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      <title>Atividade de Biologia II by LEONARDO MARCINKO POPIA</title>
      <link>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg</link>
      <description>Pesquisa referente a doença Esclerose Múltipla</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-21 13:54:50 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-08-21 14:42:43 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Descrição da Doença</title>
         <author>leonardopopia</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550444593</link>
         <description><![CDATA[<p>   A EM (esclerose múltipla) é uma doença autoimune, o que significa que o sistema imunológico do corpo ataca a própria mielina, uma substância que envolve e protege os nervos no cérebro e da medula espinhal. Essa destruição da mielina (desmielinização) interrompe a comunicação entre o cérebro e o resto do corpo, causando diversos sintomas.</p><p>   A prevalência e incidência de EM no mundo variam de acordo com a geografia e etnia, com taxas de prevalência variando de 2 por 100.000 na Ásia e mais de 100 por 100.000 na Europa e América do Norte.</p><p>No Brasil, estima-se que existam 40.000 casos da doença, uma prevalência média de 15 casos por 100.000 habitantes, conforme a última atualização da Federação Internacional de Esclerose Múltipla e Organização Mundial da Saúde publicadas em 2013. O número estimado de pessoas com Esclerose Múltipla no mundo aumentou de 2,1 milhões em 2008 para 2,3 milhões em 2013.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 14:39:24 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomas</title>
         <author>leonardopopia</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550444814</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Fadiga (fraqueza ou cansaço)</strong></p></li><li><p><strong>Sensitivas</strong>: parestesias (dormências ou formigamentos), nevralgia do trigêmeo (dor ou queimação na face);</p></li><li><p><strong>Visuais</strong>: neurite óptica (visão borrada, mancha escura no centro da visão de um olho – escotoma – embaçamento ou perda visual), diplopia (visão dupla);</p></li><li><p><strong>Motoras</strong>: perda da força muscular, dificuldade para andar, espasmos e rigidez muscular (espasticidade);</p></li><li><p><strong>Ataxia</strong>: falta de coordenação dos movimentos ou para andar, tonturas e desequilíbrios;</p></li><li><p><strong>Esfincterianas</strong>: dificuldade de controle da bexiga (retenção ou perda de urina) ou intestino;</p></li><li><p><strong>Cognitivas</strong>: problemas de memória, de atenção, do processamento de informações (lentificação);</p></li><li><p><strong>Mentais</strong>: alterações de humor, depressão e ansiedade;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 14:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Causas Comuns</title>
         <author>leonardopopia</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550444921</link>
         <description><![CDATA[<p>As causas envolvem predisposição genética (com alguns genes já identificados que regulam o sistema imunológico) e combinação com fatores ambientais, que funcionam como “gatilhos”:</p><ul><li><p><strong>infecções virais (vírus Epstein-Barr)</strong></p></li><li><p><strong>exposição ao sol e consequente níveis baixos de vitamina D prolongadamente</strong></p></li><li><p><strong>exposição ao tabagismo</strong></p></li><li><p><strong>obesidade</strong></p></li><li><p><strong>exposição a solventes orgânicos</strong></p></li><li><p><strong>estes fatores ambientais são considerados na fase da adolescência, um período de maior vulnerabilidade.</strong></p></li></ul><p>Nos portadores de esclerose múltipla as células imunológicas invertem seu papel: ao invés de protegerem o sistema de defesa do indivíduo, passam a agredi-lo, produzindo inflamações. As inflamações afetam particularmente a bainha de mielina – uma capa protetora que reveste os prolongamentos dos neurônios, denominados axônios, responsáveis por conduzir os impulsos elétricos do sistema nervoso central para o corpo e vice-versa.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 14:39:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550444921</guid>
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         <title>Diagnóstico</title>
         <author>leonardopopia</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550444962</link>
