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      <title>Padlet da Biodiversidade de Mamíferos na Região Norte by Alicia Lima</title>
      <link>https://padlet.com/aliciacarolinemelo/dzuv8pd7pn3sa8e3</link>
      <description>Equipe: Alicia Caroline Melo Lima, Franciany de Oliveira Souza, Natacha Bianca Araújo da Silva, Nayanne França Campos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-23 02:20:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-04-25 01:30:51 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Mamirauá Sustainable Development Reserve, Maraã - AM</title>
         <author>aliciacarolinemelo</author>
         <link>https://padlet.com/aliciacarolinemelo/dzuv8pd7pn3sa8e3/wish/2528119049</link>
         <description><![CDATA[<div>A ingestão de lixo por espécies aquáticas tem sido registrada há vários anos, sendo mais intensificada a partir de 1984. Até o momento não havia nenhum relato de morte de peixe-boi amazônico (Trichechus inunguis) por ingestão de lixo plástico. Essa espécie é endêmica dos rios da bacia amazônica e vulnerável a extinção. A presente nota tem por objetivo relatar a provavel implicação de ingestão de lixo plástico na morte de um exemplar de peixe-boi amazônico no baixo rio Japurá, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (RDSM), estado do Amazonas. A aplicação do método de entrevistas semi-estruturadas junto aos moradores da região, em especial aos caçadores tradicionais desse sirênio sobre a caça, originou o relato do evento. No dia 06/06/2008 um peixeboi adulto de cerca de três metros de comprimento foi encontrado morto no baixo rio Japurá. Ao ser aberto pelo pescador que o encontrou, constatou-se que havia uma sacola plástica (5 kg) de mercado no trato digestivo na altura da faringe, podendo, com isso, ter obstruído o canal digestivo ou asfixiado o animal. Dado o amplo uso e descarte indiscriminado de matéria plástica, recomendam-se ações conjuntas da sociedade para reduzir o impacto do lixo sobre a vida silvestre e o ambiente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 02:33:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Amazonas</title>
         <author>aliciacarolinemelo</author>
         <link>https://padlet.com/aliciacarolinemelo/dzuv8pd7pn3sa8e3/wish/2528132037</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo deste trabalho foi dar continuidade ao monitoramento, feito na pesquisa publicada por<br>Melo; Lima; Pantoja (2019), nos pontos de ocorrência de ariranhas (<em>Pteronura brasiliensis</em>), no<br>igarapé Esperança em zona urbana de Benjamin Constant-AM. No intuito de entender a<br>conservação e implicações para a ocorrência da espécie, foi realizado um diagnóstico ambiental<br>na área onde foi relatada a ocorrência da espécie durante o período da pesquisa e, apontadas<br>possíveis interferências antrópicas que se relacionam direta ou indiretamente com a presença das<br>mesmas no referido igarapé. Apesar do menor número de ocorrências da espécie no período, (se<br>comparado com o anterior) atribuídas ao baixo nível das águas do Rio Javari e do igarapé Esperança, e também à menor precipitação de chuvas no ano de 2018 (se comparado aos anos<br>anteriores), conseguimos dar continuidade ao monitoramento, sendo incluído um novo ponto de<br>observações. Os dados aqui levantados denotam a necessidade de dar continuidade ao trabalho<br>de monitoramento, buscando encontrar soluções para os problemas ora relacionados com as<br>interações entre ariranhas-população humana-igarapé.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 02:44:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parque Nacional de Anavilhanas, Uarini - AM</title>
         <author>aliciacarolinemelo</author>
         <link>https://padlet.com/aliciacarolinemelo/dzuv8pd7pn3sa8e3/wish/2528135807</link>
         <description><![CDATA[<div>A atividade turística de interação ser humano-boto-da-Amazônia (<em>Inia geoffrensis</em>), baseada na prática<br>do condicionamento por meio da alimentação artificial, vem aumentando quantitativamente nos últimos anos, assim como a literatura que descreve os seus efeitos negativos. O objetivo deste trabalho é<br>avaliar essa atividade à luz da legislação ambiental, tomando como estudo de caso o Parque Nacional<br>de Anavilhanas (PNA), localizado em Novo Airão, Estado do Amazonas, Brasil. A partir de consultas<br>à literatura especializada, da leitura do arcabouço legal e da análise de material empírico, constata-se<br>que <em>i</em>) legalmente, esta prática está em conflito com alguns aspectos da legislação ambiental, conceitos<br>de ecoturismo e funções das Unidades de Conservação, e <em>ii</em>) administrativamente, os órgãos ambientais<br>responsáveis vêm tomando as medidas necessárias para a mitigação dos impactos negativos e conduzindo.<br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/748122083/269318ef2443e77bb1dd01b6dc08256e/As_atividades_tur_sticas_baseadas_na_alimenta__o.pdf" />
