tempo feliz passou rapidamente, eu dormi bastante no carro.<br><br>Essa viagem foi muito feliz, mas na próxima vez seria melhor ver o clima antes de sair, eu vi vários animais que eu não tinha visto, aprendi como alimentar os animais foi muito divertido, na próxima vez eu quero ir novamente. &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:14:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>UMA PARTIDA DE BASE 6</title>
         <author>pintofelipe</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725235202</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando eu era do oitavo ano, não existia a pandemia de hoje em dia e claro eu ia para a escola, perto de junho estava acontecendo o Inter classes e pela primeira vez teria um jogo diferente que era a base 6, por esse motivo me deu uma vontade de participar, na época eu falava que me dava uma vontade de apanhar, pois eu era péssimo em esporte e eu estava certo o primeiro jogo iria começar e antes dos jogos tínhamos combinado de ir com camisetas<br>pretas e só duas pessoas foram com as camisetas.<br>Eu me lembro que quando foram organizar que salas iriam participar da base 6 só duas entraram, minha sala, o oitavo ano e o sétimo ano, no momento a arrogância subiu no talo me sentia o superman perto deles, ninguém estava se importando para a nossa partida mas mesmo assim, eu me sentia imbatível até a partida começar, fomos humilhados.<br>O jogo se constituía em dois times, um time fazia uma fila em um gol e o outro time ficava no outro lado da quadra, o time 1 chutava a bola e tinha que percorre por 6 base,<br>quando alguém do time dois pegava a bola tinha que queimar um membro do outro time sem sair do lugar, um queimado era um ponto para eles, o time um tinha que passar pelas 6 bases sem ser queimado e chegar no final para ganhar um ponto, nós subestimamos eles, 11 pessoas<br>em cada lado na época, eles queimaram 9 dos nossos, eu era um dos 9 correndo todo confiante até levar um bolada nas costas, o jogo ficou 9 x 2.<br>Depois teve outra partida que a gente ganhou, só que o ruim foi como eu descobri por que a gente ganhou, eu percebi que duas pessoas importantes do outro lado desapareceram, eles estavam doentes, depois houve uma final para decidir quem era o vencedor, por pouco a gente quase perdeu, mas tínhamos ganhado, a surpresa e alegria me contaminavam mais lá no fundo eu sabia que a gente só ganhou, pois, o outro lado estava sem os mais importantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:21:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>OS PEQUENOS DETALHES </title>
         <author>biancacosta11</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725238501</link>
         <description><![CDATA[<div>Creio que, todas as vezes que nos perguntam sobre nossa infância, nossas recordações costumam focar nos pequenos detalhes que marcaram aquela época e que nos fazem lembrar de diversas situações.</div><div><br>Máscaras hospitalares, a cor branca, a grande barra de metal que, em sua ponta, prendia um pequeno pacote com soro e diversos outros remédios que agiam rapidamente em meu organismo, obrigando-me a carregá-lo comigo para todos os lados - mesmo pesando quase o dobro da minha massa corporal. Esses são os pequenos detalhes de que me lembro até os dias de hoje, e que ainda me deixam um pouco assustada.&nbsp;</div><div><br>Tudo começou quando faltavam apenas duas semanas para meu aniversário de dois anos, a qual para muitas pessoas é considerada a idade onde nos tornamos oficialmente crianças. Naquela época, eu morava com minha família na casa da minha avó e toda a correria dos preparativos para a festa estava presente no ambiente.</div><div><br>Como qualquer criança, eu tinha minhas próprias “frescuras” e, por causa delas, eu não me sentia muito confortável quando outras pessoas tentavam me pegar no colo e minha família tinha conhecimento disso. Meus parentes começaram a estranhar o surgimento de manchas roxas espalhadas pelas minhas costas, que me faziam gritar todas as vezes que alguém me tocava.</div><div><br>E foi, então, que toda a confusão começou. O resultado dos exames não foi o que nenhum deles esperava, deixando claro o motivo de tanta dor quando as pessoas encostavam em mim: eu estava com Leucemia.</div><div><br>O choque deixou minha família tão abalada que, durante semanas, eu fui o assunto mais falado na igreja - ainda mais quando começavam a dizer que só adoeci por causa dos pecados cometidos pelos meus pais.&nbsp;</div><div><br>Meu aniversário foi comemorado durante o tratamento, e o tema não podia ser nada menos do que o meu desenho favorito da Disney: “A Bela e a Fera.”&nbsp;</div><div><br>A partir daquele dia, eu soube que as coisas seriam muito diferentes.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:22:29 UTC</pubDate>