         <description><![CDATA[<p>Para o diagnóstico da esclerose múltipla são utilizados os Critérios de McDonald de 2017, que consideram vários aspectos clínicos e de imagem, associado a análise do liquor com a pesquisa de marcadores específicos. <strong><mark>A Ressonância Magnética de crânio e coluna (medula espinhal) é a principal ferramenta para o diagnóstico das doenças desmielinizantes do SNC.</mark></strong></p><p>Na ressonância magnética, as lesões desmielinizantes típicas da doença tem que preencher critérios de <strong>disseminação no tempo e no espaço</strong>:</p><ul><li><p>​Presença de uma lesão em pelo menos 2 locais do SNC, de quatro localizações típicas: justacorticais/corticais; periventriculares; infratentoriais e medulares. Estas são necessárias para cumprir o critério de disseminação no espaço.</p></li></ul><p>Veja nas imagens acima, as áreas arredondadas na cor branca são as típicas lesões desmielinizantes da EM, apontadas com a setas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 14:39:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550444962</guid>
      </item>
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         <title>Prevenção</title>
         <author>leonardopopia</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550445049</link>
         <description><![CDATA[<p>A esclerose múltipla (EM) não tem uma prevenção definida, mas <strong><mark>adotar um estilo de vida saudável pode reduzir o risco de desenvolvimento e ajudar a controlar os sintomas em pessoas com predisposição</mark></strong>. Ainda não existem formas de prevenção comprovadas, mas evitar fatores de risco e manter hábitos saudáveis pode ser benéfico.&nbsp;</p><ul><li><p><strong>Evitar o tabagismo:</strong></p><p>Fumar é um fator de risco conhecido para a EM e pode acelerar a progressão da doença.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Manter níveis adequados de vitamina D:</strong></p><p>A vitamina D pode ter um papel protetor contra a EM, então a exposição solar moderada e a suplementação (se recomendada por um médico) são importantes.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Controlar o peso:</strong></p><p>A obesidade, especialmente na infância e adolescência, está associada a um risco maior de desenvolver EM.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Gerenciar o estresse:</strong></p><p>O estresse pode desencadear ou agravar os sintomas da EM. Técnicas de relaxamento e atividades que reduzem o estresse podem ser úteis.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Alimentação saudável e exercícios:</strong></p><p>Uma dieta equilibrada e a prática regular de atividade física podem melhorar a saúde geral e contribuir para a prevenção da EM.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Evitar infecções:</strong></p><p>Algumas infecções virais, como o <mark>vírus Epstein-Bar</mark><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="DTlJ6d" href="https://www.google.com/search?sca_esv=75973f5d98028357&amp;rlz=1CAOFRB_enBR1176BR1176&amp;q=v%C3%ADrus+Epstein-Barr&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjZ8PqEjZyPAxUXE7kGHftXMXYQxccNegUIiwEQAQ&amp;mstk=AUtExfCBp2HYA6uH_i58mgGOCBCZm3Ro_NLZczBSE8pLEfV2trl4It-fWLe2qQzfRYGDXh_gcRuApUQ33AzbMKO3UBJunbZ-YNS5D1dgB9sn_6D2Jx4ln43d5B62fSNMdwx3mkK5gYWOjuJfThfyvNJzmFbmWUVtbu95-MDmfriXAnAVpZ_Qhtfec6BUhxLvWn3W_u8W&amp;csui=3"><mark>r</mark></a>, foram associadas a um risco maior de EM. Manter uma boa higiene e manter as vacinas em dia podem ser importantes.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 14:39:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550445049</guid>
      </item>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>leonardopopia</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550445157</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Corticosteroides</strong></p><p>   Em caso de uma crise aguda, corticosteroides são mais comumente utilizados. Provavelmente, funcionam ao suprimir o sistema imunológico. São administrados por um curto período de tempo para aliviar sintomas imediatos (como perda de visão, força ou coordenação), caso os mesmos interfiram no funcionamento do organismo. Por exemplo, pode-se administrar prednisona por via oral ou metilprednisolona por via endovenosa. Embora os corticosteroides possam diminuir as recaídas e reduzir a progressão da esclerose múltipla, eles não param sua progressão.