         <pubDate>2023-03-23 02:46:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amazonas</title>
         <author>aliciacarolinemelo</author>
         <link>https://padlet.com/aliciacarolinemelo/dzuv8pd7pn3sa8e3/wish/2528138226</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mamíferos atropelados na região norte da Amazônia e comparações com rodovias de outras regiões do Brasil. </strong>As rodovias e o fluxo<br>de veículos contribuem para os processos de fragmentação da paisagem e alteração do habitat natural, representando ameaça para conservação das<br>espécies em diversos biomas. Este estudo avalia os registros de atropelamentos das espécies de mamíferos silvestres e compara este com outros 37<br>estudos realizados no Brasil, para avaliar a riqueza e diversidade de espécies ameaçadas em distintas ecorregiões. O estudo foi realizado entre junho<br>de 2007 e junho de 2008, ao longo de 60 km da rota BR-364, entre os municípios de Ouro Preto d’Oeste e Presidente Médici, no estado de Rondônia.<br>Foram registrados 220 atropelamentos pertencentes a 13 espécies de mamíferos. Cingualata, Pilosa e Carnivora foram as ordens mais representadas,<br>sendo <em>Dasypus novemcinctus </em>a espécie mais significativa (56.7%), seguida por <em>Tamandua tetradactyla </em>(10.5%) e <em>Cerdocyon thous </em>(8.2%), refletindo<br>a capacidade de adaptação das espécies às alterações do habitats e a presença humana. O número de atropelamentos de indivíduos e espécies não<br>indicaram diferenças significativas entre estações climáticas. Este estudo indica altos índices de atropelamentos de indivíduos (3.38 indivíduos/km/ano)<br>e moderado número de espécies atropeladas (0.20 espécies/km/ano) para a região em relação a outras localidades no Brasil, com 46% das espécies em<br>status de ameaça. As rodovias nas ecorregiões do Cerrado apresentaram resultados significativamente maiores de espécies ameaçadas (média de 52%)<br>em relação ao Pampa (24%), porém não houve diferença significativa se comparado às rodovias na Amazônia (37%) e Mata Atlântica (31%). Os dados<br>reforçam a necessidade de medidas emergenciais para minimizar impactos por atropelamentos da mastofauna, recomendando prioridade em rodovias<br>mais impactadas e ecorregiões mais ameaçadas&nbsp;.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 02:48:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bragança, PA</title>
         <author>aliciacarolinemelo</author>
         <link>https://padlet.com/aliciacarolinemelo/dzuv8pd7pn3sa8e3/wish/2565857364</link>
         <description><![CDATA[<div>O monitoramento na rodovia PA-458 foi realizado com o objetivo de quantificar o número de atropelamentos letais de mamíferos ao longo de dois ciclos anuais e identificar as espécies mais suscetíveis a esses acontecimentos. Foram realizadas três visitas semanais ao longo desta rodovia, durante o período de dezembro de 2001 a dezembro de 2003. Os mamíferos mortos por atropelamento foram identificados, sexados, pesados e medidos, bem como anotado o ponto onde o animal foi encontrado na rodovia. Um total de 44 mamíferos de médio e pequeno porte foi registrado, sendo distribuídos em três ordens, seis famílias, sete gêneros e sete espécies (Procyon cancrivorus, Cerdocyon thous, Eira barbara, Cyclopes didactylus, Tamandua tetradactyla, Euphractus sexcinctus e Didelphis marsupialis). A espécie que apresentou o maior número de indivíduos mortos foi P. cancrivorus (n=21). C. didactylus, E. barbara e E. sexcinctus apresentaram os menores valores (n=1). A análise de variância mostrou que não houve diferença significativa entre o número de indivíduos mortos nos dois anos de monitoramento (ANOVA, F=0,35; gl=1; p&gt;0,05). No entanto, a comparação do número de indivíduos mortos por quilômetro ao longo da rodovia mostrou diferença bastante significativa (K-S, DM=0,22; p&lt;0,01), sendo os quilômetros 13 e 20 os pontos onde foram registrados os maiores índices de atropelamentos. A análise comparativa do número de atropelamentos entre o período chuvoso e seco para os dois anos não apresentou diferença significativa (c²=0,151; gl=1; p&gt;0,05), porém os registros triplicaram durante os meses de junho e julho nesses dois anos. Considerando que o tráfego de veículos tende a aumentar na rodovia PA-458 durante o verão em função do aumento no número de turistas atraídos pelas praias de Ajuruteua, é razoável sugerir que a mortalidade dos mamíferos associados às florestas adjacentes, por exemplo, terra firme e manguezal, poderia estar diretamente relacionada a este intenso tráfego durante este período do ano.