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         <title>SUPERAÇÃO DE VIDA </title>
         <author>ferrazarthur</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725269302</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2017, por volta do mês de maio, eu estava em casa, e teria que acordar normalmente como toda manhã para ir à escola. Mas especificamente essa manhã, eu havia acordado e sentido algo de errado com meu corpo, foi quando tentei me levantar para ir falar com meus pais sobre meu mal estar.<br>&nbsp; &nbsp; Ao levantar da cama,notei que mal conseguia mexer e esticar meus braços, assim como as pernas, mas com muito esforço físico consegui chegar até o quarto dos meus pais para falar o que eu estava sentindo,s e quando eu disse a eles, pensaram que eu estava mentindo ou algo do tipo para não ter que ir à escola, até que de repente caí no chão por não conseguir parar em pé.<br>&nbsp; &nbsp; Quando cheguei no hospital, fiz minha consulta imediatamente, e os médicos ficaram preocupados, pois estava com suspeita de meningite e miosite. Foi solicitado um exame para retirar um líquido da medula para confirmar realmente a doença, e sem dúvidas foi a pior dor que eu senti na vida. Após algum tempo, o resultado saiu, e eu testei positivo para miosite, uma doença que afeta o sistema locomotor, atrofiando os músculos de todos os membros do corpo. Após sair o resultado, mandaram me internar imediatamente, e fiquei por lá durante uma semana e pouco, muito mal, sem conseguir andar, levantar para usar o banheiro ou tomar banho, foi uma situação bem difícil da minha vida.<br>&nbsp; &nbsp;Com isso, levei como aprendizado o quanto a saúde é valiosa, o quanto somos vulneráveis e como as piores coisas acontecem do nada. A vida é um sopro, nunca se sabe o dia de amanhã, se eu vou andar ou não, se eu vou acordar vivo, ou até mesmo se vou ver a pessoa que eu amo no dia seguinte, é tudo uma incógnita. Desde então eu só tenho um objetivo de vida, ser feliz e fazer tudo o que está em meu alcance, enquanto ainda posso, usufruir dessa benção que é a vida com sabedoria, ousadia e alegria. Jamais deixe de fazer algo de que possa se arrepender, apenas faça, pois o futuro se concerta com atitudes, mas não podemos alterar o passado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:31:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A HISTÓRIA DE UM HOMEM TRABALHADOR</title>
         <author>ferrazarthur</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725273869</link>
         <description><![CDATA[<div>José Eduardo nasce em 1956, em Mauá, onde cresce e é criado durante sua infância e adolescência, marcada por uma juventude de muito trabalho. Em 1974, aos 18 anos, José resolve se mudar para o interior de São Paulo, uma cidade chamada de Auriflama, muito pequena, constituída por 15 mil habitantes. Lá, ele começa a trabalhar logo após sua chegada, em um pequeno mercado conhecido na região. Entre seus 21 e 31 anos, José trabalha em diversas áreas na pequena cidade, como em mercados, empresas e oficinas, surgindo assim seu amor por carros. Já casado com sua esposa, Maria Aparecida, José tem 14 filhos, Rejane e Eduardo em 1976 e Wellington Eduardo. Em 1991, aos 32 anos, abre sua própria oficina de carros, chamada Auto Peças São José, na avenida principal da cidade, onde fica muito conhecida, e gera lucros para ele diariamente. Com o dinheiro arrecadado após o sucesso de sua oficina, José Eduardo, com ajuda de sua família, realiza seu sonho de comprar um sítio na região e se tornar fazendeiro. Desde então, cuida de bois, vacas, porcos e bodes. Acaba assim virando seu hobby não tem nada que o deixe se sentir mais jovem do que cuidar de seus próprios animais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:33:01 UTC</pubDate>