</p><p>   Raramente se utilizam os corticosteroides durante um período prolongado, já que podem causar muitos efeitos colaterais, como um aumento da propensão para as infecções, diabetes, aumento de peso, cansaço, osteoporose e úlceras. Os corticosteroides são iniciados e suspensos conforme a necessidade.</p><p><strong>Medicamentos para ajudar a controlar o sistema imunológico:</strong></p><p>   Frequentemente são também usados medicamentos que ajudam a impedir o sistema imunológico de atacar as bainhas de mielina. Esses medicamentos ajudam a reduzir o número de futuras recaídas. Eles incluem os seguintes:</p><ul><li><p>As <strong>injeções de interferon beta</strong> reduzem a frequência de recaídas e podem ser úteis para retardar a invalidez.</p></li><li><p>As <strong>injeções de acetato de glatirâmero</strong> podem proporcionar benefícios semelhantes às pessoas com esclerose múltipla leve inicial.</p></li><li><p>O <strong>natalizumabe</strong> é um <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="TopicXLink_title__vLmFe consumer " href="https://www.msdmanuals.com/pt/casa/doen%C3%A7as-imunol%C3%B3gicas/biologia-do-sistema-imunol%C3%B3gico/imunoterapia#v43445326_pt">anticorpo monoclonal</a> administrado por via intravenosa como infusão, uma vez por mês. É mais eficaz que outros medicamentos para reduzir a frequência de recaídas e evitar futuras lesões no cérebro. Entretanto, o natalizumabe pode aumentar o risco de uma infecção rara e fatal do cérebro e da medula espinhal (<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="TopicXLink_title__vLmFe consumer " href="https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-cerebrais-da-medula-espinal-e-dos-nervos/infec%C3%A7%C3%B5es-no-c%C3%A9rebro/leucoencefalopatia-multifocal-progressiva-lmp">leucoencefalopatia multifocal progressiva</a>).</p></li><li><p><strong>Fingolimode, ozanimode, ponesimode, siponimode, teriflunomida, cladribina e fumarato de dimetila, fumarato de monometila e fumarato de diroximel</strong> podem ser usados para tratar a esclerose múltipla que ocorre em padrões recorrentes. Esses medicamentos podem ser tomados por via oral. Fingolimode, fumarato de dimetila, fumarato de monometila e fumarato de diroximel também aumentam o risco de leucoencefalopatia multifocal progressiva, embora o risco seja muito menor do que com natalizumabe.</p></li><li><p>O <strong>ocrelizumabe</strong> é um anticorpo monoclonal utilizado para tratar esclerose múltipla que ocorre em padrões recorrentes ou progressivos primários. Ele é administrado como infusão em uma veia a cada seis meses. Ele pode causar reações à infusão que podem incluir erupção cutânea, coceira, dificuldade para respirar, inchaço da garganta, tontura, pressão arterial baixa e frequência cardíaca rápida.</p></li><li><p>O <strong>alentuzumabe</strong> (utilizado para tratar leucemia), também um anticorpo monoclonal, é eficaz no tratamento da esclerose múltipla que ocorre em padrões de recaída (padrão de recaída-remissão e padrão recidivante progressivo). Este é administrado por via intravenosa. No entanto, aumenta o risco de doenças autoimunes graves e determinados tipos de cânceres. Consequentemente, o alentuzumabe é geralmente utilizado apenas quando o tratamento com outros dois ou mais medicamentos não tem sido eficaz.</p></li><li><p><strong>Ofatumumabe</strong> é usado para tratar formas recidivantes de esclerose múltipla e esclerose múltipla em progressão ativa. Ele é injetado sob a pele (via subcutânea). Pessoas com esclerose múltipla podem aprender a administrar a injeção sozinhas.</p></li><li><p><strong>Ublituximabe</strong> também é usado para tratar formas recorrentes de esclerose múltipla e esclerose múltipla em progressão ativa. Este é administrado por via intravenosa. Ublituximabe aumenta a suscetibilidade de uma pessoa a infecções (como infecções do trato urinário, infecções do trato respiratório superior e <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="TopicXLink_title__vLmFe consumer " href="https://www.msdmanuals.com/pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-por-herpesv%C3%ADrus">infecções por herpesvírus)</a> porque ele suprime o sistema imunológico.</p></li><li><p><strong>Mitoxantrona</strong>, um medicamento para quimioterapia, pode reduzir a frequência de recaídas e diminuir a progressão da doença. É administrada somente quando outros medicamentos não funcionam e normalmente por até dois anos apenas, pois pode causar lesão cardíaca.</p></li><li><p>Às vezes, <strong>imunoglobulinas,</strong> administradas por via intravenosa uma vez ao mês, ajudam quando outros medicamentos não funcionaram. A imunoglobulina consiste de anticorpos obtidos do sangue de pessoas com um sistema imunológico normal.