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/748122083/e62322101c3aaf65dca7e8316f88987d/Dois_anos_de_monitoramento_dos_atropelamentos_de_mam_feros_na_rodovia_PA_458__Bragan_a__Par.pdf" />
         <pubDate>2023-04-24 15:03:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Floresta Nacional de Carajás, Parauapebas - PA</title>
         <author>aliciacarolinemelo</author>
         <link>https://padlet.com/aliciacarolinemelo/dzuv8pd7pn3sa8e3/wish/2565874438</link>
         <description><![CDATA[<div>A Floresta Nacional de Carajás é uma unidade de conservação federal localizada no sudeste da Amazônia, região Norte do Brasil. Juntamente com outras cinco áreas formam o Mosaico de Carajás com um contínuo de 1.307.000 hectares de área protegida. As principais fitofisionomias presentes no interior da unidade são a Floresta Ombrófila Densa e a Savana Metalófila. A unidade abriga a maior província mineral do mundo. A atividade de mineração promove diferentes impactos sobre a fauna principalmente através da modificação de paisagem originada pela supressão vegetal. O objetivo desse trabalho foi estudar a composição da comunidade de mamíferos de médio e grande porte através do levantamento de informações sobre a riqueza, a abundância e as diferenças entre a composição da mastofauna nas fitofisionomias de Savana Metalófila e Floresta Ombrófila Densa e suas alterações ocasionadas pelo impacto da mineração. Foram realizadas quatro campanhas em 19 trilhas que se distribuíram em áreas de Savana Metalófila e Floresta Ombrófila Densa impactadas e controle. A metodologia utilizada foi de transecção linear e armadilhamento fotográfico com um esforço total empregado de 432 km e 85.920 horas, para cada um dos métodos, respectivamente. A comunidade de mastofauna de médio e grande porte apresentou 43 espécies distribuídas em oito ordens, com um aumento de 41% de novos registros para a região. A composição da comunidade de mastofauna apresentou diferenças quanto a riqueza e a abundância das espécies nas duas fitofisionomias e quanto ao efeito do impacto da mineração. O presente trabalho trouxe avanços em relação à lista de espécies de mamíferos de médio e grande porte e aumentou o conhecimento a respeito da composição desta fauna em ambientes de floresta e de savana na Floresta Nacional de Carajás. Trouxe informações acerca dos impactos sobre a mastofauna e identificou importantes sensibilidades de algumas espécies frente à mineração, contribuindo para a busca do equilíbrio entre a mineração e a conservação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 15:15:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Floresta Nacional de Carajás, Parauapebas - PA</title>
         <author>aliciacarolinemelo</author>
         <link>https://padlet.com/aliciacarolinemelo/dzuv8pd7pn3sa8e3/wish/2565885440</link>
         <description><![CDATA[<div>Os pequenos mamíferos apresentam maior diversidade para a região Neotropical e são bons indicadores de alterações de habitats. Nós amostramos dois tipos de fitofisionomias. Os objetivos deste estudo foram avaliar a estrutura, a estratificação vertical e o impacto da mineração na comunidade de pequenos mamíferos nas áreas de Canga e Floresta. Foram amostradas seis linhas paralelas a partir da borda, em cada área. Foram instaladas 60 armadilhas intercaladas nos três estratos: solo, sub-bosque e dossel, durante seis noites consecutivas. E armadilhas de queda e interceptação, com 15 baldes em cada trilha, apenas nas áreas de Floresta. Foram amostradas uma área de cada fitofisionomia mais próxima e mais afastada do impacto, durante dois períodos chuvosos e dois secos, de 2009 a 2011. Nós encontramos diferenças muito evidentes quanto à composição e estrutura nos dois tipos de fitofisionomias amostradas: a riqueza foi maior na Floresta e a abundância total foi maior na Canga. Das 24 espécies amostradas, 15 foram registradas exclusivamente no solo, oito no solo e sub-bosque e uma (Glironia venusta) exclusivamente no dossel. Apenas Micoureus demerarae foi registrado nos três estratos e Caluromys philander apenas no sub-bosque e dossel. O efeito do impacto é muito evidente nas Florestas e menos nas Cangas. Nas Florestas, quanto mais distante do impacto, maior a riqueza e abundância de espécies. É importante a continuidade e o aprofundamento de estudos com comunidades de pequenos mamíferos na Floresta Nacional de Carajás, ampliando o conhecimento científico para propor medidas que minimizem o impacto causado pela atividade mineradora na região.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 15:22:42 UTC</pubDate>