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         <title>À PROCURA DE UMA VIDA MELHOR </title>
         <author>speradavid</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725296337</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Glonaria do Nascimento Raposo Spera nasce em Portugal no arquipélago de Açores, na Ilha de São Miguel, em 28 de novembro de 1944. É filha de Diniz Raposo de Melo e Ireni Carvalho de Melo. Possui quatro irmãs, sendo a mais velha.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Como a ilha onde ela mora é muito pequena e sem recursos, só há escola até o primário, então Glonaria estuda até o quarto ano e depois passa a trabalhar com sua mãe fazendo bordados para ajudar sua família. Aos 13 anos vem com sua família ao Brasil á procura de mais recursos e uma tentativa de melhorar de vida. Com apenas 14 anos trabalha com seus pais em uma fábrica de abajur, em uma seção estritamente feminina. Aos 16 consegue vaga em um laboratório de fabricação de remédio, onde trabalhou por dois anos, até completar seus 18 anos e arranjar emprego em uma fábrica chamada Nialbras. Glonaria trabalha nessa fábrica por seis anos, até conhecer José Carmen Spera, homem com quem se casa. Depois de se casar trabalha por mais três anos e se aposenta. Em 1967 tem seu primeiro filho, Márcio José Spera e ao longo do tempo mais dois: Marco José Spera, e Maristela Carla Spera.<br><br>     Hoje Glonaria se encontra com 76 anos, mora em São Paulo. É viúva e aposentada. Possui três netos adotados. Glonaria adora participar de trabalhos voluntários, se exercitar e não ficar parada em casa, então possui uma vida ativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:39:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O FRUTO DO AMOR </title>
         <author>speradavid</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725305084</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Era o ano de 2000 quando meus pais, Olga Shigue Taki e Márcio José Spera, descobriram que não podiam ter filho. Mas isso não tirou o desejo deles de terem filho.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Passados quatro anos eles decidiram que iriam adotar uma criança. Eles pesquisaram em vários sites, rodearam a cidade de São Paulo mas nenhum lugar e nenhuma criança chamaram suas atenções. Então resolveram ligar na vara de infância, eles indicaram um bebê moreno, gordinho, com apenas 1 ano e 5 meses, chamado David. Chamou muita atenção dos meus pais e eles resolveram conhecer mais sobre esse bebê(eu) e quando me conheceram pessoalmente disseram que foi amor a primeira vista. Depois de me verem pessoalmente, eles passaram por um procedimento e ficaram temporariamente comigo. Eles ficaram comigo por mais ou menos uma semana e disseram que não queriam mais tirar os olhos de mim, então resolveram passar por mais um procedimento e me adotarem. Quando eles me adotaram, tiveram muitas dificuldades pois eu estava com catapora, alergias no corpo inteiro e várias outras doenças. Além de tudo isso, já tentaram me tirar uma vez da família, até hoje, eu não sei o porque, mas não conseguiram.No final, deu tudo certo e minha família veio para São Paulo e fizeram uma festa de boas vindas a mim.<br><br>     Hoje eu me pergunto, o que é mais importante do que o amor entre uma família constituída de uma mãe descendente de japonesa, de pele branca, um homem com descendência em Portugal e um filho negro. Já passamos por muitos preconceitos, mas nada é maior que o amor que sentimos um pelo o outro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 15:41:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MINHA AVÓ </title>