</p></li></ul><p>   Os medicamentos que aumentam o risco de leucoencefalopatia multifocal progressiva (natalizumabe, fingolimode e fumarato de dimetila) são usados somente por médicos especialmente treinados. Além disso, as pessoas que os tomam devem ser observadas periodicamente quanto a sinais de leucoencefalopatia multifocal progressiva. </p><p>   Exames de sangue para o vírus JC, que causa a leucoencefalopatia multifocal progressiva, são realizados periodicamente. Se uma pessoa que estiver tomando natalizumabe desenvolver leucoencefalopatia multifocal progressiva, pode ser feita troca de plasma para remover o medicamento rapidamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 14:39:52 UTC</pubDate>
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         <title>Avanços Científicos</title>
         <author>leonardopopia</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550446962</link>
         <description><![CDATA[<p>A esclerose múltipla (EM) tem sido alvo de avanços significativos na ciência, tanto no diagnóstico quanto no tratamento. <strong><mark>Pesquisas recentes têm explorado o uso da inteligência artificial para monitoramento cerebral e personalização de tratamentos</mark></strong>. Além disso, novas terapias com anticorpos e drogas orais, como cladribina, têm demonstrado eficácia no controle da doença e na prevenção de progressão, especialmente em formas progressivas da EM. Novos marcadores de imagem e análise do líquor também têm aprimorado o diagnóstico e a identificação de pacientes com maior risco de progressão.&nbsp;</p><p>Entre os avanços se destaca:</p><ul><li><p><strong>Tomografia de Coerência Óptica (OCT);</strong></p></li><li><p><strong>Marcadores de Imagem;</strong></p></li><li><p><strong>Análise de Líquor;</strong></p></li><li><p><strong>Promoção de Remielinização;</strong></p></li><li><p><strong>Neuroproteção;</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 14:41:12 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto Social e Qualidade de Vida</title>
         <author>leonardopopia</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopopia/e06ppm3vtlgnascg/wish/3550447028</link>
         <description><![CDATA[<p>A esclerose múltipla (EM) tem um impacto significativo na qualidade de vida e nas relações sociais das pessoas afetadas. Além dos desafios físicos, <strong><mark>a doença pode causar sofrimento emocional, isolamento social e dificuldades no mercado de trabalho</mark></strong>.&nbsp;</p><p><strong>Impacto Social:</strong></p><ul><li><p><strong>Isolamento Social:</strong></p><p>A progressão da doença e a necessidade de adaptações constantes podem levar ao isolamento, com pacientes se sentindo incompreendidos e sozinhos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Mudanças no Estilo de Vida:</strong></p><p>O diagnóstico e a progressão da EM podem exigir mudanças no estilo de vida, como adaptações nas atividades sociais, rotinas de sono e outras atividades.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Dificuldades no Trabalho:</strong></p><p>A EM pode levar à incapacidade, resultando em perda de emprego ou dificuldades em manter o emprego, afetando a estabilidade financeira e a participação social.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Apoio Social:</strong></p><p>Ter apoio da família, amigos e parceiros é crucial para lidar com os desafios da EM e manter a qualidade de vida.&nbsp;</p></li></ul><p><strong>Impacto na Qualidade de Vida:</strong></p><ul><li><p><strong>Bem-Estar Emocional:</strong></p><p>Sintomas como ansiedade, depressão, baixa autoestima e labilidade emocional são comuns, especialmente após o diagnóstico ou durante os surtos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Autoestima:</strong></p><p>Problemas de autoestima e irritabilidade podem surgir, afetando a autoimagem e o bem-estar geral.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Mobilidade e Funcionamento:</strong></p><p>A perda de mobilidade, fadiga e outros sintomas físicos podem limitar a capacidade de realizar atividades diárias e participar de atividades sociais.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Saúde Física:</strong></p><p>A EM pode afetar a saúde dos pés e outras áreas do corpo, impactando a qualidade de vida.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 14:41:18 UTC</pubDate>
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