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         <title>Novo paraíso, Bonfim - Roraima</title>
         <author>aliciacarolinemelo</author>
         <link>https://padlet.com/aliciacarolinemelo/dzuv8pd7pn3sa8e3/wish/2565894381</link>
         <description><![CDATA[<div>A Amazônia abriga uma grande diversidade de mamíferos, os quais são importantes fontes de alimento para seus habitantes. A caça, entretanto, pode ter forte impacto negativo sobre a mastofauna. O presente estudo comparou a taxa de avistamento, a abundância e a biomassa relativas e o tamanho médio de grupo dos mamíferos de médio e grande porte, bem como caracterizou e quantificou a pressão de caça, em duas áreas do Estado de Roraima, o Parque Nacional do Viruá (protegida) e o assentamento Novo Paraíso (caçada). Foram registradas 33 espécies, sendo 25 no assentamento Novo Paraíso e 21 no Parque Nacional do Viruá. Não houve diferença significativa entre as taxas de avistamento, as abundâncias e biomassas relativas e os tamanhos de grupo de mamíferos entre as duas áreas, embora os valores totais tenham sido maiores em Viruá devido à abundância mais alta de Tayassu pecari, o qual não foi registrado em Novo Paraíso. Isso indica que Tayassu pecari pode estar em vias de extinção local, principalmente por ter sido a espécie mais caçada no assentamento. Através de entrevistas com 50 caçadores, estimamos que, em 37 anos, 31.458 mamíferos de 42 espécies foram caçados. Houve correlação positiva significativa entre a biomassa caçada e a biomassa relativa de mamíferos, indicando que a caça é direcionada principalmente às espécies de maior porte e também àquelas mais abundantes. Entretanto, nossos resultados indicam que a intensidade da caça em Novo Paraíso é sustentável a curto prazo (exceto para T. pecari), mas que a diminuição histórica da eficiência da caça revela que a abundância de mamíferos pode já ter sido maior. Isso evidencia a necessidade de medidas que mantenham a exploração da caça em níveis sustentáveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 15:28:23 UTC</pubDate>
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         <title>Cujubim, RO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 23:28:45 UTC</pubDate>
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         <title>Boca do Acre, AM</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-04-24 23:43:49 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Estadual Chandless, Acre</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-04-24 23:46:40 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Nacional da Serra do Divisor - Serra do Divisor National Park, Mâncio Lima - AC</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-04-24 23:49:53 UTC</pubDate>
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         <title>Amapá</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-04-25 00:01:18 UTC</pubDate>
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         <title>Acre</title>
         <author></author>
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         <title>Tocantins</title>
         <author></author>
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         <title>Ilha do Bananal, Tocantins</title>
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         <title>Tocantins</title>
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         <title>Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque - Rua do Campo - Centro, Serra do Navio - AP</title>
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         <title>Reserva Extrativista do Rio Cajari, Laranjal do Jari - AP</title>
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         <title>Vilhena, RO</title>
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         <title>Parque Nacional do Viruá, Caracaraí - RR</title>
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