         <author>paladinyasmin</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1725367644</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 23 de novembro de 1952 nasce Maria Expedida Barbosa Paladin, minha avó, irmã de sete irmãos, que vive em Minas Gerais, Lassance. Somente cinco estão vivos.<br><br>Um deles morreu por conta da idade, e outro foi por infarto. Minha avó trabalha desde os 15 anos de idade, para ajudar em casa e ter o que comer, ela é a irmã do meio, e sempre ajudou sua mãe. Quando se mudou para a cidade de São Paulo, entrou em uma fábrica e começou a ser costureira, ela era uma das melhores de lá. Em um dia minha avó foi ao museu do Ipiranga, e lá conhece meu avó, que passou sua infância no interior de São Paulo em Pirajui. Depois de então, começaram a se conhecer, tudo era difícil em 1952, a mãe de minha avó, não aceitava o relacionamento. Casou-se virgem, e teve três filhos: Jefferson, Débora, Luiz Fabiano.<br><br>Hoje em dia permanece casada com meu avô.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 16:02:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SUPERAÇÃO, DA ROÇA À CIDADE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>     Nasce no dia dezessete de Janeiro de 1945 em Santana de Ferro, Minas Gerais, Cecília Rosa Alvez, dona de uma história inspiradora.<br>Sendo criada por seus pais juntamente com seus dez irmãos, cresce Cecília, em uma época na qual o machismo e a autonomia militar reinam.<br>Sofre muito na mão de seus irmãos por ser menina e irmã mais nova, mas, independente de tudo, mantém sua postura de respeito, sensatez e humildade com todos. Aos dez anos sai de sua terra natal e juntamente com sua família vem morar em São Paulo capital. Diariamente ajudando nos trabalhos domésticos e com curiosidade, aprende ser uma dona de casa e uma ótima costureira. Com a necessidade de ajuda em casa não conclui os estudos e ao longo dos anos faz supletivo para concluir o fundamental. Aos dezoito anos casa-se com Josafá José do Nascimento com trinta e dois anos. Criam uma vida com muito esforço e dedicação para dar o melhor às suas quatro filhas. O casal vive o real “até que a morte os separe” pois em 2018 seu marido falece devido a um severo caso de câncer. Mesmo com uma vida simples e muita dificuldade, Cecília tem deixado seu legado de esforço e dedicação à sua família, passa seus conhecimentos e sua vivência com orgulho de uma vida muito bem vivida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 02:55:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UMA BAITA SOBREVIVENTE</title>
         <author>bragagustavo</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1726826378</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje irei biografar a história de minha bisavó, cujo apelido carinhoso é Mariquinha já seu nome completo é Maria José Penha de Castro, o nascimento dela aconteceu na cidade de Itu, que é situada na região metropolitana de Sorocaba. Porém grande parte da sua vida ocorreu em Presidente Bernardes e Presidente Prudente, pequenas cidades localizadas no interior de São Paulo, no dia 17 de abril de 1922, já sobreviveu á gripe espanhola, e continua passando pela pandemia de coronavírus neste ano no qual já foi vacinada até hoje não apresenta nenhum problema de saúde, além de pressão alta por conta da idade e algumas fraquezas, porém ainda caminha com facilidade, e sem ajuda, e ainda tem muita vontade de viver, já conheceu a todos seus bisnetos, e tem o sonho de se tornar tataravó.&nbsp;</div><div>Foi uma vida com muitas dificuldades econômicas e poucos direitos na qual para ela só foi possível estudar até quarto ano do ensino fundamental 1.&nbsp;</div><div>Trabalhou desde muito nova em colheitas de algodão e com bastantes costuras de roupas, foi assim que conseguiu ajudar sua família a sobreviver aquela época.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 03:29:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A VIAGEM PARA NOSSA VIDA</title>
         <author>paladinyasmin</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1732630193</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das melhores viagens que eu tive foi ir para Akropolis.</div><div>Akropolis é um hotel para onde vão os formandos, e lá tem, piscina, quadra, vários entretenimentos, e tive sorte de poder ir com os meus amigos.&nbsp;</div><div>Fomos em viagem de formatura do 9º ano de 2019.</div><div>Lá me aproximei e reaproximei de várias pessoas, tivemos momentos incríveis, e lembranças que tenho certeza de que ficarão na memória de todos! Muitas coisas aconteceram, coisas boas e coisas ruins! Aprendi e cresci lá, me diverti, gastei até as energias que eu não sabia de onde eu tirava elas. Essa viagem vai ser levada tanto na minha lembrança, tanto no meu coração, sou grata a todos que estavam presentes!