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      <title> Leishmaniose Tegumentar Americana G2- E2 Enfermagem  2021.1 by Claudia Maria Antunes Uchoa Souto Maior</title>
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      <description>Criado com estilo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-07 22:27:00 UTC</pubDate>
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         <title>Jéssica Neves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1661297730</link>
         <description><![CDATA[<div>Ciclo heteroxeno</div><div>Hospedeiro - Vertebrados (mamíferos, roedores, caninos, primatas, etc.) e insetos (vetores), humano e animais domésticos são hospedeiros “acidentais” (evolutivamente)</div><div>Ciclo de vida:&nbsp; Transmissão da leishmaniose (promastigotas metacíclicos - ESTÁGIO INFECCIOSO) por picada (através da probóscide) de flebotomìneas (mosquito-palha - VETOR) infectadas → Quando infectado no indivíduo os macrófagos e outras células mononucleares fagocitam os promastigotas → Ocorre então a transformação das promastigotas em amastigotas (ESTÁGIO TECIDUAL) nessas células → Multiplicação por divisão binária e infecção de outras células → Infecção do vetor pela ingestão de sangue do hospedeiro com amastigotas presentes nos macrófagos → Transformação das amastigotas e promastigotas no intestino médio das flebotomíneas → Se desenvolvem e migram para o probóscide (tromba)&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 17:58:43 UTC</pubDate>
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         <title>Jéssica Neves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1661297977</link>
         <description><![CDATA[<div>Leishmaniose tegumentar&nbsp;<br>(antropozoonoses)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 17:59:15 UTC</pubDate>
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         <title>As formas evolutivas corresponde as: promastigotas ( que são formas extracelulares  e possuem flagelos, os quais permitem a sua locomoção) e a amastigota (que é uma forma intracelular, a qual não possui movimentos e confere resistência).</title>
         <author>mayaramartinslopes</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1662103491</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 13:00:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>São parasitas intracelulares<br>obrigatórios que se reproduzem dentro do sistema<br>fagocítico mononuclear de mamíferos suscetíveis ( cães, raposas e roedores por exemplo)&nbsp; vivendo alternadamente em<br>hospedeiros vertebrados e insetos vetores(mosquito-palha). Sendo os insetos responsáveis pela<br>transmissão dos parasitas de um mamífero a outro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 13:03:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1662110419</link>
         <description><![CDATA[<div>O diagnóstico é realizado com parâmetros clínicos e epidemiológicos já que seus parâmetros clínicos podem ser confundidos com outras doenças (esquistossomose).&nbsp;<br>Método Clínico: feito com base em sintomatologias como: febre baixa recorrente,<br>envolvimento linfático, anemia, leucopenia (leucócitos abaixo do limite inferior), hepatoesplenomegalia (fígado aumentado) e caquexia (perda de tecido adiposo e músculo ósseo), combinados com a história de residência em uma área de ocorrência da doença&nbsp;<br><br>Método Parasitológico: Material de biópsia ou punção aspirativa do baço, fígado, medula óssea ou<br>linfonodos. (punção da crista ilíaca em crianças).<br><br>Métodos Sorológico e Imunológico: Método ELISA,<br>Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) baixa especificidade.<br>Reação de Fixação do Complemento (RFC)<br>Teste Rápido Imunocromatográfico, que é feito com base em<br>imunocromatografia de papel, onde se utiliza o antígeno recombinante<br>(rK39), fixado no papel.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 13:09:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>   O mecanismo de infecção do vetor  ocorre quando a fêmea  do mosquito -palha se contamina ao picar um mamífero infectado. Ao sugar o sangue do hospedeiro, ingere macrófagos  que contem a forma amastigota da Leishmania.  No trato digestivo, o macrófago vai se romper  e vai libera-las, onde essas formas vão se reproduzir por divisão binária e vão passar a ser  as formas evolutivas promastigotas. Essas últimas irão passar  também por uma divisão binária e vária transformações e irão se transformar em  paramastigotas, as quais irão colonizar o esôfago e  a faringe do vetor, onde permanecem aderidas ao flagelo desses tecidos, quando se diferenciam na formas infectantes promastigotas metacíclicas. Agora  a fêmea do mosquito infectada pela forma promastigota metacíclica  ao picar um humano introduz o parasita, o qual será  fagocitado pelos macrófagos e essas formas promastigotas   acabam- se localizando no vacúolo dos macrófagos, onde se  transformam em amastigotas por  divisão binária. Dentro do vacúolo  o amastigota vai realizando várias divisões binárias de modo que rompe o macrófago e provoca a sua liberação, o que  permite o seu englobamento por outros macrófagos e dá continuidade ao processo infeccioso.</title>
         <author>mayaramartinslopes</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1662123873</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 13:25:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>É um problema de saúde pública em 85 países. A Organização mundial da saúde (OMS) a considera uma das seis doenças infecciosas mais importantes devido seu alto coeficiente de detecção e a capacidade de produzir deformidades. A leishmaniose tegumentar (LT) tem ampla distribuição de casos em todas as regiões brasileiras. Ela ocorre em ambos os sexos e em todas as faixas etárias, no entanto, no território brasileiro . No Brasil, LT apresenta três padrões epidemiológicos característicos são: silvestre: a transmissão ocorre em área de vegetação primária e é fundamentada em uma zoonose que pode acometer seres humanos quando entra em contato com o ambiente silvestre. Ocupacional e lazer: está associado à exploração desordenada da floresta e das matas para construções. Rural e periurbano em áreas de colonização: está relacionado ao processo migratório, à ocupação de encostas e as aglomerações em centros urbanos associados à mata.</title>
         <author>hevelynrocha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1662369137</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 18:48:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>São principalmente os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita no seu tubo digestivo. O hospedeiro também pode ser os animais domésticos e no meio silvestre os mais que atuam como reservatórios são os roedores silvestres.</title>
         <author>hevelynrocha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1662371680</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 18:53:45 UTC</pubDate>
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         <title>João Vitor Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1662566507</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Leishmania brazilienses<br><br></em>Obs: Subdivisões da<em> Leishmania brazilienses </em>em variedades como <em>guyanensis, peruviana, mexicana e pifanoi, </em>que estariam relacionadas a formas clínicas diversas da doença em diferentes regiões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-28 01:00:53 UTC</pubDate>
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         <title>João Vitor Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1662567069</link>
         <description><![CDATA[<div>- Uso de repelentes quando exposto a ambientes onde os vetores habitualmente possam ser encontrados.&nbsp;<br>- Uso de mosquiteiros de malha fina, bem como a telagem de portas e janelas.<br>- Evitar acúmulo de lixo.<br>- Evitar deixar lixo orgânico muito tempo parado, dando destino adequado do lixo orgânico, a fim de impedir a aproximação de mamíferos comensais, como marsupiais e roedores.<br>- Limpeza periódica dos abrigos de animais domésticos.<br>- Evitar construção de casa próximas a matas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-28 01:01:34 UTC</pubDate>
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         <title>Layza Thyelen</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1663176069</link>
         <description><![CDATA[<div>Leishmaniose cutânea: A úlcera típica de leishmaniose cutânea é geralmente indolor e costuma localizar- se em áreas expostas da pele; tem formato arredondado ou ovalado; tem base eritematosa, infiltrada e de consistência firme; apresenta bordas bem delimitadas e elevadas com fundo avermelhado e granulações grosseiras. A infecção bacteriana, quando associada, pode causar dor local e produzir exsudato seropurulento que, ao dessecar-se em crostas, recobre total ou parcialmente o fundo da úlcera.&nbsp;<br><br></div><div>As lesões iniciais costumam ser nodulares, localizadas profundamente na hipoderme, ou pequenas pápulas, semelhantes à picada de inseto, que evoluem aumentando em tamanho e profundidade e ulcerando no vértice. As lesões vegetantes caracterizam-se pelo aspecto papilomatoso, úmido e de consistência mole. As lesões verrucosas caracterizam-se por superfície seca, áspera, com presença de pequenas crostas e de descamação. Estes dois tipos de lesões podem ser primários ou evoluir a partir de úlceras.&nbsp;<br><br></div><div>Novas lesões de leishmaniose cutânea podem surgir em áreas traumatizadas. A linfangite nodular, com ou sem linfadenopatia regional, quando presente, costuma estar recoberta por pele íntegra ou eritematosa (forma esporotricoide).