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-11 14:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A PRIMEIRA E ÚLTIMA VEZ QUE ME MACHUQUEI ANDANDO DE SKATE. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>     Se não me engano foi em 2018, eu estava na casa do meu pai o que já era ruim, pois meus pais são separados e eu não tinha uma boa relação com ele. Minha tia estava lá e perguntou se eu queria aprender a andar de skate, eu toda feliz disse que sim.<br>     Descemos e ficamos na rua, era uma rua fechada, então não teria problema de carros passando, ela foi me ensinando e estava tudo dando certo até que eu tive a brilhante ideia de aprender a virar o skate sozinha. Peguei uma certa velocidade e fui fazer o movimento para virar, mas o skate foi para frente e eu caí de costas. Doeu muito e eu não conseguia me levantar do chão, chamei meu pai desesperada e ele me levou para o hospital.<br>     Chegando no hospital minha irmã ligou para minha mãe, pois precisávamos de certas informações minhas que eu por ser muito nova não sabia. Minha mãe ficou super preocupada, mas como estava com meu pai ela aguardou para ver o que aconteceria. Passei no ortopedista e o médico disse que eu tinha trincado o cóccix. Como era nova iria melhorar rápido e tive que tomar remédio e saí de lá em uma cadeira de rodas. Depois disso eu aprendi a andar de skate e nunca mais me machuquei feio, e serviu de lição para o meu pai também para me conhecer melhor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 03:22:10 UTC</pubDate>
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         <title>RELATO PESSOAL</title>
         <author>pireslais</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Já vivenciei muitas histórias marcantes, mas em especifico essa é muito especial. Eu estudava em um colégio que amava, só que um dia meus pais resolveram me tirar do colégio, logo após me mudei para uma escola muito simples eu não queria&nbsp; sair do meu antigo colégio por conta das amizades e o carinho pelos professores. Quando eu cheguei na nova escola foi um choque e me senti muito sozinha, não me encaixava na escola e muito menos com as pessoas, não gostava de ninguém e não me&nbsp; receberam nada bem.&nbsp; Com o tempo me acostumei e fiz novas amizades que levo até hoje comigo, eu aprendi a gostar da escola e me "enturmar”. Ao final do ano em minha antiga escola comecei a me apegar e me adaptar bastante, mas infelizmente meus pais não concordavam em me deixar lá, então resolveram me tirar, fiquei bem magoada, pois&nbsp; não estava preparada para me acostumar com a nova adaptação tudo de novo, mas no final tive que ir.&nbsp; Quando cheguei em minha nova escola, me senti muito mal, pois não conhecia ninguém, e não estava conseguindo me adaptar.&nbsp; Não estava satisfeita, sempre chegava em casa muito abalada e totalmente triste, mas todo dia pedia para Deus uma amiga e sempre na esperança de que tudo iria passar.&nbsp; Após duas semanas, quando cheguei no colégio me deparei com uma aluna nova pois estava sem uniforme e acabei me apresentando, conversamos muito e nos identificamos em várias coisas, com o tempo foi ficando cada vez mais próxima, vivíamos sempre juntas e realmente&nbsp; vi que ela foi um presente de Deus, até hoje somos muito amigas e enfrentaremos tudo juntas e espero que nossa conexão seja para sempre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 11:19:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A HISTÓRIA DE UMA MULHER NORDESTINA </title>
         <author>pireslais</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotrprof/Bookmarks/wish/1748425006</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1933 Maria Madalena nasceu no sertão Nordestino na cidade Tacaratu, vivendo uma infância muito simples. Aos 16 anos veio para São Paulo em busca de uma vida melhor, casou-se com um militar e teve cinco filhas. Aos 56 anos seu marido faleceu, com muita dor criou suas filhas sozinha enfrentando muita luta e esforço mas conseguiu criá-las muito bem. Com o tempo descobriu que tinha uma doença no pulmão, ficou enferma por muitos anos até que faleceu em 2014.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 11:24:58 UTC</pubDate>
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