&nbsp;<br><br></div><div>As lesões cutâneas, ao evoluir para a cura, costumam deixar cicatrizes atróficas, deprimidas, com superfície lisa, áreas de hipo ou de hiperpigmentação e traves fibrosas. Algumas vezes podem tornar-se hipertróficas, ou podem passar despercebidas por sua coloração, tamanho, forma ou localização.<br><br></div><div>Classificação da leishmaniose cutânea<br><br></div><div>a)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Forma cutânea localizada: representa o acometimento primário da pele. A lesão é geralmente do tipo úlcera, com tendência à cura espontânea e apresenta boa resposta ao tratamento, podendo ser única ou múltipla (até 20 lesões em um mesmo segmento corporal). A forma localizada pode acompanhar-se de linfadenopatia regional e de linfangite nodular e costuma apresentar IDRM positiva.</div><div>b)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Forma cutânea disseminada: a forma disseminada da LT é uma expressão incomum que pode ser observada em até 2% dos casos. As duas espécies reconhecidas como causadoras desta síndrome são Leishmania braziliensis e a Leishmania amazonensis, embora a maioria dos casos relatados na literatura seja infecção por Leishmania braziliensis.</div><div>Essa forma de apresentação é caracterizada pelo aparecimento de múltiplas lesões papulares e de aparência acneiforme que acometem vários segmentos corporais, envolvendo com frequência a face e o tronco.A história natural da doença nestes pacientes inicia com uma ou várias lesões localizadas com as características clássicas de úlceras de fundo granuloso e bordas elevadas. A adenomegalia satélite, observada em mais da metade dos casos da forma localizada da doença, raramente é detectada nos pacientes com a forma disseminada e, quando se apresenta, é de forma discreta. A disseminação pode ocorrer após tratamento já iniciado para a forma cutânea localizada.</div><div>Outros aspectos a serem destacados nesta forma clínica são o acometimento mucoso concomitante, que tem sido observado em até 30% dos pacientes, e as manifestações sistêmicas, como febre, mal-estar geral, dores musculares, emagrecimento, anorexia, entre outros, que podem ocorrer em alguns casos, sugerindo que há parasitemia.&nbsp;</div><div>c)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Forma recidiva cútis: caracteriza-se por ativação da lesão nas bordas, após cicatrização da lesão, mantendo-se o fundo com aspecto cicatricial. A resposta terapêutica costuma ser inferior à da lesão primária.</div><div>d)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Forma cutânea difusa: no Brasil, a doença é causada pela Leshimania amazonensis. Constitui uma forma clínica rara e grave, que ocorre em pacientes com alergia e deficiência específica na resposta imune celular a antígenos de Leishmania. Inicia de maneira insidiosa, com lesão única e má resposta ao tratamento; evolui de forma lenta com formação de placas e múltiplas nodulações não ulceradas recobrindo grandes extensões cutâneas.</div><div>&nbsp;</div><div>Leishmaniose mucosa</div><div>Clinicamente, a LM expressa-se por lesões destrutivas localizadas nas mucosas das vias aéreas superiores. A forma clássica de LM é secundária à lesão cutânea. Com frequência, pacientes com LM referem história de LC de evolução crônica e curada sem tratamento ou com tratamento inadequado. Pacientes com lesões cutâneas múltiplas, lesões extensas e com mais de um ano de evolução, localizadas acima da cintura, são o grupo com maior risco de desenvolver metástases para a mucosa. Acomete com mais frequência o sexo masculino e faixas etárias usualmente mais altas do que a LC, o que provavelmente se deve ao seu caráter de complicação secundária. Em alguns, a lesão mucosa ocorre por extensão de lesão cutânea adjacente (contígua) e há também aqueles em que a lesão se inicia na semimucosa exposta, como o lábio. O início dos sintomas é insidioso com pouca sintomatologia. Geralmente, a lesão é indolor e inicia-se no septo nasal anterior, cartilaginoso, próxima ao introito nasal, sendo, portanto, de fácil visualização. A mucosa nasal é a mais acometida, mas podem haver lesões em orofaringe, palato, lábios, língua, laringe e, excepcionalmente, traqueia e árvore respiratória superior.</div><div>Mais raramente, pode haver comprometimento de conjuntivas oculares e mucosas de órgãos genitais e ânus.&nbsp;</div><div>A forma mucosa tem como queixas obstrução nasal, eliminação de crostas, epistaxe, disfagia, odinofagia, rouquidão, dispneia e tosse. Raramente há queixa de prurido nasal e dor. Entretanto, na ocorrência de infecção secundária e sinusite, pode haver dor local e cefaleia.&nbsp; Caso haja infecção secundária, as lesões podem apresentar-se recobertas por exsudato mucopurulento e crostas. Na mucosa do nariz, pode haver perfuração ou até destruição do septo cartilaginoso. Na boca, pode haver perfuração do palato mole. Nas lesões crônicas e avançadas, pode haver mutilações com perda parcial ou total do nariz, lábios, pálpebras, causando deformidades e consequente estigma social.</div><div>&nbsp;</div><div>Classificação da Leishmaniose mucosa</div><div>a)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Forma mucosa tardia: é a forma mais comum. Pode surgir até vários anos após a cicatrização da forma cutânea. Classicamente está associada às lesões cutâneas múltiplas ou de longa duração, às curas espontâneas ou aos tratamentos insuficientes da LC. Esta forma clínica é causada principalmente pela L. braziliensis, porém na região da calha norte do Rio Amazonas, L. guyanensis também pode causar esta forma clínica.</div><div>b)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Forma mucosa sem lesão cutânea prévia: quando a LM apresenta-se clinicamente isolada, não sendo possível detectar nenhuma outra evidência de LC prévia. Tais formas estariam provavelmente associadas às infecções subclínicas ou lesões cutâneas pequenas, não ulceradas, de evolução rápida e que teriam passado despercebidas sem deixar cicatrizes perceptíveis. Esta forma clínica é causada principalmente pela L . braziliensis.</div><div>c)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Forma mucosa contígua: ocorre por propagação direta de lesão cutânea localizada próxima a orifícios naturais, para a mucosa das vias aerodigestivas. A lesão cutânea poderá encontrar-se em atividade ou cicatrizada na ocasião do diagnóstico.Esta forma clínica pode ser causada pelas diferentes espécies de Leishmania que causam lesão cutânea no Brasil.</div><div>d)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Forma mucosa primária: ocorre eventualmente pela picada do vetor na mucosa ou semimucosa de lábios genitais. Pode ser causada pelas diferentes espécies de Leishmania que causam lesão cutânea no Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-28 14:16:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Uma flagelada ou promastigota, encontrada no tubo digestivo do insetovetor, e outra aflagelada ou amastigota, observada nos tecidos dos hospedeiros vertebrados</title>
         <author>julianacandido</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-29 00:54:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O parasito possui duas formas principais: uma flagelada ou promastigota, que pode ser encontrada no tubo digestivo do inseto vetor e outra aflagelada ou amastigota, observada nos tecidos dos hospedeiros vertebrados.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1663593372</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-29 01:44:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O vetor conhecido como mosquito palha, tatuquira, birigui, entre outros. (dependendo da região), ocorre pela picada da fêmea desse mosquito que esta infectada com a promastigota localizada no tubo digestivo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1663630366</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-29 02:23:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1664287158</link>
         <description><![CDATA[<div>Promastigotas metaciclicas (flageladas)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-29 17:48:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1664296582</link>
         <description><![CDATA[<div>Diagnóstico clinico-epidemiológico - lesões típicas de leishmaniose e presença em locais com casos ou residência em áreas endêmicas&nbsp;<br>Diagnóstico laboratorial (confirmação de achados clínicos) - pesquisa direta com lâmina, cultura e inoculação; exame histopatológico, PCR e exames imunológicos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-29 18:07:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/dzmc30l2lyt72t8v/wish/1669403835</link>
         <description><![CDATA[<div>Gênero <em>Leishmania <br></em>Família <em>Trypanosomatidae <br></em>Parasito intracelular obrigatório <br>12 espécies de <em>Leishmania causam doença humana<br>Brasil - 7 espécies identificadas<br>6 subgênero Viannia e 1 subgênero Leishmania<br></em>Principais - L. (V.) <em>braziliensis</em>, L.(V.) <em>guyanensis </em>e L.(L.) <em>amazonensis</em><br>Recentemente - (V.) <em>lainsoni</em>, L. (V.) <em>naiffi</em>, L. (V.) <em>lindenberg </em>e L. (V.) shawi (Norte e Nordeste) <em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 00:37:47 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pápula no sítio de inoculação pelo mosquito (Fêmea) infectado na hora do repasto sanguíneo</div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 00:58:17 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Células do sistema fagócito mononuclear no tecido do tubo digestivo do inseto vetor</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 01:06:47 UTC</pubDate>
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